quarta-feira, 1 de abril de 2020

OS DEZ ANOS DO PORTA-RETRATO MACAPÁ/AMAPÁ DE OUTRORA

Completam-se, nesta quarta-feira - 1º de abril de 2020 - DEZ ANOS de existência do Blog "PORTA-RETRATO - MACAPÁ/AMAPÁ DE OUTRORA" .
Como registrado naquele primeiro post - na quinta-feira, 1º de abril de 2010 - estava sendo concretizado um Projeto antigo, que há algum tempo vínhamos arquitetando de lançar um blog com fotos históricas e raras de Macapá.
O ponta pé inicial desse marco histórico, contou com a inestimável colaboração desinteressada do amigo escritor Paulo Tarso Barros.
Paulo Tasso Barros repassou ao Blog, todo acervo fotográfico que possuía, sobre a memória do Amapá.
Paulo é Membro da Academia Arariense-vitoriense de Letras (AVL), da União Brasileira de Escritores (UBE - São Paulo), da Associação Nacional de Escritores-ANE, da Associação Amapaense de Escritores-APES e membro do Júri Nacional do Prêmio Multicultural O Estadão, de São Paulo. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura, do Conselho Diretor da Fundação de Cultura e chefe da Divisão de Editoração da Fundação de Cultura. Paulo é membro efetivo da Academia Amapaense de Letras – ocupante da Cadeira nº 31, cujo Patrono é Paul Ledoux e Fundador José de Alencar Feijó Benevides.
Um outro amigo que também acreditou nos propósitos e finalidades do Blog foi o  jornalista amapaense ÉDI PRADO. Édi também pegou seus arquivos fotográficos e os doou ao blog com os quais foram feitas as primeiras postagens.
O amapaense Edivonildo de Prado Ribeiro – Édi Prado - é o primeiro jornalista graduado em comunicação do Estado do Amapá. Formou em 1982 pela Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso - FACHA/RJ e retornou para Macapá em 1985. É um dos fundadores e presidente da Associação de Imprensa do Amapá (1988) e da criação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Comunicação em 1989, o primeiro presidente.
Foi o primeiro editor-chefe do Jornal do Dia.
Temos também a enaltecer a imprescindível colaboração dos historiadores Fernando Rodrigues, Nilson Montoril e Edgar Rodrigues, bem como aos parceiros João Silva, Emanoel Jordânio, Rogério Castelo e Sebastião Ataíde de Lima.
Com o passar do tempo, outros nomes foram se juntando aos primeiros e aumentando a lista de colaboradores que abasteciam com preciosas relíquias históricas, o acervo memorial do Porta-Retrato.
O Blog ganhou credibilidade que superou nossas expectativas e hoje é uma referência para as pesquisas de interessados, estudiosos, estudantes, faculdades e universidades que utilizam o acervo histórico com o rico material para aprimorar seus conhecimentos científicos.
Nesta data em que o blog completa DEZ ANOS, estamos editando o post de número 1.922 e também atingimos a marca de 2.218.305 visualizações.
Agradecemos primeiramente a Deus, que nos deu vida, saúde e perseverança para chegarmos até aqui.
Um agradecimento especial à minha esposa Marina, companheira de todos os momentos, sempre disposta a somar esforços para levarmos avante essa partilha de informações, garimpadas nas mais diversas fontes, junto às famílias e descendentes de Pioneiros do Amapá, que entenderam a grandeza de nosso trabalho e disponibilizaram seus acervos e arquivos de fotos e documentos, das pessoas que lhes são caras.
Graças a imprescindível ajuda de todos vocês, nossos amigos colaboradores, que nos enviaram e/ou compartilharam fotos, apresentaram críticas, sugestões, com comentários e opiniões que complementaram muitas legendas de fotos que foram postadas aqui.
A ajuda que tenho recebido – pelas quais agradeço de coração – tem sido de grande valia para concretização da proposta de nosso trabalho.
O Porta-Retrato, está aí, segue firme e forte!
Espero, com as bênçãos de Deus, poder ainda comemorar esta data por muitos e muitos anos.
Obrigado mesmo!
João Lázaro-Editor

Foto Memória do Rádio Amapaense: Os 72 anos de CLAUDIO COUTINHO – 48 dedicados ao Rádio e à Cultura do Amapá

Há 72 anos, na quinta-feira - 1º de abril de 1948 – nascia CLÁUDIO COUTINHO DIAS, um dos maiores e melhores profissionais da radiofonia amapaense. Operador, produtor e editor de áudio, com relevantes serviços prestados ao Rádio e à Cultura da Amazônia.
Cláudio é macapaense, filho caçula de nove irmãos de Thomas de Souza Coutinho e Militina Coutinho Dias. Viveu sua infância e adolescência na Rua do Canal, como hoje é chamada a Av. Mendonça Júnior. Fez seus primeiros estudos no grupo Escolar Barão do Rio Branco e o ginasial no Ginásio de Macapá. Católico praticante, sempre frequentou a Paróquia de São José, onde foi batizado, catequizado, crismado e também coroinha (acólito). Como todo garoto de sua época, Cláudio jogou futebol e outras moralidades esportivas na Casa dos Padres e passou pelas fileiras do escotismo.
Mas foi na juventude que nasceu seu gosto pela música, e o desejo de ouvi-la e senti-la mais de perto. Era ouvinte assíduo da Rádio Difusora e outras emissoras do país e do mundo. Assim o rádio começa a entrar na sua vida de forma a seduzi-lo definitivamente na década de 1960, mas esse desejo somente começa a se materializar na primeira metade dos anos 1970, quando ele entrou pela primeira vez num estúdio de rádio, para realizar, juntamente com outros candidatos, testes para operador de áudio na Rádio Educadora São José de Macapá, emissora inaugurada em 1968, de propriedade da então Prelazia de Macapá.
Aprovado nos testes e admitido em 1972, Coutinho começou então sua carreira de operador de áudio, na Rádio Educadora, emissora em que viveu a “Época de Ouro” do Rádio Amapaense, sendo o personagem destacado naquele contexto, e desde o início de sua promissora carreira, destacou-se com afinco ao seu trabalho, investindo seus esforços para a melhor qualificação profissional com a convicção de que seu futuro estava no rádio.
Com o fim das atividades da RE, Coutinho mudou-se para Belém do Pará ainda em 1978 e um novo ciclo se iniciou em sua carreira. No rádio paraense teve oportunidade de passar pelas principais emissoras e enriquecer sua performance nos estúdios ao trabalhar ao lado dos melhores técnicos e locutores do Estado do Pará.
Em sua passagem pela capital paraense, Cláudio Coutinho atuou nos quadros da Rádio Guajará – pertencente ao Grupo NEO – Administração e Participações. 
No ano seguinte, passou a trabalhar na Rádio Liberal, pertencente às Organizações Rômulo Maiorana. 
Posteriormente trabalhou na Rádio Marajoara e como estagiário atuou nas Rádios Rauland FM e Cultura do Pará.
Após sua experiencia pelas emissoras belenenses Cláudio rumou com sua família para o município de Tucuruí, em 1981, para trabalhar na empresa paulista Camargo Corrêa. Para não fugir ao hábito, também atuou no rádio local  na Rádio Floresta FM. Em 1984, decidiu retornar à Macapá e iniciar uma nova fase  em sua carreira profissional e em sua vida, resgatando as paixões  que cultivava na infância, e na adolescência, passando a interagir de forma atuante, juntamente com sua família, nas manifestações culturais e folclóricas nos bairro do Laguinho e Perpétuo Socorro.
Depois que voltou à Macapá, Coutinho atuou em vários veículos de comunicação da capital amapaense como: Rádio Nacional AM e FM(RADIOBRÁS), Tv Amapá e Rádio Amapá FM (Rede Amazônica), Rádio Equatorial AM e FM (Sistema Z Publicidade do Amapá), Rádio Antena 1 102,9 (Sistema Beija-Flor).
Nessa nova etapa, transitando por diversos estúdios, e convivendo com grandes profissionais do rádio, Cláudio Coutinho consolidou seu nome no rol seleto dos grandes profissionais do Rádio amapaense, e pelo visto, essa história ainda vai durar bastante tempo.
Cláudio Coutinho, com seu jeito simples, fez grandes amizades com os comunicadores Ermínio Gurgel e Osmar Melo, que formavam a dupla “Pai Véio e Pai D’Égua”, apresentadores do programa “Alvorada Sertaneja” (na Rádio Nacional/Difusora). e José Ney Picanço e Silva (J.Ney), com quem trabalhou nos programas “Bom Dia Dia” e  “Sua Excelência o Domingo”.
Além dos companheiros de trabalho citados, Cláudio também aponta profissionais que marcaram sua carreira, na comunicação radiofônica como Moisés Tavares, Isaias Ramos (Bomba D’Água). Moacyr Banhos, Epaminondas Júnior, Edvar Mota, Joaquim Ramos, Waldemir Souza(Pirulito), Orivaldo Santos (Galinho), Roberto Nery, Joaquim Neto, Cristina Homobono, João Lázaro, Paulo Silva, Aníbal Sérgio, Lígia Mônica, Janete Carvalho, Célio Alício, Marcelo Nery, Manoel Ribeiro, Celso Rabelo, José Maria Coelho e muitos outros.Humkberero MoreiraHumberto
Apesar da idade avançada Claudio Coutinho continua prestando serviços como operador de áudio, em Macapá.
Fonte: Texto de Célio Alício, adaptado ao Blog Porta-Retrato a pedido do biografado.
Célio Alício Cardoso: Historiador, professor, radialista, comentarista esportivo, pesquisador e ativista cultural, poeta e compositor.

quinta-feira, 26 de março de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Seleção do Colégio Comercial do Amapá (CCA), em 1968

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Franselmo George, direto dos arquivos da ‎HISTÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE. 
Um registro fotográfico raro da Seleção do Colégio Comercial do Amapá (CCA), em 1968.
Em pé: Tostes (professor), Magalhães, Sabará, Louro, Nariz, Suzico e Alceu.
Agachados: Astrogesildo, Marco Antônio, Joca, Pau Preto e Jorge.
Os antigos Jogos Estudantis do Amapá eram um verdadeiro Campeonato Amapaense realizado no estádio Glycério de Souza Marques.
Fonte: Facebook

domingo, 15 de março de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Altamir Guiomar em sua página no Facebook.
Trata-se de um registro fotográfico raro do Santana Esporte Clube nos anos 60.
Nas imagens a partir da esquerda: Juarez Maués, Wanderley, Palito, Sabá, Olivar, Rui Araújo, Mundico, Moacir(Mussuim), Sussu e Padeiro. Agachados: Mário Miranda, Carlito, Emmanuel, Castanhal, Mazzola, Álvaro (Mascarado) e Côco,
Fonte: Facebook

terça-feira, 10 de março de 2020

Foto Memória do Rádio Amapaense: Turma da Rádio Educadora São José de Macapá, em 1972

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada com o blog pelo radialista Cláudio Coutinho Dias, destacado operador de áudio do Rádio amapaense, e amigo pessoal deste editor.
Um raro registro fotográfico de 1972, de uma turma da Rádio Educadora São José, de Macapá.
Nas imagens a partir da esquerda estão, em pé o jornalista Antônio Correia Neto; radialistas Luiz Roberto Borges; José Moacyr Banhos de Araújo; Lili Mendes (secretária do J. Ney, à época); radialistas J. Ney; José Maria Coelho e Edinete Moraes.
Agachados os radialistas Osmar Melo e Cláudio Coutinho.
Fonte: Cláudio Coutinho
RESUMO HISTÓRICO – A ZYA-52 - Rádio Educadora São José de Macapá, entrou no ar em 4 de agosto de 1968. Foi a segunda Rádio AM do Amapá. A pioneira foi a Rádio Difusora de Macapá, que permanece em atividade.
A emissora apresentou uma programação inovadora para a época, planejada pelo diretor artístico José Maria de Barros, que também era um dos sócios fundadores.
Outra novidade, ficava por conta dos avanços tecnológicos projetados pelo padre Domênico Bottan (já falecido).
Os funcionários fizeram um curso de preparação (1967) meses antes da emissora entrar no ar.
Apesar de ser uma emissora católica, a Rádio Educadora manteve uma programação variada.
O FECHAMENTO DA EMISSORA  - Em março de 1978, o conselho eclesiástico da Prelazia de Macapá resolveu montar um questionário para decidir sobre o futuro da Rádio Educadora. Foram elaboradas 12 perguntas e encaminhadas a todos os padres que atuavam nas paróquias da capital. O questionário foi elaborado em italiano e respondido no mesmo idioma pelos sacerdotes.
Os padres tinham um prazo para entregar o questionário até o dia 12 de março. As respostas poderiam ser dadas na mesma folha das questões ou em uma folha à parte, sendo que a maioria preferiu a última opção.
Vinte padres responderam ao questionário. Apenas Dante Bertolazzi, José Busato e Lino Simonelli votaram pela continuação das atividades da emissora, desde que tentassem outras maneiras para continuar com a rádio e a tornasse mais católica. Os padres Angelo Biraghi, Angelo Bubani, Luis Carlini, Angelo Consonni, Angelo Da Maren, Domingos Franzese, Francisco Mazzoleni, Fúlvio Giuliano, Sandro Galazzi, Vitório Galliani, Jorge Pedemonte, Gianfranco Picozzi, Angelo Pighin, Nello Ruffaldi, Vendramino Zanardo e Salvador Zona votaram pelo fechamento da Rádio Educadora. O padre Paulo Lepre não se arriscou a dar uma resposta definitiva sobre o assunto.
No mês seguinte, mais precisamente no dia 17 de abril de 1978, a Rádio Educadora São José encerrou as atividades. Era uma segunda-feira. A emissora encerrou com um pronunciamento do padre Jorge Basile, lamentando sobre o fechamento da rádio, e a execução do prefixo, o Lago dos Cisnes.
Depois veio um silêncio, o desfecho de quase uma década de história da emissora de rádio da Prelazia de Macapá. No final do mês, os transmissores foram lacrados e as portas fechadas.
O conselho da Prelazia decidiu então fechar as portas da Rádio Educadora.
(Fonte de consulta: Os dez anos da Rádio Educadora de São José (1968 - 1978) TCC - Acadêmico Rodrigo Cunha)

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Juventus Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, vem do baú de lembranças do amigo João Silva.
Um registro histórico do primeiro título do Juventus Esporte Clube após ascender à Primeira Divisão do Futebol Amapaense na era amadora; 1960, Estádio Municipal Glicério Marques, jogo da entrega de faixa, que geralmente acontecia ao final da temporada entre o campeão e um combinado formado por jogadores das demais equipes.
Na foto, da esquerda para a direita, em pé: Wanderley, Célio, Guilherme Jarbas (cartola, representante do JEC junto a Federação),  Joca, Biló, Zé Maria Franco, Enildo, Orlando Tôrres, Círio, Caé, Pau Pretinho, Magalhães, Humberto Santos (técnico), Juraci Freitas (cartola), Adonias (cartola), João Telles (cartola), 'Seu' Medeiros (cartola) e Merendinha (torcedor); agachados, no mesmo sentido, da esquerda para a direita: Sabará, Quincas, Antoninho Amaral, Américo, Haroldo Pinto, Pennafort, Alceu, Batintin, Rosa, Raimundinho, Praxedes e Adeobaldo. Passaram para outro plano: Wanderley, José Maria Franco, Biló, 'Seu' Medeiros, Merendinha, Humberto Santos, Juraci Freitas, Joca, Pau Pretinho, Círio, Caé, Rosa, e João Telles.”
Fonte: Facebook

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Reunião Política na casa do Prof. Lucimar Amoras Del Castillo

Outra relíquia histórica do arquivo de lembranças do economista Nestlerino dos Santos Valente, garimpado da Rede Social. Segundo ele, essa foto foi tirada pelo fotógrafo Marino Cruz, em reunião política, na casa do Prof. Lucimar, em 1982.
Da esquerda pra direita: Engenheiro Charles Clark Platon, Prof. Reinaldo Maurício Gouber Damasceno, Economista Nestlerino dos Santos Valente e Prof. Lucimar Amoras Del Castillo.

Fonte: Facebook

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Eleição de Antônio Cordeiro Pontes como Deputado Federal pelo Amapá

Essa raridade histórica saiu do baú de lembranças do amigo Nestlerino dos Santos Valente, e graças à Rede Social, chegou até nós. Obrigado à professora Regina Valente, por nos ter brindado com esse presente memorável, sem dúvida!
Segundo a legenda, não se sabe quem foi o fotógrafo que eternizou essa imagem de quatro cidadãos, quando tiveram a confirmação de que o Prof. Antônio Cordeiro Pontes, estava eleito Deputado Federal, pelo antigo Território Federal do Amapá. Isso aconteceu na década de 70. Antônio Pontes foi o primeiro amapaense eleito Deputado Federal.
Da esquerda para direita: Economista Nestlerino Valente, Economista Walter Pacheco, Empresário Otaciano Pinto Pereira e Prof. Antônio Pontes.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá: Time Feminino de Voley da Escola Normal de Macapá

 Nossa Foto Memória de hoje, traz mais uma relíquia dos bons tempos da Escola Normal de Macapá. Um registro fotográfico raro das talentosas meninas do Time de Voley do conhecido estabelecimento de ensino, que sempre eram destaque nas competições esportivas estudantis.
A partir da esquerda: Inerine Pereira, Naná(Nazaré Suzuki) Leide, Elcy Lacerda, Iris Cavalcante, Célia Silva e Sônia Lacerda.
A foto foi compartilhada no Facebook pela amiga Nazaré Suzuki.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá – Alunas da Escola Normal de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, traz um registro histórico com quatro alunas da Escola Normal de Macapá, com o tradicional uniforme do estabelecimento, à época. A partir da esquerda as irmãs Célia e Íris Cavalcante, ao centro Carmem Chagas e à direita Luci Silva.
HISTÓRICO - ESCOLA NORMAL DE MACAPÁ - Tão logo assumiu o governo do Território Federal do Amapá, em 1945, o interventor Janary Gentil Nunes deu início à montagem de uma infraestrutura urbana, com o objetivo de dar suporte econômico e administrativo ao novo Governo Territorial. Nessa época surgiram as primeiras escolas.
A Escola Normal de Macapá, criada formalmente em 25 de janeiro de 1954, tem seu marco inicial com a criação do Curso Normal Regional, pelo Decreto nº 90-A/1949-TFA, tendo como fundamentação legal o Decreto-Lei nº 8.530/46, que, por sua vez, embasava-se na Lei Orgânica do Ensino Normal.
Após o advento da Escola Normal, foram ministrados mais dois cursos, o Ginasial e o de Formação de Professores de 2º Ciclo, expandindo a oferta no 1º Ciclo e dando sequência ao processo de formação de professores no Amapá.
O prédio da EN, teve sua construção iniciada em 1951 e concluída em 1952.
Como determinava a legislação, a passagem do curso primário para o secundário, era marcada pelo exame de Admissão, que podia ser feito em qualquer uma das escolas da rede pública do TFA, e o ingresso na Escola Normal também dependia desse exame.
Entre as disciplinas da grade curricular definida pela Divisão de Educação, incluía-se Canto Orfeônico.
A primeira turma formada pela Escola Normal, tem sua cerimônia nos dias 30 e 31 de janeiro de 1953, tendo como patrono o próprio Ten. Cel. Janary Nunes, presidida pela diretora da escola, Professora Predicanda Amorim Lopes e realizada no Cine Teatro Territorial.
Fonte consultada: CARVALHO, João Wilson Savino. Instituto de Educação do Amapá: uma história de educação pelo exemplo. 2012. 218 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Foto Memória de Macapá: Saci Clube

Nossa Foto Memória de hoje, publicada no Facebook, relembra um momento do Carnaval de Outrora, em Macapá, no Tempo do Território Federal.
No registro 4 jovens senhoritas da sociedade local com fantasias características do Bloco TÁ KI, TÁ LI no Samba, organizado por brincantes do  Saci Clube.
O Saci, era um clube de jovens que surgiu no Amapá nos anos 60.
No início  eram as manifestações de cunho somente social.
O clube tinha como sede provisória a área externa do Círculo Militar de Macapá, que à época funcionava atrás da Fortaleza de São José de Macapá.
O Saci Clube tinha em suas fileiras, estudantes da época como, Carlos Nilson Costa, Sebastião Cunha, José Maria Cunha, Lucas, Ribeirinho, Carlos Teixeira, Gil Platon, Sérgio Arruda, Oséias Silva, Derossy Araújo, do Banco do  Brasil, e outros, além de simpatizantes como  Dona Diva Façanha, Seu Jacy e Dona Alice Jucá,  Dr. Barbosa e a esposa Dona Icília, Moisés Zagury e esposa Dona Raquel, Abdallah Houat e outros, que davam apoio às promoções culturais do clube. Nesse ponto foram importantes os intelectuais Alcy Araújo, Elson Martins, Arthur Rafael, Isnard Lima com muito incentivo entre outros.
Veja aqui detalhes da história do Saci Clube contada pelo professor e artísta plástico Carlos Nilson Costa no blog Porta-Retrato.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Foto Memória de Macapá: Mestre Chico - Um Grande Homem!

Nossa Foto Memória de hoje, foi reproduzida do “Cantinho da vó” Carmem Maia, nossa amiga de longas datas e profissional de grandes méritos na Educação do Amapá.
Ela é filha do Mestre Chico, ou melhor, Seu Francisco Xavier das Chagas e D. Nair Monteiro Chagas.
Carmem descreve em seu blog que Mestre Chico nasceu de uma família grande. Tinha muitos irmãos. Não se formou na escola. Foi alfabetizado pela mãe. Aprendeu as contas de mais e de menos, a ler folhinhas de calendário e a Bíblia. Coisa que gostava muito de fazer na Semana Santa, mas a escola da vida foi mais do que suficiente para torná-lo Mestre. Na verdade, era mestre em natureza. Mas quem lhe deu essa alcunha foi a profissão de carpinteiro.
Mestre Chico não parava com o serrote. Os braços dos primeiros postes foram esculpidos também por suas mãos. Nesse período tornou-se Mestre em eletricidade.
Além de carpinteiro Mestre Chico era também pescador e adorava construir canoas.
Todo mundo conhecia Mestre Chico. Ou seria Mestre Chico que conhecia todo mundo?
De manhã bem cedo lá ia ele descendo a ladeira do famoso Bairro Alto. Era alto também. Esguiu, coluna dura. Nunca deixava o boné e a sacola que carregava com os tesouros que lhe ajudavam a completar o sustento da família .
A família desconfiava que era mais construtor do que o resto que dizia saber fazer .
Mestre Chico, já beirando os setenta anos, ainda garantia galanteios para as moças que frequentavam o bar Caboclo e/ou rondavam à noite na praça do cemitério.
De onde vem tanta juventude, perguntavam os amigos.
Ele sempre respondia que dormia cedo, bebia muito pouco e andava muito a  pé.  Também revelava que o segredo de sua vitalidade era a Catuaba. Bastava uma xicara de chá por dia que o resultado era de lascar.
Um dia, lá por Belém do Pará,  ganhou da mulher do filho mais velho, um disco. Eita coisa boa! Escuta só mulher, que musica porreta! E lá ia ele saltitando nas pontas dos pés o “Morena Tropicana,  Eu Quero Teu Amor”. Mas, a mulher tinha horror dos nomes feios e das estrepolias que ele fazia. Na verdade, lá por dentro, ela bem que o admirava,  só não falava para não dar o braço a torcer.
Mestre Chico,  para não perder a habilidade, sempre tecia uma rede de pesca. Passava horas sentado lá atrás,  na área externa da casa, tecendo-a e fazendo planos de quantos peixes iria pescar.
Quando a saudade batia,  juntava a sacola, a faca, um punhado de farinha e lá ia ele visitar os parentes e amigos que viviam nas ilhas próximas. Passava dias andando pelos rios que ele conhecia tão bem. Às vezes, levava o violão e tocava para os amigos dançarem e cantarem juntos.
Levanta a perna Bonifácio. Isso, agora vire que eu vou esfregar o sabão. E o porco obedecia. Era cria para comer nos 15 anos da filha mais nova. O porco ficou tão domesticado que ninguém conseguiu comer. Ele mesmo saiu distribuindo a carne pela  vizinhança.
Mestre Chico casou todos os filhos. Eram sete. Deram muito trabalho pra Dona Nair, mulher que era forte, trabalhadora,  de gestos finos,  católica e apostólica.  Exemplo de bravura e perseverança. Aquela mulher que tanto a Bíblia fala.
Ele conseguiu viver com todos numa boa. Não havia cobranças. Até a porta da casa era fechada com um cordão. Era só  puxar e entrar. Por que brigar? Cada um deve saber os seus limites e Mestre Chico não aceitava que sua liberdade fosse tolhida. Nascido à beira do rio,  criado solto, convivendo com o boto e as assombrações da Mata, não conseguia entender que as pessoas não pudessem dispor de suas próprias vidas.
Mestre Chico arremedava as pessoas, mexia com um e com outro. Até a mulher não escapava dos seus gracejos.
Mestre Chico construía tudo. Convivia com a natureza tão de perto, que conversava com os pássaros,  que benzia os doentes, que comia peixe cru.
Mestre Chico era assim: esquisito, diferente, puro.
Mestre Francisco Xavier das Chagas faleceu dia 20 de março de 1985.
Esse era Mestre Chico, um grande homem!
Texto de Carmem Maia adaptado para o blog Porta-Retrato, com a devida anuência da autora.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

ANIVERSARIANTE ILUSTRE: OS 100 ANOS DE DONA DIVA FAÇANHA

O ano bissexto de 2020, marca os 100 anos de nascimento de uma mulher de garra e muita determinação. Estou falando de Dona Diva, a Matriarca da Família Façanha, de Macapá.
Diva Dias Façanha foi uma mulher à frente do seu tempo.
Natural de Bragança no Pará, onde nasceu em 04 de fevereiro de 1920, gerou, educou e formou quatro filhos: Maria de Lourdes Dias Façanha (professora e bibliotecária), José Dias Façanha (engenheiro-agrônomo), Antônio Celso Dias Façanha (engenheiro de minas) e Luís Guilherme (engenheiro florestal), este radicado há muitos anos em Recife.
Dona Diva ajudou a criar os filhos trabalhando como cozinheira, doceira e, a partir do ano de 1954, funcionária pública.
Exerceu os cargos de Assessora e Chefe do Gabinete do Governador e Tesoureira da Superintendência de Navegação do Amapá – SENAVA. Chegou ao Amapá em 1939, quando ainda era Pará, acompanhada do marido, outro pioneiro do Amapá, Lourenço Borges Façanha (in memoriam).
Exerceu diversos cargos ao longo do período da carreira profissional. Foi governanta da residência governamental. E logo depois, ascendeu ao importantíssimo cargo de Chefe de Gabinete de Janary Gentil Nunes, primeiro governador do então Território do Amapá, sendo a primeira mulher na história desse rincão, a assumir posto de relevância estratégica na administração pública. Permaneceu como pessoa de extrema confiança de vários governadores do ex-território, até a gestão do governador Amílcar Pereira.
Como responsável pelas demandas do gabinete governamental, Diva Façanha às vezes dava duro até no governador à época, Janary Nunes que, reclamava da Dama de ferro por sua excessiva intransigência para liberar verbas para os grandes eventos do governo, como os desfiles cívicos de 7 e 13 de setembro.
Para se chegar até Janary Nunes, primeiramente tinha que ter a anuência da chefe de gabinete e conselheira do governador. Extremamente zelosa na função, Diva Façanha tornava-se afável quando se conquistava a confiança dela.
Era ela quem articulava e coordenava todo o cerimonial do palácio do governo. Um olhar atravessado de Diva para os mordomos que serviam aos convidados em datas festivas, era sinal que não estavam se comportando adequadamente, logo se punham de acordo com as etiquetas estabelecidas pela poderosa chefe de gabinete de Janary Nunes. Mas não antes de Diva Façanha soltar o seu conhecido bordão: "vê se tu acertas o teu passo!"
A convite do Governador Terêncio Porto, assumiu o cargo de Tesoureira no SERTA - Serviço de Transportes do Território do Amapá. Dizem os antigos contemporâneos de Diva Façanha que, era preciso muitas explicações convincentes para ela liberar o dinheiro solicitado para as despesas da instituição. Na sua gestão o SERTA conheceu sempre o superávit financeiro o que a tornou um ícone e exemplo para as mulheres de sua época. Diva Façanha, a Dama de ferro aposentou-se com reconhecimento e relevantes serviços prestados ao então Território do Amapá, nessa instituição.
Fonte: Facebook – Texto de Wank do Carmo, historiador e colaborador do Instituto Memorial Amapá, adaptado para o blog Porta-Retrato Macapá, com a devida anuência do autor.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Foto Memória dos Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

Nossa Foto Memória de hoje, publicada pelo confrade João Silva, no penúltimo dia do mês de janeiro passado na Rede Social, é uma verdadeira joia da memória esportiva amapaense. Uma relíquia vinda diretamente do Baú de Lembranças do brilhante jornalista tucuju.
Um raro registro fotográfico dos anos 60, no chamado 'Quintal da Casa dos Padres', precisamente na quadra do Juventus, clube criado pelos padres missionários do Pontifício Instituto das Missões Exteriores - PIME, alguns metros da Escola Paroquial 'São José'.
Craques de basquetebol do Atlético Latitude Zero, em pose para o clic do fotógrafo Horácio Marinho.
Nas imagens, em pé, a partir da esquerda: professor Alzir da Silva Maia, Jeová Marques, Picanço, Fontoura e Stélio Amaral; Agachados no mesmo sentido: José Cabral, Pedro Marques e Souza.
Resumo histórico -  O Atlético Latitude Zero foi um dos clubes (já extinto) da era amadorística do Território Federal do Amapá,  sediado na cidade de Macapá, fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia(in memoriam), Turíbio Guimarães e Raul Calins.
O Latitude Zero disputou o Campeonato Amapaense pela primeira vez em 1957. Jogou ainda as edições de 1959, 1961, 1963, 1964 e 1965.
Realizava seus jogos no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques...,
...e suas cores eram azul, amarelo, vermelho e branco.
Além do futebol, o clube também se destacou no basquete, chegando a vencer o Torneio Relâmpago em 1954, que contou ainda com as presenças de Amapá Clube, Esporte Clube Macapá e América Futebol Clube.
A sede do Clube, ficava situada na Av. Cônego Domingos Maltez, em frente ao antigo campo Marcílio Dias, no Bairro do Trem, local hoje ocupado pela Escola Municipal Hildemar Maia.
Segundo o historiador Nilson Montoril, “inicialmente, a agremiação chamou-se Latitude Esporte Clube. O desportista Pauxy Gentil Nunes, sugeriu o título de Atlético Latitude Zero.”
Zequinha Monteiro – ex-atleta da agremiação esportiva - comenta também que o “fundador e professor Alzir da Silva Maia, ajudou a comprar a sede do clube e, em várias oportunidades que a sede estava ruindo, voltava e a reestruturava.”
(Fontes: Facebook, Wikipédia e Arquivos do Porta-Retrato)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Foto Memória de Macapá: o Pioneiro Taumaturgo Nunes da Costa

Nossa Foto Memória de hoje é de um Pioneiro que, como muitos outros, passou pelo Amapá na época do Território Federal.
Falamos de Taumaturgo Nunes da Costa que era paraense de Soure, onde nasceu em 17 de novembro de 1921. Seu pai Clemente era imigrante português e irmão do Sr. Luís Pires da Costa, proprietário da "Casa das Cordas", uma das mais antigas e sortidas do comércio de materiais de construção em Macapá, nas décadas de 50 e 60.
Seu Taumaturgo, era primo legítimo dos irmãos José de Matos Costa o popular "Zelito" e de Fátima Leitão.
Por parte de mãe era da tradicional família Nunes, de Soure, mas não tinha nenhum vínculo familiar com os Nunes de Alenquer, do ex-governador Janary Nunes.
Ele foi para Macapá, na criação do Território. Inicialmente trabalhou na Divisão de Segurança e Guarda, servindo na delegacia de polícia. Posteriormente foi para a Secretaria Geral. Era desportista. Jogou pelo Amapá Clube e pelo Esporte Clube Macapá. O  jornalista Ernani Marinho confirma que ele foi ponta direita do azulino da Av. FAB.
Contraiu matrimônio em 15 de agosto de 1953 com Annie Felgueiras Vianna na catedral da Sé em Belém do Pará, quando ela passou a se chamar Annie Vianna da Costa, uma das pioneiras da Educação no Amapá.
Estava participando de uma pelada entre solteiros e casados na Fazendinha, em um domingo de Ramos em que o cunhado dele Renato Vianna estava festejando o nascimento de seu primogênito, Carlos Vianna, quando sofreu um mal súbito vindo a falecer, deixando a esposa viúva após 8 meses da casados. O filho Taumaturgo nasceu 2 meses depois e não chegou a conhecer o pai.
Quando faleceu em 11 de abril de 1954, Seu Taumaturgo tinha 32 anos de idade.
Essa foto foi tirada por um amigo dele chamado Daniel, que além de funcionário público era também  fotógrafo. Tem como cenário a praça Veiga Cabral, ao lado do cruzeiro, em frente à Matriz de São José. Ernani Marinho informa que Daniel, era proprietário do foto Daniel, na presidente Vargas, praça da Matriz, à época, ao lado do beco das Pernambucanas.
Foto e informações biográficas fornecidas pelo amigo Taumaturgo Costa, filho do biografado, a quem agradecemos!

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Foto Memória da Segurança Pública do Amapá: Inspetor MIGUEL BATISTA DE AMORIM

Hoje prestamos nossa homenagem póstuma ao pioneiro  MIGUEL BATISTA DE AMORIM.
Inspetor Miguel Amorim nasceu no município de Óbidos-PA, no dia 19 de junho de 1922. Filho de Cândido Ribeiro de Amorim e de D. Ana Batista Amorim. Estudou o primário no Colégio São Francisco em Óbidos. Trabalhou com seu tio na oficina de alfaiate, onde aprendeu a profissão. Serviu ao Exército Brasileiro e deu baixa em 1943. Transferiu-se para Macapá, em 17 de março de 1944, admitido na Guarda Territorial no dia 20 de setembro de 1944 na função de guarda territorial, onde recebeu diversas promoções, chegando ao cargo de inspetor em 26.9.1966. Miguel Amorim assumiu várias cargos entre os quais o de comissário de Polícia de Lourenço, em 27 de maio de 1952, num momento difícil em que centenas de garimpeiros, de diversas cidades e lugares chegavam para explorar o ouro, obrigando o comissário a fazer valer sua moral e coragem para dominar as brigas, as desavenças e prender criminosos e ladrões sem sofrer represálias. Seu prestígio cresceu na comunidade, merecendo a nomeação para delegado de Polícia de Calçoene em 21.4.1959; delegado de Polícia de Amapá em 26.6.1961; comissário de Polícia de Mazagão em 25.6.1964; delegado de Polícia de Amapá 22.5.1965; comissário de Polícia de Fazendinha em 24.5.1967; comissário de Polícia do Buritizal em 29.1.76; Chefe da Superintendência dos Serviços Policiais em 15.2.76; Encarregado de apurar os fatos em processo administrativo em 7.7.1977; transferido para a Delegacia da vila de Laranjal do Jari em 7.6.1979; designado delegado de Polícia de Mazagão 21.1.80.
Miguel Batista de Amorim casou-se com D. Ozelinda Lina Amorim com quem teve os filhos: Newton, Neide, Arlindo, Heraldo, Orivaldo, Ana Regina e Edinete.
Filiou-se à Associação dos Aposentados e Pensionistas do Amapá destacando-se no cargo de membro efetivo do Conselho Fiscal.
Faleceu de repente, em 1996, deixando tristes e abalados os seus familiares e amigos, merecendo do Vereador Manoel Bezerra a apresentação do Projeto de Lei dando o nome de inspetor Miguel Amorim a uma das ruas da cidade, de Macapá.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá. Vol. III. de Coaracy S. Barbosa. Março 2002 – Edição digital (não impressa)
Foto: Arquivo pessoal