segunda-feira, 13 de julho de 2020

Foto Memória de Macapá: Pioneiros de Macapá


Trazemos para o Porta-Retrato foto compartilhada pelo amigo Luiz Pessoa, com imagens de um evento social e esportivo, no início dos anos 1950, realizado na sede do Amapá Clube, em que se reúnem vários pioneiros do então Território do Amapá.
Identificamos agachados a partir da esquerda: Sr. Olivar Craveiro, Tenente Pessoa (e esposa);  radialistas Agostinho Souza e Manuel Raimundo  Veras (irmão do Sr. Ivaldo Veras); o de bigodinho parece o Dr. Edmundo de Souza Moura (a confirmar); ao lado dele o Capitão Euclides Rodrigues (e esposa).
Os demais não conseguimos identificar.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Foto Memória de Santana – Casa São José

Esse era o comércio do Sr. José de Oliveira Valente, primeiro empresário de Santana, e o primeiro comércio da cidade, CASA SÃO JOSÉ, construída no final dos anos 60 na Av. Santana.
Foto gentilmente cedida ao Blog Porta-Retrato, por Aristeu Valente, filho de José Valente.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Foto Memória do Comércio Amapaense: Casas Ribamar e Estrela

Imagens dos antigos prédios de duas tradicionais casas do Comércio de Macapá: Casa Ribamar, de Inácio Serra e Armazens Estrela, de Pinheiro & Cia., na Rua Cândido Mendes, no trecho entre as avenidas Pe. Júlio Maria Lombaerd e Mendonça Jr.

domingo, 31 de maio de 2020

Foto Memória do Comércio Amapaense: Mercearia São José

A Foto Memória de hoje, é da Mercearia São José, que ficava localizada na Av. Mendonça Furtado, na descida para o Bairro da Favela.
Lá era o endereço do Sr. José Picanço de Menezes, o popular Cacú, com sua família.
José Menezes recebeu esse apelido, por gostar de balar, com baladeira, aqueles pássaros pretos de nome anum, que algumas pessoas, lá do interior da Ilha do Vieira (Afuá), chamavam de Cacú.
E Cacú pegou nele e nos 12 filhos que teve com Dona  Guajarina de Matos Menezes; todos ainda vivos, Graças a Deus! Seis homens (Adilson, Ailton, Adelson, Aremilton, Admilson e Ailson) e seis mulheres (Admilsan, Ciléia,  Cilete, Arlete,  Arleide e Fátima).
José Menezes, apesar de pouco estudo, chegou a ser tesoureiro da Prefeitura Municipal de Macapá e Administrador do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, lá defronte da casa onde morava.
Pelos relevantes serviços prestados à PMM, Seu Menezes recebeu homenagem póstuma, tendo seu nome perpetuado em uma rua no bairro do Pacoval.
Informações de Adelson Menezes, filho do biografado.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Foto Memória de Macapá: Grupo de Pioneiros de Macapá

Registro dos anos 40 compartilhado pelo amigo Alex Houat, ( filho do empresário Abdalla Houat ), traz imagens de pioneiros de Macapá, que se reuniam frequentemente na cidade, no início do Território Federal do Amapá.
Grande parte deles, funcionários públicos e comerciantes.
Conseguimos identificar os mais conhecidos:
1      -  Mair Bemerguy
2      -  Isídio Banha
3      -  Edílson Borges de Oliveira
4      -  Francisco Calandrini de Azevedo
5      
6      -
7      -  Ivan (?)
8      - 
9      -  Isaac Zagury
10    -
11    -
12    – Dr. Antônio Vilella
13    – Altamir Cavalcante de Lemos
14    - Abdalla Houat
15    – Moysés Zagury
16    -
Quem reconhecer os demais, pode completar a lista, por gentileza.
Fonte: Alex Houat

terça-feira, 5 de maio de 2020

Memórias do Rádio Amapaense: Ivo Pinho e Guilherme Jarbas - Dois talentos do Rádio Esportivo

Um raro registro sobre o rádio esportivo paraense, publicado no blog Ponta de Gol – Memorial do futebol e rádio esportivo paraense – editado pelo confrade Expedito Leal(*), destaca o nome de dois dos macapaenses que por lá passaram, e deixaram a marca de seus talentos em prol do rádio esportivo na Amazônia.
O destaque maior foi para o narrador Ivo Guilherme de Pinho que surgiu em Belém em 1970, depois de ter sido revelado pela terceira emissora de Macapá, a Rádio Educadora São José.
Guilherme Pinho – como ficou conhecido na capital paraense - dotado de boa voz e dicção clara, além de fácil expressão verbal, explodiu rapidamente na Marajoara e sem tanta demora foi contratado pela Rádio Clube, para atuar na competente equipe chefiada pelo mítico e disciplinador Edyr Proença. Empolgado pela fama que rapidamente viu aparecer, Guilherme Pinho se transfere para a nova equipe da Rádio Jornal Liberal onde já estavam outros nomes de peso do cenário esportivo paraense.
A peça de rara importância histórica é justamente um anúncio da equipe esportiva da Rádio Jornal Liberal, em que o nome do saudoso narrador macapaense Guilherme Pinho, aparece como o locutor escalado para transmitir o jogo de futebol, diretamente da Curuzu, entre as equipes do Combatentes x Tuna Luso Brasileira, isso no ano de 1973.
Ele que iniciara na estreia da Equipe Legal em 1970, já estava de volta, depois de uma passagem pela Clube com muito sucesso.
Em pouco tempo, porém, Guilherme Pinho estava saindo da Equipe Legal e sem mais ambiente em Belém, transferiu-se para Fortaleza onde trabalhou em várias emissoras, deixou o microfone esportivo e passou a apresentar um programa político em uma das rádios AMs. Depois de formado em Direito trabalhava na assessoria jurídica da Câmara Municipal. Teve morte trágica – foi assassinado – no início do novo século.
Pinho havia saído da Poderosa, onde também atuava o professor Guilherme Jarbas, “que também era narrador, embora atuasse melhor na função de repórter”.
Ao ler a matéria de Expedito Leal, postada em uma Rede Social, Guilherme Jarbas comentou que bateu a saudade de sua passagem pela Rádio Clube e do convívio sadio com os colegas de outras emissoras e dos jornais...”éramos irmãos”, finalizou!
Guilherme Jarbas, que é amigo pessoal  desse editor, curte sua aposentadoria, e continua morando em Macapá.
(*) Jornalista e radialista paraense editor do blog Ponta de Gol

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Foto Memória de Santana: “Vila Dr. Maia recebe energia elétrica”

A criação da Vila Dr. Maia, em Santana, aconteceu em meados e 1959(60), mas só recebeu esse nome em 1964.
O povoado surgiu nas imediações da estrada que liga o porto a Macapá e em frente a extremidade norte da  área industrial da ICOMI.
Antes que se transformasse em uma perniciosa favela, as autoridades municipais, utilizando tratores e pessoal cedidos pela ICOMI, fizeram logo o arruamento e a divisão da área, dando a cada morador um terreno, para que todos pudessem construir condignamente suas residências. Tal como fora previsto, o local tomou impulso rápido, progredindo a ponto de se constituir em um bairro de grande conforto. O bairro possuía em 1964, uma escola, duas igrejas, um posto policial, algumas lojas comerciais e cerca de duzentas moradias, sendo diversas em alvenarias. Os que ali residiam empregavam atividades na pesca, na lavoura; outros exerciam a profissão de pedreiro, carpinteiro, pintor, etc.; muitos executavam serviços de empreitadas na própria ICOMI.
O ajuntamento de pessoas naquele lugarejo, foi acontecendo gradativamente, sem que seus ocupantes tivessem pensado em uma denominação, num primeiro momento. Porém, com o acelerado crescimento, os habitantes pleitearam e conseguiram batiza-lo com o nome de Vila Dr. Hildemar Maia, numa justa homenagem ao ex-secretário geral do Território, que em vida fora um batalhador em prol das causas da comunidade amapaense.
A exemplo de outras populações vizinhas aos núcleos de habitação, no entorno da mineradora, a da Vila Dr. Maia também recebeu da ICOMI, muitos benefícios assistenciais que a empresa propiciava aos seus empregados, tais como os de ordem médico-hospitalar e escolar. Também o prédio do Comissariado de Polícia e a residência do Comissário titular foram construídos pela companhia, para manutenção da ordem e segurança públicas daquela localidade. Para atender a mais uma necessidade dos moradores, a ICOMI estabeleceu uma rede elétrica para lhes fornecer 50.000 watts de energia de baixa tensão saída de geradores instalados na área industrial de Santana.
A iniciativa da ICOMI teve o apoio do Governo do Município, havendo este fornecido dezoito postes de madeira e alguns trabalhadores da prefeitura, enquanto, da parte da empresa, houve a contribuição de 3000 metros de cabos, além de cruzetas, isoladores e o concurso do chefe e operários do Departamento de Eletricidade. Vale o registro que esta operação foi realizada em apenas cinco dias de trabalho, para uma extensão de 750 metros, compreendida entre os transformadores existentes à margem da estrada Santana – Macapá e o Comissariado de Polícia.
Em solenidade que contou a presença de autoridades do Território, da ICOMI e inúmeros moradores, a luz foi ligada no dia 25 de janeiro de 1964, o que causou, naturalmente, muita satisfação aos beneficiados.
Texto original publicado na Revista ICOMI-Notícias nº 03 de março de 1964, sob o título: “Vila Dr. Maia recebe energia elétrica”, devidamente atualizado e adaptado para o Blog Porta-Retrato.
Sugestão de pauta: Grupo Santana Majestosa (Facebook)

domingo, 3 de maio de 2020

Momento Família: Empresário Leopoldo Teixeira e filhos

Amigo Aluízio Teixeira, posta na Rede Social, uma lembrança com imenso valor sentimental e um significado muito especial. 
Aluízio conta ao Porta-Retrato, que essa foto, feita pela esposa Ana Lígia, num sábado de 1981, em Macapá, registra um memorável momento família,  dele, Aluízio, com o pai Leopoldo Teixeira e o irmão Carlos, que haviam saído da Automac (revenda de carros de carros e motos) para almoçar juntos na casa dele.
Leopoldo Teixeira, mais conhecido por "Teixeirinha" – pioneiro falecido em 1982 - foi um empresário do ex-Território do Amapá, sócio do Posto Guarany, na Leopoldo Machado, no local onde depois foi montada a Automoto. 
O irmão Carlos Teixeira,  faleceu em 2018.
Viúva, com idade avançada mas lúcida, Dona Graça Teixeira mora com o filho, Aluízio - autônomo no ramo de vendas - em Recife, capital de Pernambuco.
Fonte: Memorial Amapá (Facebook)

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Foto Memória de Santana - NOVA BRASÍLIA: Primeiro bairro projetado de Santana

Em maio de 1978, há exatos 42 anos, moradores da antiga “Vila Kutaca” ou “Vila da Brumasa”, como era também conhecida, eram transferidos para o primeiro bairro projetado pelo Governo no Amapá.
A remoção dos moradores, tinha por objetivo a construção de um porto que traria o desenvolvimento para o então Território Federal do Amapá.
Em dezembro de 1975, o então governador do Amapá Capitão Arthur Henning firma uma parceria com a Prefeitura de Macapá, que tinha por objetivo o melhoramento urbanístico de um extensa área localizada na Vila Dr. Maia (em Santana) que ali iria receber centenas de famílias que seriam deslocadas da zona portuária, onde seriam posteriormente erguidas as instalações administrativas da Portobrás.
Após um intenso trabalho de demarcação dos lotes a serem doados para os novos moradores, houve a questão dos denominados “equipamentos urbanos” como a infraestrutura do local, que seriam implantados a longo prazo.
Somente no início de maio de 1978, que cerca de 420 famílias que antes residiam na área da antiga Vila Kutaca, seriam remanejadas para a nova área existente na Vila Dr. Maia, que inicialmente seria chamada de “Bairro Novo”.
Passados alguns meses, e por reconhecerem a participação do Governo Federal – juntamente com o apoio do governo local – o povoado passaria a ser chamado de Nova Brasília, numa homenagem à Capital Federal, em razão de ter sido o primeiro bairro projetado pelo governo da época, oferecendo aos seus moradores, casas construídas em madeira e compensado, cobertas com palhas.
As poucas melhorias logo recebidas foram a água encanada e tratada pela empresa de abastecimento (Caesa), uma rede estável de energia elétrica e uma área destinada à prática do desporto denominada Módulo Esportivo de Santana.
Somente na década seguinte (1980) passariam a surgir outros melhoramentos como a instalação do primeiro educandário (Escola Joanira Del Castillo), construção da feira livre e a extensão de novas ruas e avenidas no bairro.
Em meados da década de 1990, o bairro já somava quase 10 mil habitantes, duas escolas, um posto de saúde e duas áreas de lazer.
Fonte: Texto de Emanoel Jordânio (com adaptações para o blog Porta-Retrato)
Foto das casas, reproduzida do Grupo Santana Majestosa, administrado por Serginho Guedes, no Facebook.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Pioneiros do Comércio Amapaense: Sr. RAIMUNDO ANAICE DE OLIVEIRA (in memorian)

O pioneiro RAIMUNDO ANAICE DE OLIVEIRA, empresário do ramo de farmácias, nasceu em Peixe-Boi – PA, em 7 de julho de 1937, filho de Júlio Queiroz de Oliveira e Catarina Anaice de Oliveira.
Casou em 5 de dezembro de 1963 com Marluce Anaice de Oliveira, com quem teve 2 casais de filhos.
Anaice chega em Macapá, com sua família, em 7 de julho de 1955, conclui no antigo Colégio Comercial do Amapá o Curso de Técnico em Contabilidade, e é admitido no quadro de funcionários do Governo do ex-Território Federal do Amapá, em 12 de janeiro de 1955, como diarista de obras.
Em 20 de setembro de 1962, é enquadrado na função de inspetor de Ensino Primário. Como tantos outros, é atingido pelo Ato Institucional, criado pelo Governo Militar de 1964, sem direito à defesa, fazendo parte do grupo dos aposentados compulsoriamente, pelo fato de ser amigo do ex-governador Janary Nunes. Recebe logo o apoio de sua família, e de amigos, passando a exercer a profissão de comerciante (como era chamado naquela época), abrindo a Drogaria Central (foto), em sociedade com Abdallah Houat, durante 6 anos, quando apartaram a sociedade, ficando Anaice como único proprietário.
A Drogaria Central situava-se na rua Cândido Mendes, junto à ponte sobre o Canal da Doca da Fortaleza, hoje Canal da Av. Mendonça Júnior.
Desde o início do Território do Amapá, funcionava no local a Casa Potiguar de propriedade do Sr. Inácio Xavier de Paiva, que vendia estivas e miudezas, em geral.
Fonte: Livro – COMÉRCIO DO AMAPÁ – A HISTÓRIA – Fecomércio AP ( Sesc / Senac / IPDC )

terça-feira, 28 de abril de 2020

Pioneiros do Comércio Amapaense: Sr. AZIZ GHAMMACHI

O empresário libanês Aziz Ghammachi, chega em Macapá em dezembro de 1953, junto com o irmão Maurice Ghammachi, No ano seguinte monta, na Rua Leopoldo Machado, ao lado do Estádio Glycério Marques, a Casa Nabil, em homenagem ao seu filho Nabil Ghammachi. Após a morte de seu Aziz, a loja foi extinta. No mesmo local, o filho Nabil, em sociedade com a esposa Elizabeth Ferreira de Oliveira Ghammachi, instalou, em 1996, a Art Brindes, empresa especialista em impressão de material para uso universitário.
Fonte: Livro – COMÉRCIO DO AMAPÁ – A HISTÓRIA – Fecomércio AP ( Sesc / Senac / IPDC )

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Pioneiros do Comércio Amapaense: Sr. MAURICE GHAMMACHI

A história do comércio amapaense, registra a chegada, em março de 1930, dos primeiros imigrantes libaneses, que aos poucos passam a contribuir para a melhoria das relações e diversidades de consumo, no comércio de Macapá.
O empresário Maurice Ghammachi, um dos pioneiros do comércio amapaense, foi proprietário da sortida Casa Gisele.
Maurice Ghammachi nasceu no Líbano, em 14 de agosto de 1916. Casou-se em 16 de dezembro de 1951 com Leila Ragi Ghammachi. Chegou em Macapá em dezembro de 1953, juntamente com o irmão Aziz Ghammachi. Após trabalhar em atividade comercial itinerante, abre, anos depois, a CASA GISELE (fevereiro de 1953), que funciona inicialmente na Avenida Ataíde Teive. Depois, transfere a loja para a Rua Cândido Mendes. O nome Gisele foi em homenagem à sua filha, Gisele Ghammachi, médica, em Macapá.
Seu Maurice Ghammachi, faleceu em 24 de janeiro de 2005.       
(Informações da médica Gisele Gammachi, filha do biografado, repassadas ao historiador Edgar Rodrigues e gentilmente cedidas ao Porta-Retrato)
Fonte consultada: Livro – COMÉRCIO DO AMAPÁ – A HISTÓRIA – Fecomércio AP ( Sesc / Senac / IPDC )
Foto: Arquivo do Porta-Retrato

sábado, 25 de abril de 2020

Foto Memória de Macapá: Um time de garotos da Casa dos Padres

Trago hoje para o Porta-Retrato, uma imagem rara de um recorte de jornal, que me foi compartilhada pelo Édi Prado, amigo e parceiro do blog.
Por ser uma publicação muito antiga, está com a qualidade bastante comprometida, pelo que pedimos desculpas aos nossos leitores.
Só estamos fazendo essa publicação como um registro histórico e memorial da cidade de São José de Macapá.
Segundo a legenda, são imagens do time do Boca Júnior Infantil – campeão de 1954 – composto por garotos que frequentavam as atividades religiosas e desportivas da Casa dos Padres.
A partir da esquerda, em pé: Faustino, Otávio, Tiago, Zeca, Bernardo e Pedrinho. Agachados: Zezinho, Enildo, Elimar, Beto e J. Ney.
Fonte: Édi Prado

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Pioneiros de Macapá: Os Primórdios da eletricidade no Amapá

Os primeiros indícios relacionados à implantação de energia elétrica no Amapá remontam ao final do século XIX, quando a cidade de Macapá ainda era mantida por um Conselho Administrativo, coordenado por um Intendente indicado pelo Governo do Pará.
Em 21 de novembro de 1896, o Conselho Municipal de Macapá publicou um Edital, concedendo a arrematação pública de 50 lampiões e 50 “mangas” de vidros novos, a serem utilizadas no serviço de iluminação noturna da cidade de Macapá.
Tais materiais foram adquiridos no início do ano seguinte e colocados em locais considerados estratégicos pela Intendência de Macapá, na qual se distribuíam pelas quase dez ruas e travessas existentes na cidade, onde um “faroleiro” (cidadão-responsável pelos serviços de manutenção desses lampiões) percorria no horário entre 19h e 20h para acender individualmente as lamparinas – movida à querosene – instaladas em postes de madeira (tipo virola), cumprindo um ritual diário que fora ordenado pelo chefe majoritário da cidade (o Intendente), sendo posteriormente necessário apagar cada lamparina antes das 06h da manhã.
Macapá, em 1908, vendo-se no canto da esquerda um poste com lampião
O serviço ficou se estendendo entre os anos de 1896 a 1913, quando o Intendente Jovino Dinoá solicitou a expansão dos lampiões para uso interno de prédios públicos como a Fortaleza de São José e a frente da Igreja Matriz (São José). Vale ressaltar que esses serviços eram cobertos por custo incluídos nos orçamentos anuais do Executivo paraense.
O jornalista João Silva conta - em matéria publicada na revista Perfil do Amapá, edição de 1998/2000 - que “o acendedor de luz da velha Macapá - na época do Território Federal - era o Sr. José Monteiro, um morador do Bairro do Laguinho, que a comunidade chamava de Zé da Luz ou Zé da Lina. Lina era a mãe dele, matriarca da tradicional família Monteiro, que deu para o esporte Pedro Monteiro, que fundou o América Futebol Clube, e um dia sonhou em construir o ‘Estádio Pauxy Nunes’.”
“Todo o santo dia – chovesse ou fizesse sol – Zé saia do prédio da Usina de Força e Luz, na antiga General Gurjão, para iluminar a cidade com uma imensa vara. E iluminar aos poucos, pois o percurso era feito de bicicleta e com cuidado, face a buraqueira das ruas de chão batido. Além disso, o nosso acendedor de luz tinha de levar uma vara, que servia para acionar as chaves no alto dos postes de madeira. Macapá era quase nada e se limitava à Rua da Praia, o largo da igreja Matriz, a Praça Barão do Rio Branco (Vila de Santa Engrácia), Formigueiro, Bairro Alto, Favela e Morro do Sapo, além de algumas casas que se espraiavam na direção dos bairros do Trem, Laguinho e Igarapé das Mulheres (atual Perpétuo Socorro."
José Monteiro, nasceu em 1914. 
Viveu 86 anos em Macapá, onde faleceu, em 17 de Outubro, do ano 2000.
Texto reproduzido do blog LUZ AMAPAENSE.
Informações complementares do jornalista ´Édi Prado, amigo da família.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Pioneiros de Macapá: JUVENAL SALGADO CANTO

O pioneiro JUVENAL SALGADO CANTO nasceu há 90 anos, na localidade de Juruti, no estado do Pará, em 22 de abril de 1930.
Começou suas atividades profissionais na CAESA, instalando tubulações para a rede de água da cidade, no Bairro Alto. A convite de Clóvis Teixeira, funcionário de carreira do IBGE, assume o posto de motorista daquela instituição e depois por conta própria, torna-se um dos primeiros motoristas de táxi da cidade.
Em 1948, é encarregado de levar os primeiros topógrafos para fazerem o mapeamento da área onde seria erguida a usina hidrelétrica Coaracy Nunes, na cachoeira do Paredão, e que hoje é o município de Ferreira Gomes. Nessa viagem, encontra com Leonel Nascimento que anos depois viria a ser prefeito de Amapá, à época, encarregado da construção da rampa no rio Araguari. Ainda nesse ano, é transferido para o SERTA – Serviço de Transportes do Território do Amapá, na função de motorista. Em 1950, com excelentes referências na função, é convidado por Janary Nunes para ser seu motorista oficial.
Juvenal Canto se casa em 31 de janeiro de 1952 (foto), com  Sol  Elarrat Canto e desse enlace nascem cinco filhos, todos formados: Augusto Celso, em educação física; Fernando, analista de sistema; Sérgio Aruana, engenheiro mecânico e arquiteto; Jorge, engenheiro elétrico;  e Surama, a caçula, é médica.
Foi proprietário da primeira Olaria em Macapá, motorista de praça, na década de 70, fundou a primeira escola formadora de condutores - Autoescola Aruana, da qual sua esposa foi a instrutora. Fundou também, nessa mesma época o Centro Espírita Frei Evangelista.
Fundou e foi o primeiro presidente da União dos Motoristas do Amapá, tendo lançado a pedra fundamental e construído a sede própria da categoria.
Juvenal entrou na carreira política e foi vereador atuante na Câmara de Vereadores de Macapá por dez anos (uma legislatura de quatro anos e outra de seis, no período de mudança das datas de eleição, 1978-1988).
Pertence à Loja Maçônica Duque de Caxias Nº 01 – Macapá-AP, filiada à Grande Loja do Amapá, onde iniciou-se em 30 de julho de 1955, fez sua elevação em 11 de março de 1956 e foi exaltado como M.: M.: em 30 de junho de 1956.
Em 2014, foi eleito para a cadeira nº 33 da Academia Amapaense Maçônica de Letras, cujo patrono no Silogeu é Hermes da Fonseca.
Juvenal Canto publicou diversos artigos e crônicas em jornais de Macapá. 
É autor do livro “Do filete d’água ao mar – Viagens Memoriais e Imaginárias de um Ribeirinho Amazônico”, lançado em 2019 pela Academia Amapaense Maçônica de Letras (AAML).

Hoje, continua na ativa como empresário e está sempre rodeado de amigos e parentes exercitando o seu talento como cantor e tocador de violão, em rodadas onde não faltam a alegria, uma boa cachaça e a famosa farofa de piracuí preparada por ele.
Com informações de Fernando Canto e Wanke do Carmo
Fonte: Memorial Amapá

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Palmeiras – Time de Futebol de Salão

Trago hoje mais uma pérola do esporte amapaense. Uma rara imagem de meados dos anos 60, do Palmeiras, continuação do Bancrévea, time de futebol de salão comandado pelo desportista e empresário Antônio Carlos Brito Lima, tendo como local a quadra do Centro Educacional do Laguinho.
O Bancrévea Clube do Amapá, era formado por funcionários das agências bancárias que existiam naquela época.
Além do Banco do Brasil, existiam nos anos 60, em Macapá, os Bancos da Lavoura de Minas Gerais (depois REAL); Banco Comércio e Indústria da América do Sul e o Banco da Amazônia S/A.
A partir da esquerda em pé: Chico Leite (Técnico), Emanuel Rodrigues, Benedito Lima, Horácio Marinho e Nonato Lima (Liminha).
Agachados: Lelé, Percival Leite, Edison Brito (Caboquinho) e Brito Lima.
Na imagem seguinte vemos o Time do Bancrévea
Esse time de futebol de salão do Bancrévea Clube do Amapá, foi Campeão do 1º turno do Torneio da modalidade promovido pela Federação Amapaense de Futebol de Salão(FAF), em 1964.
Com exceção dos dois primeiros, em pé, a partir da esquerda, identificamos nas imagens: Olivar Bezerra; Agostinho Alencar (irmão do Amujacy) e o Antônio Carlos Brito Lima; agachados: Lelé; Geraldo Bezerra e Liminha (irmão do Brito Lima).

terça-feira, 21 de abril de 2020

Foto Memória de Macapá - Eles passaram pelo Amapá: Antônio Vasques, Terêncio Porto, Belarmino Barros e Luiz Gonzaga

Mais uma foto raríssima do ex-Território do Amapá, compartilhada pelo professor Daniel Oliveira. Uma relíquia do acervo histórico fotográfico do pai dele, o pioneiro Miguel Venceslau de Oliveira.
São imagens colhidas, por ocasião de um desfile nos anos 60, quando os mesmos ainda eram realizados na Av. Iracema Carvão Nunes,  nas duas alas da Praça Barão do Rio Branco, entre as ruas São José e Cândido Mendes, junto ao portão dos fundos da residência governamental.  
Em primeiro plano vemos o Dr. Antônio Clóvis Queiroz Vasques, que era médico veterinário do ex-Território e, atrás, a partir da esquerda, (o mais alto) o governador Terêncio Furtado de Mendonça Porto, que dirigiu o Amapá de 26 de novembro de 1962 a 7 de maio de 1964, em conversa com dois pioneiros: senhores Belarmino Paraense de Barros e    Luiz Gonzaga Pereira de Souza.
Belarmino Barros era o Diretor do Serviço de Administração; Antônio Vasques dirigia a Divisão de Produção e Pesquisa e o Luiz Gonzaga Pereira de Souza comandava o Serviço de Geografia e Estatística.
Até 1966, os desfiles de 7 de setembro foram realizados na Av. Iracema Carvão Nunes, sentido Rua Tenente-coronel José Serafim Gomes Coelho (Tiradentes)/Rua Cândido Mendes. Dia 13 de setembro, os desfiles estudantis aconteciam na Fazendinha. O General Ivanhoé Martins, substituto do Coronel Terêncio Porto determinou que eles fossem realizados na Av. FAB.
Informações do historiador Nilson Montoril
Fonte: Facebook
( Última atualização em 22/04/2020 às 17h30m )

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Foto Memória de Macapá: Aspectos da antiga Doca da Fortaleza

Nossa foto de hoje, vai proporcionar a todos que conheceram essa parte da cidade, de fazerem uma verdadeira viagem à Memória da Macapá antiga.
Meu amigo Daniel Oliveira, que também é professor, postou numa Rede Social essa foto rara da década de 60, que agora trazemos para os leitores do Porta-Retrato.
Nas imagens, em primeiro plano vemos o caminhão do Sr. Miguel Venceslau de Oliveira, pai do Daniel, sendo abastecido com mercadorias na antiga doca da Fortaleza, área onde hoje fica a agência do Banco do Brasil. Mercadorias que seriam levadas para a Cooperativa Agrícola do Matapi onde Seu Miguel era Presidente.
Seguem abaixo outras fotos que relembram a antiga Doca da Fortaleza:
Fonte: Facebook
Fotos: Arquivo do Porta-Retrato
( Última atualização em 21/04/2020 às 16h40m )

domingo, 19 de abril de 2020

Pioneiros de Macapá: Francisco de Assis Guedes Figueira (Pataca)

O internauta Franck Figueira, que também acompanha nossas postagens aqui no Porta-Retrato, nos envia inúmeras lembranças da família Figueira.
Uma delas é do amigo Francisco de Assis Guedes Figueira, (pai dele) mais conhecido como “Pataca”, nosso contemporâneo de Macapá e colega de serviço no tempo em que trabalhamos no Gabinete do Prefeito Municipal de Macapá.
(Imagem da WEB, meramente ilustrativa)
Ele ganhou esse apelido por que, quando criança, ao brincar, ao invés de chamar peteca (ele trocava a letra) chamava pataca para bolinhas de gude.
Francisco Figueira nasceu no Afuá, num sábado, em 28 de agosto de 1948, filho do pioneiro Manoel da Silva Figueira, (que trabalhou até se aposentar como garçom do antigo Macapá Hotel), e Dona Etelvina Guedes Figueira. Em 1956, seu Manoel, que se mantinha de uma pequena venda comercial, foi procurar melhores oportunidades para a família, no Território Federal do Amapá e levou todos os filhos para capital Macapá, entre eles o “Pataca”, que na época estava com oito anos de idade.
A residência dos Figueiras era localizada na Avenida Duque de Caxias, entre Leopoldo Machado e Jovino Dinoá, próximo à Automoto, uma revenda de carros e motos.
Nessa foto rara da família Figueira, tirada em frente à residência, em 1959, vemos sentados o Sr. Manoel Figueira (in memoriam) tendo ao colo o filho Reinaldo Guedes Figueira, (in memoriam - era chamado por Pajuca e tinha síndrome de down); Dona Itelvina Guedes Figueira  (in memoriam); Jesus Figueira, Francisco de Assis Guedes Figueira (Pataca); (em pé) José Alberto Guedes Figueira (o Magro). A Nazaré ainda não havia nascido.
“Pataca” é o segundo filho de quatro homens e uma mulher. Raimundo de Jesus Guedes Figueira (DiJesus), José Alberto Guedes Figueira (Magro), Reinaldo Guedes Figueira (in memoriam) e Maria de Nazaré Guedes Figueira.
“Pataca” começou a trabalhar na Prefeitura Municipal de Macapá em 1966, aos 18 anos, na garagem municipal. Passou por vários setores administrativos, vindo a se aposentar em 1994 por invalidez devido a uma grave doença renal. Nesse mesmo ano, foi morar em Fortaleza, em busca de melhores condições para tratar de sua saúde, já que o Amapá, à época, não oferecia tratamento adequado para problemas renais crônicos. No Ceará, passou 12 anos na hemodiálise, vindo a ganhar novos rins em 2010. 
Francisco Figueira - "Pataca" -  Foto: Arquivo pessoal
Hoje "Pataca", com 71 anos, está bem de saúde, seguindo uma vida saudável ao lado da esposa Iracilma Costa Figueira. Os três filhos também moram em Fortaleza: Franck Marlon Costa Figueira, trabalhou como jornalista por um tempo em Macapá e hoje é chef de cozinha; Fábio Márcio Costa Figueira, mecânico de aviação e Fabíola Socorro Costa Figueira, gestora hospitalar. Tem oito netos.
“Pataca”, vez por outra, visita a família e amigos em Macapá e recorda com muito bom humor da juventude e época da "Pelada do Figueira". “Pataca” jogava de cabeça de área e fez parte do primeiro campeão do mundo da Praça Chico Noé.  
(Biografia de Franck Figueira, filho do biografado, via WhatsAp, direto de Fortaleza/CE)
Fonte: Contribuição de Franck Figueira

sábado, 18 de abril de 2020

Memórias da Macapá de Outrora: PEDRO OLDEMIR BARBOSA – Mestre “BATINTIN”

PEDRO OLDEMIR BARBOSA, nasceu dia 15 de junho de 1938 em Alenquer, no Estado do Pará.
Chegou a Macapá em 1948, aos 10 anos de idade. Cursou o ensino primário na escola Barão do Rio Branco. 
Neste período da infância participou ativamente do grupo de escoteiros Veiga Cabral no bairro do Laguinho. Lá iniciou seu aprendizado de bater tambores, surdo e tarol. Anos mais tarde se tornaria o maior instrutor de bandas marciais do ex-Território do Amapá. 
Tinha a função de puxar os pelotões nos desfiles de 7 e 13 de setembro, juntamente com Expedito da Cunha Ferro, o 91 que, fora seu colega de escotismo. Ainda muito jovem, tem seu primeiro emprego na Divisão de Obras no governo de Janary Nunes, onde trabalha na construção dos sistemas de tubulações e abastecimento de água de Mazagão, Oiapoque e Amapá. Permanece nesta atividade até 1956. Em 1961, vai trabalhar como inspetor de turmas no Colégio Amapaense.
Por ser um exímio batedor de tambor, é convidado por Maurício Bandeira para dirigir a banda marcial do Colégio Padrão, como era conhecido o Colégio Amapaense à época.  A partir de então Batintin imprimiria seu estilo inconfundível que o consagraria como o grande maestro da inesquecível banda marcial daquele educandário.
Inovou nas batidas, ritmos e evoluções que, trouxera do cerimonial do exército brasileiro, dando um toque refinado e harmonioso na banda do colégio padrão, que lhe renderam inúmeras medalhas e condecorações de honra ao mérito, pelo brilhante trabalho desenvolvido nessa atividade.
Cléo Araújo, advogado e ex-integrante da banda do CA, dá seu testemunho ao trabalho de Batintin: “Sob a direção de Pedro Oldemir Barbosa, inspetor de alunos, pude experimentar, desde os ensaios, um misto de empenho, seriedade, honestidade, coleguismo, solidariedade, bom paternalismo, dentre outros sentimentos. Muita gente queria participar da banda do CA, mas nem todos tinham pendores artísticos. Ali só entrava quem fosse avaliado pelo mestre da banda, que, após um crivo de qualidade, decidia se o aluno participaria ou não do rol de ritmistas. Ele não admitia atrasos e só em casos devidamente justificados, dava outra chance ao faltoso, pois aquele trabalho era de total dedicação. Do contrário, a banda não manteria seu honroso nome e não arrancaria aplausos por onde passasse.
Nossos ensaios eram regados a muito humor e alegria. Quem era da banda, de certa forma, possuía prestígio junto aos demais colegas, posto que éramos nós que ditávamos o ritmo dos ensaios e desfile na semana da pátria. Se alguém saia da cadência, apressando o andamento da banda, o Mestre Pedro Oldemir dava aquela bronca!
Cléo, conclui dizendo que, ” apesar de ríspido, Mestre Batintin sempre se mostrava compreensivo com os problemas dos jovens e, nos casos de pobreza de membros da banda, providenciava, junto à direção, sem alarde, o uniforme do aluno. Isso pouca gente ficava sabendo...”
Batintin realizou um grande feito nos desfiles de 7 e 13 de setembro de 1972, ao desfilar na Avenida FAB lotada com 132 componentes, quando o habitual era as bandas desfilarem com no máximo 50 integrantes. Inovou também quando introduziu as balizas que, eram duas belíssimas estudantes que desfilavam e faziam evoluções à frente da banda.
Uma das balizas à época foi a escritora e poetisa Alcinéa Cavalcante.
Diz aí Alcinéa?
“Bons tempos!
Quem confeccionava minha roupa de baliza era a mãe do Walter Junior.
Esta aí era vermelha, toda de veludo, e com detalhes em vidrilhos e lantejoulas vermelhos.
Nas vésperas dos desfiles, eu sempre fazia um ensaio de madrugada na FAB.”
Batintin permaneceu como instrutor da banda marcial do CA por 14 anos e, escreveu seu nome definitivamente na história Tucuju como um dos maiores instrutores que o Amapá já teve. 
Retirou-se da vida pública em 2003, com relevantes serviços prestados ao funcionalismo do Amapá.
Hoje aos 82 anos, vive em Macapá, com a família.
PEDRO OLDEMIR BARBOSA, por esses feitos, é justamente homenageado como um notável edificador, pelo Memorial Amapá!
Biografia por Wanke Do Carmo, historiador e colaborador do Instituto Memorial Amapá adaptado ao blog Porta-Retrato, com a devida anuência do autor.
Fontes consultadas: Blog da Alcilene / Repiquete é Memória
Fonte: Facebook / Memorial Amapá

Foto Memória de Macapá: Pioneiros de Macapá

Trazemos para o Porta-Retrato foto compartilhada pelo amigo Luiz Pessoa, com imagens de um evento social e esportivo, no início dos anos...