Na mesma área do complexo funcionavam uma loja de autopeças e a fábrica de refrigerantes, aos fundos.
Também eram distribuídos brindes do FLIP GUARANÁ.Fonte: Facebook
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Na mesma área do complexo funcionavam uma loja de autopeças e a fábrica de refrigerantes, aos fundos.
Também eram distribuídos brindes do FLIP GUARANÁ.Fonte: Facebook
O Relógio dos 500 Anos foi um relógio comemorativo aos 500 anos do descobrimento do Brasil, desenhado pelo designer austríaco Hans Donner. Em 1998, o relógio passou a ser exibido todos os dias, nos intervalos comerciais da Rede Globo, com o Horário de Brasília e os dias que faltavam para 22 de abril de 2000, quando se completavam os 500 anos.
Desenho
O disco
do relógio continha a imagem do planeta Terra com o mapa do Brasil no centro.
Os ponteiros que marcavam horas e minutos eram brancos e o ponteiro dos
segundos era amarelo, com a forma de uma seta que apontava para o mapa do
Brasil. Apenas cores presentes na bandeira nacional foram utilizadas.
Nas
versões usadas nas cidades, o relógio feito de lona era colocado sobre uma base
que continha um logotipo da emissora que transmitia a Rede Globo na região.
Abaixo do disco que mostrava a hora certa, existia um contador digital que
fazia a contagem regressiva para o dia 22 de abril de 2000. Abaixo do contador,
a inscrição "500 Anos". A parte de trás do relógio trazia o logotipo
da campanha da Rede Globo "Brasil 500 Anos". O mercado da moda
incorporou a ideia com versões de pulso e de parede.
Réplicas
nas cidades
Réplicas
do relógio comemorativo foram instaladas em 28 cidades brasileiras. A primeira
delas foi inaugurada em 31 de dezembro de 1997, na cidade de Porto Seguro (BA).
No dia 22 de
abril de 2000, houve shows comemorativos em frente aos relógios. (Fonte:
Wikipédia)
Em Macapá AP o
relógio ficou instalado em frente à cidade, às margens do Rio Amazonas, junto à
entrada do Trapiche Eliezer Levy. Ilustrando essa matéria imagem do jornalista Édi Prado, tendo ao fundo, o Relógio dos 500 ANOS.
Amiga e colega de faculdade, Carmem Maia, aniversaria neste domingo (29) e recebe os parabéns de parentes, amigos e familiares!
Prof.
Carmem, curte sua merecida aposentadoria, depois de muitos anos dedicados ao
magistério amapaense.
Foi Secretária
de Educação e Cultura do Município de Macapá, entre outros cargos.
Boas lembranças!
Foto:
Arquivo pessoal de Carmem Maia
Fonte: Facebook
Na época do Território do Amapá, sempre tínhamos em Macapá destacados eventos, com total participação da sociedade macapaense como desfiles e outras brilhantes promoções filantrópicas e sociais.
Mostramos
hoje um registro do Concurso Rainha das Flores, realizado na sede do Esporte
Clube Macapá, dia 31 de maio de 1968.
Quarenta candidatas
participaram da festa, das quais 10 foram escolhidas numa primeira apresentação,
e depois de um novo desfile, os jurados selecionaram as 5 finalistas que aparecem
nessas imagens:
A partir da
esquerda pela ordem: 1-Carmem Almeida; 2-Eloísa Lopes; 3-Suely Sussuarana;
4-Graça do Carmo e 4-Wanda Ribeiro.
A candidata vencedora
foi a número 2 Eloísa Lopes, filha do casal Douglas (Edna) Lobato Lopes: Rainha
das Flores 1968.
Foto: Eloísa
Cavalcante (Arquivo pessoal)
Um registro raro de 1959, uma relíquia histórica, pertencente ao acervo da família do Tenente Pessoa.
Nas imagens,
3 pioneiros de Macapá, em momentos de descontração no interior do Urca Bar.
A partir da esquerda:
Tenente Armando Amaral, marido da prof.ª Risalva Amaral; Tenente Pessoa(centro)
e à direita o comerciante José Júlio Ferreira, Alemão, proprietário do Urca
Bar. A sra. ao lado é Dona Elza Ludovina Tavares Ferreira, esposa do Sr.José Júlio, e o garoto é o Antônio Fernando Tavares Ferredira, filho mais velho do casal, já falecido.
O Urca Bar,
foi um estabelecimento comercial montado nos anos 50, pelo comerciante Durval
Alves de Melo, na esquina da Av. Feliciano Coelho com a Rua Eliezer Levy, no
Bairro do Trem, que, anos mais tarde, foi repassado ao Sr. Alemão.
Às 8 horas do mesmo dia, no salão nobre do prédio
da Prelazia de Macapá, houve posse dos novos dirigentes da UBMA, eleitos para
o biênio 1953-1954, em Assembleia Geral realizada no dia 30 de junho:
Presidente de Honra: Tenente Coronel Janary Gentil Nunes, governador do
Território Federal do Amapá; Presidente: Amilcar da Silva Pereira;
Vice-Presidente: Marcelino Ribeiro da Silva; 1º Secretário: Dr. Dário Gomes;
2º Secretário: Gilberto Jucá de Araújo; Tesoureiro: Veridiano Souza;
Procurador Geral: Emanuel Pinheiro. O Conselho Fiscal era formado pelo
Monsenhor Aristides Piróvano, Amiraldo Elleres Nunes e Juvenal Salgado Canto.
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| Nessas andanças pela periferia da cidade o Padre Lino contava com a colaboração
do médico Diógenes Gonçalves da Silva, que fazia uso de uma velha bicicleta da
marca Hércules trazida de Belém.
(Reprodução: imagem meramente ilustrativa/Crédito:Josué Santos)
Outra marca de bicicleta que eu conheci e andei foi a Gulliver, fabricada em Bonsucesso no Rio de Janeiro pela firma “B Herzog”, pertencente à família de Leon Herzogera, seu fundador. Isso ocorreu a partir de 1951, e o veículo era de ótima qualidade. Em 1939 Leon Herzog possuía uma pequena fábrica na Polônia, mas a ocupação do país pela Alemanha o fez perder tudo. Em 1945, após a segunda guerra mundial Leon migrou para o Brasil. Sua lojinha de Bonsucesso cresceu até virar fábrica. Entretanto, devido a desentendimentos entre os familiares acionistas a firma encerrou suas atividades no final da década de 1950. As bicicletas de hoje são mais bonitas, leves, resistentes, mas perderam o encanto de outrora. Porém, a bicicleta é disparadamente, o veículo mais usado em todo o mundo.(Nilson Montoril) (*) Historiador, professor, radialista e blogueiro do Amapá. Fonte: Texto especialmente adaptado para o blog Porta-Retrato, publicado originalmente em 12/11/2013 no blog do historiador Nilson Montoril. Leia o original, na íntegra, em Nilson Montoril - Arambaé. Nota do blog: Todas as fotos das bicicletas foram pesquisadas no Google images e extraídas de sites na internet. Estão publicadas no blog apenas a título de ilustração, sem qualquer cunho pessoal com o editor do texto. |
No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...