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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Memória da Cidade: Biblioteca Pública de Macapá completa 73 anos de existência

Texto: Paulo Tarso Barros
Uma das instituições educacionais e culturais mais tradicionais do Amapá completa 73 anos de existência. Afinal, são mais de sete décadas de funcionamento contínuo. Nela já atuaram, como gestores, nomes importantes da educação e da cultura do nosso Estado (Lauro Chaves, Aracy de Mont’Alverne, Ângela Nunes, dentre outros), pessoas que deixaram sua marca e que hoje são relembradas pelo muito que contribuíram com várias gerações de alunos que passaram pela Biblioteca, seja fazendo pesquisa ou lendo obras literárias, biográficas, ensaios, manuseando jornais, revistas e outras publicações.
Fundada em 20 de abril de 1945, desde então a Biblioteca vem cumprindo seu papel como entidade que abriga um valioso acervo responsável pela formação educacional de milhares de pessoas e de suporte à pesquisa. Aberta das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, sempre recebeu os estudantes e a comunidade com muita atenção. Seus funcionários, a maioria oriundos da SEED, têm experiência e treinamento para orientar, apoiar e encaminhar todos os usuários aos locais mais adequados a cada tipo de pesquisa que se faz necessário, da mais simples à mais complexa.
Atualmente, em pleno século XXI, a Biblioteca está cada vez mais sintonizada com as demandas da modernidade, sendo um dos points mais frequentados por escolas, entidades culturais e educacionais, associações, Academia de Letras, professores em busca de mestrado e doutorado e alunos de todos os níveis que  encontram o espaço adequado para suprir as suas necessidades num mundo em que o conhecimento e a pesquisa ocupam cada vez mais um lugar relevante.
A Biblioteca conta com um acervo de aproximadamente 60 mil itens, entre livros, CDs, DVDs, revistas, panfletos, jornais (inclusive os primeiros jornais que circularam no Amapá, desde 1895 – no caso o Pinsônia) e os seguintes espaços: 
Sala Amapaense (livros e documentos com assuntos e temáticas do Amapá e da Amazônia); 
Sala Afro-indígena; 
Sala do Ensino Médio e Superior (que serve também como local de estudos e pesquisas); 
Sala Circulante (com obras literárias nacionais e estrangeiras disponíveis para leitura e empréstimo domiciliar); Sala de Artes; 
Sala Infanto-juvenil (que conta com o Grupo de Contadores de Histórias)...
e duas Salas com Jornais e Periódicos (com destaque para a Sala de Obras Raras); 
uma Sala de Braille e a Reserva Técnica (onde os livros são recebidos e distribuídos às salas).
A Biblioteca Estadual Elcy Lacerda é um espaço aberto, dinâmico, efervescente, muito democrático e o mais representativo das ações educacionais e culturais do Amapá. Seu atual gerente é o professor e escritor José Queiroz Pastana, que pela segunda vez ocupa o cargo.
Texto: Paulo Tarso Barros, escritor, editor e professor, funcionário há 14 anos da Biblioteca).
Fotos: Arquivo de João Lázaro, Paulo Tarso Barros e fotografias da Biblioteca.
Publicado originalmente em: escritoresap.blogspot.com.br 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Foto Memória de Macapá: Antigo casarão da Primeira Biblioteca Pública de Macapá

Na Foto Memória de hoje, estamos trazendo um registro histórico arquitetônico de nossa Macapá antiga. 
Publicada inicialmente no blog do amigo arquiteto Jose Alberto Tostes, e, recentemente, postada na página do Instituto Memorial Amapá, pela amiga Rita Goebal
Trata-se da imagem raríssima de um casarão antigo de Macapá, de antes do período territorial. 
Como não conseguimos identificar o imóvel, recorremos à ajuda do amigo e historiador Nilson Montoril, que gentilmente, nos enviou o seguinte texto: 
"A cerca de madeira separava esse casarão do prédio da Intendência Municipal. Entre os dois imóveis passava um valão, que escoava a água da chuva caída na Rua Siqueira Campos e Avenida Independência. O valão cortava o Beco do Sambariri, atual Passagem Abraham Peres, e seguia no rumo do Igarapé da Fortaleza. No casarão funcionou A Prefeitura de Segurança, assim chamada antigamente a Delegacia de Polícia. 
Prédio no detalhe, ao lado da Intendência
Na fase do Território do Amapá o casarão abrigou as lojas "A Barateira", do Hamilton Silva e "Casa Olímpia", pertencente a Raimundo Pessoa Borges, o Marituba. Também serviu de sede para a Biblioteca Pública de Macapá." (Nilson Montoril)

Resumo Histórico - Sua origem remonta à Biblioteca que foi instalada em uma casa particular com um acervo doado pelo Dr. Acylino de Leão (1888-1950), médico, político e acadêmico da APL e outras obras referentes ao Estado do Amapá. Esta casa ficava na Rua Mário Cruz, ao lado da Intendência de Macapá, hoje transformada em Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva. Isto quando o Amapá pertencia ao Estado do Pará. (Do blog da APES)

(Fonte: blog de José Alberto Tostes via Instituto Memorial Amapá)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...