No coração do Largo dos Inocentes, um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá, viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho diário em fios de dignidade e comunidade: Militina Epifânia da Silva, carinhosamente conhecida como Dona Milica.
Pioneira daquela região, Dona Milica dedicou sua vida à profissão de lavadeira e passadeira, exercendo-a com uma dedicação que ia além do ofício – era um ato de serviço amoroso à vizinhança.
Filha de Mãe Luzia, a respeitada parteira que trazia novas vidas ao mundo com mãos firmes e coração generoso, Dona Milica herdou o espírito de cuidado inabalável. Enquanto sua mãe acolhia partos e aliviava dores, Dona Milica lavava e passava roupas com o mesmo zelo, tornando-se referência de trabalho honesto e força feminina em tempos desafiadores. Sua casa era ponto de encontro, onde o vapor das roupas engomadas se misturava ao aroma de café e histórias compartilhadas.
Mas Dona Milica não era só mãos calejadas pelo labor; era alma leve e contagiante. Nas festas do Marabaixo, ela dançava com uma alegria que iluminava as noites amapaenses, girando saias e espalhando sorrisos que ecoavam a vitalidade cultural do Amapá. Sua fé, igualmente vibrante, a levava ao Apostolado da Oração na Igreja Matriz de São José, onde orava pela comunidade e reforçava os laços espirituais que uniam o povo.
A trajetória de Dona Milica simboliza as senhoras anônimas que ergueram Macapá com paciência e resiliência: lavadeiras, parteiras, dançarinas e fiéis que, sem holofotes, teceram o tecido vivo da comunidade macapaense. Hoje, em 2025, sua neta Josele Silva resgata essa memória, convidando-nos a honrar as raízes do Largo dos Inocentes. Dona Milica nos lembra que a verdadeira história de um povo está nas mãos que servem, nos pés que dançam e nos corações que rezam.
Fontes
Totem informativo na Praça do Largo dos Inocentes -
Formigueiro
(Projeto de revitalização da Prefeitura de Macapá, 2025)

Que trabalho fantástico e importante sobre a história e memória do lugar. A valorização de personagens do cotidiano, como dona Milica, nos faz visitar um passado dos mais importantes para compreender o nosso presente. PARABÉNS ao Blog pela iniciativa do resgate histórico 👏👏👏🙌🙌🙌
ResponderExcluirO real motivo pelo qual eu fiquei reprovado em orgânica 1 com a Lages, foi porque a Lages deu 0,4 e uma 2° prova final para a Emanuele Lima Silva passar em orgânica 1 e eu não. Quer dizer que todos os alunos só têm direito a 3 provas e a Emanuele tem direito a 4?
ResponderExcluirEu não sabia que para passar em orgânica 1, eu tinha que puxar o saco da Lages, eu pensei que para passar em orgânica 1, eu só precisava estudar. Infelizmente eu não consegui vaga com outra pessoa e tive que puxar orgânica 1 com a Lages de novo. Então a minha missão na 2° vez que eu fiz orgânica 1 com a Lages, foi evitar que a Lages fizesse o que ela fez comigo, com qualquer outro aluno, eu não queria mais que Lages prejudicasse ninguém.
Infelizmente eu não consegui vaga de orgexp 1 com outro professor e tive que fazer orgexp1. Eu perguntei a Lages, se ela estava precisando de um monitor voluntário para a disciplina de orgânica 1 teórica, que eu queria ser monitor. A Lages falou que tinha que esperar abrir processo seletivo. Só que isso nunca aconteceu. Ano passado, eu descobri que a Lages chamou você para ser monitor dela, mesmo sem ter aberto processo seletivo para ser monitor de orgânica 1, você deve ter puxado muito o saco da Lages, você abusou do fato de ser monitor da Lages para disponibilizar ilegalmente uns livros de química orgânica protegidos por direitos autorais na sua pasta no Google Drive. Pirataria é crime, agora eu descubro que você virou representante discente do COAA da farmácia. É isso que acontece com quem comete um crime vira membro do COAA, você deve ter puxado muito o saco de alguém da coordenação da farmácia para virar membro do COAA igual você puxou o saco da Lages. Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/paulorobertofalco/
https://br.linkedin.com/in/paulo-falco-856772268?trk=public_post-text
Eu já denunciei o crime que você cometeu para ao Fala BR e ao MPRJ, mas infelizmente você não foi para a cadeia. Lugar de bandido é na cadeia pagando pelo crime que cometeu, mas faz o seguinte, se entrega para a polícia, confessa que você cometeu um crime e pede para ir preso. A sociedade estaria bem mais segura sem esse bandido perigo, que é você. Que acha que pode viver em sociedade, sem cumprir as leis da sociedade.
Você ainda faz iniciação científica com bolsa no laboratório de modelagem molecular e QSAR (ModMolQSAR), você deve ter puxado muito o saco do pessoal desse laboratório para conseguir essa bolsa, assim com você puxou o saco da Lages para conseguir a vaga de monitor e o saco da coordenação da farmácia para virar membro do COAA. Eu já denunciei o crime que você cometeu para o pessoal do seu laboratório, eu espero que sejam tomadas as medidas cabíveis contra você.
Mas você também amigo da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:
https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763
É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta.
Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.
Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.