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sábado, 19 de outubro de 2024

LUTO NA COMUNIDADE MÉDICA DO AMAPÁ - MORRE JOCY FURTADO DE OLIVEIRA - MÉDICO ANESTESISTA

Na quarta-feira, 16, morreu em Macapá aos 76 anos de idade, o médico anestesista JOCY FURTADO DE OLIVEIRA. Ele estava na UTI do Hospital São Camilo, em decorrência de um acidente vascular cerebral hemorrágico. Foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu.

O macapaense Jocy Furtado de Oliveira, filho de Ituassú Borges de Oliveira e Francisca Furtado de Oliveira, era o irmão mais velho de Suely e José Furtado (In memoriam). Neto legítimo de Ernestino Borges, Intendente (prefeito) de Macapá entre setembro de 1921 e março de 1922. Jocy Oliveira frequentou o grupo escolar anexo à Escola Normal, dirigido à época pela professora Esther da Silva Virgolino, e se formou no Colégio Amapaense no ginásio e no científico. 

Em 1968, foi aprovado para o curso de medicina da Universidade Federal do Pará e se formou em 1973. Fez residência médica, de 1974 a 1975, em anestesiologia, no Centro de Ensino e Treinamento Integrado da Unicamp, São Paulo

Em 1977, casou-se com Oriete Sussuarana de Oliveira, com quem teve três filhos. No mesmo ano foi nomeado médico do Território Federal do Amapá e permaneceu no estado como médico anestesista. Foi presidente do Conselho Regional de Medicina do Amapá. Fundador e presidente da Sociedade de Anestesiologia do Estado do Amapá (SAEAP) e membro da Academia de Medicina do Estado do Amapá

No dia 13 de setembro de 2021 recebeu a medalha da Academia dos Notáveis Edificadores do AmapáO notável Guilherme Jarbas Santana foi o patrono e o Desembargador Carlos Tork entregou-lhe a medalha. O evento fez parte da campanha "Orgulho de ser Amapá", desenvolvida pelo senador Randolfe Rodrigues em parceria com a Prefeitura de Macapá, Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça e o Memorial Amapá.

Jocy ocupou também o cargo de Secretário de Saúde do Amapá.

A família informou que o corpo de Jocy Furtado de Oliveira foi cremado.

Fontes: Memorial Amapá e redes sociais

Fotos: Nascimento Kitt, Ascom do Senador Randolfe e do acervo do homenageado.

sábado, 28 de setembro de 2024

MORRE EM MACAPÁ, AOS 77 ANOS, JOSÉ MARIA GOMES TEIXEIRA – O MANGA

Faleceu na manhã desta sexta-feira (27), aos 77 anos, vítima de uma parada cardíaca, um dos maiores nomes do futebol do AMAPÁ, José Maria Gomes Teixeira, o Manga. 

Durante várias décadas, o desportista coordenou a tradicional Copa do Mundo Marcílio Dias, no bairro do Trem.

Manga deixa esposa e filhos.

Manga nasceu no bairro central de Macapá, em 17 de maio de 1947. Filho de Teófilo Domingos Teixeira e Perpétua Gomes Teixeira. O casal cearense chegou à capital amapaense nos anos 40, durante a criação do Território Federal do Amapá pelo governo de Janary Gentil Nunes. Manga participou da Copa do Mundo Marcílio Dias, foi membro do Escotismo, atuou como Guarda Territorial e trabalhou na Polícia Civil. O início do futebol foi como guarda metas (goleiro). O apelido "Manga" é atribuído ao grande goleiro do Botafogo e Seleção Brasileira, Haílton Corrêa de Arruda, o famoso Manga, que atuou nas décadas de 50, 60, 70 e 80. Como técnico, Manga atuou no Atlético Latitude Zero, Trem Desportivo Clube, Ypiranga Clube, MV-13, Amapá Clube, São José, União Esporte Clube, Guarany Atlético Clube, Independente Esporte Clube, Seleção Amapaense e Copão da Amazônia. 

Via Franselmo George 

História - A primeira edição, da Copa Marcílio Dias, ocorreu em 1952, com o objetivo de integrar ainda mais os jovens, e com o futebol, fazer com que ser um escoteiro se tornasse mais atraente. Seguindo o modelo da competição realizada pela FIFA, a Copa Marcílio Dias passou a ser realizada de quatro em quatro anos, e assim seguiu nas copas de 1966, 1970, 1974 e 1978. No ano seguinte, a partir da chegada do Comandante Barcellos, a competição passou a ser anual. Essa mudança também atendia  pedidos dos jovens, que queriam ter mais oportunidades para jogar a Copa. Da primeira edição participaram 16 seleções, que eram formadas pelos escoteiros e moradores do bairro. As equipes eram: Alemanha Ocidental, Argentina, Brasil, Bulgária, Chile, Colômbia, Espanha, França, Hungria, Inglaterra, Itália, Iugoslávia, México, Tchecoslováquia, União Soviética e Uruguai. Os jogos e o regulamento foram baseados no álbum de figurinhas, que é lançado em cada Copa do Mundo.

A imagem abaixo, foi publicada em P/B no Jornal Diário do Amapá em 1995, quando a Copa Marcílio Dias era realizada no campo situado atrás da sede dos Escoteiros do Mar "Marcílio Dias", no bairro do Trem, onde atualmente está localizada a Escola Municipal "Hildemar Maia".

Colorizada po IA

O empresário Elíuço está à esquerda, seguido por José Maria Gomes Teixeira, o Manga, e o repórter José Maria Trindade, o Zeca Diabo, à direita.

Encontro entre amigos do bairro do Trem, a partir da esquerda: Guarda Gentil, Jeconias Araújo, Zequinha Monteiro, José Maria Oliveira e Manga.
Os bancos das fotos eram da Casa Deuzarina, do bar do Sr. Manoel Paixão.
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Repercussão

Luiz Nery, que atualmente gerencia o Bar Du Pedro no Mercado Central, publicou a seguinte mensagem na rede social:

"José Maria Gomes Teixeira, meu vizinho Manga, faleceu.
Sua paixão era o esporte, especialmente futebol.
Vivi minha infância na Avenida Rio Maracá, onde morou por muitos anos Dona Perpétua, sua mãe.
Gostava de reunir a molecada para partidas de futebol na rua ou na praia, empinar papagaio,organizar a fila da molecada no mês de Junho, quando o posto Santo Antonio, homenageava seu santo protetor, distribuindo mingau e não era pouco, pois só a turma da baixa da mucura fazia a fila dobrar quarteirão. O Manga, tranquilo fazia a fila andar sem bagunça. Embaixo da mangueira em frente a sua residência, reunia a molecada para cortar cabelo e não cobrava nada.
Certo final de semana, manga sofreu um acidente que cortou nervos do tendão, isso fez com que parasse de beber, mas o esporte e a vontade de dias melhores, juntamente com meu falecido irmão José Maria Sandin Nery, meu primo falecido João Dasteca, entraram em um puque-puque e rumaram para a Guiana Francesa, lá passou por dificuldades, mas o futebol facilitou realizar uma cirurgia e evitar o pior. A saudade da Dona Perpétua e de sua esposa Marina, fez com que regressasse a Macapá. Aqui continuou ajudando sua mãe na banca que funcionava no cruzamento da Avenida Rio Maracá com São José.
Veio uma chance na Guarda Territorial e o Manga , agarrou com todo carinho até sua aposentadoria.
No futebol, foi um vencedor sem ser biricica(*).
Descanse na paz do senhor amigo."
Luiz Nery via Facebook
(*) intrometido / presunçoso
O corpo de José Maria Gomes Teixeira (Manga) foi sepultado na manhã deste sábado, 28, no Cemitério de São José, bairro de Santa Rita.

sábado, 18 de setembro de 2021

FALECIMENTO: Tia Biló – marabaixeira - morre aos 96 anos em Macapá

Tia Biló - única filha de Julião Ramos que ainda vivia entre nós, faleceu na madrugada do sábado 18 de setembro de 2021.

Segundo a família, ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Macapá e teve falência múltipla de órgãos.

BENEDITA GUILHERMA RAMOS, A Tia Biló, precursora, grande entusiasta e divulgadora do Marabaixo, cantando, encantando e repassando há várias gerações o legado deixado por seu pai, nasceu há 96 anos em Macapá em 10 de fevereiro de 1925. Filha de Julião Ramos, mestre do Marabaixo e Januária Ramos. Dona Biló - filha mais nova de 05 filhos, mãe de 7 filhos que lhe agraciaram com 16 netos e 20 bisnetos.

Seu primeiro emprego foi como zeladora em uns dos banheiros públicos, construídos por Janary Nunes; trabalhou também na Escola Azevedo Costa, foi transferida para o Colégio Amapaense e logo em seguida para o IETA – Instituto Educacional do Território do Amapá, onde hoje está instalada a UEAP – Universidade Estadual do Amapá.

Tia Biló, como era carinhosamente chamada, trouxe no DNA, a paixão pelo Marabaixo, herdada do seu pai, Mestre Julião Ramos.

Foi uma das precursoras dos grupos de Marabaixo que atualmente encantam várias gerações de amapaenses com esse ritmo contagiante e expressão maior da nossa cultura.

Teve o privilégio de conviver com grandes compositores de Marabaixo, dentre eles, Raimundo Lasdislau.

Seu corpo descansa em Paz, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.

Fontes: G1 e Memorial Amapá

Foto: Márcia do Carmo (Diário do Amapá)

sábado, 10 de abril de 2021

MORRE NO RIO O ESCRITOR E POETA LEÃO MOISÉS ZAGURY

Por Paulo Tarso Barros

Meu Amigo e Confrade Leão Moisés Zagury nasceu no Rio de Janeiro em 11 de fevereiro de 1954, mas criou-se em Macapá. Leão é autor de muitos livros e tem papel importante da produção literária local contemporânea. 

Era de família tradicional de pioneiros, judeus marroquinos que chegaram ao Amapá no final do século XIX, e que se destacaram no comércio e na indústria, como sua avó Sarah Roffe, seus tios e seus pais Moysés Zagury e Dona Rachel Zagury.  Foi professor e empresário, e publicou, dentre outros, os livros: Ciranda Matinal (1991) Cidade sem Rosto (1993) e Ciranda Matinal II (1997). Em 2001, Leão publicou a obra Expectativa (poemas, crônicas e curiosidades) e Expectativa vol. II (2003) e muitos outros livros. Faleceu no Rio de Janeiro em 10 de abril de 2021 em consequência da Covid e era integrante da Associação Amapaense de Escritores-Apes e do Clube dos Poetas.

Que sua alma esteja em Paz na Eternidade!!!!

Fonte: Facebook (texto e fotos - reprodução)

Nota do Editor: Apresentamos nossas condolências à família, familiares e amigos de Leão Moisés Zagury.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

MORRE EM BELÉM, FRANQUINHO, UM PIONEIRO DA IMPRENSA OFICIAL DO AMAPÁ

 A notícia nos foi repassada pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima - funcionário aposentado da Imprensa Oficial do Amapá - e confirmada pelo confrade Ernani Marinho, via Rede Social.

Franquinho, que morava só, em Belém, foi encontrado morto em seu apartamento dia 22 de fevereiro de 2021 - uma segunda-feira. Presume-se que tenha falecido de infarto, entre 20 e 21, pelas condições do corpo quando foi encontrado.

Ele nasceu em 07 de janeiro de 1932, tinha portanto 89 anos.

Fernando de Oliveira Franco, era conhecido, em Macapá, como Franquinho, onde chegou originário de Belém, no início dos anos 50, e foi trabalhar na Imprensa Oficial que vivia os seus primeiros anos de fundação.

No início do Território Federal do Amapá, a Imprensa Oficial funcionava nos porões da Intendência, depois passou para a Fortaleza de São José, em seguida para a Escola Industrial de Macapá e Ginásio de Macapá, para finalmente ir para o seu prédio próprio na Cândido Mendes com Raimundo Álvares da Costa, até ser demolido.

Foi tipógrafo da Imprensa Oficial e dos jornais Amapá, A Voz Católica e Primeiro Plano.

Foi professor de Artes Gráficas, como Mestre da Escola Industrial de Macapá e Ginásio de Macapá.

Foi jogador de futebol, atuando primeiro pelo Macapá e depois pelo Trem.

Finda a carreira de atleta foi auxiliar e árbitro da Federação Amapaense, atuando no campeonato amapaense.

Franquinho adorava Batista Campos onde morava, desde sua aposentadoria. Era conhecido em todo o bairro onde circulava diariamente, em especial na Praça de Batista Campos, onde todos os conheciam e o chamavam de Fernandinho.

Informações de Ernani Marinho, a quem agradecemos!

NOTA DO EDITOR: Tive a grata satisfação de trabalhar com Franquinho, quando passei pela Redação do Jornal “A Voz Católica”, nos idos de 1967, enquanto aguardava a entrada da Rádio Educadora no ar, fato que ocorreu no ano seguinte. Franquinho, trabalhava pela manhã na Imprensa Oficial e à tarde nas oficinas gráficas de “A Voz”. Além de Franquinho, e outros profissionais, faziam parte da equipe gráfica, o Sr. Alamiro Souza e o amigo Milton Barbosa, tipógrafo de mão cheia. Franquinho, apesar de brincalhão, era uma pessoa muito séria de pouca conversa. Ele supervisionava os trabalhos de tipografia. Tenho gratas lembranças dele! (João Lázaro)

                       (Última atualização às 19h30, em 26/02/2021)

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Memória da Cidade de Macapá: ETERNAMENTE – “TIA DURICA”

O Velório da professora Maria das Dores Gomes Correia – “Tia Durica”, para os mais próximos - foi marcado pela solidariedade e reconhecimento das pessoas, com as quais a ilustre mestra teve convivência familiar, pessoal e profissional. Mas um fato inusitado, foi a revelação de um segredo, guardado sob sigilo por quase duas décadas, desconhecido por membros da própria família.
Imagem: Reprodução da mensagem original
“Tia Durica” escreveu uma carta, no ano 2000, e pediu para uma amiga da época do SESI – Dona Auxiliadora – que a guardasse em segredo. Com o falecimento, Dona Auxiliadora lembrou da carta, a digitalizou e levou para conhecimento de todos.
Na manhã do dia 17 de outubro no Velório, minutos antes do sepultamento ainda na Capela Santa Rita, a carta foi lida por sua sobrinha Romilda Trindade.
Professora Maria das Dores Gomes Correia, faleceu na segunda-feira, 14/10, em Belém/PA. “Tia Durica”, com 88 anos, se encontrava internada há dias, no hospital Saúde da Mulher, na capital paraense. A gravidade do estado de saúde dela, não a permitiu que retornasse para Macapá. Um agressivo câncer no pulmão há algum tempo, apesar do tratamento, se disseminou por outras partes do corpo, provocando a falência múltipla de órgãos, causa de seu falecimento.
Devido ao Círio no domingo,13, o IML de Belém não funcionou na segunda-feira, por conseguinte o traslado do corpo para Macapá, somente pode ser feito à tarde da terça-feira,15.
Professora Maria das Dores, descansa em Paz, em jazido da família, no cemitério N. S da Conceição, no centro da cidade.
Fonte: Diário do Amapá 

terça-feira, 30 de julho de 2019

FALECIMENTO: Morre em Santana, aos 74 anos, Nando, o vocalista d’Os COMETAS’

Faleceu nas primeiras horas desta terça-feira (30), em Santana-AP, Carlos Fernando Morais, o Nando, dentista, músico, ex-crooner de “Os Cometas”.
Foto: Reprodução / Seles Nafes
Apesar de ter filhos, Nando, aos 74 anos, estava vivendo sozinho. Ele estava doente e ano passado foi internado na Casa da Hospitalidade, em Santana, lutando contra o diabetes, causa da amputação de uma de suas pernas.
Ontem à noite, ele tomou os medicamentos de sempre e deitou-se para dormir. Por volta das 6h30min de hoje, funcionários perceberam que ele estava morto.
O velório e sepultamento de Nando ocorreram lá mesmo, na cidade do Porto.
Nando, viveu os anos dourados dos bailes em Macapá. 
Nesta fase áurea, em 11 de abril de 1962, foi fundado o conjunto musical ”Os Cometas” por Roberval (bateria), Espíndola (sax), Nando (crooner), Assunção (trompete), Muscula (ritmista), Pedro Altair (violão), e Luiz Almeida (contrabaixo). Eram integrantes da banda da Escola Industrial de Macapá. O grupo recebeu o incentivo do saudoso Mestre Oscar Santos.
Posteriormente vieram Ricardo Charone (acordeon e piano), Augusto Veridiano (piano), Sebastião Mont’Alverne (guitarra elétrica), Joacy Mont’Alverne (crooner e ritmista), Valfredo Costa (ritmista e voz), Célia (lady-crooner), Aymoré (piano). Tempos depois, nova formação, com as presenças marcantes de Humberto Moreira (crooner), Nonato Leal (violão e guitarra), Manoel Cordeiro (teclados), Venilton Leal (guitarra e teclados), Gato e Jaci Rodrigues.
Em 1977, por motivos de força maior, resolvem dar um tempo. 
Foto: Acervo do grupo
No dia 04 de outubro de 2004, numa apresentação memorável, retornam com energia total. (Diário do Amapá)
Nando formou-se em odontologia e pedagogia. Foi também professor.
Que sua alma alcance a Felicidade Eterna!

domingo, 2 de junho de 2019

Falecimento: Morre, em Macapá, aos 80 anos, o ortopedista Raimundo Lopes

Faleceu nas dependências do Hospital São Camilo e São Luis, na cidade de Macapá/AP, às 14:30h deste sábado, 01 de junho de 2019, aos 80 anos, o Dr. Raimundo dos Santos Lopes, um dos pioneiros da medicina no Amapá.
(Foto: Arquivo pessoal)
Dr. Lopes, como era conhecido na cidade, teve sua história de vida marcada por superação e muito esforço.
Dr. Lopes deu importante contribuição para o desenvolvimento cultural do estado do Amapá, atuando ativamente na fundação da Academia Maçônica de Letras.
Em reunião realizada no dia 28 de julho do ano 2009, foi também sócio fundador da Academia Amapaense de Medicina, assentando-se à cadeira nº 4, cujo patrono é o Dr. Acilino de Leão Rodrigues.
Raimundo Lopes dos Santos, era natural do município paraense de Cametá, filho de Orlando e Joventina Lopes. Aos dez anos de idade foi para Belém (PA) e começou a estudar.  Após concluir o ensino médio, antigo ginasial, prestou vestibular para medicina. Formou-se em Ortopedia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) com especialização em Traumatologia.
Recém-diplomado na década de setenta, foi exercer a profissão em Boa Vista (RR), onde atuou por cinco anos, mais precisamente no Hospital Coronel Mota. Depois disso Raimundo Lopes foi para o Amapá, onde chegou em 1976, na época em que o governador era o Comandante Arthur Azevedo Henning. No Amapá, passou a atuar no Instituto Nacional de Previdência Social (INSS) como Chefe do Departamento de Perícia Médica do órgão. Paralelo, atuava no Pronto Socorro de Macapá. 
(Foto: Arquivo pessoal)
Dr. Lopes era viúvo de Maria Célia da Silva Lopes, com quem teve cinco filhos três homens e duas mulheres. São eles: Raimundo Lopes dos Santos Filho (arquiteto), Celio da Silva Lopes(advogado), Vitor Silvestre da Silva Lopes (Acadêmico de Física), Silvana Lopes Grote (advogada), Suzana da Silva Lopes(Tecnóloga em Informática Educativa).
Nossas condolências à família.
(Fonte: Tribuna Amapaense)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Foto Memória de Macapá: Morre em Brasília o macapaense Nilton Oliveira

Reproduzo essa foto editada no blog em 15 de dezembro de 2011, para prestar uma homenagem póstuma ao amigo Nilton José Matos de Oliveira, o 'Nilton Côca', que também aparece nas imagens. 
Nilton Côca anos 60, primeiro em pé da esquerda para a direita, no círculo, posando ao lado de jogadores do Juventus Esporte Clube: Célio Paiva, José Maria Franco (falecido), Antoninho Amaral (Dente de Cão) e Haroldo Vitor Santos (Tio Ponga). agachados: J.Ney, Orlando Tôrres, Edmar, Sabará e Pennafort.
Nilton faleceu em Brasília, às dez da manhã do domingo, 19 de maio. 
Tinha 73 anos de idade, deixou mulher, seis filhos e cinco netos. Aposentado do INSS, estava doente há algum tempo, chegando a ser internado nos últimos dias na UTI de um Hospital da Capital Federal. Nilton, macapaense da gema, nascido filho do Seu Sandó e Dona Julieta Matos ("Santa"), irmão do Terezinho de Jesus (Didi), do professor Roberly, da médica Sandra e do advogado Joaquim Oliveira.
Na sua juventude foi garoto da Casa dos Padres, da juvenil do Juventus, estudou no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, grande festeiro da República dos Estudantes Universitários de Macapá em Belém do Pará; ajudou a fundar e foi colaborador da Confraria Tucuju. O corpo de ilustre amapaense foi sepultado em Macapá, e descansa em paz em jazigo da família, no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade. Nossas condolências aos familiares de Nilton José Matos de Oliveira, que o Deus o acolha no seu Reino de Luz.
Texto: (João Silva)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Foto Memória de Macapá: Esporte estudantil

Reprisamos hoje post publicado no blog em 15 de dezembro de 2012, em que mostrava um registro de 1958, da equipe de basquete do Colégio Amapaense nos jogos ginásio colegiais, na Praça Barão do Rio Branco, gentilmente compartilhado pelo amigo José Dias Façanha:
Em pé, da esquerda para a direita: Francisco Lavor Benigno (Tinilo), José Façanha e Luiz Lavor Benigno.
Agachados: Cláudio Vasques (Ponta Fina) e Antônio Farias.
Com essa republicação prestamos nossa homenagem póstuma a Antônio Farias que aparece nessas imagens históricas, agachado ao lado do atleta Cláudio Vasques.
Nota Triste - Antônio Maria da Silva Farias faleceu em Niterói, na quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019.
O historiador Nilson Montoril, conta que Antônio Farias era paraense de Belém, nascido em 9 de maio de 1942, filho caçula do casal João Braga de Farias e Laura da Silva Farias. Iria completar 77 anos de vida. “Ele passou a infância e a adolescência em Macapá, para onde sua família se deslocou após a instalação do Território Federal do Amapá. Cursou o primário e o ginasial na capital amapaense, além de devotar-se à pratica do basquetebol, defendendo as cores do América Esporte Clube. Ele só deixou a cidade depois que seu genitor se mudou para o Rio de Janeiro. Sua genitora e demais irmãos já estavam residindo em outras paragens. Antônio foi casado com Maria Luísa Castellões Farias e o casal só gerou um filho, que lhes deu um neto. Maria Luísa morreu no final de mês de junho de 2018. Entre nós ainda há contemporâneos do Antônio, inclusive parceiros que integraram a equipe americana.”
Fonte: Facebook
Nota do Editor: As condolências do blog à família enlutada!

terça-feira, 2 de outubro de 2018

FALECIMENTO: Morre em Macapá, a Professora Edna Soares da Cunha um marco na vida cultural e musical do Amapá.

Faleceu nesta segunda-feira, 01/10, a professora Edna Soares da Cunha, natural da vila de Quatipuru Mirim, município de Bragança-Pa. 
Ela estava com 90 anos de idade e veio a óbito vítima de fulminante infarto do miocárdio.
Edna Cunha se formou como professora pelo Instituto de Educação do Pará em 1948. Casou-se com Juracy Ribeiro da Cunha (em memória) e juntos foram trabalhar no Território Federal do Amapá em 1952. Em Macapá estudou teoria musical no Conservatório Amapaense de Música, além de inúmeros cursos de música pelo Brasil.
Professora Edna desenvolveu uma carreira próspera no magistério de Macapá. Trabalhou no Instituto de Educação do Território do Amapá – IETA, nas escolas Alexandre Vaz Tavares, e Coaracy Nunes. Em 1976 foi nomeada pelo Secretário de Educação e Cultura para desenvolver estudos para a implantação e organização de corais de alunos nas escolas de 1º e 2º graus em Macapá. Entre 1955 a 1975 trabalhou na Escola de Música Walkíria Lima com corais e ensino de teoria musical e solfejo.
Foi agraciada com muitos prêmios e honrarias. Em 1976 recebeu o título de Professor do Ano e o Título Honorífico da Câmara Municipal do Amapá, em 1999. Recebeu também o Diploma de Destaque Cultural Popular do Conselho Estadual de Cultura, e o título de Honra ao Mérito da Congregação Bete Seã em 2011 e da Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Amazonas, em 2014.
Fundou o Coral do Serviço Social da Indústria-SESI, que depois se tornou o Coral Vozes do Amapá, durante muitos anos de atividade musical, apresentando inúmeros recitais de excelente qualidade, pela cidade e interior.
Paralelamente, a Professora Edna dirigiu corais em várias igrejas de Macapá. Esteve como regente titular do Coral Harmonias Angélicas, da Assembleia de Deus do Avivamento por quase 50 anos.
Professora Edna deixa 7 filhos, 26 netos e 12 bisnetos. Deu testemunho de integridade, lealdade e bondade para toda sua família e amigos. De espírito guerreiro, resistiu a um forte AVC (acidente vascular cerebral) aos 50 anos.
Quem conheceu a professora Edna, sabe do sorriso farto, da alegria, da esperança que sempre marcaram sua vida. Deixará muitas saudades, mas sobretudo o exemplo de firmeza, de generosidade, de talento e de serva do Deus Vivo.
O velório aconteceu na Assembleia de Deus do Avivamento na Avenida Cora de Carvalho.
Seu corpo descansa em paz, no cemitério de São José, no bairro Santa Rita.
Nossas condolências à família enlutada!
Fonte: Informações da família
Foto: Arquivo pessoal

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

LUTO NO ESPORTE – Morre em Macapá aos 70 anos, Umbelino Palheta Lobato – ícone do desporto amapaense.

Foto: Reprodução/Revista Diário do Amapá
Faleceu no Hospital de Emergências neste domingo,16, vítima de infarto fulminante, o desportista Umbelino Palheta Lobato, que na mocidade foi um dos maiores recordistas da natação amapaense colecionando títulos como o de campeão do Norte-Nordeste. Ele tinha 70 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O corpo de Umbelino Palheta foi velado na Funerária São José, na Cora de Carvalho, e sepultado, nesta segunda, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro.
Umbelino Palheta Lobato nasceu no arquipélago do Bailique, na Ilha do Bagre. Ele era o primogênito dos quatro filhos do casal Orlandina Palheta Lobato e Mobelino Mendes Lobato.
O pai dele era peixeiro, que comercializava o produto na Ilha do Bagre e que foi para Macapá, fixando-se no Igarapé das Mulheres, local de embarque e desembarque de produtos ribeirinhos. Aos seis anos a família foi residir em Macapá, por causa dos estudos da garotada.  Logo ele estudou na Escola Barão do Rio Branco, que tinha aos fundos a antiga Piscina Territorial, onde Umbelino aperfeiçoou suas técnicas de natação. Cursou o ginasial na Escola Industrial de Macapá.
Foto: Reprodução / Tribuna Amapaense
O jovem Umbelino Palheta, na década de 50, tomou conhecimento através de familiares da proximidade da Piscina Territorial. Ele tinha duas tias que nadavam. E por coincidência o Amapá estava se preparando para participar pela primeira vez do Campeonato Infanto Juvenil, por equipe, em 1955. Quem comandava era o então Tenente Euclides Rodrigues. Umbelino começou a aprimorar a técnica de mutação do igarapé para piscina. Conheceu os grandes nomes da natação amapaense da época, Raimundo Pereira, Carmito, Anselmo Guedes, Nonatinho, Doralice e Dometila Camarão, Maria Serrão e Julia Madureira.
Foto: Reprodução / Revista Diário do Amapá
Em 1955, o Amapá foi vice-campeão brasileiro de natação, por equipe; em 1956, em Porto Alegre (RS) no Centro do Grêmio o Amapá conquistou o título de Campeão Brasileiro de Natação.
Em 1966, Umbelino e equipe foram ao campeonato brasileiro, onde tiveram uma boa atuação.  Em 1967 aconteceu a Travessia de Itaúna em Cametá, e a equipe amapaense tinha seis atletas. No dia 27.07.67, sob o comando de Adonias Trajano, um grande campeão, Umbelino ganhou a travessia, foi o primeiro amapaense a vencer o evento. Isso lhe abriu os caminhos para o cenário nacional. Foi quando o jornalista Coaracy Barbosa, diretor de natação do Esporte Clube Macapá conseguiu o primeiro emprego, aos 17 anos, e ele foi trabalhar no Distrito de Santana, na Escola Augusto Antunes, como auxiliar de Professor de Educação Física.
De seu primeiro relacionamento com uma paraense com quem foi casado por vinte anos nasceram quatro filhos, e todos atuam na natação. Ele tem também um quinto filho de outro relacionamento anterior.
Umbelino foi para o Clube do Remo em 1968, em 1970 foi para Tuna Luso Brasileira onde foi nadador e técnico da categoria de Base. Terminou o ginasial na Escola Paes de Carvalho, fez a Escola Federal de Educação Física, e se formou em 1977. Dentro da faculdade foi monitor de natação.
Em 1978 retornou ao Amapá. Esteve na Guiana Francesa, onde passou seis anos, trabalhando como ferreiro especializado. Com o governo Collor o franco foi igualado ao cruzado e não existiam vantagens em permanecer por lá.
De volta ao estado, através de um Contrato Administrativo retornou à natação na Piscina Olímpica Capitão Euclides Rodrigues de 1991/93. Era funcionário estadual.
Umbelino Palheta Lobato, professor de Educação Física, que passou em primeiro lugar no vestibular da Universidade da Maioridade da UNIFAP, representou a instituição em 2010 no 17º Campeonato Norte-Nordeste e Centro-Oeste Master de Natação, em setembro. Ganhou três medalhas de ouro nos 50 costa, 100 costa e 50 livre e mais duas de prata em revezamento com atletas da delegação amapaense.
Foto: Reprodução / Tribuna Amapaense
Umbelino, ou Vilhô, como o chamavam no Morro do Sapo, no bairro do Laguinho, foi campeão várias vezes da travessia da baía de Guajará (foto) pela Tuna Luso-Brasileira de Belém.
Que sua alma descanse em paz!
Nossas condolências à família enlutada!
Fontes: João Silva, Jornal Tribuna Amapaense e Revista Diário do Amapá

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

FALECIMENTO: Morre em Campinas, aos 84 anos, o bancário e crítico de cinema DEROSSY ARAÚJO DA SILVA

Hospitalizado desde 22 de junho passado, para tratamento de uma pneumonia, faleceu nesta quinta-feira, 2/8, em Campinas, interior de São Paulo, o bancário e crítico de cinema DERÓSSY ARAÚJO DA SILVA. 
Segundo a família, o quadro clínico de Derossy se agravou e o levou a óbito por Septicemia (infecção generalizada). Apesar de tudo, ele não teve morte sofrida, repousou, e faleceu de forma serena.
Conheça quem foi ele: Derossy nasce em Belém do Pará, em 22 de junho de 1934, filho de Raymundo Silva e Maria Araújo Silva (em memória).
Muda-se de Belém para Macapá, em abril de 1959, para tomar posse na agência do Banco do Brasil.
Ingressa no CCA - Colégio Comercial do Amapá, em 1960, no ensino técnico em contabilidade e forma-se em 1962. De 1962 a 1965, leciona português, nessa mesma instituição.
Mora na república, situada à Rua General Rondon, onde conhece e faz amizade consolidada com o jornalista Elson Martins e o bancário Oséas Filho. 
Juntos organizam movimentos para a arte, exposições e projeções, no âmbito da literatura, fotografia, cinema, mídia impressa e falada. Juntamente com esses amigos, instala na Av. FAB uma loja denominada Imagem, com vendas de produtos regionais.
Casado com Maria Lúcia Del Castillo Andrade, com quem tem cinco filhos.
Entre os anos de 1962 e 1966, atua como crítico de cinema, com a coluna Sétima Arte, que mantinha semanalmente, com o pseudônimo de Márcio César, nos jornais “Amapá”, “Novo    Amapá” e “A Voz Católica”.
Torna-se membro atuante do Movimento Familiar Cristão; comanda um programa também na Rádio Educadora São José, sob o título  “Um homem, uma mulher”, juntamente com sua esposa Maria Lúcia Andrade da Silva, que versava sobre as relações humanas e  o "Sétima Arte", sobre o Cinema, sob a coordenação do padre Jorge Basile. Em 1965, ingressa no Rotary Club de Macapá.
Participa também dos eventos culturais, sendo um dos fundadores do primeiro cineclube do Território Federal do Amapá.
Atua como Juiz Relator, no Tribunal de Justiça Desportiva do Amapá, nos anos de 66 e 67, prestando grande contribuição ao desporto do então Território do Amapá.
No início dos anos 70, atua pelo Rotary Club de Macapá e decide doar um monumento de utilidade pública à cidade: aproveita uma viagem a São Paulo e se prontifica a comprar o relógio,  que foi instalado na Praça Veiga Cabral. 
O famoso relógio-monumento que informava em sua estrutura o nome dos principais estabelecimentos comerciais de Macapá.
Em 1972, sempre preocupado com o bem-estar das crianças, juntamente com sua esposa e a professora Terezinha Monteiro, reestrutura a APAE de Macapá.
Em 1975 é transferido pelo Banco do Brasil, para trabalhar em Poços de Caldas/MG, onde em 1979, forma-se em Administração de Empresas nessa cidade.
Em 1984, a serviço dessa instituição bancária, é enviado à Campinas/SP, e lá, gradua-se Bacharel em Direito, no ano de 1995.
Derossy, mesmo residindo em Campinas, mantem elos afetivos muito fortes com Macapá, cidade que o acolheu de braços abertos.
Retira-se da vida pública com 32 anos de serviços prestados ao Banco do Brasil e grandiosa contribuição na área da cultura e filantropia ao estado
DEROSSY ARAUJO DA SILVA, por esses feitos, é merecidamente homenageado como um notável edificador do Amapá, pelo Instituto Memorial Amapá.
Nossas condolências à família enlutada.
Fonte: Memorial Amapá
Fotos de Arquivo
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ELSON MARTINS
(Foto:Reprodução/Facebook )
Jornalista Elson Martins sobre Deróssy Araújo:

“Derossy foi o primeiro intelectual que conheci de perto. Ele me ensinou a gostar do jazz clássico americano, a amar o cinema e querer entender sua linguagem; me indicou o escritor e poeta Carlos Drumond de Andrade...Era um camarada bem-humorado, solidário, que transpirava cultura, honestidade e gosto pela vida. Foi meu irmão, meu parceiro, meu guru...”  (Via Facebook)

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