Aqui são postadas fotos antigas e raras, vídeos, documentos, recortes de jornais/revistas, livros digitais e tudo que retrate a história e a memória do Amapá e de seu povo. É terminantemente proibida a reprodução, total ou parcial (com alterações), de qualquer imagem ou texto deste blog, conforme a Lei nº 9.610, de 19/02/1998 (Lei de Direitos Autorais). Editor: João Lázaro DRT-AP 006/95 – Contato: jolasil@gmail.com – FONE / WhatsApp TIM 55 (12) 98152-3757.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Do Fundo do Baú: Duas pérolas do Baú do Biracy Guimarães
Duas pérolas compartilhadas pelo amigo Biracy de Jesus Guimarães são mostradas hoje aos leitores do Porta-Retrato:
Nesse dia eu não estava fazendo a cobertura para Difusora não.
Os saudosos, Pedro Silveira e Benedito Andrade, foram os dois locutores que me ensinaram a fazer rádio, a partir de 1964.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Do Fundo do Baú: Memória Esportiva - Antiga Sede Social do Trem Desportivo Clube
Trem Desportivo Clube, em construção.
Foto reproduzida do Jornal Amapá de Nº 219, circulação: 21 de maio de
1949. Gentilmente compartilhada no Facebook pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima.
O Trem Desportivo Clube, foi fundado em 1º de janeiro de 1947, por um grupo de operários
do antigo Território Federal do Amapá que residiam no bairro do Trem, e
comandados por Bellarmino
Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter
e José Banhos de Araújo. Eles teriam atendido ao pedido do então Governador Janary
Gentil Nunes, que na época era o responsável pela contratação dos jogadores.
O Trem já foi por 5 vezes campeão amapaense e possui um ótimo histórico
no antiga Torneio da Integração da Amazônia ou Copão da Amazônia, onde o time
foi pentacampeão de 1985 a 1990.
O Torneio Integração da Amazônia foi uma das antigas competições
regionais disputadas no Brasil. Era composto por participantes dos estados do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima.
O Trem é o clube que mais vezes foi campeão entre todos os
Estados com 5 títulos e em segundo lugar o Rio Branco-AC com 3.
Em meados do ano de
1996, o clube por pouco não perdeu a sua sede campestre localizada na rodovia
Juscelino Kubitschek, por dívidas trabalhistas. O local chegou a ser leiloado,
porém, erros no processo fizeram a justiça voltar atrás. A diretoria, graças a
um acordo com o Governo do Estado, conseguiu reaver o patrimônio dando início a
um período de reestruturação do clube, o que acabou o afastando do futebol de 1994 a 1999. Em seu retorno, o incentivo, principalmente, as categorias de base.
Além do futebol, hoje o clube tem escolinhas de futsal, handebol e vôlei.
Agradecimento - O blog Porta-Retrato, agradece à amiga Socorro Marinho - atual Presidente do Trem - que cedeu e autorizou a publicação de fotos históricas do acervo do clube. Hoje publicamos uma delas e as demais publicaremos, gradativamente, ao longo de nossas edições.
Fontes: Wikipédia e Globo
Esporte Amapá
domingo, 18 de maio de 2014
Do Fundo do Baú: Foto Memória - Praia da Fazendinha
Esta foto histórica e rara foi
reproduzida de um recorte do Jornal Novo Amapá, publicada em 1969, e
compartilhada via Facebook, pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima.
Nela temos a vista parcial da praia
de Fazendinha, localizada a 16 quilômetros ao sul de Macapá, capital do Estado
do Amapá.
São imagens de uma ensolarada manhã de domingo,
vendo-se ao fundo a antiga sede do extinto, Fazendinha Esporte Clube, na beira
do Rio Amazonas.
Fonte: Facebook
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Aldemir França: Uma união de quatro décadas
Por volta de 17:00 hs do dia 16 de maio de 1974,
parava o treino do Ypiranga, no campo nº1 da Praça de N. S. da Conceição, para
ver entrar na Igreja, de braços dados com a então Srtª Rosemaria Matias, o destacado atleta Aldemir Furtado França, para
celebração do casamento do casal, dirigida pelo Pe. Dante .
Passados 40 anos, essa união deu frutos de 07 filhos e 04 netos.
Passados 40 anos, essa união deu frutos de 07 filhos e 04 netos.
A foto acima é o
registro daquele momento importante da vida dos nubentes.
O Jornalista João Silva também se une às
homenagens ao nobre casal, e destaca as qualidades do grande desportista:
"Aldemir França foi meia armador do Esporte Clube
Macapá, Ypiranga Clube e Seleção Amapaense na década de 70, quando brilhou mais
intensamente. Mas creio que sua maior emoção foi mesmo a conquista, em gramados
de Porto Velho-RO, do título mais importante da sua carreira, o de Campeão do
1º Copão da Amazônia, jogando com Aluisio (goleiro), Bira, Aldo, Castelo, Albano,
Nariz, Barradas, Marco Antônio, Haroldo Santos, Assis e outros. Comentei muitos
jogos do Aldemir França para a Rádio Educadora e o acompanhei na gloriosa
jornada de Porto Velho, quando os dirigentes do Acre, Rondônia e Roraima tudo
fizeram para impedir o feito do azulino; tinha uma canhotinha poderosa, muito
bom de lançamento, de passes curtos e fazia também seus gols. Deu muitas
alegrias ao torcedor amapaense. Aldemir
França sempre foi um exemplo de jogador técnico, disciplinado, muito bom
caráter...Parabéns, amigo!" (João Silva)
O blog
Porta-Retrato envia ao casal, efusivos votos de parabéns e muitas felicidades
ao amigo Aldemir França à Dona Rosemaria, e à toda a família!
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Pioneiros: FAMÍLIA SAVARD REMEDIOS NO AMAPÁ
Foi auditor em várias empresas na China, em São Paulo e na ICOMI
- Ind. e Com. de Minérios, em Santana/AP. Depois de aposentar-se, em 1968, morou uns anos em
Portugal excursionando por alguns países
da Europa antes de retornar ao Brasil. Em nosso pais lecionou inglês e escreveu vários manuscritos de
livros de poesia e prosa que não chegou a publicar (todos em inglês).
Faleceu em Natal, RN, em 23.2.1989, com quase 81 anos de idade.
A esposa dele, Dona Etelvira Olivia Maria Vieira Ribeiro Savard Remedios, nasceu em Hong Kong em 09.08.1913, na época, Colônia da Coroa Britânica (atualmente voltou a pertencer a China). Trabalhou como nutricionista na Escola Americana de São Paulo.
Foto de 1958 - A partir da esquerda: na frente da Escola Americana da ICOMI, em Santana, a aluna Susan Jo Goldstrom, Dona Etelvira (diretora e professora), Irene, Fernando, alunos Bobby Austin e Tina Lanes Lofflin; Josie; e a aluna Karen Leslie.
No Amapá, foi professora, responsável pela Escola Americana que a ICOMI
mantinha para os filhos dos funcionários americanos que moravam na Vila
Amazonas. Também dava aulas particulares de inglês. Tanto ela quanto Irene
lecionavam nessa escola. Foi incentivadora para a
criação do primeiro clube rock n'roll de Macapá, em 1958 - encabeçado por seus
filhos, Fernando, Irene e Manuel Remedios - que acabou
sendo o embrião do Saci Clube.
Dona Etelvira
faleceu em Vila Amazonas, Santana, AP, em 21.8.1963, com 50 anos de idade.
O casal teve quatro filhos.
Manuel, Fernando e Irene nasceram em Shanghai, China, respectivamente em 1941, 1944 e 1945. Marie Jose (Josie), nasceu em Hong Kong em 1950, para onde a família havia se mudado em 1946.
Em 1952, a família veio de Hong Kong para São Paulo, onde permaneceu até 1958.
Em abril daquele ano, transferiu-se para Macapá, capital do então Território Federal do Amapá, hospedando-se em uma residência que foi alugada pela ICOMI, na Av. Coronel Coriolano Jucá, atrás da antiga Fábrica Amapaense, bem ao lado do Sr. Alamiro e família durante um ano, enquanto as primeiras casas da Vila Amazonas ficavam prontas. Por ocasião da mudança, o resto da Vila ainda estava em construção (clube, supermercado, hospital, etc.....).
Em 1963, os irmãos Manuel e Fernando - que já moravam em Macapá - abriram a Loja FANNY's, que ficava na Av. Presidente Vargas, quase esquina da Av. Cândido Mendes, na Praça Veiga Cabral, do mesmo lado da Loja "A Pernambucana". A casa era da Dona Carmem Machado que morava com a irmã dela; ambas bem idosas.
Irene e Guido Sedda, que estavam noivos, casaram-se no ano seguinte e continuaram morando em Vila Amazonas. Josie morou com ela durante seu último ano ginasial no IETA, e com o Manuel - casado com Edna de Lemos Ribeiro - para fazer o curso científico no Colégio Amapaense.
Fernando voltou para São Paulo em 1966, e reside em Peruíbe, no litoral paulista. Josie, mora em Campinas/SP, desde 1990; por último saíram Manuel, para Fortaleza/CE e Irene para Natal/RN.
O casal teve quatro filhos.
Manuel, Fernando e Irene nasceram em Shanghai, China, respectivamente em 1941, 1944 e 1945. Marie Jose (Josie), nasceu em Hong Kong em 1950, para onde a família havia se mudado em 1946.
Em 1952, a família veio de Hong Kong para São Paulo, onde permaneceu até 1958.
Em abril daquele ano, transferiu-se para Macapá, capital do então Território Federal do Amapá, hospedando-se em uma residência que foi alugada pela ICOMI, na Av. Coronel Coriolano Jucá, atrás da antiga Fábrica Amapaense, bem ao lado do Sr. Alamiro e família durante um ano, enquanto as primeiras casas da Vila Amazonas ficavam prontas. Por ocasião da mudança, o resto da Vila ainda estava em construção (clube, supermercado, hospital, etc.....).
Em 1963, os irmãos Manuel e Fernando - que já moravam em Macapá - abriram a Loja FANNY's, que ficava na Av. Presidente Vargas, quase esquina da Av. Cândido Mendes, na Praça Veiga Cabral, do mesmo lado da Loja "A Pernambucana". A casa era da Dona Carmem Machado que morava com a irmã dela; ambas bem idosas.
Irene e Guido Sedda, que estavam noivos, casaram-se no ano seguinte e continuaram morando em Vila Amazonas. Josie morou com ela durante seu último ano ginasial no IETA, e com o Manuel - casado com Edna de Lemos Ribeiro - para fazer o curso científico no Colégio Amapaense.
Fernando voltou para São Paulo em 1966, e reside em Peruíbe, no litoral paulista. Josie, mora em Campinas/SP, desde 1990; por último saíram Manuel, para Fortaleza/CE e Irene para Natal/RN.
Fonte: Informações repassadas pelos irmãos Fernando, Irene e Josie
domingo, 11 de maio de 2014
Do Fundo do Baú: Santa Inês, A "fazenda" que virou bairro.
Este registro raro, foi publicado no Facebook pelo amigo Paulo Tarso Barros. Além de
professor e ativista cultural de Macapá, Paulo é nosso parceiro no blog
Porta-Retrato; é um exímio pesquisador e sempre nos brinda com essas
preciosidades garimpadas nos arquivos históricos do Amapá.
Ao tomar conhecimento dessa relíquia, solicitei a
ajuda ao amigo Édi Prado - também parceiro do blog - para que me conseguisse
uma foto semelhante à antiga, se possível no mesmo ângulo das imagens.
Imediatamente, Édi repassou a ideia ao seu amigo fotógrafo Alex de Paula, voltaram
ao local e registraram vários cliques, dos quais escolhi a tomada mais aproximada da anterior, para vocês compararem como o local está hoje, após 17 anos.
Saiba
como surgiu o nome do bairro Santa Inês:
O
Bairro Santa Inês surgiu em Macapá, em 1985, acompanhando o desenvolvimento econômico e populacional
que vinha sendo observado na capital amapaense. (Wikipédia)
Nos
primeiros anos de Macapá existia, na orla da cidade, depois da Fortaleza de
Macapá, uma reentrância que chamavam-se Remanso e Elesbão.
O
historiador Nilson Montoril, conta detalhes desses dois antecessores do Bairro
Santa Inês.
"Sobre a praia do
remanso, no terreno do entorno oeste da fortaleza e na área do Elesbão, os
moradores de Macapá, que apreciavam residir na margem do rio, foram construindo
suas habitações. No trecho identificado como Elesbão, atualmente cortado pala
Avenida Hélio de Souza Pennafort, que começa na Avenida Henrique Antônio
Gláucio e termina da avenida 1º de Maio, vários pioneiros da edificação do
povoado de Macapá formaram um aglomerado urbano. Este amontoado de casinhas e
gente perdurou até meados da década de 1980, ocasião em que o Governador do
Território Federal do Amapá, Annibal Barcellos, o extinguiu e transferiu os
moradores para o bairro Nova Esperança. O aterro da área do remanso, do Elesbão
e do igarapé do Igapó começou a ser feito em 1978, durante a gestão do
Governador Arthur Azevedo Henning. A contar de 1979, os trabalhos foram
intensificados pelo Comandante Annibal Barcellos, se estendendo pela orla de
Macapá até as proximidades do igarapé Jandiá, dando origem à Praça Abdalla
Houat, Praça Jacy Barata Jucá e expansão do Perpétuo Socorro. Para iniciar o
aterro dos trechos citados o DNOS procedeu à drenagem da praia onde seriam
construídas as rampas acostáveis do bairro Santa Inês, do Igarapé das Mulheres
e próximo ao canal do rio Amazonas. Somente na conclusão do aterro utilizou-se
laterrita. O Elesbão era uma referência para quem queria comprar peixe, carne
de caça, frutas e açaí que os caboclos das ilhas fronteiriças a Macapá traziam
para comerciar. Ali morou uma senhora sobejamente conhecida em Macapá como
Maria Mucura. Com todo respeito à sua memória, o rosto da ditosa senhora era
tal e qual a cara do marsupial devorador de aves. O pequeno declive existente
perto de sua casa ficou famoso como baixa da Maria Mucura. É claro que ela não
gostava do apelido e xingava os desrespeitosos até a milésima geração.
Moradores do bairro do Trem de Lapidação e adjacências que gostavam de degustar
uma cachacinha da marca Alvorada não deixavam de passar no boteco do seu Neco
Brito e deliciar, de uma talagada só, o famoso produto advindo de Abaetetuba.
Na volta para casa voltavam a encostar-se à birosca que não tinha nome para
engolir a saideira. No entorno da Fortaleza, junto ao remanso, foi instalado um
matadouro municipal.
Sobre a praia funcionou um abatedouro de porcos
pertencente ao senhor Pedro Pinheiro Borges. Também existiu um dançará na área,
cujo nome parece ter sido “Bela Vista”. Quando a “porrada comia no centro”,
dava gosto ver os brigões caírem na lama ou na água. Sujos e molhados iam
depurar a maldita cana e sossegar o facho na Delegacia de Polícia. Ambiente
mais calmo era o “Bananeira”, aprazível recanto onde uma família do local
promovia festas e vendia refeições. Só funcionava nos fins de semana. Quem
caísse na besteira de beber, comer e não pagar era sumariamente denunciado na
Polícia e esconjurado pelo resto da vida e mais três meses." (Nilson Montoril)
"O Remanso desapareceu entre os anos de 1979 e 1980, quando foi aterrado."
"O Remanso desapareceu entre os anos de 1979 e 1980, quando foi aterrado."
Saiba mais no blog Arambaé
Em fevereiro de 2011,
através do blog da Alcinéa, o leitor Jefferson
Souza repassou o que ele ouviu em uma missa celebrada pelo padre Dante Bertolazi, que na época era pároco da Igreja
São Pedro.
"Segundo o pároco havia naquela região uma fazenda e o lugar era conhecido por “vacaria”.
Percebendo que ao redor do local algumas famílias começavam a ocupação cada vez
mais contínua, ele, padre Dante, então pároco da Igreja Nossa Senhora da
Conceição, paróquia responsável pela região, foi ao encontro do dono da “fazenda” para
solicitar que este lhe ofertasse um pedaço do terreno para a construção de uma
capela para os fieis que ali por perto já habitavam.
"Segundo
o sacerdote, o “fazendeiro” (que ele não citou o nome), disse-lhe que não seria
possível ceder o local, já que ele tinha um empreendimento e não queria perder
o domínio na área. Contudo, a região continuava sendo ocupada.
Passados
quatro meses o proprietário foi ao encontro do padre manifestando o desejo
de doar a área solicitada pelo pároco para que este construísse a
capela. A justificativa para a mudança de opinião era que já havia muitos
ocupantes na área da “vacaria” e que ele já não tinha como impedir a invasão,
achando justo doar para a Paróquia um punhado do terreno a fim de promover a fé
católica e criar a comunidade na região.
Após a
construção da capela, afirmou padre Dante, houve uma dúvida: Qual seria o nome?
ou como se chama no catolicismo, a quem ela seria dedicada?
O
sacerdote revelou que na sacristia da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
encontravam-se guardadas duas imagens: uma de São Tarciso e outra da Santa
Inês. Logo ele pensou que uma das duas poderia ser destinada àquela nova
comunidade. Para a escolha ele levou em consideração que não poderia ser a de
São Tarciso, pois sendo este o padroeiro dos coroinhas deveria permanecer ali
para o culto dos seus ajudantes de altar. Então, resolveu que seria Santa Inês.
Após a
escolha de Santa Inês, organizou-se uma procissão que partiu da Igreja da
Conceição em direção a pequena capela. A imagem foi introduzida na capela e
tornou-se sua padroeira, continuando até hoje no altar que lhe foi confiado. A
mesma imagem pode ser encontrada hoje na Igreja de Santa Inês.
Com o fato e o crescimento do bairro, popularizou chamá-lo de “Santa Inês”, por conta da Capela em honra à Santa. Tão logo, a prefeitura reconheceu o nome, passando a usá-lo ao referir-se ao local; e mais adiante, o Governo do Estado com a construção da Escola Estadual em honra a mesma Santa."
Com o fato e o crescimento do bairro, popularizou chamá-lo de “Santa Inês”, por conta da Capela em honra à Santa. Tão logo, a prefeitura reconheceu o nome, passando a usá-lo ao referir-se ao local; e mais adiante, o Governo do Estado com a construção da Escola Estadual em honra a mesma Santa."
Nota do blog: O nome do
dono da fazenda era Seu Antonio Barbosa.
Fontes: Blog Arambaé, blog da Alcinéa, Wikipédia
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Do Fundo do Baú: AMIGOS NA PRAÇA VEIGA CABRAL
A fotografia abaixo, foi tirada pelo historiador Nilson Montoril, numa manhã de domingo, ano de 1968, na Praça Veiga Cabral, em Macapá/AP.
Após a missa dominical vários amigos reuniram-se no
primeiro banco, próximo ao Cruzeiro.
Nele
aparecem, em pé, a partir da esquerda: Adalberto do Carmo
Pinto, Wanderley Escoteiro,
Nilson Montoril de Araújo e José Cabral de
Castro. Sentados: José Jeová Freitas Marques e José da Silva Fontoura.
Observem que a imponente mangueira que existia no meio da Rua São José, em frente ao 1º prédio da então Prelazia de Macapá ainda estava ereta. Mais à direita, após a entrada do Cine João XXIII, vê-se a residência da Dona Raimunda Marques Picanço e na frente dela a Rural Willys do José Maria Papaléo Paes, chefe do Serviço de Água e Esgoto, na época ligado a Divisão de Obras(Secretaria de Infraestrutura). Ele era genro de Dona Dica.
Observem que a imponente mangueira que existia no meio da Rua São José, em frente ao 1º prédio da então Prelazia de Macapá ainda estava ereta. Mais à direita, após a entrada do Cine João XXIII, vê-se a residência da Dona Raimunda Marques Picanço e na frente dela a Rural Willys do José Maria Papaléo Paes, chefe do Serviço de Água e Esgoto, na época ligado a Divisão de Obras(Secretaria de Infraestrutura). Ele era genro de Dona Dica.
Bons tempos! Felizmente
todos ainda estão vivos. (Nilson Montoril)
Fonte: Facebook - texto e foto do historiador Nilson Montoril.
Fonte: Facebook - texto e foto do historiador Nilson Montoril.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Do fundo do Baú: Nos bons tempos da Escola Normal de Macapá
Encontramos e reproduzimos essa raridade, no Baú Histórico, do amigo Nilson Montoril(*).
Nas imagens, a professora Predicanda Amorim Lopes(vestido escuro e óculos), então
Diretora da Escola Normal de Macapá, e diversas alunas do educandário, cercam a
aluna Helena Alencar e o
aluno José Ubirajara de Souza, que
desfilariam em bicicletas no dia 7 de setembro de 1950.
Segundo
a professora Maria
Helena Amoras essa
foi
a primeira turma da Escola Normal que ela participou e confirma: José Ubirajara de Sousa, e suas irmãs Deusarina e Creusa; Odete Barreto, Maria de Nazaré (filha da diretora Predicanda); Terezinha e Nazaré Guedes; Margarida, Helena Alencar; Maria Jose Pontes
Barata, Maria Olinda Frazão; Corina Amoras de Araújo Josefa Jucileide, etc.....
(*) professor,
historiador, radialista e blogueiro amapaense.
Fonte: Blog
Arambaé
domingo, 4 de maio de 2014
Antiga Olaria Territorial
Assim eram as instalações da antiga Olaria Territorial, montada pela primeira administração do Território Federal do Amapá, para a produção de peças em barro destinadas às obras públicas governamentais.
Nesta foto rara, dos anos 40, vemos o prédio da antiga Olaria Territorial, em fase de montagem, com o telhado parcialmente coberto.
Situava-se na região, entre as Avenidas Cora de Carvalho e Padre Júlio Maria Lombaerd e as ruas General Rondon e Eliezer Levy, no centro da cidade.
(Foto extraída do blog Arambaé - do historiador e professor Nilson Montoril de Araújo)
A entrada do pavilhão ficava na
parte alta do terreno.
A parte que vemos em primeiro plano
corresponde aos fundos do pavilhão próximo ao Igarapé da Fortaleza.
Vasos, ladrilhos e outras peças produzidas pela Olaria Territorial, eram pintadas com motivos marajoaras, pelo artista plástico R. Peixe.
No térreo do prédio da Olaria, estavam instalados os fornos para queima de tijolos, telhas, ladrilhos e manilhas, que usavam lenha como combustível.
O igarapé da Fortaleza passava onde hoje é a Av. Padre Júlio.
Nesta foto, sem data, de um recorte de jornal, que parece ser do órgão oficial do governo do Amapá, vemos imagem do novo forno da Olaria Territorial. Acreditamos que seja uma das obras do Governandor Ivanhoé Martins. Foto compartilhada pelo amigo Sebastião Ataíde.
Aqui vemos, reunidos, trabalhadores da antiga Olaria Territorial.
Nota do Editor - As fotos de pessoal, pertencem ao álbum da Família Franco, e foram compartilhadas, via e-mail, com o blog Porta-Retrato pela senhora Miranilde Souza, viúva(2ª esposa) do desportista José Maria Franco, a quem agradecemos.
O Sr. Raimundo das Mercês Franco, que foi administrador da Olaria, era pai dos saudosos irmãos José Maria e do jornalista Haroldo Franco, (ambos falecidos) e de Olopércio Franco, que reside em Recife-PE.
A Olaria Territorial de Macapá, inaugurada em 13 de setembro de 1950, produziu diversas peças de cerâmica. Moldadas a partir do barro, depois de queimadas, eram adquiridas pelos primeiros moradores de Macapá. Ainda hoje, nas estruturas das casas antigas, podem ser encontrados muitos materiais produzidos na Olaria Territorial.
Na foto anterior, vemos telhas côncavas, do tipo Colonial, secando nas prateleiras, aguardando cosimento.
E na foto acima, são os tijolos que secam, nas prateleiras.
Nestas prateleiras secam vasos e manilhas feitos em barro, pela antiga Olaria Territorial.
Aqui vemos, em imagens dos anos 50, homens carregando barro, sob o comando de Raimundo das Mercês Franco, administrador da Olaria.
Aqui, na mesma época, aparecem crianças trabalhando a Olaria Territorial, em Macapá. Uma das finalidades da Olaria era contratar jovens estudantes para prestarem serviços durante 3 horas, ganhando meio salário mínimo.
As telhas planas, desta foto, eram do tipo francesa, modelo MARSEILLE.Vasos, ladrilhos e outras peças produzidas pela Olaria Territorial, eram pintadas com motivos marajoaras, pelo artista plástico R. Peixe.
No térreo do prédio da Olaria, estavam instalados os fornos para queima de tijolos, telhas, ladrilhos e manilhas, que usavam lenha como combustível.
O igarapé da Fortaleza passava onde hoje é a Av. Padre Júlio.
Nesta foto, sem data, de um recorte de jornal, que parece ser do órgão oficial do governo do Amapá, vemos imagem do novo forno da Olaria Territorial. Acreditamos que seja uma das obras do Governandor Ivanhoé Martins. Foto compartilhada pelo amigo Sebastião Ataíde.
Aqui vemos, reunidos, trabalhadores da antiga Olaria Territorial.
Nota do Editor - As fotos de pessoal, pertencem ao álbum da Família Franco, e foram compartilhadas, via e-mail, com o blog Porta-Retrato pela senhora Miranilde Souza, viúva(2ª esposa) do desportista José Maria Franco, a quem agradecemos.
O Sr. Raimundo das Mercês Franco, que foi administrador da Olaria, era pai dos saudosos irmãos José Maria e do jornalista Haroldo Franco, (ambos falecidos) e de Olopércio Franco, que reside em Recife-PE.
Fonte: Historiador Nilson Montoril de Araújo – blog Arambaé
(Post repaginado em maio de 2014)
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MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ
No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...



























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