domingo, 11 de agosto de 2019

Foto Memória de Macapá: Reunião de pioneiros do Amapá

Nossa Foto Memória de hoje, foi enviada ao blog, com algumas outras, pelas filhas da saudosa professora Ernestina Neves Sozinho, bem antes do falecimento dela. Em Macapá, morávamos em uma edificação em alvenaria, geminada, situada na Av. Presidente Vargas, no centro da cidade. A família Sozinho, morava ao lado.
Não conseguimos a data, local, nem maiores detalhes sobre essa reunião de pioneiros do Amapá.
Podemos identificar nas imagens a maioria dos presentes à mesa: a partir da esquerda, o 2º é o Jacy Siqueira, servidor da Câmara municipal; o 3º sr Wilson Sena; seguido do sr. Israel Sozinho; tendo ao seu lado o advogado e professor Rui Apolônio; seguido do sr. Raul Clemente Calins, professor, contabilista, desportista e ex-servidor do TFA; depois dele o farmacêutico Rubim Aronovith e, por último, o chefe escoteiro Clodoaldo Nascimento.
Quem souber o nome do que falta pode nos ajudar na identificão.
Fonte: Família Sozinho
(Última atualização em 14/08/2019)

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Memória da Mineração Amapaense: O símbolo visual da ICOMI

O símbolo visual usado pela ICOMI, teve como autor, Aloísio Barbosa Magalhães, pintor, designer, gravador, cenógrafo, figurinista, considerado um dos pioneiros do design gráfico brasileiro.
O símbolo da mineradora baseou-se numa figura octogonal, contendo em seu interior, a letra I.
Imagem: Reprodução / Icomi-Notícias
A letra identificou-se com uma expressão de siderúrgica: o perfil de trilho.
Esse símbolo identificava a ICOMI em todas as visualizações exteriores da empresa. Podia ser visto em todos os veículos, placas indicativas de toda espécie e papéis em geral.
O autor concorreu, para concepção de sua obra, com outros quatro artistas, escolhidos entre os profissionais dedicados à técnica de comunicação visual. Eram eles: Goebel Wayne e Aloísio Magalhães, do Rio de Janeiro; Alexandre Woliner, Ludovico Martino e Rubem Martins, de São Paulo.
Todos os concorrentes receberam uma remuneração pelos trabalhos apresentados e o escolhido ganhou um prêmio. Fonte: Revista “Icomi-Notícias”
AUTOR - O pernambucano Aloísio Sérgio Barbosa de Magalhães é considerado pioneiro na introdução do design moderno no Brasil, tendo ajudado a fundar a primeira escola superior de design no país, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro (ESDI).
Foto: Reprodução Web
Além de designer, foi advogado, artista plástico e secretário de cultura do Ministério da Educação e da Cultura (MEC). Foi diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e esteve sempre ligado a questões próprias da cultura brasileira. Ao lado dos colaboradores Roberto Lanari, Joaquim Redig e Rafael Rodrigues, projetou a identidade visual da Petrobras. Criou, também, a marca do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em 1965, foi responsável pela criação da primeira marca da TV Globo, uma estrela de quatro pontas. Foi responsável pelo projeto gráfico das notas do cruzeiro novo (moeda adotada no país a partir de 1966). Foi também membro fundador d'O Gráfico Amador, uma private press que, através de suas experiências tipográficas, teve influência significativa sobre o moderno design gráfico brasileiro.
No total, Aloísio desenvolveu aproximadamente 179 marcas.
Imagem web
Aloísio faleceu em Pádua, Itália em 1982, aos 54 anos, quando tomava posse como presidente da Reunião de Ministros da Cultura dos Países Latinos. (Wikipédia)

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Foto Memória da Mineração Amapaense: Porto de Santana – Anos 60

Encontrei esta linda Foto Memória do Porto de Santana, nos anos 60, postada no ICOMI - Portal do Altamir Guiomar, no Facebook.
É uma peça rara, da memória da mineração amapaense.
Fonte: Facebook

domingo, 4 de agosto de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense - Time do Esporte Clube Macapá - 1969

Nossa Foto Memória de hoje, foi retirada do acervo do amigo Franselmo George, professor, pesquisador e organizador dos Arquivos da História do Futebol Amapaense.
‎Ele postou na Rede Social, uma foto histórica do time do ESPORTE CLUBE MACAPÁ, datada de 1969.
Estão nas imagens, a partir da esquerda: Em pé: Joaquim Gouvêa(Treinador), Wanderley, Aluízio Cuiu, Nariz, Moacir, Lua, Pajé e Iaci Alcântara(Médico) - Agachados: Sassuca, Ticil, Mazola, Fernando e Félix(Carlos Martins).
Francelmo complementa informando que esse foi o jogo de entrega de faixas ao Macapá campeão de 1969 contra o Paysandu, de Belém do Pará, e estreia do zagueiro Augusto Wanderley, o Nariz. Nariz tinha acabado de deixar o Ypiranga Clube, onde foi vice-campeão contra o Macapá, campeonato de 1969 e foi convidado a jogar pelo Azulino da avenida FAB. A negociação na época com o Macapá ajudou na compra da casa própria para a mãe dele. Nesse jogo da foto, contra o Paysandu, no estádio Glycério Marques, em Macapá, Nariz foi o craque do jogo, empate em 2 x 2.
Resumo HistóricoO Esporte Clube Macapá, foi fundado em 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual havia sido campeão territorial naquele mesmo ano. Em 1946, com a extinção da aviação Panair, a agremiação teve seu nome mudado para Esporte Clube Macapá.
Foi vencedor do Torneio Integração da Amazônia, em 1975.
Venceu o Campeonato Amapaense 17 vezes (1944 - como Panair EC, 1946, 1947, 1948, 1949, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1969, 1974, 1978, 1980, 1981 e 1991).
Vice-Campeonato Amapaense: 1994 e 2013
Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2005.
Fonte: Facebook
(Atualizado às 22h30min)

sábado, 3 de agosto de 2019

Foto Memória de Macapá: Time de adolescentes da Macapá antigas

Esta é outra pérola da memória amapaense, compartilhada pelo amigo João Silva, na Rede Social, em junho próximo passado. É mais uma relíquia do Baú de Lembranças dele.
Trata-se de uma foto tirada no antigo Largo da Matriz sem as calçadas, jardins, bancas de revista, lanchonetes; sem a estátua de Cabralzinho e a pedra de manganês que se vê nos dias de hoje.” O registro “é de 1952, e o time que nela aparece disputava os certames de futebol organizados pelos padres do PIME, ligados, portanto, à Prelazia de Macapá, onde nasceu o Juventus Esporte Clube. Além dos adolescentes da Casa dos Padres, a foto mostra aspectos da cidade antiga dos anos 50, confira...
Na época em que foi feita a foto, o João Silva tinha 6 anos de idade e eu apenas 4; nossa dificuldade foi identificar todos os atletas da foto histórica. Mesmo consultando alguns amigos de mais idade, não obtivemos muito sucesso. Olhando com uma certa acuidade, é possível arriscar  alguns prováveis nomes: O primeiro, em pé, da esquerda para direita, está parecido com o Amujacy Borges de Alencar; O João Silva acha que o segundo agachado, no mesmo sentido, pode ser o Manduca, filho do Pedro Boliva; o quarto agachado parece muito com o Silvio Del Castillo, (o que também concordo) e o goleiro, sem dúvida alguma, era o saudoso Osélio Silva, (meio deitado) que virou lutador e faleceu recentemente.
O registro histórico das imagens, remonta ao tempo do Padre Júlio Maria Lombard. João acrescenta que Seu Duca Serra, pai dele, que nasceu em 1912 e faleceu com 97 anos, contava que no casarão ( ao fundo) ao lado da igreja, Padre Júlio instalou farmácia, cinema, consultório dentário e escola de música; formou também, uma Banda de Música em que, dentre outros amapaenses, José Serra e Silva ( Zeca Serra) e o mestre Zacharias Leite tocavam clarinete. O nome da banda era "Filarmônica São José".
Nosso amigo José Façanha que também colabora na identificação - reconheceu os três do centro, agachados: Bianor Andrade, Mário Barata e um Del Castilho, no caso o professor Silvio. Confirma também, em pé, os dois extremas: Amujacy e Roxinho (a confirmar). O último agachado, ao lado do professor Silvio, está me parecendo o professor Donato dos Santos.
Foi só o que conseguimos, até aqui.

Fonte: Facebook

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Foto Memória do Macapá: Pioneiros do Mercado Central

O internauta Rosinaldo Maia, publicou mês passado em sua página na Rede Social, uma fotografia dos anos 60, onde aparecem nas imagens, pioneiros do Mercado Central. 
Ele identificou o Sr. Wilson Maia, (agachado) que foi Administrador por algum tempo e era o pai dele.
Pela raridade do registro histórico, o trouxemos para os leitores do Porta-Retrato. Entretanto, tentamos identificar todos os integrantes das imagens e só conseguimos reconhecer, o chefe Luciano (camisa escura), e os açougueiros Mafra (de bigode ao lado dele) e sr. Navegantes (idoso de óculos agachado à direita da imagem).
Mesmo recorrendo a alguns parceiros do blog, não conseguimos reconhecer os demais.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Foto Memória de Macapá: Estacionamento do Aeroporto Internacional de Macapá, em 1970

Nossa Foto Memória de hoje, encontrei salva por Reginaldo Maciel na pasta Fotos antigas, no Pinterest, que é um registro histórico do estacionamento do aeroporto internacional de Macapá no ano de 1970.
Fonte: Pinterest

terça-feira, 30 de julho de 2019

FALECIMENTO: Morre em Santana, aos 74 anos, Nando, o vocalista d’Os COMETAS’

Faleceu nas primeiras horas desta terça-feira (30), em Santana-AP, Carlos Fernando Morais, o Nando, dentista, músico, ex-crooner de “Os Cometas”.
Foto: Reprodução / Seles Nafes
Apesar de ter filhos, Nando, aos 74 anos, estava vivendo sozinho. Ele estava doente e ano passado foi internado na Casa da Hospitalidade, em Santana, lutando contra o diabetes, causa da amputação de uma de suas pernas.
Ontem à noite, ele tomou os medicamentos de sempre e deitou-se para dormir. Por volta das 6h30min de hoje, funcionários perceberam que ele estava morto.
O velório e sepultamento de Nando ocorreram lá mesmo, na cidade do Porto.
Nando, viveu os anos dourados dos bailes em Macapá. 
Nesta fase áurea, em 11 de abril de 1962, foi fundado o conjunto musical ”Os Cometas” por Roberval (bateria), Espíndola (sax), Nando (crooner), Assunção (trompete), Muscula (ritmista), Pedro Altair (violão), e Luiz Almeida (contrabaixo). Eram integrantes da banda da Escola Industrial de Macapá. O grupo recebeu o incentivo do saudoso Mestre Oscar Santos.
Posteriormente vieram Ricardo Charone (acordeon e piano), Augusto Veridiano (piano), Sebastião Mont’Alverne (guitarra elétrica), Joacy Mont’Alverne (crooner e ritmista), Valfredo Costa (ritmista e voz), Célia (lady-crooner), Aymoré (piano). Tempos depois, nova formação, com as presenças marcantes de Humberto Moreira (crooner), Nonato Leal (violão e guitarra), Manoel Cordeiro (teclados), Venilton Leal (guitarra e teclados), Gato e Jaci Rodrigues.
Em 1977, por motivos de força maior, resolvem dar um tempo. 
Foto: Acervo do grupo
No dia 04 de outubro de 2004, numa apresentação memorável, retornam com energia total. (Diário do Amapá)
Nando formou-se em odontologia e pedagogia. Foi também professor.
Que sua alma alcance a Felicidade Eterna!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Foto Memória de Macapá: SAF - Entrega da máquina de contabilidade NCR400

Nossa Foto Memória hoje, vem do baú de lembranças de Waldemar Marinho, que compartilhou essa preciosidade com seus amigos da Rede Social e agora nos auxilia na identificação dos servidores e seus antigos companheiros de trabalho, que estão nas imagens históricas.
Trata-se de um registro fotográfico de 1974, clicado no interior da Secretaria de Administração e Finanças do Governo do então Território Federal do Amapá – SAF, por ocasião da entrega da máquina de contabilidade eletrônica NCR400 como parte do programa de modernização da contabilidade mecanizada da Secretaria.
Aparecem nas imagens da esquerda para a direita: Sadir Fuad (técnico instrutor da NCR do Brasil; Josué Antônio Azevedo Monteiro; Manoel Albuquerque (chefe da mecanizada); Agostinho Costa; Raimundo Sousa de Oliveira (Camarão-Secretário de Administração e Finanças); Manoel Soares (Diretor da SUNAB); Maria de Lourdes;  Malcher Filho; Maria da Conceição Penha; Waldemar Marinho; Domício Campos de Magalhães (Chefe do Departamento de Contabilidade e Finanças); Enildo Lopes do Amaral; Lourival Alcântara (Gabinete do Governador); Carlos Almeida; Rubens Albuquerque; Benedito Picanço; e Rubem Silveira (técnico da NCR do Brasil contratado para treinar os mecanógrafos na nova máquina que tinha um sistema remoto de programação por fita magnética, a grande novidade da época).
(Fonte: Waldemar Marinho via Facebook)

terça-feira, 23 de julho de 2019

Memória Energética do Amapá: Documentário sobre a Usina Hidrelétrica do Paredão

Trazemos hoje aos leitores do Porta-Retrato, um importante documentário sobre as atividades da Companhia de Eletricidade para a construção da Usina Hidrelétrica “Coaracy Nunes”, do Paredão, compartilhado pelo amigo Franselmo George, em sua página no Facebook.
RESUMO HISTÓRICO - A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), cuja fundação ocorreu em 30 de junho de 1956, é a mais antiga concessionária pública estadual da Região Norte, com base na Lei nº 2.740, de 2 de março, que autorizou o então território do Amapá a organizar a empresa. Encarregada de construir e operar os sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica do território, a empresa inaugurou, ainda em 1956, três usinas termelétricas no município de Macapá – Santa Maria do Macacoari, Carmo do Macacoari e Pedra Branca – e deu início aos estudos para a construção da usina hidrelétrica Coaracy Nunes. Em 1960 ocorreu a assinatura de contrato entre o governo do estado do Amapá e a firma Techint, objetivando a construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes. Presentes o governador do Amapá, Janari Nunes, e outras autoridades. A usina, também conhecida como Paredão, aproveitaria o potencial do rio Araguari, na cachoeira do Paredão. Em 1974, o empreendimento passou à responsabilidade da Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (Eletronorte), entrando em operação no ano seguinte. Fonte: CEA

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Foto Memória de Macapá: Encontro de jornalistas de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, reúne importantes figuras do jornalismo amapaense, em um histórico encontro durante um jantar para jornalistas, realizado no ano 2000, nas dependências do Bar Carinhoso, em Macapá.
Estão ao redor da mesa: Osmar Trindade, Aldony Fonseca Araújo (Babá), Elson Martins, Ernani Marinho e o fotógrafo Daniel de Andrade (Gaia).
Foto: ASCOM – GEA/AP, do acervo da jornalista Mariléia Maciel, que prestou informações ao blog.
Fonte: Facebook

domingo, 21 de julho de 2019

Foto Memória de Macapá: Time de jovens da Casa dos Padres

Hoje vou republicar, para os amigos leitores do Porta-Retrato, uma relíquia histórica que deve ter aproximadamente de 63 a 65 anos, e pode ser, também, mais um belíssimo trabalho do inesquecível Guilherme Cruz (Foto Cruz).
A primeira vez que postei essa foto foi em 13 de novembro de 2013, reproduzindo uma reportagem do Tribuna Amapaense, sobre a vida do amigo Lindoval Perez, que cedeu uma cópia do registro ao jornal, e que volto a reproduzir aqui.
E hoje, pego carona do amigo João Silva, para reforçar a memória da Macapá de outrora, e trazer mais detalhes sobre esse importante click da história de nossa querida cidade. O local é a antiga Praça da Matriz, no comecinho dos anos 50, (54/56) de um time infanto-juvenil ligado aos certames de futebol organizados pela Casa dos Padres que participava de um torneio interno da Prelazia.
Essa informação me foi prestada pelo amigo José Façanha que cedeu a cópia publicada pelo João Silva que pode lhe ter sido dada pelo seu Guilherme Cruz. (ele não lembra)
Nas imagens estão, em pé: Zé Façanha, Santana, João Maria Nery, Haroldo, Cosme, Amilton Araújo e Estácio Vidal (técnico); agachados: Cadico, Círio, Beni Santos, Lindoval Perez e Adolfo Nery.
Estão vivos, José Façanha, Lindoval Perez, João Maria, Adolfo Nery, Haroldo e Cosme.
Foto:  Arquivo do Porta-Retrato.
Fonte: João Silva, via Facebook.
(Última atualização em 22.07.2019)

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Foto Memória de Macapá: Desportistas na Praça Veiga Cabral

Mais uma relíquia histórica do Baú de Lembranças do amigo João Silva, que se transforma na nossa Foto Memória de hoje.
Típica manhã de domingo, Macapá, Praça Veiga Cabral, anos sessenta...Mais detalhes amigos?! Sou capaz de apostar num cenário de saída da missa das sete horas na İgreja de São José...A velha mangueira, os trajes dos dois craques do Moleque Travesso, Célio e Pennafort, dão a pista; perceba que a Praça Veiga Cabral estava em obras. O registro faz parte do acervo do boleiro Pennafort, popular Macaco, que rodou barbaridade no futebol Tucuju: Juventus São José, Manganês da Serra do Navio, Amapá Clube, Santana, Macapá, Guarany e Seleção Amapaense. Célio jogou no Juventus, Macapá e Seleção Amapaense. No detalhe alguns automóveis antigos à espera de uma corrida no primeiro ponto de táxi de Macapá. A mangueira da foto foi derrubada pelo Governo Ivanhoé Martins para alargar a antiga Rua São José.
Texto e foto retirados da página do jornalista João Silva, no Facebook, com a devida anuência do autor.
Nota do Editor: A respeito dessas obras de revitalização da praça Veiga Cabral, é importante registrar que o autor do projeto foi o artista plástico e professor Carlos Nilson Costa, que também dirigiu os trabalhos.
O desenho da calçada lembrava as ondas do majestoso Rio Amazonas. A Rua São José e a Avenida Presidente Vargas foram alargadas para servir de estacionamento para o ponto de Táxi, na Praça.
Foi colocada uma cabine para o telefone do Calhambeque (Tomé Nascimento das Chagas) e de outro personagem pioneiro taxista, desportista e empresário Jarbas Gato, falecido recentemente. As mangueiras ficaram, assim, fora da calçada da Presidente Vargas. Lá foram colocados uns brinquedos.
Para ajardinar ele contou com a coordenação ímpar do brilhante e saudoso Natan de Carvalho. Tinham até roseiras. A arborização é dessa época e a drenagem abrange toda a área da praça e está debaixo da terra desaguando na Cândido Mendes.
A Pedra de manganês, de três toneladas e meia está enterrada com um metro e trinta de profundidade. Foi doada pela ICOMI e veio diretamente da Serra de Navio.
O Prefeito era Renée de Azevedo Limmounche, que governou o município de Macapá no período de agosto de 1964 a 30 de abril de 1965.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Foto Memória de Macapá: Solenidade na Prefeitura Municipal de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, vem do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
Trata-se de um registro do final da década de 70, na PMM, durante a gestão de Domício Campos de Magalhães.
A solenidade ocorre no Gabinete do Prefeito, que é saudado pelo servidor Ciro Damasceno Picanço na presença do Secretário de Educação do Município, Manoel Camarão. Domício Magalhães foi nomeado Prefeito de Macapá pelo governador Artur de Azevedo Henning, e sua gestão foi de 1978 a 1981.
Domício, que morreu em 2012 com 72 anos, foi secretário de administração e chegou a responder 18 vezes pelo Governo do Território Federal do Amapá. O professor Manoel Camarão morreu em 2014. Foi diretor do Ginásio Augusto Antunes, Presidente do Conselho de Cultura e Secretário Municipal de Macapá.
Texto: João Silva
Fonte: Facebook

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Foto Memória da Beleza Amapaense: A graça e a beleza de Themis Cunha – Miss Amapá - 1963

Hoje trazemos para o Porta-Retrato boas lembranças sobre a graça e a beleza de uma das misses inesquecíveis do Miss Amapá eleita no tempo em que os concursos de beleza eram carregados de magia e glamour. 
Falamos de Themis Köhler Cunha abrilhantando o Desfile do Dia da Raça na Avenida FAB, em Macapá, no ano de 1963. Bom lembrar que 5, 7 e 13 de setembro eram as datas cívicas comemoradas com mais intensidade pela juventude amapaense. Nas imagens, ao fundo o detalhe da fachada da Sede Social do Esporte Clube Macapá, hoje inexistente. A fotografia foi uma gentileza do jornalista Guilherme Jarbas – que aparece nas imagens integrando a banda marcial do Colégio Amapaense, ao lado do seu colega e depois médico Benedito Machado (em memória) - ao também jornalista João Silva.
Themis Köhler da Cunha, foi candidata pelo saudoso Sacy Clube, eleita Miss Amapá em 5 de junho de 1963, há 56 anos.
Themis Köhler da Cunha - teve como traje típico o “Marabaixo”, dança e procissão de origem banto. A representante da beleza amapaense no certame, apresentou modelo de blusa branca Saint-Tropez, saia de cetim branco e diadema do Divino Espírito Santo.
Themis, representou a beleza do Amapá, no Miss Brasil 1963, 10ª edição do concurso tradicional de Miss Brasil, realizada dia 22 de junho de 1963 no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Ieda Maria Vargas do Rio Grande do Sul, foi a vencedora do certame e representou o Brasil no Miss Universo 1963, onde conquistou o título pela primeira vez para o país. O concurso foi transmitido pela TV Tupi e teve apresentação do ator e radialista Paulo Porto.
(Foto: Arquivo pessoal)
Senhora Themis, advogada, é aposentada do Banco da Amazônia -  onde o pai dela e outra irmã trabalharam e se aposentaram também - e reside em Belém-PA; casou e se divorciou, e leva o nome Kuribayashi. Ela tem um casal de filhos e duas netas.
Na foto oficial aparecem 21 das 25 candidatas - Themis no círculo (Foto: Facebook)
Detalhes do Concurso - Primeiro as 25 misses desfilaram em trajes típicos. O de Ieda Maria Vargas foi escolhido o mais bonito. O Exaltação aos Pampas era realmente deslumbrante, foi criado pelo figurinista gaúcho Djalma Santos. Depois as candidatas ao título desfilaram de traje de noite e finalmente em traje de banho.
A comissão julgadora, foi presidida pelo Ministro Mauro Sales, e contou ainda com a participação da Miss Brasil de 1957 Teresinha Morango Pittiliani, da Miss Brasil de 1959 Vera Ribeiro Sêco Esmeraldino, o escultor Leão Veloso, os jornalistas Accioly Neto, Jacinto de Thormes e Justino Martins, o secretário de Turismo Vitor Bouças, a senhora Edda Lutti e o arquiteto Sérgio Bernardes.
 (Fotos: O Cruzeiro)
Fontes: Facebook – João Silva
Edgar Rodrigues com informações de Elizabeth e Cel. Köhler, irmãs da homenageada.
Fonte consultada: http://www.fernandomachado.blog.br/novo/?p=197562

sexta-feira, 21 de junho de 2019

MEMÓRIA DA CIDADE DE MACAPÁ: ACADEMIA AMAPAENSE DE LETRAS, 66 ANOS DE FUNDAÇÃO

Há exatos 66 anos, era fundada em Macapá, a Academia Amapaense de Letras.
O histórico acontecimento ocorreu no domingo 21 de junho de 1953, na sala de estudos da Biblioteca Clemente Mariani, do Grêmio Literário e Cívico Rui Barbosa, entidade estudantil, que congregava alunos do Ginásio Amapaense, então instalado em dependências do Grupo Escolar Barão do Rio Branco.
A Academia Amapaense de Letras, foi composta inicialmente por 12(doze) sócios efetivos e cinco sócios honorários.
SÓCIOS EFETIVOS
1- Benedito Alves Cardoso (Professor de Português e Literatura)
2 - Gabriel de Almeida Café (Técnico da Educação e Professor de História)
3 - João Elias Nazaré Cardoso (Professor)
4 - Nelson Geraldo Sofiatti (Químico e Professor)
5 - Heitor de Azevedo Picanço (Contabilista e Professor)
6 - Amilcar da Silva Pereira Médico e Diretor do Ginásio Amapaense) 
7 - Célio Rodrigues Cal (Delegado de Polícia e Professor)
8 - Uriel Sales de Araújo (Juiz de Direito e Professor) 
9 - Oton Accioly Ramos (Promotor Público e Professor)
10 - Mário Medeiros Barbosa (Médico e Professor)
11 - Lício Mariolino Solheiro (Professor) 
12 - Jarbas Amorim Cavalcante (juiz de Direito e Professor))
SÓCIOS HONORÁRIOS
1 – Janary Gentil Nunes (Governador do Território Federal do Amapá)
2 - Coaracy Gentil Monteiro Nunes (Deputado Federal)
3 - Hildemar Pimentel Maia (Promotor Público e Suplente de Deputado Federal)
4 - Diniz Henrique Botelho (Secretário do Ginásio Amapaense)
5 - Altino Pimenta (Diretor do Conservatório Amapaense de Música)
PRIMEIRA DIRETORIA
1 - Presidente : Benedito Alves Cardoso(Professor de Português e Literatura)
2 - Secretário : Gabriel de Almeida Café(Professor de História e jornalista)
3 - Tesoureiro : Amilcar da Silva Pereira(Médico e Professor de Ciências).
4 - Bibliotecário :Heitor de Azevedo Picanço ( Contador e Professor de Contabilidade)
A posse da Diretoria aconteceu no dia 5 de julho, no Cine Teatro Territorial (anexo ao Grupo Escolar Barão do Rio Branco), ocasião em que o Governador Janary Gentil Nunes fez um belo discurso. Por mais de 30 anos o Silogeu ficou desativado, sendo reinstalado em agosto de 1988. Neste dia 21 de junho de 2019, a Academia Amapaense de Letras completa 66 anos de fundação. Já faleceram 33 dos seus membros. Atualmente o colegiado tem 22 sócios titulares. A atual Diretoria está assim constituída: Presidente- Nilson Montoril de Araújo; Vice-Manuel Bispo Correa; Secretário - Fernando Pimentel Canto;Tesoureiro- Antônio Carlos da Silva Farias; Diretor de Biblioteca - Luiz Alberto Costa Guedes.
O professor e historiador Nilson Montoril de Araújo, atual presidente, explicita em detalhes o surgimento da entidade:
“Estimulados por membros da Academia Paraense de Letras, notáveis servidores públicos do Território Federal do Amapá decidiram fundar um Silogeu com as mesmas finalidades da congênere parauara, na cidade de Macapá. Isso ocorreu no dia 21.6.1953, comemorando a passagem do aniversário do escritor Machado de Assis. Surgia dessa forma, a Academia Amapaense de Letras, uma entidade civil, sem fins lucrativos, que tem por finalidade implementar o desenvolvimento literário, cultural, científico e artístico do Brasil, conforme o estabelecido em suas normas internas. Decorrente de sua própria natureza, a Academia Amapaense de Letras funcionará por prazo indeterminado. Com sede e foro na cidade de Macapá, a AAL tem três categorias de sócios: titulares, correspondentes e honorários. Apenas o sócio titular goza do direito de votar e ser votado. A admissão de sócio titular, de caráter efetivo e perpétuo, dar-se-á por eleição, em escrutínio secreto, entre candidatos de qualquer sexo, inscritos previamente para preenchimento de vagas abertas com o falecimento de ocupantes anteriores, de uma das cadeiras indicadas no parágrafo 2º do Art. 4, ou que tenha mudado de categoria, ou abdicado de ser acadêmico, que tenha trabalhos publicados ou não, de reconhecido valor literário, cultural, cientifico, artístico ou histórico. Cada cadeira terá um patrono reconhecido como vulto ligado a história e cultura do Amapá. A solenidade de fundação do Silogeu amapaense aconteceu na sala de estudos da Biblioteca “Clemente Mariani”, do Grêmio Literário e Cívico Rui Barbosa, entidade constituída por estudantes do então Ginásio Amapaense, instalada no Grupo Escolar Barão do Rio Branco.
Os sócios fundadores foram: Benedito Alves Cardoso (Presidente), Gabriel de Almeida Café (Secretário), João Elias de Nazaré Cardoso, Nelson Geraldo Sofiatti, Heitor de Azevedo Picanço (Bibliotecário), Amilcar da Silva Pereira (Tesoureiro), Uriel Sales de Araújo, Célio Rodrigues Cal, Oton Accioli Ramos, Mário de Medeiros Barbosa, Lício Mariolino Solheiro e Jarbas Amorim Cavalcante. Cinco sócios honorários foram distinguidos: Diniz Henrique Botelho, Altino Pimenta, Deputado Coaracy Nunes, Dr. Hildemar Pimentel Maia e tenente coronel Janary Gentil Nunes, governador do Amapá. A instalação do colegiado e a posse de seus membros aconteceu no dia 5 de julho. Os sócios fundadores exerciam o magistério do Ginásio Amapaense. Em pouco tempo a entidade deixou de atuar regularmente e nenhum trabalho de estruturação foi realizado. 
No início do ano de 1988, fui procurado pelo Dr. Georgenor Franco Filho, Juiz do Trabalho de Macapá e membro da Academia Paraense de Letras, que demonstrou interesse em soerguer o Silogeu e gostaria de contar com minha ajuda. Tinha tratado do assunto com o advogado Antônio Cabral de Castro, que lhe falou a meu respeito.
Eu exercia a Presidência do Conselho Territorial de Educação e pude dispor do plenário do órgão para a realização da reunião preparatória visando à organização da Academia Amapaense de Letras. 
Na solenidade de posse dos membros da Academia Amapaense de Letras,
ocorrida no Salão Nobre do Palácio do Setentrião, em agosto de 1988,
o Governador Jorge Nova da Costa faz uso da palavra para enaltecer
a bela iniciativa e desejar sucesso ao Silogeu. Á sua direita vemos
 o Juiz do Trabalho, Dr. Goergenor Franco Filho.
Á esquerda, vislumbramos o Professor e
Adm. Nilson Montoril de Araújo, Presidente da novel instituição.
No dia 31 de agosto, às 20h:30min, na Sala de Sessões Plenárias Mário Quirino da Silva, estiveram reunidos: Georgenor de Souza Franco Filho, Nilson Montoril de Araújo, Antônio Cabral de Castro, Dagoberto Damasceno Costa, Estácio Vidal Picanço, Fernando Pimentel Canto e Manuel Bispo Corrêa. Analisamos um modelo de estatuto apresentado pelo Dr. Georgenor, relacionamos os patronos das cadeiras e decidimos que, inicialmente a Academia funcionaria com apenas 20 sócios titulares, salvaguardando-se o direito dos sócios fundadores. Dentre eles, somente Heitor de Azevedo Picanço residia em Macapá. Posteriormente, outros valores literários foram incorporados ao grupo, que ficou constituído por 22 membros. Até o presente momento, 12 sócios faleceram: Alcy Araújo Cavalcante, Aracy Miranda de Mont’Alverne, Estácio Vidal Picanço, Hélio Guarany Pennafort, Elfredo Távora Gonçalves, Jorge Basile, Arthur Nery Marinho, Heitor de Azevedo Picanço, Isnard Brandão Filho, José de Alencar Feijó Benevides, Amaury Guimarães Farias e Antônio Munhoz Lopes. Os sócios restantes são: Nilson Montoril de Araújo, Georgenor Franco Filho, Antônio Cabral de Castro, Antônio Carlos Farias, Paulo Fernando Batista Guerra, Don Luiz Soares Vieira, Dagoberto Damasceno Costa, Fernando Pimentel Canto, Manoel Bispo Correa e Luiz Alberto Guedes. Dia 12 de setembro, no Salão Nobre do Palácio do Setentrião, em sessão presidida pelo Governador Nova da Costa, 15 acadêmicos tomaram posse.
A posse da primeira diretoria se deu no dia 17 de outubro: Presidente, Nilson Montoril de Araújo; Vice-Presidente, Dom Luiz Soares Vieira; Secretária, Aracy Miranda de Mont’Alverne; Tesoureiro, Antônio Carlos da Silva Farias; Diretor de Biblioteca, Dagoberto Damasceno Costa; Comissão de Contas: Antônio Cabral de Castro, Antônio Munhoz Lopes e Paulo Fernando Batista Guerra. Infelizmente, o euforismo inicial cedeu lugar a acomodação da maioria dos sócios. Isso gerou sérios problemas para o pleno funcionamento da instituição. Podendo deliberar com a presença de pelo menos 5 membros, o Silogeu raríssimas vezes atingiu este número."
NOVA FASE
"Na noite de 27 de outubro de 2017, a Academia Amapaense de Letras (AAL) empossou, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, mais 12 membros. Agora a AAL possui 22 acadêmicos imortais.
A cerimônia foi conduzida pelo presidente da AAL, professor Nilson Montoril de Araújo, com o auxílio do secretário da entidade, o sociólogo e poeta Fernando Pimentel Canto. 
Também compuseram a mesa de honra do Silogeu, o vice-presidente, Manuel Bispo Correa; e o diretor de biblioteca, Luiz Alberto Costa, todos membros da direção da Academia Amapaense de Letras.
A belíssima solenidade marcou uma nova fase na existência do Silogeu (Casa onde se reúnem associações literárias ou científicas) do Amapá, que é a vanguarda da cultura amapaense e representa respeito e reconhecimento por aquelas que produzem e reproduzem arte e conhecimento através de manifestações literárias no Estado. 
Ainda durante o evento, foi anunciado um futuro edital, para mais 18 vagas nesta Academia.
Os novos acadêmicos imortais são:
Cadeira nº 01 – Gilberto de Paula Pinheiro (Patrono: Acylino de Leão Rodrigues e Fundador: Heitor de Azevedo Picanço; Cadeira nº 07 – Benedito Rostan Costa Martins (Patrono: Deusolina Sales Farias e Fundador: Amaury Guimarães Farias); Cadeira nº 14 – Piedade Lino Videira (Patrono: Hildemar Pimentel Maia e Fundadora : Aracy Miranda de Mont’Alverne); Cadeira nº 15 – Fernando Rodrigues dos Santos (Patrono Janary Gentil Nunes e Fundador: Estácio Vidal Picanço); Cadeira nº 20 – César Bernardo de Souza (Patrono: João Távora e Fundador: Elfredo Távora Gonçalves); Cadeira nº 25 – Alcinéa Maria Cavalcante Costa (Patrono: Mendonça Júnior e Fundador: Alcy Araújo Cavalcante); Cadeira nº 28 – Cléo Farias de Araújo (Patrono: Júlio Maria de Lombaerde e Fundador: Jorge Basile); Cadeira nº 29 – Manuel Azevedo de Souza (Patrono Paulo Euletério e Fundador: Arthur Nery Marinho); Cadeira nº 31 – Paulo Tarso Silva Barros (Patrono: Paul Ledoux e Fundador: José de Alencar Feijó Benevides); Cadeira nº 33 – Francisco Osvaldo Simões Filho (Patrono: Roque Pennafort e Fundador: Hélio Guarany Pennafort); Cadeira nº 38 – José Queiroz Pastana (Patrono: Vicente Portugal e Fundador : Antônio Munhoz Lopes); Cadeira nº 40 – Carlos Nilson da Costa (Patrono: Walkiria Lima e Fundador: Isnard Brandão de Lima Filho."
Fontes: Blog Arambaé de Nilson Montoril;  Blog De Rocha de Elton Tavares e Facebook.
Fotos de Nilson Montoril

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