terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Banda Oscar Santos

(Reprodução)
Anos 70 - Banda Oscar Santos - do Ginásio de Macapá - ex-Escola Industrial de Macapá, em apresentação na Av. FAB.
Observa-se ao fundo o primeiro prédio do Palácio do Setentrião, ainda em construção, situado entre as ruas Eliezer Levy e General Rondon, hoje ocupado pelo Ministério Público.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O time do moleque travesso

(Reprodução)

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Anos 60 - Uma das onzenas do Juventus Esporte Clube - o time do moleque travesso.
Nesta formação vemos em pé: João Maria Nery, Círio Coutinho, Edilson Brito(Caboquinho), Zé Marques(Curupira), Clemildo e José Maria Franco. Agachados: J. Ney(o radialista), Juracy da Silva Freitas(Jupati), Antonio Amaral(dente-de-cão), Orlando Torres e Enildo Amaral(cúia preta).

domingo, 29 de agosto de 2010

Nos tempos de abandono

(Reprodução)

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A velha e secular Fortaleza de São José de Macapá numa fase de completo abandono.
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Nota do Editor:
Reproduzo na íntegra o comentário de nosso leitor e colaborador do Porta-Retrato, Aloisio Cantuária, sobre o abandono da Fortaleza de São José:

Disse Aloisio:

Alô, João.
O abandono da fortaleza era antigo, remontando à época do Império, até à criação do Território do Amapá.
De acordo com Arthur Vianna, a fortaleza ficou incompleta, "destinada ao despreso dos governos que a olharam sempre com menospreso". Segundo o autor, "das mãos do governo português passou a fortaleza, em 1824, para as mãos do governo imperial, e esta transferência serviu apenas para consolidar o indiferentismo com que a tratava a metrópole. (As Fortificações da Amazônia, 1905, p. 289). Abandonada, a fortaleza teve vários usos; foi usada até como curral de animais. A situação de abandono começa a desaparecer a partir da criação do Território do Amapá em 1943, conforme informa Estácio Vidal Picanço, com sua primeira restauração (Informações sobre a História do Amapá, 1981, p. 67). No governo Janary Nunes, a fortaleza passou a sediar o Comando da Guarda Territorial.

Em minhas pesquisas sobre a Fortaleza de São José de Macapá, me deparei com uma informação terrível, pior do que o abandono ao qual foi deixada. Encontrei uma sugestão que, se materializada, hoje não teríamos esse monumento para apreciar. Mas vamos aos fatos.
O historiador Adler Homero Fonseca de Castro, em seu trabalho "O Fecho do Império: História das Fortificações do Cabo Norte ao Amapá de Hoje", informa que o senhor Afonso Justiniano de Mello, autor do Relatório do Comando da Fortaleza de São José de Macapá, de 18 de agosto de 1876, sugeriu derrubar a fortaleza e, com seu entulho, aterrar os pântanos que circundavam a cidade. Sua intenção era preservar a saúde dos moradores de Macapá de doenças como a malária. Como sabem os moradores mais antigos de Macapá, a área do comércio e adjacências, por ser alagada, era cheia de pontes, como atestam as fotografias antigas. O texto de Adler Homero Castro está no livro "Nas terras do Cabo Norte" (Belém: Editora da UFPA, 1999, pp. 129-193). O teor do relatório do senhor Afonso Justiniano de Mello aparece na pag. 192. O livro é difícil de ser encontrado. Mas em Macapá encontrei, para consulta, na Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, na rua São José.

Um abraço,

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sábado, 28 de agosto de 2010

Jovens tucujus

(Reprodução)
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Anos 60 - Os jovens Aldony Fonseca Araújo e Heitorzinho Picanço, nos bons tempos da praia da Fortaleza de Macapá.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Desfile de 7 de setembro na av FAB

(Reprodução)

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Ano 1975 - Desfile de 7 de setembro na Av. FAB, em frente a sede do Esporte Clube Macapá.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Rua Cândido Mendes

(Reprodução)

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Ano 1965 - Aspecto da rua Cândido Mendes, entre as avenidas Mendonça Jr. e Coaracy Nunes, antes do incêndio.
Observe, ao fundo da foto, o telhado do antigo Frigorífico do Governo do TFA.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Os velhos bancos da Praça Barão do Rio Branco

(Reprodução)

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Anos 70 - Praça Barão do Rio Branco no tempo que ainda existiam os primeiros bancos, em concreto, em forma da letra "D".

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Farinha d'água em paneiro

(Reprodução)

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Uma das produções da pequena agricultura de Macapá foi a da farinha d’água, de mandioca, que era vendida em paneiros, forrados com folhas (foto). (você sabe como era o nome dessas folhas?)
Além dessas embalagens, havia os vendedores – grande parte do curiaú - que traziam sua produção nas costas, em sacas.
Farinha fresquinha, novinha, torradinha que complementava o chibé e o inigualável açaí.

A farinha d'água era um dos produtos econômicos apresentados nas Feiras da Fazendinha, na época do ex-Território Federal do Amapá.
Você que viveu essa época, conte também sua experiência, nos comentários.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fortaleza de Macapá serve de Plano de Fundo para o Jornal Nacional

(Reprodução/site do JN)

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Geralmente, matérias atuais são sempre reproduzidas em nosso outro blog – FINA SINTONIA 2 através do link - http://fina-sintonia2.blogspot.com/ - que segue a linha de variedades, curiosidades, assuntos inusitados e atualidades.
Mas hoje, em caráter excepcional, abrimos uma exceção à linha editorial do blog PORTA-RETRATO pelo destaque que Macapá recebeu, durante a apresentação do Jornal Nacional, desta segunda-feira(23), e editamos este post sobre o JN no AR.


Oito profissionais vão percorrer 26 estados – além do Distrito Federal – em 37 dias.
O JN no Ar, o projeto especial do Jornal Nacional para as eleições 2010, decolou nesta segunda, dia 23 de agosto, ao vivo de Macapá (AP), para ajudar a informar o voto do cidadão e construir um retrato das riquezas e diferenças do Brasil.
A histórica Fortaleza de Macapá serviu de plano de fundo para o ancora William Bonner comandar o Jornal Nacional ao vivo de Macapá.


Assista aos vídeos do programa clicando nos links abaixo:

Fonte: Jornal Nacional

Práticas Domésticas

(Reprodução)
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(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Anos 50 - Alunas em aula prática de cozinha na antiga Escola Doméstica de Macapá, observadas por uma das irmãs do estabelecimento.

domingo, 22 de agosto de 2010

Escola Doméstica de Macapá

(Reprodução)

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Anos 70 - Escola Doméstica de Macapá.

(Reprodução)

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Anos 60 - antiga Escola Doméstica de Macapá.

sábado, 21 de agosto de 2010

"Os Cometas" na Serra do Navio

(Reprodução/Acervo do grupo)
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Anos 60 - Conjunto musical "Os Cometas" em uma das temporadas na Serra do Navio.
Presença constante em muitos bailes de Macapá, Santana e Serra do Navio.
Da esquerda pra direita agrachados: Assunção (falecido) e Spíndola;
Em pé: Muscula, Augusto (falecido), Pedro Altair(falecido), Joacy Mont'Alverne, Walfrido e Aymorezinho.
No trolley: Luiz Almeida (falecido), Roberval e Nando.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Mais um pioneiro

(Reprodução)

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Anos 60 - Professor Antenor Epifânio Martins em sala de aula, na antiga Escola Industrial de Macapá.
Homenagem (
in memoriam) do blog, ao grande Pioneiro.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Movimento Escoteiro no Amapá

(Reprodução/Arquivo acervo particular)
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Ano 1964 - Chefes escoteiros da Região do Amapá, executam o hasteamento da Bandeira Nacional, no pátio da Escola de Serra do Navio.
Solenidade fazia parte da programa de um Curso Preliminar para Chefes de Lobinhos realizado pela União dos Escoteiros do Brasil, nos dias 7 e 8 de novembro de 1964, na localidade de Serra do Navio, distante 141 quilômetros da capital, Macapá.
A partir da esquerda estão na foto: (sobre a calçada do mastro)Chefe Clodoaldo Nascimento, (ao centro hasteando a Bandeira) Chefe Benedito e (de costas à direita) chefe Hilkias Alves de Araújo.
No gramado a partir da esquerda: (eu) João Lázaro (próximo ao chefe Clodoaldo); ao fundo (à direita do mastro) as chefes Wilma Carvalho e Maria da Paz (de uniformes escuros de Lobinhos)
Na direção do braço direito do Chefe Hilkias, (ao fundo) aparece o Instrutor da UEB - Ary Gaia - membro da Direção Nacional da instituição escoteira, que foi especialmente do Rio de Janeiro para ministrar o Curso para os Chefes de Lobinhos no Amapá.
Ao final todos recebemos um Certificado de Conclusão do Curso.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Pioneiros do Esporte no Amapá

(Reprodução)
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Anos 70 - Membros pioneiros da Federação Amapaense de Futebol.
Da esquerda para direita: Humberto da Costa Moreira, Pedro Assis, Antonio Carlos Brito Lima, Paulo Conrado Bezerra, Manoel Antonio Dias (Duca) e Bento Góes.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Estádio Municipal Glycério de Souza Marques (2)

(Reprodução)
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Ano 1974 - Escolares encontram-se perfilados no gramado do estádio Glycério de Souza Marques.

domingo, 15 de agosto de 2010

A frente de Macapá

(Foto: Reprodução)
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(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Veja como era a frente da cidade na década de 50, no início do Território.Aspecto da lateral esquerda do Trapiche municipal "Eliezer Levy", vendo-se ao fundo, em primeiro plano, o prédio do antigo Macapá Hotel, construído pelo Governo do Território Federal do Amapá.
E o Rio Amazonas trazia para a beira do barranco, frondosos troncos arrancados pela força das lançantes das marés.

sábado, 14 de agosto de 2010

Banco Comércio e Indústria da América do Sul

(Foto: Reprodução/Revista ICOMI Notícias)

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(Foto extraída da Revista ICOMI - Notícias)

Foto de 1966 - Funcionária atende um cliente na recém criada agência do Banco Comércio e Indústria da América do Sul, que funcionou na esquina da rua Cândido Mendes com Av. Cora de Carvalho.

Salvo engano a funcionária da foto era Zilda Pontes, irmã do professor e deputado Antônio Cordeiro Pontes.
Será que alguém consegue identificar as outras pessoas? Deixe comentários.

Última atualização às 10:29h em 14.08.2010

Mais um grande pioneiro: Sr. Casemiro

(Foto: Reprodução/Arquivo/Acervo da família)

"Seu" Casemiro - muitos anos de serviços ao Amapá.
Foi durante longos anos funcionário de confiança da família Zagury, desde o tempo de Dona Sara Roffeh Zagury.
Desempenhava suas atividades na Casa Leão do Norte e na fábrica do Flip Guaraná.
A homenagem (in memoriam) do blog ao grande pioneiro de Macapá.

“Seu” Casemiro foi morador do bairro da Favela junto com o irmão, dele, o "seu" Bernardo, que trabalhava na SATFA (Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá) e na Padaria do Sandó ( na antiga rua José Serafim, atual Tiradentes).
Ambos, quando jovens, eram bons de bola e defendiam o Cumaú Esporte Clube.
O Sapiranga ratifica a informação em seu comentário abaixo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Reunão de Pioneiros

(Reprodução)

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Ano 1963 - Reunião de Pioneiros do Amapá nos Salões de Festas da Piscina Territorial.
Da esquerda para direita: Senhores Stephan Houat (comerciante) e Kleber Mota, Ten Uadih Charone - Chefe de Polícia, Prefeito Mário Luiz Barata, Dom Aristides Piróvano - Bispo Prelado de Macapá, Cel. Terêncio Furtado de Mendonça Porto - Governador do T.F. do Amapá e (comerciante) Azarias.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Seleção Amapaense de Futebol

(Reprodução)

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Integrantes da Seleção Amapaense de Futebol.

Da esq. p/direita em pé: Técnico Joaquim Gouveia, Louro, Aluízio, Alceu, Paulo Rodolfo, Lua, Vivaldo, Moacir Banhos, ? .
Agachados: Rodrigues Chevrolet, Nariz, Carlito Oliveira, Ubiracy e Zé Roberto.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Pioneiros da Educação no Amapá

(Reprodução)

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Professores Tiago e Firmo em suas mesas de trabalho na antiga Escola Industrial de Macapá.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Três amapaenses quando jovens

(Crédito : Sr. Mário Santos)
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Anos 1970 - Ernesto Dias Neto, Sérgio Arruda e Ronaldo Bandeira.
(Atualizado em 05/04/2015)

domingo, 8 de agosto de 2010

Banda Marcial do Colégio Amapaense

(Foto: Reprodução/Luis Bezerra/acervo de Aloísio Cantuária)

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Banda marcial do Colégio Amapaense, no dia 7 de setembro de 1969.

Esta foto é mais um contribuição do amigo Aluisio Cantuária.

Ele escreveu também a legenda abaixo:

Na primeira fila, da direita para a esquerda: Castro (tarol); Aloisio Cantuária (caixa); Penha (tarol); (?); não lembro do nome, mas parece ser um dos filhos do "seu" Severo (do posto de gasolina);
Evandro Juarez (corneta); (?).
Em segundo plano, na fila do meio: Velton (caixa), ao lado do Castro.
Na terceira fila, próximo ao Velton, o Avaré (corneta).

Homenagem ao Dia dos Pais

(Reprodução)

Nos velhos tempos da Macapá antiga - num dia como o de hoje - as famílias se reuniam, em casa, para comemorar o Dia do Papai.
As esposas caprichavam no cardápio e o almoço, quase sempre, era especial nessa data.
Ah! Tinha mais um detalhe: o saboroso FLIP GUARANÁ, não poderia faltar à mesa.
Era um hábito infalível na maioria da população, expressar seu carinho e seu agradecimento à figura do Papai, que era considerado o Chefe da Família, e quem a sustentava, economicamente.
E essas homenagens se tornavam públicas através do “Carnet Social – o programa da família amapaense” - que iniciava às 13 hs pela Rádio Difusora de Macapá - e divulgava mensagens especiais pagas, antecipadamente, seguidas de inesquecíveis “paginas musicais” .

Para vocês recordarem ou conhecerem um pouco dessa época, reproduzo abaixo algumas dessas músicas que se tornaram imortais através daquele que era o programa radiofônico mais ouvido da cidade.

(Reprodução)

Músicas:

É sempre o Papai - Jorge Veiga

Pai Herói - Fábio Jr.

Meu querido, meu velho, meu amigo - Roberto Carlos
Meu Velho - Altemar Dutra

A música do papai - Maria Regina

sábado, 7 de agosto de 2010

Os 60 anos de Hernâni Motta

(Reprodução/do orkut)

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(Foto extraída do album pessoal do aniversariante, em seu site de relacionamento - orkut)

O amapaense Hernâni Motta completa neste sábado(7), 60 anos de vida.
Boa parte dela, vivida em Macapá, morador do bairro Jesus de Nazaré fronteira com o bairro do Laguinho.
Conheci o Hernâni em 1968 quando fui trabalhar na Rádio Educadora São José.
Ele também se integrou à jovem equipe que revolucionou o Rádio, em Macapá.
A RE foi o embrião, para o grande jornalista que se tornou.
Hernani é jornalista, blogueiro e bancário aposentado.
Mora com a família no Rio de Janeiro e compartilha a alegria de comemorar seus merecidos 60 anos, com amigos, a esposa Marly, filhos e netos.
Parabéns meu amigo sessentão Hernâni Motta.
Receba um apertado abraço por seu natalício.
Muita paz e muitas felicidades!
(João Lázaro)

Hélio Pennafort em dois momentos

(Reprodução)

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Momento jornalístico de Hélio Pennafort gravando pronunciamento do então Prefeito de Oiapoque, seu pai, Rocque Pennafort.

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Um momento social de Hélio Pennafort (à esq.) e seu pai Rocque Pennafort.
Ao que parece o ambiente é o salão de festas da Piscina Territorial, em Macapá.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Memória Esportiva: Pioneiro Stephan Houat

(Reprodução)

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Desportista pioneiro Stephan Houat em foto descontraída, conversa com o craque Marcelino (esq) e com o também desportista Roberto Macedo (à direita).

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Grupo Escolar "General Azevedo Costa"

(Reprodução)

Ano 1978 - Grupo Escolar "General Azevedo Costa", hoje Escola Estadual de Ensino Fundamental, quando a praça em frente era apenas um campinho de pelada.

Coronel Luis Ribeiro de Almeida

(Reprodução)

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Ano 1979 - Coronel Luis Ribeiro de Almeida profere palestra aos professores de Macapá.
Coronel Luis Ribeiro é um dos pioneiros da Educação do Amapá.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ZYA - 52 - Rádio Educadora São José de Macapá

Há 42 anos - em 4 de agosto de 1968 - entrava no ar, em Macapá a terceira emissora de AM (Amplitude Modulada) do Amapá: a Rádio Educadora São José de Macapá.
A primeira foi a Rádio Difusora de Macapá - emissora oficial do Governo do Amapá - que foi inaugurada em 11 de setembro de 1946.
A segunda foi a ZYD 11 - Rádio Equatorial de Macapá - que por ser clandestina teve vída efêmera. Entrou em operação em 23 de dezembro de 1962.
Conheça a seguir, um pouco da história da RE:

A iniciativa de implantar uma emissora católica no Território do Amapá, é lançada por Dom Aristides Piróvano - primeiro Bispo Prelado de Macapá - por volta de 1963. (<=Foto)
Seguindo as orientações e os desejos, muitas vezes manifestados pelo Santo Padre e pela CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Dom Aristides decide investir num magnífico projeto de uma estação radiofônica, que servisse, principalmente, para promover a educação de base da população residente no interior do Amapá.
A ideia do projeto é fortalecida, graças à ajuda direta e generosa do Vaticano, através do Papa Paulo VI, que nunca deixou de auxiliar a Prelazia de Macapá, na realização da sagrada missão de levar a Mensagem de Fé a todo o povo de Deus.
Para a concretização desse sonho - alvo de preocupações de Dom Aristides e Dom José Maritano, seu sucessor - inúmeras dificuldades são superadas.
(Foto: Reprodução/Rodrigo Cunha)

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Os primeiros resultados se fazem sentir, com a construção de um prédio (foto)- para as instalações e estúdios necessários - que é erguido na Rua Leopoldo Machado, bairro Jesus de Nazaré (hoje ocupado pela Gráfica São José).
Sua primeira equipe, de redatores e locutores – por decisão da própria Prelazia – é formada por jovens da terra, estudantes em sua totalidade que passam por uma espécie de crivo – pequenos testes de seleção – nos quais são verificados, o grau de conhecimento e a aptidão dos candidatos, na arte de escrever e falar para o público através do rádio.
Em 21 de outubro de 1967, 108 (cento e oito) inscritos fazem o primeiro teste de conhecimentos de Português – base principal do estágio – realizado nas dependências do Colégio Comercial do Amapá, gentilmente cedido para esse fim.
O teste, acima de tudo prático, versa sobre conhecimentos de Português, incluindo pequenas redações e cultura geral, ficando os candidatos – em quase todas as questões - com a única obrigação de marcar, simplesmente, as respostas certas de cada chave.
Os de melhores resultados, submetem-se depois, em outra data, à prova de locução e redação de textos.
Os que vencem essa etapa, cumprem um período de treinamento intensivo - que inclui datilografia - para melhorar seus índices e aprimorar, tanto quanto possível, suas inclinações.
Os aprovados nos testes iniciais, são distribuídos em turmas para as fases de treinamento e aperfeiçoamento de suas aptidões.
No período de treinamento, o estagiário passa por vários outros testes - inclusive práticos - sempre eliminatórios, até serem apurados os de melhor rendimento.
Ao final do estágio são aproveitados os que demonstram maior capacidade, não prevalecendo nesse aproveitamento - de forma alguma – preferências pessoais ou recomendações.
Não há, preferidos, muito menos, o melhor pelo pior, pois, uma das finalidades do "Cursinho de Preparação", é formar uma equipe de elevado padrão, na qual o candidato seja ao mesmo tempo, locutor I, redator e também datilógrafo.
Embora o número de inscritos seja maior, participam da primeira seleção, 89 (oitenta e nove) moças e rapazes que, em sua maioria, conseguem concluir as provas, pelo menos 30 minutos antes do período estabelecido, de duas horas.
Após a correção dos trabalhos, 47 (quarenta e sete) candidatos são classificados, adquirindo assim o direito de prosseguirem participando dos demais testes, agora de caráter prático que, como os primeiros, são também seletivos.
Os aprovados nessa fase - bem mais difícil que a anterior - submetem-se a um período de estágio, cumprindo horários, diariamente, que vão servir primeiro de treinamento, depois de aperfeiçoamento.
Como critério para a classificação dos candidatos, são estipulados 350 pontos para as provas inteiramente certas - soma que não chega a ser atingida por nenhum dos inscritos.
Face o número de jovens, a direção decide classificar todos os que obtêm uma soma de pontos, igual ou superior à metade de 330. Apenas 47 ficam enquadrados nessa faixa.
Paralelamente ao "Cursinho de Formação", são iniciados – no começo de novembro de 1967 - os trabalhos de montagem dos equipamentos da emissora.
O estúdio 1 - destinado à locução comercial - é o primeiro a ser preparado, sob a responsabilidade do técnico em eletrônica Remi do Rêgo Barros, - o mesmo que dirigiu a montagem do sistema transmissor da extinta ZYD 11 -Rádio Equatorial.Essa operação - que obedece ao mais avançado padrão técnico - é concluída em poucos dias, sendo o referido estúdio e o equipamento nele instalado, utilizados na realização dos testes dos candidatos a aspirantes locutores.
O estágio seguinte da operação, é a instalação de telefones semi-automáticos, para atender, eficientemente, a rede de comunicações internas do prédio da R.E.
Em 30 de outubro de 1967 - uma segunda-feira - têm início os testes para os candidatos do cursinho de locução, anteriormente classificados na prova de conhecimentos de português e cultura geral.
Na fase do estágio prático, os aprovados, cumprem horários na Rádio, visando o aperfeiçoamento de suas inclinações. ,
O treinamento intensivo inclui, locução de todos os tipos, redação de textos para rádio, reportagens, etc,
Em 25 de novembro de 1967, um grupo de 24 jovens, entre moças e rapazes, conclui a segunda semana de estágio.
Paralelamente, a equipe técnica vai trabalhando na montagem dos equipamentos de transmissão - fabricados pela TELEFUNKEN - instalados numa área no final da rua Leopoldo Machado - no bairro do Beirol, onde são erguidas três edificações, sendo uma em alvenaria (para a estação transmissora), duas em madeira de lei, (residência do zelador e casa de força e luz), além das torres radiantes para ondas médias (60 m de altura) e ondas tropicais (30 metros).
Em 28 de novembro de 1 967, o Diário Oficial da União n° 225 publica na folha n° 11957, as Portarias do CONTEL (Conselho Nacional de Telecomunicações), aprovando locais, e autorizando o funcionamento do equipamento de transmissão da Z Y A- 52 - Rádio Educadora S.José, na cidade de Macapá.
A emissora obtem licença para operar em Ondas Médias na freqüência de 1410 kcs/s (kilociclos por segundo) em 212,76 m e Ondas Tropicais na freqüência de 2400 kcs/s, em 125m.
Concluídos os trabalhos de instalação do parque transmissor e de testes preliminares dos equipamentos, é iniciada a fase experimental de suas atividades que vai de 1° a 22 de maio de 1968.
Durante esse período o Departamento Técnico executa ajustes e correções, bem como efetua avaliações no rendimento das unidades transmissoras, quanto à qualidade do som emitido, além de outros aspectos fundamentais, principalmente a penetração, o raio e o potencial de alcance, das duas faixas de onda.
Em princípio são instituídos quatro horários diários diferentes.
O primeiro, de duas horas, é iniciado às 5h30m até 7h30m; depois de 12h às 14h; à noite o primeiro vai de 20h às 21h e o segundo de 23h à 1h da madrugada.
Na segunda semana o horário de transmissões experimentais é modificado. Passa a ser de 6h às 8h; de 11 h30m às 14h30m e das 20h às 23h.
As primeiras informações recebidas, dão conta de que as transmissões - com potência reduzida em 50% (cinquenta por cento) - são captadas, com sinal claro e forte, em Belém-PA, Afuá, Chaves (e outras regiões ribeirinhas do Estado do Pará), Oiapoque, Caienna (Guiana Francesa), Amapá, Curicaca, Araguary, Santana e Mazagão.Durante o período de testes, um telegrafista, em viagem marítima para os Estados Unidos, disse ter conseguido captar as transmissões da Educadora, (através da onda tropical), até a entrada da Baia do México,
Com tudo ajustado, eis que chega o tão esperado dia.
Em 4 de agosto de 1 968 - um domingo - finalmente, Macapá ganha sua terceira emissora AM (Amplitude Modulada).
É inaugurada, a Z Y A -52 -Rádio Educadora S. José.
Exatamente às 8 horas - após a irradiação do prefixo musical (Lago dos Cisnes de Tchaikovsky, com Ray Conniff e orquestra) - é transmitida a mensagem de Dom José Maritano - Bispo Prelado de Macapá, entregando oficialmente ao povo do Amapá, um importante meio de comunicação social, com o qual, a Igreja espera contribuir para a formação integral do homem do Território (extinto Território do Amapá).
O Hino Nacional é seguido com comoção por todos os funcionários e poucos convidados, que se fazem presentes na biblioteca do prédio, onde é erguido o altar para a celebração da santa missa.
A Diretora e Gerente Geral da RESJ - Maria das Dores Gomes Correia, responde à mensagem de Dom José com poucas palavras, indicando os propósitos, os objetivos e a filosofia de trabalho da nova emissora católica.
Logo após, tem início a Santa missa, celebrada pelo Pe. Caetano Maiello e assistida por todos os funcionários e amigos presentes.
Desde seu surgimento, a Rádio Educadora S.José - emissora católica de linha independente - passa a fazer oposição, (sem desrespeito à autoridade constituída), com críticas contundentes à administração do então Governador do Território Federal do Amapá, General de Exército Ivanhoé Gonçalves Martins.
Sua programação "bem bolada" - liderada por José Maria de Barros - é desenvolvida com competência, de forma a agradar o ouvinte mais exigente, em segmentos para os mais variados gostos e voltada ao público infantil, juvenil, adulto - incluídos aí, os saudosistas, e amantes da música clássica e erudita.
Seu slogan principal é Informação Educação e Diversão para o povo do Território.A R.E. conquista assim, desde o início, a simpatia e a estima de boa parte da população de Macapá.
São inúmeras as manifestações recebidas, na sua primeira semana de atividades.
No dia de sua entrada em funcionamento, centenas de ouvintes visitam as instalações e os modernos e amplos estúdios da "caçulinha avançada", (expressao da ouvinte Terezlnha Fernandes).
A emissora utiliza em suas transmissões, duas unidades TELEFUNKEN nas duas faixas de ondas, o que proporciona um som claro e cristalino para uma diversificada programação.
Por lá passaram profissionais de renomado prestígio, talento e popularidade como: Luiz Tadeu Magalhães (Sua Música Está Aqui), Bonfim Salgado (Fatos Boatos & Vice Versa, Café da Manhã, Ponto de Vista e Encontro Marcado), João Lázaro (Mini-Show RE, Anrê - A Saudação da Tarde e IÊ, IÊ, IÊ Sessão das Cinco), as irmãs Conceição e Odaléa Furtado (Caderno Feminino), Graça Viana (Sociedade em Evidência), Padres Caetano Maiello e Jorge Basile (Café da Manhã e Programas de Música Erudita), José Moacir Banhos de Araújo (A Discoteca da Saudade), e José Maria Nascimento e Ellen Coelho (Big Show), Joaquim Ramos, Osmar Melo, Ubiratan Rodrigues da Silva e J.Ney.Muitos são os programas que conseguem destaque pela grande audiência: O DISCO NO BANCO DOS RÉUS modificado para O GRANDE JURI DO DISCO (apresentado aos sábados -7 da noite); DISCOTECA RE ÀS SUAS ORDENS; QUEM NÃO ARRISCA NÃO PETISCA (domingo de 11h às 12h); EIS O PROBLEMA; O CONTADOR DE ESTÓRIAS; VESPERAL DA SAUDADE; O SHOW É SEMPRE JOVEM.
Em 7 de setembro de 1968 acontece a primeira movimentação externa que marca a estreia da equipe esportiva da R.E., com a irradiação da partida interestadual entre Juventus, de Macapá e Sport Club Belém, diretamente da capital paraense.
Na narração da partida, o jovem e vibrante locutor Ivo Guilherme de Pinho, com comentários de José Moacir Banhos de Araújo, sempre sereno e objetivo.
O radialista Guilherme Jarbas Barbosa Santana - que integrava na ocasião a equipe esportiva da PRC-5 - Rádio Clube do Pará - colaborou na transmissão, narrando parte da contenda.
O esporte desponta valores como Luiz de Melo Ferreira - hoje grande expoente do jornalismo amapaense escrito e falado; Luiz Roberto da Motta Borges (RE dá Olé), João Câncio Picanço e Silva, Vicente Rocha, Sebastião Balieiro, Mário Miranda, Nilson Montoril de Araújo, Francisco Sales de Lima, José Maria Trindade, José Maria Coelho, Sebastião Oliveira, Joaquim Neto, Ubiratan Picanço e Silva, Sérgio Menezes, Ivo Guilherme de Pinho, José Araújo Menezes e outros.
O jornalismo registra nomes como Hélio Guarany Pennafort, Narciso Farripas de Moraes, Ernani Mota, José Ribamar, José Maria Nascimento, Bonfim Salgado, José Maria de Barros, Anselmo Domingos de Oliveira Pantoja, Francisco da Silva Pacheco, Stélio Freitas do Amaral e Hernani Marinho, Paulo Araújo de Oliveira, Odilardo Lima, entre outros.
Na ala feminina, entre outras, destacam-se: procuradora-gerente Elcy Rodrigues Lacerda, Graça Viana, Graça Penafort, Ellen Coelho, as irmãs Naíde e Nazaré Farripas; além de Nazaré Trindade, Cristina Homobono, Edinete Morais e Alcinéa Cavalcante.No setor técnico destacam-se Pe. Domenico Bottan, Remi Rêgo Barros, Murilo Almeida, Jacinto Paulo, Adjalma Nobre Lamarão, Raimundo Brabo Alves, Paulo Gazel, Itamar Trajano Torres, Moisés Tavares, Cláudio Coutinho, Francisco Gomes (Chiquinho), etc.
No Setor Comercial destacou-se também o Domingos Araújo Maciel.Entre os colaboradores registramos, Dona Raimunda Ferreira Barros (discotecária)Eulálio Modesto(portaria), Mário Augusto(locutor), também o motorista Josué de Mello Bahia, e auxiliares de serviços gerais Diô e Dona Zuíla da Silva Oliveira, e as meninas do escritório: Luzia de Fátima Monteiro Guedes, Inês Nunes Guidão, Maria Odete Silva de Lima e outros.
Quem também iniciou suas atividades radiofônicas na RE foi o nosso amigo e colaborar do blog, Milton Sapiranga Barbosa que começou sua carreira no rádio, primeiramente como plantonista e em seguida como redator de esportes, apresentador e repórter esportivo, colaborando no jornalismo também.
O jornalista e poeta Alcy Araújo Cavalcante, um dos sócios da emissora - também contribuiu com sua experiência jornalística e redacional para a implantação e concretização do projeto.
Também foram colaboradores da RE: Professora Risalva Freitas do Amaral, Derossy Araújo, Graça Pennafort iIrmã do jornalista Hélio Pennafort), entre outros.
A Rádio Educadora São José de Macapá mantém-se no ar até 20 de abril de 1978.
Oito dias depois - numa sexta-feira - 28 de abril, cumprindo deliberação do Conselho da Prelazia, a emissora tem seus transmissores lacrados, encerrando definitivamente suas atividades após um período, ininterrupto, de 9 anos, 8 meses e 25 dias de funcionamento oficial, iniciado em 4 de agosto de 1968.
Segundo documento da época, a equipe que integrava, a sociedade – RÁDIO EDUCADORA SÃO JOSÉ LTDA - com cotas de responsabilidade limitada, era constituída pelos seguintes membros:


- Pe. HILÁRIO PANDOLFO – brasileiro, natural do Rio Grande do sul e que residia na cidade do Rio de Janeiro;
- MANOEL JOAQUIM ESTEVES RODRIGUES – brasileiro, casado, radiotelegrafista, paraense com residência e domicílio em Macapá;
- ALCY ARAÚJO CAVALCANTE – brasileiro, casado, jornalista, paraense, com residência em Macapá;
- REMY DO REGO BARROS – brasileiro, casado, paraense, radiotécnico, com residência e domicílio em Macapá;
-ARINALDO GOMES BARRETO – brasileiro, solteiro, paraense. Radiotécnico, com residência e domicílio em Macapá;
- MÁRIO CHAGAS DA COSTA – brasileiro, paraense, radiotécnico, residente e domiciliado em Macapá;
-ERCY ALVES- brasileiro, casado, cearense, radiotelegrafista, com resid~encia e domicílio em Macapá;
- JOSÉ MARIA DE CARVALHO BARROS - brasileiro, casado, paraense, jornalista, com residência e domicílio em Macapá.

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OUÇA AQUI A MÚSICA QUE ERA USADA COMO PREFIXO MUSICAL DA RÁDIO EDUCADORA SÃO JOSÉ:
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PESQUISA realizada pelo radialista JOÃO LAZARO, no ano 2000, com inúmeras atualizações até a publicação.
Colaboraram: o historiador NILSON MONTORIL DE ARAÚJO e o jornalista RODRIGO CUNHA.

As informações obtidas sobre a Rádio Educadora São José foram, em sua maioria, extraídas de matérias veiculadas no Jornal A Voz Católica, edições nos anos de 1967/68/69.
Agradecimentos à Diocese de Macapá por ter permitido acesso aos arquivos do Jornal "A Voz Católica".
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Última atualização às 20hs do dia 04/08/2010
Leia também

Rádio Educadora São José

(Reprodução/Album da família)
José Maria de Carvalho Barros - veterano jornalista e radialista foi o grande responsável pela programação e setor artístico da emissora.
Ele também era um dos sócios fundadores da Rádio Educadora São José Ltda.

Rádio Educadora São José

(Foto: Reprodução/Arquivo Cláudio Coutinho)

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No interior da cabine da RE: à esquerda o locutor Walter Marques (de barba) e à direita o locutor Sebastião Oliveira.
O controlista (hj operador de áudio) é o Cláudio Coutinho Dias, que compartilhou suas fotos conosco.

Rádio Educadora São José

(Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

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Radialistas Osmar Melo (esq) e João Lázaro nos estúdios da RE. (cabine nº 1).

Rádio Educadora São José

(Foto: Reprodução/Arquivo Cláudio Coutinho)

Anos 70 - O veterano radialista José Moacir Banhos de Araújo com jovens da equipe RE.
Da esquerda para direita: Radialistas Walter Marques, (sobre a mesa) Chiquinho, Conceição Furtado e Zeca Banhos).
(Walter Marques, Chiquinho e Zeca Banhos já são falecidos)
(Foto gentilmente cedida pelo radialista Cláudio Coutinho Dias)

Rádio Educadora São José

(Foto: Reprodução/Arquivo/Rodrigo Cunha)

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(Foto cedida pelo jornalista Rodrigo Cunha)

Radialista amapaense Luiz Tadeu Magalhães - apresentava na RE o programa musical de atendimento ao ouvinte, através de cartas: "Sua Música Está Aqui" que ia ao ar no início da tarde, de segunda à sexta-feira.

(Tadeu é professor e empresário do setor de Turismo.)

Rádio Educadora São José

(Reprodução/Arquivo Diocese de Macapá)

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Ouvinte Renato Filgueiras Viana concede entrevista ao repórter Hélio Pennafort.

(Reprodução/Arquivo/Diocese de Macapá)

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Pe. Jorge Basile - Diretor da RE usa da palavra em uma comemoração natalina.

Jornalista e repórter Hélio Pennafort grava tudo pro jornalismo.

Rádio Educadora São José

(Reprodução/Arquivo Diocese de Macapá)

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Anos 70 - Da esquerda para a direita: J. Ney, ?, Cleide, Luzia Guedes, Padre Domenico Bottan e Inês Nunes Guidão, em solenidade no interior da RE.

Rádio Educadora São José

(Reprodução/Arquivo pessoal)

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Todos concentrados em solenidade numa das dependências da emissora.
A partir da porta (eu) João Lázaro, José Moacir Banhos de Araújo (mão no queixo), Osmar Melo, Luiz Melo e demais presentes.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Memória do Esporte Amapaense: Moacir Coutinho

(Reprodução)

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Ano 1977 - Desportista e empresário Moacir Coutinho recebe troféu pelo Guarany Esporte Clube como Campeão de 77.
Ao fundo, à direita, o empresário Celestino Pinheiro Filho também com a faixa do Guarany.

Alunas do Colégio Amapaense

(Reprodução)
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Ano 1962 - Alunas do Colégio Amapaense com uniformes de gala.
Da esq. p/dir.: Vera Lúcia Pinon; ?, Elcy Lacerda; ?;Professor Antonio Munhoz Lopes; Doralina Ramos (filha do profº Alceu Paulo Ramos),  ao lado dela é a Esmeralda (esposa do Dr Ubirajara Picanço),Dilma; (as demais não reconheci).
(A que está agachada conheço de vista mas não sei o nome.)
Quem souber, por gentileza, registre nos comentários.

Memória do Esporte Amapaense: Amapá Clube

(Foto: Reprodução do blog da Alcinéa)

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(Foto extraída do blog da jornalista Alcinéa Cavalcante)
Onzena do Amapá Clube.
Da esquerda para direita: Turíbio, 91, Passarinho I, Marituba, Wilson Sena e Cabral.
Agachados: Luiz Melo, Azamor, Zé Maria Chaves, Adãozinho e Boró.
Homenagem ao grande craque José Maria Chaves pelos seus 86 anos de idade.
José Maria foi 4 vezes Campeão pelo alvi-negro da Presidente Vargas.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os 86 anos de José Maria Chaves - Grande Pioneiro!

Deu no blog da Jornalista Alcinéa Cavalcante:
(Foto: Reprodução/blog da Alcinéa)

"Ele foi um dos maiores craques do futebol amapaense, o sapateiro da alta sociedade tucuju, trompetista do primeiro conjunto musical de Macapá e mordomo de vários governadores.
José Maria Chaves chega hoje aos 86 anos de vida cercado pelo carinho da família, dos amigos e cheio de histórias para contar.
...
Falante, lúcido, alegre, Zé Maria Chaves conta que foi bombeiro, marítimo, guarda de trânsito, guarda territorial e mordomo. Mas o que mais gostava de fazer era jogar futebol e consertar sapatos.
Como jogador foi quatro vezes campeão pelo Amapá Clube. Com os olhinhos brilhando lembra que tão logo o estádio Glycério Marques foi inaugurado, o Flamengo veio fazer um amistoso aqui. Adivinha quem meteu o primeiro gol no Flamengo? Ele mesmo, o Zé Maria, aos sete minutos do primeiro tempo. Mas o Amapá perdeu por 6 a 2.
...
Filho de uma índia do Tocantins, Zé Maria Chaves diz que tem toda essa vitalidade porque foi criado comendo muita fruta fresquinha lá em Cametá (PA), sempre praticou esporte e nunca fumou nem bebeu.
Em 1945 estava no Exército em Belém e pronto pra ir pra Itália quando foi convidado pelo governador Janary Nunes para vir para o Território Federal do Amapá, que havia sido criado há dois anos. Aceitou o convite. Arrumou as malas e veio com o governador, instalou-se no Formigueiro, centro histórico da cidade de Macapá, onde vive até hoje.
Era pessoa de confiança de Janary Nunes, foi mordomo dele e de outros três governadores (Pauxy Nunes, Terêncio Porto e Luís Mendes da Silva).
Dividia seu tempo entre as atividades no governo do Território, o futebol, a música e a sapataria.
Aprendeu o ofício de sapateiro com um italiano em Belém. Sozinho aprendeu a tocar. Talento que seus irmãos também tinham e assim, junto com os irmãos, formou a Jazz Band Poeira – o primeiro conjunto musical do Amapá.
A história de Zé Maria Chaves se confunde com a história do Amapá. Ele viu Macapá crescer, viu as casas de barro e miriti serem substituídas pelas de madeira e depois de alvenaria, foi amigo de Mãe Luzia, participou da inauguração do Glycério Marques e viu o surgimento dos primeiros prédios públicos do Amapá, a abertura das ruas, a inauguração das primeiras escolas… e gosta de contar, de falar sobre a Macapá Antiga, sobre as pessoas daqui ...


Feliz aniversário!
Parabéns pra você e pra família maravilhosa que você construiu.
" (Alcinéa Cavalcante)
Fonte: Texto reproduzido do blog da jornalista Alcinéa Cavalcante

Baia de Macapá

(Reprodução)

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Anos 50 - Baia de Macapá - (Foto Cruz)

Vendo-se à esquerda um dos baluartes da Fortaleza de São José de Macapá e ao fundo o antigo Trapiche Eliezer Levy e a Pedra Guindaste (original).

domingo, 1 de agosto de 2010

Escoteiros na Praça da Matriz

(Reprodução)

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Ano 1967 - Escoteiros da Tropa São Jorge perfilados no antigo campinho de futebol da Praça da Matriz, vendo-se ao fundo a antiga barraca da Santa.