quinta-feira, 29 de maio de 2014

Do Fundo do Baú: Duas pérolas do Baú do Biracy Guimarães

Duas pérolas compartilhadas pelo amigo Biracy de Jesus Guimarães são mostradas hoje aos leitores do Porta-Retrato:
A primeira é uma foto minha (João Lázaro), que nem sabia. 
O Biracy registrou um trabalho que eu fazia ao microfone, no dia 13 de setembro de 1985, na Av. FAB, ainda na época do Território Federal do Amapá. Eu estava com 37 anos de idade e trabalhava na Prefeitura de Macapá. Sinceramente não lembro de nada.  
Se eu não estiver enganado, nessa época o Governador do Amapá era o Dr. Jorge Nova da Costa e eu fui convidado pelo jornalista Paulo Oliveira - Assessor de Comunicação Social do Governo, na época - para ser o locutor oficial da solenidade, no Dia da Pátria, em frente ao palanque oficial.
Se o próprio Paulo Oliveira se lembrar, pode confirmar ou corrigir a informação. 
Nesse dia eu não estava fazendo a cobertura para Difusora não.
E na segunda foto, um raro encontro de dois grandes amigos.
O saudoso Pedro Afonso da Silveira, o mais versátil radialista que conheci em Macapá. Lia as crônicas assinadas pelo jornalista Alcy Araújo, com uma interpretação impecável. Ele dava vida ao texto do Tio Alcy, que nem o próprio autor conseguia dar. 
Ao lado do Pedro, no velho bar do Abreu - o barbudo - é o sociólogo, poeta e músico, Fernando Canto que completa neste 29 de maio, "suas sessenta risonhas primaveras", como diria o próprio Pedro Silveira, no "Carnet Social - o programa da família amapaense", na Rádio Difusora de Macapá. 
Os saudosos, Pedro Silveira e Benedito Andrade, foram os dois locutores que me ensinaram a fazer rádio, a partir de 1964.

Um comentário:

  1. Pedro Afonso da Silveira conheci quando menino, no program o Clube do Guri. Creio ser este o nome. Fui receber um prêmio, por ter vencido uma espécie de maratona. Estava vestido de lobinho. Ele fez algumas graças, parabenizou e disse Sempre Alerta. E retruquei: Sempre Alerta quem diz é escoteiro. Sou Lobinho. O nosso lema É o Melhor Possível. E sem perder o boníssimo humor, disse: então fique alerta o melhor possível. Depois, quando retornei do Rio de Janeiro, após 12 anos longe de Macapá, o reencontrei no Bar do Abreu ao lado da Cobal, hoje Sebrae, no Laguinho. Ele já estava aposentado. Eu lembrava dele. Tinha respeito pelo aquele senhor. E depois de algumas cervejas (nessa época eu bebia bem), começou a gozação, quebrou o gelo e passamos a ser bons amigos. Bebemos alguns andares de cerveja. Depois foi chegando Tio Alcy, Segura o Balde, Isnard Lima e outras personalidades saudosas. Uma viagem maravilhosa através desta foto.

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