sábado, 15 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Reunião Política na casa do Prof. Lucimar Amoras Del Castillo

Outra relíquia histórica do arquivo de lembranças do economista Nestlerino dos Santos Valente, garimpado da Rede Social. Segundo ele, essa foto foi tirada pelo fotógrafo Marino Cruz, em reunião política, na casa do Prof. Lucimar, em 1982.
Da esquerda pra direita: Engenheiro Charles Clark Platon, Prof. Reinaldo Maurício Gouber Damasceno, Economista Nestlerino dos Santos Valente e Prof. Lucimar Amoras Del Castillo.

Fonte: Facebook

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Eleição de Antônio Cordeiro Pontes como Deputado Federal pelo Amapá

Essa raridade histórica saiu do baú de lembranças do amigo Nestlerino dos Santos Valente, e graças à Rede Social, chegou até nós. Obrigado à professora Regina Valente, por nos ter brindado com esse presente memorável, sem dúvida!
Segundo a legenda, não se sabe quem foi o fotógrafo que eternizou essa imagem de quatro cidadãos, quando tiveram a confirmação de que o Prof. Antônio Cordeiro Pontes, estava eleito Deputado Federal, pelo antigo Território Federal do Amapá. Isso aconteceu na década de 70. Antônio Pontes foi o primeiro amapaense eleito Deputado Federal.
Da esquerda para direita: Economista Nestlerino Valente, Economista Walter Pacheco, Empresário Otaciano Pinto Pereira e Prof. Antônio Pontes.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá: Time Feminino de Voley da Escola Normal de Macapá

 Nossa Foto Memória de hoje, traz mais uma relíquia dos bons tempos da Escola Normal de Macapá. Um registro fotográfico raro das talentosas meninas do Time de Voley do conhecido estabelecimento de ensino, que sempre eram destaque nas competições esportivas estudantis.
A partir da esquerda: Inerine Pereira, Naná(Nazaré Suzuki) Leide, Elcy Lacerda, Iris Cavalcante, Célia Silva e Sônia Lacerda.
A foto foi compartilhada no Facebook pela amiga Nazaré Suzuki.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Educação do Amapá – Alunas da Escola Normal de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, traz um registro histórico com quatro alunas da Escola Normal de Macapá, com o tradicional uniforme do estabelecimento, à época. A partir da esquerda as irmãs Célia e Íris Cavalcante, ao centro Carmem Chagas e à direita Luci Silva.
HISTÓRICO - ESCOLA NORMAL DE MACAPÁ - Tão logo assumiu o governo do Território Federal do Amapá, em 1945, o interventor Janary Gentil Nunes deu início à montagem de uma infraestrutura urbana, com o objetivo de dar suporte econômico e administrativo ao novo Governo Territorial. Nessa época surgiram as primeiras escolas.
A Escola Normal de Macapá, criada formalmente em 25 de janeiro de 1954, tem seu marco inicial com a criação do Curso Normal Regional, pelo Decreto nº 90-A/1949-TFA, tendo como fundamentação legal o Decreto-Lei nº 8.530/46, que, por sua vez, embasava-se na Lei Orgânica do Ensino Normal.
Após o advento da Escola Normal, foram ministrados mais dois cursos, o Ginasial e o de Formação de Professores de 2º Ciclo, expandindo a oferta no 1º Ciclo e dando sequência ao processo de formação de professores no Amapá.
O prédio da EN, teve sua construção iniciada em 1951 e concluída em 1952.
Como determinava a legislação, a passagem do curso primário para o secundário, era marcada pelo exame de Admissão, que podia ser feito em qualquer uma das escolas da rede pública do TFA, e o ingresso na Escola Normal também dependia desse exame.
Entre as disciplinas da grade curricular definida pela Divisão de Educação, incluía-se Canto Orfeônico.
A primeira turma formada pela Escola Normal, tem sua cerimônia nos dias 30 e 31 de janeiro de 1953, tendo como patrono o próprio Ten. Cel. Janary Nunes, presidida pela diretora da escola, Professora Predicanda Amorim Lopes e realizada no Cine Teatro Territorial.
Fonte consultada: CARVALHO, João Wilson Savino. Instituto de Educação do Amapá: uma história de educação pelo exemplo. 2012. 218 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Foto Memória de Macapá: Saci Clube

Nossa Foto Memória de hoje, publicada no Facebook, relembra um momento do Carnaval de Outrora, em Macapá, no Tempo do Território Federal.
No registro 4 jovens senhoritas da sociedade local com fantasias características do Bloco TÁ KI, TÁ LI no Samba, organizado por brincantes do  Saci Clube.
O Saci, era um clube de jovens que surgiu no Amapá nos anos 60.
No início  eram as manifestações de cunho somente social.
O clube tinha como sede provisória a área externa do Círculo Militar de Macapá, que à época funcionava atrás da Fortaleza de São José de Macapá.
O Saci Clube tinha em suas fileiras, estudantes da época como, Carlos Nilson Costa, Sebastião Cunha, José Maria Cunha, Lucas, Ribeirinho, Carlos Teixeira, Gil Platon, Sérgio Arruda, Oséias Silva, Derossy Araújo, do Banco do  Brasil, e outros, além de simpatizantes como  Dona Diva Façanha, Seu Jacy e Dona Alice Jucá,  Dr. Barbosa e a esposa Dona Icília, Moisés Zagury e esposa Dona Raquel, Abdallah Houat e outros, que davam apoio às promoções culturais do clube. Nesse ponto foram importantes os intelectuais Alcy Araújo, Elson Martins, Arthur Rafael, Isnard Lima com muito incentivo entre outros.
Veja aqui detalhes da história do Saci Clube contada pelo professor e artísta plástico Carlos Nilson Costa no blog Porta-Retrato.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Foto Memória de Macapá: Mestre Chico - Um Grande Homem!

Nossa Foto Memória de hoje, foi reproduzida do “Cantinho da vó” Carmem Maia, nossa amiga de longas datas e profissional de grandes méritos na Educação do Amapá.
Ela é filha do Mestre Chico, ou melhor, Seu Francisco Xavier das Chagas e D. Nair Monteiro Chagas.
Carmem descreve em seu blog que Mestre Chico nasceu de uma família grande. Tinha muitos irmãos. Não se formou na escola. Foi alfabetizado pela mãe. Aprendeu as contas de mais e de menos, a ler folhinhas de calendário e a Bíblia. Coisa que gostava muito de fazer na Semana Santa, mas a escola da vida foi mais do que suficiente para torná-lo Mestre. Na verdade, era mestre em natureza. Mas quem lhe deu essa alcunha foi a profissão de carpinteiro.
Mestre Chico não parava com o serrote. Os braços dos primeiros postes foram esculpidos também por suas mãos. Nesse período tornou-se Mestre em eletricidade.
Além de carpinteiro Mestre Chico era também pescador e adorava construir canoas.
Todo mundo conhecia Mestre Chico. Ou seria Mestre Chico que conhecia todo mundo?
De manhã bem cedo lá ia ele descendo a ladeira do famoso Bairro Alto. Era alto também. Esguiu, coluna dura. Nunca deixava o boné e a sacola que carregava com os tesouros que lhe ajudavam a completar o sustento da família .
A família desconfiava que era mais construtor do que o resto que dizia saber fazer .
Mestre Chico, já beirando os setenta anos, ainda garantia galanteios para as moças que frequentavam o bar Caboclo e/ou rondavam à noite na praça do cemitério.
De onde vem tanta juventude, perguntavam os amigos.
Ele sempre respondia que dormia cedo, bebia muito pouco e andava muito a  pé.  Também revelava que o segredo de sua vitalidade era a Catuaba. Bastava uma xicara de chá por dia que o resultado era de lascar.
Um dia, lá por Belém do Pará,  ganhou da mulher do filho mais velho, um disco. Eita coisa boa! Escuta só mulher, que musica porreta! E lá ia ele saltitando nas pontas dos pés o “Morena Tropicana,  Eu Quero Teu Amor”. Mas, a mulher tinha horror dos nomes feios e das estrepolias que ele fazia. Na verdade, lá por dentro, ela bem que o admirava,  só não falava para não dar o braço a torcer.
Mestre Chico,  para não perder a habilidade, sempre tecia uma rede de pesca. Passava horas sentado lá atrás,  na área externa da casa, tecendo-a e fazendo planos de quantos peixes iria pescar.
Quando a saudade batia,  juntava a sacola, a faca, um punhado de farinha e lá ia ele visitar os parentes e amigos que viviam nas ilhas próximas. Passava dias andando pelos rios que ele conhecia tão bem. Às vezes, levava o violão e tocava para os amigos dançarem e cantarem juntos.
Levanta a perna Bonifácio. Isso, agora vire que eu vou esfregar o sabão. E o porco obedecia. Era cria para comer nos 15 anos da filha mais nova. O porco ficou tão domesticado que ninguém conseguiu comer. Ele mesmo saiu distribuindo a carne pela  vizinhança.
Mestre Chico casou todos os filhos. Eram sete. Deram muito trabalho pra Dona Nair, mulher que era forte, trabalhadora,  de gestos finos,  católica e apostólica.  Exemplo de bravura e perseverança. Aquela mulher que tanto a Bíblia fala.
Ele conseguiu viver com todos numa boa. Não havia cobranças. Até a porta da casa era fechada com um cordão. Era só  puxar e entrar. Por que brigar? Cada um deve saber os seus limites e Mestre Chico não aceitava que sua liberdade fosse tolhida. Nascido à beira do rio,  criado solto, convivendo com o boto e as assombrações da Mata, não conseguia entender que as pessoas não pudessem dispor de suas próprias vidas.
Mestre Chico arremedava as pessoas, mexia com um e com outro. Até a mulher não escapava dos seus gracejos.
Mestre Chico construía tudo. Convivia com a natureza tão de perto, que conversava com os pássaros,  que benzia os doentes, que comia peixe cru.
Mestre Chico era assim: esquisito, diferente, puro.
Mestre Francisco Xavier das Chagas faleceu dia 20 de março de 1985.
Esse era Mestre Chico, um grande homem!
Texto de Carmem Maia adaptado para o blog Porta-Retrato, com a devida anuência da autora.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

ANIVERSARIANTE ILUSTRE: OS 100 ANOS DE DONA DIVA FAÇANHA

O ano bissexto de 2020, marca os 100 anos de nascimento de uma mulher de garra e muita determinação. Estou falando de Dona Diva, a Matriarca da Família Façanha, de Macapá.
Diva Dias Façanha foi uma mulher à frente do seu tempo.
Natural de Bragança no Pará, onde nasceu em 04 de fevereiro de 1920, gerou, educou e formou quatro filhos: Maria de Lourdes Dias Façanha (professora e bibliotecária), José Dias Façanha (engenheiro-agrônomo), Antônio Celso Dias Façanha (engenheiro de minas) e Luís Guilherme (engenheiro florestal), este radicado há muitos anos em Recife.
Dona Diva ajudou a criar os filhos trabalhando como cozinheira, doceira e, a partir do ano de 1954, funcionária pública.
Exerceu os cargos de Assessora e Chefe do Gabinete do Governador e Tesoureira da Superintendência de Navegação do Amapá – SENAVA. Chegou ao Amapá em 1939, quando ainda era Pará, acompanhada do marido, outro pioneiro do Amapá, Lourenço Borges Façanha (in memoriam).
Exerceu diversos cargos ao longo do período da carreira profissional. Foi governanta da residência governamental. E logo depois, ascendeu ao importantíssimo cargo de Chefe de Gabinete de Janary Gentil Nunes, primeiro governador do então Território do Amapá, sendo a primeira mulher na história desse rincão, a assumir posto de relevância estratégica na administração pública. Permaneceu como pessoa de extrema confiança de vários governadores do ex-território, até a gestão do governador Amílcar Pereira.
Como responsável pelas demandas do gabinete governamental, Diva Façanha às vezes dava duro até no governador à época, Janary Nunes que, reclamava da Dama de ferro por sua excessiva intransigência para liberar verbas para os grandes eventos do governo, como os desfiles cívicos de 7 e 13 de setembro.
Para se chegar até Janary Nunes, primeiramente tinha que ter a anuência da chefe de gabinete e conselheira do governador. Extremamente zelosa na função, Diva Façanha tornava-se afável quando se conquistava a confiança dela.
Era ela quem articulava e coordenava todo o cerimonial do palácio do governo. Um olhar atravessado de Diva para os mordomos que serviam aos convidados em datas festivas, era sinal que não estavam se comportando adequadamente, logo se punham de acordo com as etiquetas estabelecidas pela poderosa chefe de gabinete de Janary Nunes. Mas não antes de Diva Façanha soltar o seu conhecido bordão: "vê se tu acertas o teu passo!"
A convite do Governador Terêncio Porto, assumiu o cargo de Tesoureira no SERTA - Serviço de Transportes do Território do Amapá. Dizem os antigos contemporâneos de Diva Façanha que, era preciso muitas explicações convincentes para ela liberar o dinheiro solicitado para as despesas da instituição. Na sua gestão o SERTA conheceu sempre o superávit financeiro o que a tornou um ícone e exemplo para as mulheres de sua época. Diva Façanha, a Dama de ferro aposentou-se com reconhecimento e relevantes serviços prestados ao então Território do Amapá, nessa instituição.
Fonte: Facebook – Texto de Wank do Carmo, historiador e colaborador do Instituto Memorial Amapá, adaptado para o blog Porta-Retrato Macapá, com a devida anuência do autor.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Foto Memória dos Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

Nossa Foto Memória de hoje, publicada pelo confrade João Silva, no penúltimo dia do mês de janeiro passado na Rede Social, é uma verdadeira joia da memória esportiva amapaense. Uma relíquia vinda diretamente do Baú de Lembranças do brilhante jornalista tucuju.
Um raro registro fotográfico dos anos 60, no chamado 'Quintal da Casa dos Padres', precisamente na quadra do Juventus, clube criado pelos padres missionários do Pontifício Instituto das Missões Exteriores - PIME, alguns metros da Escola Paroquial 'São José'.
Craques de basquetebol do Atlético Latitude Zero, em pose para o clic do fotógrafo Horácio Marinho.
Nas imagens, em pé, a partir da esquerda: professor Alzir da Silva Maia, Jeová Marques, Picanço, Fontoura e Stélio Amaral; Agachados no mesmo sentido: José Cabral, Pedro Marques e Souza.
Resumo histórico -  O Atlético Latitude Zero foi um dos clubes (já extinto) da era amadorística do Território Federal do Amapá,  sediado na cidade de Macapá, fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia(in memoriam), Turíbio Guimarães e Raul Calins.
O Latitude Zero disputou o Campeonato Amapaense pela primeira vez em 1957. Jogou ainda as edições de 1959, 1961, 1963, 1964 e 1965.
Realizava seus jogos no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques...,
...e suas cores eram azul, amarelo, vermelho e branco.
Além do futebol, o clube também se destacou no basquete, chegando a vencer o Torneio Relâmpago em 1954, que contou ainda com as presenças de Amapá Clube, Esporte Clube Macapá e América Futebol Clube.
A sede do Clube, ficava situada na Av. Cônego Domingos Maltez, em frente ao antigo campo Marcílio Dias, no Bairro do Trem, local hoje ocupado pela Escola Municipal Hildemar Maia.
Segundo o historiador Nilson Montoril, “inicialmente, a agremiação chamou-se Latitude Esporte Clube. O desportista Pauxy Gentil Nunes, sugeriu o título de Atlético Latitude Zero.”
Zequinha Monteiro – ex-atleta da agremiação esportiva - comenta também que o “fundador e professor Alzir da Silva Maia, ajudou a comprar a sede do clube e, em várias oportunidades que a sede estava ruindo, voltava e a reestruturava.”
(Fontes: Facebook, Wikipédia e Arquivos do Porta-Retrato)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Foto Memória de Macapá: o Pioneiro Taumaturgo Nunes da Costa

Nossa Foto Memória de hoje é de um Pioneiro que, como muitos outros, passou pelo Amapá na época do Território Federal.
Falamos de Taumaturgo Nunes da Costa que era paraense de Soure, onde nasceu em 17 de novembro de 1921. Seu pai Clemente era imigrante português e irmão do Sr. Luís Pires da Costa, proprietário da "Casa das Cordas", uma das mais antigas e sortidas do comércio de materiais de construção em Macapá, nas décadas de 50 e 60.
Seu Taumaturgo, era primo legítimo dos irmãos José de Matos Costa o popular "Zelito" e de Fátima Leitão.
Por parte de mãe era da tradicional família Nunes, de Soure, mas não tinha nenhum vínculo familiar com os Nunes de Alenquer, do ex-governador Janary Nunes.
Ele foi para Macapá, na criação do Território. Inicialmente trabalhou na Divisão de Segurança e Guarda, servindo na delegacia de polícia. Posteriormente foi para a Secretaria Geral. Era desportista. Jogou pelo Amapá Clube e pelo Esporte Clube Macapá. O  jornalista Ernani Marinho confirma que ele foi ponta direita do azulino da Av. FAB.
Contraiu matrimônio em 15 de agosto de 1953 com Annie Felgueiras Vianna na catedral da Sé em Belém do Pará, quando ela passou a se chamar Annie Vianna da Costa, uma das pioneiras da Educação no Amapá.
Estava participando de uma pelada entre solteiros e casados na Fazendinha, em um domingo de Ramos em que o cunhado dele Renato Vianna estava festejando o nascimento de seu primogênito, Carlos Vianna, quando sofreu um mal súbito vindo a falecer, deixando a esposa viúva após 8 meses da casados. O filho Taumaturgo nasceu 2 meses depois e não chegou a conhecer o pai.
Quando faleceu em 11 de abril de 1954, Seu Taumaturgo tinha 32 anos de idade.
Essa foto foi tirada por um amigo dele chamado Daniel, que além de funcionário público era também  fotógrafo. Tem como cenário a praça Veiga Cabral, ao lado do cruzeiro, em frente à Matriz de São José. Ernani Marinho informa que Daniel, era proprietário do foto Daniel, na presidente Vargas, praça da Matriz, à época, ao lado do beco das Pernambucanas.
Foto e informações biográficas fornecidas pelo amigo Taumaturgo Costa, filho do biografado, a quem agradecemos!

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Foto Memória da Segurança Pública do Amapá: Inspetor MIGUEL BATISTA DE AMORIM

Hoje prestamos nossa homenagem póstuma ao pioneiro  MIGUEL BATISTA DE AMORIM.
Inspetor Miguel Amorim nasceu no município de Óbidos-PA, no dia 19 de junho de 1922. Filho de Cândido Ribeiro de Amorim e de D. Ana Batista Amorim. Estudou o primário no Colégio São Francisco em Óbidos. Trabalhou com seu tio na oficina de alfaiate, onde aprendeu a profissão. Serviu ao Exército Brasileiro e deu baixa em 1943. Transferiu-se para Macapá, em 17 de março de 1944, admitido na Guarda Territorial no dia 20 de setembro de 1944 na função de guarda territorial, onde recebeu diversas promoções, chegando ao cargo de inspetor em 26.9.1966. Miguel Amorim assumiu várias cargos entre os quais o de comissário de Polícia de Lourenço, em 27 de maio de 1952, num momento difícil em que centenas de garimpeiros, de diversas cidades e lugares chegavam para explorar o ouro, obrigando o comissário a fazer valer sua moral e coragem para dominar as brigas, as desavenças e prender criminosos e ladrões sem sofrer represálias. Seu prestígio cresceu na comunidade, merecendo a nomeação para delegado de Polícia de Calçoene em 21.4.1959; delegado de Polícia de Amapá em 26.6.1961; comissário de Polícia de Mazagão em 25.6.1964; delegado de Polícia de Amapá 22.5.1965; comissário de Polícia de Fazendinha em 24.5.1967; comissário de Polícia do Buritizal em 29.1.76; Chefe da Superintendência dos Serviços Policiais em 15.2.76; Encarregado de apurar os fatos em processo administrativo em 7.7.1977; transferido para a Delegacia da vila de Laranjal do Jari em 7.6.1979; designado delegado de Polícia de Mazagão 21.1.80.
Miguel Batista de Amorim casou-se com D. Ozelinda Lina Amorim com quem teve os filhos: Newton, Neide, Arlindo, Heraldo, Orivaldo, Ana Regina e Edinete.
Filiou-se à Associação dos Aposentados e Pensionistas do Amapá destacando-se no cargo de membro efetivo do Conselho Fiscal.
Faleceu de repente, em 1996, deixando tristes e abalados os seus familiares e amigos, merecendo do Vereador Manoel Bezerra a apresentação do Projeto de Lei dando o nome de inspetor Miguel Amorim a uma das ruas da cidade, de Macapá.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá. Vol. III. de Coaracy S. Barbosa. Março 2002 – Edição digital (não impressa)
Foto: Arquivo pessoal

domingo, 5 de janeiro de 2020

Foto Memória da Mineração Amapaense: Pioneiros Nordestinos no Amapá

Integrantes de uma família de nordestinos que chegaram à região no início do Território Federal do Amapá. 
Todos tios e primos do amigo Luiz Lopes Neto que conseguiram emprego na mineradora ICOMI e nela trabalharam por um longo período.
Nossa Foto Memória de hoje, vem do fundo do baú de lembranças do Luiz Neto, e mostra nas imagens, a partir da esquerda: Livaldo, José Nunes (Mucurinha), Paulo Carvalho (Califon), Miguel Carvalho (Galo Cego), e Antônio Carvalho (Nena- Neno).
Os 4 últimos, já partiram para a eternidade.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Foto Memória de Santana: Galera de Vila Amazonas - Bloco do Pijama

Nossa primeira Foto Memória de 2020, vem do álbum de lembranças do amigo Urivino Bandeira Ribeiro, nosso contemporâneo de Macapá, e veterano companheiro de escotismo dos bons tempos do Território Federal do Amapá.
Trazemos hoje para os amigos do Porta-Retrato, um memorável registro da galera de Vila Amazonas, o Bloco do Pijama de um alegre Carnaval no Santana Esporte Clube. 
Nas imagens da esquerda para direita, em pé: Carlito, Cosme Juca, Urivino, Genuzinho, Rui Miranda, Sra Iara e Dr. Paulo, Samuel Cambraia, Chico Onça e Pinho.
Agachados na mesma ordem: Homobono, Carlos Garcia, Ailson Lobato, Juarez Cabral, Beto Carneiro, Waldir e Aurílio. Destes já faleceram Rui Miranda, Ailson Lobato, Waldir e Aurílio. Boas memórias!
Obrigado Urivino!
Fonte: Facebook

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Foto Memória da Mineração Amapaense: Laboratorista Hipólito Tomaz Vieira e família

Hoje publicamos em nosso blog uma foto compartilhada na Rede social pelo internauta Hilton Vieira, com data estimada de 1957/58.
Nela aparecem o Sr. Hipólito Tomaz Vieira (ex-funcionário da ICOMI), o Hilton ao seu lado, com as irmãs Maria Das Graças Vieira Martins, Bal Vieira, Inácia Maria Vieira, todas muito novas tendo à direita a mãe deles dona Hilda Carvalho Vieira.
O cearense Hipólito Tomaz Vieira, nasceu no dia 3 de novembro de 1916 em Sobral-CE. Ainda muito cedo deixou sua terra natal, o vilarejo denominado Sítio Norte, na Serra de Muruóca.
Andou por diversos Estados e desenvolveu uma série de ocupações que o levaram de simples mascate a comerciante estabelecido.
Em 1950, casou-se com Dona Hilda Carvalho Vieira, no Estado do Piauí. Desse enlace nasceram os seguintes filhos: Inácia Maria Vieira, Hilton José Carvalho Vieira, Maria das Graças Carvalho Vieira, Herivalda Carvalho  Vieira, Hipólito Haroldo Carvalho Vieira, Dario César Carvalho Vieira, Helda Cristina Carvalho Vieira  e Wellington Vieira.
Após o nascimento de sua filha Inácia Maria, Hipólito sentiu aumentar suas responsabilidades e a necessidade de garantir o futuro da família que começava a crescer.
Sabedor de que no Amapá uma grande empresa de mineração precisava de empregados, Hipólito não pensou duas vezes, vendeu tudo, arrumou as malas e partiu com os seus para Macapá, no ano de 1952. Data daí seu ingresso na ICOMI, como Auxiliar do então Departamento Médico. Ele recebeu a chapa nº 0685.
Inicialmente atuou como enfermeiro em apoio ao pessoal que trabalhava na construção da Estrada de Ferro do Amapá, num ambiente precário no que diz respeito à saúde dos trabalhadores, mormente pelo acometimento da famigerada malária.
Posteriormente se estabeleceu na Vila Terezinha atuando no Posto de Saúde da localidade, até a conclusão da Vila de Serra do Navio, em 1959.
Não demorou muito passou a Praticante de Enfermeiro, função pela qual demonstrou grande interesse e zelo.
Com a ampliação dos serviços assistenciais médico-hospitalares, o antigo Departamento foi transformado em Divisão de Saúde, e Hipólito por sua dedicação ao trabalho e pela confiança de que sempre se fizera merecedor, foi promovido a Atendente de Enfermagem, posto em que permaneceu até o fim de 1961.
Em 1962 – por méritos e por possuir o curso ginasial completo, (muito valorizado na época) - foi-lhe proporcionado fazer o curso de laboratório em análises clínicas em Belém do Pará, por um período de 6 meses, findo o qual Hipólito obteve menção honrosa e o direito de ingressar no quadro de funcionários especializados, como Laboratorista, fato que se concretizou em 12 de dezembro do mesmo ano.
Seu Hipólito trabalhou em Serra do Navio até 1965, sendo transferido para Santana, porque Inácia, sua filha mais velha, precisava fazer o curso ginasial e na  Serra não havia essa condição.
Trabalhou em Santana até dezembro de 1973, e por iniciativa própria pediu desligamento da Empresa, retornando com a família para Terezinha. Infelizmente lá chegando, encontrou uma realidade completamente diferente daquela que tinha se habituado a viver e resolveu voltar para Santana.
Procurou antigos colegas de trabalho na intenção de reaver o seu antigo emprego, mas, por uma política interna da Mineradora, não foi possível sua readmissão, pois a Empresa já havia promovido um outro auxiliar para o seu lugar.
Entretanto, os amigos se movimentaram e conseguiram uma colocação para ele numa empresa açucareira ligada ao Grupo CAEMI que estava sendo implantada no Amapá. Um projeto arrojado,  com grandes investimentos localizado no município de Porto Grande .
Contratado foi enviado para Alagoas, para fazer um curso de laboratório pelo período de uns 4/5 meses.
Infelizmente esse projeto surpreendente foi abortado e mais uma vez, fez prevalecer o seu bom conceito e consideração que todos nutriam por ele. Foi contratado pela empresa que assumiu o novo projeto,  a AMCEL, e nela trabalhou até se aposentar e ir residir em Fortaleza-CE, onde faleceu e foi sepultado em 03 de março de 1993.
Dois raros momentos reunidos com a família foram registrados em duas fotos que ilustram esta postagem.
Fontes: Revista ICOMI notícias, com atualizações e informações complementares de Hilton Vieira, filho do biografado.
Agradecemos o imprescindível apoio do amigo editor da página ICOMI - Portal do Altamir Guiomar, no Facebook.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Niná Nakanishi e as Irmãs Barreto

Nossa Foto Memória de hoje, é um raro registro das irmãs Barreto (Olinda, Carlinda e Lindalva), entre elas a artista plástica amapaense Niná Barreto Nakanishi, filhas do casal Luiz Gomes Barreto e Evença Gomes Barreto, entre outros.
O encontro aconteceu no interior da residência de Niná. 
A partir da esquerda vemos Niná (de sapatos brancos); ao lado dela duas senhoras não identificadas; em frente às três, vemos  a Sra. Olinda apresentando uma peça de arte, observada por Carlinda (de roupa clara) que mal aparece ao seu lado; atrás dela à direita da foto está Dona Dedith Barbosa Santana (mãe do professor Guilherme Jarbas Santana) seguida da Sra. Lindalva (com bolsa preta).
Apenas as irmãs Lindalva e Odete Barreto são vivas.
Dona Lindalva (viúva de Cláudio Souza Pinto) mora em Macapá.
Odete Barreto (que não aparece na foto), viúva, que foi professora de Niná, atualmente  reside em Manaus.
Niná Nakanishi faleceu em Macapá, em 20 de setembro de 2003.
Dona Dedith, (amiga da família Barreto), faleceu em 17 de março de 2014.
Fonte: Getúlio Barreto (fotógrafo)

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: O amapaense Alberto Alcolumbre

(*) Por Walter Jr do Carmo
O Aeroporto Internacional de Macapá recebeu o nome de um comerciante filho de pioneiros de Macapá.
Alberto Alcolumbre, era amapaense, descendente de judeus.
Teve como avós Salomão Peres e Syme Gabbay, oriundos de Tanger, cidade e porto do Marrocos, no Estreito de Gibraltar. Eles vieram para o Brasil junto com tantas outras famílias de várias origens nos meados de 1870 a 1910, motivados pela exploração da borracha que na época vivia um período de grande prosperidade. Vieram para Belém e de lá para o Amapá.
Salomão Peres iniciou sua vida no Amapá como carroceiro e por não ser alfabetizado, porém, ter grande força de vontade, aonde ia levava uma cartilha e uma tabuada. Muitas vezes tirava suas dúvidas com os transeuntes no caminho.
Com tanta perseverança consegue enveredar pelo caminho empresarial montando um armazém de secos e molhados, numa localidade chamada Padre Inácio.
Isaac e Syme tiveram nove filhos, entre eles: Alegria Gabbay Peres, nascida em 03 de janeiro de 1916. Era a sexta filha do casal. Posteriormente viria se chamar Alegria Peres Alcolumbre.
Em 1940 desembarcou em Macapá o jovem Isaac Menahem Alcolumbre, também judeu, filho de Alberto e Sarah Alcolumbre, vindo de Belém, depois de ter residido, em 1939, em Porto Velho, onde atuava no Serviço de Saúde Pública-SESP, como mata mosquito, na luta pela erradicação da malária. 
Isaac foi para Macapá para contrair núpcias com a jovem Alegria Gabbay Peres. O casamento foi realizado no Fórum da Comarca, que funcionava no prédio da Intendência Municipal, na época.
Após o casamento, as atividades comerciais que estavam com Dona Alegria passaram a ter como sócio Isaac Alcolumbre exercendo função de gerente.
Comunicativo e trabalhador, Isaac ganhou a amizade do povo amapaense. Foi o primeiro comerciante da cidade a sair do simples sistema de troca, comprando géneros inclusive ouro, prosperando com a criação do Território do Amapá, onde passou a ser conhecido como o Rei do ouro. Dona Alegria sempre companheira e trabalhadora, assumiu a gerência da loja na ausência do marido. Em 1946 a sociedade com Syme se desfez.
Isaac e Alegria tiveram onze filhos, entre eles Alberto Alcolumbre, o segundo filho e o primeiro descendente homem da família.
Seus outros irmãos são: Sarah, Ana, Salomão, Menahen, Nissim, José, Syme, Julia, Sonia e Pierre.
Alberto Alcolumbre – nascido em 19 de abril de 1943 - cresceu dentro do comercio, mas se formou em Contabilidade na Escola Técnica do Comercio do Amapá - ETCA. Foi para Porto Velho, onde trabalhou na Empresa Shell Billiton do Brasil. Com a morte do seu pai, em 11 de julho de 1971, Alberto volta para Macapá para assumir o comercio da família, junto com a sua mãe Alegria.
Alberto, com inteligência, espírito empreendedor e grande poder de comunicação, logo se destacou no mercado e pôde dar força a seus irmãos que ainda dependiam da mãe, dona Alegria, ou que estavam na luta pelo mercado de trabalho.
Homenageado Alberto Alcolumbre, faleceu em Macapá dia 11 de setembro de 2002, aos 60 anos, e está sepultado no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.
Busto de Alberto Alcolumbre - Aeroporto de Macapá - Foto: Memorial Amapá
Seu busto tem lugar de destaque no hall do novo Aeroporto de Macapá.
(*)Jornalista/publicitário, fundador e primeiro presidente do Memorial Amapá - Instituto de Pesquisa e Ação pela História da Cultura do Amapá.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Cinco Pioneiros de Macapá

A amiga Alessandra Del Castillo compartilhou conosco uma foto do álbum de lembranças do pai dela, professor Lucimar Amoras Del Castillo.
O registro raro foi feito no tempo do antigo Território do Amapá, é nossa Foto Memória de hoje.
Nas imagens a partir da esquerda estão pioneiros de Macapá: Professor Lucimar, o empresário Jarbas Ferreira Gato; Dona Icília Gomes Barbosa (esposa do Dr. Barbosa); professor Raimundo Azevedo Costa e o médico Mário de Medeiros Barbosa.
Lucimar Del Castillo foi professor de matemática, administrador e político do Amapá; Jarbas Gato foi empresário, desportista e  presidente da Câmara de Vereadores de Macapá; Azevedo Costa, professor, político e primeiro prefeito eleito de Macapá; Dr. Barbosa, médico, administrador, ocupou diversos cargos importantes no Amapá, inclusive respondeu pelo governo do Amapá em setembro e outubro de 1961.
Prefeito Azevedo Costa, aposentado, mora em Macapá. Os demais pioneiros já são falecidos.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Exposição de Esculturas da artista plástica Niná Nakanishi

Nossa Foto Memória de hoje, é um raro registro do final dos anos 60 e início dos anos 70, da solenidade de abertura de uma Exposição de Peças de Escultura, habilmente confeccionadas pela artista plástica amapaense, Niná Nakanishi.
Nas imagens vê-se o professor Antônio Munhoz Lopes (terno escuro), lendo seu discurso, observado de perto por autoridades, convidados, populares e amigos.
À sua frente estão o General Ivanhoé Gonçalves Martins e o Secretário Geral Adálvaro Alves Cavalcante (ambos de branco); ao lado as senhoras, do Coronel Adálvaro e junto dela, Dona Irene Martins (de óculos e blusa, escuros), esposa do General Ivanhoé. A sra. alta, à direita, é Dona Aurora, esposa do Sr. Antônio Pires da Costa, pioneiro do Amapá.
Com exceção da esposa do Coronel Adálvaro, (que não temos informações), as demais pessoas citadas no post,  são falecidas.
Fonte: Fotógrafo Getúlio Barreto

domingo, 15 de dezembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Joaquim Neto, Antúzio e Gervásio Oliveira no Estádio Glycério Marques

Com essa Foto Memória de hoje, publicada na Rede Social pelo amigo João Silva, presto justa homenagem à memória de meu vizinho de Macapá, Joaquim Neto, grande repórter esportivo do rádio amapaense.
O registro é de um clássico noturno no Estádio Municipal Glycério Marques, em Macapá, finalzinho da década de 70 entre  Ypiranga x Amapá Clube.
Nas imagens, dois irmãos da família Oliveira: o grande centroavante da Zebra da Presidente Vargas Antúzio, e Gervásio, eficiente zagueiro do Ypiranga Clube, dão entrevista ao repórter da Rádio Educadora, Joaquim Neto, de saudosa memória.
Fonte: Facebook

sábado, 14 de dezembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, publicada na Revista Icomi Notícias nº 5, de maio de 1964, traz o plantel vitorioso do Santana Esporte Clube.
Nas imagens a partir da esquerda, fila superior: Antônio Trevisani, presidente do Clube à época; Zé Maria, Moacir, Coroca, Edson, Acemir, Carlito, Esmaelino e Ruy Alves – secretário do clube;
Fila do meio: Michel Abraão – diretor de futebol; Agostinho, Carlos, Sabá, Palito, Dodoca, Mapinguary, Ruy P. Araújo – tesoureiro;
Fila inferior: Juarez Maués – técnico; Nena, Coco, Álvaro, Castanhal, Mundico Pereira e Odon Morales – vice-presidente.
Fonte: Icomi Notícias

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: 13 de dezembro Dia do Marinheiro

Nosso registro histórico de hoje, tem exatos 48 anos: é uma Foto Memória do dia 13 de dezembro de 1971 na antiga Praça da Saudade (atual Praça da Bandeira), em Macapá, no dia do marinheiro.
Dia do Marinheiro, no Brasil, é celebrado no dia do nascimento de Joaquim Marques Lisboa, 13 de dezembro. O Marquês de Tamandaré.
Nesse dia costumam ocorrer formaturas, em cidades que sediam Organizações Militares da Marinha.
Nas imagens em primeiro plano Dr. José Clemenceau Pedrosa Maia, que ocupou o cargo de Juiz de Direito na Comarca de Macapá, no antigo Território Federal do Amapá, tendo ao lado o radialista José Barros Machado e ao fundo, os radialistas pioneiros da Rádio Difusora de Macapá, Benedito Andrade e Agostinho Souza além de um membro da Corporação em uniforme branco.
Dr. Clemenceau e os dois outros radialistas já são falecidos. José Machado, setentão, mora em Macapá, com sua família.
Fonte: José Machado

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Foto Memória de Santana: Desportistas Paulo Reis e Antônio Vilella

A Foto Memória de hoje, postada por Altamir Guiomar na Rede Social, traz imagens de dois grandes nomes do esporte do Porto, ao lado de um ônibus escolar da Mineradora ICOMI, na Vila Amazonas.
Sr. Paulo Reis, foi treinador e diretor do Santana Esporte Clube e Sr. Antônio Vilella, foi Presidente do Independente Esporte Clube – o Carcará da Vila Maia. Ele administrava a Lavanderia de Santana.
Fonte: Facebook