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terça-feira, 18 de agosto de 2020

Foto Memória da Beleza Amapaense: Concurso Rainha das Flores 1968

Na época do Território do Amapá, sempre tínhamos em Macapá destacados eventos, com total participação da sociedade macapaense como desfiles e outras brilhantes promoções filantrópicas e sociais.

Mostramos hoje um registro do Concurso Rainha das Flores, realizado na sede do Esporte Clube Macapá, dia 31 de maio de 1968.

Quarenta candidatas participaram da festa, das quais 10 foram escolhidas numa primeira apresentação, e depois de um novo desfile, os jurados selecionaram as 5 finalistas que aparecem nessas imagens:

A partir da esquerda pela ordem: 1-Carmem Almeida; 2-Eloísa Lopes; 3-Suely Sussuarana; 4-Graça do Carmo e 4-Wanda Ribeiro.

A candidata vencedora foi a número 2 Eloísa Lopes, filha do casal Douglas (Edna) Lobato Lopes: Rainha das Flores 1968.

Foto: Eloísa Cavalcante (Arquivo pessoal)

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Foto Memória da Beleza Amapaense: Primeira Miss Macapá



Em 1947, a jovem Rita de Matos Costa foi eleita a primeira Miss Macapá. 
A promoção era da Legião Brasileira de Assistência e se destinava a angariar recursos para o Natal das crianças pobres.
A foto acima foi tirada na frente de Macapá.  Ao fundo o velho trapiche Eliezer Levy.
O voto saía impresso no Jornal Amapá. Quem comprava o jornal preenchia o formulário e depositava em urna instalada em lugar público. 
O Miss Macapá foi uma forma da Legião Brasileira de Assistência angariar recursos para o Natal das criança Pobres. Se estendeu até 1956. 
Somente a partir de 1958, quando era governador Pauxy Nunes, a Miss Amapá passou a participar do Miss Brasil. 
A eleita de 1958 foi Ilma Dias, enteada do Sr. Carlos Canalejas.
Informação do historiador Nilson Montoril de Araújo.
Rita de Matos Costa - Miss Macapá 1947 - casou com Newton Nunes. 
Ela faleceu em Campinas em 2012.
(Post de agosto de 2013, repaginado em agosto de 2017)
(Ultima atualização: 11h45m do dia 31/08/2017)

Foto Memória da Beleza Amapaense: Ilma da Silva Dias – Primeira Miss Amapá

O primeiro certame de beleza feminina no Amapá foi realizado em 1958.
A primeira representante do então Território Federal do Amapá,..
... foi a candidata ILMA DA SILVA DIAS, enteada do Sr. Carlos Morei Canalejas, irmã do Zamba, ex-atleta de basquete e do prof. de educação física e também atleta, Ernesto Dias Neto. 
No concurso de 1958, Ilma Dias venceu concorrendo com quatro candidatas. O desfile aconteceu no Salão de Recreios da Piscina Territorial coordenado pela Federação de Esportes Aquáticos. Ela representou a Escola Técnica de Comércio do Amapá-ETCA. Promoção do Governo Territorial em homenagem a Janary Nunes, que aniversariava(1º de junho). Sua viagem para o Rio de Janeiro ocorreu dia 15 de junho de 1958 em avião do Loide Aéreo Nacional.
A informação foi repassada ao blog pelo historiador Nilson Montoril.
(Foto: Reprodução / Arquivo pessoal)






A Sra. Ilma da Silva Dias, aposentada, com idade avançada (75 anos) mas, bastante lúcida, reside em Recife, capital do Estado de Pernambuco.







Nota do Editor: Publicamos este registro para corrigir uma informação equivocada, que lançamos, ontem aqui no blog e justificamos o ocorrido, com nossos pedidos de desculpas.
Citando como fonte a edição de número 16 da Revista Diário, publicada em junho de 2016, reproduzimos matéria assinada pelo jornalista Douglas Lima, Editor-Chefe da Revista, sob o título: Madalena, a primeira Miss Amapá.
Após a publicação, o historiador Nilson Montoril nos observou que o conteúdo da matéria publicada não tinha nenhum registro histórico sobre o Miss Amapá.  Disse tratar-se de um fato isolado, amplamente divulgado apenas pelo saudoso Sacaca. Nilson confirmava que, historicamente, a primeira Miss Amapá foi uma irmã do Zamba, em 1958, ano em que o Amapá participou do Miss Brasil pela primeira vez.
Em respeito à família Souza, onde (particularmente) temos muitos amigos em comum, pedimos nossas desculpas e mantemos a publicação para fins de registro da participação da matriarca, na vida social do Bairro do Laguinho.
Dona Madalena, viúva do mestre Sacaca, hoje aos 85 anos de idade, continua sendo uma mulher lúcida, ativa, altiva e social, participando de atividades religiosas e culturais, sendo uma das referências do bairro do Laguinho, um dos primeiros berços da cidade de Macapá.
Madalena da Silva Souza, a Dona Madalena, nasceu no dia 16 de abril de 1932 no Retiro, localidade situada no km 12 da BR 156, próximo à Ilha Redonda. A boa amapaense conquistou o título de Miss aos 18 anos, concorrendo com oito candidatas. O concurso foi na residência do senhor Julião Tomás Ramos, hoje Barracão da Tia Biló. 
No ano seguinte, Madalena casava com Raimundo dos Santos Souza, o Sacaca, outra referência laguinhense e conhecido no mundo todo pelas suas aptidões com plantas medicinais.
O casal teve dez filhos. Logo após o casamento, Madalena perdeu a mãe e passou a ter na sogra, Joaquina Emiliana, a segunda genitora, quem inclusive aparou ou fez o parto de oito filhos da nora, cuidando de tudo durante a quarentena. Sacaca e Madalena ainda adotaram cinco crianças, hoje todas adultas e bem encaminhadas na vida.
Filha de Maria Ramos e Marinho Gregório do Amaral, ainda criança Madalena foi com a família para Santo Antônio da Pedreira. Depois, todos se mudaram para a então vila de São José de Macapá, onde logo começou a ser alfabetizada pela professora Izabel Araújo. Para pagar os estudos Madalena ajudava a mãe, lavando e passando roupas. Na época não existiam escolas públicas. Somente mais tarde é que ingressou num educandário do governo territorial, a Escola Barão do Rio Branco. Só concluiu o curso secundário depois de casada, através do Curso João da Silva na TV. Madalena aprendeu com a mãe o ofício de costureira; fez cursos de bordadeira e de cerâmica na hoje extinta LBA. Com a transferência dos moradores do centro velho de Macapá, dona Madalena mudou‐se para o então recém-criado bairro do Laguinho, onde foi morar na casa de seu irmão Francisco, hoje bar do Tio Duca. Ela sempre foi envolvida com as questões culturais e religiosas da comunidade.
Madalena é sócio fundadora da Assap, a Associação dos Idosos do Amapá, a primeira entidade de idosos do estado; participa do Apostolado da Oração da Igreja São Benedito, desde sua fundação. Em sua residência, sempre recebeu de braços abertos os movimentos culturais, como na década dos anos 1970 e 1980, quando abrigava a quadrilha junina do famoso marcador Psiu. A residência de dona Madalena também já foi sede da Escola de Samba Piratas Estilizados. Ela é sócia fundadora do Grupo Cultural Infantil Marabaixo do Arthur Sacaca e Marabaixo da Juventude. Acompanhava o Rei Momo Sacaca em suas agendas, sendo a costureira de todas as fantasias do marido carnavalesco. Madalena da Silva Souza conhece todos os estados do Brasil e alguns países da América do Sul. Hoje viúva, vive em sua residência no tradicional bairro do Laguinho. Administra a casa da família com muita energia, dividindo essa responsabilidade com as suas participações em movimentos religiosos, sociais e culturais.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Miss Macapá 1972

A Foto Memória de hoje foi compartilhada pela Família Dias Façanha.
É um registro fotográfico de julho de 1972; nas imagens a amiga Tereza Lourenço, recebe a faixa de Miss Macapá, das mãos da Srtª Izabel Torrinha, num evento que aconteceu no Santana Esporte Clube, lá no Amapá, que na época, ainda era Território Federal. 
Ele só virou Estado, em 1988.
Sra. Tereza Lourenço Semblano, é macapaense, filha de Fernando Lourenço da Silva e Maria Severina da Silva e irmã do ilustre professor João Lourenço da Silva, um dos pioneiros da Educação do Amapá. 
Tereza desempenha suas atividades profissionais na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, em Curitiba-PR.
Agradecemos a ela pela gentileza das informações, e ao amigo Gilberto Semblano, pela intermediação de nossos contatos.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Do fundo do baú: Amapaenses Miss Pará

Nesta relíquia do acervo do amigo Ernani Marinho, via Facebook, vemos a amapaense Orlandina Mendes, filha do pioneiro Ermídio Mendes, que atuava na Divisão de Segurança e Guarda, e irmã do conhecido Miguelão, quando de uma visita a Macapá, convidada pelo Governo do Território e Círculo Militar, após ter sido eleita Miss Pará-1971.
A foto mostra o momento em que Orlandina (à esquerda) recebia das mãos da amapaense Ronele Souza uma lembrança do Círculo Militar.
Ernani conta que, juntamente com o jornalista Syllas Assis, foi designado para acompanhar a Miss na sua programação em Macapá, razão porque aparecem com destaque na cerimônia.
Duas amapaenses, na década de 70, conquistaram o título de beleza de Miss Pará. Orlandina Ferreira Mendes, foi a primeira a vencer o Concurso, em 1971. Depois, em 1973, foi a vez de Margarida Monchery, brilhar na passarela paraense.
Também na imagem reconhecemos o amigo Agord Pinto, bem novinho, atrás da Orlandina.
Fonte: Ernani Marinho

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Festa das Debutantes de 1967, em Macapá

A foto abaixo, recortada da página do Jornal Amapá nº 1461, edição do ano de 1967, foi reproduzida do Facebook, do amigo Sebastião Ataíde, especialmente para os leitores do blog Porta-Retrato.
Trata-se do registro fotográfico das DEBUTANTES DE MACAPÁ, NO ANO DE 1967 - Uma promoção do Rotary Clube de Macapá e do Clube das Damas Rotárias. 
Infelizmente, não foi informado o local onde foi realizado o evento.
As Debutantes na primeira fila da esquerda para a direita: Maria Célia Pinto Melo, Nancy Barbosa Bandeira, Maria Jerusa Costa Corrêa, Vera Paes, Graça do Carmo, Elizete Barbosa e Maria da Conceição Vasconcelos Dias. 
Na segunda fila na mesma ordem: Maria de Nazaré Bessa Castro, Wanda Ribeiro, Nelcy Maria Montoril, Hilda Marly Alves Campbell, Francisca de Sousa Picanço, Vaneide Lourdes Menezes Pereira e Tereza Lourenço.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...