quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Falecimento: Morre em Belém, aos 65 anos, o amapaense CARLOS TEIXEIRA

Faleceu na manhã desta quinta-feira, 26/10, em Belém do Pará, o empresário Carlos Teixeira. Ele já vinha enfrentando problemas cardíacos e estava em tratamento médico numa casa de saúde, mas não resistiu.
Foto:: Reprodução - blog da Alcinéa Cavalcante
Carlos da Silva Teixeira nasceu em Macapá, Estado do Amapá, no dia 03 de junho de 1952. Filho do casal de pioneiros do Amapá, Leopoldo (in memoriam) e Graça Teixeira.
Iniciou seus estudos primários na Escola Paroquial São José e Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Concluiu o ginasial no Colégio Amapaense. Em 1975, formou-se Técnico em Administração no CCA – Colégio Comercial do Amapá.
Começou sua carreira profissional ainda garoto aos 10 anos de idade no Posto Guarany de propriedade da família. Desde jovem demonstrava ter habilidade nata para os negócios. Conciliando os estudos com as atividades empresariais do grupo de empresas dos seus pais, os pioneiros Leopoldo (Graça) Teixeira. Em 1970 assume a gerência da AUTOMAC, revenda Volkswagen no Amapá. Empreendedor arrojado, em sociedade com seu irmão Aluízio Teixeira, funda a Moto H – Motocicletas LTDA, concessionária Honda no Estado do Amapá. Sempre proativo e, latente veia de empreendedor visionário, funda também, a Automac Locadora de Veículos LTDA e Automac Construtora LTDA, para atuar no ramo da construção civil.
De 1981 a 1983, é eleito presidente da    ACIA - Associação Comercial e Industrial do Amapá.
De 1981 a 1984, é nomeado pelo governador da época, Vogal da JUCAP – Junta Comercial do Amapá. Ainda nesse mesmo ano, é eleito presidente da UNIAMAZÔNIA  - União da Concessionárias Volkswagen da Amazônia, por dois mandatos. Após a morte de seu pai em 1982, juntamente com o irmão Aluízio Teixeira, criam o Activa Parque, em Ananindeua, no Pará, um loteamento comercial e industrial, cuja rua principal, leva o nome do seu pai, Leopoldo Teixeira.
Carlos Teixeira foi ainda Diretor-executivo de uma conceituada concessionária de veículos em Belém.
Era casado atualmente com Vera Bisi. Tem 02 filhas, Rafaela do Primeiro casamento e Vittoria do atual matrimônio.
CARLOS TEIXEIRA, foi um dos fundadores do Instituto Memorial Amapá, e, por esses feitos, foi justamente homenageado como um notável edificador do Amapá.
Nossas condolências à família enlutada!
Fonte: Memorial Amapá

Foto Memória de Macapá: Baluarte lateral norte da Fortaleza de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, relembra um registro do baluarte do lado norte da Fortaleza de São José de Macapá, antes dos anos 50.
Esse baluarte situa-se sobre o portão lateral que dava para o Igarapé da antiga Doca da Fortaleza, conforme ilustra nossa foto abaixo, com destaque.
É nítida a imagem de parte do Igarapé da Fortaleza, antigo Igarapé do Igapó, ou mais precisamente a Doca da Fortaleza, nessa relíquia que foi compartilhada pelo amigo Altamir Guiomar, em sua página no Facebook.
Clique na imagem para ampliar e ver melhor
Altamir Guiomar edita uma página sobre a ICOMI, com valiosas lembranças da vida naquela importante empresa de mineração.
E hoje ele nos manda mais uma relíquia de seu acervo pessoal, a quem nós agradecemos.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Foto Memória da Comunicação do Amapá: Equipe de antigos servidores da Tv Amapá – Canal 6

Trazemos hoje para os amigos leitores do Porta-Retrato, um registro da Memória da Tv Amapá, em seus primeiros anos de funcionamento.
Foto compartilhada pelo amigo Bira Matias, em sua página no Facebook. Bira foi por 16 anos funcionário da Tv. Amapá e hoje integra a equipe do complexo Diário do Amapá, sob o comando do jornalista Luiz Melo.
Foto de 1978 com antigos integrantes da emissora, em frente ao primeiro prédio da TV Amapá, na Av. Ataíde Teive entre Leopoldo Machado e Hamilton Silva.
Em pé: Maria Lima (operadora de VT e sobrinha do Damião Jucá); Bira Matias, (Aux. Administrativo), Inetty Isacksson (Op. de VT); Fátima Guimarães (Gerente da Tv Amapá); atrás (de boné) Damião Jucá, (chefe de operações); Humberto Moreira (apresentador de Esporte); Alcino (vigilante) e Benedito Andrade (apresentador de telejornal); 
Agachados: Júlio Duarte(cinegrafista) e Sebastião Oliveira (apresentador de telejornal).
Desses, apenas Júlio Duarte, (aposentado) continua prestando serviços terceirizados à emissora. 
Dos amigos da foto apenas Benedito Andrade já está no plano espiritual. 
Boas lembranças!!!
Informações do amigo Ubiratan Matias, a quem agradecemos a deferência!
Descrição Histórica - A TV Amapá é uma estação de televisão brasileira sediada em Macapá, capital do estado do Amapá. Opera nos canais 6 VHF e 28 UHF digital e é afiliada da Rede Globo. Faz parte da Rede Amazônica, um complexo de emissoras de rádio e televisão espalhadas pelo norte brasileiro (exceto nos estados do Pará e Tocantins), fundado pelo empresário Phelippe Daou.
Em 1974, a TV Amapá foi criada pelo Governo do Território Federal do Amapá com objetivo de exibir todos os jogos da Copa do Mundo, prevista para junho daquele ano, sob o embalo da conquista histórica e o auge da Seleção Brasileira pelas vitórias na copa anterior. Entrou no ar pelo canal 6 e funcionou inicialmente em uma das salas da Rádio Difusora de Macapá.
Com a impossibilidade de exibir jogos ao vivo com satélite da EMBRATEL (o motivo foi ausência da recepção dos sinais de TV de outros centros, porque o sistema em uso na Embratel-Macapá não se adequava a esse tipo de operação), a única opção foi a transmissão dos jogos em gravação em VT (vídeo tape). Para isso, o Canal 6 fez parceria com a TV Guajará de Belém.
A Guajará exibia as partidas da copa, ao vivo. Nos dias em que a Seleção Brasileira ia se apresentar, o avião do governo se deslocava até Belém e ali aguardava o final dos jogos para transportar a fita de VT que, imediatamente, era levada ao ar pela TV Amapá. O mais curioso é que as imagens do Canal 6 alternavam em colorido e preto-e-branco, pois a Tv paraense estreava as primeiras imagens a cores. No entanto, o Brasil terminou a participação da copa sendo eliminado pela Holanda.
Após o final da Copa de 74, a emissora firmou convênio com a Rede de Emissoras Independentes (lideradas pela TV Record) de São Paulo e exibiu a programação da nova rede até sair do ar em outubro.
Entre os pioneiros da TV Amapá, mantidos após 1974, destacam-se Corrêa Neto, Hélio Pennafort (responsável pela produção dos primeiros documentários da emissora), Damião Jucá de Lima (cinegrafista, operador, motorista, iluminador e técnico), Sebastião Oliveira e Humberto Moreira.
A emissora do governo foi adquirida pelo jornalista Phelippe Daou, proprietário da Rede Amazônia de Rádio e Televisão, com sede em Manaus. Os equipamentos, que funcionavam em uma das salas da Rádio Difusora de Macapá, foram transferidos para um local bem mais espaçoso, na Avenida Ataíde Teive, 1282, no bairro do Trem, onde uma casa foi adaptada para sede da emissora.
Voltou ao ar em 22 de dezembro em caráter experimental e foi reinaugurada em 25 de janeiro de 1975, pelo jornalista Phelippe Daou e autoridades locais e nacionais.
A quinta emissora da Rede Amazônia de Rádio e Televisão, manteve programação da TV Record até metade do mesmo ano, quando passou a exibir de forma independente as programações das TVs Bandeirantes e Globo, que posteriormente anos mais tarde se transformam em rede.
Em 13 de setembro de 1978, foram inauguradas no mesmo dia, as TVs Oiapoque (Oiapoque) e Cabralzinho (Amapá), primeiras repetidoras no interior do Território.
Em 1981, muda novamente de endereço: sai da Avenida Ataíde Teive, 1282, no bairro do Trem é vai para a Rua Diógenes Silva, 2221, bairro do Buritizal, após a construção da nova sede da emissora, onde funciona até hoje.
Em 1982, foi a primeira da Rede Amazônica a deixar a Rede Bandeirantes e passar a exibir totalmente a programação da Rede Globo, mantendo-se afiliada até hoje.
Em 2010, houve a estadualização dos sinais das emissoras da Rede Amazônica em seus respectivos estados, e cada emissora em seu estado de origem envia a programação local para seus próprios municípios (antes as emissoras do interior dos estados cobertos pela Rede Amazônica recebiam a programação originada pela TV Amazonas, de Manaus). Com isso, a TV Amapá ganhou um sinal de satélite próprio no BrasilSat B4 (atualmente no StarOne C3) para essa finalidade.
Em 2011, a sede da emissora passa por reformas para receber sinal digital e modernizar os estúdios. Já sobre sinal digital, a emissora prevê que o sinal pode alcançar três municípios: Macapá, Santana e Mazagão.
Em 2 de agosto, foram iniciados os primeiros testes para a implementação do sinal digital da emissora.
Em 1º de junho, acontecem dois eventos pela inauguração do sinal digital através do Canal 28 UHF. A emissora é uma das primeiras a operar em Full HD (a resolução máxima da TV digital).
Em 3 de janeiro de 2015, a TV Amapá e todas as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar o nome de suas filiais, passando a utilizar apenas a nomenclatura da rede. O objetivo disto é integrar todas as emissoras, de forma a fortalecer a marca e padronizar a qualidade da programação. Com a unificação da marca, as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar seus nomes próprios nas vinhetas e na divulgação dos seus programas, sem, no entanto, mudar de nome.
Em 2 de outubro de 2017, o telejornal Amapá TV das 12 hs passou a ser chamado de Jornal do Amapá 1ª Edição e consequentemente o telejornal noturno passou a ser Jornal do Amapá 2ª Edição. 
(Fonte consultada: Wikipédia)

domingo, 22 de outubro de 2017

Foto Memória da Política Amapaense: Reunião do Dr. Amilcar Pereira com as lideranças políticas do Amapá

O amigo jornalista Ernani Marinho, pública em sua página no Facebook, foto rara de um momento histórico da política do Amapá.
O fato já foi noticiado pelo Porta-Retrato, em 2011, num post anterior ilustrado com uma foto enviada ao blog pelo jornalista Elson Martins.
Aproveitando a oportunidade da publicação dessa nova foto, voltamos ao assunto com mais detalhes narrados pelo próprio Ernani, de como tudo aconteceu:
Resumo Histórico: Janary Nunes e Amilcar Pereira, desde a instalação do Território Federal do Amapá, sempre navegaram os mesmos rios e igarapés, no mesmo barco, sob o comando do primeiro.
Amilcar era o grande nome da confiança do governador. Começou como chefe do Posto Médico do Oiapoque, de onde foi levado a Macapá para comandar o Posto de Puericultura, jóia da primeira dama, indo logo a seguir dirigir a Divisão de Saúde (seria hoje a Secretaria ). Logo depois virou Secretário Geral, com a saída de Raul Waldez, e com a ida de Janary para a Petrobrás, tornou-se governador.
O acidente que vitimou o deputado federal Coaracy Nunes e o seu suplente Hildemar Maia, provocou nova eleição no Amapá, com Amilcar Pereira deixando o governo para se eleger o novo deputado amapaense.
Quando Amilcar deveria renovar o seu mandato, Janary, já fora da Petrobrás e da embaixada da Turquia, reivindicou para si, pela sua liderança, a condição de candidato natural, com o que não concordou Amilcar e o seu novo líder, o governador Raul Waldez, que fora o primeiro Secretário Geral da era janarista. E aí aconteceu o inevitável: o rompimento Janary x Raul Waldez/Amilcar. 
Postas as duas candidaturas (Janary x Amilcar), estabeleceu-se, em 1962, uma campanha política duríssima que o Amapá jamais conhecera.
Sacramentado o rompimento e postas as candidaturas, os candidatos passaram a buscar apoio, como na foto abaixo, com o deputado Amilcar Pereira reunido com lideranças estudantis."
"A partir da esquerda, de costas Haroldo Franco, presidente da UECSA; ao lado dele o José Mendes  Machado que era conhecido como Machadinho, seguido do Ernani Marinho e o saudoso Guioberto Alves, secretário geral e diretor de esportes da UECSA, respectivamente, e logo depois do deputado, de óculos, José Aldeobaldo Andrade, do Grêmio Acelino de Leão, da Escola Técnica de Comércio, e João Moreira, presidente do Grêmio Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense.
A reunião, foi na residência do prefeito Otávio Oliveira, nomeado por Raul Montero Valdez, então governador do  TFA, na época.
A antiga casa do Prefeito, situava-se num prédio na esquina da Rua Eliezer Levy com Mendonça Furtado, ao lado do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no  Centro de Macapá.
O prefeito era o Otávio Oliveira e o Machado administrava a residência.
Não aparecem nessa foto o Carlos Nilson Costa, Nestlerino Valente e Arthur Raphael que estavam na reunião."
Na foto abaixo temos uma visão geral de todos os participantes da reunião com o candidato Amilcar Pereira:
Da esquerda para a direita: Nestlerino Valente, Guioberto Alves, Isnard Lima, Guilherme Jarbas, João Moreira(atrás), Carlos Nilson, Ernani Marinho, Aldeobaldo, Deputado Amilcar Pereira, Nazaré Guedes (atrás do Dr. Amilcar Pereira), Haroldo Franco, Prefeito Otávio Oliveira, professor Nogueira(atrás) e Elson Martins e a moça sentada à frente dessa turma: Sônia Costa (irmã do Carlos Nilson).
Haroldo Franco  (presidente), Guilherme Jarbas (vice-presidente), Ernani Marinho (secretário-geral), José Aldeobaldo Andrade (primeiro secretário), Guioberto Alves (segundo secretário) e Carlos Nilson (diretor Cultural) compunham a diretoria da UECSA. João Moreira era presidente do Gremio Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense, Isnard Lima, presidente do Gremio Barão do Rio Branco, do IETA, e Elson Martins e Nestlerino Valente comandavam os jornais Lider (da UECSA) e Castelo (do Colégio Amapaense. (Ernani Marinho).

sábado, 14 de outubro de 2017

Foto Memória do Jornalismo Amapaense: Jornalistas de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, relembra os bons tempos de dois grandes amigos da imprensa amapaense!
Foto: Reprodução - Facebook
Registro fotográfico histórico de novembro de 1984 dos jornalistas Leonardo Trindade e Luiz Melo, no Estúdio da TV Amapá, no programa Câmera Aberta.
Imagem reproduzida da página do Leonardo, no Facebook.
Fonte: Facebook

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Solenidade no Trem Desportivo Clube

Fotos Memória de hoje são do Trem Desportivo Clube.
Registros de uma solenidade nos anos 60, com membros da Diretoria do Trem Desportivo Clube.
A partir da esq.: Srs. Rosendo Góes; Manoel Sebastião; radislista Cristina Homobono; Srs. Raimundo Oliveira (Camarão) e Benedito Malcher.
A partir da esq.: radialista Cristina Homobono; Srs. Raimundo Oliveira (Camarão); Benedito Malcher e Manuel do Rosário (Cametá).
Fonte: Facebook

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Foto Memória: Família Redig

Apresentamos hoje mais uma Foto Memória da Família Redig: outro registro fotográfico raro e histórico, que a amiga Graça Redig, compartilha na página do Memorial Amapá, no Facebook:
Da esquerda para direita de quem olha: Por trás os filhos Antônio, Graça  e Nelma Redig.
À frente junto com os pais: Lélio, Arnoldo, seu Aurelino, Lília e a Professora Neli tendo ao colo o menor Aurinélio Redig.
Fonte: Facebook

sábado, 7 de outubro de 2017

Foto Memória de Macapá: O Pioneiro Heráclito Juarez Filho

Foto: Reprodução / Facebook
Há exatos 95 anos, nascia em Alagoas, em 7 de outubro de 1922, o pioneiro Heráclito Juarez Filho, filho de Heráclito Juarez de Araújo e Silva e Rosa Lima de Araújo e Silva; era o quarto filho de uma lista de oito, composta por 5 homens e 3 mulheres.
No início do ano de 1944, construiu um pequeno abrigo, às margens do rio Lipo-Lipo, afluente do rio Santana. Cinco anos depois, em 1949, mudou-se para um local que permitia melhor calado para ancorar embarcações do tipo regatão, comum naquela época.
No novo local, começou com a compra de borracha, na forma de bolão e pele, além de sernambi, todos comercializados em Belém do Para.
No porto próprio que construíra, em uma espécie de troca de mercadoria, embarcava castanha, abacaxi, ucuúba, entre outros, e em troca, recebia produtos de estiva como: açúcar branco, açúcar moreno, sal, aguardente, fósforo, entre outros que supriam as necessidades da família e de seus fregueses. Também tinha compra regular de madeira, tipo dormente, juntados em jangadas, para serem usados na construção, e depois manutenção da Estrada de Ferro do Amapá.
Em 1954 mudou-se para a sede do município de Afuá, para dar oportunidade ao primeiro filho, que precisava ir para a escola regular que só era oferecido, naquela época, na sede do município.
Em 1959, depois da conclusão do Curso Primário do primeiro filho mudou-se com toda a família para Macapá, tendo como principal motivação o Exame de Admissão, pré-requisito para que houvesse o ingresso ao Curso Ginasial. Chegou à cidade, na madrugada do dia 11 de dezembro de 1959, para morar no bairro do Elesbão, onde hoje é a esquina da Avenida Pedro Baião com a Rua São José, no começo do bairro Santa Inês.
Heráclito Juarez Filho sempre foi comerciante. Desde o começo, na confluência do rio Lipo-Lipo com o rio Santana, em 1944, já usava uma pequena montaria com motor de popa marca Penta, de 4 e ½ cavalos, que depois foi trocado por um motor Johnson de 8 cavalos e, mais tarde por um Penta de 12 cavalos, na poupa de uma “batelão” de madeira, com capacidade de uma tonelada, para transportar os produtos da floresta para a cidade de Afuá e de lá trazer, produtos de estivas para comercializar com os seus clientes, fornecedores dos produtos da floresta e aqueles que eram catados nos rios, como maracujá, camocim, xuru, juntamente como ucuúba, apanhado de paneirinho de cabo.
Quando chegou à sede do município de Afuá alugou uma embarcação de 12 toneladas a vela, de nome “Maria Santíssima”, com a qual começou a fazer o regatão entre Belém e Afuá, e entre Macapá e Afuá. Mais tarde comprou a referida embarcação, que foi substituída por outra maior, de 26 toneladas, na qual colocou o nome de “Iate Juarez”.
No começo de 1970, já com os três primeiros filhos matriculados em cursos superiores em Belém do Pará, comprou uma casa que servia de apoio aos filhos estudantes e à toda a família, na capital paraense.
Heráclito Juarez Filho morreu em Belém do Pará em 03 de dezembro de 1973, aos 51 anos, depois de perder a luta contra uma arteriosclerose que venceu também os médicos e paramédicos da Beneficente Portuguesa, em Belém do Pará, deixando a esposa Raimunda Pureza Juarez e 12 filhos: 9 homens e 3 mulheres.
Seu corpo foi sepultado em Macapá no dia 6 de dezembro de 1973, e descansa em Paz no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade.
Texto de Rodolfo Juarez, adaptado ao Porta-Retrato. 
Rodolfo é primogênito do biografado.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaenses: Outros Pioneiros do Amapá Clube

Mais uma Foto histórica do Amapá Clube, nos bons tempo do futebol amapaense!
Nas imagens de nossa Foto Memória de hoje, estão a partir da esquerda os atletas rubronegros: 
Membeca; Suzete; Boró; Armando Pontes e Mucuin (Estácio Vidal Picanço).

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Pioneiros do Amapá Clube

Mais uma Foto Memória do arquivo pessoal do desportista Boró.
Reunidos debaixo de árvores na área por trás da Fortaleza de São José de Macapá, vemos os desportistas do Amapá Clube: José Maria de Barros; Francisco Gonçalves de Araújo, Pintor; Avertino Accioli Ramos, Lavareda e Boró.
Ao fundo o majestoso rio Amazonas, em frente à cidade de Macapá-AP.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Pioneiros do Amapá Clube

Segue mais uma relíquia histórica do acervo do Boró.
Nossa Foto Memória de hoje, foi tirada no interior da sede do Amapá Clube, na Av. Presidente Vargas.
A partir da esquerda, o zagueiro Luiz Melo; ao meio Boró e à direita o desportista Olivar Craveiro, todos do Amapá Clube.
Segundo o historiador Nilson Montoril, Luiz Melo - que era servidor da Guarda Territorial - foi um ótimo jogador de futebol, que também atuou pela seleção amapaense de 1950, contra a seleção paraense, pelo campeonato nacional entre estados e territórios.
Agradecemos aos amigos Nilson Montoril, Humberto Moreira, Obdias Araújo e Haroldo Pinto por nos auxiliarem na identificação dos personagens das imagens.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, é de outro time amapaense, também glorioso e de grandes conquistas: Esporte Clube Macapá. 
É parte do acervo do Boró, que passou pelo azulino da Av. FAB.
A partir da esquerda: Edésio; Guilherme; Boró; Wilson Sena; Expedito Pinheiro dos Santos; Paulo Rodolfo; Papagaio e Nilde Abdon.
Agachados: Enildo; Batintim; Jonas Banhos; Fernando Dentinho; Lelé; Aderbal e Roque Torres.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Onzena do Amapá Clube

Nossa Foto Memória de hoje, relembra uma formação do Amapá Clube, nos tempos áureos do alvinegro da Presidente Vargas.
É uma relíquia do acervo particular do saudoso desportista Boró:
Estão nas imagens a partir da esquerda: Passarinho (Francisco), Jackson Alencar, Raimundo Bode, Cabeça, Cabral e 91
Agachados: Aracatizinho, Aracati, Sérgio, Adão e Boró.
Colaboraram na identificação dos atletas: o alfaiate e ex-atleta Vadoca e seu filho Valdo, com a interveniência do jornalista Édi Prado, parceiro do Porta-Retrato, a quem agradecemos.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Amapá Clube - Campeão Amapaense de 1979

Nossa foto Memória de hoje é um registro do Time do Amapá Clube, Campeão Amapaense de 1979.
Estão nas imagens, a  partir da esquerda em pé: Dóris, Totonho, Baraquinha, Alemão, Vivaldo e Faustino.
Agachados: Lavico, Davi, Marcelino, Zeca, Ferreira e Antúsio.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Onzena do Esporte Clube Macapá

Trazemos hoje mais uma Foto Memória do Esporte Amapaense, desta feita do acervo de outro desportista de Macapá.
Extraímos da página do amigo Acelino Ferreira, no Facebook, esta relíquia histórica com imagem do Esporte Clube Macapá, no ano de 1987, que apresenta o time do azulino da avenida FAB, sob o comando do técnico Dutra.
A postagem original aconteceu em setembro de 2014.
Por ser uma cópia impressa, a qualidade encontra-se comprometida, razão pela qual pedimos nossas desculpas, por não termos conseguido deixá-la mais visível.
Clique na imagem para ampliá-la e visualizar melhor
A partir da esquerda temos em pé: Jonas, Macapá, Merica, Acelino, Vitor Jaime e Dida:
Agachados: Valdez, Vasconcelos, Juca, Gilberto (Ligeirinho) e Valdir.
Fonte: Facebook

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Fotos Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá , em Cametá-PA

Nossas Fotos Memórias de hoje, foram compartilhadas com o blog pelo amigo Flávio Gaia, direto de Cametá, município do Estado do Pará, via Facebook.
São raros registros do valoroso time do Esporte Clube Macapá, quando visitou Cametá, para jogar com o Comercial Esporte Clube, em 1949.
Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor
Na primeira foto a partir da esquerda: Mair Bemergui, Bibito, Sabazão, Guilherme Caneta, (não idedntificado), Bianor, Aristeu, Ismael e Amujacy.
Agachados: Perigoso, (não identificado), Mafra, Pigmeu, Avertino Ramos e Falconeri.
Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor
Na foto acima, time do Esporte Clube Macapá, desfilando em Cametá/PA.
Fonte: Flávio Gaia (Cametá)

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

ESPECIAL - Macapá chora a morte de Zeca Eletricista

O pioneiro Zeca Eletricista, cujo nome de batismo era José do Carmo Tavares, filho de José Rosa Tavares e Maria do Carmo Tavares, nasceu na casa dos pais, em março de 1928, sendo "aparado" por Luzia Francisca da Silva, a Mãe Luzia. Em 2018, completaria 90 anos. 
A partir da esq.: à frente: Jangito (sentado), em pé: Ana, Quitéria, Lourivalda (Lurica-falecida) e Tereza. 
Atrás estão:  Biló, Joanice, Zeca Tavares e Faustino (falecido).
Irmão de João do Carmo Tavares (Jangito), Faustino e Biló, destacados atletas do futebol amapaense. Era também irmão da Tereza e da Dona Quitéria, que trabalharam com os Irmãos Zagury. (vide foto acima)
“Seu” Zeca Tavares veio ao mundo no Largo dos Inocentes, o recanto mais populoso de Macapá. Os antigos moradores de Macapá diziam, que ali tinha tanta gente, que parecia um formigueiro. 
Foi aluno da Escola Primária de Macapá e começou a trabalhar cedo.  
Na Prefeitura de Macapá aprendeu o ofício de eletricista e prestou relevantes serviços à Comuna Macapaense. “Seu”José Tavares não era de jogar conversa fora. Foi torcedor do América Futebol Clube, do Rio de Janeiro, mas se desencantou com o clube. Chamá-lo de Zeca Americano era um desaforo. 
Ele e a Tia Lucy, sua esposa foram pessoas estimadas. Ela, festeira do marabaixo e tacacazeira famosa. Após a morte da Tia Lucy, “seu” Zeca Eletricista perdeu o ânimo pela vida. 
No último sábado, (antes da morte dele) foi visto sentado no banco branco existente no pátio de sua casa. O mesmo que aparece na primeira foto que ilustra esta postagem. Parecia cansado e tirando um cochilo.
José do Carmo Tavares, que era diabético, faleceu na quinta-feira 14 de setembro de 2017, por complicações da doença, e foi enterrado no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.
Texto de Nilson Montoril, (adaptado ao Porta-Retrato) publicado originalmente, na íntegra, na página do grupo MMM - MEIO DO MUNDO MACAPÁ, no Facebook.
Com informações complementares do Jornalista João Silva.
Fonte: Facebook

sábado, 9 de setembro de 2017

Foto Memória de Macapá: Premiação a Pecuaristas no Parque de Exposição, em Fazendinha-AP

Mexendo em meus arquivos de memória, em busca de matéria para o blog Porta-Retrato, encontrei umas fotos que me foram enviadas pela amiga Sarah Zagury. 
Duas delas, que registram as atividades da Exposição de Animais e Produtos Econômicos que eram realizadas na Fazendinha, no início do Território do Amapá.
Todas duas da década de 50. 
Na primeira, o saudoso Casemiro Lino Dias, em uma solenidade na Fazendinha, recebe, em nome do Sr. Moisés Zagury, o troféu como prêmio pela produção de Leite, conquistado pela vaca Torina. A informação é do amigo Abraham Zagury.
Na segunda foto, pecuaristas premiados pela excelência de seus plantéis, recebem troféus, em frente ao palanque oficial da Exposição de Animais, na Fazendinha.
( Clique na imagem para ampliá-la e ver melhor )
Entre os perfilados somente conseguimos identificar a partir da esquerda o Sr. Joary Barriga; o 4º Dr. Armando Limeira Andrade (dentista); seguido do Coronel Arlindo Correia (de camisa escura); e na sétima (penúltima) posição o Sr. Casemiro Lino Dias.  Os demais senhores não foram reconhecidos.
No palanque oficial de óculos, a Sra. Meryan, tia dos irmãos Abraham e Sarah Zagury, que estão com ela, ambos, ainda crianças.  Um pouco mais à direita, uma senhora não identificada, tendo ao lado as professoras Maria Façanha e Maria das Dores Correia. Os demais, ocupantes do palanque, incluindo um sacerdote barbudo, não foram identificados.        

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Foto Memória de Macapá: Inspetor Waldelor da Silva Ribeiro

Hoje o blog presta justa homenagem “in memoriam” ao pioneiro Waldelor de Silva Ribeiro, que era inspetor da Guarda Territorial do então Território Federal do Amapá, e pai do jornalista Édi Prado.
A pedido do blog, nosso ilustre parceiro aqui do Porta-Retrato nos enviou a biografia que você vai ler agora:
Waldelor de Silva Ribeiro nasceu no dia 24 de junho de 1928, na localidade de São Miguel dos Macacos, Afuá, município do Pará. Filho de Joaquina da Silva Ribeiro e Abel José Ribeiro. Era uma espécie de faz tudo. Na época os meninos eram iniciados desde cedo a aprender várias funções e ofícios, entre elas a de desenhista e pintor de barcos.
Chegou ao Amapá no dia 23 de novembro de 1949. O Território estava começando a se erguer. O primeiro trabalho de Waldelor foi como pintor na Fortaleza de São José, enquanto preparavam a documentação para entrar na Guarda Territorial, no tempo de Janary Nunes, primeiro governador e desbravador. Morava lá mesmo na Fortaleza, enquanto aprontava um barraco no Beco da Mucura, ao lado do centenário monumento.
Ele prometera que no máximo em um ano, levaria a mulher, Maria de Nazaré Prado Ribeiro, a mãe, já viúva e mais dois irmãos para Macapá.  E nas horas vagas “abria letras” para pintar os nomes das embarcações.
Além de pintor e desenhista, Waldelor possuía várias habilidades como carpinteiro, eletricista, barbeiro e por ter uma caligrafia invejável, era chamado para redigir documentos oficiais, cartazes, avisos e outros serviços burocráticos.
Em pouco tempo ingressou nas fileiras da Guarda Territorial. E com o dinheiro ganho com os “biscates”, cumpriu a promessa de levar bem antes a família para Macapá em 05 de março de 1950.
Com o desenvolvimento e a chegada de veículos foi criada a Divisão de Trânsito (Ditran) e ele foi indicado para fazer parte deste seleto grupo, responsável pela emissão da Carteira de Motorista, fiscalização do trânsito na cidade e nos interiores dos então cinco municípios: Macapá, Mazagão, Amapá, Calçoene e Oiapoque.
Ser aprovado para tirar a carteira nessa época, precisava ter domínio de dirigir nas vias, estradas e ter amplo conhecimento de mecânica e das leis de trânsito”, relembram os motoristas pioneiros.
 “Os inspetores Waldelor,  Queiroga, Dário Silva, o Peixeiro e outros pioneiros, eram osso duro de roer e nessa época não havia corrupção e ai daquele que tentasse. Era preso e ficava mais de ano sem o direito de fazer o teste para tirar a habilitação”, contam os antigos motoristas.
Aposentou-se em 1984 e faleceu, vítima de erro médico em 28 de novembro de 1989. O nome de Waldelor da Silva Ribeiro está numa extensa lista de ex-Guardas Territoriais à espera para serem homenageados com nome de uma via na cidade ou outro monumento.  “Um homem íntegro. Nunca se envolveu em escândalo. Viveu para a família e criou nove dos 10 filhos, porque um deles morreu prematuramente, com menos de um ano de idade. Chegou a concluir o então 2º grau e formou quatro filhos com curso superior. O Edevaldo de Jesus Prado Ribeiro, bacharel em direito e delegado de polícia; Elisabeth Maria Prado, professora; Édi Prado, jornalista e Elinete das Dores Prado Ribeiro, secretária executiva”, relembra a esposa, Maria de Nazaré Prado Ribeiro.
A primeira casa ficava na baixada da Mucura” (apelido de uma mulher, que mandava no pedaço, bem ao lado da Fortaleza, que depois ficou conhecida como Elesbão. Era onde se abrigavam os primeiros moradores vindos das Ilhas do Pará) “Lá funcionava um matadouro de porco, mas eram também abatidos gado, caça e funcionava como atracadouro de pescado”, relembra.
“Depois o prefeito mandou ajeitar a área e nós tivemos que mudar para o Laguinho, que estava começando com a chegada dos negros, que moravam na Favela e nas Praças Barão do Rio Branco e Veiga Cabral. Por isso chamado de bairro moreno da cidade”, narra D. Nazaré.
O Delô (como era chamado carinhosamente pela esposa), construiu ele mesmo a própria casa e mudamos para a Rua Gal Rondon, 618, em 1955, onde moro até hoje. Eu já tinha o Edilson José, Edvaldo de Jesus, Elisabete Maria e o Edevonildo  Nazaré Prado Ribeiro, (o Édi  Prado), ainda no colo. Depois vieram o Ednelson (falecido), Edival, Elinete, Waldelor Filho, o Luizinho (também falecido), Edna e Edinaldo Prado Ribeiro. O salário não era tanto, mas dava para manter a família. A vida dos meninos se resumia à escola, igreja, brincadeiras. Mas era tudo controlado. Não havia drogas, miseráveis, bandidagem e a Guarda Territorial era respeitada. Havia hora para sair e chegar em casa. Os filhos obedeciam aos pais. ”
 Como era e como está - com 90 anos - católica fervorosa, D. Nazaré acompanhou a construção da primeira capela de São Benedito e lembra da paz que reinava na cidade. “Meus meninos, com outros da vizinhança, jogavam bola na frente de casa. Carro quase não havia. O movimento começou com a construção da hidrelétrica do Paredão. Eram tratores, máquinas pesadas e caminhões que passavam diariamente levando equipamentos”, relata.
A cidade cresceu de forma desordenada. Não levaram a sério o planejamento. Cada prefeito, embora nomeado pelo governador, fazia o que dava na telha. E hoje vivemos o drama em decorrência disso,” vem recordando D. Nazaré Prado Ribeiro. Lembra ainda quea educação e a saúde eram prioridades do governo. Todo menino tinha que estar em sala de aula e o governo dava uniforme, bota, material didático e os professores eram exigentes,”.
“Lembro bem que quando construíram o hospital por volta de 1947, o pessoal comentava: para que um hospital tão grande para tão pouca gente? E é esse mesmo hospital que temos até hoje para atender não só a capital, mas todo o Estado. ”
Waldelor era um dos inspetores responsáveis para habilitar os motoristas e conceder Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Um produtor de hortaliças, gado, porco, galinhas e patos, além de fornecedor de frutas para atender ao Mercado Central, passava diariamente em frente a casa dele como trajeto de ida e volta. Um dia o dito cidadão, se envolveu num acidente e foi constatado que não tinha a CNH. Ficou impedido de dirigir enquanto não tirasse a carteira. E faltando uma semana para realizar os testes, ele parou em frente à casa do inspetor e deixou uma carrada contendo frutas, legumes, galinha, pato, porco. Um abastecimento para mais de mês. Foi colocando tudo no pátio da casa e buzinou para anunciar o grande presente. Como Waldelor não atendia ao chamado pela buzina, decidiu bater palmas. E com um sorriso maior que o caminhão, disse que era um presente. Desconfiado, Waldelor lembrou que aquele homem passava todos os dias pela frente da casa dele e nunca havia se dado ao trabalho de um "bom dia" e agora trazia presentes, às vésperas do teste para motorista?
E deu o prazo de cinco minutos para o mesmo colocar tudo de volta no caminhão sob pena de receber ordem de prisão. O vendedor tentou argumentar e Waldelor disse que agora só tinha quatro minutos. Numa ação relâmpago, o citado senhor limpou o pátio.
De quebra foi advertido que ficaria suspenso para realizar os testes durante um ano.
Era assim que funcionava o serviço público. E Waldelor da Silva Ribeiro dizia que um homem sem moral e sem caráter não honrava as calças que vestia.
Texto do jornalista Édi Prado – filho do biografado – com depoimentos de antigos motoristas da cidade e da viúva de Waldelor, professora Maria de Nazaré Prado Ribeiro, que, com idade avançada, ainda mora em Macapá. Como já foi escrito há algum tempo, o mesmo foi atualizado e adaptado ao blog, com a devida anuência do autor.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Foto Memória de Macapá: Posse do Presidente da APEATA

Foto Memória de Macapá, extraída da página do amigo Rodolfo Juarez, no Facebook. 
Trata-se do registro da posse, em 1979, do presidente da Associação dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura do Território do Amapá - APEATA, hoje Clube de Engenharia.
Na foto a partir da esquerda: João Gouveia de Paula, Claudionor Soares Barbosa, Raimundo Gomes Garcia (discursando), Rodolfo dos Santos Juarez, Manoel Ubiratan Homobono Balieiro e Joaquim de Vilhena Neto.
Fonte: Facebook

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...