quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Juventus Esporte Clube

Trazemos hoje para o Porta-Retrato, uma Foto Memória do Juventus Esporte Clube, da década de 60, do arquivo do amigo Sabá Ataide, publicada na Rede Social por Franselmo George:
Em pé: Gilberto, Wanderley, Magalhães, Biló, Zé Marques, Aroldo e Célio;
Agachados: Enildo, Orlando Torres, João Maria, Sabará e Percival.
Fonte: Facebook
INÍCIO - O extinto Juventus Esporte Clube, foi fundado por padres do Pime com ajuda de pessoas ligadas à Prelazia de Macapá. Nasceu para ser um time de jovens, inspirado na Juventus da Itália. Mas nos seus primeiros anos de fundação, para disputar a segundona do futebol amapaense, o JEC teve que ser formado não só por jovens descobertos no campo da Matriz, revelados nos campeonatos internos organizados por padres italianos. Foi enxertado com jogadores oriundos de outros clubes, como Macapá e Amapá. (João Silva)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Trem Desportivo Clube

A Foto Memória de hoje, é mais uma relíquia do arquivo histórico do amigo desportista Franselmo George. 
Trata-se de um registro fotográfico do Trem Desportivo Clube, datado de 1957.
Em pé: Chicão, Cabôco Alves, Aristeu, Vasconcelos, Guloso e Turíbio Guimarães
Agachados: Joãozinho, Vadoca, Hélio, Adãozinho e Lelé.
Resumo Histórico: O Trem Desportivo Clube foi fundado em 1 de janeiro de 1947, pelos ferroviários Bellarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter e José Banhos, além de outros.
O nome do clube é uma homenagem ao bairro onde foi fundado e a profissão exercida por seus fundadores, todos eles ferroviários. Este, por sua vez, recebeu o nome no início do século XIX. Naquela época, foram encontrados na Avenida Feliciano Coelho de Carvalho vestígios de alguns trilhos de trem, que possivelmente serviram como meio de transporte do material para a construção da cidade. (Wikipédia)
Fonte: Facebook

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: EQUIPE DO OLARIA MAGUARI - RELÍQUIA DO FUTEBOL AMAPAENSE

Nossa Foto Memória de hoje, nos revela uma relíquia do futebol do Amapá.
Trata-se de um registro fotográfico dos anos 60, do Olaria Maguari, um time vencedor e demolidor com garotos lá do Bairro do Laguinho patrocinado pelo seu Gabriel, e que revelou vários craques para o futebol amador nos anos 70. 
O jornalista Édi Prado (Lia) (parceiro do Porta-Retrato) que também fazia parte do escrete, confirma, que “”esse time se manteve invicto o tempo que existiu por 2 anos, sem nunca ter perdido ou empatado um jogo. Tanto na capital, fazendo a varredura nos bairros e no interior. O Olaria Maguari Clube era do mestre de obra, Gabriel, tio do Araribóia. Morava no Laguinho. No final da década de 60. O Carlito Arrelias, Juci e todos que jogaram no Olaria formaram nos "times grandes". Eu joguei no Amapá Clube e São José.
Em pé: Zé Luiz, Zebu, Zezinho Macapá, Lia, Temica, Carlito e Mário Correa.
Agachados: Bala, Carlos Santos, Vilmar, Campos, Pererequinha e Arariboia.
Desse time nada mais nada menos que Zezinho, Temica, Carlito, Carlos Santos, Vilmar e Campos foram titulares no time do São José, nos anos 70.
Fontes: Carlos Alberto Arrelias e Franselmo George – (via Facebook)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Estádio Municipal de Macapá, em 1950

O Glycério Marques, que pertence à Prefeitura de Macapá, foi chamado inicialmente de Estádio Municipal de Macapá, mas o nome foi mudado para homenagear o primeiro presidente da Federação de Desportos do Amapá, Glycério de Souza Marques. 
O Glycerão foi construído em tempo recorde, após a confirmação do Amapá no XX Campeonato Brasileiro de Futebol de Seleções. Antes desta data as partidas ocorriam na Praça da Matriz, onde está hoje a Praça Veiga Cabral, o que inviabilizava a realização de amistosos com times de outros estados, pois esses se negavam a jogar em campos sem as medidas oficiais e sem um estádio cercado.
Fonte: Diário do Amapá

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Jovens, e a palmeira da praça

Encontrei essa raridade histórica, na página do meu amigo Ronaldo Picanço, em uma Rede Social.
No registro fotográfico vemos a “rapaziada nos anos sessenta fazendo onda e pose sob a palmeira imperial do Rotary Club de Macapá. Ela com suas lindas folhas que reinava única e absoluta no centro da praça Barão do Rio Branco.
Alvo da insensatez humana, a palmeira foi pro beleléu....! Se ainda estivesse ali, estaria de porte alto e frondoso, exibindo beleza estética e valor à nossa velha praça que data de 1950.”
Com a ajuda do amigo João Silva, vamos identificar cada um desses jovens amapaenses:
Em pé, a partir da esquerda: Célio Paiva, Percival, José Maria Franco e Jota Ney.
Agachados na mesma posição: Orlando Torres, Nilton Coca, Sabará, Haroldo Vitor Santos, o Tiponga.
Fonte: Facebook

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Foto Memória de Macapá: Um acontecimento social em família

A foto é um registro momentâneo de um acontecimento importante que acontece na vida dos povos. E esta foto ganha um significado histórico à medida que o tempo decorre.
Foi o caso desse registro fotográfico de 1964, quando um grupo de pessoas se reuniu para prestigiar um acontecimento social, em uma tradicional família da comunidade macapaense.
A data 30 de setembro, uma quarta-feira de primavera! Isso ocorreu há 54 anos. A maioria dos que aparecem nas imagens é de integrantes da quarta série B, do Colégio Amapaense. O local era a residência do casal Alceu Paulo Ramos/Joaquina Ramos, e o evento comemorava o aniversário da colega Doralina Ramos. Na oportunidade, no momento após o canto dos parabéns, a turma fez pose para o fotógrafo.
A Foto Memória, histórica, rara, foi publicada numa Rede Social pelo historiador Nilson Montoril de Araújo, que fazia parte da turma.
Girando no sentido horário ele identificou os antigos colegas: Elmira, Hamilton Coutinho, Agenor Chermon, Paulo Guerra. Ailton, José Maria Franco, Orlando Torres, Joacy Mont'Alverne, Pedro Ezequiel, José Fontoura, o próprio Nilson, Celso Barros e Raul Soares.
As mulheres à frente: Hilda, Esmeralda, Iria Lúcia, a aniversariante Doralina Ramos, Eloisa, Ely Gouveia e Ana Lúcia Arruda.
Observem o detalhe da garrafa de Flip Guaraná sobre a mesa.
Nascida no dia 30 de setembro de 1946, a Doralina Ramos completava 19 anos de idade.
Fonte: Facebook

domingo, 25 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: SANTANA ESPORTE CLUBE

Nossa Foto Memória de hoje, relembra um dos esquadrões do Santana Esporte Clube mais ou menos dos anos 1969/70.
Em pé: Rosa, Ademir, Bigu, Luiz, Otávio e Ferreira;
Agachados: Barrado, Perereca, Trevizani, Batista e Pretote.
Fonte: ICOMI - Portal do Altamir Guiomar

sábado, 24 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: O Matriz Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, foi publicada no Porta-Retrato, em 3 de julho de 2013, com uma informação equivocada de que o Matriz Esporte Clube teria sido o embrião do Juventus Esporte Clube, de Macapá.
É um registro fotográfico de 1960, que mostra o time do Matriz Esporte Clube, no antigo campinho que se localizava onde hoje é a Praça Veiga Cabral.
O jornalista João Silva, corrige o equívoco e esclarece que “o Matriz Esporte Clube, que chegou a ter sede própria, não foi embrião do glorioso Moleque Travesso, mas surgiu na vizinhança da Prelazia de Macapá, no beco da İntendência, antiga Siqueira Campos, onde morava o velho Santos, pai dos amigos Jacy, José e Ciro Jansen Costa.
O time disputava os torneios organizados pelos padres do PİME na Praça da Matriz, isso no final dos anos 50, comecinho dos anos 60.”
Nosso amigo Balalão assegura que “nessa formação do Matriz mais da metade - quase o time inteiro, é de perna de pau (PP); vamos lá, da esquerda para a direita, em pé: Pe.Paulo Di Coppi, João Coutinho (PP), Ailton 'Beiço de Burro' (PP), Emídio Rola (PP), Lulu Picanço (PP), Nilson Massaranduba (PP), Jacy Jansen (PP), Salomão Alcolumbre (Piru? Técnico? Cartola?); agachados: João Eudes 'Cabeludo' (cartola, olha o óculos dele!), Cutia, Zeca Fino, J.Ney, Círio Coutinho e Getulio 'Vaca Podre' (PP).Tempo bom, tempo do 'Milan', da Fiorentina, da 'İnter', da 'Juv', do Brasília, da Portuguesa, do Madureira, mas também do Matriz, por que não? Na imagem ainda aparecem em pé: o Enildo ainda garoto, futuro craque, entre o Rola e o Lulu, e o Joel Modesto entre Jacy Jansen e o Salomão Alcolumbre.
Passaram para outro plano, Zeca Fino, Salomão Alcolumbre, Emídio Rola, Ailton Beiço de Burro e Círio Coutinho.”
Fonte Facebook
Foto: recorte do Jornal Diário do Amapá de 1995
( Post repaginado, reeditado e atualizado em 24 de novembro de 2018 )

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Foto Memória de 1976, publicada pelo jornalista João Silva em sua página em uma Rede Social registra um dos esquadrões do Esporte Clube Macapá da década de setenta quando o azulino da Av. FAB ficou com os títulos de 74, 78 e foi Campeão em 1975 do Primeiro Copão da Amazônia, em Porto Velho-RO.
Confira, em pé, da esquerda para a direita: Castelo, Nariz, Sena, Aldemir França, Jonas e Dida; agachados: Haroldo Santos, Leo, Pula-Pula, João de Deus, e Bil Maravilha concedendo entrevista ao Luca Melo, da badalada dupla de repórteres do programa R.E Dá Olé, da Rádio Educadora São José de Macapá (o outro era Luca Roberto). Bons tempos!
Fonte: Facebook

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: ex-zagueiro Turíbio Guimarães

Foto Memória de hoje, homenageia o craque do Futebol Amapaense, ex-zagueiro Turíbio Orivaldo Guimarães.
Turíbio Guimarães nasceu no dia 12 de Julho de 1924, no Distrito de Jurity, município de Óbidos, região do Baixo Amazonas, no Estado do Pará. Foi casado com a Sra. Altamira da Silva Guimarães. Funcionário Público do ex-Território Federal do Amapá, exerceu a função de Pintor na Garagem Territorial. Tinha costume de chamar carinhosamente de “Mãezinha” seus amigos de trabalho e de futebol. A bordo do Navio Araguari desembarcou em Macapá em 1947 a convite do então Governador do Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes para trabalhar e jogar futebol. Durante a viagem Turibio conheceu o famoso jogador de futebol chamado Joãozinho "Puqueca", que, já contratado, ia para o Amapá para jogar no Trem Desportivo Clube, que o convidou e o apresentou ao Sr. Belarmino Paraense de Barros, primeiro presidente do clube da Feliciano Coelho.
A partir daí começou a trajetória esportiva de Turíbio Guimarães no futebol amapaense. 
Depois de alguns anos jogando pelo Trem Esporte Clube, como era chamado na época, também colaborou com a criação do time de futebol que chamaria de Atlético Latitude Zero, nome dado por seus idealizadores, os desportistas Vanderley, Alzir Maia e Fernando, conhecido por “75”. Turíbio também foi um dos fundadores da conhecida “Pelada” denominada “Casados e Solteiros” do Bairro do Trem, tendo como colaboradores os amigos Rosendo Góes, Herondino do Espírito Santo(Já falecidos) e Humualdes de Morais, conhecido por “Feijão”, hoje contando com 91 anos de idade. Segundo o desportista Raimundo Maia Barreto, conhecido por “Cristiano”, a primeira pelada “Casados e Solteiros foi jogada no campo dos escoteiros do Mar Marcílio Dias, no mês de setembro de 1949. Em 1981, Turíbio muito doente pediu a seus filhos para que chamasse o José Maria Gomes Teixeira, o “Manga”, para lhe fazer um dos seus últimos pedidos em vida, e Manga se dirigiu até a residência de Turíbio, na Vila Montese, área militar, atrás do Estádio Glicério Marques, próximo da Escola Estadual Coaracy Nunes. Pediu a Manga: “Não deixa a pelada Casados e Solteiros acabar, e que comece sempre às 05:00 horas da tarde, faça sol ou faça chuva”. José Maria Gomes Teixeira, que à época assistiu a 1ª “Pelada” no colo de “Cristiano” dirigiu por mais de quatro décadas esse importante evento esportivo do Amapá. Outro fato interessante, é que a bola utilizada na primeira “pelada” era totalmente de couro fino, costurada com barbante de sola pura.
Além de atuar pela equipe do Trem Desportivo Clube, Turíbio atuou no Atlético Latitude Zero, Amapá Clube e também fez parte da Seleção Amapaense, que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções em 1950, na inauguração do Estádio Municipal, primeiro jogo contra a Seleção do Pará, 0 x 1 o placar, gol de Norman. O elenco da Seleção Amapaense era: Lavareda, 91, Suzete, 75, Turíbio, Álvaro, Marituba, Roxinho, Raimundinho, Cabral, Luiz, Cláudio, Dedeco, Alves, Adão, Boró, Cabeça, Zé-Maria e o técnico era o Delbanor Dias.
Esteve na Seleção Amapaense de 1956, ao lado de: Darci, Zé-Maria, Aristeu e Mundico; Sabá, 75, Raminho, Base, Amujaci, Fogão, Aristeu II, Justo, Maranhão e Façanha; Lelé, Mizael, Edésio, Clemildo, Sancho, Expedito, Bibito, Passarinho II e Alves; Guilherme, Palito, Mafra, Avertino, Wlademir, Perigoso, Azamor, Piturisco, Juarez, Armando, Biroba, Maximino, Pantera, Sérgio, Carlos e Raimundo.
Foi campeão invicto pelo Trem - Torneio “Vargas Neto”, em 1951 – Time campeão: Lavareda, 75, Chicão(depois Turíbio), Prisco, Major, Sansão(depois Chicão), Serra, Cansado(depois Sansão), Alves, Adão e Joãozinho.
Em 1952, foi campeão amapaense, jogando na posição de zagueiro central ao lado de Guloso, Cabral, Alves, Manú, Aristeu, Chico, Vadoca, Adão, Carlos e Joãozinho. No Trem também atuou ao lado de Sales Lima, Caboco, Vasconcelos, Vadoca, Hélio, Lelé, Arlindo, Chicão, Wilson, Orlando, 75, Prisco, Racildo, Messias, Cansado, Sansão, João Melo, Major e Biribá.
Pelo Atlético Latitude Zero jogou ao lado de: Edgar, 75, China, Cremildo, Expedito, Manoel, Bené, Santino, Carlos Cuchichiba, Estrêla, Guilherme, Santana, Chico, Bandeira, Antônio e Cristiano.
Hoje, a Arena da Praça Nossa Senhora da Conceição(antigo campo de futebol), onde é realizada a pelada Solteiros e Casados e também a Copa do Mundo Marcílio Dias, leva o nome de Turíbio Orivaldo Guimarães(O TURIBÃO), um projeto do desportista e ex-vereador Alceu Filho. Quando vereador, Alceu, que também foi grande expressão do futebol amapaense, prestou mais uma homenagem ao craque Turíbio, dando-lhe o nome a uma Rua no Bairro do Perpétuo Socorro, em Macapá.
“Grande desportista, depois que parou de jogar futebol, continuou a fazer o que sempre gostou, o esporte, deixou muitas saudades e lembranças!!! Deixou plantada uma semente muito boa para os filhos,...todos  encaminhados!!! O esporte fez muito bem para minha família, e para a família de muitos outros abnegados da época do Solteiros e Casados do Bairro do Trem”, comentou o filho, Orivaldo Guimarães, o “Pelado”.
Turíbio, deixou os filhos: Fátima Guimarães, Turíbio Guimarães (Turibinho), Raimundo Nonato(Negão), Marta Guimarães, Judith Guimarães, Orivaldo Gumarães(Pelado) e Antonio Guimarães(Tonga).
Turíbio Orivaldo Guimarães faleceu aos 57 anos de idade, no dia 12 de junho de 1981, na capital, Macapá.
‎Texto de Franselmo George, via Facebook

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

Foto Memória, publicada pelo desportista Franselmo George, em sua página no Facebook, mostra um registro fotográfico do ATLÉTICO LATITUDE ZERO em MEADOS DA DÉCADA DE 50.
O Atlético Latitude Zero foi outro clube da era amadorística do Território Federal do Amapá, fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia, Turíbio Guimarães e Raul Calins. Participou de algumas edições dos Campeonatos Amapaenses da Primeira e Segunda Divisões nos anos 50. Além do futebol o Atlético Latitude Zero também contou com o time de basquete onde chegou a conquistar alguns títulos como em 1954, entre eles o Torneio Relâmpago com a participação do Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, América Futebol Clube e Atlético Latitude Zero.
O Latitude sagrou-se campeão e recebeu o troféu denominado “Dr. Hildemar Pimentel Maia”.
( Fonte: Facebook )

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: América Futebol Clube

Nossa Foto Memória de hoje, registra um raro momento do esporte amador de Macapá.
O Time do AMÉRICA-AP - INÍCIO DOS ANOS 70
Em pé: Marinho Macapá, Bernardo, Pedrinho, Zé Luiz, Deca, Walber, Célio, Quipilino e Dias. 
Agachados: João do Bolão, Vavá, Augustinho, Nuruca, Zé Raimundo, Sabá e Dico do Guito.
O América, era um dos clubes da era amadorística do futebol de Macapá.
Como a de muitos outros, sua criação foi inspirada em agremiações congêneres do Rio de Janeiro. Muito pouca coisa sobre sua história foi registrada e hoje pode ser contada, por aquelas pessoas que viveram os bons momentos do esporte, no início do ex-Território Federal do Amapá.
Lembro, apenas, que a sede da agremiação era bastante concorrida na parte social. Situava-se em uma área do bairro do Laguinho, onde algum tempo depois foi erguida a Praça Chico Noé.
Era um ponto de diversão da moçada laguinense que curtiu bons agitos nos tempos sombrios da sempre pacata Macapá.
Como eu era muito novo pedi auxílio ao amigo e parceiro Édi Prado, que também era garoto e lembra da sede na área hoje situada entre as ruas Gal. Rondon e José Serafim. Segundo ele, “o salão era tão grande que jogávamos bola lá dentro. Depois tínhamos que varrer o "campo" todo. As festas começavam na sexta e seguiam até domingo. Ninguém reclamava.”
Ele conta também que, vez por outra, havia um entrevero que durava quase uma hora, mas tudo era resolvido na mão. “Não se usava armas para brigar. Vale lembrar que depois da briga o pau torava. Ligavam a "aparelhagem " e dançavam até Hally Gully. O treino era três vezes na semana. Tinha o roupeiro que coletava tudo para levar para a lavadeira. O Seo Pedro Monteiro era o dono do time. Ele tinha um bar e mercearia no mesmo espaço, onde também era a residência.”
Quem souber de mais alguns detalhes e quiser contribuir, pode deixar registrado nos comentários.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá - Primeiro Campeão do Copão da Amazônia

Em 1975 foi criado o Copão da Amazônia ou Torneio Integração da Amazônia onde clubes dos estados onde o futebol era amador poderiam disputar uma competição oficial além dos seus respectivos campeonatos estaduais. 
Por ter sido campeão amapaense de 1974 o Macapá foi o primeiro representante do estado no referido torneio.
Juntaram-se ao Macapá os campeões de Acre, Rondônia e Roraima e o torneio foi disputado em Porto Velho. Os resultados do Macapá foram:
22 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 1-0 JuventusAcre
26 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 3-2 BaréRoraima
29 de Julho de 1975 - AmapáMacapá 3-0 FerroviárioRondônia
Decidindo o torneio contra os donos da casa, o Macapá mostrou superioridade e bateu o Ferroviário em Porto Velho pelo placar de 3-0, com gols de Barradas(17'1º), Marco Antônio(16'2º) e Bira(25'2º) e foi campeão da primeira edição do torneio. (Texto: Wikipédia)
(Foto: Facebook)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Escolinha do Santana Esporte Clube

No início dos anos 60, o Sr Antônio Trevizani, então diretor de futebol do Santana Esporte Clube, lançou a semente criando o departamento infantil da instituição e iniciou o importante trabalho de base do clube, que rendeu frutos para dar ao canário 7 títulos estaduais. Com 30 crianças, o treinador Gutemberg Meneses assumiu o comando técnico do grupo e a garotada surpreendeu com 12 vitórias em 15 jogos. Era a melhor base do Território Federal do Amapá, um exemplo a ser seguido por todos nos dias de hoje!
Veja na foto de 1962 a partir da esquerda futuros craques do Santana Esporte Clube:
Em pé: Venturoso, Olegário, Luiz, Gilberto, Antônio Trevizani e Peba.
Agachados: Haroldo, Nêgo,  Pastana, Maurinho e Stélio.
Fonte: Santana Esporte Clube

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Memória do Amapá: Os três mais profícuos gestores públicos do Amapá

Por Nilson Montoril (*)
Quando sou indagado sobre os três mais profícuos gestores públicos do Amapá, considerando suas duas fases distintas de Território Federal e de Estado, não posso deixar de declinar os nomes de Janary Gentil Nunes, Ivanhoé Gonçalves Martins e Annibal Barcellos. 
Julgo que o primeiro governador é imbatível. Sua missão foi mais árdua, porque o desencanto neste pedaço do Brasil limitava as aspirações do povo. Ivanhoé Martins e Annibal Barcellos despontam no mesmo plano de realizações, notadamente no campo da saúde, da educação e dos transportes. Os três governadores devotaram-se às questões estruturais e futuristas. 
A Janary Nunes o Amapá deve a implantação de uma promissora unidade federada. Na sua gestão, de quase 12 (doze) anos, foram construídos novos e belos prédios: 
o primeiro Hospital, a primeira Maternidade, o primeiro Grupo Escolar (Barão do Rio Branco),...
... a primeira urbanização de praça (Barão do Rio Branco), a primeira estação de captação e tratamento de água e de esgoto, o primeiro estabelecimento secundário (Ginásio Amapaense), a maior extensão da Rodovia Macapá – Clevelândia, etc, etc. 
Ivanhoé Martins foi extremamente dedicado para dotar Macapá da Estação de Tratamento de Água, da Estação Tropo – Difusora da Embratel, do 3º pavimento do Hospital Geral que hoje possuímos,... 
...do Pronto Socorro Osvaldo Cruz, da conclusão da BR156, do Hospital de Pediatria, do Palácio do Setentrião, da Praça da Bandeira, do asfaltamento de ruas, avenidas e rodovia Duque de Caxias,(hoje Rod. Duca Serra)...
...prédio da Prefeitura de Macapá, prédio dos Bombeiros e da Polícia Militar, etc.
O Governador Annibal Barcellos, que exerceu o cargo por cerca de 10 (dez) anos, além do seu espírito empreendedor, contou com a colaboração de um grande brasileiro, o Ministro do Interior Mário David Andreazza, no período de abril de 1979 a junho de 1985. Barcellos foi bem mais futurista do que os outros gestores. 
Pensando no Amapá como Estado da Federação, construiu o prédio da Assembleia Legislativa, do Banco do Estado do Amapá, das Secretarias de Governo, da Câmara Municipal de Macapá,... 
... do Tribunal de Contas, do Palácio do Governo, Monumento Marco Zero,...
... do Fórum de Macapá, a rampa acostável do Santa Inês, etc “e por aí a fora”. Preocupado em dar o melhor aspecto às áreas reservadas para praças de Macapá, urbanizou-as e reformou as existentes. Seus adversários políticos passaram a chamá-lo de “Zé Pracinha”.
Janary Nunes, Ivanhoé Martins e Annibal Barcellos tinham outro ponto em comum: Oficiais das Forças Armadas. Os dois primeiros integraram o Exército, respectivamente nos postos de Coronel e General. Barcellos, Capitão de Mar e Guerra. Também são comuns os interesses pelo atendimento às comunidades interioranas utilizadoras das vias fluvial e litoral atlântico. 
Janary Nunes montou a primeira frota de embarcação do Amapá: rebocador Araguary, Alvarenga Uaçá,... 
...lanchas Veiga Cabral e Amapá, Iates Itaguary, São Raimundo, Macapá, São Francisco, Canoa Liberdade e dezenas de motores de popa. 
O General Ivanhoé ampliou a frota incorporando o Iate João das Botas, Marcílio Dias, além de recuperar diversas embarcações que se encontravam no Estaleiro Naval. 
O Comandante Barcellos transformou o Serviço de Transportes do Território Federal do Amapá-SERTA Navegação, em Superintendência de Navegação do Amapá – SENAVA, que seria o trampolim para a criação da Companhia de Navegação do Amapá – CONAVA. 
Em sua gestão administrativa recebemos os navios Idalino Oliveira (372 passageiros), Comandante Pedro Seabra (114 passageiros) e Comandante Solon de Almeida(500), balsa Hospital e suas cinco lanchas de apoio, Ferry-boat e lanchas doadas as Prefeituras do Amapá, Mazagão, Calçoene e Oiapoque. Em termos de transportes aéreos os três também são imbatíveis. Os tempos modernos cooperaram com Barcellos, facultando-lhe a incorporação de dois aviões Bandeirantes ao Departamento de Transportes Aéreos.
Além dos aviões Bandeirantes, permaneceram o Beachraft, o Baron, o Cesna 206 e o Navajo. No tempo de Janary Nunes havia dois Paulistinhas, o Bonanza e o Beetchraft. Eram aviões pequenos, de treinamento e para transportar, no máximo quatro pessoas. O General Ivanhoé Martins adquiriu alguns Cesnas, manteve os existentes e recebeu um helicóptero, que foi trocado por outra aeronave.
As gestões aqui abordadas não coincidem por acaso. As Forças Armadas sempre preparam bem os seus oficiais, tornando-os hábeis empreendedores. Mas, o Comandante Barcellos tinha um trunfo que superava os demais governadores. Poderia ser mais um dos nomeados pelo Poder Central que, depois de encerrar sua gestão administrativa deixaria o Amapá, raspando a terra tucuju de seus sapatos na porta do avião. Ele não agiu assim. Identificou-se tanto com o Amapá, teve profunda afeição pela “estância das bacabas”, que permaneceu residindo na cidade, como um dos vereadores de Macapá. Emérito desportista e amante das tradições culturais seguiu, transitando fagueiro e serelepe por nossas ruas e demais logradouros públicos, relacionando-se cordialmente até com os que já o consideraram inimigo número um. 
A exemplo de Janary Nunes, também registrou em livros as suas realizações.
(*)Texto do professor, historiador, radialista e atual presidente da Academia Amapaense de Letras, publicado originalmente sob o título "Prefácio de um livro", na edição do dia 27/10/2018, no Jornal Diário do Amapá. Especialmente adaptado e atualizado para o blog Porta-Retrato, com  a devida anuência do autor.
Fotos de arquivo do Porta-Retrato

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Foto Memória da Mineração Amapaense: Navio no Cais da ICOMI, em Santana

Foto Memória publicada no ICOMI - Portal de Altamir Guiomar, retrata um dos momentos importantes da economia do Amapá, vendo-se um navio graneleiro de minério no porto da mineradora ICOMI, no Amapá.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Fotos Memória do Rádio Amapaense: O melhor dos amapaenses

Por Expedito Leal
O rádio esportivo de Macapá em tempos idos tanto recebia valores de Belém como igualmente fornecia talentos para as emissoras da capital paraense.
Naquela época remota, Júlio Sales, um dos mais longevos locutores em atividade no rádio cearense, foi o primeiro a deixar Belém para atuar na Difusora do então território federal. Ele já passara pela Marajoara e Clube e em Macapá na segunda metade da década de 1950, além de narrador de futebol, era animador de auditório, repórter de rua e nas horas vagas também ator de novelas. Há quase seis décadas, Júlio que por muitos anos foi o titular da extinta e prestigiosa Uirapuru de Fortaleza, passou por outros prefixos alencarinos até se fixar na Assunção. Onde também atua o filho Mário Sales, que se iniciou, tal como o pai, no rádio de Belém.
Outro que teria rápida passagem pela mesma Difusora, foi o saudoso José Simões, igualmente como Júlio, um narrador principiante na Rádio Clube. 
Não foi muito demorada também, a permanência de Carlos Cidon no começo dos anos 60 na extinta Equatorial de Macapá.
Inversamente à “exportação” de narradores, vindo da capital do hoje estado do Amapá, chegaria em 1958 João Álvaro, paraense, mas que trabalhou por algum tempo no IBGE de Macapá e em Belém chegou ao cargo máximo de gerente do órgão federal. Revelou-se um excelente repórter, ainda que sendo uma pessoa de temperamento calmo, sem ser, no entanto, retraído, mas sempre antenado à notícia. Durante muito tempo apresentou uma sequência dentro do programa O Cartaz Esportivo –O Fato do Dia – no final da tarde. Tinha sempre uma entrevista factual gravada ou ao vivo para oferecer aos ouvintes. Era um entrevistador de perguntas objetivas, mas sólidas no conteúdo. 
No gramado, com o famoso BTP (aparelho comprido com uma antena e um microfone acoplados e com uma nitidez de som excelente) enfrentava a concorrência à altura de Abílio Couceiro pela Marajoara. Se equivaliam. Até na leveza vocal.
Depois que João Álvaro assumiu a chefia do IBGE, afastou-se do rádio e só eventualmente comentava jogos pela Marajoara, quando Carlos Castilho, o comentarista titular, tinha que se ausentar de Belém por força de seu emprego na Petrobrás. Pois para substitui-lo, com rara simetria, tanto na voz de timbre baixo, mas dotado de bom improviso e sendo um repórter diligente, outro bom valor do rádio macapaense aportou em Belém.
Guilherme Jarbas, que pertencia à Difusora, passou a substituir João Álvaro no Fato do Dia. Ele também era narrador, embora fosse melhor na função de repórter.
Quase ao mesmo tempo (1970) surge em Belém o garotão Guilherme Pinho dotado de boa voz e dicção clara, além de fácil expressão verbal. Ele fora revelado pela terceira emissora de Macapá, a Educadora São José. Explodiu rapidamente na Marajoara e sem tanta demora foi contratado pela Clube. Que naquele tempo sentira muito a saída de Cláudio Guimarães para a nova equipe da Liberal. Pinho, porém, talvez pela própria idade, era um tanto amolecado, comportamento que destoava na equipe chefiada pelo mítico e disciplinador Edyr Proença. Empolgado pela fama que rapidamente viu aparecer, ele se transfere para a nova equipe da Liberal onde já estavam entre outros nomes de peso além de Cláudio Guimarães, Jayme Bastos, Grimoaldo Soares, Luiz Solheiro e ainda o plantonista Bellard Pereira.
Em pouco tempo, porém, Guilherme Pinho estava saindo da Equipe Legal e sem mais ambiente em Belém, transferiu-se para Fortaleza onde trabalhou em várias emissoras, deixou o microfone esportivo e passou a apresentar um programa político em uma das rádios AMs. Depois de formado em Direito trabalhava na assessoria jurídica da Câmara Municipal. Teve morte trágica – foi assassinado – no início do novo século.
De toda essa gama de valores amapaenses, o mais famoso, entretanto, não veio para Belém. 
O competente narrador Guioberto Alves preferiu aceitar a tentadora oferta financeira da então poderosa Rádio Difusora do Maranhão e foi substituir Walbert Martins, o popular “Canarinho”, hoje com mais de 80 anos, embora não mais transmitindo o futebol, e que se transferiu para a Timbira, a grande concorrente da Difusora em São Luis. Guioberto chegou e conquistou a audiência logo de cara. Tinha voz agradável, pronuncia esmerada e ainda era bem articulado. Nesse tempo eu ouvia muito as emissoras maranhenses através das ondas curtas. Morreu de um acidente quando retornava de Teresina em um jipe juntamente com Herbert Fontenele (recentemente falecido). Sua morte foi uma consternação na capital timbira. Mereceu até honras de estilo por parte de todo o rádio timbira. Atuou por cerca de uma década na Difusora (1963/72).
A emissora teve muitas dificuldades para encontrar seu substituto e recorreu até ao rádio paulista sem conseguir êxito, tamanha era a maciça audiência dos ouvintes identificados com o estilo de Guioberto. Um dos melhores do Norte de todos os tempos.
(*) Jornalista e radialista paraense editor do blog Ponta de Gol
Fonte: Texto e Fotos Blog Ponta de Gol

terça-feira, 2 de outubro de 2018

FALECIMENTO: Morre em Macapá, a Professora Edna Soares da Cunha um marco na vida cultural e musical do Amapá.

Faleceu nesta segunda-feira, 01/10, a professora Edna Soares da Cunha, natural da vila de Quatipuru Mirim, município de Bragança-Pa. 
Ela estava com 90 anos de idade e veio a óbito vítima de fulminante infarto do miocárdio.
Edna Cunha se formou como professora pelo Instituto de Educação do Pará em 1948. Casou-se com Juracy Ribeiro da Cunha (em memória) e juntos foram trabalhar no Território Federal do Amapá em 1952. Em Macapá estudou teoria musical no Conservatório Amapaense de Música, além de inúmeros cursos de música pelo Brasil.
Professora Edna desenvolveu uma carreira próspera no magistério de Macapá. Trabalhou no Instituto de Educação do Território do Amapá – IETA, nas escolas Alexandre Vaz Tavares, e Coaracy Nunes. Em 1976 foi nomeada pelo Secretário de Educação e Cultura para desenvolver estudos para a implantação e organização de corais de alunos nas escolas de 1º e 2º graus em Macapá. Entre 1955 a 1975 trabalhou na Escola de Música Walkíria Lima com corais e ensino de teoria musical e solfejo.
Foi agraciada com muitos prêmios e honrarias. Em 1976 recebeu o título de Professor do Ano e o Título Honorífico da Câmara Municipal do Amapá, em 1999. Recebeu também o Diploma de Destaque Cultural Popular do Conselho Estadual de Cultura, e o título de Honra ao Mérito da Congregação Bete Seã em 2011 e da Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Amazonas, em 2014.
Fundou o Coral do Serviço Social da Indústria-SESI, que depois se tornou o Coral Vozes do Amapá, durante muitos anos de atividade musical, apresentando inúmeros recitais de excelente qualidade, pela cidade e interior.
Paralelamente, a Professora Edna dirigiu corais em várias igrejas de Macapá. Esteve como regente titular do Coral Harmonias Angélicas, da Assembleia de Deus do Avivamento por quase 50 anos.
Professora Edna deixa 7 filhos, 26 netos e 12 bisnetos. Deu testemunho de integridade, lealdade e bondade para toda sua família e amigos. De espírito guerreiro, resistiu a um forte AVC (acidente vascular cerebral) aos 50 anos.
Quem conheceu a professora Edna, sabe do sorriso farto, da alegria, da esperança que sempre marcaram sua vida. Deixará muitas saudades, mas sobretudo o exemplo de firmeza, de generosidade, de talento e de serva do Deus Vivo.
O velório aconteceu na Assembleia de Deus do Avivamento na Avenida Cora de Carvalho.
Seu corpo descansa em paz, no cemitério de São José, no bairro Santa Rita.
Nossas condolências à família enlutada!
Fonte: Informações da família
Foto: Arquivo pessoal

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...