quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Do Fundo do Baú: Radialistas Osmar Melo e Jota Ney

Encontrei esta preciosidade "No Fundo do Baú", do amigo Rodolfo Juarez.
O saudoso Osmar Melo e o radialista Jota Ney (de boné), em um dos seus inúmeros momentos de trabalho empunhando uma câmera e/ou um microfone.
O ano, local e o evento não conseguimos identificar.

 Fonte: Texto e foto extraídos do blog do Rodolfo Juarez

domingo, 24 de fevereiro de 2013

AGUARDEM... EM BREVE A BIOGRAFIA DO PROFESSOR MÁRIO QUIRINO DA SILVA



Conforme noticiamos em alguns posts anteriores, o acervo pessoal e a biografia do professor Mário Quirino da Silva(foto), fazem parte do projeto da família, de lançar um livro de memórias, e um DVD com fotos inéditas, onde estará contada a história intelectual e pública de importantes fases da vida de Mário Quirino da Silva, como filho, pai, educador e trabalhador público.
Mais de 160 peças, entre fotos e documentos foram entregues à uma editora de São Paulo, cujo trabalho está em fase de acabamento.
O lançamento do livro e do DVD, deverá acontecer a curto prazo.
Para confirmar esta informação,  recebi via e-mail, a arte final dessa obra de grande importância histórica para a cultura amapaense.
(Foto: Reprodução)
Arte final da capa do livro da Biografia do Professor Mário Quirino da Silva.
Maurício Geurgas - idealizador da arte - descreve os passos de sua criação:

"Fizemos uma pintura a óleo do rosto para ilustrar a capa. Utilizamos a assinatura para fortalecer o nome e embelezar graficamente a capa com a caligrafia dele."
Os nomes dos três filhos de Mário Quirino, "foram posicionados como se fizessem parte da memória do pai".
"Utilizamos o azul pois é uma cor sóbria e equilibrada, assim como ele me pareceu ser pelo texto que li, mas pincelamos de vermelho queimado com o intuito de dar força e vida."
"No verso criamos uma imagem de um quadro negro e utilizamos uma fonte como escrita de giz, ilustrando as lições de vida que ele passava como pai e professor. Posicionamos nele, a foto mais recente que me foi enviada... vamos imortalizar essa imagem alegre".
"Nas orelhas do livro optamos por colocar textos rápidos sobre os autores (filhos), e também o texto do epílogo.(...) este texto não sairá das páginas do livro."
O livro, já concluído, está em fase de impressão gráfica, e seu lançamento deverá acontecer a curto prazo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

JOVENS DE OUTRORA: AMIGAS DE VERDADE

Jovens senhoritas de Macapá, em imagens do final dos anos 50.
Claros exemplos de sólidas, sinceras e sadias amizades. Bons Tempos!
Da esquerda para direita: Irene Remédios, uma prima da Isabel(nome desconhecido), Isabel Coutinho e Mércia Souza.
REFORÇO DE MEMÓRIA: Irene – irmã do Fernando Remedios;  Isabel Coutinho – filha do Sr. Ubirajara Coutinho; moravam na Vivenda Isabel, na antiga Rua José Serafim, atual Tiradentes, entre as avenidas Presidente Vargas e Coronel Coriolano Jucá ao lado da antiga padaria do seu Sandó, numa residência com telhado modelo Chalé; Márcia Souza é filha do Sr. Alamiro Souza.
Nesta segunda foto a partir da esquerda aparecem, em pé: Mércia Souza; Scott (filho de um ex-funcionário da ICOMI), e Irene Remedios.
Agachada: Eleanora (Kzam) Aymoré.

Imagens do arquivo particular do amigo empresário Fernando Remedios, via Facebook, gentilmente cedidas ao Porta-Retrato.
Fernando é Chef Gastronômico em Peruíbe - município da Região Metropolitana da Baixada Santista - SP.
Agradecmentos especiais às irmãs de Fernando - Irene e Josie Mengai - que nos auxiliaram na identificação das fotos.
 
Nota do Editor: Se alguém souber o nome da prima da Isabel, por favor nos informe pelo e-mail jolasil@gmail.com, para completarmos a legenda, ou deixe observação nos comentários.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

CULTURA: Vem aí..."TESOUROS DE MEMÓRIAS"


Em breve, acontecerá o lançamento de mais um livro sobre a História do Amapá.


O autor é o advogado pioneiro Adamor de Sousa Oliveira (foto) de 80 anos, afuaense de nascimento mas amapaense de coração.

(Reprodução)
Esta é a arte final da capa da obra - "Tesouros de Memórias" - que encontra-se em fase de finalização na capital cearense.  
A informação é do amigo escritor Amiraldo Bezerra, via e-mail.
Foto menor: Tribuna Amapaense

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Professor Bernardo: Um Pioneiro da Educação do Amapá

(Foto: Reprodução / Jornal Tribuna Amapaense)
Bernardo Rodrigues de Souza, 72 anos, mais conhecido como professor Bernardo, é natural no Estado do Piauí. Migrou para o Amapá ainda cedo, em 1953, quando tinha 13 anos, junto com seus pais e irmãos,  cresceu, estudou e constituiu sua família.
Professor Bernardo não pretende sair do Amapá.
Ele é esposo da também professora Maria Nazaré Pacheco de Souza, com quem se casou em 1967; tiveram quatro filhos e posteriormente adotaram mais duas filhas.
Professor Bernardo estudou, inicialmente, na Escola Industrial de Macapá, onde fez o Curso Ginasial. Naquela época a escola tinha o ensino industrial básico. Depois foi para Colégio Comercial do Amapá, cursar o segundo grau. Posteriormente estudou o terceiro grau se formando em História. Ele é historiador. Professor Bernardo mostra, com orgulho, homenagem recebida por representar o Amapá durante quase 12 anos no Congresso Federal de Contabilidade.
"Fui professor de várias disciplinas, lecionei para três gerações e muitos dos profissionais que hoje estão atuando no Amapá foram meus alunos,... Isso muito me orgulha, me faz feliz, e mesmo com 72 anos eu não estou parado, pelo contrário, continuo trabalhando", completa.
Representante do Estado do Amapá no Conselho Federal de Contabilidade (CFC) há quase 12 anos, professor Bernardo comenta que está no terceiro mandato consecutivo e que recebeu um prêmio por sua atuação na área.
Sobre a carreira como docente, o professor lembra muito bem dos anos em que estudou e formou-se. "Fui professor de Educação Moral e Cívica, Introdução à Sociologia e tive a felicidade de ser professor no antigo Ginásio de Macapá, onde estudei e depois fui professor e diretor. A mesma coisa aconteceu no Colégio Comercial do Amapá, onde fui aluno e depois professor e diretor. Também lecionei no Colégio Amapaense e Santina Rioli. Quando me aposentei tinha mais de 30 anos em sala de aula, isto é, três décadas de magistério. Fui professor-fundador do Centro de Ensino do Amapá (CEAP), onde fui professor, aluno de pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior e vice-diretor dessa mesma faculdade. Estive na Universidade Federal do Amapá (Unifap) também como professor da cadeira de História, embora num período de tempo muito curto".
Um fato interessante na vida do professor Bernardo foi o grande salto que deu quando ainda estava se formando: de trabalhador braçal, professor Bernardo tornou-se governador do Ex-Território Federal do Amapá. "Entrei na vida pública em 1960, como trabalhador braçal nível um. E de lá fui sendo promovido, e ao mesmo tempo em que trabalhava eu estudava, até chegar ao nível que cheguei", relata.
Passando por diversas secretarias da época, como a de Educação onde ficou por quase 30 anos, depois a Secretaria de Fazenda e posteriormente na Secretaria de Finanças do Município. Professor Bernardo conta que foi "um dos funcionários dessa época que teve a felicidade de ser Secretário de Finanças do Município e do ex-Território Federal do Amapá, durante a transição, no ano de 1989 a 1990, quando o Amapá elegeu o seu primeiro governador depois da transformação em Estado".
Como Secretário de Fazenda da época, durante muitos anos exerceu o cargo de governador substituto quando o então governador Dr. Jorge Nova da Costa viajava.
Professor Bernardo atualmente também é auditor do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-AP)
Exercendo o magistério e tendo uma carreira política que somam 60 anos de vida, professor Bernardo é um cidadão amapaense de coração, com uma larga folha de serviços prestados ao Amapá e ao seu povo.

Fonte: Entrevista concedida a Gabriel Fagundes e publicada no Jornal Tribuna Amapaense, em outubro de 2012.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Pioneiro Wilson de Souza Costa

(Foto: Reprodução / Tribuna Amapaense)
O carioca Wilson de Souza Costa, 68 anos, formou-se em Eletricidade pela Escola Técnica Federal do Rio de Janeiro. Foi para o Amapá com 21 anos, em 1965, por ter passado num concurso para ser estagiário da ICOMI. Na época, embora ele estivesse seguindo a carreira militar e ter grandes chances de conseguir um emprego na Petrobrás no Rio de Janeiro, preferiu atender ao chamado da empresa e morar na Amazônia.
Wilson nunca teve preconceito com o Amapá, embora suas primeiras impressões sobre o Estado não terem sido positivas. Logo quando chegou, Wilson e seus amigos observaram que no aeroporto de Macapá havia um casebre de madeira; eles pegaram uma Kombi e seguiram primeiramente em direção à Santana. O percurso todo da viagem era de mato, com nenhuma casa por perto. Mas, quando chegaram à Vila Amazonas (em Santana) parecia outro país. A ICOMI quando veio ao Amapá montou toda a infraestrutura necessária.
No ano seguinte, Wilson foi contratado para ser funcionário do setor de eletricidade da empresa. Trabalhou durante oito anos em Serra do Navio, e depois, foi para Santana, onde permaneceu até 1995, ano que a ICOMI começava a encerrar as suas atividades.
Wilson é casado há 47 anos com Mary Salgado, com quem teve os seguintes filhos: Wilson Júnior (Policial Militar), Prisylla (administradora), Pietrina (administradora), e Pâmela (professora universitária).
Atualmente, Wilson presta serviços em manutenção de sistemas - que inclui parte elétrica, eletrônica e mecânica -, para pequenas indústrias, e não pensa em parar de trabalhar.
Wilson Costa continua residindo com a família, no centro de Macapá, em sua casa na Presidente Vargas, onde já mora há muitos anos.
Wilson Costa - um Pioneiro de muitos méritos!
Fonte: Jornal Tribuna Amapaense (on line)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Memórias do Carnaval Amapaense

As primeiras manifestações carnavalescas em Macapá, surgiram ao final dos anos 40 e primeira metade da década de 50.
Este registro mostra um casal de brincantes com uma garrafa gigante, homenageando o Flip Guaraná, o primeiro guaraná fabricado em Macapá, pelo grupo dos Irmãos Zagury.
Observem os rótulos do produto, colados na alegoria.
As imagens do vídeo abaixo foram registradas na década de 50 pelo empresário Isaac Zagury, um dos proprietários da firma que fabricava o FLIP GUARANÁ, e da Casa Leão do Norte. 
Por conter imagens raras, constitue-se num importante DOCUMENTÁRIO histórico do Carnaval da Macapá de outrora.
Assista:
Vídeo gentilmente cedido pela amiga Sarah Zagury, filha de Issac.
As imagens mostram a Escola de Samba em Macapá do bairro do laguinho, no final dos anos 50. Apresentação em frente à casa da família Zagury onde hoje é a praça Zagury. Destaque para a alegoria de uma garrafa do FLIP GUARANÁ em tamanho ampliado. Participam da escola diversos funcionários da empresa fabricante do guaraná Flip, dos irmãos Isaac e Moyses Zagury. Isaac aparece no final deste vídeo.
Inicialmente apareceram os blocos de sujo.
Em 02 de janeiro de 1954 nasceu o "Bandoleiros da Orgia",  que percorria os bairros do Laguinho, Favela e Bairro Alto. Seus idealizadores foram Mestre Bené (primeiro presidente), Francisco Lino, Falconeri, Cabecinha, Joaquim Ramos, Ubiraci Picanço, Martinho Ramos e Geraldo Lino, entre outros. O bloco foi o embrião  da Academia – depois Universidade – de Samba Boêmios do Laguinho.
Bloco Tricolores da Folia, rebatizado de “Só Falta Você”, comandado por Vagalume, serviu de embrião do Grêmio Recreativo Escola de Samba Maracatu da Favela, na residência da Sra. Gertrudes Saturnino, a célebre “Tia Gertrudes”.
Também participaram desse momento histórico figuras como Pinheirense, Luzia Domingas, Mané de Souza, Biló, Raimunda Mendes, Zeca Serra (primeiro presidente), Heitor Picanço, Maria Sambista, entre outros.
As duas agremiações construíram uma das rivalidades mais acirradas da cena carnavalesca daqueles tempos.
Fotos reproduzidas do DVD sobre "Batalhas de Confete".
 Fonte:  Raízes: a história do Carnaval no Amapá – (Amapadigital.net)

domingo, 10 de fevereiro de 2013

"Barrigudo" promovia Batalhas de Confete

Este é o famoso "Barrigudo" - um comerciante pioneiro, cujo apelido era muito conhecido na Macapá da década de 60.
CORREÇÃO - A informação anterior que tínhamos é que ele seria um libanês de nome Challib. Mas, segundo o jornalista e radialista José Barros Machado, o nome de batismo era Miguel Nunes, natural de Salinas no Pará.
Miguel permaneceu em Macapá até 1965, quando mudou-se para Belém do Pará, onde se instalou no bairro Estrada Nova, com o mesmo nome de Casa Estrela Dalva, transferindo depois para a av. Ceará, no bairro de Canudos, em Belém mesmo.
José Machado conta que, durante sua adolescência, teve inúmeras oportunidades de conversar com Miguel Nunes, pois, na época, residia com sua mãe na rua Cônego Domingos Maltês, paralela à Feliciano Coelho e bem próximo da Casa Estrela Dalva, no bairro do Trem.
Em Macapá, Barrigudo era dono do Bar "Estrela Dalva", que patrocinava animadas Batalhas de Confetes no bairro do Trem. Localizava-se na Av. Feliciano Coelho esquina com a Rua Leopoldo Machado, em frente à Sorveteria Santa Helena. Nessa época existiam vários bares que eram referência na cidade tais como: Elite Bar - ou Bar do João Assis; Café Continental, do "seu" Natan na Rua São José, (entre as avenidas Presidente Vargas e Coriolano Jucá) além do Bar "Canta Galo" que ficava na esquina da Rua Leopoldo Machado com Av. Pe. Julio Maria Lombaerd, entre outros.
 

sábado, 9 de fevereiro de 2013

ESPECIAL: Do Baú do João Silva

CARNAVAL - HOMENAGEM A UM GRANDE FOLIÃO
Altair Cavalcante de Lemos, o Tatá, uma das figuras mais polêmicas, irreverentes e extrovertidas da sua geração, da qual faziam parte Amujacy Borges de Alencar, José Figueiredo de Souza, Waldir Carrera, José de Matos Costa, Jarbas Ferreira Gato, José Dias Façanha, Gigi Pimentel e Luis Alfredo Duarte de La-Rocque, entre outros. Funcionário público do extinto Território Federal do Amapá, lotado na SAAG, Altair Lemos foi sócio e assíduo frequentador da sede social do Amapá Clube, na presidente Vargas (já demolida) e pessoa afeita à folia, tanto que é citado por estudiosos do carnaval amapaense como um dos fundadores do bloco A Banda; casado com dona Graça, o casal gerou os filhos Mauro, Japão e a Tica Lemos, colega jornalista, assessora de imprensa da LIESAP.
No registro, anos 60, o Tatá (falecido na década de setenta), o primeiro da esquerda para a direita, com os braços para o alto, acompanhado do radialista Pedro Afonso da Silveira(*) (falecido), aparece ao lado de duas simpáticas moradoras da pensão da Suerda. O grupo estava esquentando na expectativa de uma seresta no Macapá Hotel. Por algum tempo, o Altair foi considerado extra oficialmente Rei Momo do carnaval amapaense na época dos blocos de sujo e das batalhas de confete. Como é carnaval no Amapá e no Brasil, é bom relembrar a figura extrovertida de Altair Lemos.
(*) radialista pioneiro do Amapá.
Texto: João Silva - jornalista e blogueiro amapaense
Foto: acervo João Silva
Reproduzido do blog do João Silva

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Festa de Aniversário

Nosso leitor Adriano Monteiro, abriu o baú de memórias particular e  enviou para o blog  – via e-mail – umas fotos de sua infância em Macapá, incluindo esta de seu primeiro aniversário.
Foto de setembro de 1965, registra a comemoração do primeiro aniversário do nosso amigo Adriano Monteiro na casa dos avós dele, na Mendonça Furtado.
A partir da esquerda: junto à mesa o primeiro garoto é o Ângelo Pires da Costa, depois tem mais duas crianças não identificadas; vindo a seguir a avó dele senhora Jesuína Monteiro; a prima Anitinha (ex-funcionária do Gabinete do Governador – reside em Belém/PA). Ao lado dela dona Francisca (Chiquinha) Chagas de Araújo Monteiro (falecida), mãe de Adriano, (com ele no colo).
Ela trabalhou durante muitos anos no Hospital Geral de Macapá; depois vem o avô Teodorico da Silva Monteiro.
As meninas junto à mesa são Tânia Monteiro e Antonieta Pires da Costa, além do Carlos Sérgio Monteiro, todos muito jovens.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Casa de funcionários

Modelos (padrão original) de casas contruídas nos anos 40, pelo primeiro governador do ex-Território Federal do Amapá, para moradia de servidores da Administração Territorial.
Essas casas em alvenaria(como a da foto), ficavam localizadas na av. Presidente Vargas, entre a antiga rua José Serafim (atual Tiradentes) e rua general Rondon. Passei minha infância e minha adolescência na casa de nº 52 (que depois mudou para 540), justamente nesse quarteirão (João Lázaro).
(Foto: Reprodução de arquivo)
Essas outras casas, em madeira, ficavam localizadas no lado sul da rua Presidente Vargas e de ambos os lados na av. Mendonça Furtado, no mesmo perímetro.
(Foto: Reprodução de arquivo)
Este modelo da foto, diferente das anteriores, era o padrão que foi contruído na  Vila Ipase. Essas casas  foram erguidas nas avenidas Iracema Carvão Nunes e Procópio Rola entre as ruas José Serafim e Gen. Rondon, no centro de Macapá.
(Repaginado em fevereiro de 2013)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Do fundo do Baú: Professoras na Base Aérea do Amapá

Esta foto rara, datada dos anos 50, foi postada no álbum Bela Macapá, no FACEBOOK,  pela amiga Nara Chamblay. 
Pela importância histórica do registro, obtivemos a autorização dela para compartilhar com nossos leitores do Porta-Retrato:
Anos 50 -  A partir da esquerda de quem olha, vemos  cinco professoras na Base Aérea do Amapá: Professora Elza Del’Castillo, (esposa do professor Lucimar Amoras Del’Castillo - ambos falecidos); professora Durvalina Braga da Silva, (residente em Macapá e mãe da amiga  Nara Chamblay); professora Maria da Dores Gomes Correia, (hoje aposentada e também residindo em Macapá), professora Aracy Farias (com a garrafa na mão) e a última à direita, (de saia quadriculada), é a professora Rosalina Sabóia.
(Republicado com atualizações)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ESPECIAL: Dona DIVA DIAS FAÇANHA - Aniversariante Ilustre

Quem também apaga 93 velinhas neste 4 de fevereiro é Dona Diva Dias Façanha.
(Foto: Reprodução/Repiquete...)
Dona Diva nasceu em 1920 em Icoaraci, no Estado do Pará, e chegou a Macapá em 1939 acompanhada do marido, outro pioneiro do Amapá, Lourenço Borges Façanha (foto), já falecido.

Ele nasceu no município de Tefé, no Estado do Amazonas, em 8 de janeiro de 1910, onde permaneceu até aos 17 anos de idade; foi para Belém do Pará, alistando-se no 26º Batalhão de Caçadores do Exército, sendo destacado para servir no Amapá, em Clevelândia, Oiapoque, em 1939, ali permanecendo até 1941, quando deu baixa da corporação para se radicar em Macapá, dedicando-se à atividade comercial.
Lourenço Borges Façanha, participou dos embates da revolução constitucionalista de 1932 como soldado do exército brasileiro. Ainda foi Prefeito do Município de Amapá, de 1954 a 1957, e funcionário público até seu falecimento em 1973; fundou o Rotary Clube de Macapá, o Esporte Clube Macapá e Associação Comercial e Industrial do Amapá. O casal - Lourenço Borges Façanha e a esposa Diva, aniversariante de hoje - gerou, educou e formou quatro filhos: Maria de Lourdes Dias Façanha (professora e bibliotecária), José Dias Façanha (engenheiro-agrônomo), no momento atuando como chefe de gabinete na presidência do TJAP, Antônio Celso Dias Façanha (engenheiro de minas) e Luis Guilherme (engenheiro florestal), este radicado há muitos anos em Recife. Em 1973, o prefeito de Amapá, Leonel Nascimento, prestou-lhe justa homenagem, denominando de Lourenço Borges Façanha uma das escolas do município que foi a primeira capital do Território Federal do Amapá.
Dona Diva ajudou a criar os filhos trabalhando como cozinheira, doceira e, a partir do ano de 1954, funcionária pública. Exerceu os cargos de Assessora e Chefe do Gabinete do Governador e Tesoureira da Senava.
 
Dona Diva completa neste 4 de fevereiro de 2013, 93 anos de uma vida cheia de dedicação e carinho.
À ilustre aniversariante os parabéns do blog e votos de muitos anos de vida, paz e felicidades, com respeito e admiração de todos nós.
 

ESPECIAL: 255 ANOS - PARABÉNS... MACAPÁ !!!

(Reprodução de arquivo)
(*) Por Amiraldo Bezerra 
 
Preciso parar...olhar em teu rosto, inspirar-me na beleza que tu és,
para dizer-te coisas que só pra ti guardei, anos a fio...num cantinho
que só cabe você, musa divina sempre renascendo com sorriso lindo
para te dizer que você nunca foi, você é sempre está vindo!!!

Vindo em sonho me alucinando cada vez mais...toma conta de tudo
me envolve e me deixa quase sem fôlego...só aspirando você, seu cheiro
de mulher saindo do banho...perfumada pelas águas do amazonas,
teu amante fiel, que te cuida te banha e não a profana...

Mais um aninho meu amor...e quantos já passamos juntos,
tu sabes muito bem o quanto te quero...te desejo...tenho ciúmes
querida e poder cantar parabéns pra você aos teus ouvidos
e sentir o teu hálito de eterna virgem mãe de muitos filhos queridos!

Paradóxo de um amor platônico...mas puro, não irônico
inconcebível que com muito amor se concebe...inexplicável?
vou dizer-te agora, nos teus duzentos e cincoenta e cinco aninhos
meu amor por ti não é amor...é uma fixação gravada em pergaminhos
quase um vício!!!

Macapá, quantas vezes caminhei em tuas ruas, no sol, na chuva
pisando em poças d'água quando o pai tempo chorava por ti,
deixaria tudo; faria qualquer coisa...por mais incrível que parecesse...
para te ver, hoje, amanhã e todo o sempre... alegremente a sorrir!!!

Parabéns meu amor... Te amo Macapá!!!

(*) Poeta, contista e escritor