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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Foto Memória de Macapá: Praça Barão do Rio Branco

Nossa Foto Memória de hoje, nos mostra um  clique da Praça Barão do Rio Branco com sua arquitetura original, como foi concebida no início do Território Federal do Amapá. Com seus bancos e luminárias antigos. Hoje nada disso existe mais.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Foto Memória de Macapá: Porta Principal de Entrada da Fortaleza de Macapá

A Foto Memória de hoje, foi extraída do Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de autor Arthur Cesar Ferreira Reis", editado pelo Departamento de Imprensa Nacional, em 1949.
Trata-se do Portão Principal de Entrada da Fortaleza de São José de Macapá, em 1949.
Fonte: Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de autor Arthur Cesar Ferreira Reis".

sábado, 13 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: O embrião do prédio da Prefeitura de Macapá

O blog Porta-Retrato, trás hoje como Foto Memória de Macapá, uma relíquia histórica, extraída de uma foto dos anos 50 que nos foi gentilmente compartilhada pela amiga Maria Façanha, filha do casal pioneiro Lourenço Borges Façanha (in memoriam) e Dona Diva Façanha. A pioneira Maria Façanha, professora e bibliotecária aposentada, também ostenta a honraria de Notáveis Edificadores do Amapá, que lhe foi outorgada pelo Instituto Memorial Amapá.
Na imagem, em destaque(abaixo), observamos o início da construção de uma edificação, que se tornou o prédio atual da Prefeitura Municipal de Macapá, erguido na Avenida FAB, local em que funcionou a primeira pista de pouso do Aeroporto de Macapá. No terreno à esquerda, foi erguida, anos depois a sede do Esporte Clube Macapá.
Na verdade, essa era uma estrutura de alvenaria erguida na Av. FAB - no mesmo local da Prefeitura hoje - e "que se destinava a um centro de abastecimento tipo Mercado Central, onde os agricultores vindos de diversas regiões do então Território, encontrariam lugar para vender seus produtos à população. Essa ideia, revolucionária para a época, foi do ex-governador Pauxy Nunes." A informação é do amigo Lindoval Souza, professor de História, aposentado do Amapá.
O prédio com a arquitetura atual da Prefeitura surgiu na administração do Governador Arthur de Azevedo Henning e do Dr. Cleiton Figueiredo como Prefeito de Macapá, que reformaram e adaptaram o prédio para sede do Município de Macapá.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Foto Memória de Macapá: Macapá Hotel

“O primeiro Macapá Hotel foi construído pelo governador Janary Nunes (1945) no começo da época do Território Federal. O prédio foi demolido na década de 80 pelo ex-governador Anníbal Barcellos. 



A seguir foi erguida outra estrutura hoteleira que passou a ser administrada pela rede Novo Hotel.
Depois que o contrato foi encerrado o governo repassou o hotel novamente à iniciativa privada. Desta vez um consórcio administrado por empresários locais assumiu e recuperou a antiga denominação.




Com o crescimento da rede hoteleira local o Macapá Hotel perdeu um pouco do seu atrativo comercial. Daí o interesse na sua transformação em Espaço Cultural.” (Humberto Moreira)

sexta-feira, 31 de março de 2017

Foto Memória de Macapá: Inauguração da Praça Cívica da Bandeira, no Centro da cidade

Há 40 anos – numa quinta-feira, dia 31 de março de 1977 -  era inaugurada em Macapá a Praça da Bandeira. 
"Foi a primeira praça em Macapá construída conforme a concepção proposta pela Fundação João Pinheiro que elaborou o Plano de Desenvolvimento Urbano de Macapá, Santana e Porto Grande." (Engº Rodolfo Juarez)
Na mesma área, em frente ao Colégio Amapaense, onde, em 21 de janeiro de 1959, os amapaenses ergueram um singelo monumento compreendendo um pilar em alvenaria, tendo no topo uma base em concreto, encimada pelo mapa do Amapá e sobre ele três colunas partidas. 
Era uma homenagem póstuma ao deputado federal Coaracy Gentil Monteiro Nunes, ao suplente de deputado Hildemar Pimentel Maia e ao Oficial Administrativo Hamilton Henrique da Silva. Eles haviam falecido num pavoroso acidente aéreo na localidade de Nossa Senhora do Carmo, região do rio Macacoary, na manhã do dia 21 de janeiro de 1958, uma terça-feira.
Nas imagens da foto acima podemos ver, que na área onde foi construído o antigo Palácio do Setentrião, havia um campo de futebol delineado por alunos do Colégio Amapaense. O espaço correspondia a um pequeno trecho do velho aeroporto da Panair do Brasil. O palaque de madeira era montado no final de agosto e desmontado após os festejos da semana da Pátria e do Território. O mastro onde a Bandeira Nacional era hasteada ficava no centro da praça.
Notam-se ainda na parte de cima da foto, ao fundo, além do telhado da Sede dos Escoteiros do Laguinho, a casa branca de altos que foi residência da família Neves Sozinho; o sobrado no meio, salvo engano era a Platon Engenharia e/ou residência do Sr. Homero Platon e na casa baixa, do mesmo modelo das construídas em Santana e Serra do Navio, morava o Sr. Mário Cruz.
Coaracy Gentil Monteiro Nunes, 45 anos; Hildemar Pimentel Maia, 38 anos; Hamilton Henrique da Silva, 32 anos. Cada um deles estava simbolicamente representado no monumento erguido em frente ao Colégio Amapaense, na lateral do espaço que passou a ser chamado “Praça da Saudade”.
Sobre o assunto o historiador, professor e blogueiro Nilson Montoril de Araújo, escreveu o seguinte:
“A Praça da Saudade não foi convenientemente construída devido às mudanças introduzidas na gestão do Território do Amapá a partir de 1961, e principalmente a contar de 1965." Segundo o historiador, “o civismo apregoado pelo General Ivanhoé Gonçalves Martins falou mais alto, e no lugar da Praça da Saudade surgiu a Praça  Cívica,  cujo nome, pouco tempo depois foi modificado para Praça da Bandeira, que nunca mais foi usada para o fim precípuo de sua edificação.“ 
A Praça da Bandeira, obra realizada pela PMM, em convênio com a Polamazônia(Programas de Pólos Agropecuários e Agrominerais da Amazônia),...
...teve o projeto elaborado por técnicos da PMM, tendo à frente o arquiteto Antônio Brito.
Antônio Brito, é funcionário de carreira do Muncípio de Macapá; saiu de lá em 1991, tendo sido tranferido para Brasília, onde está atuando até hoje, com atividades na Representação da PMM, na Capital Federal.
A firma construtora foi a SANECIR Ltda, dirigida pelo engenheiro Antônio Fáscio.
Fotos: Hasteamento, Autoridades no palanque oficial, imagens da praça e técnicos - do Arq. Antônio Brito Filho
Fontes: informações e notícias repassadas pelo amigo Antônio Brito, via e-mail direto de Brasília, do amigo Rodolfo Juarez, via Facebook e do blog Arambaé, do historiador Nilson Montoril.
(Post repaginado e atualizado, em 31/03/2017)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: A passarela da José Serafim

Passarela situada na antiga Rua Coronel José Serafim Gomes Coelho sobre um pantanal então existente em Macapá/AP, em 1950, que ligava o Bairro Alto à subida do barro do Trem, no sentido norte/sul e vice-versa.
Hoje é um trecho da Rua Tiradentes.
Lembro que essa passarela, no início do ex-Território Federal do Amapá, servia de caminho para muitos moradores, que a utilizavam para ter acesso ao centro velho de Macapá.
Nas imagens aparecem algumas das casas situadas na lateral do trecho.
Um dos moradores das proximidades, era um cidadão conhecido por “Samaracá”; existia também uma “vitaminosa” (amassadeira de açaí) da família Cabral.
Se você lembrar de outros moradores pode deixar registrado nos comentários, ou, se preferir envie para nosso whats’ap (12 981523757).

terça-feira, 12 de julho de 2016

Foto Memória de Macapá: Nos bons tempos da Fazendinha!

Na Fazendinha de outrora......tinha praia lotada, laser, diversão e muito papo molhado.
(Foto: Reprodução / Alcinéa Cavalcante)
Para ampliar, clique na foto
E mais... o sol tropical, a brisa do amazonas, gente bonita e a música envolvente de Aimorezinho e seu inseparável violão.
Clique na foto, para ampliá-la
Neste registro de 1969 vemos quatro beldades em volta de Aimorezinho, assim dispostas:
A partir da esquerda: Tânia; Ivanilde Souza; Aimorezinho; Eloisa Lobato Lopes, e ao lado dela uma irmã de Ivanilde, Alessandra Souza, filhas do saudoso radialista Agostinho Nogueira de Souza.
RESUMO HISTÓRICO - O sociólogo Fernando Canto, conta em seu blog canto da Amazônia, que o programa Macapá Verão começou em 1980, realizado pelo Departamento de Turismo, que àquela época era vinculado à Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral. O governador do Amapá era Annibal Barcellos, o secretário da SEPLAN era o economista Antero Lopes e o primeiro diretor do DETUR era o técnico em turismo Flávio Zírpolli, um pernambucano muito competente.
Segundo Fernando, havia concursos de escultura na areia, miss Macapá Verão, e shows artísticos. As pessoas dançavam, uns faziam roda de samba, e ninguém reclamava do preço das comidas. Os professores do DEFER, órgão responsável pela programação esportiva e recreativa, faziam até concursos de canoagem com os caboclos ribeirinhos, enquanto o GRUCI (origem do Corpo de Bombeiros) disponibilizava salva-vidas para o local.
Mais tarde o arquiteto Chikahito Fujishima assumiu o lugar de Zírpolli no DETUR. Daí muita coisa foi tirada e acrescentada. E o Macapá Verão não parou mais de crescer. A Prefeitura Municipal de Macapá passou a realizar a programação e se instalou em algumas dezenas de balneários no interior do município: do Lontra da Pedreira à Vila Progresso no Bailique, do Maruanum a São Joaquim do Pacuí e Curiaú. Sem contar os diversos pontos da cidade como Araxá, Jandiá e Aturiá. As primeiras divulgações eram feitas através de spots transmitidos pela Rádio Difusora, cartaz em preto-e-branco e veiculação semanal no Jornal do Povo, onde trabalharam Valmir Botelho e Elson Martins, sob a batuta do jornalista Haroldo Franco. Fernando conclui informando que, em 2004, os banhistas de Fazendinha foram contemplados com show de artista nacional ao vivo (Nando Reis e Banda e artistas locais), transmitido pela TV Cultura. (Texto: Fernando Canto)
(Post repaginado em 12/jul/2016)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Foto Memória de Macapá: Dois momentos do velho Trapiche Eliézer Levy

Dois momentos das fases de abandono do Trapiche Eliézer Levy:
Um verdadeiro descaso!
Veja como aquele logradouro público de Macapá, sofreu fases de total abandono das administrações municipais da cidade.
Fotos: Parte integrante da obra Sê-los.
            e do acervo de Rogério Castelo.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Foto Memória de Macapá: Vista aérea do Macapá Hotel e adjacências...

 1 - Trapiche/  2-Pracinha/ 3-Mercadinho redondo/ 4-Praça da Matriz
Imagens dos anos 50, da vista aérea da frente da cidade de Macapá, vendo-se em primeiro plano o antigo Macapá Hotel; o Trapiche Eliézer Levy; a Pracinha Tibúrcio Andrade; à direita, o antigo mercadinho de carne; ao fundo, o barracão da hospedaria dos imigrantes; mais acima a Praça da Matriz e o antigo prédio onde funcionou a Divisão de Educação. A esquerda do Macapá Hotel, a casa onde morou a familia do Sr. Altair Lemos.
Na rua Cândido Mendes, vemos a Casa das Cordas; Casa Fé em Deus de Isaac Menaen Alcolumbre; Casa A Parisiense; Casa Gisele e em frente, o Posto Texaco.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Antigo Relógio do Rotary Clube de Macapá

Imagens do arquivo de Derossy Araújo e Lúcia mostram hoje, no Porta-Retrato, registro da inauguração do Relógio do Rotary Clube, erguido na esquina da Rua Cândido Mendes com Av. Mário Cruz, em Macapá, ocorrida no início dos anos 70.
Na primeira foto, populares aglomeram-se em volta ao monumento, para acompanhar a cerimônia de instalação daquele logradouro público.
No segundo registro, imagens fotografadas por outro ângulo.

Passados os anos, o monumento, abandonado, acabou depredado por vândalos que inutilizaram e extraviaram todas as peças publicitárias, em acrílico. 
O vandalismo evidente no local obrigou a desinstalação do relógio, e, posteriormente, a remoção completa de seu pedestal.
Fonte: Facebook

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Amigos reunidos na pracinha do antigo Macapá Hotel.

O Macapá Hotel tornou-se um símbolo de uma arquitetura implantada no Amapá no seu primeiro governo.
Em frente ao prédio original construído ainda por Janary Nunes, existia a pracinha Tibúrcio Andrade, também demolida junto com o hotel. 
A insensatez desse ato eliminou a homenagem que se prestava ao pioneiro e pecuarista Tibúrcio Andrade, o nome da praça extinta.
Este registro fotográfico histórico foi feito entre 1959 e 1961, quando ainda existiam o hotel e a praça.
Os amigos se reuniam lá.
A partir da esquerda de quem olha a tela, sentados no encosto do banco: o primeiro não soubemos o nome; Ernani Marinho e Laércio Monteiro.
Sentados: no mesmo sentido, o primeiro não foi lembrado o nome, mas os outros três são Augusto Monte de Almeida (de óculos), Raimundo Souza de Oliveira (Camarão) e o Queiroz.
O jornalista Ernani Marinho, que compartilhou a foto, tem um detalhe curioso a ressaltar: “estão na foto três ex-presidentes do Grêmio Literário e Cívico Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense: Augusto Monte, Raimundo Oliveira e Laércio Monteiro. E eu era o Secretário Geral da UECSA, presidida pelo Haroldo Franco”.
Fonte: Memorial Amapá

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Do Fundo do Baú: Pra matar saudades!

Amiga Leonice Santos, lembrando os bons tempos do ex-Território Federal do Amapá, compartilhou uma foto de Osmar Marinho, publicada na Enciclopédia da Amazônia.

Imagens registram uma solenidade cívica, realizada na antiga praça em frente ao Colégio Amapaense, no centro de Macapá.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Foto Memória de Macapá: Revitalização da Praça Veiga Cabral

Foto de 1965, publicada em fevereiro daquele ano, na edição nº 14 da Revista ICOMI Notícias, mostra imagem da velha Praça Veiga Cabral, no centro de Macapá, com modernos jardins, boa pavimentação, postes com luzes fluorescentes e um "play ground" para a garotada.
(Fonte: ICOMI Notícias)


Este post foi publicado, inicialmente, no sábado, 11 de julho de 2015. Contudo, estamos reeditando e repaginando hoje, para incluir um relato importante que nos foi enviado pelo amigo, artista plástico e professor Carlos Nilson Costa, com atuações em inúmeros cargos em administrações estaduais e municipais, além de destacadas atuações nos meios juvenis, em sua época de estudante secundarista:

Depoimento histórico de Carlos Nilson Costa‎ paraJoão Lázaro Silva em 26 de julho/2015, via Facebook:

“JOÃO LÁZARO, querido amigo, (...) .Vc postou, com consulta na ICOMI Notícias, uma foto e comentários sobre a revitalização da Praça Veiga Cabral. Conforme prometi a Vc vou contar uma história importante para mim.
Contratado temporariamente pelo Governo do Território do Amapá, buscava emprego na Prefeitura de Macapá, onde tinha amigos como Azevedo Picanço, Altair Cavalcante de Lemos, Jacy Jansen, entre outros. Eu era desenhista com curso de desenho técnico na Universidade Federal do Pará, solicitava uma vaga pois não havia nenhum profissional da área na seção de Terras. O Prefeito era Azevedo Limonche e eu não me dava bem com os "revolucionários" da época.
Perguntado o que eu sabia fazer informei ao prefeito que sabia fazer projetos e pequenas obras. De pronto o Prefeito me desafiou dizendo: Tenho uma obra mas, não tenho dinheiro pra fazer. Se o senhor topar o emprego é seu. Não dou nada, só emprego, sentenciou. Perguntei o que era e ele respondeu que era a Praça da Matriz. Não sei por que respondi que topava. Aí ele me deu três meses e pessoal para a construção.
Convoquei o pessoal e duas brilhantes pessoas: Mestre Paulo e Mestre Amaral, pai do Enildo, além do topógrafo mestre Britinho e grande ajuda do Sacaca, mais tarde grande colega de trabalho na Seção de Terras. Ajudaram também o fiscais Timóteo e Gaivota.
Uma empresa fazia serviços para a PMM, a Sá Barreto, que também cedeu quatro operários.
A ICOMI possuía uns duzentos sacos de cimento endurecido que atendendo a meu apelo através do senhor Freire, cedeu o cimento, que foi triturado no piso da Barraca da Santa com um rolo compressor da Prefeitura. Sá Barreto deu areia,a Olaria os tijolos e eu fiz o projeto e dirigi a construção. O desenho da calçada lembrava as ondas do majestoso Rio Amazonas. A Rua São José e a Avenida Presidente Vargas foram alargadas para servir de estacionamento para o ponto de Táxi, na Praça. 
Foi colocada uma cabine para o telefone do Calhambeque (Tomé Nascimento das Chagas) e de outro que se não me falha a memória, era do nosso grande personagem pioneiro a quem o Amapá muito deve: Jarbas Gato, meu amigo. As mangueiras ficaram, assim, fora da calçada da Presidente Vargas. Lá foram colocados uns brinquedos. As alamedas no interior da praça formavam as iniciais CNC, de meu nome, que minha juventude me fez colocar. O parque ficava no C.
Para ajardinar contei com a coordenação ímpar do brilhante e saudoso grande amigo Natan de Carvalho. Tinham até roseiras. A arborização é dessa época e até hoje desafio que a praça alague com chuva. A drenagem abrange toda a área da praça e está debaixo da terra desaguando na Cândido Mendes.
A Pedra de manganês, de três toneladas e meia está enterrada com um metro e trinta de profundidade. Foi doada pela ICOMI através de seu Freire. Veio da Serra de Navio num trole, chegando às 16 horas e logo colocada. Foi um aparato de máquinas. Todo mundo ajudando. Fiquei com o emprego e o Azevedo foi meu chefe.” (Carlos Nilson Costa)

(Renée de Azevedo Limmounche foi prefeito de Macapá  no período de agosto de 1964 a abril de 1965)

terça-feira, 2 de junho de 2015

Rua Cândido Mendes, em 1950

Para melhor visualização clique na imagem para ampliá-la.
Nesta imagem de 1950, recortada de uma foto, que mostra como era a Rua Cândido Mendes, próximo à antiga doca da Fortaleza, pode-se observar, do lado direito, o sobrado onde funcionou o Rex Hotel. Ao fundo à esquerda aparece a imagem do Frigorífico Municipal. A ponte sobre o Igarapé da Fortaleza, já existia.  
(Imagem: Reprodução / Acervo histórico do Município de Macapá)
Clique na imagem para ampliá-la
Ano 1950 - Aterro da rua Cândido Mendes próximo à Doca da Fortaleza.
Foto original.
(Post originariamente publicado em 01/12/2010)

(Reeditado e repaginado em 02/junho/2015)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Foto Memória da Cidade; a antiga Rua Cândido Mendes, antes dos incêndios

Trazemos hoje mais duas fotos compartilhadas pelo amigo Mario José Andrade da Silva.
Imagem da Rua Cândido Mendes do lado esquerdo de quem vai no sentido sul, para a Fortaleza de Macapá, antes do asfaltamento e dos incêndios.
Foto publicada em 12 de abril, passado, mostra o lado direito da Rua Cândido Mendes, no sentido Norte Sul. 
Imagem do acervo dos amigos Derossy & Lúcia que com outras mais, foram publicadas no livro Sê-los
É uma obra sobre Fotografias e Memórias. 
Derossy Araújo da Silva é um dos autores, e colaborou com seu arquivo de fotos e poesias. 
Fonte: Memorial Amapá
(Post reeditado e repaginado em 22/05/2015)

sábado, 28 de março de 2015

A antiga Praça do Sapo hoje, Floriano Peixoto

(Reprodução de arquivo)
Clique na imagem para ampliá-la
Ano 1966 - Esta foto mostra como era a área hoje ocupada pela Praça Floriano Peixoto, no bairro do Trem.
Por seu aspecto alagado a população apelidou o local de "Praça do Sapo" ou "Lago do Sapo".
Era feio e mau cheiroso pois as pessoas costumavam fazer do local, uma verdadeira lixeira pública.
A área era um pântano devido a presença de um olho d'água.

(Foto: Contribuição do amigo Olivar Cunha, via e-mail)
Na foto de Olivar Cunha vemos a antiga baixada da Praça do Sapo, tendo ao fundo a caixa dágua da CAESA que localiza-se na pracinha da Faculdade Estadual do Amapá (antigo IETA), no centro de Macapá. 
Nessa direção passa atualmente a rua General Rondon.
(Foto: Reprodução de arquivo)
Depois o local ficou assim...
(Foto: Reprodução: Imagens de arquivo)
Depois assim...
(Foto: Reprodução/Google imagens) 
(Foto pertencente à Galeria da Prefeitura Municipal de Macapá)
Após o saneamento e a pavimentação da Praça em 2009, o local virou atração turística com a criação de dois lagos com calçamento para saudáveis caminhadas e pedalinhos para passeios.
(Repaginado em março de 2015)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A BANCA CANARINHO é Área de Preservação Cultural de Macapá

A Banca Canarinho,  todos conhecem, mas ninguém sabe onde fica.
Texto: Édi Prado
E não adianta perguntar nem para os frequentadores assíduos, que batem cartão todos os domingos. Mas se quiserem saber onde é a Banca do Dorimar, ahhhhhhh, sim! Ela é a referência inclusive da Praça Veiga Cabral, criada oficialmente junto à instalação da Vila de São José de Macapá, em 04.02.1758.
A história da Banca do Dorimar começa em 19.03.1974. Dia do Padroeiro São José. Tudo começou quando o paraense, Dorimar Marques Monteiro, do município de Vigia no Pará, que chegou ao Amapá em 1955, decidiu deixar o emprego na Indústria e Comércio de Minérios (Icomi). 
Ele, que era garçom do restaurante executivo, em Serra do Navio, estava insatisfeito. E não havia oferta de emprego  melhor que a multinacional Icomi. O cunhado dele, Chico Leite, era proprietário da Agência Zola. A maior livraria e revistaria da cidade na época. E vendo a angústia de Dorimar resolveu oferecer uma banca de revistas para ir se arrumando.
Depois de muito pensar aceitou o desafio. Chico Leite mandou buscar uma banca de Belém e a instalou na Rua Cândido Mendes, com a Presidente Vargas. No lugar oposto de onde está hoje.  Era concorrente para o Nena Leão que já estava absoluto no mercado. A esposa dele,  Ana Maria Pontes Monteiro, abraçou a causa e foi trabalhar com ele na banca. “Ela sempre foi meu esteio que me dá segurança e me apoia nas decisões”, revela Dorimar.
“A banca não tinha nome. Era tempo de Copa do mundo de 1974. A Seleção Canarinho estava em toda a parte e cantada em versos, prosas e samba. Taí um bom nome: Banca Canarinho”, relembra o batismo.
No início, a banca era do tipo itinerante e de metal. No caso de fiscalização é só transferir para outro lugar.
Depois se mudou definitivamente para onde está hoje.  Após 15 anos de funcionamento, construiu uma banca em alvenaria, dando um novo visual na esquina da Avenida Presidente Vargas e Rua Cândido Mendes, na Praça Veiga Cabral. No ano de 2000, quando Anníbal Barcellos era prefeito da cidade de Macapá, a Banca do Dorimar foi instituída como Área de Preservação Cultural, através da Lei nº 1062/2000-PMM. Pronto. Estava seguro e legalmente assentada a Banca Canarinho, que sempre é chamada de "do Dorimar".
“Foi daqui deste trabalho que eduquei meus filhos, fiz várias amizades e formei outra grande família de clientes. Nem vou citar nomes. Sei que posso esquecer um montão. Recordo do tempo em que era representante  do O Liberal. O jornal chegava lá pelas 11 h da manhã. Era o único voo. E desde as 9 h já tinha gente esperando o jornal chegar. E foi criando o hábito do pessoal  de vir aos domingos para a Banca conversar, trocar figurinhas e se atualizar dos fatos da cidade”, relembra.
Além disso, a banca já rendeu bons frutos a Dorimar . Alguns títulos e comendas, como o Título Honorífico de Cidadão Macapaense, concedido pela Câmara Municipal de Macapá; Título de Honra ao Mérito, da Assembleia Legislativa do Amapá, Honra ao Mérito da Associação Comercial do Amapá (ACIA) e o Prêmio de Maior Vendedor de Jornais, concedido pelo Jornal do Dia, prêmio que faz coleção. “Ainda vou mandar fazer um grande painel com as fotos dos frequentadores, como homenagem e reconhecimento pela fidelidade”, sonha Dorimar.
E não só de livros e revistas e venda de bilhetes para shows, futebol e outras atrações, vive a Banca do Dorimar. 
Além de se  transformar em ponto de encontro de artistas, jornalistas, radialistas e gente do povo que se mantém atualizado, além  dos intelectuais da cidade de Macapá. Por ali trafegam milhares de pessoas  em busca de informação, entretenimento, ou simplesmente uma pausa embaixo das frondosas mangueiras.  
Quando completou   40 anos da Banca do Dorimar, houve uma grande festa  popular  aproveitando os festejos do Padroeiro São José. Foi promovido o encontro de gerações e culturas diversas.  O Sarau foi marcado pelo encontro das matrizes culturais amapaense e brasileira, que ecoaram em forma de batuques e poesia pelos arredores da Praça. 
A abertura foi realizada pelo grupo tradicional Berço do Marabaixo, seguido pelo Grupo Folclórico Amigos da Toada, que trouxe para o sarau a apresentação intitulada “Tambor de bem querer”, uma homenagem à miscigenação da cultura local.
Teve de tudo como se fosse um grande arraial cultural. A Cia. de Dança Afro Baraká reforçou a matriz africana com coreografias resultantes de aprofundadas pesquisas coletivas.  A poética  ficou por conta do Movimento Poesia na Boca da Noite, que estendeu o pano estampado na praça e os  integrantes distribuíram poesias aos quatro ventos. Houve  também a exposição de telas do pintor Miguel Arcanjo que retratam a biodiversidade da paisagem local. No mesmo estande, o “Capitão Açaí” satirizava os super-heróis com uma pitadinha de sabor regional, obra de Ronaldo Rony.
A programação atraiu a atenção das pessoas que transitavam pelo centro comercial de Macapá, muitas se juntaram à roda de festejos e permaneceram por lá até o encerramento com as apresentações  musicais: Zé Maria Braga, Mayara Braga e outras atrações.


RESUMO HISTÓRICO  A primeira banca de revista da capital amapaense, surgiu ao lado do Clip Bar, em frente ao Mercado Central de Macapá.

Foi montada pelo empresário Francisco de Assis Monteiro Leite que conta detalhes de sua iniciativa: 



"Eu fiz uma banquinha de madeira, pedi licença da PMM para colocar uma banca de revista e o banqueiro era o Nena Leão. Depois tiramos a banca de fora do Mercado e a instalamos dentro; era a maior e mais completa de Macapá. A segunda banca, a primeira de alumínio, foi instalada na Praça Veiga Cabral, onde tinha o terminal de transportes para Santana e aí foram disseminadas na cidade". (Fonte: Tribuna Amapaense)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Memória da Cidade - Praça Floriano Peixoto, em Macapá

Este era o aspecto da praça Floriano Peixoto no bairro do Trem, em 1996.
Por muitos anos ela passou por um período de total abandono, transformando-se numa verdadeira lixeira a céu aberto. 
Desde 2009, quando foi revitalizada, tornou-se um dos cartões postais de Macapá.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Quase que elas viram Manchete

Em recente estada em solo macapaense, encontrei num quadro, esta relíquia, sem data - que pertencia ao arquivo da família Jucá, doada em vida, pelo saudoso Meton Jucá Jr., falecido recentemente - e que hoje faz parte da galeria histórica, exposta nas paredes do famoso Bar Du Pedro, no Mercado Central de Macapá.
Na imagem encontram-se anotadas as seguintes informações:  a jovem em primeiro plano portando um fuzil sobre o baluarte São José, é Eleanora Batista, filha de Francisco Aymoré Batista, inspetor da Guarda Territorial.
Na entrada do baluarte, encontram-se as então senhoritas Sônia Costa(blusa branca), filha do também inspetor, Costa, da GT e Maria Emília Jucá(blusa de listas), filha do senhor Meton Jucá, na época Administrador do Mercado Central.
Ao fundo o prédio do Mercado Central de Macapá, que abriga até hoje o Bar Du Pedro, Administrado por seu filho Luiz.
Indagada, via Facebook, sobre a foto, a senhora  Eleanora, que hoje mora em Brasília, lembra ter sido convidada, juntamente com suas amigas, para posarem em algumas fotos que seriam usadas para ilustrar uma reportagem da Revista Manchete, que estava com sua equipe, na cidade colhendo a matéria, mas não se recorda  de ter visto nada a esse respeito, publicado na revista.
Dona Eleanora Kzan, esposa do Profº Kzan, mora em Brasília com a família; Sônia Costa, irmã do Profº Carlos Nilson, reside em Macapá e Sra Maria Emília, esposa do jornalista Ernani Marinho. reside em Belém, com a família.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...