segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Memórias de Macapá: O Memorável Bar Lennon

(Foto: Daniel Andrade)

O Lennon foi um bar que funcionou por muitos anos na esquina da rua General Rondon com a Av. Iracema Carvão Nunes, em frente à Praça da Bandeira, no centro de Macapá. Era administrado/arrendado, inicialmente, pelo economista Jurandil Juarez e pela Suelly Cavalcante.
Um dos poucos, nos anos 80, onde se ouvia MPB de qualidade; local onde artistas da terra se apresentavam sem compromisso. Na foto acima, Vanildon Leal e Amadeu Cavalcante no palco.
Do lado oposto ficava o Bar Xodó, do “seu” Albino.
Encontrei esse registro, no Blog da Alcilene: “Realmente o Lennon representou o ponto de encontro de uma geração que vivia intensa e emocionalmente o Amapá. Sem contar que lá estimulava-se expectativas não somente das noitadas que foram ma-ra-vi-lho-sas, mas também de mudanças comportamentais, não foi? E o mais importante ‘é que nossas emoções sobrevivam’”.
Concordo, Irani!
A foto do acervo de Fernando Canto, mostra os músicos Vanildon Leal ao violão, Amadeu Cavalcante no vocal, Gogô na bateria e Espíndola no Sax, numa das noites com música ao vivo.
O Bar Lennon foi, por muitos anos, o point da cidade.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Colégio Amapaense

Nos anos 60 foram realizados em Macapá, os "Jogos Ginásio-Colegiais do Amapá”, numa promoção do Departamento Esportivo da UECSA - União dos Estudantes Secundaristas do Amapá, com apoio dos governos territorial e municipal e da empresa ICOMI.
Participaram das competições equipes do Colégio Amapaense, Colégio Comercial do Amapá, Escola Industrial e Escola Normal de Macapá, sempre com o apoio de calorosas torcidas organizadas.
A postagem de hoje, vem do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
É um registro raro dos Jogos Escolares de 1968, no Estádio Municipal Glycério Marques, que completou, agora em 2019, 69 anos de inauguração.
Time do İnstituto de Educação do Território do Amapá - IETA, com a seguinte formação: em pé, da esquerda para a direita, Edésio (técnico), Zé Maria Franco, Rui Apolônio, Paulo Roberto, Horácio Marinho, Antoninho Costa e Marco Antônio; agachados: Cazé, Carrapeta, Ubiraci, Roberto, Pennafort, popular Macaco, e Heitorzinho, cartola.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Foto Memória de Macapá: “Boca Rica”, o primeiro relojoeiro da cidade!

Edgar Ferreira de Almeida, paraense, natural de Soure/PA, nascido em 10/06/1914, foi o primeiro relojoeiro da cidade, conhecido como “Boca Rica”, em razão dos dentes de ouro que ostentava, coisa fina de época.
Era carpinteiro e pedreiro, mas foi para o Amapá para trabalhar como relojoeiro, abrindo a “Relojoaria Volante”, localizada na Av. General Gurjão, próxima à Rua São José.
Casou no final dos anos 40, com Diva Pereira Maciel, amapaense, atualmente com 81 anos.
Ganhou duas vezes na loteria, empreendendo o ganho na compra de sua residência e tratamento do câncer (pulmão) em Belém, razão pela qual veio a falecer em 1971. Fonte: Rogério Castelo SEMA/AP
Segundo o jornalista João Silva, "a "Relojoaria Volante" ficava  em uma ou duas portas de uma casa enorme de paredes grossas feitas de pedra, na General Gurjão, esquina com a São José, onde morava uma velhinha que se chamava Mariinha, pegada à casa do pessoal do Sr. João Barca," bem ao lado do antigo casarão da Dona Sophia Mendes Coutinho, mãe da professora Guita.
O historiador Nilson Montoril, também conta que “Seu Edgar, popularmente conhecido como "Boca Rica" exercia a profissão de relojoeiro e residiu à Avenida General Gurjão, trecho compreendido entre as Ruas São José e Coronel José Serafim (depois Tiradentes) ocupando cômodos de um velho casarão que funcionou como cadeia pública de Macapá por muito tempo. Era um cidadão de hábitos simples e gostava de conversar sobre política e futebol. Vibrava com os feitos do Paysandu Sport Clube. Durante alguns anos foi submetido a tratamento de uma pertinaz tuberculose havendo necessidade de ficar internado no Hospital dos Servidores Públicos, no Rio de Janeiro. Recuperado da doença retornou à Macapá. Consertava qualquer tipo de relógio. Sua vida foi devotada à profissão já mencionada. Foi nosso vizinho.”
Fotos: Do acervo pessoal e do João Silva.
(Post reeditado e atualizado em 18/01/2019)

sábado, 29 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Times de Basquete – 1958

A contribuição de hoje, vem do acervo do amigo Cléo Araújo. Ele publicou em sua página na internet, esse registro com atletas do América e do Juventus Esporte Clube – antigos clubes de Macapá – em um amistoso realizado em 1958, na quadra da Praça Barão do Rio Branco, paralela à Rua Cândido Mendes, próxima à residência governamental.
Estão na foto, a partir da direita do observador, os atletas: Maurício, Zamba, Façanha, Antônio Farias, João Moreira e Lelé, do América; Tinilo, Ubimar, Macedo, Januário, Jangito e Cláudio Cavalcante, do Juventus. O último é o Expedito da Cunha Ferro (91) que foi o juiz da partida.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Av. Mendonça Furtado

O amigo Walfredo Costa postou essa relíquia preciosa em sua página na Rede Social. 
Foto: Reprodução / Facebbok
Um registro de Avenida Mendonça Furtado clicado no sentido da Rua Leopoldo Machado para o Centro, destacando em primeiro plano o cruzamento com a Rua Jovino Dinoá.
Observem que o leito da avenida ainda não estava totalmente revestido de camada asfáltica. Nota-se claramente, o serviço básico de nivelamento e terraplanagem, do trecho mostrado na foto.
À direita da descida a lateral da Igreja dos Irmãos tendo à frente, do outro lado da rua, a Escola Evangélica.
Walfredo Costa foi criado na Av. Mendonça Furtado e por muitos anos foi baterista do conjunto musical "Os Cometas", de Macapá.
Fonte: Facebook

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O Pioneiro Antônio da Silva Pereira: O Português do "Santa Helena"

(Foto: Reprodução/Arquivo/família Pereira)
(Foto: Contribuição da amiga Dulce Rosa Pereira, via e-mail)
Antônio da Silva Pereira, Português de Várzea do Douro, no Estado de Marco Cavanazes, distrito do Porto, nasceu no dia 12 de julho de 1929, filho de Torquato da Silva e D. Dulce Rosa Pereira da Silva, comerciantes de frutas.
Estudou o primeiro grau e serviu no Exército português.
(Foto: Reprodução/Google imagens)
Veio para o Brasil pelo navio "Hilary" (foto), chegando em Belém, no dia 16 de março de 1953, e dias depois embarcou no iate "Araguary", chegando a Macapá, às 10 horas do dia 29 de março de 1953, seguindo para a localidade de Ipanema, nas ilhas do Pará, onde trabalhou com seus tios da tradicional família Silva. Dois anos depois, retornou para Macapá em busca de um emprego e recebeu proposta do Dr. Daniel, gerente da ICOMI, e de seu primo Raimundo Silva. Ficou indeciso mas, na conversa que manteve com o Dr. Daniel, foi aconselhado que a família estava em primeiro lugar. Se não desse certo, que o procurasse novamente. Foi trabalhar na Estância Brasil da firma C. Matias & Cia Ltda., situada na Rua Leopoldo Machado, onde permaneceu durante 10 anos como motorista, encarregado e gerente. Em 1965 iniciou a construção de sua casa e, como os recursos eram poucos, foi trabalhar como encarregado de uma embarcação de 40 toneladas, comerciando látex e castanhas oleaginosas durante 19 meses.
 (Foto: Contribuição da amiga Dulce Rosa Pereira, via e-mail)
Depois dessa experiência, partiu para o seu próprio negócio, instalando a Sorveteria Santa Helena, transformando-a em um ponto de encontro da sociedade. Seu negócio data do ano de 1967.
(Foto: Contribuição da amiga Dulce Rosa Pereira, via e-mail)
Casado com D. Maria Rosa Matias Pereira no dia 6 de setembro de 1958, na igreja da vila Lusitana, no Município de Afuá a qual lhe deu os filhos Paulo Alberto, José Torquato, Fernando Antônio, Dulce Rosa, Carmelina, Márcia Helena e Arlindo César e Carlos Augusto (falecidos). Católico praticante, fez o Cursilho de Cristandade, foi coordenador do setor dos Cursilhos da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Como bom português, era torcedor do C.R. Vasco da Gama.
Prédio da Sorveteria Santa Helena, atualmente (2011)
(Foto: Contribuição da amiga Dulce Rosa Pereira, via e-mail)
Aposentado desde novembro de 1995, continuou administrando seus negócios, junto com seus filhos, até seu falecimento em 10/12/2018, depois de  alguns anos sofrendo sérios problemas de saúde. Encontrava-se em uma cadeira de rodas.
Seu corpo descansa em Paz, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade.
"Seu Antônio Português", como era conhecido, é um personagem importante da História do Amapá.
(Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá Vol. II, de Coaracy Barbosa - edição 1998)
(Atualizado e repaginado em 10/12/2018)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Ypiranga Clube, em 1978

Foto Memória do esporte: mais um registro compartilhado pelo desportista Franselmo George, via Facebook.
Trata-se do TIME DO YPIRANGA CLUBE em 1978, no Estádio Glycério Marques.
Em pé: Ado, Elydi (falecido), Gilberto, Ramabi, Dias e Bené.
Agachados: Bolinha, Careca, Padeirinho, Delbanor (falecido), Tadeu e Odival (falecido).
HISTÓRICO – O Ypiranga é um clube brasileiro de futebol da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá.
Em 15 de maio de 1963, jovens integrantes da extinta Juventude Oratoriana do Trem (JOT), movimento que pertencia à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, criou o Ypiranga. Como cores oficiais, o clube utiliza azul e preta.
A figura da "Torre" da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Bairro do Trem, é o principal símbolo do Clube, razão porque é chamado pelos desportistas de “Clube da Torre” e de “Negro Anil”.
Atolado em dívidas, o clube não conseguiu montar uma equipe a altura dos adversários para disputar o Amapazão 2006, e acabou por ser rebaixado, perdendo prestigio como a maior força do futebol amapaense na era profissional. Voltou em 2011 e chegou a disputar, no ano seguinte, a semifinal do primeiro contra o Oratório, que venceu por 1 a 0. Em 2013, fez apenas figuração nos 2 turnos, embora ficasse empatado em pontos e saldo de gols com o Trem, mas foi eliminado por ter menos vitórias que a Locomotiva. Entre 2014 e 2016, não jogou o Campeonato Amapaense. (Fonte: Wikipédia)

Fonte: Facebook

sábado, 8 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: O ex-zagueiro “Passarinho” – 93 anos de vida

Trazemos hoje, no Porta-Retrato, a história de um grande atleta do passado: o ex-zagueiro Francisco Lopes Filho, mais conhecido como "Passarinho".
Ele conversou com o desportista Franselmo George e seu depoimento está publicado na edição nº 638, do Jornal “Tribuna Amapaense”, que serviu de fonte para a nossa matéria.
Francisco Lopes Filho nasceu em 26 de janeiro de 1925, em Cametá, no Estado do Pará. 
Os pais dele, Francisco Cardoso Pereira e Baselina Lopes Ferreira, eram agricultores na cidade.
"Passarinho" chegou à capital amapaense, em 1945 a bordo do "Rebocador Araguari", na companhia de dois amigos: Diquinho, conhecido como "Careca" e José Casado. Na chegada foi recebido pelos dirigentes do Amapá Clube, que o mandaram buscar em Cametá: Francisco Serrano (farmacêutico), Meton Jucá, Zoilo Pereira, Dr. Lobato (médico) e o Tenente Charone, subcomandante da Guarda Territorial na época.
Em Macapá Passarinho foi trabalhar como policial, na Guarda Territorial. Ele tinha a profissão de alfaiate. No Amapá estavam sendo implantadas as estruturas da nova unidade federativa do Brasil e precisavam de operários.
O Tenente Charone o convidou para trabalhar como alfaiate da Guarda. Trabalhou com o Herundino do Espírito Santo, pai dos craques: Haroldo Santos, Marco Antônio, Bira, Assis e Aldo. Passarinho fez parte do esquadrão do Amapá Clube.
Conquistou três títulos pelo "Alvinegro da Presidente Vargas", título de bicampeão amapaense, 1950 e 1951, ao lado de: Aristeu, 91(Expedito Cunha Ferro), Turíbio Guimaráes, Marituba, Wilson Sena, Genésio, Cabral, Luiz Melo, Azamor, Zé Maria Chaves, Adãozinho, Boró, Jackson Alencar, Raimundo Bode, Cabeça, Aracatizinho, Aracati, Sérgio, Adão, Major, 16 e Luiz Melo. O Terceiro título de Passarinho pelo Alvinegro foi em 1953, final contra a equipe do São José, placar de 3 X 3, campeão invicto, ao lado de: Zé Maria, Justo, Luiz Melo, Guilherme, Roxinho, Birro, Azamor, Pinheirense, Aracati e Sérgio. No Amapá Clube também atuou ao lado dos goleiros Pólvora, Darci e Mucuin, Diquinho, Felipe, Dico, Ceará, Lacinho, Taumaturgo, Raminho, Julinho, Jarbas Gato, Olivar, Tiragosto, Passarinho II, Façanha, Malagueta e Piturisco.
Passarinho fez parte da Seleção Amapaense de 1950, jogo contra o forte Esquadrão do C. R. Flamengo, equipe de melhor expressão do futebol nacional, primeiro clube de futebol de fora a jogar no recém-inaugurado Glycério Marques, na época denominado "Estádio Municipal", o treinador da equipe carioca era Gentil Cardoso.
O público que compareceu na terça-feira 28 de março as 16:30 horas, assistiu a um satisfatório espetáculo futebolístico. A equipe amapaense não se apresentou bem na "peleja", placar de 9 X 2 para os rubro-negros. O gramado estava impraticável, devido a torrencial chuva que desabou sobre a capital amapaense antes do jogo. O adversário também possuía elementos de alto valor técnico, que se destacaram na partida como: Newton, Bria, Beto, Aloísio, Gringo e Esquerdinha. Pela Seleção do Amapá o goleiro Lavareda foi o que mais se destacou, apesar de ter jogado doente, fazendo jogadas incríveis. Os donos da casa saíram na frente. Aos 10 minutos de jogo Biguá chutou indo cair nos pés de Avertino, que serviu em ótimas condições a Zé Maria que, sem dificuldades arremessou para assinalar o primeiro gol do selecionado do Amapá. A partir daí só deu Flamengo. O placar ainda estava 6 X 1, quando aos 12 minutos da etapa final, Boró aproveitando um passe de Luiz Melo aproximou-se do arco defendido por Antoninho e chutou forte para assim consignar o segundo e último gol amapaense.
Os gols rubro-negros foram assinalados por: Aloísio aos 12', Beto aos 14', Gringo aos 20' e Hélio aos 22'; placar de 4 X 1 no primeiro tempo - Marcaram no segundo tempo: Béto aos 05', Esquerdinha aos 08' de penalti, Orlando aos 38', Bria aos 40' e Esquerdinha aos 43 minutos, nessa altura o goleiro era o "91"(Expedito Cunha Ferro), fechando o placar de 9 X 2.
A Seleção Amapaense jogou com: Lavareda; 75, Suzete, Marituba, Roxinho, Major, Luiz Melo, José Maria Chaves, Adão, Avertino e Walter Nery. No segundo tempo a formação ficou assim: 91, Passarinho, Major, Raimundinho, Wilson Sena, Álvaro, Luiz Melo, Dedéco, Adão, Cabeça e Boró; o técnico era Delbanor Dias.
O Flamengo formou com: Antoninho, Jobe, Newton, Biguá, Bria, Beto, Aluísio, Gringo, Durval, Hélio e Esquerdinha. No segundo tempo a formação foi assim: Antoninho, Jobe, Newton, Biguá, Bria, Béto, Pedro Neves, Quiba, Orlando, Walter e Esquerdinha; o técnico era Gentil Cardoso.
Outro jogo marcante em sua memória foi no Estádio Municipal contra a forte equipe do Sampaio Corrêa, em abril de 1950, derrotando o esquadrão maranhense por 3 X 1. A onzena alvinegra entrou em campo com os atletas: Aristeu, Genésio, Cabral, Marituba, Wilson Sena, Major, Luís, Zé-Maria, Assis, Adão e Boró; depois entraram os reservas Passarinho, Joãozinho, Viana e 16. Recorda que naquela época era muito diferente de hoje, se fazia intercâmbio com times da capital Belém e interior do Pará como Luzeiro e Cametá, e times do Rio de Janeiro e do Nordeste.
Passarinho lembra de Berlamino Paraense de Barros, presidente do Trem Esporte Clube(como era chamado na época), que  valorizava os atletas. Quem era bom ele aproveitava no elenco do Trem, conseguia formar grandes times. 'Veio uma turma de vigienses jogar futebol, muitos estavam desempregados, então eles praticavam o futebol e já ficavam por aqui mesmo conseguindo emprego".
Craques que viu jogar, cita: Mafra, Sérgio, Sabá(do Macapá), um bom lateral. Luiz Melo também um bom lateral, forte, chutava muito bem e violento, num jogo contra o Paysandu, fez um gol de falta, o chute foi de longe, golaço! Boró foi outro craque que Passarinho não esquece. Conta que quando jogou com o Flamengo, Boró fez uma grande assistência para o Luiz Melo, que só teve o trabalho de empurrar para o Gol.
"Acabaram com o Amapá Clube", é muito triste, comenta "Passarinho" sobre a situação que se encontra hoje o seu clube do coração.
( Foto: Reprodução/Tribuna Amapaense )
Francisco Lopes Filho deixou o futebol em 1959, aos 34 anos de idade. Parou porque levou muitas pancadas na rótula do joelho esquerdo. Mora desde 1950, na avenida Rio Pedreira, atrás da Sede do Trem Desportivo Clube, no bairro do mesmo nome. Aposentado da Polícia Civil do Amapá, hoje com 93 anos de idade, lúcido, com uma saúde de dar inveja a qualquer jovem de 20 anos, apesar do problema no joelho, que dificulta sua locomoção, mas que não o impede de viver a vida. Viúvo há 18 anos, sua esposa se chamava Maria Rosa. Desse matrimônio nasceram 12 filhos e 20 netos.
Texto de Franselmo George via Tribuna Amapaense
Fonte: Tribuna Amapaense

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Nonato Leal, 91 anos, firme e forte!

Com a devida anuência da amiga Verinha Leal, compartilho aqui no Porta-Retrato, uma foto rara do professor, músico e compositor Nonato Leal, com sua família. O registro foi feito na praia de Fazendinha/AP, às margens do majestoso Rio Amazonas.
Além da Verinha, estão bonitos na foto: os pais Nonato e Paracy Leal,  Tita Leal, Orgeny e José Maria Franco. 
Em frente a eles sentados no tronco:  Vanildon Leal, Vânia Leal, Vani Leal e Venilson Leal.
DADOS BIOGRÁFICOS - Raimundo Nonato Barros Leal (Nonato Leal), natural da Vigia(PA), nasceu em 23 de julho de 1927. Nonato Leal aos 8 anos de idade inicia com seu pai sua vida musical. Com 10 anos se apresentava ao público pela primeira vez tocando violino. Aos 13 anos começa a tocar banjo e aos 15, bandolim, violão tenor e viola. Aos 18 anos inicia o aprendizado de violão. Com 19 anos, compõe a primeira música chamada “Tauaparanassu”.
Foi para Belém aos 20 anos onde tomou parte do Cast. Artístico da PRC-5 Rádio Clube do Pará. Em 1945 se apresenta na Rádio Nacional/RJ no programa Papel Carbono (Renato Murce) e tira nota 10, imitando o violonista Dilermano Reis com a música “Se Ela Perguntar”. Em 1950, ingressa na Rádio Marajoara (PA) e excursiona pelo interior do Pará com os músicos e cantores do Cast. da emissora.
Em fevereiro de 1952, chega a Macapá (reside até hoje lá) a convite do seu irmão Oleno Leal, onde é convidado a fazer parte da Rádio Difusora de Macapá. Em 1953 conhece Paracy Jucá Leite, com quem se casa, em 1954.
Tocou com artistas renomados como Ângela Maria, Nelson Gonçalves, Waldick Soriano, Carmem Costa, Carlos Galhardo, João do Valle, Luiz Gonzaga e Agnaldo Rayol. Também com o Trio Muiraquitã, Sebastião Tapajós, Nilson Chaves, Walter Bandeira, Lucinha Bastos, entre outros.
Excursionou pelo interior do Amapá sob o patrocínio do Governo. Participou da Semana de Arte Amapaense em 1981 e 1984. Em 1958 fez vários programas nas Rádio Dragão do Mar, Verdes Mares e Uirapuru, no estado do Ceará. Compôs vários sambas-enredo para diversas escolas de samba do Amapá. Em 1982 e 1983 participou dos recitais de violão da Rede Nacional da Música (Funarte)). Em 1987 participou também do recital didático Vila Lobos, curso de violão do Sesc. Foi professor de violão na escola “Walquíria Lima”, de 1970 a 1988.
O músico lançou 2 CD’s, sob a direção de Manoel Cordeiro, chamados de “Lamento Beduino” e “Coração Popular”. Atualmente tem um programa de televisão chamado “De Pai Pra Filho”, com o seu filho Venilton Leal, com quem, também lançou um CD. Todos com estilo instrumental. (Heraldo Almeida)
Fonte: Jornal Diário do Amapá

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Juventus Esporte Clube

Trazemos hoje para o Porta-Retrato, uma Foto Memória do Juventus Esporte Clube, da década de 60, do arquivo do amigo Sabá Ataide, publicada na Rede Social por Franselmo George:
Em pé: Gilberto, Wanderley, Magalhães, Biló, Zé Marques, Aroldo e Célio;
Agachados: Enildo, Orlando Torres, João Maria, Sabará e Percival.
Fonte: Facebook
INÍCIO - O extinto Juventus Esporte Clube, foi fundado por padres do Pime com ajuda de pessoas ligadas à Prelazia de Macapá. Nasceu para ser um time de jovens, inspirado na Juventus da Itália. Mas nos seus primeiros anos de fundação, para disputar a segundona do futebol amapaense, o JEC teve que ser formado não só por jovens descobertos no campo da Matriz, revelados nos campeonatos internos organizados por padres italianos. Foi enxertado com jogadores oriundos de outros clubes, como Macapá e Amapá. (João Silva)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Trem Desportivo Clube

A Foto Memória de hoje, é mais uma relíquia do arquivo histórico do amigo desportista Franselmo George. 
Trata-se de um registro fotográfico do Trem Desportivo Clube, datado de 1957.
Em pé: Chicão, Cabôco Alves, Aristeu, Vasconcelos, Guloso e Turíbio Guimarães
Agachados: Joãozinho, Vadoca, Hélio, Adãozinho e Lelé.
Resumo Histórico: O Trem Desportivo Clube foi fundado em 1 de janeiro de 1947, pelos ferroviários Bellarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter e José Banhos, além de outros.
O nome do clube é uma homenagem ao bairro onde foi fundado e a profissão exercida por seus fundadores, todos eles ferroviários. Este, por sua vez, recebeu o nome no início do século XIX. Naquela época, foram encontrados na Avenida Feliciano Coelho de Carvalho vestígios de alguns trilhos de trem, que possivelmente serviram como meio de transporte do material para a construção da cidade. (Wikipédia)
Fonte: Facebook

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: EQUIPE DO OLARIA MAGUARI - RELÍQUIA DO FUTEBOL AMAPAENSE

Nossa Foto Memória de hoje, nos revela uma relíquia do futebol do Amapá.
Trata-se de um registro fotográfico dos anos 60, do Olaria Maguari, um time vencedor e demolidor com garotos lá do Bairro do Laguinho patrocinado pelo seu Gabriel, e que revelou vários craques para o futebol amador nos anos 70. 
O jornalista Édi Prado (Lia) (parceiro do Porta-Retrato) que também fazia parte do escrete, confirma, que “”esse time se manteve invicto o tempo que existiu por 2 anos, sem nunca ter perdido ou empatado um jogo. Tanto na capital, fazendo a varredura nos bairros e no interior. O Olaria Maguari Clube era do mestre de obra, Gabriel, tio do Araribóia. Morava no Laguinho. No final da década de 60. O Carlito Arrelias, Juci e todos que jogaram no Olaria formaram nos "times grandes". Eu joguei no Amapá Clube e São José.
Em pé: Zé Luiz, Zebu, Zezinho Macapá, Lia, Temica, Carlito e Mário Correa.
Agachados: Bala, Carlos Santos, Vilmar, Campos, Pererequinha e Arariboia.
Desse time nada mais nada menos que Zezinho, Temica, Carlito, Carlos Santos, Vilmar e Campos foram titulares no time do São José, nos anos 70.
Fontes: Carlos Alberto Arrelias e Franselmo George – (via Facebook)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Estádio Municipal de Macapá, em 1950

O Glycério Marques, que pertence à Prefeitura de Macapá, foi chamado inicialmente de Estádio Municipal de Macapá, mas o nome foi mudado para homenagear o primeiro presidente da Federação de Desportos do Amapá, Glycério de Souza Marques. 
O Glycerão foi construído em tempo recorde, após a confirmação do Amapá no XX Campeonato Brasileiro de Futebol de Seleções. Antes desta data as partidas ocorriam na Praça da Matriz, onde está hoje a Praça Veiga Cabral, o que inviabilizava a realização de amistosos com times de outros estados, pois esses se negavam a jogar em campos sem as medidas oficiais e sem um estádio cercado.
Fonte: Diário do Amapá

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Jovens, e a palmeira da praça

Encontrei essa raridade histórica, na página do meu amigo Ronaldo Picanço, em uma Rede Social.
No registro fotográfico vemos a “rapaziada nos anos sessenta fazendo onda e pose sob a palmeira imperial do Rotary Club de Macapá. Ela com suas lindas folhas que reinava única e absoluta no centro da praça Barão do Rio Branco.
Alvo da insensatez humana, a palmeira foi pro beleléu....! Se ainda estivesse ali, estaria de porte alto e frondoso, exibindo beleza estética e valor à nossa velha praça que data de 1950.”
Com a ajuda do amigo João Silva, vamos identificar cada um desses jovens amapaenses:
Em pé, a partir da esquerda: Célio Paiva, Percival, José Maria Franco e Jota Ney.
Agachados na mesma posição: Orlando Torres, Nilton Coca, Sabará, Haroldo Vitor Santos, o Tiponga.
Fonte: Facebook

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Um acontecimento social em família

A foto é um registro momentâneo de um acontecimento importante que acontece na vida dos povos. E esta foto ganha um significado histórico à medida que o tempo decorre.
Foi o caso desse registro fotográfico de 1964, quando um grupo de pessoas se reuniu para prestigiar um acontecimento social, em uma tradicional família da comunidade macapaense.
A data 30 de setembro, uma quarta-feira de primavera! Isso ocorreu há 54 anos. A maioria dos que aparecem nas imagens é de integrantes da quarta série B, do Colégio Amapaense. O local era a residência do casal Alceu Paulo Ramos/Joaquina Ramos, e o evento comemorava o aniversário da colega Doralina Ramos. Na oportunidade, no momento após o canto dos parabéns, a turma fez pose para o fotógrafo.
A Foto Memória, histórica, rara, foi publicada numa Rede Social pelo historiador Nilson Montoril de Araújo, que fazia parte da turma.
Girando no sentido horário ele identificou os antigos colegas: Elmira, Hamilton Coutinho, Agenor Chermon, Paulo Guerra. Ailton, José Maria Franco, Orlando Torres, Joacy Mont'Alverne, Pedro Ezequiel, José Fontoura, o próprio Nilson, Celso Barros e Raul Soares.
As mulheres à frente: Hilda, Esmeralda, Iria Lúcia, a aniversariante Doralina Ramos, Eloisa, Ely Gouveia e Ana Lúcia Arruda.
Observem o detalhe da garrafa de Flip Guaraná sobre a mesa.
Nascida no dia 30 de setembro de 1946, a Doralina Ramos completava 19 anos de idade.
Fonte: Facebook

domingo, 25 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: SANTANA ESPORTE CLUBE

Nossa Foto Memória de hoje, relembra um dos esquadrões do Santana Esporte Clube mais ou menos dos anos 1969/70.
Em pé: Rosa, Ademir, Bigu, Luiz, Otávio e Ferreira;
Agachados: Barrado, Perereca, Trevizani, Batista e Pretote.
Fonte: ICOMI - Portal do Altamir Guiomar

sábado, 24 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: O Matriz Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, foi publicada no Porta-Retrato, em 3 de julho de 2013, com uma informação equivocada de que o Matriz Esporte Clube teria sido o embrião do Juventus Esporte Clube, de Macapá.
É um registro fotográfico de 1960, que mostra o time do Matriz Esporte Clube, no antigo campinho que se localizava onde hoje é a Praça Veiga Cabral.
O jornalista João Silva, corrige o equívoco e esclarece que “o Matriz Esporte Clube, que chegou a ter sede própria, não foi embrião do glorioso Moleque Travesso, mas surgiu na vizinhança da Prelazia de Macapá, no beco da İntendência, antiga Siqueira Campos, onde morava o velho Santos, pai dos amigos Jacy, José e Ciro Jansen Costa.
O time disputava os torneios organizados pelos padres do PİME na Praça da Matriz, isso no final dos anos 50, comecinho dos anos 60.”
Nosso amigo Balalão assegura que “nessa formação do Matriz mais da metade - quase o time inteiro, é de perna de pau (PP); vamos lá, da esquerda para a direita, em pé: Pe.Paulo Di Coppi, João Coutinho (PP), Ailton 'Beiço de Burro' (PP), Emídio Rola (PP), Lulu Picanço (PP), Nilson Massaranduba (PP), Jacy Jansen (PP), Salomão Alcolumbre (Piru? Técnico? Cartola?); agachados: João Eudes 'Cabeludo' (cartola, olha o óculos dele!), Cutia, Zeca Fino, J.Ney, Círio Coutinho e Getulio 'Vaca Podre' (PP).Tempo bom, tempo do 'Milan', da Fiorentina, da 'İnter', da 'Juv', do Brasília, da Portuguesa, do Madureira, mas também do Matriz, por que não? Na imagem ainda aparecem em pé: o Enildo ainda garoto, futuro craque, entre o Rola e o Lulu, e o Joel Modesto entre Jacy Jansen e o Salomão Alcolumbre.
Passaram para outro plano, Zeca Fino, Salomão Alcolumbre, Emídio Rola, Ailton Beiço de Burro e Círio Coutinho.”
Fonte Facebook
Foto: recorte do Jornal Diário do Amapá de 1995
( Post repaginado, reeditado e atualizado em 24 de novembro de 2018 )

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Foto Memória de 1976, publicada pelo jornalista João Silva em sua página em uma Rede Social registra um dos esquadrões do Esporte Clube Macapá da década de setenta quando o azulino da Av. FAB ficou com os títulos de 74, 78 e foi Campeão em 1975 do Primeiro Copão da Amazônia, em Porto Velho-RO.
Confira, em pé, da esquerda para a direita: Castelo, Nariz, Sena, Aldemir França, Jonas e Dida; agachados: Haroldo Santos, Leo, Pula-Pula, João de Deus, e Bil Maravilha concedendo entrevista ao Luca Melo, da badalada dupla de repórteres do programa R.E Dá Olé, da Rádio Educadora São José de Macapá (o outro era Luca Roberto). Bons tempos!
Fonte: Facebook

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: ex-zagueiro Turíbio Guimarães

Foto Memória de hoje, homenageia o craque do Futebol Amapaense, ex-zagueiro Turíbio Orivaldo Guimarães.
Turíbio Guimarães nasceu no dia 12 de Julho de 1924, no Distrito de Jurity, município de Óbidos, região do Baixo Amazonas, no Estado do Pará. Foi casado com a Sra. Altamira da Silva Guimarães. Funcionário Público do ex-Território Federal do Amapá, exerceu a função de Pintor na Garagem Territorial. Tinha costume de chamar carinhosamente de “Mãezinha” seus amigos de trabalho e de futebol. A bordo do Navio Araguari desembarcou em Macapá em 1947 a convite do então Governador do Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes para trabalhar e jogar futebol. Durante a viagem Turibio conheceu o famoso jogador de futebol chamado Joãozinho "Puqueca", que, já contratado, ia para o Amapá para jogar no Trem Desportivo Clube, que o convidou e o apresentou ao Sr. Belarmino Paraense de Barros, primeiro presidente do clube da Feliciano Coelho.
A partir daí começou a trajetória esportiva de Turíbio Guimarães no futebol amapaense. 
Depois de alguns anos jogando pelo Trem Esporte Clube, como era chamado na época, também colaborou com a criação do time de futebol que chamaria de Atlético Latitude Zero, nome dado por seus idealizadores, os desportistas Vanderley, Alzir Maia e Fernando, conhecido por “75”. Turíbio também foi um dos fundadores da conhecida “Pelada” denominada “Casados e Solteiros” do Bairro do Trem, tendo como colaboradores os amigos Rosendo Góes, Herondino do Espírito Santo(Já falecidos) e Humualdes de Morais, conhecido por “Feijão”, hoje contando com 91 anos de idade. Segundo o desportista Raimundo Maia Barreto, conhecido por “Cristiano”, a primeira pelada “Casados e Solteiros foi jogada no campo dos escoteiros do Mar Marcílio Dias, no mês de setembro de 1949. Em 1981, Turíbio muito doente pediu a seus filhos para que chamasse o José Maria Gomes Teixeira, o “Manga”, para lhe fazer um dos seus últimos pedidos em vida, e Manga se dirigiu até a residência de Turíbio, na Vila Montese, área militar, atrás do Estádio Glicério Marques, próximo da Escola Estadual Coaracy Nunes. Pediu a Manga: “Não deixa a pelada Casados e Solteiros acabar, e que comece sempre às 05:00 horas da tarde, faça sol ou faça chuva”. José Maria Gomes Teixeira, que à época assistiu a 1ª “Pelada” no colo de “Cristiano” dirigiu por mais de quatro décadas esse importante evento esportivo do Amapá. Outro fato interessante, é que a bola utilizada na primeira “pelada” era totalmente de couro fino, costurada com barbante de sola pura.
Além de atuar pela equipe do Trem Desportivo Clube, Turíbio atuou no Atlético Latitude Zero, Amapá Clube e também fez parte da Seleção Amapaense, que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções em 1950, na inauguração do Estádio Municipal, primeiro jogo contra a Seleção do Pará, 0 x 1 o placar, gol de Norman. O elenco da Seleção Amapaense era: Lavareda, 91, Suzete, 75, Turíbio, Álvaro, Marituba, Roxinho, Raimundinho, Cabral, Luiz, Cláudio, Dedeco, Alves, Adão, Boró, Cabeça, Zé-Maria e o técnico era o Delbanor Dias.
Esteve na Seleção Amapaense de 1956, ao lado de: Darci, Zé-Maria, Aristeu e Mundico; Sabá, 75, Raminho, Base, Amujaci, Fogão, Aristeu II, Justo, Maranhão e Façanha; Lelé, Mizael, Edésio, Clemildo, Sancho, Expedito, Bibito, Passarinho II e Alves; Guilherme, Palito, Mafra, Avertino, Wlademir, Perigoso, Azamor, Piturisco, Juarez, Armando, Biroba, Maximino, Pantera, Sérgio, Carlos e Raimundo.
Foi campeão invicto pelo Trem - Torneio “Vargas Neto”, em 1951 – Time campeão: Lavareda, 75, Chicão(depois Turíbio), Prisco, Major, Sansão(depois Chicão), Serra, Cansado(depois Sansão), Alves, Adão e Joãozinho.
Em 1952, foi campeão amapaense, jogando na posição de zagueiro central ao lado de Guloso, Cabral, Alves, Manú, Aristeu, Chico, Vadoca, Adão, Carlos e Joãozinho. No Trem também atuou ao lado de Sales Lima, Caboco, Vasconcelos, Vadoca, Hélio, Lelé, Arlindo, Chicão, Wilson, Orlando, 75, Prisco, Racildo, Messias, Cansado, Sansão, João Melo, Major e Biribá.
Pelo Atlético Latitude Zero jogou ao lado de: Edgar, 75, China, Cremildo, Expedito, Manoel, Bené, Santino, Carlos Cuchichiba, Estrêla, Guilherme, Santana, Chico, Bandeira, Antônio e Cristiano.
Hoje, a Arena da Praça Nossa Senhora da Conceição(antigo campo de futebol), onde é realizada a pelada Solteiros e Casados e também a Copa do Mundo Marcílio Dias, leva o nome de Turíbio Orivaldo Guimarães(O TURIBÃO), um projeto do desportista e ex-vereador Alceu Filho. Quando vereador, Alceu, que também foi grande expressão do futebol amapaense, prestou mais uma homenagem ao craque Turíbio, dando-lhe o nome a uma Rua no Bairro do Perpétuo Socorro, em Macapá.
“Grande desportista, depois que parou de jogar futebol, continuou a fazer o que sempre gostou, o esporte, deixou muitas saudades e lembranças!!! Deixou plantada uma semente muito boa para os filhos,...todos  encaminhados!!! O esporte fez muito bem para minha família, e para a família de muitos outros abnegados da época do Solteiros e Casados do Bairro do Trem”, comentou o filho, Orivaldo Guimarães, o “Pelado”.
Turíbio, deixou os filhos: Fátima Guimarães, Turíbio Guimarães (Turibinho), Raimundo Nonato(Negão), Marta Guimarães, Judith Guimarães, Orivaldo Gumarães(Pelado) e Antonio Guimarães(Tonga).
Turíbio Orivaldo Guimarães faleceu aos 57 anos de idade, no dia 12 de junho de 1981, na capital, Macapá.
‎Texto de Franselmo George, via Facebook

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

Foto Memória, publicada pelo desportista Franselmo George, em sua página no Facebook, mostra um registro fotográfico do ATLÉTICO LATITUDE ZERO em MEADOS DA DÉCADA DE 50.
O Atlético Latitude Zero foi outro clube da era amadorística do Território Federal do Amapá, fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia, Turíbio Guimarães e Raul Calins. Participou de algumas edições dos Campeonatos Amapaenses da Primeira e Segunda Divisões nos anos 50. Além do futebol o Atlético Latitude Zero também contou com o time de basquete onde chegou a conquistar alguns títulos como em 1954, entre eles o Torneio Relâmpago com a participação do Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, América Futebol Clube e Atlético Latitude Zero.
O Latitude sagrou-se campeão e recebeu o troféu denominado “Dr. Hildemar Pimentel Maia”.
( Fonte: Facebook )

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: América Futebol Clube

Nossa Foto Memória de hoje, registra um raro momento do esporte amador de Macapá.
O Time do AMÉRICA-AP - INÍCIO DOS ANOS 70
Em pé: Marinho Macapá, Bernardo, Pedrinho, Zé Luiz, Deca, Walber, Célio, Quipilino e Dias. 
Agachados: João do Bolão, Vavá, Augustinho, Nuruca, Zé Raimundo, Sabá e Dico do Guito.
O América, era um dos clubes da era amadorística do futebol de Macapá.
Como a de muitos outros, sua criação foi inspirada em agremiações congêneres do Rio de Janeiro. Muito pouca coisa sobre sua história foi registrada e hoje pode ser contada, por aquelas pessoas que viveram os bons momentos do esporte, no início do ex-Território Federal do Amapá.
Lembro, apenas, que a sede da agremiação era bastante concorrida na parte social. Situava-se em uma área do bairro do Laguinho, onde algum tempo depois foi erguida a Praça Chico Noé.
Era um ponto de diversão da moçada laguinense que curtiu bons agitos nos tempos sombrios da sempre pacata Macapá.
Como eu era muito novo pedi auxílio ao amigo e parceiro Édi Prado, que também era garoto e lembra da sede na área hoje situada entre as ruas Gal. Rondon e José Serafim. Segundo ele, “o salão era tão grande que jogávamos bola lá dentro. Depois tínhamos que varrer o "campo" todo. As festas começavam na sexta e seguiam até domingo. Ninguém reclamava.”
Ele conta também que, vez por outra, havia um entrevero que durava quase uma hora, mas tudo era resolvido na mão. “Não se usava armas para brigar. Vale lembrar que depois da briga o pau torava. Ligavam a "aparelhagem " e dançavam até Hally Gully. O treino era três vezes na semana. Tinha o roupeiro que coletava tudo para levar para a lavadeira. O Seo Pedro Monteiro era o dono do time. Ele tinha um bar e mercearia no mesmo espaço, onde também era a residência.”
Quem souber de mais alguns detalhes e quiser contribuir, pode deixar registrado nos comentários.
Fonte: Facebook