quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ESPECIAL: Primeira Seleção Amapaense de Basquetebol

O Amapá participou do VII Campeonato Brasileiro de Basquete Juvenil, realizado na quadra da Fênix Caixeiral Cearense, em Fortaleza, em julho de 1954. Também participaram da competição as equipes representativas de São Paulo, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Norte.
O professor e historiador Nilson Montoril, conta detalhes do evento:
Em pé, da esquerda para a direita: Ary Coutinho, Paulo Farias, Uriel Araújo, José Aymoré, Marivaldo Monteiro, Edilson Borges de Oliveira, o comandante e o co-piloto da aeronave, José Maria Souza, José Tavares de Almeida, Antônio Tavernard e o sargento Irineu da Gama Paes.
Agachados: Eládio Braga, Leandro Costa, Clóvis Mascarenhas, Antenor Epifânio Martins, Dr. Corinto Silva e Victor Santos (que jogava basquete mais tinha idade acima do permitido).
“A delegação do Território Federal do Amapá seguiu para Fortaleza na manhã do dia 11 de julho de 1954, a bordo de um avião DC 3, do Correio Aéreo Nacional, gentilmente cedido pelo Comando da Aeronáutica sediado em Belém, com escalas para reabastecimento em São Luiz e Terezina. Comandava a delegação o macapaense Edílson Borges de Oliveira, Oficial de Gabinete do Governo Territorial, que também jogava futebol pelo Esporte Clube Macapá. Os demais componentes eram: Sargento Irineu da Gama Paes (técnico), Antenor Epifânio Martins (assistente técnico), Corinto Silva (médico), Prof. Gabriel de Almeida Café (representante da imprensa) e os seguintes atletas - Eládio Braga (Amapá), Uriel Araújo (Macapá), José Aymoré (Amapá), Leandro Matos Costa (Amapá), Ary Coutinho (Amapá), José Tavares de Almeida (América), Marivaldo Monteiro (Macapá), Clóvis Mascarenhas (Macapá), Antônio Tavernard (Macapá), Paulo Vinicius Farias (Amapá), José Maria Souza (Macapá). O atleta Lindoval Peres foi convocado e chegou a concentrar na Escola Industrial de Macapá, mas sua genitora não permitiu que ele viajasse devido ao fato do mesmo ser menor de idade. Para poder participar do certame nacional, a recém criada Federação Amapaense de Basquete, cujo presidente era o tenente Glicério de Souza Marques, organizou um torneio relâmpago com a participação do Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, América Futebol Clube e Atlético Latitude Zero. O Atlético Latitude Zero sagrou-se campeão e recebeu o troféu denominado “Dr. Hildemar Pimentel Maia”. Dentre os atletas convocados, que então integravam outras equipes, encontravam-se Paulo Farias e Uriel Araújo que defenderam as briosas cores do Atlético Latitude Zero no torneio. Na capital alencarina a delegação do Amapá ficou hospedada na Escola Industrial do Ceará, realizando seus treinamentos nas quadras do Náutico Cearense e do Maguary Clube."
Em pé: Eládio Braga, Uriel Sales de Araújo, José Aymoré, Leandro Matos Costa, Ary Coutinho, José Tavares de Almeida e o técnico Irineu da Gama Paes. Agachados: Marivaldo Monteiro, Clóvis Mascarenhas, Antônio Tavernard, Paulo Vinicius Farias e José Maria Souza, o Zezinho.
"Paulo Farias, hoje residindo em Belém, não lembra com precisão quando o campeonato teve início, acreditando que tenha sido no dia 18 de julho, um domingo e concluído dia 23. Os jogos entre as seleções aconteceram no período noturno e o certame de lance livre pela manhã, ambos na quadra do Fênix Caixeiral. No dia 22 de julho de 1954, uma quinta feira, foi realizado o Campeonato Brasileiro Juvenil de Lance Livre e cada delegação inscreveu cinco atletas. A seleção Amapaense foi representada por Paulo Vinicius Farias, Clóvis Mascarenhas, José Maria Souza, Uriel Sales de Araújo e José Tavares de Almeida. Cada atleta teve direito de fazer 20 arremessos. No geral, cada seleção poderia computar 100 pontos”.
(Foto: Reprodução/portal História do Ceará)
Primeiro prédio da Fênix Caixeiral Cearense onde foi desdobrada a programação do VII Campeonato Brasileiro de Basquete Juvenil. Na década de 1950, o imóvel foi demolido, surgindo uma edificação mais ampla e elevada que atualmente abriga o Instituto Nacional de Previdência Social/SUS. (http://www.ceara.pro.br/fortaleza/index.htm)
Concluindo seu texto, Nilson informa que “o primeiro edifício da Fênix Caixeiral Cearense demorava (localizava-se) no Centro Histórico de Fortaleza, à Rua 24 de Maio, na esquina dessa via pública com a Praça José de Alencar. O imóvel foi vendido em 1979, e a instituição mudou-se para a Avenida Imperador, 336, entre as ruas Liberato Barroso e Pedro Pereira, agora identificada como Colégio Fênix Caixeiral. Já não é mais a famosa sociedade beneficente e cultural de outras épocas quando congregava contadores, despachantes da alfândega, corretores, leiloeiros, empregados de bancos e outras classes trabalhadoras. Em 1952, o governador do Estado do Ceará era Raul Barbosa. Ele apoiou incondicionalmente a realização do certame que foi organizado pela Confederação Brasileira de Desportos. A Confederação Brasileira de Volei foi fundada a 16 de agosto de 1954. O ex-jogador Denis Rupet Hathaway ocupou a presidência entre 15/3/1955 a 15/2/1957.”
Fonte: blog Nilson Montoril - Arambaé

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Tenente Irineu: Um Pioneiro Ilustre!

(Foto: Reprodução de arquivo)
Irineu da Gama Paes, nasceu  em 21 de junho de 1910, no Município de Pedras de Fogo, na Paraíba. Chegou ao Amapá em 1944, e ingressou no Quadro de Funcionários do antigo Território do Amapá no dia 15 de julho de 1944, na função de Professor de Práticas Educativas, no Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Merece que se resgate a sua memória porque foi um dos pioneiros do Amapá que se dedicaram à educação física e moral dos jovens amapaenses e, na sua larga folha de serviços, destacam-se: participação no planejamento e ativação do setor de educação física, esporte e recreação da Divisão de Educação; organizou a Associação dos Professores de Educação Física do Amapá; atuou na função de professor dessa matéria nos estabelecimentos escolares Barão do Rio Branco, Alexandre Vaz Tavares, Colégio Amapaense, Ginásio de Macapá; fez parte da Comissão de Organização dos festejos de 7 de Setembro, Dia da Pátria e 13 de setembro, Dia do Território do Amapá (de 1946 a 1980); preparou fisicamente os atletas que participaram das seleções de futebol e natação do Amapá durante os anos de 1948 a 1958. Sua formação militar, Primeiro-Tenente-PM, exigia disciplina, respeito e amor à pátria. Percorria todos os estabelecimentos públicos para ver se a bandeira brasileira estava hasteada corretamente e participava das aulas de Educação Moral e Cívica nas principais escolas, ensinando os alunos a cantar o Hino Nacional Brasileiro e o Hino à Bandeira. Participou de dezenas de Cursos de Aperfeiçoamento, administrados por técnicos de renome, contratados pelo governo para melhorar o desempenho dos servidores. Foi agraciado com o título de Cidadão de Macapá por decisão da Câmara de Vereadores de Macapá, além de Medalhas de Honra ao Mérito da Escola Alexandre Vaz Tavares, da Associação dos Professores do Amapá e do Ginásio Amapaense. Aposentou-se em 20 de julho de 1980, viajando para o Rio de janeiro, onde fixou residência, mas não esqueceu o Amapá e todos os anos era saudado no palanque oficial durante os desfiles de 7 e 13 de setembro, em posição de sentido, ou lagrimando quando era cumprimentado por seus ex-alunos. Tenente lrineu, acometido de pneumonia lombar, veio a falecer no dia 30 de setembro de 1987, aos 77 anos, deixando enlutado o Território do Amapá e seu único filho, que o acompanhou nos seus últimos momentos. Ten. Irineu é, reconhecidamente, um Pioneiro Ilustre do Amapá.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá vol. 1 – de Coaracy Sobreira Barbosa – edição 1997.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Do Fundo do Baú: Glorioso São José

Esta foto rara, de uma das formações da Sociedade Esportiva e Recreativa São José -  nos tempos áureos do futebol amapaense - resgatei do acervo do amigo jornalista Evandro Luiz Souza, publicada na página dele no Facebook.
(Foto reproduzida do Facebook do amigo Evandro Luiz Souza)
Da esquerda para a direita em pé os craques: Bico, Odilon, Zé Roberto, Alceu, Evandro e Sabará.
Na mesma disposição, Agachados:  Adelson, Cabecinha, Timbó, Orlando Torres e  Moacir Banhos. O garoto é Helder Marinho, filho do Formiga.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Especial: Há 67 anos...

...em 25 de fevereiro de 1945, numa tarde de domingo, era lançada a  pedra fundamental do Rádio amapaense.
Nessa data foi implantado o Serviço de Alto-Falantes de Macapá, considerado o embrião da Rádio Difusora de Macapá.
Local: Praça Cap. Augusto Assis de Vasconcelos, (atual Veiga Cabral), no centro da cidade.
A programação é iniciada às 17h com a "Marcha Continental", música que serviu de prefixo musical (trilha sonora) para o Serviço de Alto-Falantes.
Não há provas documentais para que possamos garantir qual seria a orquestração que serviu de prefixo para o Serviço de Alto-Falantes de Macapá.
A notícia, por ser do Jornal Amapá, nos informa ter sido a Marcha Continental.
A título de ilustração apresentamos aqui uma música, daquela época, intitulada Continental que acreditamos, possa ter sido, pelo menos a melodia, usada como prefixo musical daquele período histórico do Rádio amapaense.
Ouça:   
Paulo Eleutério Cavalcanti de Albuquerque, (foto acima) jornalista amazonense e Diretor do S.I.P., fez a apresentação dos equipamentos.
S.I.P. era o Serviço de Imprensa e Propaganda montado por Janary Nunes (primeiro governador do Amapá), para divulgar o programa de ação e desenvolvimento do governo terrritorial.
Falando na ocasião, Eleutério explicava em breves palavras, que a iniciativa é o marco inicial para a implantação “de uma estação rádio-emissora que abranja todo o Território e possa levar ao Brasil, a palavra fraterna e confiante do Amapá”.
A programação prosseguiu com apresentação de música popular brasileira, precedida de um comentário sobre suas origens, pelo intelectual Paulo Armando, noticiário local e nacional e música americana, encerrando-se as 18h com a “Ave Maria” de Schubert.
A aparelhagem sonora foi instalada por Heráclides Macedo, técnico de rádio da Panair do Brasil (empresa de viação aérea da época).
(Reprodução)
Vista do prédio da antiga Intendência que serviu de estúdio para o Serviço de Auto-Falantes de Macapá, em 1945.
Clique na imagem para ampliar
O estúdio funcionou inicialmente, no prédio da antiga Intendência (foto), na Av. Mário Cruz (hoje utilizado pelo Museu Histórico do Amapá - Joaquim Caetano da Silva), irradiando o som amplificado por dois possantes alto-falantes (de cauda), tipo corneta, localizados na Praça da Matriz e na Praça Barão do Rio Branco (Largo de São João).
Vale o registro...
Referência: Jornal AMAPÁ (1945)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Esportes: Do Fundo do Baú

"Esta é do baú do professor Maneca - Manoel Azevedo de Souza e está nos arquivos do Jornal do Dia e do Trem Desportivo Clube."
(Imagem reproduzida do Facebook de Paulo Tarso Barros)
"Muitos alunos e ex-alunos do professor Maneca nem imaginam que ele já foi um craque de futebol." (Paulo Tarso Barros)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Especial: Hoje é Terça-Feira de Carnaval: Dia da "Banda" passar

(Foto:Reprodução de arquivo/montagem mosáico)
Conheça a

Especial: General Gurjão

(Imagem: Reprodução/blog do Edgar Rodrigues)
Hilário Maximiniano Gurjão, o General Gurjão
Hilário Maximiniano Antunes Gurjão nasceu em Belém do Pará, no dia 21 de fevereiro de 1820, e muito cedo ingressou no Exército brasileiro. Aos 14 anos de idade, já acompanhava seu pai ao lado dos legalistas, participando das lutas civis que ensanguentaram o Pará no ano de 1834. Aos 16 anos estava a bordo da escuna "Bela Maria", no bloqueio feito em 13 de maio de 1836, contra os cabanos comandados por Eduardo Angelim, que fugiu para o Município de Acará. Promovido a cadete em 1837 e, em 1838, alcançou a patente de l.P-Tenente. Em 28 de fevereiro de 1839, foi designado para o comando das tropas sediadas na fortaleza de São José de Macapá. Em Macapá, recebeu em 2 de dezembro desse mesmo ano a promoção de 2º Tenente. Retornou a Belém, onde cursou a Escola de Artilharia e, em 1841, foi promovido a Capitão, com apenas 21 anos de idade. Viajando para o Rio de Janeiro, matriculou-se na Escola Militar, bacharelando-se em Matemática, obtendo a classificação nas armas de artilharia.
Exerceu vários cargos militares no Pará e Amazonas com a missão de fortificar a região amazônica. Em 1857, atingiu o posto de Tenente-Coronel, quando inspecionou as fortalezas de Macapá, Gurupá e Óbidos. Retornando ao Rio de Janeiro, assumiu o comando do 3° Batalhão de Artilharia, onde recebeu a condecoração de Cavaleiro da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo e o hábito de São Bento de Aviz. Comandou a fortaleza de Santa Cruz e o 1º batalhão de infantaria sediado na corte. Em 1865, distinguiu-se na guerra do Paraguai com a  patente de Coronel; foi para o campo de batalha e dirigiu o bombardeio de Itapiru em 1866 e as ações de artilharia no Passo da Pátria em Tuiuti; comandou a guarnição de Corrientes e as forças do Chaco em ação combinada com a esquadra em 3 de setembro de 1867; desalojou os paraguaios de Sauce em 21 de março de 1868, obrigando-os a abandonar toda linha de fortificações próximas, inclusive a fortaleza de Curu e a se concentrarem em Humaitá. Seguindo para o Chaco, conseguiu estabelecer a comunicação entre a esquadra ancorada abaixo de Angustura e a que se achava em frente a Vileta. Em novembro foi designado pelo Duque de Caxias para comandar a artilharia do 2° Corpo do Exército sob a liderança do Marechal Argolo Ferrão e, graças à ação de Hilário Gurjão, efetuou-se em 5 de dezembro o desembarque do 2° Corpo em Santo Antônio. O combate foi terrível. O Marechal Argolo foi ferido e morreu, o Coronel Fernando Machado caiu na batalha. Essas duas baixas criam indecisão entre os oficiais e soldados. Vendo a gravidade da situação, o General Gurjão, Subcomandante da tropa, galopou sobre a ponte gritando ordens para atacar, sendo recebido por uma saraivada de balas. Tombou gravemente ferido na outra extremidade da ponte. Duque de Caxias chegou logo depois, e os paraguaios foram derrotados. Transportado para a cidade de Humaitá, veio a falecer no dia 17 de janeiro de 1869. Posteriormente, seus restos mortais foram transferidos para Belém e sepultados no cemitério da "Soledade". A Prefeitura de Macapá, para homenagear esse ilustre militar, comandante das tropas em Macapá, deu seu nome a uma das avenidas da cidade.
Fonte: Livro "Personagens Ilustres do Amapá Vol. II" - de Coaracy Barbosa

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Especial: Carnaval

(Foto:Reprodução de arquivo/montagem mosáico)
Conheça a

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Do Fundo do Baú!

(Clique na foto para ampliá-la)
Esta foto rara, que ele mesmo considera uma relíquia, nos foi compartilhada, via e-mail, pelo amigo leitor Waldeir Garcia Ribeiro.
O registro fotográfico, de data desconhecida, mostra como era a sede da Federação Amapaense de Desporto, atual FAF - Federação Amapaense de Futebol.
Entre os identificados, Waldeir reconheceu apenas o sogro dele, Moacir Braga Coutinho (camisa branca c/ gola preta) e o repórter Joaquim Neto.
Com a ajuda do ZOOM, tentamos identificar alguns conhecidos, tais como:  o primeiro à esquerda, nos parece o repórter José Maria Trindade (por favor podem confirmar); atrás, na direção do Moacyr Coutinho, (ao fundo perto da porta) está nos parecendo o Sr. Juarez Boas Novas de Azevedo Maués; o terceiro na frente (com papel na mão) nos parece o Waldeir (a confirmar) e ao fundo, (de camisa branca de bolinha) o Cremildo;  atrás do Joaquim Neto, o professor Edésio Lobato, Guilherme (Palito - todo de branco) e na ponta direita o Benedito Marinho, (o popular Formiga).
Por favor nos ajudem a confirmar e completar a legenda.
Quem conseguir identificar os demais pode nos informar, através do e-mail jolasil@gmail.com, ou deixar suas   observações na caixinha de comentários.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Você conhece este motociclista?

(Foto: Reprodução / Arquivo Olivar Cunha)
( Foto compartilhada pelo amigo Olivar Cunha )
Entre inúmeras fotos enviadas, por e-mail, pelo artista plástico Olivar Cunha - amigo compartilhador do blog Porta-Retrato - encontramos esta em que aparece um pioneiro, que era muito conhecido na cidade por usar como meio de transporte, uma antiga moto GUZZI, de fabricação italiana que foi levada para Macapá, por um dos padres do PIME (Pontifício Instituto das Missões Exteriores).
Naquela época não existiam motos de outras marcas na cidade.
Segundo o amigo Obdias Araújo, trata-se do Bianor, sogro dele.
Entre os depoimentos na página de comentários, reproduzimos um último, postado pela leitora Nilza Corrêa, que se identifica como uma das filhas de Bianor.
Pela riqueza das informações que ela nos passa, resolvemos transcrever seu depoimento, na íntegra, para melhor conhecimento dos leitores e possíveis amigos de Bianor:
O motociclista acima é meu pai Raimundo Nonato Banha Corrêa, mais conhecido pelos amigos como “Bianor”. Meu pai nasceu em 06/09/1933, em Macapá, filho caçula de Francisco Alves Corrêa e Maria Banha Corrêa, tendo como irmãos Raimundo (conhecido por “Calango”-policial civil), Joaquina, Josefa e Jair. Ainda adolescente aos 14 anos, foi um dos amapaenses escolhidos para estudar na cidade de Barbacena(MG), onde passou 3 anos estudando. Casou-se em 1954 com Nilza de Magalhães Corrêa com quem teve 09 filhos: Raimunda Ruth, Bianor, Maria Eliete, Maria Elizabeth, Biraelson, Francisco, Nilza Maria, Ana Cristina e Lúcia Regina. Residiu com sua família por mais de 20 anos no Bairro Jesus de Nazaré, na Av. Pe. Manoel da Nóbrega(entre Leopoldo Machado e Jovino Dinoá). Trabalhou na Divisão de Terras do Amapá, INPS, INAMPS e Ministério da Saúde, onde se aposentou em 1983 por tempo de serviço. Meu pai tinha suas raízes no Quilombo do Curiaú e no Bairro do Laguinho, era exímio tocador de caixa de Batuque e Marabaixo, tinha muito orgulho de sua raça e cor. Sócio Fundador da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho e do Esporte Club Macapá. Era muito conhecido por ser amante do motociclismo, dentre tantas motos que possuiu, se destaca esta acima (Moto Guzzi 500CC), que foi vendida no ano de 1984 para um colecionador italiano. Faleceu aos 52 anos , em 14/08/1986, às 21:00 Hospital São Camilo e São Luis, de infarto agudo do miocárdio, foi sepultado no cemitério N. S. da Conceição (Centro). Homem honesto e humilde de hábitos simples, Pai amoroso e exemplar, Marido dedicado e um amigo fiel, teve toda a sua existência pautada na honestidade e deixou para todos nós, seus filhos, seu maior tesouro: “O EXEMPLO”.
Obrigada pela fotografia, nós familiares não tínhamos nenhuma foto dele nesta motocicleta, e ficamos muito emocionados.
Um grande abraço. Nilza Corrêa.”
Agradecemos à Nilza, por esta importante contribuição para o blog Porta-Retrato.
E, na oportunidade, solicitamos que a mesma entre em contato conosco, via e-mail (jolasil@gmail.com),  para mais alguns esclarecimentos sobre a matéria.
Aguardamos o contato.
(Matéria publicada. originalmente. no Porta-Retrato, em  09/07/2011)
(Post repaginado em 14 de fevereiro de 2012)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Especial: Antonio Munhoz – 80 anos de vida

Há 80 anos, nascia em Belém do Pará, Antônio Munhoz Lopes.   
(Foto Mosáico: Reprodução Google imagens e arquivo)
E o próprio aniversariante do dia comenta, com exclusividade para o Porta-Retrato, sobre a emoção de chegar aos 80 anos:

Parece mentira...ainda não acredito. Será mesmo? Mas como o tempo é implacável, deve ser mesmo. (...) Mas a verdade, que não posso negar, é que nasci no dia 10 de fevereiro de 1932, em Belém do Pará, chegando a Macapá no início de outubro de 1959, e onde já estou mais de meio século. (...) E onde sei que sou querido. (...) ...não quero pensar na morte. Quero é aproveitar ao máximo o que me resta de vida, eu que sou um privilegiado. Vou a Belém para um jantar com meus nove irmãos e logo depois volto para cá, onde vivo há 52 anos. Foi a partir da minha chegada a Macapá que a minha vida passou a ter um sentido maior. No mais profundo de mim mesmo, tenho medo da morte porque ainda amo a vida, com o que ela tem de bom e bela. O que sou hoje, e tudo que vi e vivi, devo aos amapaenses, embora nada tenha recebido de graça. Tudo que fiz na vida, até agora, foi fruto do meu trabalho, do meu esforço do meu suor. Lembro, agora, de algumas homenagens que recebi: 1) Na noite de 15 de junho de 1999, recebi o título honorífico de 'Cidadão de Macapá' "como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao Município de Macapá e ao seu Povo”.2) Em 04 de fevereiro de 1989, o Jornal do Dia conferiu-me o diploma Destaque 1988, pelos relevantes serviços prestados ao Amapá, no setor educacional. 3) Em 12 de setembro de 1988, recebi da Academia Amapaense de Letras, o diploma de sócio titular, efetivo e perpétuo, como ocupante da cadeira nª 38, tendo como patrono Vicente Portugal. 4) Em 06 de agosto de 1997, durante o I Encontro Internacional de Magistrados da Amazônia, recebi o Colar do Mérito Judiciário, tendo a comenda sito entregue pela Procuradora Geral da Justiça, Dra. Raimunda Clara Banha Picanço, minha ex-aluna. 5) No dia 28 de abril de 2003, da Assembleia Legislativa do Amapá  recebi o título de 'Cidadão Amapaense', sendo o diploma entregue pela profª Zaide Soledade, com um jantar depois no Ceta Ecotel. 6) Na manhã do dia 31 de outubro de 2008, no auditório multiuso da Universidade Federal do Amapá, das mãos do reitor José Carlos Tavares Coutinho, recebi a Medalha do Mérito Universitário “pelos relevantes serviços prestados à nossa Instituição Federal de Ensino Superior”. Não esqueço de que fui o único aplaudido de pé. 7) No dia 24 de outubro de 2011, recebi o troféu 'Equinócio da palavra' das mãos do governador Camilo Capiberibe, e, no dia 28, participei de um diálogo literário, no 1º Corredor Literário na 48ª Expofeira. Pelo título de 'Cidadão Amapaense', no dia 28 de abril de 2003, recebi de Silvana Salerno e Fernando Nuno Rodrigues, editores de São Paulo, uma felicitação nos seguintes termos: ”Honra você mais a esse nosso belo Estado setentrional, que o Estado a você, ao aceitar a láurea. Ou de outra forma: sai mais engrandecido o Amapá por lhe oferecer essa honra do que você por recebê-la pois o Munhoz é maior sem que o Amapá seja pequeno”. Também recebi da Biblioteca Pública Estadual Elcy |Lacerda o diploma 'Amigos da Biblioteca', “pelo excepcional e permanente carinho dedicado a esta Instituição, divulgando-a e participando das ações nela desenvolvidas.” O Rotary Club de Macapá me entregou no dia 21 de junho de 1996, o Diploma de Honra ao Mérito, “como reconhecimento pelo laborioso trabalho na educação da juventude amapaense, ao longo destas 5 décadas”. No dia 21 de dezembro último, encontrando o senador Sarney, pedi um autógrafo, no seu livro “Os Marimbondos de Fogo” edição portuguesa da Bartrand Editora, 1986, que eu comprei em Lisboa. Ele escreveu: “Ao professor Antônio Munhoz Lopes, um afetuoso abraço e minha admiração pelo seu amor às letras”. Num velho caderno que o cupim quase destrói, encontro: ”Aqui em Macapá ninguém ousa fazer qualquer movimento de cultura sem a sua participação. Seria uma falta de bom senso” – Elson Martins < A Voz Católica, de 13 de agosto de 1969. É o cúmulo do exagero: “Antônio Munhoz é uma das pessoas mais inteligentes que conhecemos, Um QI altíssimo” – Vera Cardoso Santos < O Liberal, 22 de dezembro de 1974. E por último o que disse Alcy Araújo, “O Estado do Amapá, 06-01-81: “Antônio Munhoz, esse monumento de cultura que é hoje um dos patrimônios dessa terra”. É exagero, é, mas é exagero de amigo. Melhor exagerar para o bem do que para o mal. Um sentimento mau é horrendo." 
Trechos extraídos de duas cartas, escritas de próprio punho pelo professor Antônio Munhoz Lopes, e enviadas ao editor do blog datadas, respectivamente, de 08 e 29 de janeiro de 2012.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um Pioneiro Ilustre: Coaracy Sobreira Barbosa

(Foto gentilmente enviada, via e-mail, por Edgar Veloso - genro de Coaracy)
"Coaracy Sobreira Barbosa, nasceu em 16 de junho de 1923 em Vitória do Espírito Santo e, aos treze anos, já fazia estágio no Diário da Manhã da sua terra natal. Depois de passar pelo Rio de Janeiro e Belém trabalhando em empresas comerciais, chegou a Macapá em 1945 quando Janary Nunes iniciava o seu governo e recrutava mão de obra em todo o Brasil. De 1945 até 1957 ele foi professor primário, ano em que foi nomeado prefeito do município de Calçoene, onde permaneceu até 1961, quando passou a assessorar o deputado Janary Nunes. Foi um dos fundadores da Companhia Amapaense de Telefones - CAT em 1965 e permaneceu na Teleamapá, de 1973 até 1988 onde exerceu cargos importantes. Era membro da Academia Amapaense de Letras e da Associação Amapaense de Escritores - APES, além de fazer parte também de outras entidades representativas. Coaracy Barbosa foi um pesquisador incansável e dispunha de  material para escrever a história dos municípios de Calçoene, Amapá, Macapá, Mazagão e Oiapoque, bem como, era possuidor de  vasto acervo sobre os eventos mais importantes ocorridos no Amapá. Se não fossem as enormes dificuldades que são impostas aos escritores para publicar seus livros, quem sabe a nossa história já não seria muito mais conhecida, através deste batalhador incansável que amava de verdade a terra que o acolheu."
O escritor Paulo Tarso Barros assim o definiu: "Coaracy Barbosa era um cidadão digno, apaixonado  pelo  que  fazia,  amigo  da  pesquisa  histórica,  um  autêntico  minerador dos fatos, capaz de gastar o último centavo para reproduzir  uma  foto,  xerocopiar  um  documento  ou adquirir  uma  obra.  Era aquele  estudioso  que  se  sentia  feliz, exultava  ao  fazer  uma  descoberta,  ao  encontrar um  amigo dos  tempos  do  Território,  os  heroicos  pioneiros  que  protagonizaram a epopeia do Amapá e relembrar com eles episódios daquela época."
Seguem alguns  comentários  sobre  a  vida  e  a  obra  de Coaracy Barbosa:
"Padre Jorge Basile escreveu que Coaracy Barbosa  é  uma  estrela  de  primeira  grandeza;  o  jornalista  Aluizio  Brasil  numa  de  suas  crônicas  intitula  Coaracy  Barbosa  como  a  reserva  moral  do  Amapá;  o  Desembargador  e  escritor  Gilberto  Pinheiro  ressaltou,  através  de  artigo  na  imprensa,  o  grande  trabalho  do  pesquisador  sobre  a  saga  dos pioneiros; também o articulista Belarmino paraense de  Barros  destacou  a  obra  de  Coaracy  Barbosa,  um  homem  que dedicou sua vida ao Amapá, desde que aqui chegou e  começou a atuar como professor e jornalista. Sua  trajetória  é  notável,  pois  tem  participado    de  entidades  sociais  e  culturais,  como  a  Associação Amapaense  de  Imprensa,  Associação  dos  Cronistas  e Locutores  Esportivos,  foi  um  dos  incentivadores  da   Criação  da  Associação  das  Secretárias  do  Amapá.  Era membro  da  Academia  de  Letras,  da  Associação  Amapaense de Escritores – APES, já foi agraciado com os  títulos  durante  o  governo  Pauxy  Nunes  foi  chefe  de  Gabinete.  Por  muitos  anos  exerceu  vários  cargos  relevantes na antiga Companhia Amapaense de Telefones;  foi Secretário de Finanças da Prefeitura de Macapá.  Coaracy  Barbosa  publicou  três  volumes  de  Personagens  Ilustres  do  Amapá  e  História  da  Justiça do Amapá."
Coaracy Barbosa, faleceu  no  dia  26 de janeiro de 2003  por  complicações  respiratórias.
Texto de Paulo Tarso Barros-Presidente   da  Associação   Amapaense   de    Escritores-APES e membro da União Brasileira de Escritores – UBE, –especialmente adaptado para o blog Porta-Retrato.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Pioneiro "Cabo Velho"

(Foto: Reprodução de livro)
Francisco Cesar Magalhães, nasceu na cidade de Canindé, no Estado do Ceará, no dia 25  de  maio  de  1924.  Filho  do  Aristóteles  Coelho Magalhães  e  Maria  Eliza  Magalhães.  Estudou  na  escola pública  de  sua  cidade  natal  e  após  servir  no  Exército, transferiu-se para Macapá, capital do Território do Amapá acompanhado  de  sua  primeira  esposa  Maria  de  Lourdes Magalhães,  falecida em 1949 e seus três filhos: Get, Ruth e  Ceres.  Foi  admitido  no  quadro  de  funcionários  do governo  do  Amapá,  no  dia  18  de  fevereiro  de  1948,  na função de motorista. Foi um dos pioneiros no transporte de cargas  e  passageiros  na  estrada  BR-156  entre  Macapá  e Amapá  e  era  sempre  escolhido  para  transportar  as professoras para suas escolas. Francisco Cezar Magalhães ficou  conhecido  em  todo  o  Amapá  por  Cabo  Velho.
Casou-se em segundas núpcias com D. Raimunda Façanha de Magalhães com quem teve os  filhos: Sanfra,  Francisco Cezar,  Evelma,  Valberto  e  Adalberto.  Após  se  aposentar adquiriu  um  terreno  no  km  61  da  BR-156,  construindo uma  casa  para  servir  de parada para  o  lanche. Posteriormente cedeu para a Teleamapá uma área de terra onde  foi  montado  o  sistema  de  transmissão  telefônica integrado  a  Porto  Grande,  um  Posto  Telefônico  e  uma represa para criação de tilápias. Dois anos depois  instalou uma torre de televisão que a denominou Repetidora Cabo Velho. 
O pioneiro Cabo  Velho foi um  marido  exemplar,  um  grande  pai,  um amigo  para  os  quais  deixou  marcas  da  sua  competência  e da sua garra, motivo porque resgatamos sua memória.
Fonte: Livro "Personagens Ilustres do Amapá" Vol III - editado mas não impresso.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Homenagem Especial: Aos 254 anos dessa eterna jovem "Macapá"

(Foto: Reprodução de arquivo)
Vista aérea da Fortaleza de São José, em Macapá
Sempre que te desnudas para às águas do Amazonas te banhar,
que só se cobre quando o cetim transparente da noite vem te agasalhar,
és a única capital neste país imenso de ocorrências e lugares tantos,
a ser banhada pelo lindo, majestoso e caudaloso rio mar!

Divina porque pura, em eterna adolescência sem se macular,
mesmo virgem a nossos olhos, andas filhos muitos a gerar,
mas nem parece, és sempre a paixão desde a infância a demonstrar,
nossa adoração por ti, mesmo a timidez nos evite, às vezes declarar!

Duzentos e cinquenta e quatro anos que podem até parecer muito,
mais de duas centenas e meia de loiros com vida perene e eterna
e basta aí chegar e olhar para notar o óbvio com qualquer intuito,
pra redescobrir-te como eras e é, virgem, bonita e hoje moderna.

Estão por fim a dar-te banho de loja, e de muito bom gosto,
já vislumbramos até o quanto mais linda e cobiçada vais ficar,
não precisas de maquíagem, basta um retoque sutil em teu lindo rosto,
para deslumbrares quem aí vive ou for para rever-te ou visitar!

Quero te amar enquanto vida e lucidez Deus me conceder,
mesmo o destino me pondo distante em outro estado residindo,
louvar e bendizer teu nome, minha querida, enquanto viver,
mesmo sofrendo tua falta, mas por ti morrer sorrindo!

Apesar dos maus-tratos de alguns passantes de mando que
por aí estiveram,
e não tenham te dado o cuidado e o respeito que te deveriam dar,
tu resististe intocável e brava, altaneira e hoje remoçada estás,
Diva do Norte, cidade do forte, amante de quem te ama, meu
amor, Macapá.

Poesia de Amiraldo Pereira Bezerra, publicada em seu novo livro: Pétalas sobre Macapá".

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Especial; Amiraldo Bezerra lança hoje ... "Pétalas sobre Macapá"

Será lançada nesta sexta-feira,3, a nova obra de Amiraldo Bezerra.
O livro é inteiramente dedicado à sua querida e inesquecível cidade de Macapá, que neste 4 de fevereiro de 2012, completa 254 anos de fundação.
(Foto: Reprodução)
”Pétalas sobre Macapá” foi a forma lírica e singela que o autor encontrou para homenagear o lugar onde nasceu e viveu fases muito importantes de sua vida.
Amiraldo faz algumas referências, na viagem poética que realiza, à pessoas e fatos lá acontecidos. Grandes e destacadas figuras, amapaenses ou imigrantes, que construíram a verdadeira história de Macapá.
Destaca ainda, alguns queridos seus, por possuir acesso à informações e por ter uma recordação mais viva, devido ao constante relacionamento com seus familiares.
Palavra do Editor
O editor Assis Almeida, destaca em seu Prefácio, que “ao escrever “Pétalas sobre Macapá”, Amiraldo Pereira Bezerra se reporta a dois passados que se encontram nos versos livres dos poemas que compõem sua obra.”
"Por ter vivido de forma plena os momentos de cada etapa de sua vida, ao escrever “Pétalas sobre Macapá”, o autor refaz os caminhos até chegar a sua infância, na então bem jovem Macapá. Como se um portal se abrisse é possível contemplar por uma estreita fresta o menino Amiraldo ao lado dos oito irmãos.”
“O passado afetivo visita o passado cronológico. E é essa tônica que perpassa os poemas. É a afetividade que conduz as palavras, mas é a coerência que descreve os fatos.”
“Nesse passado nos deparamos com pessoas que bem parecem personagens da literatura universal: os Zagury, vindos do Oriente. Fizeram história, prosperaram e deram notoriedade a Macapá.”
“Macapá, que espelha a caridade pelo testemunho de vida de Marcelo Candia, que seguindo os passos do Messias, largou projetos, abriu mão de sua fortuna para olhar e cuidar dos esquecidos, dos excluídos, dos leprosos.”
Ao concluir ele lembra:  “as pétalas que Amiraldo joga sobre Macapá são de saudade, mas também de alegria pela farta colheita! A literatura mais uma vez cumpre o seu papel: reproduz com fidelidade a tessitura da vida plena ...”
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A cerimônia de lançamento da Edição Especial aos 254 anos de fundação da cidade de Macapá, estará acontecendo hoje (3), no Espaço Cultural Raízes do Amapá (Ceará da cuíca), às 20h30min (hora local),na capital do Amapá, numa concorrida noite de autógrafos na presença de convidados especiais.