segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Foto Memória da Justiça do Amapá: Conselho de Sentença do Tribunal do Júri, em Macapá -" Crime do Parafuso"

Nossa Foto Memória de hoje é compartilhada pelo amigo Haroldo Pinto Pereira.
É um registro raro de uma seção do Tribunal do Júri, que aconteceu nos anos 70, em Macapá, para julgamento de um homicídio bárbaro, que chocou a cidade e ficou conhecido pelo "Crime do Parafuso".
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Esse crime ocorreu, entre os anos 73/75, nos arredores da Fortaleza de São José de Macapá, numa área atrás do antigo Frigorífico Municipal (desativado), onde existiam alguns botecos com venda de bebidas alcoólicas. (veja foto acima)
A vítima foi encontrada de bruços, com um parafuso (na verdade um cravo) introduzido em seu ânus, fato que causou grande impacto na sociedade amapaense.
Primeiro vamos entender o que é um Tribunal do Júri?
Segundo as Normas Jurídicas “o Tribunal do Júri, instituído no Brasil desde 1822 e previsto na Constituição Federal, é responsável por julgar crimes dolosos contra a vida. Neste tipo de tribunal, cabe a um colegiado de populares – os jurados sorteados para compor o conselho de sentença – declarar se o crime em questão aconteceu e se o réu é culpado ou inocente. Dessa forma, o magistrado decide conforme a vontade popular, lê a sentença e fixa a pena, em caso de condenação.
São sorteados, a cada processo, 25 cidadãos que devem comparecer ao julgamento. Destes, apenas sete são sorteados para compor o conselho de sentença que irá definir a responsabilidade do acusado pelo crime. Ao final do julgamento, o colegiado popular deve responder aos chamados quesitos, que são as perguntas feitas pelo presidente do júri sobre o fato criminoso em si e as demais circunstâncias que o envolvem”. (Agência CNJ de Notícias)
No julgamento de Macapá, dos sete membros sorteados para compor o conselho de sentença, apenas seis aparecem nas imagens do registro fotográfico. O sétimo encontra-se oculto. O local foi no antigo "Fórum dos Leões", atual sede da OAB/AP.
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A partir da esquerda: Dr. Rugato Boettger (empresário); senhores Mário Miranda (industriário); Haroldo Pinto Pereira (empresário); Mário Santos (industriário); Lindoval Peres (engenheiro) e Walter da Silva Nery (funcionário público).

sábado, 18 de novembro de 2017

Fotos Memória da Educação do Amapá: Turma 314 do Curso de Licenciatura Plena em Letras da Universidade Federal do Pará, (Núcleo de Educação, em Macapá)

Nossas Fotos Memória de hoje, apresentam dois momentos da turma 314 do Curso de Licenciatura Plena em Letras da Universidade Federal do Pará, (Núcleo de Educação, em Macapá)
“Desde 1970 funcionou o "Núcleo de Educação em Macapá" (NEM), ligado à Universidade Federal do Pará - UFPA). No NEM passaram a ser oferecidas cerca de 500 vagas de licenciatura de curta duração no campo do Magistério, no intuito de reverter o atraso de pessoal nesse sentido na região do Território Federal do Amapá, e formar um quadro permanente e qualificado, eminentemente regional.
O NEM permaneceu em atividade até 1992, quando suas estruturas foram reaproveitadas para formar a recém-criada UNIFAP”. (Wikipédia)
Nessa primeira foto de 1992, vemos parte da turma 314, do Curso de Letras, nas escadas do antigo “Fórum dos Leões” (atual sede da OAB/AP).
Estão nas imagens de cima para baixo a partir da esquerda os colegas: Leandro, Reginaldo, Marcelo, Marilene, Wanderlin e José Barreto.
Na segunda fila: Eugênia, Anne Margareth, Eudenice, Ana Alice e Ivanete(dona da foto).
Na fila debaixo: Edna Guedes, Cristina, Rosângela, Graça Pennafort, Verinilda e Terezinha.
Na segunda foto de 1989, vemos a turma praticamente completa, reunida em sala, para a eleição do Centro Acadêmico, cujo resultado aparece grafado no quadro negro.
Vemos nas imagens a partir da esquerda próximo à parede, uma pessoa não identificada, tendo à frente dela a Célia, seguida da Janete, professora de Linguística Eduiza Naiff (blusa escura), Benedito, Stélio, (eu) João Lázaro e Leandro.
Também Ivanete, Edna Guedes (dona da foto), José Barreto, Verinilda, Eunice, tendo atrás o Wanderlin e a Ana Alice.
Abaixados: Cristina, Graça Pennafort, Reginaldo, Marcelo, Jairson, atrás dele Lúcia (oculta), Roselene Pelaes e Rosângela.
Nota do Editor
Tive a honra de fazer parte da Turma 314, do Curso de Licenciatura Plena em Letras da UFPA.
Entre as boas lembranças que tenho do tempo de acadêmico, destaco as seguintes: primeiramente quando prestei vestibular em Macapá, e tive como colega de turma meu companheiro de rádio José Maria de Barros, que iniciou o curso conosco mas que faleceu, prematuramente, antes de concluí-lo.
Outra grande emoção que vivi foi ao reencontrar em sala de aula, durante o curso, o ilustre professor José Benevides, que lecionou a disciplina Língua Latina, a mesma que eu já havia estudado com ele, no curso ginasial na Escola Normal de Macapá.
Ambos faleceram nos deixando muitas saudades. (João Lázaro)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Foto Memória de Santana/AP: Um evento social em Santana/AP

A Foto Memória de hoje, extraída da página do Grupo ICOMI, no Facebook, apresenta o registro de um evento social qualquer realizado em Santana, no Amapá. 
Vemos nas imagens a partir da esquerda: os amigos Mário Miranda, Zé Airton Araújo (Zé Buchinha), Nego Trevizani, Dona Dulce Daniel e seu esposo Antônio Trevizani.
Fonte: Facebook

domingo, 12 de novembro de 2017

Foto Memória da Comunicação do Amapá: Lançamento da Pedra Fundamental da Rádio Nacional de Macapá

Revirando meu acervo de Memórias, encontrei duas pérolas históricas sobre a comunicação do Amapá.
Nessas duas fotos temos imagens de autoridades do Governo Federal e da Radiobrás.
O evento, aconteceu em Macapá, no final dos anos 70, no local onde hoje está instalado o Parque Transmissor da Rádio Difusora de Macapá, ao final da rua Leopoldo Machado, no sentido norte/sul.
Foi o lançamento da Pedra Fundamental da Rádio Nacional de Macapá, que entrou no ar em agosto de 1978, substituindo a Rádio Difusora de Macapá.
Presidente Idalécio e Ministro Quandt ouvem o Gov Arthur Henning

Da dir.p/esq. Idalécio Nogueira Diógenes - Presidente da Radiobrás;
Euclides Quanqt de Oliveira - Ministro das Comunicações;
Gov. Arthur de Azevedo Henning e esposa
A Empresa Brasileira de Comunicação - Radiobrás foi uma empresa pública do governo federal do Brasil criada em 1975 para gerir de maneira centralizada todas as emissoras de rádio e televisão do Governo Federal brasileiro espalhadas pelo país. Em 1988 funde-se com a Empresa Brasileira de Notícias, sucessora da antiga Agência Nacional, e muda sua denominação para Empresa Brasileira de Comunicação. Desde então, já foi vinculada ao Ministério da Comunicações, ao Ministério da Justiça e subordinada diretamente à Presidência da República.
Com sede em Brasília, era composta por uma agência de notícias, uma rádio agência, duas emissoras de televisão e cinco emissoras de rádio, que operavam em ondas curtas, AM e FM, atuando na distribuição de notícias sobre os poderes públicos e notícias de interesse geral dos brasileiros. Atuava também na distribuição da publicidade legal das entidades governamentais.
Produzia ainda os programas: Café com o Presidente e A Voz do Brasil, de retransmissão obrigatória por todas as emissoras do país, e os noticiários da Agência Brasil e da Radio agencia Nacional.
A Radiobrás administrava a Agência Brasil, agência de notícias sobre o país, com fotos, vídeos e textos com direitos autorais pela licença Creative Commons - licença que permite a cópia e o uso livre de conteúdos, apenas citando a fonte - sendo fonte de notícias e imagens para diversos jornais do país, sobretudo para os menores, cujos recursos mais escassos não permitem a manutenção de equipes de jornalismo em todas as capitais brasileiras.
Em 2008 foi criada a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), vinculada à Secretaria da Comunicação Social da Presidência da República. A nova empresa incorporou a Radiobrás, após aprovação da medida provisória 398/2007(convertida na lei 11.652/2008). 
(Fonte consultada: Dicionário SensAgent)

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Foto Memória da Comunicação no Amapá: Encontro Histórico - Julio Pereira, Haroldo Franco e Altair Pereira

Nossa Foto Memória de hoje, foi extraída da página do empresário Altair Pereira, no Facebook.
Trata-se de uma foto histórica, sem data, que registra um encontro do jornalista Haroldo Pantoja Franco com os empresários Júlio Maria Pinto Pereira e Altair Pereira. Ao que tudo indica o local teria sido a Redação do “Jornal do Povo”.
Segundo a legenda o empresário Altair Pereira teria levado seu primo Júlio Pereira para conversar com o amigo jornalista Haroldo José Pantoja Franco, sobre a criação de um jornal diário no Amapá. Pouco tempo depois surgia o Jornal do Dia, lançado pelo Grupo Pereira que tem como fundadores o casal Otaciano e Irene Pereira, pais de Júlio.
Memória Histórica - O “Jornal do Povo”, foi um periódico de linha editorial particular, fundado em 29 de agosto de 1973, que funcionou inicialmente como semanal; em 1974 saíam exemplares diários, com exceção dos domingos. Teve como fundador e primeiro diretor o jornalista Haroldo Franco. Hoje está extinto.
O “Jornal do Dia”, fundado em 4 de fevereiro de 1987 foi um embrião para a consolidação da presença dos jornais diários no Amapá. Foi idealizado pelo empresário Júlio Maria Pinto Pereira. Na realidade, o jornal foi uma extensão da Gazeta Trabalhista, um noticioso de tendência político-partidária, que divulgava, naquela época, notas públicas e notícias do PDT (Partido Democrático Trabalhista) a quem Júlio Pereira estava filiado.
Fonte: Edgar Rodrigues via Acho Tudo e Região

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

FALECIMENTO: MORRE EM SÃO PAULO, AOS 87 ANOS, RUY GUARANY NEVES, O DECANO DO JORNALISMO AMAPAENSE


Ruy Guarany Neves
(Foto: Reproduçãoi do blog da Alcinéa Cavalcante)
Morreu por volta das 16h desta terça-feira, 7, em São José dos Campos (SP), o decano do jornalismo amapaense, Ruy Guarany Neves, aos 87 anos de idade, deixando a esposa professora Maria Regina Smith Neves, 82, seis filhos academicamente formados, um grande legado às letras do estado e imensa saudade nos profissionais que o acompanharam em sua trajetória de articulista, primeiramente no Jornal do Dia e, depois, por mais de 20 anos, no Diário Amapá.
Ruy Guarany, como ele era conhecido no jornalismo, lutava contra câncer de próstata. Submetido aos rigorosos tratamentos que a doença requer, nos últimos dias baixara à CTI do Hospital de São José dos Campos, vindo a falecer sob o diagnóstico médico de ‘falência múltipla dos órgãos’. Fonte: Diário do Amapá
INFORMAÇÕES BIOGRÁFICAS
Por Sandra Regina Smith Neves
Numa manhã ensolarada do mês de agosto, em Clevelândia do Norte, Oiapoque, às 11 horas do dia 03 agosto do ano de 1930, nasceu Ruy, filho de Cezarina Guarany Neves e Manoel Cavalcanti Neves. Nasceu em casa, localizada à beira do rio Oiapoque, de cujas janelas se avistava o lado francês e se ouvia o canto do Uirapuru. Criado por sua mãe, de quem herdou a docilidade, e por seu avô materno, Fernando Guarany, a quem todos carinhosamente chamavam de Pai Velho, concluiu as primeiras séries do curso primário na escola pública da vila do Espírito Santo do Oiapoque. Aos 16 anos transferiu-se para Macapá a fim de cursar o ginásio, mas a necessidade de trabalhar o obrigou a concluir o 2º grau muito tempo depois. Aos 50 anos, fez o curso profissionalizante de técnico em Telecomunicações, em nível de 2º grau, através do Ensino Supletivo, com registro no Crea-Pará. Aos 18 anos inicia a sua carreira no serviço público do ex-Território Federal do Amapá como radiotelegrafista. Atuou como noticiarista na recepção de notícias telegráficas para divulgação na Rádio Difusora de Macapá. Autodidata, apaixonado por telecomunicações, e dono de uma inteligência peculiar responsável pelo seu apurado senso de humor, fez desse humor inigualável uma arma contra as agruras da vida, jamais esquecendo, no entanto, de colocá-lo contra as injustiças e a favor da alegria – e acima de tudo – da liberdade de pensamento. No período de 1965 a 1982 exerceu o cargo de superintendente de telecomunicações do Amapá. Autor do Plano de Telecomunicações do Governo do Território, Telefonia em Banda Lateral Singela, presidiu o grupo de trabalho que estudou a viabilidade da televisão em Macapá. Representou o Amapá no I Congresso Brasileiro de Telecomunicações, realizado no Rio de Janeiro, em junho de 1966. Representou o Território no II Congresso Brasileiro de Telecomunicações, realizado em São Paulo, em julho de 1967. Dirigiu os serviços de implantação do sistema de telecomunicações da Universidade Federal de Alagoas (1974). Dirigiu os serviços de instalação do sistema de telecomunicações da Polícia Federal, em São Luís, Belém e Macapá. Em 1972 instalou o serviço de telecomunicações do Incra, na Transamazônica. Em 1974 participou da equipe de técnicos da Maxwel incumbida de instalar a estação geradora de TV, adquirida pelo governo do ex-Território. Como servidor público, frequentou os cursos de telecomunicações por ondas portadoras, Inbelsa, São Paulo; telecomunicações em portadora reduzida, Intraco, São Paulo; telecomunicações em propagação horizontal, Motorola, São Paulo; organização de sistemas, Entel, Rio de Janeiro; especialização em administração profissional, Instituto de Pesquisas Rodoviárias, Ministério dos Transportes, ministrado em Macapá. Em 1959 frequentou o curso de pilotagem no Aeroclube de Macapá. Foi radioamador classe “A”, filiado à RNR (Rede Nacional de Rádio). Em 1985 presidiu a seccional da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, no Amapá. Aposentou-se aos 54 anos. A partir daí, passou a dedicar-se ao jornalismo, tendência que se verificara desde a infância, quando estudante da escola pública em Oiapoque, ao escrever uma crítica à professora, por não concordar com o uso da palmatória nas sabatinas de tabuada. A primeira participação na imprensa aconteceu na década de 1950, no jornal A Notícia. Como articulista do Jornal Amapá, de propriedade do governo do Território, publicou artigos abordando aspectos técnicos relacionados às telecomunicações. De 1993 a 1995 atuou como articulista do Jornal do Dia. Em 1996, passou a atuar no jornal Diário do Amapá, onde permanece até hoje. Além de articulista, durante dois anos assinou a coluna Dito Popular. Por sua atividade jornalística, recebeu o título de Cidadão de Macapá, conferido pela Câmara de Vereadores e dois títulos conferidos pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, 1995/1996. No livro “Colunistas Brasileiros”, seu nome é destacado entre os melhores formadores de opinião do país. Seus artigos e crônicas tem no humor sua principal característica. Humor mordaz e aguçado que pode possibilitar aos leitores rir da própria história e assim acatar, se necessário, a continuidade salutar da vida. Desde muito jovem percebeu no humor a principal arma para dizer o que deve ser dito, criticar o que deve ser criticado e viver, assim, o que precisa ser vivido. Sempre de forma alegre e doce, o fazer rir é a sua forma de permanecer vivo, sem esquecer dos muitos amigos, parentes e de sua família, sua companheira Regina Smith, sua irmã Lia, seus filhos Sandra, Ruy, Ana Célia, Socorro, Paulo, Fernando e Natasha; seus netos Fernanda, Gustavo, Hanah, Rodrigo, Roberta, Valéria, Victor e Felipe; seu genro Marcos e suas noras Maribel, Margareth e Dayse. Aos 77 anos, detentor de boa visão, costuma dizer que ainda não tem idade para usar óculos. Quando lhe perguntam por que o seu casamento deu certo, sempre responde: “É porque tudo começou no arraial de São José”. Avesso à formação de comissões, costuma dizer que, quando se forma uma comissão para debater determinado assunto, é porque não se quer resolver absolutamente nada. Essa é a forma que encontra de viver sempre, e cada vez mais, o riso da vida e a vida do riso, com uma dose extra de humor. Que o Uirapuru cante cada vez mais alto e forte.
(*) filha do biografado
Fonte consultada: blog da Associação Amapaense de Escritores
Apresentamos à família enlutada sentidas condolências.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Foto Memória da Justiça do Amapá: Advogado Pedro Petcov e Desembargador Leal de Mira

Nossa Foto Memória de hoje, reverencia dois pioneiros da advocacia amapaense, responsáveis pela criação da Seccional Amapá, da Ordem dos Advogados do Brasil.
A foto de Cayo Mira (filho de Leal de Mira) reproduzida no Facebook pelo amigo Wagner Gomes, nos lembra um registro importante para a história do direito amapaense, da contribuição de dois expoentes do judiciário do Amapá. 
Anos 90 - Advogado Pedro Petcov e Desembargador Benedito Leal de Mira.
O blog Porta-Retrato reproduz esta foto em reconhecimento ao trabalho desses grandes nomes: Pedro Petcov no Tribunal do Juri e Leal de Mira no Direito Agrário. Vivem em nossa memória.
Fonte: Facebook

domingo, 5 de novembro de 2017

Foto Memória de Macapá: Prefeito Murilo Pinheiro e seu secretariado na Prefeitura Municipal de Macapá

A Foto Memória de hoje -  extraída da Revista Perfil do Amapá – relembra um registro da equipe de administradores municipais, na época do Prefeito Murilo Agostinho Pinheiro, que esteve à frente da municipalidade macapaense, no período de agosto de 1980 a julho de 1985, nomeado pelo governador Annibal Barcellos.
Prefeito Murilo Pinheiro e seu secretariado na Prefeitura Municipal de Macapá.
A partir da esq. Vitor Banhos, Raimundo Martins, Engº Otacy,  Adv. Sebastião, Pref. Murilo Pinheiro, Edith Sá, Tupã Duarte, Dra. Maria Garcia, Engº Arnaldo Muniz, Arq. Antônio Brito, Dr. Judas Tadeu, Dra. Elizabeth, Engº Salim e Adv. Cristovão.
Fonte: Revista Perfil do Amapá (Ano 1998/2000)

sábado, 4 de novembro de 2017

Fotos Memória de Macapá: Equipe do Prefeito Clayton Figueiredo

Estas Fotos Memória de hoje, nos foram presenteadas pelo Engenheiro João Teixeira Lima, via e-mail.
João Teixeira trabalhou em Macapá nos anos 77/79 como engenheiro na PMM onde fez parte, junto com o amigo Edilson Brito e outros, do grupo de diretores de departamentos da prefeitura na gestão do prefeito Clayton Figueiredo.
São fotos de 1978 do grupo de profissionais que trabalhou com o Dr. Clayton Figueiredo, onde estão, entre outros: Edilson, Murilo Pinheiro, Francisco Oliveira, o Camarão e  Salomão Laredo.
Dois registros raros de profissionais que atuaram na administração do município de Macapá, durante a trabalho do Prefeito Clayton Figueiredo de Azevedo, frente à Prefeitura Municipal de Macapá de 1º de agosto de 1974 a 31 de outubro de 1978, nomeado pelo Governador Artur de Azevedo Henning.
Na foto acima, da esquerda para a direita, estão: 
Em pé: Adm. Deusdeth Santiago, Adm. Jacy Jansen, Adm. Salomão Laredo, Engº João Teixeira Lima, Adm. Luiz Carlos Buzi e Eng. Murilo Agostinho Pinheiro.
Sentados: Eng. Edilson Brito (nosso querido Caboquinho), Adv. Francisco Oliveira, Prefeito Clayton Figueiredo, Eng. Agron. Joaquim Felix e Professora Graziela Reis de Souza.
Nesta segunda foto, tirada em frente à sede da Prefeitura Municipal de Macapá, temos:
A partir da esquerda: Engº Edilson Brito, Adm. Salomão Laredo, Engº Murilo Agostinho Pinheiro, Adm. Deusdeth Santiago, Engº Agron. Joaquim Felix, Dr. Clayton Figueiredo de Azevedo, Profª. Graziela Reis de Souza, Adm. Jacy Jansen, Adm. Luiz Carlos Bizi. Adv. Francisco Oliveira (Camarão) e o Eng. João Teixeira Lima.
                                     Fonte: Eng.º João Teixeira Lima (via e-mail)

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Foto Memória da Mineração Amapaense: Sr. Alberto Pinto Gomes

Nossa Foto Memória de hoje, relembra um dos pioneiros do Amapá: Sr. Alberto Pinto Gomes, pai do amigo João Roberto Pinto Gomes.
Seu Alberto Pinto Gomes, nasceu no dia 06 de junho de 1914. Foi admitido na Industria e Comércio de Minérios S/A – ICOMI, em 29 de maio de 1957, como funcionário de chapa nº 5031, com atividades na Estrada de Ferro do Amapá, na função de Auxiliar Agente de Estação III.
Aposentou-se em 29 de julho de 1980, com o tempo de 23 anos e 3 meses de serviço.
Seu Alberto faleceu em 10 de maio de 1994, com 80 anos de idade.
Fonte: Informações de João Roberto Pinto gomes, filho do biografado.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Foto Memória da Educação do Amapá: O Amapá no Encontro Nacional de Dirigentes de Educação

Nossa Foto Memória de hoje, vem do acervo particular do historiador e acadêmico Nilson Montoril de Araújo.
Registra a participação do Amapá no Encontro Nacional de Dirigentes de Educação que ocorreu em Brasília, em setembro de 1982.
A Secretária de Educação do Território Federal do Amapá era a Professora Annie Vianna da Costa, que marcou sua presença no importante evento.
A equipe que a acompanhou estava formada pelos Professores Francisco Quintela do Carmo, José Figueiredo de Souza (Savino), Carlos Nilson da Costa, Nilson Montoril de Araújo, João Lourenço da Silva, Inerine Pinto Pereira e Albertina Guedes. Savino e Inerine atuavam no Departamento de Ensino. Quintela, Carlos Nilson, Montoril e Lourenço integravam a Assessoria de Administração da Educação. 
Nilson desenvolveu suas atividades profissionais na equipe central da Secretaria de Educação, como Administrador (planejamento e organização e métodos), de 1973 a 1985, quando saiu para presidir o Conselho de Educação. No magistério, atuou de 1972 a 1984. Nilson lembra que, no tempo em que ele e seus contemporâneos atuaram da Secretaria de Educação havia um rigor latente quanto a aplicação precisa dos recursos orçamentários do Amapá, os repassados pelo Ministério da Educação e os obtidos mediante convênios. Um desvio de metas gerava seríssimos problemas. Os técnicos ainda hoje são considerados de primeira linha.
Publicação do historiador Nilson Montoril de Araújo, em sua página no Facebook.

sábado, 28 de outubro de 2017

Foto Memória dos Transportes no Amapá: Motorista José Varela Dias e seus luxuosos veículos

Mais uma contribuição do amigo Waldemar Marinho, especialmente para o Porta-Retrato.
O motorista José Varela Dias, pioneiro no T.F.A, posando ao lado dos primeiros veículos que dirigiu em Macapá.
José Varela posa garbosamente ao lado do seu Bel Air, um dos clássicos luxuosos da Chevrolet, uma divisão da General Motors. Eram automóveis produzidos em série de 1953 a 1975 que encantaram os milionários da época, nos Estados Unidos.
Mais dois veículos mostrados por José Varela, com muito orgulho.
Outro modelo de carrão mostrado por José Varela, um clássico dos anos 40.
O último carro mostrado por José Varela é o clássico Fusquinha, um veículo para lá de econômico da Volkswagen.
José Varela, que ficou conhecido como Zé Ganância, começou como aprendiz de mecânico, na Garagem Territorial e galgou postos pelo próprio esforço sendo um dos motoristas dos cinco governadores nomeados pelo governo da Ditadura Militar.
José Varela Dias, é o pai de Waldemar Marinho, hoje com 91 anos, que em consequência de vários AVCs ficou cego, surdo e paralítico. Frequentemente tem tido sérios problemas de saúde o que o leva às casas de saúde, em Belém do Pará, onde reside
Fonte: Facebook

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Foto Memória da Comunicação do Amapá: IVO GUILHERME DE PINHO – O GAROTO REVELAÇÃO DE MACAPÁ

Foto: Reprodução / Blog  Rádio Memória-PA
Por José Machado (*)
Nascido em 22 de março de 1952. Menino magrinho, ainda com poucos meses de vida, foi adotado pelo casal Euclides Nogueira de Pinho e Umbelina Guilherme de Pinho residentes a av. Feliciano Coelho no Trem, (ambos já falecidos-ele enfermeiro, e ela dona de casa). Nunca conheceu os pais biológicos por quem foi abandonado.
Talento precoce, aos nove anos de idade, cantava, fazia imitações e dublava Rita Pavone e Roberto Carlos (dos quais era fã ardoroso), em shows artísticos promovidos aos domingos pelo Trem Desportivo Clube.
Foi no Serviço de alto falantes “Urca Bar” de Durval Alves de Melo, aos 14 anos, sua primeira atuação como locutor.
Graças ao seu talento foi convidado pelo então chefe escoteiro Manoel Ferreira - o Biroba, que o levou para o grupo Marcílio Dias (escoteiros do mar).
Alguns dias depois dividia com o velho pioneiro e narrador esportivo, os jogos de solteiros X casados as segundas-feiras.
Em meados de 68, passou a integrar a equipe esportiva de Francisco Salles de Lima (o Chicão) na Difusora de Macapá.
Fez locução de estúdio, ponta de gol, disc-jóquei, narrador esportivo, e finalmente sentindo que Macapá estava pequena demais para os seus sonhos, em novembro de 1969 rumou para Belém e foi logo aproveitado na equipe da Rádio Marajoara.
Passou a fazer parte da emissora associada, que tinha como diretor da equipe esportiva Ivo Amaral, juntamente com Jones Tavares e Thadeu Matos. Em pouco tempo estava narrando futebol.
Sua carreira exitosa, foi observada por grandes olheiros do rádio paraense, e em pouco tempo foi chamado para o time de Jayme Bastos - diretor de esportes da “Equipe Legal” (Rádio Liberal) slogan que a emissora de Rômulo Maiorana usava à época, mas não demorou muito tempo.
Meses depois, estava na seleta equipe da Rádio Clube do Pará que havia tido uma grande baixa profissional, com a saída do grande narrador Cláudio Guimarães para a Liberal.
GUILHERME PINHO era vaidoso, trajava-se com roupas de grifes caras e óculos ray-ban. Além de se autovalorizar, falava o que pensava sem filtro.
Debochado, mesclava sempre alegria e bom humor. Gostava de zoar, fazer escárnio dos colegas de trabalho, com isso atraiu certa antipatia por onde passou.
Talentoso, com um improviso considerado de bom nível para um locutor jovem, em meados de 72, após vários contatos com o radialista Júlio Sales, (ex integrante da RDM), à época diretor da equipe de esportes da (extinta) Uirapuru, de Fortaleza-CE. Salles o integrou imediatamente à emissora, onde teve uma estada muito rápida.
Transitou por outros prefixos alencarinos, mas a vida acadêmica, não permitia conciliar rádio e Faculdade. Graduou-se em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e posteriormente em Direito.
Concursado, passou a trabalhar na Câmara Municipal de Fortaleza. Tornou-se âncora de um programa na Televisão.
GUILHERME PINHO, teve uma ascensão meteórica. Sua promissora carreira como radialista teria ido mais longe, pois tinha potencial, voz firme e vibrante além de ser bem articulado.
Sua história de vida, seu apego ao rádio, que ele tão bem traduziu em suas narrações que emocionaram milhares de torcedores no Norte e Nordeste do Brasil, é uma história que merece ser sempre recontada.
Morreu precocemente, de forma trágica, assassinado aos 44 anos em 24 de outubro de 1996, em seu apartamento em Fortaleza-CE.
Deixou dois irmãos: Elza Lúcia e Iacy Guilherme de Pinho, ambos adotivos como ele, que ainda residem em Macapá. Vinte e um anos após sua morte, há quem lembre do seu estilo (inconfundível) de fazer rádio.
(*) jornalista e radialista amapaense.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Falecimento: Morre em Belém, aos 65 anos, o amapaense CARLOS TEIXEIRA

Faleceu na manhã desta quinta-feira, 26/10, em Belém do Pará, o empresário Carlos Teixeira. Ele já vinha enfrentando problemas cardíacos e estava em tratamento médico numa casa de saúde, mas não resistiu.
Foto:: Reprodução - blog da Alcinéa Cavalcante
Carlos da Silva Teixeira nasceu em Macapá, Estado do Amapá, no dia 03 de junho de 1952. Filho do casal de pioneiros do Amapá, Leopoldo (in memoriam) e Graça Teixeira.
Iniciou seus estudos primários na Escola Paroquial São José e Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Concluiu o ginasial no Colégio Amapaense. Em 1975, formou-se Técnico em Administração no CCA – Colégio Comercial do Amapá.
Começou sua carreira profissional ainda garoto aos 10 anos de idade no Posto Guarany de propriedade da família. Desde jovem demonstrava ter habilidade nata para os negócios. Conciliando os estudos com as atividades empresariais do grupo de empresas dos seus pais, os pioneiros Leopoldo (Graça) Teixeira. Em 1970 assume a gerência da AUTOMAC, revenda Volkswagen no Amapá. Empreendedor arrojado, em sociedade com seu irmão Aluízio Teixeira, funda a Moto H – Motocicletas LTDA, concessionária Honda no Estado do Amapá. Sempre proativo e, latente veia de empreendedor visionário, funda também, a Automac Locadora de Veículos LTDA e Automac Construtora LTDA, para atuar no ramo da construção civil.
De 1981 a 1983, é eleito presidente da    ACIA - Associação Comercial e Industrial do Amapá.
De 1981 a 1984, é nomeado pelo governador da época, Vogal da JUCAP – Junta Comercial do Amapá. Ainda nesse mesmo ano, é eleito presidente da UNIAMAZÔNIA  - União da Concessionárias Volkswagen da Amazônia, por dois mandatos. Após a morte de seu pai em 1982, juntamente com o irmão Aluízio Teixeira, criam o Activa Parque, em Ananindeua, no Pará, um loteamento comercial e industrial, cuja rua principal, leva o nome do seu pai, Leopoldo Teixeira.
Carlos Teixeira foi ainda Diretor-executivo de uma conceituada concessionária de veículos em Belém.
Era casado atualmente com Vera Bisi. Tem 02 filhas, Rafaela do Primeiro casamento e Vittoria do atual matrimônio.
CARLOS TEIXEIRA, foi um dos fundadores do Instituto Memorial Amapá, e, por esses feitos, foi justamente homenageado como um notável edificador do Amapá.
Nossas condolências à família enlutada!
Fonte: Memorial Amapá

Foto Memória de Macapá: Baluarte lateral norte da Fortaleza de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, relembra um registro do baluarte do lado norte da Fortaleza de São José de Macapá, antes dos anos 50.
Esse baluarte situa-se sobre o portão lateral que dava para o Igarapé da antiga Doca da Fortaleza, conforme ilustra nossa foto abaixo, com destaque.
É nítida a imagem de parte do Igarapé da Fortaleza, antigo Igarapé do Igapó, ou mais precisamente a Doca da Fortaleza, nessa relíquia que foi compartilhada pelo amigo Altamir Guiomar, em sua página no Facebook.
Clique na imagem para ampliar e ver melhor
Altamir Guiomar edita uma página sobre a ICOMI, com valiosas lembranças da vida naquela importante empresa de mineração.
E hoje ele nos manda mais uma relíquia de seu acervo pessoal, a quem nós agradecemos.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Foto Memória da Comunicação do Amapá: Equipe de antigos servidores da Tv Amapá – Canal 6

Trazemos hoje para os amigos leitores do Porta-Retrato, um registro da Memória da Tv Amapá, em seus primeiros anos de funcionamento.
Foto compartilhada pelo amigo Bira Matias, em sua página no Facebook. Bira foi por 16 anos funcionário da Tv. Amapá e hoje integra a equipe do complexo Diário do Amapá, sob o comando do jornalista Luiz Melo.
Foto de 1978 com antigos integrantes da emissora, em frente ao primeiro prédio da TV Amapá, na Av. Ataíde Teive entre Leopoldo Machado e Hamilton Silva.
Em pé: Maria Lima (operadora de VT e sobrinha do Damião Jucá); Bira Matias, (Aux. Administrativo), Inetty Isacksson (Op. de VT); Fátima Guimarães (Gerente da Tv Amapá); atrás (de boné) Damião Jucá, (chefe de operações); Humberto Moreira (apresentador de Esporte); Alcino (vigilante) e Benedito Andrade (apresentador de telejornal); 
Agachados: Júlio Duarte(cinegrafista) e Sebastião Oliveira (apresentador de telejornal).
Desses, apenas Júlio Duarte, (aposentado) continua prestando serviços terceirizados à emissora. 
Dos amigos da foto apenas Benedito Andrade já está no plano espiritual. 
Boas lembranças!!!
Informações do amigo Ubiratan Matias, a quem agradecemos a deferência!
Descrição Histórica - A TV Amapá é uma estação de televisão brasileira sediada em Macapá, capital do estado do Amapá. Opera nos canais 6 VHF e 28 UHF digital e é afiliada da Rede Globo. Faz parte da Rede Amazônica, um complexo de emissoras de rádio e televisão espalhadas pelo norte brasileiro (exceto nos estados do Pará e Tocantins), fundado pelo empresário Phelippe Daou.
Em 1974, a TV Amapá foi criada pelo Governo do Território Federal do Amapá com objetivo de exibir todos os jogos da Copa do Mundo, prevista para junho daquele ano, sob o embalo da conquista histórica e o auge da Seleção Brasileira pelas vitórias na copa anterior. Entrou no ar pelo canal 6 e funcionou inicialmente em uma das salas da Rádio Difusora de Macapá.
Com a impossibilidade de exibir jogos ao vivo com satélite da EMBRATEL (o motivo foi ausência da recepção dos sinais de TV de outros centros, porque o sistema em uso na Embratel-Macapá não se adequava a esse tipo de operação), a única opção foi a transmissão dos jogos em gravação em VT (vídeo tape). Para isso, o Canal 6 fez parceria com a TV Guajará de Belém.
A Guajará exibia as partidas da copa, ao vivo. Nos dias em que a Seleção Brasileira ia se apresentar, o avião do governo se deslocava até Belém e ali aguardava o final dos jogos para transportar a fita de VT que, imediatamente, era levada ao ar pela TV Amapá. O mais curioso é que as imagens do Canal 6 alternavam em colorido e preto-e-branco, pois a Tv paraense estreava as primeiras imagens a cores. No entanto, o Brasil terminou a participação da copa sendo eliminado pela Holanda.
Após o final da Copa de 74, a emissora firmou convênio com a Rede de Emissoras Independentes (lideradas pela TV Record) de São Paulo e exibiu a programação da nova rede até sair do ar em outubro.
Entre os pioneiros da TV Amapá, mantidos após 1974, destacam-se Corrêa Neto, Hélio Pennafort (responsável pela produção dos primeiros documentários da emissora), Damião Jucá de Lima (cinegrafista, operador, motorista, iluminador e técnico), Sebastião Oliveira e Humberto Moreira.
A emissora do governo foi adquirida pelo jornalista Phelippe Daou, proprietário da Rede Amazônia de Rádio e Televisão, com sede em Manaus. Os equipamentos, que funcionavam em uma das salas da Rádio Difusora de Macapá, foram transferidos para um local bem mais espaçoso, na Avenida Ataíde Teive, 1282, no bairro do Trem, onde uma casa foi adaptada para sede da emissora.
Voltou ao ar em 22 de dezembro em caráter experimental e foi reinaugurada em 25 de janeiro de 1975, pelo jornalista Phelippe Daou e autoridades locais e nacionais.
A quinta emissora da Rede Amazônia de Rádio e Televisão, manteve programação da TV Record até metade do mesmo ano, quando passou a exibir de forma independente as programações das TVs Bandeirantes e Globo, que posteriormente anos mais tarde se transformam em rede.
Em 13 de setembro de 1978, foram inauguradas no mesmo dia, as TVs Oiapoque (Oiapoque) e Cabralzinho (Amapá), primeiras repetidoras no interior do Território.
Em 1981, muda novamente de endereço: sai da Avenida Ataíde Teive, 1282, no bairro do Trem é vai para a Rua Diógenes Silva, 2221, bairro do Buritizal, após a construção da nova sede da emissora, onde funciona até hoje.
Em 1982, foi a primeira da Rede Amazônica a deixar a Rede Bandeirantes e passar a exibir totalmente a programação da Rede Globo, mantendo-se afiliada até hoje.
Em 2010, houve a estadualização dos sinais das emissoras da Rede Amazônica em seus respectivos estados, e cada emissora em seu estado de origem envia a programação local para seus próprios municípios (antes as emissoras do interior dos estados cobertos pela Rede Amazônica recebiam a programação originada pela TV Amazonas, de Manaus). Com isso, a TV Amapá ganhou um sinal de satélite próprio no BrasilSat B4 (atualmente no StarOne C3) para essa finalidade.
Em 2011, a sede da emissora passa por reformas para receber sinal digital e modernizar os estúdios. Já sobre sinal digital, a emissora prevê que o sinal pode alcançar três municípios: Macapá, Santana e Mazagão.
Em 2 de agosto, foram iniciados os primeiros testes para a implementação do sinal digital da emissora.
Em 1º de junho, acontecem dois eventos pela inauguração do sinal digital através do Canal 28 UHF. A emissora é uma das primeiras a operar em Full HD (a resolução máxima da TV digital).
Em 3 de janeiro de 2015, a TV Amapá e todas as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar o nome de suas filiais, passando a utilizar apenas a nomenclatura da rede. O objetivo disto é integrar todas as emissoras, de forma a fortalecer a marca e padronizar a qualidade da programação. Com a unificação da marca, as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar seus nomes próprios nas vinhetas e na divulgação dos seus programas, sem, no entanto, mudar de nome.
Em 2 de outubro de 2017, o telejornal Amapá TV das 12 hs passou a ser chamado de Jornal do Amapá 1ª Edição e consequentemente o telejornal noturno passou a ser Jornal do Amapá 2ª Edição. 
(Fonte consultada: Wikipédia)

domingo, 22 de outubro de 2017

Foto Memória da Política Amapaense: Reunião do Dr. Amilcar Pereira com as lideranças políticas do Amapá

O amigo jornalista Ernani Marinho, pública em sua página no Facebook, foto rara de um momento histórico da política do Amapá.
O fato já foi noticiado pelo Porta-Retrato, em 2011, num post anterior ilustrado com uma foto enviada ao blog pelo jornalista Elson Martins.
Aproveitando a oportunidade da publicação dessa nova foto, voltamos ao assunto com mais detalhes narrados pelo próprio Ernani, de como tudo aconteceu:
Resumo Histórico: Janary Nunes e Amilcar Pereira, desde a instalação do Território Federal do Amapá, sempre navegaram os mesmos rios e igarapés, no mesmo barco, sob o comando do primeiro.
Amilcar era o grande nome da confiança do governador. Começou como chefe do Posto Médico do Oiapoque, de onde foi levado a Macapá para comandar o Posto de Puericultura, jóia da primeira dama, indo logo a seguir dirigir a Divisão de Saúde (seria hoje a Secretaria ). Logo depois virou Secretário Geral, com a saída de Raul Waldez, e com a ida de Janary para a Petrobrás, tornou-se governador.
O acidente que vitimou o deputado federal Coaracy Nunes e o seu suplente Hildemar Maia, provocou nova eleição no Amapá, com Amilcar Pereira deixando o governo para se eleger o novo deputado amapaense.
Quando Amilcar deveria renovar o seu mandato, Janary, já fora da Petrobrás e da embaixada da Turquia, reivindicou para si, pela sua liderança, a condição de candidato natural, com o que não concordou Amilcar e o seu novo líder, o governador Raul Waldez, que fora o primeiro Secretário Geral da era janarista. E aí aconteceu o inevitável: o rompimento Janary x Raul Waldez/Amilcar. 
Postas as duas candidaturas (Janary x Amilcar), estabeleceu-se, em 1962, uma campanha política duríssima que o Amapá jamais conhecera.
Sacramentado o rompimento e postas as candidaturas, os candidatos passaram a buscar apoio, como na foto abaixo, com o deputado Amilcar Pereira reunido com lideranças estudantis."
"A partir da esquerda, de costas Haroldo Franco, presidente da UECSA; ao lado dele o José Mendes  Machado que era conhecido como Machadinho, seguido do Ernani Marinho e o saudoso Guioberto Alves, secretário geral e diretor de esportes da UECSA, respectivamente, e logo depois do deputado, de óculos, José Aldeobaldo Andrade, do Grêmio Acelino de Leão, da Escola Técnica de Comércio, e João Moreira, presidente do Grêmio Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense.
A reunião, foi na residência do prefeito Otávio Oliveira, nomeado por Raul Montero Valdez, então governador do  TFA, na época.
A antiga casa do Prefeito, situava-se num prédio na esquina da Rua Eliezer Levy com Mendonça Furtado, ao lado do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no  Centro de Macapá.
O prefeito era o Otávio Oliveira e o Machado administrava a residência.
Não aparecem nessa foto o Carlos Nilson Costa, Nestlerino Valente e Arthur Raphael que estavam na reunião."
Na foto abaixo temos uma visão geral de todos os participantes da reunião com o candidato Amilcar Pereira:
Da esquerda para a direita: Nestlerino Valente, Guioberto Alves, Isnard Lima, Guilherme Jarbas, João Moreira(atrás), Carlos Nilson, Ernani Marinho, Aldeobaldo, Deputado Amilcar Pereira, Nazaré Guedes (atrás do Dr. Amilcar Pereira), Haroldo Franco, Prefeito Otávio Oliveira, professor Nogueira(atrás) e Elson Martins e a moça sentada à frente dessa turma: Sônia Costa (irmã do Carlos Nilson).
Haroldo Franco  (presidente), Guilherme Jarbas (vice-presidente), Ernani Marinho (secretário-geral), José Aldeobaldo Andrade (primeiro secretário), Guioberto Alves (segundo secretário) e Carlos Nilson (diretor Cultural) compunham a diretoria da UECSA. João Moreira era presidente do Gremio Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense, Isnard Lima, presidente do Gremio Barão do Rio Branco, do IETA, e Elson Martins e Nestlerino Valente comandavam os jornais Lider (da UECSA) e Castelo (do Colégio Amapaense. (Ernani Marinho).