quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Foto Memória da Eletricidade em Macapá:: 1ª Usina de Força e Luz de Macapá

"Acredita-se que a primeira Usina de Força e Luz da cidade de Macapá, tenha sido criada em 1937, durante a gestão do prefeito Francisco Alves Soares, que, vendo o descaso em que a vila se encontrava, providenciou a instalação de uma Usina para o melhoramento social da mesma. (Veja foto acima)
Com a criação do Território do Amapá e a chegada do primeiro governador, em 1948, a Usina foi ampliada, recebendo 04 motores Caterpillar tipo D-1700, gerando uma capacidade total de 300 KW.
Em 24 de janeiro de 1953, por determinação do governador do Território do Amapá Capitão Janary Nunes, a Usina de Força e Luz de Macapá passa a funcionar em novo local, agora mais espaçoso e com dependências adequadas para os novos motores adquiridos pelo governo amapaense. O local está situado na Travessa da Areia (atual Avenida General Gurjão, ao lado do Teatro das Bacabeiras).(veja foto baixo)
(Foto: Reprodução de arquivo)
Em princípio a usina mantinha horários especiais de funcionamento. A cidade se guiava por uma sirene que tocava às 12 h às 18 h as 21h; era o relógio da cidade.
 
(Foto compartilhada pelo amigo Heraldo Amoras, via e-mail)
Foto de 1948 - Equipe diurna da 1ª Usina de Força e Luz de Macapá.
Na foto, entre outros, estão: O Sr. Marcos Farias é o que está sentado no balcão, de camisa branca; Na frente da pessoa, em pé, de camisa listrada e de braços cruzados, o sr Vicente Barros; No lado esquerdo do sr Vicente está o Sr. Elionai Cesar da Silva.
Também estão na foto o Dr José Leônidas Lima, engenheiro da usina; Sr. José Domingos dos Santos Filho ("Seu" Santos - era o coordenador), Milton Sapiranga Barbosa-Galo, e o Justo, parente do Milton Sapiranga Barbosa.
O garoto que aparece bem na frente da turma, agachado é o amigo João Silva.
Os demais não foram identificados.
Detalhamento Histórico - No dia  24 DE MAIO de 1951, era eleita a Diretoria da Sociedade Beneficente dos Servidores da Usina de Força e Luz de Macapá, unidade operacional dos Serviços Industriais do Território Federal do Amapá, que funcionava à Avenida General Gurjão, no centro de Macapá, em terreno próximo ao atual Teatro das Bacabeiras.O mandato da diretoria teria inicio no dia 20 de junho quando ocorreria a posse dos eleitos. Eram membros da diretoria da novel entidade: Presidente-José Domingos dos Santos Filho; Vice-Presidente-Rosendo Olegário Alves; 1º Secretário-Marcos Farias dos Santos; 2º Secretário-Raimundo dos Santos Gomes; Tesoureiro- Elionai César da Silva; Comissão de Sindicância- Joaquim Miguel Ramos, Erasmo Nascimento Coelho e Juventino Felix da Silva. Fotos: Dentre os membros da diretoria identifiquei, da esquerda para a direita: Joaquim Miguel Ramos(o primeiro, em pé, após o rapaz agachado), Marcos Farias dos Santos( de branco, sentado no batente do 1º janelão),José Domingos dos Santos( o 8º, em pé, de branco,com os braços cruzados) e Leonai César da Silva( o último agachado à direita).(Nilson Montoril de Araújo)

(Texto reproduzido (com as devidas adaptações) do Facebook do historiador Nilson Montoril)
(Post repaginado em 22/08/2015, com atualizações)
Fontes: Site da CEA (http://migre.me/uIXmfBlog Luz Amapaense

3 comentários:

  1. Além dos horários citados, a sirene também tocava as 21 horas, que era a hora que todo moleque corria no rumo da casa, pois se atrazasse 10 minutos, o couro ficava ardido devida a péia.Era bonito ver a carreira da molecada quando a sirene da usina tocava as 9 da noite. A usina era ao lado da casa dos pais do João Silva, cuja família se acostumou em dormir com aquela soada o dia todo, tanto, que quando a mesma foi desativada, eles custaram a dormir com o silêncio que reinava no local. Meu cunhado Justo, Mafra, Astrogildo, Catabiu, Tiago, Flávio Guidão, Quindão, Galo, Barbosa, Seu Santos, Cici, Flexa, Periquito, trabalharam por muitos anos na UFL do TFA. Um abraço Milton Sapiranga Barbosa

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  2. Não era as 22:00 que deligava???

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  3. Era um barulho que ouvíamos lá em casa, na mesma rua General Gurjão esquina com Serafim, hoje Tiradentes, íamos muito à casa do Sr. Duca Serra, meus pais eram muito amigos do casal e tínhamos que falar bem alto, senão nínguem ouvia o que o outro falava.
    Havia o circo Garcia que ficava montado da praça, perto da Igreja Matriz. Lembro que a música era bem alto,acho que era por causa da usina.

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