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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá: Time Feminino de Voley da Escola Normal de Macapá

 Nossa Foto Memória de hoje, traz mais uma relíquia dos bons tempos da Escola Normal de Macapá. Um registro fotográfico raro das talentosas meninas do Time de Voley do conhecido estabelecimento de ensino, que sempre eram destaque nas competições esportivas estudantis.
A partir da esquerda: Inerine Pereira, Naná(Nazaré Suzuki) Leide, Elcy Lacerda, Iris Cavalcante, Célia Silva e Sônia Lacerda.
A foto foi compartilhada no Facebook pela amiga Nazaré Suzuki.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá – Alunas da Escola Normal de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, traz um registro histórico com quatro alunas da Escola Normal de Macapá, com o tradicional uniforme do estabelecimento, à época. A partir da esquerda as irmãs Célia e Íris Cavalcante, ao centro Carmem Chagas e à direita Luci Silva.
HISTÓRICO - ESCOLA NORMAL DE MACAPÁ - Tão logo assumiu o governo do Território Federal do Amapá, em 1945, o interventor Janary Gentil Nunes deu início à montagem de uma infraestrutura urbana, com o objetivo de dar suporte econômico e administrativo ao novo Governo Territorial. Nessa época surgiram as primeiras escolas.
A Escola Normal de Macapá, criada formalmente em 25 de janeiro de 1954, tem seu marco inicial com a criação do Curso Normal Regional, pelo Decreto nº 90-A/1949-TFA, tendo como fundamentação legal o Decreto-Lei nº 8.530/46, que, por sua vez, embasava-se na Lei Orgânica do Ensino Normal.
Após o advento da Escola Normal, foram ministrados mais dois cursos, o Ginasial e o de Formação de Professores de 2º Ciclo, expandindo a oferta no 1º Ciclo e dando sequência ao processo de formação de professores no Amapá.
O prédio da EN, teve sua construção iniciada em 1951 e concluída em 1952.
Como determinava a legislação, a passagem do curso primário para o secundário, era marcada pelo exame de Admissão, que podia ser feito em qualquer uma das escolas da rede pública do TFA, e o ingresso na Escola Normal também dependia desse exame.
Entre as disciplinas da grade curricular definida pela Divisão de Educação, incluía-se Canto Orfeônico.
A primeira turma formada pela Escola Normal, tem sua cerimônia nos dias 30 e 31 de janeiro de 1953, tendo como patrono o próprio Ten. Cel. Janary Nunes, presidida pela diretora da escola, Professora Predicanda Amorim Lopes e realizada no Cine Teatro Territorial.
Fonte consultada: CARVALHO, João Wilson Savino. Instituto de Educação do Amapá: uma história de educação pelo exemplo. 2012. 218 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Foto Memória de Macapá: Escola Normal, Campeã do Torneio de Basquetebol de 1964

Nossa Foto Memória de hoje, relembra a brava equipe de atletas da Escola Normal de Macapá, vencedora do Torneio de Basquetebol realizado pela União dos Estudantes Secundaristas do Amapá – UECSA,  na quadra de esportes do Amapá Clube, por ocasião da passagem do Dia do Soldado, no ano de 1964, em Macapá.
Nas imagens em pé: Roberto Charone; Maurício Bandeira, Mariano Mendes, Antônio Chagas, Antônio Redig e Teodorico Chagas.
Agachados: Cabral Nascimento e Zezinho Jucá entre a bandeira do estabelecimento.
Foto: Reprodução /Revista Icomi-Notícias

domingo, 17 de junho de 2018

Pioneira da Educação do Amapá: Professora Aciné Garcia Lopes de Souza

Hoje, prestamos justa homenagem à essa pioneira do magistério amapaense, que desde muito jovem foi trabalhar no recém-criado Território Federal.
Falamos em Raymunda Aciné Garcia Lopes de Souza que nasceu em Belém (PA), em 18 de março de 1926, filha de Judith Medeiros Garcia e de João de Brito Monteiro.
Dona Judith foi bordadeira da fábrica confiança em Belém e ao chegar em Macapá passou a costurar para senhoras da cidade; seu João, músico, saxofonista, viveu sua infância e adolescência na Rua Domingos Marreiros – Bairro do Umarizal, onde permaneceu até ir para Macapá.
(Reproduções Google images)
Como toda jovem, Raymunda Aciné frequentou a escola e fez o curso primário, da alfabetização até a 1ª série, na Escola João Carlos Nascimento da professora Mariana Tupiassu de Souza; 2ª serie no grupo Escolar Dr. Freitas e de 1936 a 1938 no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, onde concluiu o primeiro grau.
(Reprodução)
Estudou de 1939 até 1943 na Escola Normal do Pará, tradicional escola paraense por onde passou a maioria das jovens paraenses e que formou dezenas delas que foram para o Amapá.
Raymunda Aciné se formou em março de 1944, nesse mesmo ano viajou junto com sua mãe na lancha Amapá na companhia do primeiro governador do Território Federal do Amapá capitão Janary Gentil Nunes, e assim iniciou suas atividades de professora normalista.
Aciné conta que ao chegar em Macapá foi instalada na casa do Sr. Acésio Guedes, depois foi alojada na residência de uma família judia, e algum tempo depois passou a morar com a professora Maria Carolina até conseguir a casa cedida pelo governo na rua General Gurjão, no Bairro Alto, isso nos idos de 1952.
Alguns anos depois chegou de Belém o sobrinho do Sr. Cleveland Cavalcante, o jovem Altevir, que se juntou ao grupo de jovens que se reuniam para ir aos bailes e,  de festa em festa, foi assim que se conheceram, namoraram, noivaram e casaram em 31-05-1956 no civil no Fórum de Macapá e no religioso na Catedral  de São José.
Dessa relação nasceram três filhos Rivetla, Roseanne e Marcellino, e dois netos Bruno e Eric.
A história da professora Aciné, como era conhecida no magistério, tem seus compassos e muitos deles foram aventuras pedagógicas nos cerrados amapaenses.
Sua admissão nos quadros do recém-criado Território Federal do Amapá, aconteceu em 29 de maio de 1944, como professora Classe ‘F’. Em 1945 foi dispensada e deu continuidade aos seus estudos no período de 1946 a 1948 no Instituto de Educação do Pará, formando-se no Pedagógico em 1948. Em 5 de abril de 1950 readmitida nos quadros como professora Classe ‘B’ e em 20 de setembro de 1963 foi definitivamente enquadrada como Assistente de Educação 14-A.
Neste interim Aciné deu continuidade aos estudos superiores e cursou de 1972 a 1973 Licenciatura em Letras pela UFPA, no Núcleo Amapá, na Escola Tiradentes e a complementação em Plena em Letras Português/Francês. Além disso durante sua vida funcional cursou dezenas de ações educativas voltadas para ampliação e aperfeiçoamento educacional, além das suas atividades administrativas que passou a exercer como gestora escolar e de administração pública.
Raymunda Aciné exerceu grande liderança, influenciou e apoiou ações de atividades voltadas para uma educação exitosa no Amapá, dentro das áreas desportivas e literárias. 
Participou de encontros, congressos, seminários e atividades fins que envolviam administração e supervisão escolar e foi uma das amapaenses que participou da implantação da nova legislação educacional a LDBE 5692/71. Recebeu centenas de portarias e diplomas de elogios e Honra ao Mérito pela dedicação à educação amapaense.
No exercício de gestão escolar, dirigiu o Grupo Escolar de Mazagão em (1961/1963), e o Instituto de Educação do Território do Amapá (IETA) de (1969/1972)(fotos). Chefiou o Ensino de Primeiro Grau em 1972. Em 1974 respondeu pelo cargo de secretária de Educação e Cultura e passou a ser interina no mesmo ano. Professora Aciné foi designada e compôs diversas comissões de importância dentro do sistema educacional do Amapá, desde a organização da Semana da Pátria e Bancas Examinadoras, assim como representante amapaense em encontros nacionais voltados para alavancar o sistema de ensino. Participou de inaugurações de prédios escolares e da implantação do Ensino de 2º Grau (hoje Ensino Médio) no Amapá. Compôs e coordenou a Comissão de Legislação de Ensino da SEC. Administrou a Escola Barroso Tostes em 1978, participou da Prevenção ao uso de tóxicos por estudantes. Em 1981, compôs o Plenário do Conselho de Educação do Amapá.
Foram 34 anos dedicados exclusivamente à Educação Amapaense.
(Reprodução/Tribuna Amapaense)
Hoje Raymunda Aciné Garcia Lopes de Souza, reside em Belém (PA) com seus filhos e aos 92 anos continua ativa, dedicando-se a trabalhos religiosos, e ativando o seu lado escritora lançou em março dia de seu aniversário, quando completou 92 anos, o livro Espiritualidade Conjugal Tesouro do Matrimônio, voltado para casais cristãos.
Aciné fez uma promessa de ir ao Amapá, fazer o lançamento de sua obra em Macapá e reencontrar os amigos. O livro de Raymunda Aciné será doado.
Texto de Reinaldo Coelho, adaptado ao blog Porta-Retrato.
Matéria completa você lê na edição nº 613 do Jornal Tribuna Amapaense
ATUALIZAÇÃO:
Professora Aciné, faleceu em 18 de outubro de 2025, em Belém do Pará, aos 99 anos de idade, vítima de um infarto agudo do Miocárdio. Após o velório na Capela Palmeiras Amazon, seu corpo foi sepultamento no domingo, dia 19, às 15h, no Cemitério Recanto da Saudade, em Belém.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Foto Memória da Educação do Amapá: Formandas da 1ª Turma da Escola Normal de Macapá, de 1950

Trazemos hoje mais um importante, e raro, registro fotográfico, de grande importância para a Memória do Amapá e de seu povo, direto do Baú de Lembranças da família Pimentel, numa semana abalada com o falecimento da professora Terezinha.
Foto de 1950: Formatura da primeira turma da Escola Normal de Macapá. 
Nas imagens, a partir da esquerda, as formandas Aldaiz Cavalcante, Terezinha Pimentel e a irmã dela Zulair Pimentel. 
Todas nos deixaram muitas lembranças!
Fonte: Antônio Pimentel

terça-feira, 29 de maio de 2018

Falecimento: Morre em Macapá, aos 85 anos, a professora Terezinha Pimentel Pavão.

Faleceu às 14h30m desta segunda-feira, 28/05, em Macapá, a professora aposentada, Terezinha Pimentel Pavão.
Em dezembro de 2017, a ilustre mestra, foi diagnosticada com um câncer de pâncreas e, desde então, vinha fazendo tratamento médico na unidade hospitalar da UNIMED, em Macapá. Semana passada foi acometida de uma pneumonia grave, e, muito debilitada, não resistiu e veio a óbito com falência múltipla de órgãos.
O sepultamento de seu corpo foi realizado às 12:00h, desta terça-feira, 29, no cemitério Nossa Senhora da Conceição, no centro, no mesmo túmulo onde está o corpo de seu esposo Jaime Pires Pavão, falecido em 01/12/2010.
Informações prestadas, em nome da família, por seu filho Antônio Jaime Pimentel Pavão, diretamente de Macapá.
Nossas condolências à família enlutada.

Dados Biográficos - Terezinha Pimentel Pavão, nascida em 19/10/1932 em Santarém/Pará, de uma família de 12 irmãos, foi para o Território Federal do Amapá em 1949, onde já tinha algumas irmãs trabalhando, levadas pelo primo de sua mãe Cacilda Pimentel, e primeiro governador do Amapá, Janary Gentil Nunes.
Terezinha (foto em destaque) estudou na Escola Normal de Macapá e ingressou no magistério. Em 1949, aos 17 anos começou a lecionar no Grupo Escolar “Alexandre Vaz Tavares”, no bairro do Trem. Por ser professora pioneira, lecionou em várias escolas como: Paroquial de São José, Modelo Guanabara, Barão do Rio Branco, onde trabalhou maior tempo, até sua aposentadoria.
Foi casada com Jaime Pires Pavão, também professor, com quem teve 4 filhos, 7 netos e 1 bisneta. Ela tinha 85 anos.
Professora Terezinha Pimentel, foi moradora da casa 292 da Av. Mendonça Furtado por 53 longos anos, de onde só saiu para o descanso eterno.
A homenagem do blog "Porta-Retrato" à querida mestra, por seus relevantes serviços prestados à educação dos jovens macapaenses. 
Descanse em Paz, amiga!
Fotos: Reproduzidas do acervo pessoal da família Pimentel, gentilmente fornecidas ao blog “Porta-Retrato”.
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quinta-feira, 29 de março de 2018

Fotos Memória da Educação do Amapá: Escola Normal de Macapá

Tão logo assumiu a governança do Território Federal do Amapá, em 1945, o interventor Janary Gentil Nunes deu início à montagem de uma infraestrutura urbana, com o objetivo de dar suporte econômico e administrativo ao novo Governo Territorial. Nessa época surgiram as primeiras escolas.
A Escola Normal de Macapá, criada formalmente em 25 de janeiro de 1954, tem seu marco inicial com a criação do Curso Normal Regional, pelo Decreto nº 90-A/1949-TFA, tendo como fundamentação legal o Decreto-Lei nº 8.530/46, que, por sua vez, embasava-se na Lei Orgânica do Ensino Normal.
Após o advento da Escola Normal, foram ministrados mais dois cursos, o Ginasial e o de Formação de Professores de 2º Ciclo, expandindo a oferta no 1º Ciclo e dando sequência ao processo de formação de professores no Amapá.


Os atletas da Escola Normal de Macapá, tinham atuação destacada por ocasião dos jogos secundaristas.
O prédio da EN, teve sua construção iniciada em 1951 e concluída em 1952.
Como determinava a legislação, a passagem do curso primário para o secundário, era marcada pelo exame de Admissão, que podia ser feito em qualquer uma das escolas da rede pública do TFA, e o ingresso na Escola Normal também dependia desse exame.
Entre as disciplinas da grade curricular definida pela Divisão de Educação, incluía-se Canto Orfeônico.
A primeira turma formada pela Escola Normal, tem sua cerimônia nos dias 30 e 31 de janeiro de 1953, tendo como patrono o próprio Ten. Cel. Janary Nunes, presidida pela diretora da escola, Professora Predicanda Amorim Lopes e realizada no Cine Teatro Territorial. 
Fonte consultada: CARVALHO, João Wilson Savino. Instituto de Educação do Amapá: uma história de educação pelo exemplo. 2012. 218 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...