terça-feira, 30 de abril de 2013

Foto Memória: Visita de Janary Nunes ao Município de Amapá

Foto dos anos 50, registra a visita do então governador Janary Gentil Nunes, ao Município de Amapá, distante 302 km da capital, Macapá. 
Estão nas imagens a partir da esquerda: Governador Janary Nunes; Pe. Angelo Bubanni; desconhecido; Juíz de Amapá; Cel. Arlindo Eduardo Correia; Juvandira Farias; Dona Sofia; esposa do Juiz de Amapá; professoras Silvia Del Castillo, Emília DeI Castillo Andrade  e Maria das Dores Gomes Correia.
Janary Gentil Nunes foi o primeiro governador. Administrou o Território Federal do Amapá, de janeiro de 1944 a fevereiro de 1956.
(Foto gentilmente cedida pela professora Maria das Dores Gomes Correia)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Desportistas na Praça da Matriz

Em foto rara de 1948, vemos os desportistas Mário Quirino da Silva e Ubiracy de Azevedo Picanço, em pose de atletas na Praça da Matriz, em Macapá, atual Veiga Cabral.
(Foto pertencente ao acervo pessoal do Prof.  Mário Quirino da Silva, em poder da família.  Brevemente será lançado um livro de memórias e um DVD, com fotos inéditas, onde será contada a história intelectual e pública  de importantes fases da vida de Mário Quirino da Silva, como filho, pai, educador e trabalhador público.)

domingo, 28 de abril de 2013

ESPORTES: Jovens - Zamba e Haroldo Pinto - ícones do esporte do Amapá

Em foto datada de 1962 vemos Humberto Dias, o Zamba pousando ao lado do Haroldo Pinto Pereira que na época do registro estava servindo o tiro de guerra 130. O “click” foi feito diante do antigo Macapá Hotel, que era o grande point da moçada de Macapá. A dupla chegou a jogar junto no Juventus, mas Zamba acabou fazendo opção pelo basquetebol e o HP seguiu carreira e foi campeão no futebol tucuju jogando pelo próprio Juventus, depois pelo Macapá, Santana, Seleção Amapaense e São José, de quem foi presidente duas vezes. O Zamba brilhou no basquetebol do Amapá como jogador, técnico e juiz. Mas se transferiu para Belém do Pará, onde, até bem pouco tempo, continuava ligado ao bola-ao-cesto do Paysandu. Zamba é irmão de Ernesto Dias Neto, outra lenda do esporte, também ligado ao basquete (foi jogador e hoje é técnico), mas que brilhou também como um dos maiores fundistas produzidos pelo pedestrianismo do Amapá.
Texto de João Silva, com adaptações para o Porta-Retrato.

sábado, 27 de abril de 2013

ESPORTES: Primeiros Jogos Secundaristas do Amapá


Equipe de basquete da Escola Normal de Macapá, campeã da categoria. A partir da esquerda: em pé; João Capiberibe (auxiliar técnico), Inete Ribeiro, Madalena Silva, Maria da Paz, Iris Cavalcante, Maria Helena e Rosa Souza. Agachados Marlene, Domingas Josafá,?,Consolação e Antônio Chagas (técnico da equipe).
Os primeiros “Jogos Secundaristas do Amapá”, foram realizados em Macapá, no ano de 1964, numa promoção do Departamento Esportivo da UECSA -  União dos Estudantes Secundaristas do Amapá, com apoio dos governos territorial e municipal e da empresa ICOMI.
Estrelas do Colégio Amapaense, vice-campeãs de basquete. A partir da esquerda: Marlene; ?; Santa; ? e Roberto Bandeira (técnico da equipe). Agachadas: Nilma Pinto; ?; Iracema Cardoso e Marli Campbel.
Participaram das competições as equipes do Colégio Amapaense, Colégio Comercial do Amapá, Escola Industrial e Escola Normal de Macapá.
Atletas do Colégio Comercial do Amapá: da esquerda para direita: José Santana, campeão de arremesso de peso; José Figueiredo de Souza (Savino), campeão de lançamento de dardo e Raja Ziade, campeão de lançamento de disco.
O CCA foi o grande campeão dos jogos, totalizando 159 pontos, seguindo-se Escola Industrial com 83 pontos, Escola Normal com 74 pontos e o Colégio Amapaense com 70 pontos.

Fonte: Revista ICOMI-Notícias

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A Moda em Macapá

Modelos criados pela Sra. Guiomar Corrêa Pinto, de Macapá, apresentados em um desfile no Santana Esporte Clube, em maio de 1964.
Modelo: “Pepita”
- conjunto de duas peças, tendo como manequim a Srta. Lucília Maria Leôncio.
“Equatorial” – jovial modelo  com que desfilou a Srta. Mary Salgado.
Modelo: “Primavera de 1964” – conjunto saia e blusa, muito simples e original. Seu manequim foi a Srta. Maria Emília Jucá.
“Manganês”- Vestido “toillete” exibido pela Srta. Vanilze Sena.
Conjunto saia e blusa, denominado “chá das cinco em Santana” apresentado pela Srta. Lucinha Sodré.

Fonte: Revista ICOMI-Notícias

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ESPECIAL: Vadoca, o pioneiro da alfaiataria no Amapá



Édi Prado *

Vicente Valdomiro Tavares Ribeiro nasceu em Macapá, quando ainda era Pará, no dia 7 de setembro de 1932. Ano passado ele inteirou 80 anos e mais parece um rapazinho que se prepara para ir “dar uma volta no arraial de São José”. Corpo esguio e andar ainda de jogador de futebol em plena forma. Ele é pioneiro na arte da alfaiataria em Macapá. Este é o Vadoca, ex-atleta do Esporte Clube Macapá e Trem Desportivo Clube nas décadas de 40 e 50.

Vadoca é filho de Celso Ataíde Ribeiro e D. Amelina de Carvalho Ribeiro.  Moravam na Rua da Praia, local onde está o Macapá Hotel. “Era uma vila com vinte e poucas casas. Bem na frente de casa tinha  um cais onde atracavam barcos que vinham das ilhas”, relembra.

Ele foi um dos agraciados a receber as primeiras lições na casa da Professora Guíta, que morava na Av. General Gurjão, quase esquina com a Rua São José. “Era o começo de Macapá”, conta.
Casou em 1955 com D. Ednéia dos Santos Ribeiro com quem teve nove filhos: Mário Sérgio, Valdo, Lico, Lúcia, Tanha, Rosália, Sônia e Sandra. A Valdonéia faleceu bem jovem.  A D. Ednéia “viajou para junto de Deus” há um ano e um mês.

 “Todos os meus filhos estão formados. A minha esposa era professora. Ela em sala de aula e eu na máquina Singer, criamos todos os filhos, graças a Deus. Já me aposentei e continuo trabalhando. Não sei ficar parado. Gosto de minha oficina. E como durmo cedo e acordo cedo, ainda tenho muita energia”, revela  o segredo da longevidade.

A 1ª Escola  Barão do Rio Branco só foi construída em 1944, com a chegada do governador Janary Nunes. “Estudei até a quinta série primária no Grupo Barão. Tive que trabalhar desde cedo para ajudar no sustento da família. Mas me formei em minha profissão e meu mestre, Pedro Ribeiro era exigente. Ou aprendia ou pulava fora”, se orgulha.

O Pedro Ribeiro veio de Belém. Aqui ele casou com D. Carmosina, que era viúva  e dona do único Cartório. A minha irmã, Gelina era amiga dele e me colocou para aprender o ofício. “Eu tinha 10 anos de idade. Estudava de manhã e a tarde ia para a oficina. Foram 20 anos de aprendizado. Só assim fui promovido à oficial. A segunda alfaiataria funcionava onde era a Casas Pernambucanas e hoje uma agência bancária. 

Quando fui para a Escola Industrial, antigo GM , já estava em condição de ensinar. Os professores da época era Erundino do Espírito Santo e Hermínio”,  relembra.

E nas horas vagas e finais de semana, a grande concentração era no campo de futebol,  onde é hoje a Praça Veiga Cabral . Em jogos oficiais eram colocadas cordas para cercar a praça e quem quisesse ver o jogo de perto, tinha que pagar. 

“Eu tinha 14 anos e num jogo entre Macapá e Amapá, o titular do Macapá estava “batido” e o técnico me convocou. Ganhamos de 4 X 2 e nunca mais sentei no banco de reserva”, gaba-se.
Errata: A foto, datada de 1948 foi feita em 1950.
Ele atuou na equipe do Esporte Clube Macapá de 1946 a 1950. “Em 1950 quando Janary Nunes construiu  o Estádio Glycério Marques eu já estava na equipe do Trem Desportivo Clube. E essa foto aí, datada de  1948  está errada. O ano correto é 1950”, corrige.
Nesta foto do Esporte Clube Macapá estão os atletas. Em pé da esquerda para direita: Sabazão, Muringueira, Aracati, Aristeu, Amujaci, Aristeu II, Ismael, Mário Santos (treinador).
Agachados, da esquerda para direita:  Oliveira, Pigmeu, Dedeco, Vadoca e Roxinho.

* Édi Prado1º jornalista formado  de Macapá. Cursou jornalismo na Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso – Facha – turma de 1982 e retornou a Macapá  em 1985 e foi um dos fundadores do Jornal do Dia (1987).

Fotografias: Edi Prado

Comentário de José Lima: “Um dos pioneiros da alfaiataria no Amapá também foi meu pai Sr.ATAÍDE o BARBUDO; meu pai chegou em Macapá no término da segunda guerra em 1943, foi primeiro alfaiate do então primeiro governador do Amapá nosso saudoso Coronel Janary Nunes a época; saudade de meu paizinho.....depois vieram outros como FORMIGA/PEDRO/HERUNDINO/CHUNDA/MARAPANIN inclusive trabalhou com meu pai, o pai de nosso amigo ALFREDO INAJOSA, tiveram outros que fizeram história da alfaiataria do ex-território do Amapá hoje estado do Amapá. Herundino era pai do BIRA/ALDO/MARCO ANTONIO/HAROLDO/ASSIS/, trabalhava na fortaleza de Macapá onde confeccionava fardamento dos guardas territoriais.”

terça-feira, 23 de abril de 2013

ESPECIAL: A MACAPÁ DO MEU (NOSSO) TEMPO DE MOLEQUE

(Foto: Reprodução / blog do João Silva)

(*) João Silva

“É um belo trabalho de memória do talentoso designer amapaense Ronaldo Picanço que fez aflorar do teclado do computador, com a sensibilidade de sua arte,  a velha General Gurjão da nossa infância, vendo-se à esquerda o bloco de casas geminadas (algumas com janelas que davam para a rua, proporcionando visão panorâmica da Praça da Matriz), construídas no sistema de taipa, onde morava o alfaiate Nelson com a família, o "seu" Medeiros e a família (ele era gerente das Casas Pernambucanas),  e funcionou o consultório do dentista Sillas Salgado; bem ao lado, o prédio da Garagem Territorial, onde eram recolhidos os carros do Governo do Território do Amapá (reparem a baratinha estacionada em frente); mais ao centro a Usina de Força e Luz, a casa dos Picanço e Silva (em taipa), a casa do Moeda (em taipa), onde funcionou o famoso Café Moeda; à direita outro bloco de casas geminadas, onde moravam o senhor Zé de Almeida, Dona Nenê, a filha Do Carmo, a neta Alda, Tia América e o filho Ubirajara, e a família Azevedo Coutinho, esta já na esquina da rua São José; emocionam ainda os detalhes nas 'pinceladas' que completam a obra do artista amapaense, como a restauração da torneira pública (à direita, reparem), o ressurgimento das velhas mangueiras levadas pelo progresso, o detalhe das cercas de tábua que separavam as casas naqueles tempos idos, além do detalhe da área livre onde ficavam os campinhos de pelada que demandavam o espaço hoje ocupado pelo Teatro das Bacabeiras.” (João Silva)

Nota do Editor: Conservamos o texto original do amigo João Silva. Apenas nos colocamos no título do post, pois as artísticas imagens retratadas por Ronaldo Picanço, nos tocaram no fundo da memória histórica da Macapá de nosso tempo de criança.
Sem dúvida, um belo trabalho! Parabéns! (João Lázaro)

(*) jornalista e blogueiro amapaense

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O Cemitério Mais Antigo de Macapá

Foto da praça em frente ao Cemitério Nossa Senhora da Conceição, vendo-se, em primeiro plano, pequenos animais pastando, e ao fundo homens em atividades próximos ao muro daquela necrópole.
Presumivelmente, este registro fotográfico pode ter sido realizado ao final dos anos 40, quando da administração do prefeito José Serra e Silva que  governou o Município de Macapá no período de fevereiro de 1947 a janeiro de 1950.
A baixa qualidade da imagem, não permite visualizarmos quem são as pessoas presentes à cerimônia fúnebre, registrada na foto acima. Mas percebe-se perfeitamente que trata-se de uma figura ilustre, pela presença de autoridades da administração territorial e militares, certamente da Guarda Territorial. 
Temos que considerar algumas hipóteses para tentarmos descobrir de que evento se trata. Pela localização, bem ao lado da Capela Central de Nossa Senhora da Conceição, deduz-se tratar-se da sepultura de Dona Iracema Carvão Nunes .
Segundo os registros históricos, o falecimento de Dona Iracema Carvão Nunes, ocorreu em 24 de julho de 1945, entretanto o mausoléu que abriga seus restos mortais só foi construído um ano depois, em 1946, dois anos antes da inauguração oficial do primeiro Cemitério de Macapá.  
Na imagem, nessa data, só estava erguida a Capela Central, mas ao seu redor já existiam algumas sepulturas.
A nosso pedido, via e-mail, o historiador Nilson Montoril, fez o seguinte comentário sobre o evento:
"Lázaro. Esse fato ocorreu no dia 29 de julho de 1945, um domingo,  quando Dona Iracema Carvão Nunes completou 7 dias de morta. Ela faleceu ao anoitecer do dia 23, segunda-feira e foi sepultada dia 24, terça-feira. Após a missa rezada na Igreja de São José os familiares, parentes e amigos da extinta, dirigiram-se ao Cemitério Nossa Senhora da Conceição para lhe prestar homenagens póstumas. O mausoléu de Dona Iracema foi construído mediante subscrição feita junto ao povo e vários materiais aplicados na obra vieram do Rio de Janeiro. No sepulcro não foi aplicado sequer um centavo de dinheiro público. Nilson Montoril."
O Cemitério, localizado no centro da cidade de Macapá, foi inaugurado por Serra e Silva, em 08 de dezembro de 1948.
(Foto: Reprodução / Google imagens)
Hoje, na praça em frente ao Cemitério, está erguida a nova Catedral de São José de Macapá.
Fotografia: by Jurandir Lima
(Post repaginado e reeditado em 04/04/2013)
(Republicado, com atualizações, em 22.04.2013)

Futebol sem chuteiras


Esta foto rara, é do acervo do desportista e empresário Haroldo Pinto Pereira, que foi publicada no blog do amigo João Silva, e agora estamos compartilhando com os nossos leitores.
Segundo João Silva, “o cenário está parecido com um campo que havia nas proximidades da Assembleia Amapaense, antigo Aeroclube, espaço ocupado hoje pelo prédio da Seinf”...
Ano 1964 – Time do Colégio Amapaense
Da esquerda para a direita, em pé: Gilberto Rocha, Joel Jansen (Sabão), Nilton (Coca), Ailton Aimbire, Emídio Rola, Pedro Nery e o técnico João Eudes (Cabeludo). 
Agachados, da esquerda para a direita: Ramir Anaice, J.Ney, Aldony Fonseca (Dodó), Orlando Tôrres (Cabeça Podre) e Haroldo Vitor (Tiponga). São falecidos: Pedro Nery, Gilberto Rocha, Emídio Rola e Aldony Fonseca.
Fonte: Blog do João Silva

domingo, 21 de abril de 2013

Morre em Macapá, aos 74 anos, o jornalista Corrêa Neto

(Foto: Reprodução do blog Papel de Seda)
Faleceu neste domingo, 21, às 07:15h no Hospital São Camilo, em Macapá, o jornalista Antônio Corrêa Neto. Ele sentiu-se mal por volta da meia noite de ontem, e foi levado por familiares ao atendimento de emergência; sofreu paradas cardíacas seguidas e chegou a ser reanimado, mas não resistiu apesar do esforço dos médicos que o assistiam.
Corrêa Neto era amazonense, tinha 74 anos, pai de quatro filhos (Eduardo, Márcia, Marcelo e Paulo André), apaixonado pelo jornalismo combativo palmilhou dignamente por todas as vertentes da notícia. Foi pioneiro e dirigiu o jornalismo da TV Amapá, fez programa de opinião na Rádio Antena 1, passou pela Rádio Educadora, RDM, fundou e editou alguns jornais extintos, como a Folha do Amapá e o Jornal Marco Zero.
Nos últimos cinco anos de sua vida, Corrêa dedicou-se a fazer jornalismo na Internet, abrindo seu próprio site de notícias, de onde, com sua coragem e lucidez, opinava sobre as grandes questões do Amapá.
Seu corpo foi velado na Capela Santa Rita, na Av. Mendonça Furtado, e o sepultamento ocorreu ao final da tarde no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade.
O blog envia as condolências aos familiares e amigos por tão irreparável perda. Que Deus lhe dê a felicidade eterna.

Inauguração da Escola Municipal Rondônia

Ano 1967 - Solenidade de inauguração da Escola Rondônia, no bairro Jesus de Nazaré. Governador Luiz Mendes da Silva corta a fita de inauguração, do estabelecimento.
A partir da esquerda: o rosto do Profº Leonil Amanajás; Pe. Luiz de David, General Luiz Mendes e Sr. Luiz Araújo. 
Atrás do seu Luiz, o Dr. Douglas Lobato Lopes.

Sr. Luiz de Matos Araújo, o Luizão, discursa na inauguração da Escola Municipal Rondônia, no antigo bairro Jacareacanga, hoje Jesus de Nazaré, no início de 67.
A partir da esquerda estão nas imagens: Pe. Luíz de David, Sr. Antônio Costa (pai do jogador Antoninho Costa), Sr. Félix (motorista do GTFA), General Luiz Mendes da Silva (Gov. TFA), Engº. Douglas Lobato Lopes, José Olímpio Cordeiro Espíndola (por trás do Dr. Douglas), Seu Luizão, Prof. Leonil Amanajás e Carlos Lins Côrte (Baião Caçula).
Na época, o General Luiz Mendes era o governador do Território Federal do Amapá e o prefeito era o Dr. Augusto Fernando Porto Carrero.
(Post republicado em 21 de abril de 2013)

Oscar Santos, o descobridor de talentos musicais


Mestre Oscar Santos, desde que chegou ao Amapá, sempre teve sob sua orientação, alunos de ambos os sexos e diferentes idades, ansiosos em aprender a arte musical. 
Ano de 1950 - Mestre Oscar entre suas alunas na Academia de Música. Somente conseguimos identificar a Lucília Leôncio (Tostes), na bateria e a Neyde Montoril de Araújo, irmã mais velha do historiador Nilson Montoril, no acordeon à direita de quem olha. A aluna da esquerda não conseguimos identificar. Quem conhecê-la, por favor, nos ajude a completar a legenda.
Muitos deles seguiram a carreira de músico e tocaram em diversos conjuntos de Macapá.
Na foto de 1958 identificamos, (em pé) a partir da esquerda, as alunas Iracy Barbosa e Neyde Montoril, a última à direita. Na bateria Lucília Leôncio. Atrás dela o Mestre Oscar Santos. As demais não conseguimos identificar.
Entre os inúmeros conjuntos formado por Mestre Oscar, este da foto acima, era composto só por mulheres.
(Fotos do acervo pessoal de Oscar Santos, aos cuidados de sua neta Lúcia Uchôa)

sábado, 20 de abril de 2013

Mestre Oscar no Carnaval de 64

Num registro fotográfico de 1964, um momento em que o Mestre Oscar Santos (à esquerda) e Martinho Mota Dias, um dos integrantes do conjunto Oscar Santos, posam em frente à sede do Aeroclube de Macapá, onde se realizava um baile de carnaval, naquele ano. Entre eles, o radialista Carlos Lins Côrte (Baião Caçula - técnico de som da Difusora de Macapá). Os três já são falecidos.

(Foto do acervo do mestre Oscar Santos, sob a guarda de sua neta Lúcia Uchôa)

(Post atualizado em 29/04/2013)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lançamento de "Tesouros de Memórias" de Adamor de Sousa Oliveira

(Foto: Reprodução)
Aconteceu às 19:00 h desta sexta-feira, 19, o lançamento da obra "Tesouros de Memórias" do escritor Adamor de Sousa Oliveira. 
O livro enfoca inúmeros aspectos  da história do Amapá de 1944 até 1990.
Inúmeros pioneiros e intelectuais da terra, prestigiaram o evento que foi realizado no salão nobre da OAB/AP, em Macapá.
Fotos (reprodução) by Paulo Tarso Barros.

O Pioneiro: Wilson Carvalho

João Wilson Santos Carvalho, nasceu em Belém do Pará, em 11 de março de 1919, foi para Macapá no fim da Guerra, após baixa no exército, e logo se tornou uma figura muito popular, não apenas pelo vozeirão que usava para abafar seus opositores quando discutia futebol ou política, mas também pelo seu permanente bom humor, capaz de alegrar qualquer ambiente em que se encontrasse.
No futebol torcia pelo Paissandu e pelo Esporte Clube Macapá, do qual foi atleta, e na política ficou conhecido pela honestidade intransigente, pela ideologia trabalhista e por ser sempre de oposição. Quando Janary Nunes (que foi seu padrinho de casamento) e o PSD detinham o poder absoluto no Amapá, Wilson Carvalho lutava pelo PTB. Quando o regime militarista implantou o bipartidarismo, e a ARENA representava a situação, Wilson era do MDB (onde ficou conhecido pelo bordão “O MDB é do povo e o povo é do MDB”), e quando o PDS (depois o PFL) sucedeu a Arena, ficou no PMDB de Ulisses Guimarães.
Wilson Carvalho sempre procurou manter uma independência em relação ao governo. Era guarda-livros formado pelo Grêmio Comercial Português do Pará, vivia de um escritório de contabilidade e corretagens que funcionou muito tempo na esquina da Av. Presidente Vargas com a Rua São José, até que o prédio foi demolido para o alargamento das duas ruas, mas mesmo com sua atitude independente, participou intensamente da vida de Macapá, e esteve presente na criação de várias instituições importantes para o Amapá, como a Associação Comercial, a União dos Motoristas, o Colégio Comercial e a Loja Maçônica Duque de Caxias, entre outras. Foi jornalista da “Folha do Povo”, corretor de seguros, corretor de imóveis, motorista de “carro de praça”, representante do SDDA no Amapá, Conselheiro do Banco da Borracha e Superintendente da SUNAB, sem deixar de lado sua atividade política.
Casou-se em 1948 com Maria José (D. Yolanda) Savino Carvalho e teve quatro filhos: Wilma (funcionária aposentada da Auditoria do TFA), Wilibaldo (advogado e servidor aposentado do TRE/AC), Wilson (professor da UNIFAP) e Antônio de Urucânia (auxiliar de perito na Polícia Técnica/AP), e ainda viveu para ver o nascimento de doze de seus treze netos: Sabrina (advogada e professora), Fábio (advogado público), André (policial), Alexandre (administrador), Wilson (advogado), Wiliane (enfermeira), Gabriela (estudante), Soraia Carvalho (jornalista), Wilson Jr (servidor da RFB), Felipe (advogado), Enzo (autônomo), Rafaela (biomédica), Marco (estudante) e Vitor (estudante). Bisnetos: Davi, Andrezza, Sara Yolanda, e Amanda.
Construiu e morou a maior parte da sua vida em um sobrado na Av. Ernestino Borges, construção que resiste até hoje na esquina com a Rua São José, onde Wilson Carvalho foi, até sua morte em 1992, personagem principal da sombra de uma mangueira onde se jogava dominó, discutia-se política e futebol e, principalmente, ria-se muito. Após sua morte, acabou também esse espaço de lazer, mas ele é lembrado do lado oposto da cidade, onde deu nome à Av. Wilson Carvalho, no bairro do Zerão. (Wilson Jr.)
Fonte: Dados do livro Personagens Ilustres do Amapá, Vol. I, de Coaracy Barbosa, 1997, com atualizações do professor Wilson Jr., filho do homenageado.    

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O Mestre e seus alunos na Academia "Oscar Santos"

Registro de 1960 - Alunos da Academia Oscar Santos ensaiam em frente à casa do Mestre Oscar, na Rua São José, em Macapá.
Nas imagens só reconhecemos na bateria a Tereza, filha de criação do Mestre Oscar; ele está atrás dela; das três tocando acordeon, a do centro é Iracy Barbosa e atrás dela está o Augusto Souza, também com seu acordeon. Os demais não foram reconhecidos.
Nota do Editor: Esta foto faz parte do acervo pessoal do Mestre Oscar Santos, que, após sua morte, está sob a guarda de sua neta Lúcia Uchôa. Além de fotos, o acervo possui ainda partituras e outros objetos que pertenciam ao ilustre músico. Por uma deferência especial, a senhora Lúcia Uchôa, nos autorizou a compartilhar as fotos históricas com os leitores do Porta-Retrato.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Motoristas e seus carros antigos, em Macapá

Ano 1962 – Motoristas de Macapá, ao lado dos carros que dirigiam.
Nas imagens o primeiro a partir da esquerda é o Sr. José Veríssimo da Silva Vasconcelos (FERRO); dois dos colegas identificados por ele são o Sr. Waldésio (ao lado dele) e o Sr.Lúcio(de branco).
Foto tirada na Av. Henrique Galúcio c/a Rua São José, ali onde hoje está localizada uma feira municipal, próximo ao Mercado Central.
Fonte: Informações de Vânia Beatriz Vasconcelos no algum Bela Macapá, via Facebook. Vânia é uma das filhas do motorista "Ferro".

domingo, 14 de abril de 2013

ESPECIAL: Esporte Clube Macapá - Hexacampeão Amapaense de Futebol

Esta é do Baú do amigo João Silva

Julho de 1956, dia de festa no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, o 'Glycerão' como ficou conhecido no jargão da crônica esportiva do Amapá! Em campo a poderosa equipe do Esporte Clube Macapá, o grande papão do futebol amapaense na era amadora, tanto que chegou ao inimaginável título de hexacampeão amapaense de futebol, época em que se decidiu muitos títulos no tapetão e o grande clássico da cidade era Macapá e Amapá, por quem torciam as maiores autoridades do Território Federal do Amapá.
O azulino, tricampeão de 1954, 1955 e 1956, pousa para a foto histórica em tarde ensolarada, momentos antes do ponta pé inicial de amistoso contra o combinado formado por jogadores dos demais clubes que disputaram o certame daquele ano, naquilo que se chamava antigamente  'jogo da entrega de faixa aos campeões', vendo-se, da esquerda para a direita, em pé: Amujaci, Edésio, Darcy, Vasconcelos, Bibito, Expedito e o técnico Jomar Tavares; agachados, da esquerda para a direita: Wlademir, Palito, Sabá, Perigoso, Mafra e Avertino. Dos que aparecem nesse registro de 57 anos atrás, estão vivos, graças a Deus, Palito, Edésio e Mafra. (João Silva)

Fonte: Texto e foto reproduzidos do blog do jornalista João Silva.

Santana na Rota do Turismo

Este é um registro dos anos 60, que nos foi enviado pelo amigo Fernando Canto, e faz parte de uma coletânea de fotos pertencentes ao arquivo familiar do jornalista, poeta e escritor Ronaldo Bandeira dos Santos.
Ano 1964 - Sentados: ?, Carlos Nilson;  Amiraldo Bezerra; Getúlio Albuquerque; Ronaldo Bandeira, ao lado (de camisa branca) o José Coen; ao lado dele, (de óculos escuros) o Luiz Lavor Benigno; os demais da direita não foram identificados. (à frente deles, de camisa branca) o Maurício Bandeira.
Em pé: atrás do Carlos Nilson o Roberto Bandeira, e o outro, à direita, é o Teodorico Chagas.
Como as fotos vieram, todas, sem legenda, recorremos à ajuda do amigo Amiraldo Bezerra que aparece nas imagens de um evento.
Ele nos deu o seguinte depoimento: “Não tenho bem certeza, mas, parece-me com a equipe selecionada para receber e assessorar os Turistas que chegariam ao Porto de Santana, a bordo do navio Rosa da Fonseca, um dos maiores, senão o maior navio turístico da época. Nós tínhamos como atribuição, inclusive, selecionar voluntários para servirem de guias turísticos. Os visitantes viriam uma parte por terra e a outra pelo Amazonas (de lanchas e barcos) e na volta de forma inversa. (...) Depois que voltamos ao Navio, fomos agraciados pelo Comandante com uma visita em todo transatlântico, jantamos no restaurante principal; assistimos ao baile com demonstração de danças regionais dos turistas, tais como tango, salsa, bolero, calipso e outros. Voltamos para casa já de madrugada. Eu era Oficial de Gabinete da PMM - Gestão Jaci Jucá e depois Mário Barata, e fiz parte do grupo indicado pelo Prefeito. Não sei precisar a data, ... (Amiraldo Bezerra)
ROSA DA FONSECA
Memória Histórica Um dos muitos fatos marcantes que relaciona a cidade de Santana com o turismo interno e externo deve-se à chegada do transatlântico Rosa da Fonseca, (foto)que atracou no cais da ICOMI, na manhã do dia 21 de janeiro de1964, trazendo cerca de 450 turistas de diversas nacionalidades.
Promovido pela Touring Clube do Brasil, no roteiro do XXVI Cruzeiro Turístico, o Porto também considerado de Santana recebeu carinhosamente os turistas oriundos da Europa e parte da América do Norte.
Os visitantes estrangeiros passaram o dia inteiro conhecendo alguns pontos pitorescos de Santana, como as estruturas habitacionais e administrativas da Vila Amazonas (cinema, supermercado, sede esportiva e hospital), assim como a área portuária e industrial da ICOMI em Santana, na qual tiveram conhecimento da importância socioeconômica da mineradora no Amapá.
Em passeio pela capital amapaense, os passageiros visitaram a histórica Fortaleza de São José de Macapá, conheceram algumas obras desenvolvidas pelo Governo Territorial na cidade (construção de escolas e reformas de prédios públicos) e fotografaram o marco zero do Equador, levando como lembranças de que estiveram no meio do mundo.
Por volta das 21 horas do mesmo dia (21), os visitantes retornaram para o transatlântico Rosa da Fonseca, onde continuaram sua excursão pelo resto da região amazônica, após considerarem, assim, inaugurada a era do turismo no Amapá. Os turistas não esconderam sua satisfação pelos esforços empregados pelos organizadores, para proporcionar-lhes a melhor estadia possível no então Território Federal do Amapá.
Segundo a Comissão Territorial da Legião Brasileira de Assistência (LBA), os turistas do Rosa da Fonseca deixaram mais de um milhão de cruzeiros (cerca de R$ 10 mil) em rendas que foram coletadas por compras feitas de decorações, lembretes, filmes fotográficos e serviços extras.   (Emanoel Jordanio – Editor do blog Memorial Santanense)

sábado, 13 de abril de 2013

ESPECIAL: "Alberto Gravador veio passear e ficou em Macapá"

(*) por Édi Prado
O tempo passou e foi modificando o cenário do centro comercial de Macapá. Mas cada quadro, cada imagem, os nomes das casas e como era o centro, ainda está vivo na memória de Alberto Lima Ramalho ou Alberto Gravador.
Ele nasceu no dia 1º de março de 1940, em Fortaleza (Ce). Filho dos agricultores, Joaquim Ramalho Filho e Zilda Lima Ramalho. Eles tiveram 16 filhos e Alberto trabalhou junto com os irmãos ajudando os pais desde os 11 anos. Na cidade ele ficava observando os gravadores de caneta, isqueiro, troféus, relógios, cordões, pulseiras e outros objetos de valor, com o nome de pessoas. 
Ficava horas vendo “aquela arrumação”. Embora não tivesse tempo para dedicar-se aos estudos, aprendeu a ler a escrever. Foi trabalhar em lojas que vendiam canetas, relógios e outros objetos, alvo da “cobiça profissional”. De tanto olhar ele aprendeu o ofício. Adquiriu logo a ferramenta para fazer os primeiros riscos. 
Precisava aperfeiçoar a caligrafia. “Fazer letras bonitas era a consagração. Foi quando comprei o livro Sempre é Tempo, do professor Antônio de Franco e este livro de caligrafia era tudo que eu precisava”. Sou autodidata, relembra Alberto Gravador, apelido herdado da profissão. Saiu gravando pelo nordeste. 
Saiu do nordeste e foi tentar a vida nova em Belém do Pará. E veio acompanhado da esposa, Etelinda Freitas Ramalho. Casaram-se em 1960. “Estamos juntos até hoje. Não tivemos filhos. Meu pai gastou toda a ‘sustança’ com os 16 filhos” brinca. Em 1962 veio passear, ficar uns 10/15 dias em Macapá. No retorno à Belém, vendeu o que tinha e mudou-se de mala e cuia para Macapá em 1963. “E já estou aqui há 50 anos”, comemora. 
Para começar a vida, montou um arremedo de armarinho no Bar du Pedro, no Mercado Central e foi diversificando as atividades e gravando frases, nomes e datas e até escrevendo nomes de pessoas em diplomas e outros objetos. Aqui era tudo diferente, narra.
“A minha casa, oficina e loja, que fica na Coaracy Nunes, 55 desde quando aqui cheguei, ficava num ‘gapó’ entre pontes. Este centro todinho era de ponte. A água fazia parte de quase tudo aqui” fala, apontando para “a área que começa na Fortaleza de São José até passando a Rua São José”, relembra. “pra você ter uma ideia, em 1963 só haviam oito carros de praça”. 
“Macapá era uma ‘fartura’. Faltava tudo e era fila para comprar até um quilo de alimentos. Vivemos momentos difíceis em Macapá. Mas hoje a cidade está uma beleza, começando a se transformar numa metrópole. Eu me sinto bem aqui. Conheço muita gente”. 
“Sei de muita coisa daqui. Eu vi, por exemplo, aquele incêndio na década de 70, que destruiu quase todo o comércio” vangloria-se. “Estou com 73 anos e só me sinto velho quando adoeço”. Gaba-se.” Diz pro Janjão, referindo ao radialista pioneiro, João Lázaro, que estou com saudade dele e quando vier a Macapá que me procure. “Estou no mesmo lugar”, convida Alberto Gravador. (Édi Prado)
Fonte: Entrevista e texto do jornalista (*) Édi Prado (Direto de Macapá – via e-mail - especial para o “Porta-Retrato”)
                                                                        Fotografias: Édi Prado

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Campanha Pública de Vacinação contra a Poliomielite

Em janeiro de 1964, o Lion’s Clube de Macapá e a Divisão de Saúde do Território Federal do Amapá, com o apoio da ICOMI, promoveram uma Campanha de Vacinação contra a Poliomielite, em crianças de 4 meses a 6 anos de idade, para aplicação da primeira dose da vacina SABIN.
Pais e crianças no Hospital Geral de Macapá.
Pessoas na fila de vacinação no bairro do Trem.
Além do Hospital Geral de Macapá, também foi instalado um local de vacinação no antigo Posto de Puericultura “Dr. Hildemar Pimentel Maia”, ao lado do Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, no bairro do Trem.
Equipe médica, autoridades e pessoas especialmente convidadas, se envolveram na operação.
Nas imagens, as jovens senhoras leoninas, Graça Teixeira e Ronele Souza prestam serviço como voluntárias.
Fonte e Fotografias: Revista ICOMI-Notícias
(Post repaginado em 10 de abril de 2013)

Inauguração do antigo Serviço Municipal de Estradas de Rodagens, de Macapá


Ano 1967 - Solenidade de inauguração do antigo SMER - Serviço Municipal de Estradas de Rodagens (na rua Hamilton Silva), em Macapá. Presentes autoridades, servidores e secretários municipais.
A partir da esquerda: Profº. Leonil Pena Amanajás; profª Latife Sales; Dr. Augusto Fernando Porto Carrero (Prefeito Municipal de Macapá, na época); Dona Edith Sá; Sr. Heitor de Azevedo Picanço; profº Bernardo Rodrigues de Souza; Sr. Luiz Araújo; Raimundo Azevedo Costa; Raimundo de Souza Martins; ?; Cabo Rui (profº. de educação física); Sr. Machado; Sr. Raimundo Pessoa Borges (Marituba); ?.
 (Foto compartilhada pelo amigo Cléo Araújo)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Bons tempos da Guarda Territorial!


Esta foto foi tirada no interior da Fortaleza de São José de Macapá.
Da esquerda para a direita: Na época, Ten. PM Eusimar Lima Costa, entre eles o saudoso Inspetor Crisogno Martins, clarinetista da Banda de Música da Guarda Territorial com uniforme de gala da briosa corporação; à direita e na época também, Ten. PM Inácio Barroso Rocha (de óculos) tendo à frente, na mesa, a onça empalhada, que foi capturada na prainha  que existia atrás da Fortaleza de Macapá.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Pioneiros Maçônicos

Mais duas fotos que integram o acervo do projeto da família Façanha da Silva, de lançar um livro de memórias e um DVD, com documentos e fotos inéditas, onde será contada a história intelectual e pública  de importantes fases da vida do pioneiro Mário Quirino da Silva, como filho, pai, educador e trabalhador público.
Esta foto mostra uma reunião no interior da Loja Maçônica Duque de Caxias, em Macapá. Despedida do Dr. Uriel Sales de Araújo no dia 15.06.1958.
A partir da fila de cima, da esquerda para direita: Professor Mário Quirino da Silva, ?, ?, José Araguarino de Mont’Alverne, (? - lembro as feições mas não o nome),? e ?.
Na fila debaixo: Sr. Manoel Torrinha,?,?,?, Sr. João Arthur Jansen Rodrigues, Sr. Heitor Picanço, Sr. Medeiros (na época funcionário das loja Pernambucanas), Se. Antônio Pereira da Costa(escultor dos leões do forum), Sr. Nuto Rolf Pecher (Seu Natan – dono do Bar Continental), o moreno atrás conheço mas não lembro o nome e o penúltimo à direita é o Sr. Afonso Alvite Rodrigues, e o último Sr. Meton Jucá.
Sentados: Do primeiro, lembrei as feições mas esqueci o nome, o segundo Sr. José Ubirajara Coutinho, Tenente Uadih Charone, Sr. Maia, Dr. Uriel Sales de Araújo, Sr. Elóy Monteiro Nunes, Ten. José Alves Pessoa e Sargento Ermídio Moisés Mendes.
Posse do Sr. João Arthur Jansen  Rodrigues, na Loja Maçônica Duque de Caxias, no dia 25.06.1970.

A partir da esquerda: Ten. José Alves Pessoa, Professor Mário Quirino, Sr. João Arthur Jansen Rodrigues, José Araguarino de Mont’Alverne e Sr. Amauri Guimarães Farias.

Nota do Editor: Se alguém lembrar dos nomes não identificados e puder nos ajudar, favor enviar as informações pelo e-mail  jolasil@gmail.com ou deixar registrados nos comentários.

(Republicado por conter incorreções e para atualizações)