sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Foto Memória de Macapá: Bairro do Buritizal, em formação

Este registro histórico raro, foi postado no Facebook pelo meu amigo Rogério Castelo. (*)
(Foto: Reprodução em p/b do livro “A Igreja dos Pobres”)
Trata-se de uma foto (em preto e branco, alterada pelo blog) do Bairro do Buritizal em 1976, do acervo pessoal do Pe. Luís Carlini, publicada no livro "A Igreja dos Pobres", de Walbi Pimentel, 2016.
Buritizal é um bairro do município de Macapá, capital do estado do Amapá.
A consolidação do bairro teve início na década de 1960, quando a Zona Sul de Macapá passava por um considerável desenvolvimento demográfico e territorial, tendo o bairro passado por um novo processo de expansão por volta de 1985.(Wikipédia)
(*)“Rogério Castelo tem prestado um relevante trabalho para a preservação da nossa história e da nossa literatura. Desenvolvendo suas atividades na Biblioteca da Sema (Secretaria de Estado do Meio Ambiente) do Amapá, ele não se limita apenas ao seu trabalho burocrático e vai muito além, coletando, digitalizando e compartilhando livros, documentos, revistas e fotos. Discreto, sem vaidade com essa importante atividade, ele é um dos pioneiros a encarar o árduo trabalho de digitalização de obras produzidas no Amapá ou que versem sobre o Estado. Seu acervo cresce a cada dia e ele já se tornou uma figura de referência para muitos pesquisadores. (Paulo Tarso Barros -  poeta, escritor e editor, Presidente da Associação Amapaense de Escritores – APES)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Foto Memória de Macapá: Antiga Rua do Igarapé da Fortaleza

A Foto Memória de hoje, relembra os bons tempos da Macapá de outrora, quando existia uma rua ao lado da Doca da Fortaleza, na entrada do Igarapé do Igapó/Igarapé da Fortaleza, antes do aterro da Beira-Rio. 
Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor os detalhes
Aí encostavam as canoas vindas das ilhas próximas à cidade de Macapá.
Fonte: IBGE

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Foto Memória: Família Redig curte balneário de Mosqueiro, no Pará

A amiga Graça Redig, compartilha na página do Memorial Amapá, no Facebook, um registro fotográfico raro do casal de pioneiros Aurelino e professora Neli Redig, curtindo com a família, o balneário de Mosqueiro, no Pará.
A foto dos anos 60 mostra nas imagens, o casal e os filhos menores, pela ordem a partir da esquerda: Graça, Lélio, Nelma, Lília, Antônio e Arnoldo Redig, sentados na areia.
 Fonte: Memorial Amapá - Facebook

sábado, 12 de agosto de 2017

Foto Memória da Mineração Amapaense: - Érik Lucien, Humberto milho verde e Mário Miranda na Administração de Vila Amazonas -STN

Estava eu garimpando na internet assuntos interessantes para trazer para meus amigos do Facebook, quando me deparei com essa relíquia postada pelo amigo Altamir Guiomar, na página sobre a ICOMI, no Facebook.
Um verdadeiro achado para o Porta-Retrato! Claro, virou imediatamente uma bela Foto Memória aqui em nosso blog!
Em primeiro plano o jovem Mário Miranda dedilhando concentrado sua “Remington” (máquina de escrever), no tempo da datilografia, quando a tecnologia ainda não havia nos brindado com o computador que mudou a denominação – agora é digitação. A garotada da nova geração (meus netos) não tem nem ideia do que foi essa fase de nossas vidas. Mas, voltando a esse registro histórico dos anos 60, vislumbro nas imagens, atrás do Mário, - no cantinho da parede meu amigo Érik Lucien e ao lado dele Humberto milho verde (assim está na legenda).
Os três estavam desenvolvendo suas atividades na sala da Administração de Vila Amazonas, em Santana-AP.
Fonte: Facebook

domingo, 6 de agosto de 2017

Fotos Memória do Esporte Amapaense: A maior goleada do futebol amapaense!

Em 21 de julho de 1968, numa partida pela 4ª rodada do Turno de Classificação do Campeonato Amapaense daquele ano, quando jogaram no Estádio “Augusto Antunes”, na Vila Amazonas, Santana Esporte Clube e Independente Esporte Clube, foi registrada a maior goleada da história do futebol amapaense protagonizada por dois times de Santana.
Durante os 90 minutos de partida, a equipe onzena do “Canário milionário” demonstrou em campo uma completa superioridade futebolística, movimentando-se como bem entendia, sem nenhuma preocupação, podendo até mesmo, ter ampliado o placar que terminou em 12X2.
Foi graças ao talento de Percival (que fez 5 gols), Timbó (fez 3), e os gols individuais feitos por Batista, Lelé, Doca e Haroldo que o “Canarinho” entraria para os anais do esporte amapaense com tal feito, sem deixar de citar os jogadores Edson e Castanhal que ainda assinalaram os dois pontos a favor para o “Carcará da Vila Maia”.
Durante a partida - que teve como mediador o desportista Raimundo Pessoa Borges (Marituba), auxiliado pelos bandeirinhas João Paes Sampaio e Flávio Teixeira – aconteceu a retirada do artilheiro Antônio Trevizani que, aos 32 minutos do 2º tempo, teria agido com passo violento em cima de um jogador do time adversário.
De acordo com informações publicadas pela imprensa da época, a Federação Amapaense de Desportos contabilizou a presença de mais de 1.200 espectadores que assistiram a esse “duelo de titãs” que, em virtude da considerável somatória de gols em uma única partida, foi noticiado até mesmo pelo jornal paraense “O Liberal” dias depois (no Caderno de Esportes) com o título “Houve mais gols do que jogadores no Amapá”.
A pedido do blog, Antônio Trevizani, conta ao Porta-Retrato, detalhes dessa partida histórica:
“ Nesse ano 1968 eu era reserva do Timbó e Batista estava sendo promovido do Santaninha para a equipe titular; esse time foi campeão amapaense. No ano seguinte a equipe sofreu sérias mudanças com as saídas de Percival e Timbó entre outras. O Lelé também encerrou a carreira de jogador e iniciou a de técnico me efetivando no time titular. ”
“ Quanto à minha expulsão ela aconteceu porque um zagueiro do IEC passou a mão em mim aí eu dei uma porrada nele. Eu tinha acabado de entrar, pois sempre era lançado nos finais dos jogos. ”
“ Observação.: Essa expulsão foi a única na minha carreira de jogador de futebol, apesar de apanhar muito não revidava e nem reclamava com a arbitragem. ” (Antônio Trevizani, via Messenger/Facebook)
Texto de Emanoel Jordânio, especialmente adaptado para o Porta-Retrato.

sábado, 5 de agosto de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

A Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Zequinha Monteiro, através de sua página no Facebook.
É um registro fotográfico dos anos 60, de uma equipe do Atlético Latitude Zero, de Macapá-AP, cuja sede social ficava localizada na Av. Cônego Domingos Maltês, entre as ruas Eliezer Levy e Gen. Rondon frente para o antigo campinho do Grupo Escoteiro, Marcílio Dias, no bairro do Trem, local onde hoje está erguida a Escola Municipal “Hildemar Maia”. Onde era a sede, hoje é uma residência.
Estão nas imagens, em pé: Walber Damasceno(com uniforme de juiz de futebol), Ermenegildo Gomes de Lima, Antônio Arraia, Expedido Pinheiro dos Santos, Zequinha Monteiro, Zizico e Lourival Lima (Chibé).
Agachados: Agnaldo, Laércio Monteiro, Roberto Martinês, Cristiano e Zé Crioulo.
O clube foi fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia; Turíbio Guimarães e Raul Calins. Participou de algumas edições dos Campeonatos Amapaenses da Primeira e Segunda Divisões nos anos 50. Além do futebol o Atlético Latitude Zero também contou com o time de basquete onde chegou a conquistar alguns títulos como em 1954, entre eles o Torneio Relâmpago com a participação do Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, América Futebol Clube e Atlético Latitude Zero.
O Latitude sagrou-se campeão e recebeu o troféu denominado “Dr. Hildemar Pimentel Maia”. Deste time dois jogadores foram convocados em seguida para defender a Seleção Amapaense de Basquete: Paulo Farias e Uriel.
A camisa do clube era azul, amarela e vermelha, conforme a foto abaixo:
(Foto: Reprodução /blog da Alcinéa)
Abaixo modelo do uniforme completo:

(Foto: Reprodução / cacellain.com.br/)

(Foto: Reprodução / cacellain.com.br/)






O escudo, sobre a faixa do peito esquerdo correspondia ao globo terrestre, cortado horizontalmente por uma linha reta (linha do Equador). (Foto menor)







Segundo o historiador Nilson Montoril, “inicialmente, a agremiação chamou-se Latitude Esporte Clube. O desportista Pauxy Gentil Nunes, sugeriu o título de Atlético Latitude Zero.”
Zequinha Monteiro comenta também que o “fundador e professor Alzir da Silva Maia, ajudou a comprar a sede do clube e, em várias oportunidades que a sede estava ruindo, voltava e a reestruturava.”

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Primeiro time do Guarany Atlético Clube

Foto Memória do Guarany Atlético Clube. Registro fotográfico de 1955, extraído da página do periódico oficial, que divulgava as atividades do bugre do Laguinho. Pertence ao acervo da família Corrêa.
Esses jogadores tiveram a honra de vestir, pela primeira vez, a camisa do clube de Milton Corrêa, logo após sua fundação.
Em pé: Bicudo, Bonde, Costinha (Goleiro nº 1), Alfredo, Rúbens Albuquerque e Milton Corrêa. Agachados Lilico, Manoel Dias, Raimundo, Walter e Dudu. Mascote do time Milton Corrêa Filho.
O Guarany Atlético Clube, foi fundado em 1955, pelo desportista amapaense Milton de Souza Correa. Foi campeão em 1977. Bicampeão amapaense de futsal em 1997/1998. Várias vezes campeão amapaense de basquetebol, nas categorias da modalidade.
Vencedor em natação, voleibol, pedestrianismo, tênis de mesa, etc.
Fonte: Facebook