Mostrando postagens com marcador Esporte Clube Macapá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esporte Clube Macapá. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE > RARIDADE HISTÓRICA: UMA DAS PRIMEIRAS FORMAÇÕES DO ESPORTE CLUBE MACAPÁ

O Porta-Retrato tem o prazer de compartilhar com seus leitores uma relíquia do futebol amapaense: uma raríssima fotografia de uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá, o mais antigo clube em atividade no Amapá e um dos mais tradicionais da região Norte.

Imagem: Recorte de jornal (Reprodução)

Na imagem acima, vemos a representação do E.C. Macapá alinhada para uma partida histórica. A legenda original identifica, da esquerda para a direita, os seguintes integrantes:

Alcolumbre (técnico), Souza, Edílson, Herundino, Zolirio, Louro, Pintor, Zeca Banhos, Brito, Nonato, Ubiracy Picanço e Walter Nery.

Breve História do Esporte Clube Macapá

Fundado em 18 de julho de 1944, o Esporte Clube Macapá nasceu no coração da então pequena cidade de Macapá, ainda no período do Território Federal do Amapá, quando o futebol local começava a se organizar.

Formado por jovens entusiastas e desportistas apaixonados, o time vestia as cores azul e branca, que rapidamente se tornaram símbolo de orgulho e identidade.

Com o passar dos anos, o Macapá se consolidou como um dos clubes mais respeitados da região, participando ativamente do crescimento do esporte amapaense e protagonizando partidas memoráveis contra seus grandes rivais.

Linha do Tempo do Esporte Clube Macapá

📍 1944 – Fundação oficial do clube, que passa a disputar partidas amistosas e torneios amadores.

📍 1945–1950 – O Macapá se destaca nos primeiros campeonatos locais, tornando-se referência técnica no futebol do Território do Amapá.

📍 1952 – Conquista o primeiro título do Campeonato Amapaense, entrando para a história como um dos pioneiros do futebol local.

📍 Década de 1960 – Início da lendária rivalidade com o Trem Desportivo Clube, dando origem ao clássico mais tradicional do estado: o Clássico do Pão com Ovo.

📍 1970–1980 – Consolidação como potência estadual, revelando craques e ampliando sua torcida.

📍 1990–2000 – O clube mantém viva sua tradição, investindo em novas gerações e fortalecendo as categorias de base.

📍 2010 em diante – O Macapá segue como símbolo de resistência e memória esportiva, representando a paixão do povo amapaense pelo futebol.

O Orgulho Azul da Cidade

Mais do que um clube, o E.C. Macapá representa uma história viva do povo amapaense — uma história de superação, de amor ao esporte e de identidade cultural.

Cada uniforme azul que entrou em campo ajudou a construir um capítulo dessa trajetória que mistura emoção, rivalidade e paixão pela bola.

Fonte: Acervo histórico compartilhado por Sabá Ataíde, colaborador do Porta-Retrato.

Imagem: Uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá (Recorte de Jornal)

Década estimada: anos 1940/1950.

segunda-feira, 18 de julho de 2022

MEMÓRIA DO ESPORTE AMAPAENSE: MUDANÇA DE NOME DE PANAIR PARA ESPORTE CLUBE MACAPÁ

O Panair (Paner)Sport Club, embrião do Esporte Clube Macapá, foi fundado no dia 7 de setembro de 1940. Era o clube dos funcionários da Panair do Brasil, empresa aérea da época que depois foi substituída pela ”Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul”.

A mudança de nome do azulino amapaense de Panair Club para Esporte Clube Macapá, aconteceu em reunião de Assembleia Geral, realizada na sede do Panair Sport Club, situada à Rua São José, na antiga Praça Capitão Augusto Assis de Vasconcelos (atual Veiga Cabral), no dia 18 de julho de 1945, quarta-feira. Matéria referente a este fato foi publicada na edição número 20, ano 1, do Jornal AMAPÁ, órgão do governo territorial, que circulou no dia 4 de agosto, na terceira página. 

A solenidade foi presidida pelo desportista Acésio Guedes. A diretoria azulina ficou sob a presidência de Paulo Moacyr de Carvalho, tendo como vice o secretário-contador da Prefeitura de Macapá, Jacy Barata Jucá.

Informações do historiador Nilson Montoril de Araújo.

Via Facebook

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

MEMÓRIA DO ESPORTE AMAPAENSE - COPÃO DA AMAZÔNIA – UM TEMPO DE GLÓRIAS

 Por Humberto Moreira

Decorria o ano de 1974 quando aqui surgiu a notícia que a então CBD estava planejando a realização de um torneio de futebol, envolvendo os ex-Territorios Federais da Amazônia. 

A nossa Federação era presidida pelo engenheiro Manoel Antônio Dias, que tinha dado uma alavancada no futebol local fazendo parceria com a imprensa e restabelecendo a confiança dos clubes na entidade.

No Rio as reuniões se sucediam na CBD sob o comando do Almirante Heleno Nunes. Entre os que defendiam a realização da competição estava um paraense, que morou em Macapá por muito tempo e por motivos de saúde havia se mudado para o Rio de Janeiro. 

Raimundo Osmar Pontes Holanda se tornou amigo do presidente da confederação e foi o maior defensor do oficialmente chamado de Torneio da Integração. Tanto que, depois, Holanda passou a ser chamado pela imprensa de “Pai do Copão”.

Passou-se quase um ano nas tratativas e finamente foi batido o martelo. Haveria o Copão e a primeira edição foi marcada para julho de 1975 em Porto Velho, capital de Rondônia. Poderiam participar os campeões das quatro unidades envolvidas. 

Pelo Amapá o representante seria o Esporte Clube Macapá, maior detentor de títulos locais da época e dono de um senhor time de futebol.

O Acre já era Estado, mas o futebol lá ainda era amador, como acontecia nos demais participantes. O representante acreano era o Juventus, uma potência comandada pelo craque Dadão, coadjuvado por Emilson e Carlinhos. O Baré jogaria por Roraima e o Ferroviário, denominado Tricolor da Madevia, por ser ligado à estrada de ferro Madeira-Mamoré, seria o anfitrião.

Imaginem uma delegação de 27 pessoas se deslocando de Macapá para Porto Velho, numa longa viagem no YS-11 da Cruzeiro do Sul, passando por Santarém, Manaus e por fim duas horas sobre a floresta amazônica até chegar à capital de Rondônia. Para nós era como se fosse a própria Copa do Mundo. Um grupo barulhento de jogadores, dirigentes e imprensa ficou hospedado no Hotel Vitória, centro da capital e se preparou para encarar a competição. Logo depois da chegada baixou sobre Porto Velho um fenômeno chamado friagem, que desce da cordilheira dos Andes e atinge locais como Porto Velho e Rio Branco, que estão próximos da fronteira com Perú e Colombia.

E foi num frio de 16 graus que o Macapá fez sua estreia diante do Ferroviário, o dono da casa. O azulino jogou uma partidaça e bateu o tricolor por quatro a um. Antes disso houve abertura da competição com a presença dos presidentes das Federações e com Raimundo Holanda representando a CBF. Eu havia trabalhado com ele em 1971 numa escapada de oito meses até o Rio de Janeiro e já o conhecia muito bem. Era um sujeito calmo e ponderado que não levantava a voz nunca e tratava a todos com delicadeza. Ele ficou alegre ao me rever. Holanda seria presidente da Confederação Brasileira de Basquetebol tempos depois.

Mas voltemos ao torneio. Depois da primeira rodada os rondonienses encasquetaram que deveriam colocar um segundo representante deles na competição. Convocaram uma reunião à noite e a gente foi pra lá. No grupo estavam Raimundo Anaice, Mair Bemerguy e Edésio Lobato pelo Macapá. Pedro Assis e Manoel Dias pela Federação Amapaense. Da imprensa Guilherme Jarbas, João Silva, Nilson Montoril e eu. Numa manobra muito bem montada o presidente Manoel Dias propôs que a entrada do Moto Clube deveria ser por unanimidade, dando a entender que votaria a favor. O resto dos dirigentes caiu na esparrela. Para a surpresa de todos o Duca (apelido dele) votou contra e jogou um balde de água gelada, como o vento daquela noite, nas pretensões do pessoal de Porto Velho. Mas a primeira rodada foi anulada e o Macapá teve que começar tudo de novo.

Aí foi a vez de encarar o Juventus. A imprensa acreana, composta pelo jornalista José Chalub Leite (Placar), Belmiro Xavier e Valdemir Canizo (Difusora Acreana) e Campos Pereira (Rede Amazônia) nos falava maravilhas do time juventino. E era realmente verdade. Dadão havia jogado no Fluminense e voltara para Rio Branco ainda exibindo um grande futebol. O centro avante Bira disse depois que “tomar a bola do Dadão só se bater nele com um pau”.

Mas o Macapá era o Macapá. Depois de várias escaramuças de ambos os lados o time do Acre começou a estudar mais as jogadas, pois percebeu que entrar na zaga comandada por Nariz e Albano não seria fácil. Mais atrás, no gol azulino estava Aluísio pegando até pensamento. De repente um contrataque, Marco Antonio chegou quase debaixo do gol e cabeceou no ângulo. GOOOOOLL DO MACAPÁ. E bastou só aquele. O azulino despachou o poderoso Juventus de volta pra casa. Me vi correndo dentro de campo para abraçar o goleiro do Leão da avenida FAB. Aluísio jogou uma partida impecável. Tanto que foi o jogador mais cumprimentado pelos adversários.

Veio o jogo contra o Baré de Roraima que não chegou a ser fácil como a gente esperava, mas o Leão ganhou de novo e desta vez por três a dois. O time vermelho de Boa Vista lutou muito, porém teve que se curvar ao melhor futebol do time comandado pelo Tenente Amaral.

Agora faltava encarar o Ferroviário novamente. Surgiu um impasse de última hora. Alguns jogadores do Macapá não queriam entrar em campo. Afinal na primeira partida do Torneio eles já haviam jogado e vencido o tricolor. Ao baterem os outros adversários já seriam campeões. Reúne, chama todo mundo para o debate. Eu estava no meu apartamento com o João Silva quando fomos chamados a opinar também. Disse ao grupo que realmente o time já era campeão, mas já pensou vencer os rondonienses pela segunda vez? Entrem em campo de novo e batam neles. Assim foi feito. A torcida do Ferrim passou a noite na frente do Hotel Vitória espocando foguetes, batendo tambores e fazendo barulho pra não deixar o time amapaense dormir. Não adiantou. O nosso representante deu um baile de bola e venceu com gols de Barrado, Carlos Roberto (Pé) e Aldo.

Eram 08hs da manhã do dia seguinte. No Mercado de Porto Velho um grupo fazia a maior festa em meio a muita cerveja, para o espanto dos que estavam ali fazendo compras. Eram os dirigentes, jogadores e a imprensa amapaense festejando aquela vitória épica. Porto Velho ainda nos veria em outras edições do Copão da Amazônia, mas nunca como naquela manhã, depois do Macapá conquistar o I Torneio da Integração.

Fonte: Facebook

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Foto Memória da Beleza Amapaense: Concurso Rainha das Flores 1968

Na época do Território do Amapá, sempre tínhamos em Macapá destacados eventos, com total participação da sociedade macapaense como desfiles e outras brilhantes promoções filantrópicas e sociais.

Mostramos hoje um registro do Concurso Rainha das Flores, realizado na sede do Esporte Clube Macapá, dia 31 de maio de 1968.

Quarenta candidatas participaram da festa, das quais 10 foram escolhidas numa primeira apresentação, e depois de um novo desfile, os jurados selecionaram as 5 finalistas que aparecem nessas imagens:

A partir da esquerda pela ordem: 1-Carmem Almeida; 2-Eloísa Lopes; 3-Suely Sussuarana; 4-Graça do Carmo e 4-Wanda Ribeiro.

A candidata vencedora foi a número 2 Eloísa Lopes, filha do casal Douglas (Edna) Lobato Lopes: Rainha das Flores 1968.

Foto: Eloísa Cavalcante (Arquivo pessoal)

domingo, 4 de agosto de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense - Time do Esporte Clube Macapá - 1969

Nossa Foto Memória de hoje, foi retirada do acervo do amigo Franselmo George, professor, pesquisador e organizador dos Arquivos da História do Futebol Amapaense.
‎Ele postou na Rede Social, uma foto histórica do time do ESPORTE CLUBE MACAPÁ, datada de 1969.
Estão nas imagens, a partir da esquerda: Em pé: Joaquim Gouvêa(Treinador), Wanderley, Aluízio Cuiu, Nariz, Moacir, Lua, Pajé e Iaci Alcântara(Médico) - Agachados: Sassuca, Ticil, Mazola, Fernando e Félix(Carlos Martins).
Francelmo complementa informando que esse foi o jogo de entrega de faixas ao Macapá campeão de 1969 contra o Paysandu, de Belém do Pará, e estreia do zagueiro Augusto Wanderley, o Nariz. Nariz tinha acabado de deixar o Ypiranga Clube, onde foi vice-campeão contra o Macapá, campeonato de 1969 e foi convidado a jogar pelo Azulino da avenida FAB. A negociação na época com o Macapá ajudou na compra da casa própria para a mãe dele. Nesse jogo da foto, contra o Paysandu, no estádio Glycério Marques, em Macapá, Nariz foi o craque do jogo, empate em 2 x 2.
Resumo HistóricoO Esporte Clube Macapá, foi fundado em 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual havia sido campeão territorial naquele mesmo ano. Em 1946, com a extinção da aviação Panair, a agremiação teve seu nome mudado para Esporte Clube Macapá.
Foi vencedor do Torneio Integração da Amazônia, em 1975.
Venceu o Campeonato Amapaense 17 vezes (1944 - como Panair EC, 1946, 1947, 1948, 1949, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1969, 1974, 1978, 1980, 1981 e 1991).
Vice-Campeonato Amapaense: 1994 e 2013
Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2005.
Fonte: Facebook
(Atualizado às 22h30min)

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Foto Memória de 1976, publicada pelo jornalista João Silva em sua página em uma Rede Social registra um dos esquadrões do Esporte Clube Macapá da década de setenta quando o azulino da Av. FAB ficou com os títulos de 74, 78 e foi Campeão em 1975 do Primeiro Copão da Amazônia, em Porto Velho-RO.
Confira, em pé, da esquerda para a direita: Castelo, Nariz, Sena, Aldemir França, Jonas e Dida; agachados: Haroldo Santos, Leo, Pula-Pula, João de Deus, e Bil Maravilha concedendo entrevista ao Luca Melo, da badalada dupla de repórteres do programa R.E Dá Olé, da Rádio Educadora São José de Macapá (o outro era Luca Roberto). Bons tempos!
Fonte: Facebook

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá - Primeiro Campeão do Copão da Amazônia

Em 1975 foi criado o Copão da Amazônia ou Torneio Integração da Amazônia onde clubes dos estados onde o futebol era amador poderiam disputar uma competição oficial além dos seus respectivos campeonatos estaduais. 
Por ter sido campeão amapaense de 1974 o Macapá foi o primeiro representante do estado no referido torneio.
Juntaram-se ao Macapá os campeões de Acre, Rondônia e Roraima e o torneio foi disputado em Porto Velho. Os resultados do Macapá foram:
22 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 1-0 JuventusAcre
26 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 3-2 BaréRoraima
29 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 3-0 FerroviárioRondônia
Decidindo o torneio contra os donos da casa, o Macapá mostrou superioridade e bateu o Ferroviário em Porto Velho pelo placar de 3-0, com gols de Barradas(17'1º), Marco Antônio(16'2º) e Bira(25'2º) e foi campeão da primeira edição do torneio. (Texto: Wikipédia)
(Foto: Facebook)

domingo, 27 de maio de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esquadrão do Esporte Clube Macapá

Nossa Foto Memória de hoje foi compartilhada pelo desportista Zequinha Monteiro em sua página na rede social.
É um registro raro do início da década de 1980, do esquadrão do Esporte Clube Macapá, no gramado do Estádio Municipal “Glycério de Souza Marques”, em Macapá.
Nas imagens temos em pé: Jonas, Zequinha, Baracão, Aroldo, Bandeirante e Neivaldo
Agachados: Chocolate, Ademir, Leo, Guara Lacerda e João de Deus.
Fonte: Zequinha Monteiro, via Facebook

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, é de outro time amapaense, também glorioso e de grandes conquistas: Esporte Clube Macapá. 
É parte do acervo do Boró, que passou pelo azulino da Av. FAB.
A partir da esquerda: Edésio; Guilherme; Boró; Wilson Sena; Expedito Pinheiro dos Santos; Paulo Rodolfo; Papagaio e Nilde Abdon.
Agachados: Enildo; Batintim; Jonas Banhos; Fernando Dentinho; Lelé; Aderbal e Roque Torres.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Onzena do Esporte Clube Macapá

Trazemos hoje mais uma Foto Memória do Esporte Amapaense, desta feita do acervo de outro desportista de Macapá.
Extraímos da página do amigo Acelino Ferreira, no Facebook, esta relíquia histórica com imagem do Esporte Clube Macapá, no ano de 1987, que apresenta o time do azulino da avenida FAB, sob o comando do técnico Dutra.
A postagem original aconteceu em setembro de 2014.
Por ser uma cópia impressa, a qualidade encontra-se comprometida, razão pela qual pedimos nossas desculpas, por não termos conseguido deixá-la mais visível.
Clique na imagem para ampliá-la e visualizar melhor
A partir da esquerda temos em pé: Jonas, Macapá, Merica, Acelino, Vitor Jaime e Dida:
Agachados: Valdez, Vasconcelos, Juca, Gilberto (Ligeirinho) e Valdir.
Fonte: Facebook

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Fotos Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá , em Cametá-PA

Nossas Fotos Memórias de hoje, foram compartilhadas com o blog pelo amigo Flávio Gaia, direto de Cametá, município do Estado do Pará, via Facebook.
São raros registros do valoroso time do Esporte Clube Macapá, quando visitou Cametá, para jogar com o Comercial Esporte Clube, em 1949.
Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor
Na primeira foto a partir da esquerda: Mair Bemergui, Bibito, Sabazão, Guilherme Caneta, (não idedntificado), Bianor, Aristeu, Ismael e Amujacy.
Agachados: Perigoso, (não identificado), Mafra, Pigmeu, Avertino Ramos e Falconeri.
Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor
Na foto acima, time do Esporte Clube Macapá, desfilando em Cametá/PA.
Fonte: Flávio Gaia (Cametá)

sábado, 22 de julho de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá - Campeão Amapaense de 1974

O Esporte Clube Macapá é um clube amapaense, fundado no dia 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual havia sido campeão estadual em 1944. Em 1946, mudou de nome para o atual: Esporte Clube Macapá.
Esse é o esquadrão do Esporte Clube Macapá, Campeão Amapaense de 1974,  em foto compartilhada pelo atleta Aldemir França, em sua página no Facebook.
A partir da esquerda, em pé: Castelo, Zequinha, Haroldo Santos, Albano, Assis e Jonas. 
Agachados: Olivar, Marco Antônio, Antúzio, Aldemir França e Canhoto. 
Fonte: Facebook

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Como ele mesmo começa o texto, é uma foto preciosa, do fundo de Baú de Memórias do amigo João Silva, mostrando uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá, já no Estádio Glycério Marques, pós era Panair, como se chamava o grêmio azulino antes, quando o futebol do Amapá dava seus primeiros passos na Praça São Sebastião, depois Assis de Vasconcelos, finalmente Praça Veiga Cabral. ” João diz que, “não foi possível precisar o dia, mas foi na década de 50, presume-se que em 1958. ”
Esse time, formando, da esquerda para a direita, em pé, com: Bibito, Perigoso, Guloso, Sabá, Aristeu e Expedito Dias; agachados na mesma ordem com: João Leite, Mafra, Palito, Edésio e Avertino, enfrentou nesse dia o Nacional de Manaus no Estádio Municipal Glicério Marques e conseguiu empatar de zero a zero contra o Campeão Amazonense, honrando as tradições do futebol amapaense, como consta na dedicatória da foto de 57 anos atrás. Bibito, Expedito Santos, Expedito Dias, Sabá, Aristeu, João Leite e Avertino e Edésio subiram; estão por aqui, graças a Deus, Palito e Mafra; zagueiro Expedito Dias brilhou no futebol amapaense, pelo Macapá, e no futebol paraense, vestindo a gloriosa camisa do Clube do Remo, e é até hoje lembrado pela torcida azulina de Belém do Pará. Palito chegou a fazer teste no Vasco e, é considerado por muitos como o Pelé Branco do Futebol amapaense. ” (João Silva)
Crédito: Memorial Amapá
Fonte: Facebook

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: Veteranos do Esporte Clube Macapá/ AP

O amigo João Silva, compartilha uma foto histórica, sem data, presumivelmente do início dos anos 70, com o time de Veteranos, do Esporte Clube Macapá.
A partir da esquerda, em pé: Edésio Lobato, Guilherme, Boró, Wilson Sena, Expedito Santos, Paulo Rodolfo, Papagaio e Edson Abdon (Tapioca).
Agachados, na mesmas ordem: Enildo, Batintin, Jonas Banhos, Fernando Dentinho, Lelé, Aderbal Lacerda e Roque Torres (Cabo Roque).
Informação Histórica - O Macapá foi fundado no dia 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto clube Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual havia sido campeão estadual em 1944. Em 1946, mudou de nome para o atual: Esporte Clube Macapá.
No Campeonato Amapaense: o azulino da Av FAB conquistou 17 vezes (1944 - como Panair EC, 1946, 1947, 1948, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1969, 1974, 1978, 1980, 1981, 1986 e 1991).
Foi Vice-Campeão Amapaense: em 1994 e 2013. (Wikipédia)
(Fonte: Facebook)

sábado, 5 de dezembro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Nossa foto memória de hoje, do arquivo pessoal do amigo jornalista/radialista Humberto Moreira, mostra imagens do Esporte Clube Macapá, participante do Copão da Amazônia, em 1979.
A partir da esquerda, em pé: Jonas, Zequinha, Léo, Baraca, Bandeirantes e Neivaldo.
Agachados: Celso, Ananísio, Aldemir França, Guara e João de Deus.

O próprio Humberto, que estava cobrindo aquela competição, conta a história da memorável partida:
“O jogo mais sensacional que transmiti foi disputado por Macapá e Rio Branco AC no estádio Aluísio Ferreira em Porto Velho RO. As duas equipes decidiam quem jogaria a final daquele Copão da Amazônia. Coincidentemente o ataque azulino era comandado por um dos melhores atacantes que o futebol amapaense produziu. GUARA Lacerda fora artilheiro do campeonato amapaense naquele ano e estava voando literalmente. A maioria dos seus gols haviam sido marcados de cabeça. Temido por seus adversários o azulino fazia jus a sua fama. Para completar um dirigente do Macapá presente na competição aceitou comentar o jogo na minha transmissão pela Nacional. Na verdade, Edésio era mais torcedor que analista. No campo estavam os repórteres Paulo Silva e Luís Melo que o nosso também era um timaço. O jogo começa e o tempo vai passando. O empate era do Macapá. Fim do primeiro tempo. Nada de gol. Na etapa final os dois times redobram os cuidados na marcação. Faltavam cinco para acabar quando Nino apanha bola na intermediaria e desfere um chute de bico, daqueles em que a bola sai queimando a grama. E entrou no cantinho do gol amapaense. Uma tristeza se abateu sobre a nossa equipe. Enquanto o repórter contava detalhes do lance eu ouvia Edésio repetir balançando a cabeça "Não é possível". Bola ao centro.
O Macapá sai tocando. Aldemir França enfia na entrada da área a Guará Lacerda. O tiro sai à meia altura obrigando o goleiro Ilimani a rebater. Dário vem na corrida e manda pra dentro. GOOOL. Explosão de alegria dentro e fora de Campo. Olhei o meu cronômetro e como nós narradores dizemos, eram passados 42 minutos. O Rio Branco tinha um time respeitável. Deu a saída e foi pra cima. Num bate rebate a bola sobrou justamente para o tal de Nino. O baixinho era muito liso. Meio desequilibrado ele conclui e a bola entra. Quase que o grito de gol não sai. Quarenta e quatro minutos. Não há mais nada a fazer. Era dar a saída e terminar o jogo. O Macapá sai tocando pela direita. João de Deus sofre falta ali pela intermediária. Léo se prepara e cobra alto no segundo pau. Posicionado justo entre as linhas da grande e pequena área encontra-se o artilheiro do Leão. E ele parte para o cabeceio. Aquela jogada havia sido repetida muitas vezes no campeonato amapaense. Talvez por conta da impulsão adquirida no vôlei e no basquete, nosso artilheiro não subia. Ele voava. É foi o que fez. A bola saiu da sua cabeça como um chute, dando para ouvir até o barulho que ela fez quando encontrou a rede. Goooooool. Naquele grito parecia que o coração ia sair pela boca. Foi o estrelão do Acre dar a saída para o jogo acabar. Paulão e Melo entraram em campo para ouvir os jogadores. Da cabine olhando a festa no gramado vi a figura inconfundível de Edésio Lobato festejando aos saltos junto com os jogadores. Pensei comigo mesmo: Perdi o meu comentarista. O Macapá perderia o jogo final para o Ferroviário de Rondônia. Mas aquela semifinal nunca mais sairia da minha memória. Dois dos personagens daquele jogo nos deixaram a pouco. Aos dois a minha homenagem. A Guaraci Lacerda e Edésio Lobato. Quem sabe ainda nos encontraremos. ” (Humberto Moreira)
Fonte: Facebook
O historiador e radialista Nilson Montoril faz, no Facebook,  uma observação a respeito da descrição de Humberto Moreira:
Nilson Montoril de Araújo O Humberto se equivocou. O comentarista da Rádio Nacional era eu. No momento do gol do Guara, uma jovem da Rádio El Dourado FM soltou um foguete levando a Policia Militar a invadir nossa cabine jogando o argentino Henrique, que era o rádio técnico da Nacional ao chão. Reagi e no peito coloquei os 2 policiais pra fora sendo ameaçado de prisão.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

FALECIMENTO: Morre em Belém, aos 64 anos, o desportista Guara Lacerda

Faleceu neste domingo (29/11), em Belém do Pará, Guaracy Rodrigues Lacerda, macapaense, nascido em 18 de novembro de 1951, filho do seu José de Sousa Lacerda e dona Hosana Rodrigues Lacerda.
Guara, fazia tratamento contra o Diabetes, em uma casa de saúde da capital paraense.
Guara Lacerda, como era conhecido, estudou na extinta Escola Paroquial São José, no Ginásio de Macapá e no Colégio Amapaense. Era professor de educação física, formado pela Escola Superior de Educação Física do Pará.
Desde pequeno começou a treinar futebol de campo no Juventus, mas, como era muito novo, não pode jogar pelo extinto clube. 
A Associação Esportiva e Recreativa São José foi o primeiro clube a abrir as portas para o atleta. 
Guara era um craque no futebol que também jogava, muito bem, outras modalidades esportivas, como: voleibol, basquetebol, handebol e futsal.
Em 1969, foi disputar o campeonato brasileiro pela Seleção Amapaense em São Paulo, quando voltou da competição, o Esporte Clube Macapá, o convidou para disputar as competições pelo clube. Com o convite aceito, Guara jogou por mais de 15 anos como centroavante do “Azulino da Avenida FAB”.
Guara começou sua carreira futebolística como ponta esquerda, porém devido a sua impulsão, o então técnico do Macapá propôs em colocá-lo como centroavante. E a proposta deu certo, pois Guara foi o atacante que mais balançou a rede por cinco anos.
Guara Lacerda foi um dos atletas mais importantes do azulino, devido ao seu sucesso em todas as modalidades que o clube tinha time disputando.
Depois de uma década e meia no Esporte Clube Macapá, Guara decide encerrar a sua carreira e assume a função de técnico de futebol, sendo por alguns momentos o treinador do  clube.
Guara trabalhou como professor de educação física em várias escolas tradicionais do Amapá, como: Azevedo Costa, Ginásio de Macapá (Antônio Cordeiro Pontes), Colégio Comercial de Macapá (Gabriel de Almeida Café), entre outras.
Foi ainda árbitro de voleibol, basquetebol, handebol e treinador dessas modalidades no Ginásio Avertino Ramos.
Também dirigiu a Coordenadoria de Desporto e Lazer (CEDEL), atual Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel).
Apresentamos nossas condolências à família.

Fonte: Com informações de Alcinéa Cavalcante e do Blog Café & Cia


Atualização: O Velório de Guara Lacerda será na Capela Mortuária Santa Rita, a partir das 19h.
O sepultamento ocorrerá às 10h30m, desta terça-feira, (01/12), no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro. 
Informação da amiga e memorialista Maria dos Anjos Miguel.

(Última atualização em 30/11, às 13h)


Nota do Blog: Mudança de última hora - O velório de Guara Lacerda foi realizado na Capela Santa Maria, na Hamilton Silva, quase esquina com Mendonça Furtado. Informação do amigo Geraldo "Gudi" Ramos.
(Última atualização em 05/12, às 14h)

sábado, 7 de novembro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense: Onzena do Esporte Clube Macapá

A Foto Memória do Esporte Amapaense, vem hoje diretamente do Fundo do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
Entre muitas outras que ele nos tem brindado, essa relíquia, é do finalzinho dos anos 50, que mostra nas imagens clicadas no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, em Macapá, uma das onzenas do Esporte Clube Macapá, fundado em 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto Panair Esporte Clube, e que em 1946, mudou de nome para o atual Esporte Clube Macapá.
Da esquerda para a direita, em pé: Cochichiba, Célio, Zamba, Marco Antônio, Nossa Amizade e Perigoso;
Agachados, também no mesmo sentido: Fernando Dentinho, Zé Lima, Ataíde, Haroldo Pinto e Avertino Ramos.
O craque azulino teve seu nome perpetuado em um ginásio coberto, em Macapá, numa merecida homenagem do Governo do Amapá.  
Estão vivos, Zamba, Marco Antônio, Zé Lima, Célio e Haroldo Pinto.

Fonte: Facebook (Texto original de João Silva, adaptado para o blog Porta-Retrato, com a devida anuência do autor)
(Última atualização em 08/11/2015)

sábado, 26 de setembro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time Juvenil de Basquetebol do Esporte Clube Macapá

Mais uma relíquia do esporte do Amapá, que nos foi enviada, por e-mail, pelo amigo Luiz Façanha. A qualidade da foto está bastante comprometida, mas, vale pelo registro histórico:
"Bom dia, João. Eu estava te devendo essa foto. Este é o time juvenil de Basquetebol do Esporte Clube Macapá. A foto foi batida na quadra do Amapá Clube, cujo piso era de cimento cru, e não lembro por quem; me parece que foi o Horácio Marinho.
Em pé, da esquerda para direita do leitor: Ernesto Sebastião Dias Neto (técnico), Newton Cardoso Filho (nenén),  Enilton José Cardoso,  Jaime Ribeiro Barcessat e Paulo (zé do brôlho),  que era nosso assistente para assuntos diversos.
Agachados: Luiz Façanha (de cabeça raspada) e Zeca Furtado (in memoriam).
Essa garotada toda é nascida no Bairro Central, e são filhos de pioneiros amapaenses como Newton Cardoso, Seu Barcessat,  Ituassú Borges de Oliveira, Sr. Canalejas e Lourenço Borges Façanha. Não lembro  de quem o Paulo era filho.
Foi uma época de ouro nas nossas vidas. Tempos inesquecíveis da nossa infância/juventude. Grande abraço."

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Atletas pioneiros do Esporte Clube Macapá

O registro é dos anos 50.
Lançamento dos alicerces do Esporte Clube Macapá.
Da esquerda para a direita: 1º Isaac Elgabry; 2º Wilson Sena; 3º Moringueira; 4º Amujacy(falecido), 5º Roxinho; 6º Dedeco; 7º Aristeu: 8º Avertino Ramos; 9º Aracati: 10º Sabá; 11º Epifânio Martins(Pigmeu); 12º Setenta e cinco;  13º Aracatizinho.
Comentário do amigo/historiador Nilson Montoril sobre a foto histórica, no Facebook:
"Eu os classifico como atletas do Esporte Clube Macapá e não fundadores. A agremiação tomou esse nome a 18 de julho de 1945, deixando de ser Panair Esporte Clube, haja vista que a empresa de aviação já não estava entre nos e tinha sido substituída pelos Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S.A. O Panair (Paner) foi fundado no dia 7 de setembro de 1940. Em 1944. ainda prevalecia o nome Panair. O Macapá passou a comemorar a data de 18 de julho de 1945 e não 1944. Jacy Barata Jucá, meu tio que você conheceu foi o primeiro presidente azulino. O Isaac Elgrably, técnico da equipe, tinha parentesco com os Peres/Alcolumbre e veio de Belém, onde atuou como goleiro do Clube do Remo. Era pai do Salomão, aquele engenheiro baixinho que trabalhou na Secretaria de Obras e também exerceu o magistério". (Nilson Montoril)
O jornalista Ernani Marinho deixou o comentário informando que "a  foto é de meados da década de 50, quando foi iniciada a construção da sede do Esporte Clube Macapá, na Raimundo Álvares da Costa com a Tiradentes, cenário do registro fotográfico.
Hernani complementa a informação dizendo que "as obras foram iniciadas mas não concluídas, visto que, o prédio foi vendido, antes disso, para os empresários Guilherme Cruz e João Vieira de Assis para a implantação do Cine Macapá."
"O Macapá, à época, tinha a seguinte formação: Aristeu; 75 (Sabá) e Amujacy; Roxinho, Moringueira e Wilson; Aracatizinho, Dedeco, Aracaty, Pigmeu e Avertino. O Isaac era o técnico, acumulando com a condição de goleiro reserva. Todos estão na foto.
Na primeira metade da década de 50 o Aristeu e o Wilson ainda pertenciam ao Amapá Clube, por onde foram campeões, só depois transferiram-se para o Macapá. Igualmente o 75 só depois que foi campeão pelo Trem, também na primeira metade da década de 50, passou para o azulino.
É óbvio, pois, que a foto não é da década de 40 e os que nela aparecem não são fundadores do clube, mas atletas do mesmo
."
(Ernani Marinho)

Post reeditado e republicado com correções e atualizações

segunda-feira, 31 de março de 2014

Momento Esportivo: Bons tempos do futebol amapaense!

Esta é do baú do Fernando Canto.
Entrega de faixas ao campeão amapaense de futebol, em 1980. Esporte Clube Macapá, no Estádio Glycério Marques, em Macapá. 
A partir da esquerda: Sena, Guara Lacerda (bem "amamãezado" com a Dona Hosana), Baracão, Zequinha e Mariozinho Congó. 

Tempos bons do futebol 
amapaense!

Fonte: Facebook (Fernando Canto)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...