segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: o Pioneiro Altair Cavalcante Lemos

ALTAIR CAVALCANTE LEMOS, nasceu em 11 de janeiro de 1932, em Macapá. Filho de Cícero Lemos e Carmosina Cavalcante Lemos, primeira mulher a ser tabeliã no Cartório Jucá. ALTAIR teve dois irmãos, Altamir e Maria da Consolação, já falecidos.
Sempre dedicado aos esportes, ALTAIR estudou no Colégio Amapaense, por quem defendeu as cores da escola como jogador de basquete. Na quadra se destacava pela altura; tinha 1m85 e muita habilidade com a bola. Foi campeão pelo Colégio Amapaense em várias edições dos jogos escolares. 
Seu primeiro emprego “oficial”, foi no Governo Territorial, no SAG – Serviço de Administração Geral. Lá desenvolveu várias atividades e formou, junto com os amigos da “repartição”, um time de basquete que era a sensação das quadras. Onde o Time da Estatística jogava, a presença feminina era dominante.
ALTAIR trabalhou ainda na Prefeitura de Macapá, no setor de Finanças. Nessa época, junto com alguns amigos do trabalho e do carteado, criaram a TURMA DO BURACO, uma espécie de ambientalistas da época. Foram eles que plantaram as primeiras mangueiras no centro de Macapá. Fizeram a arborização da Praça do Barão, avenidas Presidente Vargas, Mendonça Furtado, Iracema Carvão Nunes, entre outras.
Ainda com o gás da juventude ALTAIR trabalhou no Sindicato dos Conferentes, onde atuava como fiscalizador nos navios que levavam Manganês do Porto de Santana.
ALTAIR era torcedor do Leão da Avenida FAB, o azul e branco Esporte Clube Macapá. No time do Macapá, ALTAIR jogou como goleiro por diversas temporadas. Essa paixão pelo Macapá, atravessou para o Clube do Remo, em Belém.
Mas como nem só de trabalho vive o homem, ALTAIR também gostava de jogar baralho com os amigos. Foi da mesa do carteado, jogado nos finais de semana na sede do Amapá Clube, que junto com Amujacy, Jarbas Gato, Zé Maria Frota e Aderbal Lacerda, saíram em uma manhã do carnaval de 1965, fantasiados com roupas, perucas e maquiagens das esposas para as ruas do centro de Macapá. 
Com uma enorme faixa escrito BLOCO DOS INOCENTES, os amigos barbarizaram a terça-feira gorda e chamaram a atenção por onde passavam.  Em 1964, os mesmos amigos “INOCENTES” criaram o Bloco A BANDA. Por seu porte físico, ALTAIR foi coroado como o REI MOMO DO CARNAVAL. O 1º na história do carnaval amapaense, diga-se.
Como bom boêmio, ALTAIR gostava de festas e criou uma banda de música, onde tocava bateria usando o pseudônimo de “Roberto”. Tocava nos bailes da Assembleia Amapaense.
Em maio de 1954, ALTAIR se casou com Graça Lemos, com quem teve cinco filhos: Nilton Mauro, Paulo Cezar, Antônio Sérgio, Gláucia Maria e Tica Lemos. Paulo Cezar, conhecido como Paulão que também brilhou nas quadras como jogador de basquete, faleceu em junho de 2002.
Em dezembro de 1969, ALTAIR sofreu um enfarte. Foi levado para Belém, mas, na tarde do dia 28 de dezembro, não resistiu a uma parada cardíaca e faleceu, aos 37 anos. Em dezembro de 2016, completam-se 47 anos que ele partiu para a morada eterna, deixando muitas saudades para parentes e amigos.
(Texto e informações de Tica Lemos, filha do biografado)

domingo, 28 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Entrevista com o jornalista Ernani Marinho

A Foto Memória de hoje, vem do álbum de memórias do amigo Ernani Marinho. 
É um registro raro, dos anos 60 (+/- 1965/66), quando o jornalista Ernani Marinho(à direita), na época redator do Gabinete do Governador do ex-Território Federal do Amapá, entrevistava a Dra. Ida Ribeiro, então Delegada Federal de Agricultura no Amapá e o Dr. José Chaves Cohen, (à esquerda) agrônomo, na época, Diretor da Divisão de Produção, visando coletar dados para um relatório anual do Governo do Território.
Dra. Ida, estava residindo em Belém. (Não temos informações recentes dela). Dr. Chaves Cohen já é falecido.
A entrevista aconteceu na sede de Divisão de Produção, hoje Secretaria de Agricultura, em Macapá/AP.
(Informações do próprio Ernani)

sábado, 27 de agosto de 2016

Foto Memória do Rádio Amapaense: O advento da antiga Rádio Equatorial de Macapá

Em 1962, surgiu em Macapá a ZYD 11 - Rádio Equatorial de Macapá - "o melhor som da cidade".
Em 23 de dezembro de 1962, num domingo, entrava no ar a segunda estação de Rádio AM (Amplitude Modulada) lançada em Macapá, a ZYD-11 – RÁDIO EQUATORIAL DE MACAPÁ – que, por ser clandestina, teve vida efêmera.
( Foto: Reprodução /Acervo Mário Chagas )
Ano 1962 - Técnico Mário Chagas ao lado do transmissor Philips de 250w, da extinta ZYD-11-Rádio Equatorial de Macapá, que após o seu fechamento, e confisco dos bens pelo Governo do Amapá, foi utilizado, por algum tempo, pela Rádio Difusora de Macapá.
( Contribuição do amigo Cícero Melo )
Pertencia a um grupo de pioneiros, que através da SATRA - Sociedade Anônima Técnica de Rádio do Amapá - conseguiu colocar no ar uma emissora de ondas médias que, na época, irradiava em HI-FI (termo técnico que em inglês significa Alta Fidelidade), na frequência de 1.490 kilociclos, utilizando um transmissor “Philips” de 250 W (um quarto de kilowatt), cobrindo um raio de pouco mais de 30 quilômetros.
( Foto: Reprodução /Acervo Mário Chagas )
Ano 1962 - Mesa de som da extinta Rádio Equatorial que, após o seu fechamento, e confisco dos bens pelo Governo do Amapá, foi também utilizada por algum tempo pela Rádio Difusora de Macapá, bem como todo o seu acervo.
( Contribuição do amigo Cícero Melo )
Tinha um som espetacular, considerado na época, “o melhor som da cidade”.
Era uma sociedade formada por técnicos do serviço de telecomunicações do Governo, jornalistas e outros servidores do ex-Território do Amapá, que, nas horas de folga iam para lá.
Faziam parte da SATRA, os jornalistas Alcy Araújo Cavalcante e José Maria de Barros (diretor artístico da nova emissora); os radiotecnicos Remy do Rego Barros, Arinaldo Gomes Barreto, (pai do Dep. Lucas Barreto) e Sr. Raimundo Rodrigues ( “seu” Pépe); os radiotelegrafistas Agenor Rodrigues de Melo (trabalhava na Radional), Manoel Joaquim Esteves Rodrigues (irmão do delegado Teobaldo Souza); o empresário José de Matos Costa - “Zelito”(proprietário da Rádio Equatorial, atual), além dos técnicos em eletrônica Mário Chagas da Costa e Ivaldo Alves Veras.
A emissora tornou-se clandestina porque, um dos sócios da SATRA - também radiotelegrafista - valendo-se da fiscalização precária na região, redigiu um telegrama, simulando assim, ser um documento oficial autorizativo de seu funcionamento, e que tivesse sido emitido pelo Órgão competente do Governo Federal.
( Foto: Reprodução /Acervo Mário Chagas )
( Clique na foto para ampliá-la )
Ano 1962 - Estúdios da extinta Rádio Equatorial de Macapá, instalados inicialmente, na Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd, esquina com a Rua Marcelo Cândia, no Bairro Santa Rita.
( Foto: Reprodução /Acervo Mário Chagas )
( Clique na foto para ampliá-la )
 ( Contribuição do amigo Cícero Melo )
No Detalhe: Ano 1962 - Funcionários da extinta Rádio Equatorial de Macapá, em frente ao prédio da emissora, no bairro Santa Rita em Macapá.
Da esquerda para direita: Antônio (Motorista); (?)(Servente);Mário Chagas (Técnico e acionista); Jurandy, Janduí, Jorge Gonçalves (Locutor); Carlos Lins Corte (Baião Caçula - agachado - operador de áudio); Fernando Dias(Locutor); Edvar Mota(Locutor); Remy do Rego Barros(Técnico); Emanuel Cruz (Acionista);José Rodrigues (Seu Pépe - acionista/Técnico); Agenor Rodrigues de Melo (Presidente/acionista);
A nova emissora entrou em operação em 23 de dezembro de 1962, e cumpriu um período experimental, até final de janeiro de 1963, no horário de 12h às 14h e de 20h às 23h.
Devido à boa qualidade do som HI FI, e pela diversificação de sua programação, conseguiu conquistar boa parte da audiência, até então monopolizada pela Rádio Difusora de Macapá, que, por ser a única, reinava absoluta nesse campo desde sua fundação em 1946.
(Reprodução de arquivo)
Para ampliar clique na foto
(Foto extraída do blog da jornalista Alcinéa Cavalcante)
Suas instalações foram montadas, inicialmente, em um terreno na Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd esquina com a rua Marcello Cândia, onde hoje está erguida a Escola Estadual Profº Lucimar Amoras Del’Castilo.
A localização dos estúdios debaixo da antena radiante, provocava indução devido ao retorno da radiofrequência sobre os equipamentos, e causava uma interferência muito forte nas transmissões prejudicando, sobremaneira, a qualidade do som.
Como solução para o problema, o estúdio da emissora, onde ficavam situados os equipamentos de áudio, teria de ser todo revestido com telas de arame.
Por essa razão, seus estúdios foram transferidos para longe da torre irradiante, isto é, para o centro da cidade, mais precisamente, para a rua Coronel José Serafim Gomes Coelho, hoje Tiradentes, entre as avenidas Coronel Coriolano Jucá e Presidente Vargas, em frente à Panificadora S. José (hoje desativada), dos irmãos Aurino (Tenente) e Sandoval (Sandó) Borges de Oliveira, no Centro da cidade.
Para evitar despesas com pagamento de aluguel, a SATRA conseguiu, com a Administração Territorial da época, a cessão de uma residência pertencente ao acervo patrimonial do Governo do Amapá, localizada na mesma rua Coronel José Serafim, só que esquina da Av. Iracema Carvão Nunes onde instalou seus equipamentos de estúdio.
A responsável pela discoteca da emissora era a locutora Osvaldina Fiqueira que depois foi também discotecária e locutora da Rádio Difusora de Macapá.
A música que servia de prefixo e sufixo musical da Rádio Equatorial era o clássico “Exodus” com a orquestra de Ferrante & Teicher.
Ouça, e relembre aqui a música que era usada como PREFIXO e SUFIXO musical  da programação da Rádio Equatorial de Macapá:
A Rádio Equatorial funcionou durante todo o ano de 1963 em ondas médias, com o beneplácito do Governo do Território, até a chegada do 1º Governador do período revolucionário - General Luiz Mendes da Silva - em meados de maio de 1964, quando foi, literalmente, confiscada pelo Comando Revolucionário que se instalou no Brasil em 31 de março.
Com o fechamento da emissora, todo o seu acervo – técnico, artístico e patrimonial – foi encampado pelo Governo do Território do Amapá e incorporado ao patrimônio da Rádio Difusora de Macapá, por ser esta, a emissora oficial.
A Difusora, então passando por um momento de dificuldade, vinha operando, já há algum tempo, somente com a onda tropical de 4.915 kilociclos em 61 metros, pois o seu transmissor de ondas médias, havia seguido para revisão na fábrica, em S. Paulo e de lá nunca mais voltou.
Com a medida a RDM voltou a operar em ondas médias, na mesma frequência que vinha sendo utilizada pela Rádio Equatorial, ou seja, de 1490 kilocíclos.
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Pesquisa iniciada (e atualizada) pelo radialista João Lázaro, em outubro do ano 2000.
Colaborou: o historiador Nilson Montoril de Araújo.
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(Última atualização/agosto de 2016)
NOTA DO EDITOR
Um detalhe histórico: Embora eu tenha tido meu primeiro contato com um microfone, amadoristicamente, aos 12 ou 13 anos, através da PRH-3 - um Serviço interno de Auto Falantes, do Centro Educacional do Laguinho em 1960/61 - foi na Rádio Equatorial que tive a oportunidade de falar para a comunidade através de uma emissora de radiodifusão.
Em 1963, eu fazia o Curso Ginasial, na Escola Normal de Macapá, e naquele tempo existiam nas escolas os Grêmios estudantis, que eram entidades autônomas representativas dos interesses dos estudantes secundaristas, com finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais.
O Grêmio Literário e Cívico “Barão do Rio Branco” era o da Escola Normal, comandado pelo Getúlio Albuquerque, um dos líderes do movimento estudantil da época.
E atendendo ao convite do Getúlio, aceitei apresentar em dupla, o programa radiofônico do Grêmio - "A Voz Estudantil da Escola Normal" - que ia ao ar nas manhãs dos sábados, pela ZYD-11, sempre no horário de 10:30 às 11:00h.
A apresentação era toda escrita como se fosse um Jornal Falado. Nós apenas líamos as notícias.
Não me lembro mais quem fazia dupla comigo, nem até quando o programa ficou no ar. Salvo engano era a Maria Emília Jucá.
Se alguém se lembrar pode ajudar nos comentários.(João Lázaro)
 (Repaginado em agosto de 2016)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foto Memória: Três momentos de Graça Pennafort

Minha amiga Graça Pennafort, muda de idade nesta quinta-feira (26).
Ela, é irmã do saudoso jornalista Hélio Pennafort e sobrinho do Sr. Benigno Pennafort, que foi o operador de som, que colocou no ar a Rádio Difusora de Macapá, em 11 de setembro de 1946.
Temos dois momentos memoráveis de Graça Pennafort.
Nesta primeira foto, histórica e rara de 1951, Graça, aos 2 anos e meio de idade, carregada por seu primo Ruy Guarani Neves.
Nesta outra foto de 1962, Graça posa numa Vespa, com sua sobrinha Assunta Ferrer.
O registro foi feito na cidade de Oiapoque, onde Graça morava.
No terceiro registro, ela dança com seu pai Rocque Pennafort, em uma festa de fim de ano, no Oiapoque.
Parabéns e muitos anos de vida, amiga Graça Pennafort!

Foto Memória do Esporte Amapaense: Sociedade Esportiva e Recreativa São José

A Foto Memória de hoje, vem do álbum de memórias do amigo Sebastião Ataíde de Lima, nosso Sabá Ataíde.
Uma das onzenas da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, o tricolor do Laguinho.

Em pé: Leoremir, Sabará, Anselmo Simões ., Antoninho Costa, Maurício Machado, Timbó, Bacessar, Biroba e Canhoto.
Agachados: Piraca, Zé Buchinha, Léo, Orlando Torres, Macaco (Pennafort) e Haroldo Pinto.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Foto Memória da Eletricidade em Macapá:: 1ª Usina de Força e Luz de Macapá

"Acredita-se que a primeira Usina de Força e Luz da cidade de Macapá, tenha sido criada em 1937, durante a gestão do prefeito Francisco Alves Soares, que, vendo o descaso em que a vila se encontrava, providenciou a instalação de uma Usina para o melhoramento social da mesma. (Veja foto acima)
Com a criação do Território do Amapá e a chegada do primeiro governador, em 1948, a Usina foi ampliada, recebendo 04 motores Caterpillar tipo D-1700, gerando uma capacidade total de 300 KW.
Em 24 de janeiro de 1953, por determinação do governador do Território do Amapá Capitão Janary Nunes, a Usina de Força e Luz de Macapá passa a funcionar em novo local, agora mais espaçoso e com dependências adequadas para os novos motores adquiridos pelo governo amapaense. O local está situado na Travessa da Areia (atual Avenida General Gurjão, ao lado do Teatro das Bacabeiras).(veja foto baixo)
(Foto: Reprodução de arquivo)
Em princípio a usina mantinha horários especiais de funcionamento. A cidade se guiava por uma sirene que tocava às 12 h às 18 h as 21h; era o relógio da cidade.
 
(Foto compartilhada pelo amigo Heraldo Amoras, via e-mail)
Foto de 1948 - Equipe diurna da 1ª Usina de Força e Luz de Macapá.
Na foto, entre outros, estão: O Sr. Marcos Farias é o que está sentado no balcão, de camisa branca; Na frente da pessoa, em pé, de camisa listrada e de braços cruzados, o sr Vicente Barros; No lado esquerdo do sr Vicente está o Sr. Elionai Cesar da Silva.
Também estão na foto o Dr José Leônidas Lima, engenheiro da usina; Sr. José Domingos dos Santos Filho ("Seu" Santos - era o coordenador), Milton Sapiranga Barbosa-Galo, e o Justo, parente do Milton Sapiranga Barbosa.
O garoto que aparece bem na frente da turma, agachado é o amigo João Silva.
Os demais não foram identificados.
Detalhamento Histórico - No dia  24 DE MAIO de 1951, era eleita a Diretoria da Sociedade Beneficente dos Servidores da Usina de Força e Luz de Macapá, unidade operacional dos Serviços Industriais do Território Federal do Amapá, que funcionava à Avenida General Gurjão, no centro de Macapá, em terreno próximo ao atual Teatro das Bacabeiras.O mandato da diretoria teria inicio no dia 20 de junho quando ocorreria a posse dos eleitos. Eram membros da diretoria da novel entidade: Presidente-José Domingos dos Santos Filho; Vice-Presidente-Rosendo Olegário Alves; 1º Secretário-Marcos Farias dos Santos; 2º Secretário-Raimundo dos Santos Gomes; Tesoureiro- Elionai César da Silva; Comissão de Sindicância- Joaquim Miguel Ramos, Erasmo Nascimento Coelho e Juventino Felix da Silva. Fotos: Dentre os membros da diretoria identifiquei, da esquerda para a direita: Joaquim Miguel Ramos(o primeiro, em pé, após o rapaz agachado), Marcos Farias dos Santos( de branco, sentado no batente do 1º janelão),José Domingos dos Santos( o 8º, em pé, de branco,com os braços cruzados) e Leonai César da Silva( o último agachado à direita).(Nilson Montoril de Araújo)

(Texto reproduzido (com as devidas adaptações) do Facebook do historiador Nilson Montoril)
(Post repaginado em 22/08/2015, com atualizações)
Fontes: Site da CEA (http://migre.me/uIXmfBlog Luz Amapaense

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Grupo Escolar Barão do Rio Branco – Macapá/AP

Nossa Foto Memória de hoje, é uma raridade. 
Faz parte do acervo particular do amigo Juvenal Canto.
Foto do final dos anos 40 (46/49) quando só existia o prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, a primeira escola de alvenaria de Macapá, inaugurada em 13 de setembro de 1946.
Sua primeira denominação foi Grupo Escolar de Macapá.
Observem que, antes da construção da Praça Barão do Rio Branco, foram montados, em frente ao educandário, uns poucos brinquedos em madeira, nos quais a garotada se divertia.
A praça, construída algum tempo depois, só foi inaugurada em 01 de dezembro de 1950, em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Janary Nunes discursa na inauguração da sede própria da CEA

O então presidente da Petrobrás, Coronel Janary Gentil Nunes (também primeiro governador do Amapá), discursa por ocasião da inauguração da sede definitiva da Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA, em 15 de setembro de 1957, no bairro da Favela (atual bairro Santa Rita), onde permanece até hoje (cruzamento da Avenida Padre Júlio com a Rua Manoel Eudóxio Pereira.
Antes disso, o escritório provisório da CEA, funcionou, desde 10 de setembro de 1956, na Praça Veiga Cabral, em um prédio na confluência da Travessa Floriano Peixoto (atual Av. Presidente Vargas), esquina com a Rua Barão do   Rio Branco (hoje, Cândido Mendes).
Fonte: Blog Luz Amapaense e Nilson Montoril

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Casas da Av. Mendonça Furtado, em 1948

A Foto Memória de hoje, é outra contribuição do amigo Sebastião Ataíde de Lima.
É mais um registro da Macapá antiga, mostrando as residências da Av: Mendonça Furtado, em 1948. 
Publicação escaneada do Jornal Amapá, nº 162.

domingo, 21 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Primeiras Casas da Praça "Barão do Rio Branco"

Ano 1947 - Praça Barão do Rio Branco - Primeiras casas para os Diretores que faziam parte da Administração do Governo do ex-Território Federal do Amapá.
Ângulo de observação a partir do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, para a direita.
Hoje, seriam aquelas residências localizadas na rua São José entre Av. Coriolano Jucá e Av. FAB, de frente para a praça Barão do Rio Branco, no Centro.
Colaboração do amigo Sebastião Ataíde de Lima.
(Post repaginado e corrigido em 20/08/2016)

sábado, 20 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Rainha do Sesquicentenário da Independência da R. Amazônica

Em 1972, o Brasil comemorou o sesquicentenário de sua independência. 
Como parte das comemorações que marcaram a data, foi realizado um Concurso para a escolha da Rainha do Sesquicentenário da Região Amazônica.
A vencedora do certame foi a senhorita Gisele Veras, filha do Dr.Veras, médico da ICOMI, que representou o Santana Esporte Clube, na competição.
No registro fotográfico, Gisele desfila em carro aberto, na Av. Iracema Carvão Nunes, em frente ao Colégio Amapaense, em companhia do Dr. Corintho e o atleta Mauro Trevizani, de costas.
Fonte: Santana Esporte Clube, via Facebook com informações coletadas nos comentários.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Foto Memória: Amigos do Amapá

A Foto Memória de hoje, vem do acervo do amigo jornalista Ernani Marinho, que compartilha foto de 1980, nos bons tempos do Amapá, em que ele aparece, ladeado por seu cunhado Meton Jucá Jr.(roupa escura) e pelo empresário e desportista Waldir Carrera(camisa branca), ambos falecidos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Foto Memória da Política Amapaense: Candidatos a Deputado Federal: Janary Nunes e Dalton Lima

Candidatos a Deputado Federal pelo então Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes e Dr. Dalton Condeiro de Lima, em plena companha eleitoral, em 1962.
Foto gentilmente cedida pela amiga Elizete Barbosa, filha do historiador Coaracy Barbosa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Rebocador Araguari

O registro raro de hoje, nos foi enviado pelo amigo Augusto Cezar Andrade da Silva.
Trata-se de uma foto ( reprodução de folder ) do Rebocador Araguari, que pertencia à antiga frota do Serviço de Navegação do Governo do ex-Território Federal do Amapá.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Família Jucá

Registro dos 80 anos do Sr. Meton Jucá, em agosto de 1974, onde aparece acompanhado da esposa Maria Jansen Jucá, filhos, netos,  bisneta, genro e nora.
Dá esquerda para direita, estão em pé, todos Jucá, com exceção de Ernani e Rosildo, maridos de filha e de neta, respectivamente,  Walter, Waldir, Lauriza, Waldete, Luiza, Larissa, Rita, Rosildo Seabra, Ernani Marinho, Maria Emília e Maria José.
Sentados, na mesma ordem: José Alberto, Antônia (com Marcos no colo), Guiomar, Meton, Dona Maria e prof. Wanda.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Foto Memória: Abdalla Houat e sua filha Jeanette Houat

Dois momentos especiais e raros do empresário Abdalla Houat e sua filha Jeanette Houat.
Neste primeiro registro, dos anos 80, o empresário beija a testa de sua filha, em um Baile de Debutantes, em Macapá.
E na segunda foto, Sr. Abdalla, sua esposa Doralice com a filha Jeanette, ainda pequena, num registro de 1965, na Ilha de Mosqueiro, no Estado do Pará.
(Fonte: Jeanette Houat) 

domingo, 14 de agosto de 2016

Foto Memória: Meu Querido Pai

DOMINGO, 14 DE AGOSTO DE 2016
SALVE O "DIA DO PAIS"
Quanta saudade de meu querido PAI !
Ele nos deixou em 1968.
João Clímaco José da Silva, também era tio das saudosas professoras 

sábado, 13 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Saudades de Dona Stellita Lima!

Há 22 dias, falecia em Belo Horizonte, a Sra. Maria Stellita dos Santos Lima, viúva do Dr. Alberto da Silva Lima, Pioneiro da Medicina, no Amapá.
Eles casaram-se em Macapá em 02/09/1957, e tiveram 3 filhos: Sérgio, Silvio e Andréa Lima.
Dona Stellita, era natural do Município do Amapá – AP, filha dos pecuaristas Silvio Ferreira dos Santos e Josepha Alves Ferreira.
Ainda jovem, foi para Macapá onde realizou seus estudos. Formou-se no curso normal.
Durante muitos anos, foi domadora no Lions Clube de Macapá atuando em vários serviços sociais do clube.
Dona Stellita, mudou-se para Belo Horizonte para morar com os filhos, em 1987, depois do falecimento de seu marido.
Ela, faleceu no dia 22/07/2016, em consequência de Parkinsonismo.
Seu corpo foi cremado em 23/07/2016, no Cemitério Renascer. 
Fonte: Informações de Andréa Lima

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: O 102º Aniversário de ISAAC ZAGURY

Completam-se neste 11 de agosto de 2016, CENTO E DOIS ANOS de nascimento de ISAAC ZAGURY, o macapaense que veio a este mundo, antes do Amapá ser desmembrado do vizinho Estado do Pará, o que só aconteceu através do Decreto-lei n° 5.812, de 13 de setembro de 1943, constituindo o Território Federal do Amapá.
O pioneiro Isaac Jaime Zagury era um dos nove filhos do casal, Capitão Leão Zagury e Sarah Roffe Zagury.
Com a mãe, dona Sarah, e seus irmãos, Esther, José, Eliezer, Syme, Meryan, Abraão, Moisés e Ana, fundaram a primeira empresa legalizada da cidade, a Casa Leão do Norte, que vendia de um tudo, presentes, sabonetes, tecidos e mercearia.
Isaac tinha espírito empreendedor e junto com o irmão Moysés, deram continuidade ao trabalho dos pais, como comerciantes na cidade, levando para a mesma, empresas tais quais a Cruzeiro do Sul, depois VARIG; os automóveis WILLYS Overland, a Sapataria Predileta, a Texaco, a Drogaria, a sorveteria Central e o Flip Guaraná que Isaac fazia com o coração.
Entre suas inúmeras atividades na cidade, Isaac exerceu o cargo de Juiz de Paz e foi grande incentivador dos esportes e das atividades populares.
Casou-se com a jovem Clemência, (que na verdade se chamava Piedade Assayage) e tiveram quatro filhos: Leão (médico), Abraham (engenheiro), Sarah (pedagoga) e Alice (historiadora).
Isaac Jayme Zagury faleceu em 01 de maio de 1971, aos 57 anos de idade, no Rio de Janeiro, onde também foi sepultado.
Foi um dos honrados homens que amaram e muito contribuíram para o desenvolvimento do Amapá.

Foto Memória do Rádio Amapaense: Radialistas e a garotada

Nossa Foto Memória de hoje, vem do álbum de lembranças da amiga Maria Da Graça Guarani Penafort.
E a pedido do blog, ela mesma conta a história dessa relíquia:
“ Esse programa foi feito no auditório do ex-cine João XXIII, em 1977. Ficou tão lotado, que as crianças e os pais tiveram que se sentar nos corredores. Era o “Historinhas para a Gurizada”, que ia ao ar aos domingos pela manhã, pela Rádio Educadora São José”.
Nesse dia, além do Papai Noel, também teve palhaço no auditório, as crianças dançaram, cantaram, contaram histórias e declamaram poesias.
Dia INESQUECÍVEL!
E ainda fui carinhosamente prestigiada pelos colegas J.Ney, Osmar Melo e Arnaldo Araújo. Mil vezes obrigada, querido João, por relembrar esse momento tão marcante na minha história no rádio. ”(Graça Pennafort)

Fonte:  João Silva via Facebook

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Falecimento: Cremado no Rio de Janeiro, o corpo de Michel Abrahão

O desportista Michel Abrahão, faleceu domingo, 07/08/2016, no Rio de Janeiro.
Seu corpo foi cremado, lá mesmo, na tarde de segunda-feira, 08. 
Ele nasceu em 14/12/1935; estava, portanto, com 80 anos. Aposentado, pai de seis filhos com Marisylla Salgado Abrahão: Michel Abrahão Filho; Nelson Roberto Salgado Abrahão; Augusto César Salgado Abrahão, Antônio Sérgio Salgado Abrahão; Rosa Maria Salgado Abrahão Marques e Amanda Lima de Almeida, (adotiva).
Michel Abrahão foi Sócio Fundador, Presidente do Santana Esporte Clube e criador da Banda “Milionários R-5”.
Foi Gerente da ICOMI e Diretor da BRUMASA.
Participante ativo da reestruturação do Santana Esporte Clube; esteve presente nos acontecimentos mais significativos da agremiação onde ocupou, entre outros, os cargos de presidente e diretor de futebol.
Sob sua presidência, o “Canário” conquistou o tricampeonato.
(Fonte: Revista ICOMI Notícias jan./64)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Pe. Arcângelo Cérqua, benze equipamentos da RADIONAL MACAPÁ

Pe. Arcângelo Cérqua, então vigário de Macapá, dá a bênção aos equipamentos e instalações da estação da RADIONAL MACAPÁ.
A RADIONAL, foi a primeira estação de telecomunicações do Território Federal do Amapá, criada no Governo Janary Nunes.
Era uma estação radiotelegráfica, que permitia comunicação à distância por meio de rádio frequência, tanto por telégrafo (código morse) como ligações via telefone, com bastante interferências e qualidade bastante precária.
Os equipamentos foram montados em uma das casas construídas pelo Governo do antigo Território do Amapá para os funcionários da Administração Territorial, na Av. Mendonca Furtado canto com a Rua General Rondon, que depois foi repassado para a FUNAI, no Centro de Macapá.
O Desenhista Diniz Botelho - filho do professor Diniz Botelho, Secretário do Colégio Amapaense - que residia bem ao lado, lembra que no quintal da Radional haviam duas pequenas casas, uma era a de força/luz e a outra armazenava o combustível. Tinha, também, uma caixa d'agua com cisterna.
Neste raro registro fotográfico dos anos 60, vemos 3 antigos servidores - Manoel Baleeiro, Lourenço e Remy Barros - funcionários dá área técnico-operacional da antiga RADIONAL.
Remy do Rego Barros, que trabalhava na Radional de Belém, no bairro da Estrada Nova, foi transferido para Radional em Macapá, onde foi o gerente da área técnica.
A Radional em Macapá, funcionou de 1951 até 1964, quando foi desativada pelo governo militar.

Foto Memória de Macapá: Stand dos Produtos FLIP, em Fazendinha/AP

Janary Gentil Nunes - primeiro Governador do Amapá - em visita ao stand dos Produtos FLIP, Guaraná e Laranjada, na Feira de Produtos Econômicos, em Fazendinha/AP, em 1954.
(Foto: Reprodução de arquivo)

domingo, 7 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: José Maria Frota de Almeida

JOSÉ MARIA FROTA DE ALMEIDA, nasceu na cidade de Belém do Pará no dia 23 de junho de 1924, sua família por parte de pai de origem portuguesa, filho de Abel da Graça Almeida e Clementina Alice Frota de Almeida. Casado com Zilda Oliveira de Almeida, foi pai de 10 filhos (Abel, Geracina, Eugênio, Clarisse, Lourdes, Herculano, Geraldo, José, Paulo e Maria de Nazaré que desencarnou com sete dias de nascida. Desde novo trabalhou nas lides do movimento espírita em Belém, no Lar de Maria.
Chegou em Macapá em dezembro de 1959, com 35 anos, para ficar por apenas dois anos na função de delegado dos conferentes de cargas e descargas. E permaneceu por mais de 18 anos, contribuindo com suas expertises à sociedade Amapaense.
Sua trajetória nesse período foi bastante efetiva, sendo um dos fundadores da APAE/AP e da União Espírita Amapaense. Teve participação ativa na Maçonaria; foi Presidente do Amapá Clube. Seu espírito jovem e alegre, sempre rodeados de amigos, levou-o a ser um dos fundadores do maior bloco de rua “A Banda”.
JOSÉ MARIA FROTA DE ALMEIDA, desencarnou em 11 de setembro de 1981, vítima de um acidente de carro.
(Texto e informações de Lourdes Oliveira de Almeida, via e-mail)

sábado, 6 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá, em Reunião do Rotary Clube de Macapá

Amigo Walter Jr., Presidente do Memorial Amapá, compartilha foto histórica repassada por Domênico Miccione.
É registro de uma Reunião do Rotary no Esporte Clube Macapá nos anos 60. 
São Pioneiros do Amapá, que muito contribuíram para o progresso daquela terra.
Da esquerda para a direita: Francisco Torquato de Araújo, Antônio Alcântara, Walter Banhos de Araújo, Nilson Romariz Pinto, Luiz Carlos de Araújo Monteiro, Ubiracy de Azevedo Picanço, Altevir Cavalcante Lopes de Souza, Durval Alcântara da Cruz, Francisco Miccione, Ubirajara Coutinho, Mário de Medeiros Barbosa e Abdallah Houat.
Fonte: Memorial Amapá

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Reunião de Jovens Senhoras de Macapá

Esta foto sem data, postada por Marlon Maués no Memorial Amapá, registra jovens senhoras (e maduras) de Macapá, reunidas para festejar a despedida de solteira de uma amiga delas, de nome Virgínia Sales
Marlon, é filho do saudoso desportista e comentarista esportivo, Juares Boas Novas de Azevedo Maués.
Da esquerda para a direita vemos:
Em pé: 1ª Maria Luíza (esposa do Coronel Josemir Souza); 2ª Eleanora Batista (esposa do Prof. Kzan); a 3ª Marriete, (Esposa do saudoso empresário Jorge Sales – Paraibinha); Maria Tereza (esposa do empresário Luiz Serrano); 5ª Isolina Porpino Serrano (esposa do saudoso empresário Marlindo Serrano); 6ª Graça Teixeira (esposa do empresário Leopoldo Teixeira) e 7ª Ilka (esposa do Ten. Rodrigo, que trabalhou na Polícia Militar).
Sentadas: 1ª Dona Vanderlina (mãe da Maria Luiza); 2ª Glória Maués, (esposa do desportista Juares Maués); 3ª Virgínia Sales(irmã do Jorge Sales – Paraibinha)); 4ª Elita do Carmo (esposa do saudoso Engº Walter do Carmo); 5ª Carmem Serrano (esposa do empresário Marlúcio Serrano e 6ª Deise (esposa do Ten. De Paula, da Polícia Militar do Amapá.
(Fonte: Facebook / Memorial Amapá)