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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Foto Memória da Eletricidade em Macapá:: 1ª Usina de Força e Luz de Macapá

"Acredita-se que a primeira Usina de Força e Luz da cidade de Macapá, tenha sido criada em 1937, durante a gestão do prefeito Francisco Alves Soares, que, vendo o descaso em que a vila se encontrava, providenciou a instalação de uma Usina para o melhoramento social da mesma. (Veja foto acima)
Com a criação do Território do Amapá e a chegada do primeiro governador, em 1948, a Usina foi ampliada, recebendo 04 motores Caterpillar tipo D-1700, gerando uma capacidade total de 300 KW.
Em 24 de janeiro de 1953, por determinação do governador do Território do Amapá Capitão Janary Nunes, a Usina de Força e Luz de Macapá passa a funcionar em novo local, agora mais espaçoso e com dependências adequadas para os novos motores adquiridos pelo governo amapaense. O local está situado na Travessa da Areia (atual Avenida General Gurjão, ao lado do Teatro das Bacabeiras).(veja foto baixo)
(Foto: Reprodução de arquivo)
Em princípio a usina mantinha horários especiais de funcionamento. A cidade se guiava por uma sirene que tocava às 12 h às 18 h as 21h; era o relógio da cidade.
 
(Foto compartilhada pelo amigo Heraldo Amoras, via e-mail)
Foto de 1948 - Equipe diurna da 1ª Usina de Força e Luz de Macapá.
Na foto, entre outros, estão: O Sr. Marcos Farias é o que está sentado no balcão, de camisa branca; Na frente da pessoa, em pé, de camisa listrada e de braços cruzados, o sr Vicente Barros; No lado esquerdo do sr Vicente está o Sr. Elionai Cesar da Silva.
Também estão na foto o Dr José Leônidas Lima, engenheiro da usina; Sr. José Domingos dos Santos Filho ("Seu" Santos - era o coordenador), Milton Sapiranga Barbosa-Galo, e o Justo, parente do Milton Sapiranga Barbosa.
O garoto que aparece bem na frente da turma, agachado é o amigo João Silva.
Os demais não foram identificados.
Detalhamento Histórico - No dia  24 DE MAIO de 1951, era eleita a Diretoria da Sociedade Beneficente dos Servidores da Usina de Força e Luz de Macapá, unidade operacional dos Serviços Industriais do Território Federal do Amapá, que funcionava à Avenida General Gurjão, no centro de Macapá, em terreno próximo ao atual Teatro das Bacabeiras.O mandato da diretoria teria inicio no dia 20 de junho quando ocorreria a posse dos eleitos. Eram membros da diretoria da novel entidade: Presidente-José Domingos dos Santos Filho; Vice-Presidente-Rosendo Olegário Alves; 1º Secretário-Marcos Farias dos Santos; 2º Secretário-Raimundo dos Santos Gomes; Tesoureiro- Elionai César da Silva; Comissão de Sindicância- Joaquim Miguel Ramos, Erasmo Nascimento Coelho e Juventino Felix da Silva. Fotos: Dentre os membros da diretoria identifiquei, da esquerda para a direita: Joaquim Miguel Ramos(o primeiro, em pé, após o rapaz agachado), Marcos Farias dos Santos( de branco, sentado no batente do 1º janelão),José Domingos dos Santos( o 8º, em pé, de branco,com os braços cruzados) e Leonai César da Silva( o último agachado à direita).(Nilson Montoril de Araújo)

(Texto reproduzido (com as devidas adaptações) do Facebook do historiador Nilson Montoril)
(Post repaginado em 22/08/2015, com atualizações)
Fontes: Site da CEA (http://migre.me/uIXmfBlog Luz Amapaense

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Do Fundo do Baú: Família Nunes Batista

As fotos de hoje, vêm do fundo do baú lembranças dos Nunes Batista.
Foi reproduzida do álbum de família do amigo Itabaracy Nunes Batista, no Facebook.
Nesses registros raros,  foram clicados quatro filhos do casal Francisco Aimoré Batista (In memoriam) e Dona Stela Nunes Batista.
Na primeira foto, Eleanora, Aimoré, Morubixaba e Itabaracy, com pouca idade.
   
Na segunda, nos anos 60, os quatro com uniforme escolar, em registro clicado no quintal da residência da família, observados, de longe, por Dona Stela.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Do Fundo do Baú: Encontro de antigos servidores da Prefeitura de Macapá

Foto enviada ao Porta-Retrato pelo amigo Carlos Viana(Vianinha), filho do saudoso Renato Viana.
Embora não saiba precisar a data, ele presume que a foto seja, provavelmente, de 1962 a 1964. 
Trata-se de um encontro de amigos servidores da Prefeitura Municipal de Macapá, na casa do desportista e empresário Jarbas Gato, quando este morava com a família, na esquina da Leopoldo Machado com a Desidério Antônio Coelho, em frente ao SESI. Uma casa de madeira confortável, próximo à residência de Renato.
Alguns dos identificados: Buiuna, Renato Viana, Raimundo Souza de Oliveira (Camarão), Reinaldo Lima, Ferro, Jarbas Gato e o próprio Carlos Viana, bem novinho.
Nota do Editor: Por estar com a qualidade comprometida, tentamos retocar a foto que nos permitiu uma leve melhora na visualização das imagens, mas, mesmo assim sem muito sucesso para plena identificação das pessoas.
(Fonte: Informações de Carlos Viana)

sábado, 21 de novembro de 2015

Do Fundo do Baú: Jornalista Leal de Mira, entrevista Jõ Soares

O vigiense Benedito Leal de Mira, (In Memorian), na época de estudante universitário, trabalhou como jornalista no jornal "Folha do Norte", onde publicava também suas poesias.
A Foto de hoje, extraída das páginas da Revista "Perfil do Amapá", registra um momento raro, quando ele entrevista o humorista Jô Soares, em 13/04/1972.





Dr. Leal de Mira foi Desembargador da Justiça do Amapá.







Fonte: Revista Perfil do Amapá

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá

A Foto Memória de hoje, vem o do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
O registro é de 1962 e nele aparecem três grandes pioneiros do Amapá pousando ao lado de trabalhadores anônimos do Estaleiro do Governo do Território Federal do Amapá em Fazendinha, durante o governo de Terêncio Furtado de Mendonça Porto, último dentre os que antecederam o golpe militar de 1964.
Da esquerda para a direita: Luis Alfredo Duarte de La Rocque;  Clodoaldo Nascimento, um anônimo e Belarmino Paraense de Barros, que era Diretor dos Serviços Industriais do Governo do Amapá; Clodoaldo Nascimento era titular da Divisão de Terras e Colonização, onde Luis Duarte Alfredo de La Rocque trabalhou por muito tempo com a demarcação das terras que deram origem a muitos bairros em Macapá e povoados que cresceram no entorno da Capital amapaense.(João Silva).
Fonte: Facebook

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Foto Memória Turística do Amapá: Dois momentos de Niná Nakanishi

Revendo o Baú de Lembranças da saudosa Niná Barreto Nakanishi, encontramos mais dois registros memoráveis da saudosa escultora.
A escultora Niná Barreto Nakanishi, fala de seu `trabalho 
à Maria Emília, repórter da revista Latitude Zero
São dois momentos da consagrada artista, sendo entrevistada, no início dos anos 70, por Maria Emília Jucá - hoje senhora Ernani Marinho - para a revista Latitude Zero.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Do Fundo do Baú: Aniversário na Família Chagas

Faz algum tempo que temos em nosso acervo, várias fotos da Família Chagas, que nos foram compartilhadas pelo amigo Adriano Monteiro, filho de Francisca Chagas de Araújo Monteiro (a Chicona da Banda).
Hoje trazemos imagens de um aniversário em família, mas Adriano não soube precisar a data.
A partir da esquerda de quem olha: Sra. Maridalva, Sr. Clóvis Maia, Rosângela Chagas, Dona Nair e seu Francisco Chagas.
Dona Maridalva é viúva do poeta Alcy Araújo, segunda esposa dele, mora em Macapá; Clóvis Maia, irmão do Dr. Clemenceau, que foi Juiz de Direito em Macapá, é esposo da Profª Carmem Chagas - Residem no Acre; Rosângela é neta de Dona Nair e do seu Francisco (já são falecidos), que aparecem à direita.
(atualizado às 19h44m)

domingo, 6 de setembro de 2015

Do Fundo do Baú: Filhos e mãe reunidos - família Guarany Pennafort

Uma das famílias pioneiras, mais destacadas do Amapá, a família Pennafort.
A amiga Maria da Graça, compartilhou em seu Facebook, esse registro da mãe dela, com os irmãos da família Pennafort.
Foto dos 90 anos de Dona Cezarlina Guarany Pennafort. Dia 2 de março de 1997.  Feita na entrada da casa dela, em Macapá, na Nações Unidas, bairro Jesus de Nazaré.

Ano 1997 – Dona Cezarlina Guarany Pennafort e filhos.
Atrás em pé, da esq p/direita de quem olha: Célia, Dóris, Ciro, Dayse, Ney, Graça, Auxiliadora e Albertina.
Sentados: Terezinha, Wanda, Dona Cezarlina(mãe), Manoel e Hélio.
Atualização: Hélio, Manoel e Dona Cezarlina, já são falecidos.
O patriarca Rocque de Souza Pennafort, faleceu em 2 de junho de 1984, razão pela qual ele não aparece no registro fotográfico.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Do Fundo do Baú: Amigos em frente ao Bar Caçula

Amigo jornalista Ernani Marinho, abre seu baú de lembranças e nos brinda com um registro raro, clicado em frente ao antigo Bar Caçula.
Ernani não sabe precisar a data da foto: fim da década de 50 e início da de 60.
O Bar Caçula, ficava na esquina da Candido Mendes com a Coaracy Nunes, em frente a Beiruth N’América, dos irmãos Houat, era de propriedade do pai do Abemor e Hamilton Coutinho
Posteriormente, funcionou no mesmo endereço, a Lanchonete Zero Grau.
Ernani informa que ele e amigos,  sempre iam ao Bar Caçula tomar umas cervejas e jogar bilharito, principalmente quando o plantão era do Abemor.
A foto é em frente ao bar. Pela ordem: Horácio Marinho, Sebastião Almeida (Fazendinha), Ernani Marinho, Raimundo Souza de Oliveira (Camarão), Augusto Monte de Almeida e Raimundo Viana Pereira (Camarão).
Texto e foto do acervo de Ernani Marinho (Facebook)

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Paulão do atabaque

Mexendo em meus arquivos fotográficos, encontrei várias imagens do acervo do saudoso Paulão do atabaque, que me foram repassadas pela família, já há algum tempo:
Nessa primeira foto,  de 1964, vemos o Paulão, com 10 anos, em aula de acordeon com a Professora Isabel. 
Nota do blog: Paulo do Espírito Santo Silva - o Paulão do atabaque - foi um jovem amapaense, que viveu os 33 anos de sua vida, de forma, intensa e descontraída, deixando em todos, parentes e amigos, a lembrança de sua fisionomia alegre e feliz. Felicidades eternas, grande amigo Paulão!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Luiz Façanha, entre amigos

A foto de hoje, foi compartilhada pelo amigo Luiz Guilherme Dias Façanha, filho do pioneiro Lourenço Façanha e de Dona Diva Façanha. Ele é irmão dos amigos Zé Façanha, Celso e da Maria Façanha.  
A família Façanha,  foi por muitos anos vizinha da nossa, no tempo em que, ainda solteiro, moramos na Presidente Vargas, em Macapá.
Como achei que a foto tinha importância histórica, pedi a ele que me ajudasse a montar a legenda:
Ele explicou que esse registro, foi feito por volta de 1983. Portanto, ainda na época do Amapá, como Território Federal.  Luiz, disse ainda, que o flagrante aconteceu no momento em que ele se encontrava na casa do casal amigo Carlos Eduardo de Mattos Pfeil (Cadú, já falecido) e Eliane. Essa casa situava-se na Av. Procópio Rola, no Centro de Macapá.
Nas imagens, Luiz é o primeiro à esquerda de quem olha; ao lado dele,  a Eliane ao violão; o rapaz (de camisa branca)  é o Cadú e, à direita, o amigo Paulo do Espírito Santo (Paulão do atabaque), de chapéu com o instrumento.edi  detalhes, e  Luiz me explica, que Cadú, era um agrônomo carioca que trabalhou com ele,  na Superintendência da Borracha (SUDHEVA), na Coordenadoria em Macapá. E Luiz foi transferido para o Recife, em 1986, pro mesmo órgão que foi um dos que deu origem ao IBAMA, onde ele trabalha até hoje.
Nota do blog: É importante lembrar que o IBAMA surgiu da fuzão do  Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF); da Superintendência de Pesca (Sudepe), e da Superintendência da Borracha (Sudhevea); e a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade SEMA.
O IBDF e a Sudepe eram vinculados ao Ministério da Agricultura e a Sudhevea ao Ministério da Indústria e Comércio. (Wikipédia)
Luiz explica que, Cadú e Eliane, estudaram na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Ela fez veterinária e trabalhou na Embrapa, em Macapá.
Já ele, Luiz, fez  Engenharia Florestal em Viçosa-MG.
Luiz Façanha informa também que Cadú e Eliane, retornaram ao Rio de Janeiro, antes dele ir para Recife.
E conclui: “Cadú, faleceu há uns cinco anos, depois de lutar muito contra um câncer. Da Eliane eu não tenho notícias.”
Valeu Luiz! Está feito o registro!

Fonte: Wikipédia e Luiz Guilherme Façanha (Recife)

domingo, 9 de agosto de 2015

Do Fundo do Baú: Dois amigos tucujus - Pennafort (Macaco) e J.Ney!

Salve o Dia dos Pais!
Essa, eu tirei do fundo do meu baú de lembranças...
Será que nossos amigos Pennafort (Macaco) e J. Ney, lembram-se quando bateram essa foto?
Ambos, vestiram a camisa do Juventus, nos bons tempos do "Moleque Travesso"!

sábado, 18 de julho de 2015

Do Fundo do Baú: Dois Momentos maternos de Dona Clemência Zagury

Aqui estão dois momentos maternos de Dona Clemência Zagury, que, na verdade chamava-se Piedade Assayag. 
Dona Clemência nasceu em Parintins/AM, filha de imigrantes judeus marroquinos. 
Foi para Macapá quando casou com o pioneiro Isaac Zagury.
Viveu, boa parte de sua vida, cuidando dos empreendimentos da família e sempre era vista à frente dos atendimentos aos clientes - naquela época chamados de fregueses - da Casa Leão do Norte.
Nas duas fotos datadas de 1949, vemos Dona Clemência cuidando de seus filhos:
Na primeira, reunida com seus filhos, vemos à esquerda do observador, Abraham; ela, ao meio da imagem. dá mama para a filha caçula Sarah Zagury, e ao lado oposto, o filho Leão.
Nesta segunda imagem vemos Dona Clemência com a filha Sarah, ao colo.
Após o falecimento de Isaac, em 1971, Clemência saiu da sociedade da família Zagury e fixou residência no Rio de Janeiro, onde faleceu em julho 1982, aos 64 anos. 
Todos os três filhos também residem na Cidade Maravilhosa.
(Fonte: Facebook / (Instituto Memorial Amapá)

sábado, 4 de julho de 2015

Foto Memória de Macapá: Amigos...em volta da mesa!

A foto de hoje vem do Baú de Memória da amiga Dos Anjos, compartilhada na página do Instituto Memorial Amapá.
O registro é da década de 60; nas imagens vemos 5 amigos, num papo molhado em volta de uma mesa de bar, saboreando o delicioso Flip Guaraná: Lino, Gabi, Tio Bira, Azevedo Costa e Pai Faca.
Segundo a Dos Anjos, o local seria um bar que localizava-se na esquina da General Rondon com Ernestino Borges, onde foi a casa Estrela, em frente ao INSS, no Laguinho.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Do Fundo do Baú: O “sim” de Janary Nunes e Alice Déa Carvão Nunes

A relíquia histórica que trazemos hoje, é uma deferência especialíssima da protagonista desse evento, Dona Alice Déa Carvão Nunes, que com sua lucidez, nos brinda com essas imagens de seu enlace matrimonial.
Temos a honra de ter Dona Alice, em nosso roll de amigos do Amapá, testemunhas vivos de nossa história e nossa memória urbana.
Dona Alice Déa Carvão Nunes, 87 anos, segunda esposa e viúva do Governador Janary Gentil Nunes - mãe dos amigos Guairacá e Rudá Nunes - vive no Rio de Janeiro, com a família, e nos honra de tê-la como amiga virtual, no Facebook, e leitora do blog Porta-Retrato.
Ela, gentilmente, nos enviou fotos de suas núpcias com Janary Nunes, para compartilharmos com nossos milhares de leitores.
Após as cerimônias civil e religiosa, o casal de nubentes Janary e Alice Déa, faz o corte do bolo de casamento com a espada de capitão do renomado militar.
A história de Dona Alice Déa, inicia com o  comerciante e contabilista Joaquim Carvão e  sua esposa Auta Rodrigues Carvão, que geraram as irmãs Iracema e Alice Déa Carvão Nunes e mais seis filhos: Alfredo, Mário, Silvio, Aluízio, Paulo, e Irauta. 
Agora Janary e Alice Déa fazem o tradicional brinde de casamento, como forma de atraír bons fluidos para o futuro de suas vidas, em comunhão familiar.
Em busca de melhores condições de vida a família Carvão mudou-se do Acre para Belém, onde faleceu a senhora Auta Rodrigues. Na condição de filha mais velha, Iracema auxiliou o pai na criação de seus irmãos.
Em 23 de julho de 1937, contraiu núpcias com o jovem oficial do Exército Brasileiro, o então Capitão, Janary Gentil Nunes. A jovem Iracema tinha apenas 24 anos de idade.
Quando Janary Nunes foi nomeado por Getúlio Vargas para governar o Território Federal do Amapá, criado no dia 13 de setembro de 1943, eles já tinham uma menina ( Iracema Carvão Nunes) e um menino, (Janary Carvão Nunes), nascidos respectivamente em 1940 e 1943, tratados por parentes e amigos como Ceminha e Janarizinho.
O Capitão Janary Nunes chegou a Macapá na manhã do dia 25 de janeiro de 1944, para instalar o governo do Território do Amapá. Ela, os filhos e a irmã mais nova, Alice Déa, permaneceram em Belém.
Como em Macapá não existia sequer uma casa condiga disponível para abrigá-los, o governador precisou mandar construir uma casa de madeira próximo à Intendência Municipal, para só então promover a ida de sua família. O terreno onde o imóvel foi erguido pertencia ao casal Otávio Acioli Ramos e Paula Loureiro Acioli Ramos, pais dos jovens Aristeu e Avertino Ramos, atletas que defenderam brilhantemente as cores do Esporte Clube Macapá e da Seleção Amapaense de Futebol.
No dia 1º de maio de 1944, viajando no Iate Itaguary, Dona Iracema, os filhos e a irmã, Alice Déa, desembarcaram no Trapiche major Eliezer Levy, em Macapá.
Dona Iracema Carvão Nunes viveu apenas 1 ano e 53 dias em solo macapaense, e 8 anos de casada com Janary  Nunes.
Ela faleceu em  23 de julho de 1945 e está sepultada no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no centro de Macapá.
Dona Alice criou os filhos da irmã, Janary Filho e Iracema.
D. Alice Déa, além de cunhada de Janary, foi "cria" e "aflilhada" do casal Janary-Iracema, e que, para unirem-se tiveram que pedir permissão para a Igreja.
Agradecemos também o empenho especial do amigo Guairacá Nunes, que facilitou nosso contado com sua mãe.

 Fonte: Nilson Montoril

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Do Fundo do Baú: Momentos da Família Silva Souza

Encontramos essas preciosidades no Baú de Lembranças da tradicional Família Silva Souza, que teve como patriarca Teobaldo Rodrigues de Souza - o Delegado Teobaldo, pioneiro da Segurança Pública em Macapá. 
Os registros fotográficos foram gentilmente compartilhados pela amiga Leonice Santos, em sua página no Facebook.
Na primeira foto vemos reunidos Dona Zezinha Souza e alguns dos filhos: 
Da esquerda pra direita: Ivone; Dona Zezinha; Leonice e Rosa Souza. Na bicicleta, por trás somente o rosto de Nonato Souza.
Onde estão?: Professora Ivone, Dona  Zezinha (Josefa Silva de Souza) e a primeira irmã, Elza, já são falecidas. A irmã loura que chama-se  Zeneide  e atende por Neide,  é professora aposentada e mora em Salinas/PA. Leonice, também professora aposentada, mora em Fortaleza/CE.
Na foto acima, as irmãs Rosa Souza e Maria do Céu, demonstram seus talentos nesse Momento Musical. Ambas residem em Macapá.
No segundo Momento Musical vemos, nas imagens Maria do Céu, Rosa e Leonice completando o trio carinhosamente "batizado" pelo blog Porta-Retrato de "As Irmãs Souza" - num justo reconhecimento ao talento dessas jovens macapaenses, em um excelente momento de suas vidas. As três moram em Macapá, também.
E finalmente, no quarto registro fotográfico, temos o Momento Educacional da jovem professora Leonice Souza (Santos), demonstrando seu talento vocacional para o Magistério.
 (Fonte: Facebook)

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Do Fundo do Baú; “Yes,... tivemos... Lambretas”!

A intensão do blog, não é plagiar o título da obra carnavalesca de Braguinha-Alberto Ribeiro (Yes, Nós temos banana!, e sim reviver uma época inesquecível que passamos em Macapá.
Apresentamos aos leitores, essa raridade do Baú de Lembranças do amigo e blogueiro João Silva.
Na imagem dos anos 60, um outro amigo comum passeando sob uma lambreta, que era sensação nos anos dourados em Macapá. E o próprio João Silva é quem nos fala sobre seu achado e o personagem dessa foto histórica:
“O registro é de 1962 e o rapaz de 22 anos pilotando uma lambreta na antiga Rua Cândido Mendes, próximo ao Armazém Macapá, na esquina da Presidente Vargas, é o João Oliveira antes de ser piloto de avião; daí que cutuquei sua memória privilegiada e ele me disse que a imagem registra a estreia da sua primeira lambreta (ele teve outras), que era um domingo de férias e que descia a Cândido Mendes à tardinha para encontrar amigos, ‘olhar’ as garotas na orla…Grande João Oliveira, olha ele aí todo prosa, sem imaginar que decorreriam quase meio século de lá até aqui!” (João Silva)
A amiga Ângela Carvalho, gostou do tema e pegou carona na “Lambreta” do João Silva para nos mostrar outra raridade, do fundo do baú, também usada em sua família: 
“Aproveitando a deixa do João Silva, vai esta foto do meu pai Paulo Pereira de Carvalho, que foi motorista da CEA e trabalhou nas obras do Paredão. Também dirigia o "MAK" em Serra do Navio. Aqui em 1967 + ou - (vou confirmar o ano) na Lambreta com as 4 filhas, Marta Maria, Maria Marta, Eu, Ângela e Suely. Esta fotografia (...) foi tirada na Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd, 252 - entre São José e Cândido Mendes. Provocada por este Memorial, vou começar a escrever pequenos relatos que estavam esperando essa "Provocação" já tenho um nome : "’Descendo a Ladeira, Memórias da Cândido Mendes’” (Ângela Carvalho)
Leia essas e outras matérias interessantes na pagina do Memorial Amapá, no Facebook.
Pois é. em Macapá tivemos muitas outras coisas que passaram, ... e não voltaram mais!
Via Facebook

sábado, 2 de maio de 2015

Foto Memória de Macapá: Frente da cidade antes do Território

Clique na foto para amplia-la e observar melhor
Neste registro fotográfico histórico, presumivelmente de 1935 a 1942, vemos imagens da frente da cidade de Macapá, quando o Amapá ainda pertencia ao estado do Pará.
Vemos à esquerda do observador a pedra do guindaste e à direita o trapiche Eliezer Levy.
Ao fundo da imagem podemos ver as poucas que ficavam à beira do rio Amazonas.
Foto enviada gentilmente pelo Sr. Raimundo Wilson, filho de Emanuel Tarcilo Duarte Moraes.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Do Fundo do Baú: Dois Momentos de Raimundinha Pacheco.

Trago para os amigos leitores do Porta-Retrato, duas fotos de uma Pioneira de Macapá, que passou por lá, e deu sua contribuição para soerguimento e progresso daquela terra.
Tratam-se de dois momentos da jovem Raimunda Pacheco Magalhães (A Raimundinha como, carinhosamente, era chamada por seus amigos). 
São fotos (sem data) que foram compartilhadas pelo amigo Floriano Lima, diretamente de seu rico acervo, a quem nós agradecemos.
Segundo o amigo Raimundo Magalhães (Chefe Escoteiro, ex-goleiro do Juventus Esporte Clube e do São José, e atual Veterinário), Raimunda Pacheco, é casada com um médico, Dr. José Roberto Tibúrcio e mora em Goiânia. E o Magalhães, que não é parente biológico dela, mas é amigo do casal, garante que, ambos, são pessoas maravilhosas.
Na primeira foto Raimundinha está no pátio de estocagem de minério da empresa ICOMI, em Santana. Ela foi funcionária daquela empresa de mineração, e desenvolvia suas atividades profissionais na área de Saúde, como enfermeira.
Na segunda imagem, Raimundinha foi clicada, com uma amiga (não identificada), num dos antigos marcos da linha imaginária do Equador terrestre, que cruza a cidade de Macapá, e que, até hoje se constitui num dos pontos de atração turística da capital amapaense.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Do fundo do Baú: BATENDO O CARTÃO

Foto compartilhada pelo amigo ACELINO FERREIRA,  via e-mail:
A foto é de 1965 e flagra as senhoritas Marluce Homobono, Maria José Balieiro e Uberlândia Penalber, da Secretaria da Gerência e Contabilidade da Icomi, “batendo” o cartão de ponto. 

Obs: Na filosofia empresarial da ICOMI, o padrão individual, sapato social só de um modelo, a apresentação impecável, era o reflexo da imagem da empresa. 


Nota do Editor: Segundo informações do amigo e compadre Pedro Ayres da Silva, Marluce Homobono, cunhada dele, mora em Macapá, é servidora aposentada do TCE/AP, e continua trabalhando na Revistaria Democratas da família Homobono Brito, na Rua Tiradentes, onde sempre a família morou.
Uberlândia Penalber, que trabalhou na  CEA e também na ICOMI, no mesmo período que eu,  já passou para a vida eterna. 

Foto: Paulo Rogério Guedes

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...