domingo, 30 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Antiga fachada do Hospital Geral de Macapá

Foto de 1995 do saudoso fotógrafo Samuel Silva(Samuca), publicada no Jornal "Diário do Amapá", mostra imagens de como era (naquele ano) a fachada do antigo Hospital Geral de Macapá, hoje Hospital das Especialidades Alberto da Silva Lima, no centro da capital amapaense.
Segundo o historiador Nilson Montoril, “a configuração do Hospital Geral de Macapá, que vemos na fotografia, não é original. A primeira modificação ocorreu na gestão do governador Ivanhoé Martins com elevação complementar do terceiro andar, que só contava com a sala de cirurgia e a capela.
Muitos, dos antigos prédios de Macapá, estão sendo descaracterizados, por conta da modernidade urbana.
(Atualizado às 17h02m)

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Pioneiros na Fortaleza de Macapá

Foto reproduzida do acervo histórico da Guarda Territorial de Macapá:
Quatro Pioneiros na área interna da Fortaleza de São José de Macapá. 
Da esquerda pra direita: Jorge Neves Dias (Deoma), o primeiro operador das máquinas do Cine Macapá; Dona Edite Neves Dias, uma das primeiras parteiras da Maternidade de Macapá; Dona Jovita e seu esposo Inspetor Orlando Dias, da Guarda Territorial.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Primeiras Viaturas Policiais de Macapá

Anos 1960 - As duas primeiras viaturas policiais de Macapá, eram:
O Violino:
Jarbas Gato, foi o primeiro Mecânico e Motorista do Violino
Um furgão que era usado no transporte da tropa da Guarda Territorial. 
E a VEDETE:
Uma camionete para auxiliar nas Diligências Policiais.
Ambos os veiculos eram da marca GMC.
(Última atualização em 27/08/2015, às 00:00h)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá - Os “CANELAS TUÍRAS”, do Laguinho


A História do FLAMENGUINHO contada por...

(*) Fernando Canto (Um deles)

"Nascido no bairro do Laguinho sob a coordenação do empresário Raimundo Nonato Lima, um maranhense que no fim da década de 60 organizou o time, o Flamenguinho era formado por garotos bons de bola na sua maioria oriundos do Morro do Sapo, ali da Rua São José e arredores.
Um time apaixonado pelo Mengão que realizou dezenas de partidas sem perder para qualquer rival da cidade ou do interior. Um plantel - grupo de atletas selecionados - como diziam os locutores esportivos, feito por uma seleção de moleques que só queria mesmo era “bater bola” fosse aonde fosse: na piçarra solta, no campo de terra dura, na grama ou na lama. Em qualquer lugar lá íamos nós jogar com a camiseta hering branca, onde o escudo do time estava cuidadosamente pintado no peito em serigrafia, calção preto e... descalços.
Da minha parte lembro que joguei no time titular na posição meia-direita. Tinha um futebol razoável, mas ao ponto de barrar uns e outros que depois viriam se tornar grandes jogadores aqui e em outros estados. O primeiro time do Flamenguinho realizou invicto, 56 partidas, graças ao talento de atletas como Zé Wilson Jucá, Bolinha e Vevé, de uma zaga em que estavam João Cabral, Careca, Jonas e Chico. No gol o titular era o Quincas Semblano e o Lulu era o reserva. Havia o Valdenor, o Marinho Louro, O Nardo Tupinambá, o Carlos e o Nazaré. Mais o Eugênio, o Raimundo “Barriga Mole” e o Agostinho (Mimim) Tupinambá. O Jorge Cabral era o assistente técnico e o Jorge “Gainete” era o treinador. Ah, o nosso mascote era o Iran, filho do treinador.
Ainda hoje há quem conteste bravamente os resultados da performance do time. Inclusive o Norberto Tavares, meu amigo, que estudou comigo no GM e depois jogou em clubes semiprofissionais como o Amapá e o São José. Mas isso é coisa do passado. Não vou discutir uma ou duas partidas que possivelmente o time perdeu. Na verdade joguei só essas partidas e venci, acho eu.
Agora vejo essas fotografias com a cara séria desses moleques atrevidos do Morro do Sapo. Meninos que tiveram trajetórias bem diferentes, mas que nunca deixaram de ser craques apesar da tragédia pessoal de alguns.
Não pertenci ao segundo time do Flamenguinho. Nessa altura tinha trocado a bola pelo violão e tocava no Grêmio Jesus de Nazaré e nas missas da juventude da igreja de São Benedito. Zé Wilson e Bolinha jogaram em grandes times locais; Everaldino, o Vevé, virou o “Índio”, atuando pelo Rio Negro de Manaus e Jonas foi um cracão do Esporte Clube Macapá. Eugênio, Chico, Marinho, Lulu, Quincas, Mimim, Nardo, Barriga Mole, Careca e Nazaré viraram funcionários públicos do mesmo jeito que o Gainete, os irmãos Jucá e eu. Carlos voltou para o interior e o Vevé sumiu de vez. Valdenor também. Ah sim, o mascote virou militar.
Decorridos cerca de quarenta anos chegam esparsas e não muito boas notícias sobre aqueles adolescentes de 13, 15, 16 anos. Dizem que Bolinha, com excesso de peso, se recusa a fazer cirurgia de redução de estômago, um e outro têm doença degenerativa, coisas assim.
O fundador e mantenedor do time, seu Lima faleceu ainda jovem, não tanto quanto o zagueiro Cabral que morreu de tiro num acampamento, aos 18 anos, justamente quando servia o Exército em plena zona de conflito armado no Araguaia, sul do Pará.
Na foto que tenho ninguém sorri. Calculo que é por causa do sol do meio do dia derramado sobre o capim seco do velho campo do América, onde um dia tivemos nossas vitórias e cansamos nossos pés em busca de um futuro cheio de glórias que se avistavam além da poeira do campo. E certamente multiplicamos nossos sonhos para mais longe ainda da pose estática da fotografia. Uma foto que “historiadores oficiais” esquecerão, mas que nós nos lembraremos rindo na nossa solidão, quando a voz materna nos mandava tomar banho, à tardinha, para lavarmos bem nossas canelas “tuíras” e cheias de cicatrizes. (Fernando Canto)
(*) Sociólogo e escritor.
Fonte: Facebook

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Foto Memória do esporte amapaense: “Pedro Bala” – um craque por excelência !!!

O Lendário "Pedro Bala"


Na terça-feira, 25 de agosto de 2015, publicamos aqui no Porta-Retrato, um texto reproduzido do blog Memorial Santanense, sob o título “O lendário 'Pedro Bala'."
Com a devida licença do autor da matéria, Emanoel Jordânio, republicamos o texto em nosso blog, com as devidas adaptações e atualizações que se faziam necessárias, com o título: “Pedro Bala” – um craque por excelência!!!
A propósito do assunto, recebemos dia 26/08 um simpático e-mail de Ouzitinha de Jesus Pacheco Gomes, única filha natural e legítima desse memorável craque, nascida em 21/05/1963, no Hospital da Icomi, em Santana/AP.
Tininha Gomes, como é também conhecida, conta que nasceu cinco meses após o trágico óbito do pai, pois, quando isso ocorreu, sua mãe, Raimunda Nonato Pacheco Gomes, encontrava-se grávida há quatro meses, dela.
Em seu contato, Tininha solicita que sejam retificadas algumas informações anteriormente publicadas na matéria, o que fazemos agora, com nossas desculpas à família, e aos nossos leitores.
Lembramos que "Pedro de Oliveira Gomes, foi um desportista que passou pelo Amapá, e tornou-se um sinônimo de agilidade e destreza com uma bola nos pés. Ele apareceu por lá, em meados da década de 1950, com intuito de trabalhar numa empresa que estava, inicialmente, implantando um ousado projeto de exploração e exportação de minério de manganês." 
Ao contrário do publicado, Tininha Gomes informa que seu pai nasceu na localidade de Quitéria, município de Viseu/PA, de onde saiu na adolescência para morar na capital, Belém/PA, no bairro da Cidade Velha, com sua tia paterna, D. Riquinha.  Afirma ainda, que ele nunca trabalhou com móveis, tampouco dirigiu veículos pesados.
Segundo Tininha, Pedro Bala, na época, começou a sua carreira de desportista no consagrado Clube do Remo, só se desligando do Leão Azul quando foi convidado a jogar no Santana Esporte Clube, concomitante à oferta de emprego na ICOMI. Assim, condicionado a atuar no Santana, aceitou o emprego na ICOMI e se mudou para Macapá/AP. 
Tininha assegura que desde seu início de trabalho na ICOMI, o renomado craque sempre desempenhou suas funções nos setores administrativos da mesma, sem nunca ter trabalhado no Departamento de Transporte, tampouco de Manutenção.
Sobre a vida pessoal, Tininha conta que seu pai, casou-se uma única vez, em 07/07/1962 com Raimunda Nonato Pacheco Gomes, que à época reinava como Rainha do Carnaval 1962 e Miss Amapá 1962, ambos os títulos conquistados defendendo o Santana Esporte Clube, daí porque este clube ofereceu aos nubentes majestosa festa, para mais de mil convidados, com a Igreja de São José não cabendo tantos convidados e curiosos, que, então, queriam assistir ao casamento da Rainha e Miss com o eminente craque e ídolo da torcida amapaense. Sobre sua mãe, a Miss, Tininha conta que, Raimunda Pacheco, antes de casar-se trabalhou no Lóide Aéreo Nacional e hoje, economista, aposentou-se pelo Banco do Brasil. 
Desse breve e feliz matrimônio, ela, é a única filha.
Segundo versão de Tininha Gomes, a brusca e trágica morte de seu pai, ocorreu no dia 24/12/1962, quando, por volta das 08h30min/09h00 da primeira manhã das férias dele, dirigiu-se para tomar o transporte próprio da ICOMI com destino a Macapá e enquanto aguardava, passou em uma lambreta, já com alguém na garupa, seu amigo, Sr. Alfredo. 
A pedido de Alfredo, Pedro Bala - justificando que não queria demorar a voltar pra casa, pois a Raimundinha ficara sozinha e estava grávida - trocou sua vaga no transporte conduzido pelo Sr. Pedro Conceição, pela carona na garupa da lambreta do amigo Alfredo. 
Às proximidades do lugarejo Coração, antes de 09h30minh, um veículo em ultrapassagem, atingiu os dois viajantes da lambreta, que faleceram de imediato, no local.
A versão da Polícia, publicada anteriormente, está completamente diferente da dela.
O primeiro a avistar o local do acidente foi o motorista José Rodrigues Machado (que prestava serviços de frete para o Governo Territorial), que seguia logo atrás de Pedro Bala e estranhou não ter mais lhe visto alguns metros após a frente, e somente deu conta que algo terrível havia ocorrido quando notou rastros de pneus na pista de terra úmida (na época a referida rodovia ainda não era asfaltada, e havia chovido horas antes naquela área).
Apesar do esforço dos socorristas, nada puderam fazer, pois o óbito ocorreu no local do acidente, na verdade dos dois ocupantes da lambreta (Sr. Alfredo, proprietário e Pedro Bala, carona).
O sepultamento ocorreu no mesmo dia 24, por volta das 19h00minh e toda a programação natalina que o Santana Esporte Clube organizara para aquele dia foi cancelada em luto total.
Mesmo não tendo tido tempo para deixar muitos herdeiros genéticos, (apenas Tininha como filha), Pedro Bala deixou herdeiros nos campos, e imortalizou sua genialidade como artilheiro daquele ano, sendo anualmente homenageado pela diretoria da ICOMI nos campeonatos internos da empresa.
Outro grande reconhecimento deixado pelo poder público ocorreu em 1986, quando o então prefeito de Macapá Raimundo Azevedo Costa, sancionou o Decreto Municipal 0109/86, dando o nome Pedro Bala, para uma avenida situada no bairro Nova Esperança, mantendo assim a boa lembrança do jogador nº 01 do “Canário”, do funcionário padrão da ICOMI, e de um atleta que deixaria um legado escrito na história do futebol amapaense.
Fonte: Texto originalmente publicado por Emanoel Jordânio, no blog Memorial Santanense, devidamente revisado e adaptado para o Porta-Retrato/Macapá.
Post reeditado e republicado com as retificações solicitadas por Ouzitinha de Jesus Pacheco Gomes, única filha natural e legítima de Pedro Bala.

domingo, 23 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Dois Momentos de seu Cazemiro Lino Dias

Flagrante da entrega do diploma aos Destaques do Ano - 1994, no Novotel Macapá, promovido pelo Jornal do Dia, sob o título A Memória do Tempo. Moisés Zagury e Sr. Maurice Ghammachi, (de costas), entregam o diploma ao Seu Cazemiro Lino Dias.
Seu Cazemiro Lino Dias, em mais um momento especial, desta feita com o empresário Laurindo dos Santos Banha e o Governador Annibal Barcellos, em visita à Feira Agropecuária da Fazendinha/AP.
Fonte: Informações e fotos 
(colaboração de Dona Leila Coelho, viúva de Cazemiro).

sábado, 22 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Solenidade Pública - Posse de Dr. Douglas Lobato, como Prefeito de Macapá

Revendo fotos antigas em meu acervo, encontrei esta, que me foi repassada, em uma de minhas viagens a Macapá, em 2013. por dona Leila Coelho, viúva do seu Casemiro Lino Dias. Dona Leila trabalhou na fábrica do sabroso Flip Guaraná.
Segundo informações do jornalista Ernani Marinho, o registro mostra o Engenheiro Douglas Lobato Lopes, lendo seu discurso de posse como Prefeito de Macapá, substituindo o já ex-prefeito Alfredo Oliveira, que aparece logo atrás e deixava o cargo para se candidatar a deputado federal. 
Aparecem ainda na foto o Gerente do Banco do Brasil, o Chefe de Gabinete do Governador Aristeu Ramos, além de Carlos Lins Corte e Agostinho Souza, da RDM.
Na foto o Dr. Douglas faz uso da palavra, ladeado, a partir da esquerda, por  Adelman Barros Cardoso, (terno escuro), Gerente do Banco do Brasil à época; atrás do Adelman vemos o desportista Aristeu Loureiro Aciole Ramos; o Carlos Lins Corte (Baião Caçula) segura o microfone quadrado de um gravador da Rádio Difusora; por trás do Dr. Douglas aparece o Cabo Alfredo Oliveira e à direita da imagem, está o radialista Agostinho Nogueira de Souza, (de óculos escuros), segurando o microfone, para a Rádio Difusora de Macapá, que fazia a cobertura da solenidade.
Cabo Alfredo Oliveira foi prefeito de Macapá de julho a dezembro de 1965 e Dr. Douglas Lobato Lopes, de dezembro de 1965 a abril de 1967. Na época o governador do ex-Território Federal do Amapá era o Gen. Luiz Mendes da Silva.(Wikipédia)
Fonte: Foto compartilhada por dona Leila Coelho.
(Post, reeditado com correções e retificações, em 22/ago/2015)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Paulão e amigos

Um outro momento do Paulão do atabaque!
Outro momento, de Paulo do Espírito Santo - Paulão do atabaque. Com os amigos Meton Jucá Jr. e Sebastião Mont'Alverne.
(Foto gentilmente cedida pela família de Paulão)

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Paulão do atabaque

Mexendo em meus arquivos fotográficos, encontrei várias imagens do acervo do saudoso Paulão do atabaque, que me foram repassadas pela família, já há algum tempo:
Nessa primeira foto,  de 1964, vemos o Paulão, com 10 anos, em aula de acordeon com a Professora Isabel. 
Nota do blog: Paulo do Espírito Santo Silva - o Paulão do atabaque - foi um jovem amapaense, que viveu os 33 anos de sua vida, de forma, intensa e descontraída, deixando em todos, parentes e amigos, a lembrança de sua fisionomia alegre e feliz. Felicidades eternas, grande amigo Paulão!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Luiz Façanha, entre amigos

A foto de hoje, foi compartilhada pelo amigo Luiz Guilherme Dias Façanha, filho do pioneiro Lourenço Façanha e de Dona Diva Façanha. Ele é irmão dos amigos Zé Façanha, Celso e da Maria Façanha.  
A família Façanha,  foi por muitos anos vizinha da nossa, no tempo em que, ainda solteiro, moramos na Presidente Vargas, em Macapá.
Como achei que a foto tinha importância histórica, pedi a ele que me ajudasse a montar a legenda:
Ele explicou que esse registro, foi feito por volta de 1983. Portanto, ainda na época do Amapá, como Território Federal.  Luiz, disse ainda, que o flagrante aconteceu no momento em que ele se encontrava na casa do casal amigo Carlos Eduardo de Mattos Pfeil (Cadú, já falecido) e Eliane. Essa casa situava-se na Av. Procópio Rola, no Centro de Macapá.
Nas imagens, Luiz é o primeiro à esquerda de quem olha; ao lado dele,  a Eliane ao violão; o rapaz (de camisa branca)  é o Cadú e, à direita, o amigo Paulo do Espírito Santo (Paulão do atabaque), de chapéu com o instrumento.edi  detalhes, e  Luiz me explica, que Cadú, era um agrônomo carioca que trabalhou com ele,  na Superintendência da Borracha (SUDHEVA), na Coordenadoria em Macapá. E Luiz foi transferido para o Recife, em 1986, pro mesmo órgão que foi um dos que deu origem ao IBAMA, onde ele trabalha até hoje.
Nota do blog: É importante lembrar que o IBAMA surgiu da fuzão do  Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF); da Superintendência de Pesca (Sudepe), e da Superintendência da Borracha (Sudhevea); e a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade SEMA.
O IBDF e a Sudepe eram vinculados ao Ministério da Agricultura e a Sudhevea ao Ministério da Indústria e Comércio. (Wikipédia)
Luiz explica que, Cadú e Eliane, estudaram na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Ela fez veterinária e trabalhou na Embrapa, em Macapá.
Já ele, Luiz, fez  Engenharia Florestal em Viçosa-MG.
Luiz Façanha informa também que Cadú e Eliane, retornaram ao Rio de Janeiro, antes dele ir para Recife.
E conclui: “Cadú, faleceu há uns cinco anos, depois de lutar muito contra um câncer. Da Eliane eu não tenho notícias.”
Valeu Luiz! Está feito o registro!

Fonte: Wikipédia e Luiz Guilherme Façanha (Recife)

sábado, 15 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Bons tempos do Saci Clube !!!

Saci Clube na Serra do Navio
Atletas do Saci Clube, de Macapá, realizaram uma excursão à Serra do Navio, em 1964, para disputar amistosos com as equipes de futebol de salão, vôlei e basquetebol, do Manganês Esporte Clube.
Reportagem veiculada na revista ICOMI-Notícias, informa que a rapaziada saciana perdeu no futebol de salão, em setembro daquele ano, por 13 X 1 e por 2 sets a 0, no vôlei. 
Time do Saci Clube, de Macapá, na Serra do Navio
A partir da esq. em pé: Waldir Carrera; Ernesto Dias Neto;
Sérgio Arruda e George Paraibinha.
Agachados: Teodorico Chagas; Maurício Bandeira;
Celso Façanha e Carlos Nilson


Veja o registro, na foto acima.
Já no basquetebol, os jovens do “gorro vermelho” venceram o quinteto serrano por 45 a 46.

Fonte: Icomi – Notícias

PERERÊ NO CARNAVAL
Nessa outra foto, postada pela Alcilene Cavalcante no FACEBOOK, do Memorial Amapá, vemos integrantes do Bloco Pererê Pererê, em um certo carnaval, presumivelmente, dos anos 60. 
Em primeiro plano um rapaz de camiseta que embora, seja conhecido por nós, não sabemos o nome; do lado direito de quem olha, vemos o Paulo do Espírito Santo Silva, o saudoso Paulão do Atabaque(falecido em 1964).
Entre o Paulão e o rapaz de branco está o Keki, (o sorridente com tambor), irmão do Walter Jr.
O Pererê Pererê, era um bloco carnavalesco, que tinha a participação atuante dos  jovens integrantes, e/ou simpatizantes do Saci Clube, de Macapá.
O nosso leitor Bruno Barbosa, nos ajudou a identificar o rapaz de bigodinho da foto acima.
Vejam o comentário que ele mandou pelo Facebook:
  • Bruno Barbosa
    20:10
    Bruno Barbosa
    Prezado João Lázaro, Na foto em que aparece o Bloco Pererê, publicada hoje no Porta Retrato, o personagem que aparece em primeiro plano de óculos escuros, camiseta e bigodinho foi meu contemporâneo, e companheiro de república. Trata-se do Engenheiro Florestal, Lúcio Henrique Bentes Nogueira, conhecido popularmente pelo apelido de " Cabecinha " . O Cabecinha atualmente trabalha no IBAMA e reside em Belém, era um cara divertidíssimo, gostava muito de futebol e carnaval. Abraços
  • Valeu Bruno, obrigado!
Fonte: Alcilene Cavalcante/Memorial Amapá, via Facebook
Atualizado às 20h22min, em 16/08/2015

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá - Segurança Pública: Guarda Territorial Everaldo Vasconcelos

Pioneiro Everaldo Vasconcelos, guarda territorial, na função de Comissário, em 1962.
Atualmente, aposentado, Everaldo reside no município de Porto Grande/AP.
Fonte: Rosany Vasconcelos (sobrinha de Everaldo, via Facebook)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: ANTIGO AEROCLUBE DE MACAPÁ

Imagem: Reprodução / Mercado Livre
“Nos primeiros anos do antigo Território Federal do Amapá, o então governador Janary Nunes, convidou o coronel Belarmino Bravo, da Força Aérea Boliviana, para fundar o Aeroclube de Macapá, que desenvolveu, basicamente, atividades sócio recreativas e, em 1956, curso de piloto de aeronaves.
(Imagem: Reprodução / Mercado Livre)
O Aeroclube de Macapá era uma associação de classe fundada em 14 de março de 1944.
Possuía uma sede própria que se situava ao lado da pista do antigo aeroporto de Macapá, onde hoje estão os blocos das Secretarias de Planejamento e Segurança Pública, na Rua Jovino Dinoá entre as Avenidas FAB e Procópio Rola.
No ano de 1958 ocorreu a transferência das atividades aeroportuárias do campo de pouso então existente na Avenida FAB para a atual base do Aeroporto Internacional de Macapá. Com a mudança o prédio aonde funcionava a sede do Aeroclube passou a ser a Assembleia Amapaense.
Na Assembleia eram realizados os melhores e mais badalados bailes da cidade. Quem viveu aquela época se lembra, perfeitamente, dos memoráveis eventos. Naquele tempo, as festas começavam às 22h e terminavam no máximo às 3h da madrugada. Muitos romances e amizades começaram embalados pelas músicas que lá tocava.”

Nota do blog:Mesmo passados todos esses anos, o assunto ainda vem sendo questionado por um grupo de sócios do clube, que ingressou com ações na justiça, reivindicando direitos indenizatórios e de propriedade dos bens da sociedade. Pelo que parece, é assunto pra muitos anos, ainda! 

Fonte: Do blog Achei Macapá

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: O Cantor Carlos Galhardo, em Macapá

Ao editarmos esse post, não podemos esquecer de um cidadão de nome Vitor Santos.
Vitor Santos, foi um pioneiro amapaense, que desenvolvia suas atividades no Serviço de Transporte Aéreo, do Território Federal do Amapá.
Pela natureza de seu trabalho, sempre estava em contato com pessoas do Sudeste do Brasil, especialmente do Rio de Janeiro e São Paulo. Em razão disso, tinha facilidade de contratar cantores de renome, para se apresentar na cidade.
Austregésilo Sussuarana diretor Social do Amapá Clube,
com o empresário e presidente do Amapá Clube Olinto Porciano
e o Cantor Argentino Carlos Galhardo.

Foto: Acervo pessoal Jarbas Gato.
Em 1968, contando com o apoio dos empresários Olinto Ponciano e Jarbas Gato, Vitor Santos levou o cantor argentino Carlos Galhardo, para cantar em Macapá.  Sua apresentação aconteceu nos salões do Amapá Clube, cuja sede situava-se na Av. Presidente Vargas, no centro da Capital.
Vitor Banhos convidou seu amigo, radialista, José Moacir Banhos de Araújo – Zeca Banhos – que na época produzia e apresentava o renomado programa “A Discoteca da Saudade” pela extinta Rádio Educadora São José de Macapá, para fazer a apresentação de Carlos Galhardo, à sociedade local. 
Zeca Banhos convidou para assessorá-lo, a competente radialista Cristina Homobono
Galhardo foi acompanhado pelo Conjunto “Os Cometas”, com participação especial do violonista Nonato Leal, o também, violonista Sebastião Mont’Alverne, o baixista Luís Almeida e o baterista Walfredo, que aparecem nas imagens da foto.
Ouça,  FASCINAÇÃO, um dos sucessos mais aplaudidos pelo público de Carlos Galhardo, presente ao Amapá Clube:

Fonte: Com informações da radialista Cristina Homobono 
Facebook (Instituto Memorial Amapá)

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Outro pioneiro da Saúde: Dr. Áureo Ney

Outro pioneiro da área da Saúde Pública, em Macapá, Dr. Áureo Ney, fazendo um atendimento médico a um comunitário, pelo Lions Clube de Macapá, sendo assistido pela domadora Renilda Nery.
Fonte: Foto reproduzida da Revista “A Jaula” 2001/2002 – do Lions Clube Macapá/Centro

domingo, 9 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Dois amigos tucujus - Pennafort (Macaco) e J.Ney!

Salve o Dia dos Pais!
Essa, eu tirei do fundo do meu baú de lembranças...
Será que nossos amigos Pennafort (Macaco) e J. Ney, lembram-se quando bateram essa foto?
Ambos, vestiram a camisa do Juventus, nos bons tempos do "Moleque Travesso"!

sábado, 8 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Três grandes personagens da história do Amapá

Foto publicada no Jornal do Dia, em maio de 1998, mostra imagens do poeta e jornalista Carlos Cordeiro Gomes, do jornalista Coaracy Barbosa e do historiador e professor Estácio Vidal Picanço, em volta de uma mesa
Os três já descansam na eternidade.

Fonte: Jornal do Dia, via Paulo Tarso Barros

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Dr. Alberto da Silva Lima

Dr. Alberto da Silva Lima, em atendimento de consultas a comunitários no Posto Médico do Lions Clube, no bairro do Beirol, em Macapá.
Dr. Alberto da Silva Lima, natural do Município de Bragança/PA, chegou a Macapá em janeiro de 1955.
Exerceu funções de Chefe do Serviço de Radiologia da Unidade Sanitária Mista de Macapá; Chefe do Serviço Médico da Capital; Chefe do Serviço Médico do Interior; Chefe do Serviço de Clínica Cirúrgica do Hospital Geral; Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia; Chefe do Pronto Socorro; Diretor da Maternidade; Diretor do Hospital Geral; Diretor do Banco de Sangue e Diretor da Divisão de Saúde.
Além de profissional competente participava da diretoria do Esporte Clube Macapá, do qual foi presidente; da fundação do Lion's Clube de Macapá; assumiu a presidência do Conselho Regional de Desportos por nomeação do governador; foi presidente da Junta Médica Federal do Amapá, do Centro de Estudos "Lelio Silva"; da Associação Médica do Amapá e do Conselho Regional de Medicina.
Participou da fundação da Companhia Amapaense de Telefones, (ex-TELEAMAPÁ - hoje Oi), instalando os 300 primeiros telefones em Macapá.
O Dr. Alberto Lima faleceu de um colapso cardíaco no dia em 18 de abril de 1986.

Fonte: A Jaula - Boletim Informativo do Lions Clube Macapá/Centro

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Falecimento: Morre, aos 81 anos, em Macapá, a professora Zaide Soledade

(Foto; Reprodução/de http://selesnafes.com/)
Faleceu à noite desta quarta-feira,5, na UTI do Hospital São Camilo e São Luiz, em Macapá, onde estava internada há semanas, a professora Zaide Soledade, pioneira do magistério amapaense.

Professora Zaide Soledade, nasceu em Óbidos/PA, dia 31 de julho de 1934. Chegou ao Amapá com 16 anos. Trabalhou inicialmente na Casa Leão do Norte, dos irmãos Zagury, o maior estabelecimento comercial da época na cidade. Em 1958 ingressou na área da educação e cultura do Governo do Território e nunca mais parou. Foi Diretora da Escola de Arte Cândido Portinari, diretora do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Macapá, Ex-coralista do Coral Oscar Santos, atuou no Conselho Municipal de Educação, de Macapá, foi diretora do Teatro das Bacabeiras; participou do Conselho Estadual de Cultura por duas vezes e membro da diretoria da Confraria Tucuju. Zaide Soledade, que era atriz da primeira novela do norte e nordeste - Mãe do Rio -  feita só com artistas locais e de filmes publicitários, se revelou uma autêntica defensora da cultura do estado do Amapá(palavras do escritor e professor Amaury Farias).
Professora Zaide, foi uma mulher ativa, otimista, amante das letras e artes, que sempre incentivou e apoiou os artistas. Participava ativamente dos principais eventos culturais, religiosos e sociais da cidade. (Paulo Tarso Barros)
Nossas condolências aos familiares e amigos da querida professora Zaide Soledade.
Atualização 06/AG0 às 09:10h - O velório de Zaide Soledade, será realizado na Câmara Municipal de Macapá, a partir das 09h, desta quinta feira,06/08. (Informação do blog Repiquete no meio do mundo). 
Atualização: Às 20:00h - "O sepultamento da saudosa mestra será nesta sexta-feira, 07, no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Macapá"(Paulo Tarso Barros).

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Chegada do Governador Pauxy Nunes

Chegada de  Pauxy Gentil Nunes, à época governador do ex-Território Federal do Amapá, com sua esposa Maria Emília Andrade Nunes.
Estão nas imagens a partir da esquerda: Maria Lúcia Del Castilo Andrade; D. Emília Del Castilo Andrade; por traz com a mão ao rosto Dr. Edmundo Koury (Assessor da Administração Territorial); Governador Pauxy Nunes e esposa Maria Emília Andrade Nunes; Dr. Armando Limeira de Andrade; Dr. João Teles e sua filha Glória Teles, tendo à direita uma pessoa não identificada.
O registro da recepção, aos recém-chegados, no antigo aeroporto de Macapá, é de 1957, quando a pista oficial ficava localizada no perímetro  onde hoje é o centro da cidade, entre as avenidas FAB e Procópio Rola.  Em 1958, ocorreu a transferência das atividades aeroportuárias do campo de pouso, do centro, para a atual base do Aeroporto Internacional de Macapá.
Pauxy Gentil Nunes governou o Amapá, de fevereiro de 1958 a 2 de março de 1961. 
Fontes: Referências históricas site da Infraero e Wikipédia

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Foto Memória do Futebol Amapaense: Time Juvenil do Santana Esporte Clube

Em foto do início dos anos 60 (62/63), compartilhada pelo amigo desportista  Nêgo Trevizani, vemos nas imagens, jovens integrantes do time juvenil do Santana Esporte Clube, participando do campeonato amapaense da categoria, no Estádio Glycério de Souza  Marques, em Macapá.
Da esquerda pra direita do observador, em pé: Nêgo, Gilberto,  Pastana(Lourinho), Luiz, Bigu e Tonico.
Agachados, no mesmo sentido: Antônio Trevizani, Maurinho, Calixto, Ademir e Peba.

Fonte:  Mauro Trevizani (via Facebook)

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Luto no Futebol do Amapá: Morre em São Paulo, Joaquim Silva dos Santos, o Joca

Joaquim Silva dos Santos, o Joca, de 71 anos, faleceu na tarde deste domingo(01/08), na cidade de Barretos, interior de São Paulo, onde há dois anos, encontrava-se hospitalizado lutando contra um câncer no estômago. Iria completar 72 anos dia 10 de outubro. 
Casado com Dulcineia Barata, gerou os filhos Ulisses, Michel e Eline, todos formados, inclusive um em medicina (Ulisses). 
Joca, que era Administrador e Contabilista, trabalhou na extinta Legião Brasileira de Assistência - LBA, prestou serviços ao Governo do Amapá, onde exerceu o cargo de Secretário de Finanças do Amapá e estava aposentado recentemente, quando a doença se manifestou.
O corpo do ex-jogador do Juventus, São José, e Seleção Amapaense, será trasladado para Macapá, onde será sepultado na terça-feira(04), informou Carlos, um de seus irmãos.
Na foto, de 1963, Joca (agachado), (segundo da esquerda para a direita) aparece numa das primeiras formações do Juventus Esporte Clube, que foi uma das suas paixões no futebol amapaense, onde brilhou como artilheiro, centroavante de chute forte jogando com Jangito, Biló, Tico-Tico, Timbó e outros, além dos nomes que estão nesse registro, como Enildo, Moacir Banhos, Praxedes, Magalhães, Círio, José Maria Franco, Zé Elson, Mocinho e Zé Marques.
Nossas condolências à família.

Fonte: (Informações colhidas no blog do amigo João Silva
e com o jornalista José Machado)

Atualização: (04/08 às 11h30)
            
“Familiares de Joaquim Silva dos Santos, o Joca, informaram que  corpo do Joca, está previsto pra chega a Macapá as 18h30 desta terça-feira (04/08), em vôo doméstico e será velado na sede da Sociedade Esportiva e Recreativa  São José, na avenida vereador José Tupinambá, antiga Nações Unidas. O São José, foi o último clube onde jogou. O sepultamento acontecerá amanhã dia 5 do corrente, as 10h no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, na rua Eliezer Levy –centro.” De Macapá - José Machado, (via e-mail), especial para o “Porta-Retrato”.

sábado, 1 de agosto de 2015

Foto Memória do Futebol Amapaense: Amapá Clube, Campeão Amapaense de 1973

Este é mais um registro fotográfico da história do futebol amapaense, compartilhado pelo amigo Sebastião Ataíde Lima, o nosso Sabataíde.
Trata-se de uma foto do poderoso esquadrão do Amapá Clube, quando o mesmo tornou-se Campeão Amapaense de Futebol, de 1973:
A partir da esquerda para a direita do observador, em pé: Jarbas Gato, Nenê, Mareco, Munjoca, Chaves, Sena, Baraca, Lemos (Jacaré), Vivaldo, Wilson Sena e Marituba.
No mesmo sentido, agachados: Orlando Gadelha, Mira, Cutia, Totonho, Orivaldo, Norberto, Penafort (Macaco) e Palito.

Fonte: Facebook