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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

FOTOS MEMÓRIA DE MACAPÁ: Praça Barão do Rio Branco

As Fotos Memória de hoje, são cópias inéditas da Praça Barão do Rio Branco, em Macapá, enviadas ao blog pela amiga Eloísa Elena Cavalcante, filha do pioneiro Douglas Lobato Lopes. São registros fotográficos históricos, encontrados no acervo documental do pai dela.

A Praça Barão do Rio Branco está localizada na Avenida Fab, entre as ruas São José, Cândido Mendes e Coriolano Jucá. Nas imagens  casas de diretores do Governo Janary Nunes, situadas na Rua São José, fotografadas dos autos do prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco.

A Praça do Barão, como é conhecida em Macapá, é um dos lugares mais significativos e tradicionais do centro da cidade. Sua inauguração ocorreu no dia primeiro de dezembro de 1950 em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço. Por esse ângulo, as imagens foram clicadas  dos altos da agência dos Correios e Telégrafos.

A Praça Barão do Rio Branco já foi um espaço de reivindicações e de festas ligadas ao mundo musical.

Era dotada de vários aparelhos de educação física, campo de futebol de areia e quadras para prática de vôlei e basquetebol.

Fotos: Arquivo pessoal da Família Lobato Lopes.


terça-feira, 17 de setembro de 2019

Fotos Memória de Macapá: Praça Barão do Rio Branco

A praça Barão do Rio Branco, em Macapá, uma das mais antigas da capital do Amapá, localizada na Avenida Fab, entre as ruas São José, Cândido Mendes e Coriolano Jucá, é um dos lugares mais significativos e tradicionais do centro da cidade. 
A Praça Barão do Rio Branco já foi palco de muitos acontecimentos históricos ligados ao esporte, festas cívicas, música, juventude, romances, encontros e inícios de muitos relacionamentos. 
Seu projeto inicial, concebido pelo governo Janary Nunes desde o advento do Território Federal do Amapá, contemplava quadras e equipamentos para a prática do voleibol, basquetebol, futebol de salão e futebol na areia.
Os tempos mudaram e o progresso transformou completamente o espaço e o ambiente do antigo logradouro público.
Trazemos hoje muitos registros fotográficos, em várias ângulos, de como era o ambiente na Praça Barão do Rio Branco.
Aliás, o esporte e a recreação, sempre foram uma preocupação da primeira administração territorial. Uma prova disso é essa foto, abaixo, do final dos anos 40 (46/49) quando só existia o prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco. 
Observe que, antes da construção da Praça Barão do Rio Branco, foram montados, em frente ao educandário, uns poucos brinquedos em madeira, nos quais a garotada se divertia.
A praça, construída algum tempo depois, só foi inaugurada em 01 de dezembro de 1950, em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Foto Memória de Macapá: Inauguração da Praça Barão do Rio Branco

Nossa Foto Memória de hoje, foi extraída do livro “História do Amapá: da autonomia territorial ao fim do janarismo 1943 - 1970” de Fernando Rodrigues dos Santos – Editora Gráfica o Dia - 1998.
Colaboração do amigo Rogério Castelo, parceiro do blog.
Um registro da inauguração da Praça Barão do Rio Branco em 1 de dezembro de 1950, pelo governador Janary Gentil Nunes. Presença de autoridades e estudantes.
Fonte: Sugestão de pauta -  Biblioteca da SEMA/AP

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Foto Memória de Macapá: Praça Barão do Rio Branco

Nossa Foto Memória de hoje, nos mostra um  clique da Praça Barão do Rio Branco com sua arquitetura original, como foi concebida no início do Território Federal do Amapá. Com seus bancos e luminárias antigos. Hoje nada disso existe mais.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Velhos ( e bons ) tempos da Praça Barão do Rio Branco

Que fim levou o sapo da Praça Barão? Lembram dele? 
   Quem viveu em Macapá, nos primeiros anos da criação do Território Federal do Amapá, certamente, se recorda do mastro da bandeira brasileira que existia na praça Barão do Rio Branco, bem em frente ao prédio dos Correios.
      Ficava sobre um monumento de alvenaria com uma placa em homenagem ao Barão do Rio Branco que obteve uma vitória sobre a França na questão da fronteira do Amapá com a Guiana Francesa, causa ganha pelo Brasil em 1900 em uma arbitragem do governo suíço. A fronteira foi definida no rio Oiapoque. 
 Tal monumento era peça integrante do complexo esportivo, que foi montado pelo Governo do Amapá, para permitir que a pequena população daquela época, especialmente jovens estudantes, pudesse praticar seus esportes - basquete, voleibol  futebol de areia e de salão - e ainda desenvolver, com orientação de professores, suas habilidades em atividades físicas e recreativas. Além disso, seria também, local de concentração cívica por ocasião das grandes datas, nacionais e territoriais. 
 Originalmente, na base do monumento, havia um sapo de cimento de onde saia a água de um chafariz. Depois de desativado, o local foi preenchido com areia. 
Mas o progresso fez tudo isso desaparecer. 
(Reprodução/Acervo Fernando Remedios)
Para visualizar melhor clique na foto
(Foto: Grata contribuição do amigo Fernando Remedios)
Estas fotos raras - dos anos 50 - nos dão uma visão parcial do lado sul da Praça Barão do Rio Branco (em frente à Agência dos Correios), no tempo em que os aparelhos de ginástica estavam em pleno funcionamento à disposição da população para prática de exercícios físicos, naquele logradouro público.
(Reprodução/Acervo Deuzeuite Ardasse)

Para visualizar melhor clique na foto
(Foto: Contribuição da amiga Deuzuite Ardasse)
Os aparelhos de educação física foram desmontados e nunca mais se teve notícia deles. 
(Foto: Reprodução / Google Images by Heraldo Amoras)
(Foto: Reprodução / Google Images by HeraldoAmoras)
As quadras de voleibol, basquete, futebol de salão e futebol de areia, sobrevivem  às intempéries do tempo e continuam aguardando melhores tratos e modernizações de seus espaços.
E o sapo do monumento, foi retirado para restauração e para lá nunca mais voltou. 
Ninguém sabe...ninguém viu...

(Fotos coloridas: Google Images by Heraldo Amoras)

(Post Repaginado em 2013)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...