segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Lago Natural do Bairro do Laguinho

No bairro do Laguinho, em Macapá, existe uma área, em cujo centro se encontra um lago natural, situado entre a Av. Ernestino Borges, Rua Coronel José Serafim, Rua General Rondon, Av. José Tupinambá e Rua São José, local ao Norte e a aproximadamente 1200 metros do centro da Cidade.
Essa área foi, entre outras, reservada para parque de diversões e realização de certames e exposições.
Tal proposição foi concebida no Plano Urbanístico da cidade de Macapá, elaborado pela BRUMBILF DO BRASIL, em 1960.
Infelizmente, tal planejamento não saiu do papel!
Veja a área delimitada na imagem abaixo que é nossa Foto Memória de hoje:
Fonte: Livro sobre o Plano Diretor de Macapá - HJCole

Foto Memória de Macapá: Vista Aérea da Cidade de Macapá

Trata-se de uma Vista Aérea da Cidade de Macapá, na década de 70, com destaque para a Fortaleza de Macapá.
Observa-se também na parte inferior da imagem, o abatedouro de porcos que existia no Bairro do Elesbão, e pertencia ao senhor Pedro Pinheiro Borges.
Boas lembranças!
Fonte: Livro sobre Plano Diretor de Macapá - HJCole

sábado, 16 de novembro de 2019

Foto Memória do Amapá: OS SINOS DE CUNANI

Foto: Reprodução do Livro “Informações sobre a História do Amapá: 1500 a 1900”.
Hoje trazemos em nossa Foto Memória, a imagem de um dos históricos Sinos de Cunani.
Os sinos de Cunani, estavam, primitivamente,em sua capela de origem (que infelizmente foi derrubada e construída outra no mesmo lugar) pequenina, porém, era rica de tradição.”
Esses três sinos foram fundidos na cidade de Nantes, na França, “em ouro de melhor teor, especialmente para a Nossa Senhora do Guarany. Hoje eles se encontram na nova capela.”
Foto abaixo:
Foto: Reprodução do Livro “Informações sobre a História do Amapá: 1500 a 1900”.
“A antiga capela era coberta com telhas vindo de Marselha, onde no seu interior, no altar, havia lindos castiçais e crucifixos”.
“Debaixo da antiga capela há um subterrâneo. Os antigos habitantes de Cunani, afirmam que esse túnel é longo de vários quilômetros e vai até à serra que empresta o nome desse lugar.”
ORIGEM:
“A vila de Cunani foi fundada pelo francês Prosper Chaton, em data indeterminada.
A República de “Santa Maria de Guarany”, foi fundada em 1885, por um grupo de aventureiros franceses e brasileiros, que proclamou na faixa entre os rios Araguari e Oiapoque essa ‘Republique de la Guiana Independente’, chefiado pelo francês Júlio Gros e com sede de direitos nessa região mas, de fato em Paris”
Fonte consultada: Livro “Informações sobre a História do Amapá: 1500 a 1900” – de Estácio Vidal Picanço – Macapá.
Imprensa Oficial - 1981

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Foto Memória Esturantil de Macapá: CCA campeão de “bola ao cesto”, nos Jogos Escolares de 1965

Mais uma Foto Memória do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
A relíquia histórica, traz um registro dos Jogos Escolares de 1965, em que o Pe. Paulo de Coppi entrega troféu de Campeão do Torneio de Basquetebol ao time masculino do Colégio Comercial do Amapá (CCA), a frente o cestinha e capitão da equipe, Célio Paiva, observado por José Figueiredo de Souza, o Savino; Expedito Cunha Ferro (técnico); Eromir e Carlos (Palitinho), jogadores.
Savino continua firme e forte em Macapá; 91 já está no plano espiritual; Eromir, Palitinho, Célio e Pe. Paulo de Coppi, ainda estão bem vivos. Graças a Deus!
Fonte: Facebook

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Foto Memória da Educação do Amapá: Antiga Escola Marechal Castelo Branco, em Macapá

Nossa Foto Memória, de hoje, relembra uma das mais tradicionais escolas da rede estadual amapaense.
Ela pertence ao acervo do amigo Rogério Castelo, e foi reproduzida do blog “Amapá, minha amada terra”.
Um registro histórico do prédio da antiga Escola Marechal Castelo Branco, hoje Escola Estadual José Firmo do Nascimento, situada na Avenida Clodóvio Coelho nº 145, esquina com a Rua Leopoldo Machado, no Bairro do Trem, em Macapá.
( Fonte: Blog Amapá, minha amada terra )

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Sr. MAMED, primeiro fotógrafo de Macapá

AHMED MAMED, este é o nome do personagem homenageado, hoje, pelo blog Porta-Retrato. Falando assim, muita gente pode não saber de quem se trata.
Pois é: ele foi o primeiro “RETRATISTA (fotógrafo) de Macapá! Isto mesmo! Surgiu nas plagas amapaenses, antes dos irmãos Cruz, (do saudoso Foto Cruz), ou dos irmãos Uchôa, (do Foto Lumiére), no Centro da cidade, sem contar com os Irmãos Marinho, no barro do Trem, entre outros que chegaram depois.
Seu Mamed - como era conhecido na cidade - foi um Lambe-lambe: fotógrafo ambulante que exercia a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras.
“O Lambe-lambe desenvolvia seu trabalho com uma câmera-laboratório: uma caixa de madeira com uma lente apoiada num tripé. A câmera era dividida em duas partes, sendo que a inferior continha os dois banhos, revelador e fixador, que eram utilizados ao mesmo tempo, para o processamento químico de filmes e papéis. As fotos eram reveladas ali mesmo, quase que instantaneamente, o que dava ao fotografo uma mobilidade incrível, uma vez que não precisava mais se deslocar ao laboratório para revelar os filmes.” (Blog Lambe-lambe digital)
Pelo nome pode-se notar que Seu Mamed era de origem árabe. Ele nasceu dia 7 de novembro de 1895, em Damasco, capital da Síria, uma nação localizada no Oriente Médio, mais especificamente no Sudoeste da Ásia.
Filho de Mamed Ganem e Vanda Ganem.
Após a 2ª Guerra Mundial, Ahmed Mamed veio para o Brasil. Passou por São Paulo, Rio de Janeiro e fixou-se em Aracati, um município do estado do Ceará, a 150 km da capital cearense Fortaleza, onde conheceu Dona Laura Barbosa Mamed com quem se casou e teve 16 filhos, sendo 14 homens e duas mulheres. Depois de algum tempo foi para Belém do Pará.
Devido a proximidade da cidade de Macapá, ele acabou indo bater fotos dos macapaenses, durante uma Festa de São José, na capital amapaense.
A falta de fotógrafos na cidade, obrigava a empresa ICOMI - que estava sendo implantada no Território - a procurar profissionais em Belém para completar fichamento dos candidatos a serem admitidos para os trabalhos operacionais em todo seu complexo projeto.
Ciente dessa dificuldade, Seu Mamed, que estava em Macapá, foi procurado pela empresa e imediatamente contratado para prestar esse importante serviço àquela mineradora.
Bateu inúmeras fotos dos fichados, principalmente nas regiões de Porto Grande e Serra do Navio.
Durante sua breve estada por Macapá ele sentiu a urgente necessidade que a cidade tinha, da presença de um fotógrafo, para atender à população local.
Foi aí que seu Mamed, ao voltar para Belém resolveu transferir-se, em maio de 1954, com armas, bagagens e a família, para fixar residência em Macapá e montar negócio no ramo da fotografia.
Inicialmente montou um ponto em frente ao Café Canarinho, na Rua Cândido Mendes, depois atravessou para a calçada do Frigorífico Municipal, que ficava em frente, próximo ao Mercado Central, onde permaneceu até os anos 60, quando ficou muito doente.
Seu Mamed ajudou muitos outros pioneiros, tanto seus patrícios imigrantes do oriente médio (turcos, sírios e libaneses) que lá chegavam, quanto outros brasileiros que buscavam nova forma de vida rentável, e que se constituíram nos primeiros comerciantes do recém criado Território Federal do Amapá, entre eles os Irmãos Guilherme e Humberto Cruz, filhos do pioneiro Mário Cruz, comerciante ribeirinho que encontrou as primeiras pedras de manganês na região de Serra do Navio.
Após alguns anos em Macapá, Mamed, acometido de sérios problemas de saúde, foi obrigado a abandonar sua atividade.  O filho Mamed Barbosa Neto, assumiu a profissão, até a morte do pai dele em 21 de janeiro de 1968, aos 72 anos.
Dona Laura, nascida em 25 de outubro de 1921, faleceu em 21 de janeiro de 2016, com 94 anos, em Belém/PA, coincidentemente, mesma data do falecimento de seu marido, há 48 anos.
Dos filhos do casal estão vivos 5 homens e duas mulheres:
Mamed Barbosa Neto; Azizo; Vanda; Belém; Bazet; Sâmia e Eliezer, todos com sobrenome Barbosa Mamed, na faixa etária dos 60 aos 75 anos.
Ahmed Mamed está sepultado, no Cemitério de São José, no Centro de Macapá, em jazigo da família.
Dona Laura, descansa em Paz no cemitério Max Domini, em Belém do Pará.
Registro fotográfico da produção dos retratos para documentos no Rio de Janeiro (RJ). 
Fonte: FRÓES, Leonardo. Lambe-lambe. Rio de Janeiro: Secretaria Estadual de Cultura, 1978.
MAS,   POR QUÊ, LAMBE-LAMBE?
É importante, explicar para a geração das selfies, que a origem do termo é porque se lambia a placa de vidro para saber qual era o lado da emulsão ou se lambia a chapa para fixá-la. As circunstâncias exigiam tempo mínimo de lavagem e mínima quantidade de água. Aí, para garantir a qualidade do trabalho, eles tocavam a língua nas fotos durante a lavagem para avaliar a qualidade da fixação e da própria lavagem. Os clientes e passantes que viam aquela cena não podiam entender por que aquele homem a cada instante "lambia" as fotografias.
A História conta, que os fotógrafos ambulantes surgiram nas primeiras décadas do século XX, trabalhando em praças e parques. Eram quase sempre procurados para registrar momentos especiais, familiares ou para tirar retratos para documentos do tipo 3x4.
Eles usavam um equipamento fotográfico, conhecido como máquina-caixote, que era revestido com couro cru, madeira ou metal e coberto na parte posterior com uma espécie de saco negro, com três aberturas: dois orifícios para os braços e um para enfiar a cabeça na hora de bater e revelar as fotografias.
Além de ser utilizada para o registro fotográfico, também servia para mostruário, com as laterais cobertas de fotos.
Eles batiam a foto e revelavam na câmara escura da própria máquina.
Para se obter uma fotografia convencional eram essenciais o processo de revelação, fixação e lavagem.
A secagem acontecia ao ar livre com as fotos penduradas em um cordel, fixas por um prendedor de roupas. (Wikipédia)
Para a montagem dessa biografia contamos com a colaboração de Azizo Barbosa Mamed, filho do biografado.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Ypiranga Clube, nos anos 70

Encontrei essa raridade na página do Luiz Nery, na Rede Social e trouxe como nossa Foto Memória para os leitores do Porta-Retrato.
Um registro do futebol amador do Amapá: uma das formações do Ypiranga Clube nos anos 70.
Nas imagens, em pé da esquerda para direita: Babá, Pitel, Venis, Bandeirantes, Damasceno e Keka. Agachados: Rato, Aldemir França, Jurandir Pitiú, Bill e Leoremir.
Fonte: Facebook

domingo, 10 de novembro de 2019

Foto Memória de Santana: Banda Milionários R-5

Nossa Foto Memória de hoje foi compartilhada na Rede Social pelo amigo Altamir Guiomar.
Um registro raro da Banda MILIONÁRIOS R 5, no palco do Santana Esporte Clube. Da esquerda para a direita Deusdeth, Eládio, Gerônimo, Fiúza, Jonas, Edvaldo e Marlúcio Mareco.
Os Milionários R5 surgiram no início de 1970, com um repertório romântico e dançante e foram a alegria de muitos jovens de Macapá e Santana em bailes nos clubes sociais. Cinco rapazes, filhos de funcionários da mineradora ICOMI, moradores de Vila Amazonas, fundaram a Banda Milionários R5 formada pelos músicos Gerônimo (contrabaixo), Washington Ribeiro (bateria), Fiúza (vocais), Jonas e Edvaldo (guitarras). “Canário milionário do porto” era o apelido do time de futebol do Santana Esporte Clube, de onde saiu o nome da Banda, e cinco era o número de componentes.
Pelos Milionários R5 passaram inúmeros músicos até 1979 quando a Banda se desfez. (Alcilene Cavalcante)
Fonte: Facebook

sábado, 9 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: O Museu da Fortaleza

Por Nilson Montoril
Em solenidade realizada do dia 25 de janeiro de 1948, data que caiu num domingo, o governador do Território Federal do Amapá, capitão Janary Gentil Nunes, inaugura o Museu Territorial, instalado no pátio da Fortaleza São José, em Macapá. A majestosa fortificação bélica tinha passado por uma radical restauração, haja vista que se encontrava em ruínas quando o gestor territorial iniciou o processo de implantação da nova unidade federada. A instalação do governo ocorreu no dia 25 de janeiro de 1944, uma terça-feira. O Território fora criado a 13 de setembro de 1943. Além de inaugurar o museu, Janary Nunes assinou dois importantes decretos. Um ato nomeou o ex-pracinha da Força Expedicionária Brasileira, Newton Wilson Cardoso, para dirigir a instituição. Outro, instituindo o Regulamento do Ensino Primário no Território do Amapá. As instalações do "Museu Territorial" ficaram próximo a rampa de acesso para o baluarte Nossa Senhora da Conceição.
Onça Pintada e cobra Sucuri que se encontravam no Museu Territorial, na Fortaleza de Macapá
Entre a parede da rampa e parte interna da muralha, num canto coberto perto das quartinas foi colocada uma onça pintada. Na estrutura de madeira e telas, em frente à Casa do Comandante ficaram vários animais, devidamente separados. A maioria foi doada por moradores da região das Ilhas do Pará. Uma campanha lançada através da Rádio Difusora foi vital nesse sentido. A criançada gostava mais de ver os macacos.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Pioneiros de Macapá

A foto Memória de hoje, foi postada pela professora Carmem Maia.
Segundo o historiador Nilson Montoril, essa foto, dos anos 60, foi tirada na escadaria do Fórum dos Leões, em Macapá, onde ocorreu a solenidade de colação de grau dos concluintes do curso de Contabilidade do Colégio Comercial do Amapá - CCA (atual Gabriel Café).
Atualmente, o imóvel está sediando a OAB/AP.
Nas imagens a partir da esquerda, em primeiro plano: Sra Jesuína Monteiro, formando Luiz Monteiro e Sr. Teodorico Monteiro.
No degrau de traz o casal Jacy Barata Jucá (paraninfo do Luiz Monteiro na solenidade) e Sra Alice Araújo Jucá,  tabeliã de notas da Comarca de Macapá. Ambos falecidos.
Dona Jesuína e Dona Alice eram irmãs.
Sr Jacy Barata Jucá foi chefe do gabinete de Janary Nunes; Prefeito de Macapá nos períodos de 21.09.45 a 14.06.1948 e de 12.12.1962 a 07.02.1963; primeiro Vice-Presidente do Esporte Clube Macapá em 1944; presidente do conselho Deliberativo em 1946 e presidente do clube em 1948; membro fundador do Rotary Clube de Macapá em 1944 e presidente em 1952; membro fundador do Aeroclube de Macapá; membro da sociedade religiosa dos vicentinos; Presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá, Presidente do Conselho Deliberativo.  Fundou o PSD (Partido Social democrático), sendo eleito presidente do Diretório por diversas vezes. Apoiou firmemente o Deputado Coaracy Nunes e Hildemar Maia nas eleições para Deputado Federal e Suplente. Foi amigo e conselheiro dos governadores Janary Nunes, Teodoro Arthou, Raul Montero Valdez, Amílcar da Silva Pereira, Mário Luiz Barbosa, Pauxy Gentil Nunes e Terêncio Furtado de Mendonça Porto, merecendo o respeito e a admiração dessas autoridades.
Fonte: Facebook

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Jomasan e Nonato Leal, na Difusora de Macapá

Uma vez mais em nossa Foto Memória, um precioso registro do Álbum de Lembranças do nosso Jomasan com o acompanhamento harmônico na guitarra do professor Nonato Leal, grande artista e amigo, na inauguração do novo auditório da Rádio Difusora de Macapá, na Cândido Mendes, no começo dos anos 70.
Jomasan, como muitos outros garotos, começou a cantar no Clube do Guri, apresentado pela emissora da família amapaense.
Jomasan lembra ainda que no elenco também tinha o guitarrista Gato e muitos outros colegas músicos.
Fonte: Jomasan / Facebook

sábado, 2 de novembro de 2019

Fotos Memória da Mineração Amapaense: Ponte da Pedra Branca

Nossas Fotos Memória de hoje, vão mexer com as lembranças dos usuários da Estrada de Ferro do Amapá, que sempre viajavam, ou moravam em Serra do Navio.
Até atingir Serra do Navio, a Estrada de Ferro do Amapá teve de vencer cinco rios. O principal deles é o Rio Amapari. Por isso, é lá que encontramos a ponte de maior envergadura. É a chamada Ponte da Pedra Branca, na altura do quilômetro 178. Bela obra de engrenharia, com quase 219 metros de extensão.
O registro, do acervo histórico da ICOMI, mostra homens trabalhando na sua construção.
Na segunda foto o aspecto dela depois de concluída.
A Estrada de Ferro do Amapá, construída para transporte de minério de manganês na década de 1950, possui a extensão de 194 quilômetros e foi inaugurada em 1957, cujo principal objetivo era o transporte do minério de manganês extraído e beneficiado na Serra do Navio-AP, para ser embarcado para exportação pelo Porto da mineradora, em Santana (AP).
A ferrovia começou a ser implantada em março de 1954 e foi concluída em janeiro de 1957.
Atualmente, está desativada. (Wikipédia)
Fotos reproduzidas da Revista Icomi Notícias nº 02 de Fevereiro de 1964.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Uma festa carnavalesca na Piscina Territorial, em Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, vem do Baú de Lembranças do amigo José Maria Santos nosso querido Jomasan, direto da Guiana Francesa!
Um registro histórico do fim dos anos 60, em um baile de carnaval no salão da Piscina Territorial, em Macapá: em primeiro plano, Jomasan e Fátima Pelaes ainda jovens; atrás, minha amiga Graça Redig, bem jovem também e ao fundo seu Alberto e sua esposa Francisquinha Fernandes, pai e mãe do Bebeto Nandes.
Segundo a legenda, a animação foi comandada pelo conjunto musical “Embalo 7”, fundado pelos pais do Bebeto.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Solenidade Pública Municipal, em Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada com o blog, pelo arquiteto Antônio Brito.
É o registro de uma solenidade pública da Prefeitura Municipal de Macapá, realizada na década de 70.
Apesar das consultas efetuadas pelo blog, não foi possível identificarmos que evento foi esse, nem o local onde ele teria sido realizado.
Nas imagens da esquerda para a direita do observador, conseguimos identificar inúmeros membros das administrações territorial e municipal tais como: Guilherme Jarbas, na época assessor da PMM; Domício Magalhães, Secretário de Administração do Governo; ao lado do Domício o Dr. Antero Duarte Pires Lopes, Secretário de Planejamento do TFA; Professor Paulo Batista Guerra; à frente dele o engenheiro Manoel Antônio Dias (Duca) Secretário de Óbras; Dr. Rúbens Baraúna, médico; empresário e vereador Jarbas Ferreira Gato; Governador Arthur Azevedo Henning; ao fundo o arquiteto Antônio Brito; o Diogênes (assessor do Palácio do Governo) e o Prefeito Cleiton Figueiredo.
-- É interessante observar os modelitos “boca de sino”, que predominavam, na época!
O Capitão de Mar e Guerra Arthur de Azevedo Henning, governou o Amapá de abril de 1974 a março de 1979.
Dr. Cleyton Figueiredo de Azevedo, nomeado por Henning, foi Prefeito de Macapá de 1º de agosto de 1974 a 31 de outubro de 1978.
Arquiteto Antônio Duarte Brito Filho, vencedor do Concurso para escolha da Bandeira do Estado do Amapá, realizado em 1984.
Foto: Arquivo de Antônio Brito.

domingo, 27 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Pioneiras do Amapá

Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Getúlio Barreto. Um registro fotográfico do acervo da artista plástica Niná Nakanishi.
Como a foto não contém legenda, desconhecemos a data, local e evento. Reconhecemos nas imagens a partir da esquerda do observador: as duas ao centro na porta são professoras Niná Nakanishi e Joíra Tavares. Ao lado da Joíra, a Iracilda Lima. Na mesa, regada a Flip Guaraná, professoras Maria das Dores (Durica – in memoriam), Delzuith Façanha da Silva (mora em Belém) e Raimunda da Silva Virgolino (Virgó – in memoriam);  a última à direita, é a professora e ex-radioatriz Lygia Cruz.
As demais não foram reconhecidas.
Fonte: Fotógrafo Getúlio Barreto

sábado, 26 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá

Foto Memória de hoje, vem do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
Click da década de 50, na Barca da Cantareira, no Rio de Janeiro registra pioneiros do Amapá, da esquerda para a direita: Otávio Gonçalves de Oliveira (ex-Prefeito de Macapá no período de novembro de 1961 a dezembro de 1962); empresário José de Matos Costa (Zelito), administrador e proprietário da Rádio e TV Equatorial; Raimundinho Araújo, de óculos, (oficial de gabinete do governador, chefe de gabinete do governador (interino), assessor de relações públicas do Palácio do Governo e representante do Governo, em Belém) e à direita o engenheiro Cesar Farias.
A foto foi uma gentileza do internauta Paulo Farias para o jornalista João Silva.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

sábado, 19 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: O Fusquinha e Tica Lemos

Nossa Foto Memória de hoje – uma verdadeira relíquia histórica de três décadas - vem do Bau de Lembranças da amiga Tica Lemos, dos idos de 1989, que aparece nas imagens ao lado do fusca da reportagem do jornal Amapá Estado, onde ela trabalhou por mais de 10 anos. Estava em uma aventura jornalística no recém criado Barro Jardim Felicidade, na companhia do repórter Izael Marinho.
Faz tempo né, Tica?
Um forte abraço a esses magníficos profissionais!
Imagem copiada do Facebook.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Memória da Cidade de Macapá: ETERNAMENTE – “TIA DURICA”

O Velório da professora Maria das Dores Gomes Correia – “Tia Durica”, para os mais próximos - foi marcado pela solidariedade e reconhecimento das pessoas, com as quais a ilustre mestra teve convivência familiar, pessoal e profissional. Mas um fato inusitado, foi a revelação de um segredo, guardado sob sigilo por quase duas décadas, desconhecido por membros da própria família.
Imagem: Reprodução da mensagem original
“Tia Durica” escreveu uma carta, no ano 2000, e pediu para uma amiga da época do SESI – Dona Auxiliadora – que a guardasse em segredo. Com o falecimento, Dona Auxiliadora lembrou da carta, a digitalizou e levou para conhecimento de todos.
Na manhã do dia 17 de outubro no Velório, minutos antes do sepultamento ainda na Capela Santa Rita, a carta foi lida por sua sobrinha Romilda Trindade.
Professora Maria das Dores Gomes Correia, faleceu na segunda-feira, 14/10, em Belém/PA. “Tia Durica”, com 88 anos, se encontrava internada há dias, no hospital Saúde da Mulher, na capital paraense. A gravidade do estado de saúde dela, não a permitiu que retornasse para Macapá. Um agressivo câncer no pulmão há algum tempo, apesar do tratamento, se disseminou por outras partes do corpo, provocando a falência múltipla de órgãos, causa de seu falecimento.
Devido ao Círio no domingo,13, o IML de Belém não funcionou na segunda-feira, por conseguinte o traslado do corpo para Macapá, somente pode ser feito à tarde da terça-feira,15.
Professora Maria das Dores, descansa em Paz, em jazido da família, no cemitério N. S da Conceição, no centro da cidade.
Fonte: Diário do Amapá 

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Sociedade Esportiva e Recreativa São José

Nossa Foto Memória de hoje, é um clique de 1970, de uma das formações da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, o tricolor do Laguinho!
Nas imagens a partir da esquerda em pé: Sabará, Maurício (in-memoriam), Alceu, Odilon, Antoninho Costa e Pennafort. 
Agachados: Haroldo Pinto, Ubiraci, Juci, Orlando Torres e Léo; a jovem ao centro, é Lilian Pereira irmã do atleta Haroldo Pinto Pereira.
(Fonte: Grupo Tricolor do Laguinho - Whatsaap)

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Família Gomes Correia

Nossa Foto Memória de hoje, vem do álbum da Família Gomes Correia. É um registro de 1967, clicado por ocasião do aniversário de Dona Romilda Correia, matriarca da família.
Aparecem nas imagens a partir da esquerda:  Iara Momoli, Dr. Antônio Tancredi e esposa Delfina, Eduardo Correia, Arlindo Antônio, Tania Tancredi, Elza Lilian Correia,   Dona Romilda, Coronel Arlindo Eduardo Correia, Edna Correia e a última da direita é a professora Maria das Dores Gomes Correia, falecida em Belém/PA, nesta segunda-feira,14. Na ocasião ela estava com 36 anos.
As demais pessoas não identificadas, presumivelmente, são netos e/ou pessoas amigas da família.
Informações de Eduardo Correia.
Fonte: Facebook

domingo, 13 de outubro de 2019

Memória da Igreja Católica: O PRIMEIRO CÍRIO DE NAZARÉ, EM MACAPÁ

Por Nilson Montoril
Os católicos de Macapá e Mazagão tradicionalmente iam passar o círio de Nossa Senhora de Nazaré em Belém. Como a maioria dos devotos era constituída de pessoas carentes de recursos financeiros, os proprietários de embarcações que não perdiam a grande festa transportavam os que lhe eram mais próximos. O primeiro Círio de Belém aconteceu no dia 8 de setembro de 1793, à tarde, seguindo o roteiro que ainda hoje é respeitado. Anualmente, os produtores de Macapá e Mazagão iam a Belém levando grandes balaios de castanha, cacau e frutas diversas. Os gestores municipais eram obrigados a promover a ida destes agricultores, mas acabavam arcando com as despesas da viagem dos que se viam motivados pela fé.
Com a queda do preço da borracha, na primeira década de 1900, os Intendentes Municipais sentiram a pressão do povo católico que exigia deles o fornecimento de passagens fluviais. No início do ano de 1934, cansado de ser pressionado para mandar devotos a Belém, o Intendente de Macapá, major Eliezer Levy, que era membro da comunidade judaica do Pará, propôs ao Padre Phelipe Blanck, vigário da Paróquia de São José, a realização do Círio de Nossa Senhora de Nazaré em Macapá. Sua proposta foi discutida pelas associações religiosas então existentes e aprovada. As providências iniciais começaram a ser tomadas em seguidas reuniões realizadas na sala de audiência da Intendência Municipal, redundando na eleição da diretoria da festa que ficou assim constituída: Juízes de Honra – Interventor Federal no Pará, Joaquim de Magalhães Cardoso Barata; Deputados Abel Chermont, Clementino de Almeida Lisboa e Acilino de Leão Rodrigues; Intendente Municipal de Macapá, Eliezer Moisés Levy. O Dr. Acilino, natural de Macapá, era médico, literato, professor e político. Fizeram parte da Diretoria: Phelipe Blanck (vigário de Macapá), Dr. João Gualberto Alves de Campos (Juiz de Direito da Comarca de Macapá), Tenente-Coronel Jovino Albuquerque Dinoá (coletor federal e fundador do jornal Correio de Macapá), Clodóvio Gomes Coelho (comerciante e político), José Maria de Sant’Ana ( segundo faroleiro de Macapá), Vicente Ventura (comerciante) e Secundino Braga Campos( comerciante, pecuarista e político). A única imagem de Nossa Senhora de Nazaré existente em Macapá pertencia à família Serra e Silva que a cedeu à Paróquia de São José. A berlinda foi montada sobre um velho automóvel, devidamente adaptado para os fins religiosos. A programação fixou os dias 3 e 4 de novembro de 1934, para a transladação e o círio respectivamente. Às 20h30, de 3 de novembro, um sábado, os fiéis se concentraram em frente a casa  da família Serra e Silva, situada à Travessa Coronel José Serafim Gomes Coelho(resta apenas o trecho conhecido como Passagem Barão do Rio Branco), no Largo dos Inocentes, área atrás da Igreja de São José, de onde saiu a trasladação. 
O povo, conduzindo archotes e círios, seguiu pela Passagem Espírito Santo (entre a igreja e a Farmácia, hoje Biblioteca Pública),... 
...Travessa Siqueira Campos (atual Av. Mário Cruz), dobrou à direita na Rua Visconde de Souza Franco (Rua Amazonas), virando à esquerda para alcançar a Rua 24 de Outubro (chamada pelo povo de Rua da Praia) até a casa do Oficial do Registro Civil Cesário dos Reis Cavalcante onde a imagem pernoitou.
No domingo, dia 4 de novembro, o foguetório iniciado às 6 horas saldava o novo dia e convocava os devotos para a grande festa. Às 8h, teve início a romaria. À frente do cortejo ia um piquete formado por 60 cavaleiros armados de lanças que, com clarins e fanfarras anunciavam ao povo a passagem da procissão. A seguir, vinha o anjo Custódio, imagem colocada sobre o dorso de um boi manso chamado Beleza, seguido de uma corte de anjinhos ricamente trajados. Depois, o carro dos milagres, onde se via uma reprodução da imagem da Virgem de Nazaré que salvou a vida de Dom Fuás Roupinho. Marujos carregavam barquinhas votivas, em ondas e maresias, dando um cunho pitoresco à procissão. Por fim, a Berlinda puxada à corda por devotos, acompanhada por autoridades e do povo até alcançar a Igreja de São José.
Durante o transcurso da romaria uma banda de música tocava hinos em louvor a Nossa Senhora. No fim do cortejo houve missa e depois o leilão dos doados à Mãe de Jesus, repetido na segunda-feira, dia 5 de novembro, pela manhã. A festa durou apenas oito dias, com reza diária do terço, ladainha e cânticos. No arraial havia brincadeiras diversas, venda de produtos da região e de comidas típicas. Na época Macapá não possuía luz elétrica e os candeeiros, lampiões, archotes e velas foram usados para clarear o Largo da Matriz.  Na segunda-feira, dia 12, deu-se o recírio em um curto percurso entre a Igreja de São José e a casa da família Serra e Silva dona da imagem da santa. Nos anos de 1935 e 1636, a imagem de Nossa Senhora ainda pertencia a particulares. Apenas em 1937, a comunidade católica de Macapá doou uma imagem à Paróquia de São José.
Pesquisa e texto de Nilson Montoril, extraído do blog Arambaé, adaptado ao blog Porta-Retrato.

sábado, 12 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Desfile no Baile das Flores

Hoje trazemos como Foto Memória de Macapá, o registro histórico de um evento social muito importante para a sociedade macapaense.
É mais uma contribuição da amiga Beta  Pampolha, ou melhor Elizabete Barbosa Pampolha, filha do saudoso escritor amapaense Coaracy Barbosa, um dos precursores desse trabalho de memória dos pioneiros ilustres do Amapá.
No evento, jovens da sociedade amapaense, se apresentam em um desfile por ocasião do Baile das Flores, realizado no salão da Assembleia Amapaense, no Aeroclube de Macapá, entre 1969 e 70.
A partir da esquerda para direita: Ivanilde Souza, Regina Cruz, Graça do Carmo, Vanda Ribeiro, Socorro Bessa e Solange Sussuarana.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Lançamento da marca Volkswagen no Amapá

Clique na foto para ampliá-la
Nossa Foto Memória de hoje, tirada nos anos 60, foi repassada ao blog, pelo escritor Amiraldo Bezerra. Registra o lançamento da marca Volkswagen em Macapá, com destaque para o Sedã 4 portas, em apresentação na Rua Cândido Mendes.
Empreendimento do empresário Francisco Severo de Souza, que montou uma concessionária de carros zero quilometro, da marca Volkswagen, e funcionou no ex-Território do Amapá, de 1965 até 1970.
Esse post - publicado originalmente em 10 de março de 2011 - está sendo repaginado no blog, com informações corrigidas e atualizadas.
Colaboração de Ubiraci Souza.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá: Primeiro Posto de Combustível de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, apresenta imagens do Posto São Cristóvão com a bandeira da Texaco - década de 60, que ficava localizado na Av. Cora de Carvalho esquina com a Rua Cândido Mendes.
Veículos em exposição no pátio do posto: Da esquerda para direita: José Marques, gerente do Posto São Cristóvão; Zulair Pimentel - secretária administrativa; Américo Brito Sousa, diretor financeiro; Ubiraci Brito de Sousa, gerente de venda de veículos; Nelson Salomão e Rubens - departamento contábil e Edivaldo subgerente do Posto.
Como tudo começou
O pioneiro Francisco Severo de Souza, o “seu” Assis ou Severo como ficou conhecido em Macapá, era Cearense de nascimento, mas amapaense de coração.
Entre outros empreendimentos “Seu” Assis, que chegou em Macapá em 1944, foi o primeiro empresário a montar um posto de combustíveis nos moldes dos que já existiam Brasil afora, na época. O posto foi instalado no cruzamento da Avenida Cora de Carvalho com a Rua Cândido Mendes, no centro comercial, posto que hoje pertence à família Alcolumbre. Nesse posto de combustíveis, o empresário Francisco Severo inaugurou a 1ª Concessionária de carros zero quilometro de Macapá, da marca Volkswagen, empreendimento que funcionou de 1965 até 1970.
Em 1973, no Bairro de Santa Rita. Severo inaugurou uma revenda de carros zero na cidade, a Sevel Veículos, que manteve suas portas abertas ao público até 2002, já contando com a força e a renovação da presença dos filhos que foram assumindo aos poucos, a direção dos negócios da família.
Sr. Francisco Severo de Souza, faleceu em 19 de maio de 2012, no Hospital São Camilo, em Macapá-AP, aos 89 anos de idade.
O corpo de “Seu” Assis, descansa em Paz, no jazigo da família no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Macapá.
Fonte: Ubiraci Souza

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Foto Memória de Macapá : Reunião de Jovens Amapaenses

Um registro raro, publicado por Beta Pampolha e compartilhado pela amiga Rita Goebal, na rede social, que reúne jovens de Macapá, nos anos 70, é destaque como nossa Foto Memória de hoje.
A legenda não informa o local nem o evento em foco.
Consultada pelo blog, a amiga Elizete Barbosa – que aparece nas imagens históricas - só lembra que esse evento foi a chegada de uma Miss de Belém, cujo nome não recorda, e que o local era ao lado da casa da Heiliana Picanço, amiga dela, e uma das filhas do ex-prefeito Heitor de Azevedo Picanço. Imóvel que, por muitos anos, foi residência oficial dos prefeitos da cidade. Em 1971, o prefeito nomeado era o Comandante João de Oliveira Côrtes.
A proximidade das datas e a informação da amiga Elizete, nos leva à hipótese, sem medo de erro, da miss em questão, ter sido a amapaense Orlandina Ferreira Mendes, eleita Miss Pará, em 1971, e que esteve em visita à Macapá, por ocasião daquele Certame de Beleza, quando foi homenageada pelo Círculo Militar de Macapá, conforme foto do acervo do jornalista Ernani Marinho, publicada no blog Porta-Retrato, em 28 de novembro de 2014.
Vale lembrar que a Orlandina, filha do pioneiro Ermídio Moises Mendes - que atuava na Divisão de Segurança e Guarda - é irmã do saudoso Miguelão e do amigo Mariano Mendes, que foi meu contemporâneo de escotismo na Tropa Veiga Cabral, e que hoje reside em Recife/PE.
Também foram identificadas no registro fotográfico, as senhoritas Fátima Serrano, Tereza Lourenço, Cleide Braga, Lurdinha Almeida, Tania Monteiro, entre outras.
Consultada a nosso pedido, Solange Sussuarana, reconheceu ainda, na fileira de baixo, a Wanda Ribeiro, Ciléia Menezes, Graça do Carmo, e atrás, a Heiliana Picanço.
Fonte: Memorial Amapá (Facebook)