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terça-feira, 5 de maio de 2015
Um Registro Histórico Raro: Familia de Janary Gentil Nunes
Esta foto histórica, compartilhada
pelo amigo Guairacá Nunes, é registro inédito para a história do Amapá.
A raridade é dos anos 40 e nas
imagens podemos identificar, da esquerda pra direita: Dr. Coaracy Nunes e Yacy,
(irmão e irmã de Janary); Janary Gentil Nunes; Iracema Carvão Nunes, (primeira
esposa de Janary); Alice Déa Carvão Nunes,(segunda esposa e viúva de Janary) e Miracy,
(também irmã de Janary Nunes).
Na parte de baixo da foto: Iracema,
a Ceminha(filha de Janary), Dona Laury e Sr. Joaquim Ascendino(pais de Janary) e
Janary(filho), o Janaryzinho.
No Detalhe:
![]() |
| Laurieta Gentil Nunes e Ascendino Monteiro Nunes Pais de Janary Gentil Nunes Primeiro Governador do Amapá |
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Jovens de Vila Amazonas
O registro de 1965, apresenta quatro jovens da sociedade de Vila Amazonas, todas filhas de ex-funcionários da Empresa ICOMI, no Amapá.
A partir da esquerda: Patrícia Jean,15; Beth Mendes,14; Sandra Nycolay,17, e Josie Remedios,14.
Sandra Nicolay, irmã da Patrícia, e eu (João Lázaro), estudamos na mesma turma no Curso Ginasial, na antiga Escola Normal de Macapá.
(Foto reproduzida do Facebook)
domingo, 3 de maio de 2015
Memória da Cidade de Macapá: CÂNDIDO MENDES DE ALMEIDA
CÂNDIDO MENDES DE ALMEIDA - Nasceu em Brejo (antiga freguesia
de São Bernardo do Brejo dos Arrapurus), Maranhão, a 14 de outubro de 1818, filho
do capitão de milícia Fernando Mendes de Almeida e de D. Esméria Alves de Almeida.
Foi promotor público na capital maranhense, professor de História e Geografia
no Liceu local e membro da Academia de Letras do seu estado natal. Elegeu-se
Deputado e Senador no período imperial. Transferiu sua residência para o Rio de
Janeiro e ali ocupou importantes funções. Deixou uma vasta bibliografia e suas
principais obras: PINSÔNIA (projeto de criação da Província de Pinsônia abrangendo
a região do Cabo do Norte no Amapá. Paço da Câmara dos Deputados, 1° de julho
de 1853); A CAROLINA ou A DEFINITNA FIXAÇAO DE LIMITES ENTRE AS PROVÍNCIAS DO MARANHÃO
E DE GOIÁS (Rio, 1854); MEMÓRIAS PARA HISTÓRIA DO EXTINTO ESTADO DO MARANHÃO (2
vols. Rio, 1860 / 70); DIREITO ECLESIÁSTICO BRASILEIRO (4 vols. 2 temas, Rio 1866/73);
ATLAS DO IMPÉRIO DO BRASIL (Rio, 1869); CÓDIGO FILIPINO OU ORDENAÇÕES E LEIS DO
REINO DE PORTUGAL (Rio, 1870, livro considerado básico para o conhecimento da
legislação portuguesa); PRINCÍPIOS DE DIREITO MERCANTIL E LEIS DE MARINHA (2
vols. Rio, 1874) e ARESTOS DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (Rio, 1880). Cândido
Mendes era chamado por seus colegas do Senado e da Magistratura de "o fazedor
de leis". Não conseguiu criar a Província de Pinsônia, mas, se vivo fosse, teria tido a satisfação de ver, em 1943, o Presidente Getúlio Vargas criar o Território Federal do Amapá, ou seja, 90 a criação da Província de Pinsônia. O eminente Senador e
Jurista visitou os antigos distritos de Aricari, Macapá e Mazagão nas campanhas
políticas para o Senado, tendo merecido 80% dos votos do eleitorado amapaense.
Como homenagem póstuma foi dado seu nome a principal rua do comércio de Macapá.
(Antologia da Cultura Amazônica VoI. 04, fls. 87 a 96).
Cândido Mendes faleceu no Rio de
Janeiro, em 1º de março de 1881.
Fonte: Do livro Personagens
Ilustres do Amapá - Vol II de Coaracy Sobreira Barbosa - Imprensa Oficial
Macapá - 1998
Leia também
sábado, 2 de maio de 2015
Foto Memória de Macapá: Frente da cidade antes do Território
Clique na foto para amplia-la e observar melhor
Neste registro fotográfico histórico, presumivelmente de 1935 a 1942,
vemos imagens da frente da cidade de Macapá, quando o Amapá ainda pertencia ao
estado do Pará.
Vemos à esquerda do observador a pedra do guindaste e à direita o trapiche Eliezer Levy.
Ao fundo da imagem podemos ver as poucas que ficavam à beira do rio Amazonas.
Vemos à esquerda do observador a pedra do guindaste e à direita o trapiche Eliezer Levy.
Ao fundo da imagem podemos ver as poucas que ficavam à beira do rio Amazonas.
Foto enviada gentilmente pelo Sr. Raimundo Wilson, filho de Emanuel
Tarcilo Duarte Moraes.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
O Amapá perde um Pioneiro: Morre aos 93 anos de idade Elfredo Távora Gonsalves
Faleceu na madrugada desta
quinta-feira, 30 de abril de 2015, em Fortaleza,Ceará o pioneiro, jornalista,
escritor e membro da Academia Amapaense de Letras Elfredo Felix Távora
Gonsalves.
O corpo foi transladado para Macapá na
sexta-feira pela manhã, e o velório foi realizado na capela de Santa Rita, próximo
ao Hospital São Camilo. O sepultamento ocorreu às 17h no cemitério de Nossa
Senhora da Conceicão, no Centro. Elfredo Távora, como era conhecido, também foi
dirigente do PTB, fundador e diretor do Jornal Folha do Povo. No Governo Luiz
Mendes da Silva foi diretor da Divisão de Produção (a época equivalente a
Secretaria de Agricultura de hoje) e depois diretor da Divisão de Terras e Colonização.
Foi chefe da Casa Civil no Governo Nova da Costa.
Fonte: Memorial Amapá (W.Jr.)
Veja o que professor e poeta Paulo
Tarso Barros – Presidente da Associação Amapaense de Escritores – Apes, falou
sobre ele:
“Aos 93 anos, muito lúcido e ativo, Elfredo Távora ainda teve tempo
de finalizar mais uma obra: "O Amapá de Outrora", cuja editoração
está em andamento e certamente em breve haverá a publicação. “
“Tive o imenso privilégio de
acompanhar a finalização da obra junto ao autor e sua esposa, Dona Darcy.
Tivemos várias reuniões, e ele estava bastante entusiasmado para publicar mais
esse trabalho. Mostrou-me as fotos, explicou-me alguns tópicos da obra onde
defende algumas ideias sobre o Projeto Icomi e descreve com maestria as
riquezas potenciais do Amapá.”
“Elfredo Távora deixa seu nome em
destaque na história do Amapá, tanto através de suas atividades como jornalista
como de servidor público, pois exerceu alguns cargos relevantes na
administração pública. E, com os dois livros, seu testemunho é indispensável
para que os historiadores interpretem muitos acontecimentos da nossa História.”
O jornalista João Silva também fala
sobre ele:
"No jornalismo e na política,
foi diretor de A Folha do Povo, militante do PTB, e militante da oposição
histórica aos Nunes no Amapá. No serviço público assumiu cargos importantes,
entre outros, foi prefeito, secretario de governo, diretor do Senar, e chefe de
gabinete do governador Jorge Nova da Costa. Nas letras, lançou, em 2011, seu
livro de memórias intitulado Folhas Soltas do meu Alfarrábio. "
Para Cesar Bernardo de Souza:
"Vou pranteá-lo com muito respeito e honra... um dos maiores homens que
conheci."
Para o jornalista Euclides Moraes,
"Elfredo Távora está imortalizado nos anais da história do Amapá. Um dos
líderes da primeira confraria de lutas pela democracia no Estado, digo, antigo
Território Federal do Amapá. Com ele estavam Amauri Farias, Binga Uchôa, Zito
Moraes, Zeca Serra, Duca Serra e tantos outros que me desculpem a omissão.
Foram fundadores do primeiro jornal de oposição à elite dominante, a Folha do
Povo. E com esses mesmos bravos fundou o Partido Trabalhista Brasileiro, de
Getúlio Vargas.
Elfredo Távora deixou para as
gerações que o sucederam uma grande lição. A de que vale a pena lutar pela
Democracia. Boa viagem, amigo."
ELFREDO FELIX TÁVORA GONSALVES, filho
do Tenente Coronel George Meyer Gonsalves, comandante de Marinha mercante,
brasileiro naturalizado, comerciante e proprietário, de grandes seringais no
rio Araguari e de D. Hildebranda Távora Gonsalves, cearense de Baturité, filha
do Coronel João Franklin Távora, pecuarista, de grandes posses e 1.° Intendente
do Município de Amapá, Nasceu em Belém, Estado do Pará, a 14 de janeiro de 1922.
Estava com 10 meses de idade quando seu pai faleceu repentinamente, obrigando sua
mãe a viajar com seus cinco irmãos para Ilha da Madeira, em Portugal onde seu
pai tinha posses, permanecendo ai até aos 20 anos de idade, quando regressou ao
Brasil, dedicando-se à exploração dos seringais da família, chegando ao Amapá a
13 de maio de 1943, quando ainda era Município do Pará. Após a criação do
Território do Amapá, conheceu o então capitão Janary Gentil Nunes que havia
sido nomeado Governador, a quem ofereceu um exemplar do livro "Verdadeiro
Eldorado" escrito no ano de 1932, impresso na cidade do Porto, em Portugal
por seu tio, o português Alfredo Gonsalves. Até o ano, de 1945 manteve boas
relações com o governador do Amapá, mas quando lhe escreveu uma carta relatando
fatos que considerava violentos praticados pelo Chefe de Polícia, capitão
Humberto Vasconcelos, enquanto S.Exª. se encontrava no Rio de Janeiro, tudo
isso mudou, porque: O Governador não deu importância às denúncias e
respondeu-lhe com um telegrama agressivo: a partir desse momento começaram as
hostilidades por parte do Chefe de Polícia e seus colaboradores. A euforia dos
primeiros dois anos de governo começou a esfriar e surgiram os desentendimentos,
resultando no afastamento do Dr. Otávio Mendonça, Diretor da Divisão de
Educação. Depois foi a briga entre o Chefe de Gabinete, Dr. Paulo Eleutério
Filho e o capitão Vasconcelos, atrito esse que mais tarde se acentuou quando
ambos militavam na política de Belém, acabando em assassínio de Paulo Eleutério
pelo seu oponente. Elfredo Távora criticava abertamente o regime paternalista
adotado pelo governo. Surgiu então um manifesto na cidade, atribuído ao
amapaense José Serra e Silva, extraordinária figura humana, o qual terminava
com o slogan "a terra aos filhos da terra". Esses movimentos foram-se
polarizando e acabaram em aglutinação de caráter político, tendo à frente Claudomiro
Morais, Benedito da Costa Uchôa, Aurino, ltuassu Borges Oliveira, Aurélio Laranjeira,
Jóca Furtado, Antero Furtado, Jeronimo Picanço em Macapá, Américo Saraiva,
Chico Távora, Adelino Gurjão, Miguel Monteiro, Quintino Pontes, Horácio Alves e
outros, convidados por Elfredo, fundaram o Trabalhista Brasileiro, no TFA,
instalado na cidade de Amapá, a 26 de dezembro de 1946. Pressionado pelos
homens do governo, fugiu de Macapá, permanecendo alguns meses em Belém,
trabalhando na Companhia Telefônica e mantendo estreito relacionamento com a
cúpula do PTB, ganhando a simpatia dos dirigentes, principalmente do Deputado
Baeta Neves, Senadores Salgado Filho, Ivete Vargas e outros. Em 1950 foi para
as ruas fazer a campanha de Getúlio Vargas para a Presidência da República e
conseguiu do candidato uma mensagem especial ao povo do Amapá, que foi gravada
no Hotel em Belém e transmitida pela Rádio Clube do Pará. Por estranha
coincidência, na hora da transmissão, faltou energia em Macapá. Com a eleição do
Getúlio Vargas, por força de um acordo político imposto pelo Presidente do PTB,
o governo do Amapá nomeou Elfredo Távora para o cargo do Diretor da Divisão de
Terras e Colonização. Com a morte de Getúlio Vargas, Elfredo foi entregar o
cargo que ocupava, justificando que o acordo político era com o Presidente e
esse estava morto. Voltou para oposição e nela se manteve até 1960. Casou-se
com D. Maria Darcy Colares, filha do fazendeiro Ernesto Pereira Colares, do
Município de Amapá, no ano de 1955, e foi residir em Porto Grande, dedicando-se
à exploração agrícola de sua propriedade onde auferia recursos com o
arrendamento de seus seringais. Mais tarde, contratado pelo empresário
Waldemiro Gomes, foi residir as margens do rio Amapari, próximo à foz do rio
Cupixizinho (igarapé dos índios), dedicando-se à compra do minério de cassiterita,
Não perdeu o contato com os companheiros de partido e, em 1959, lançou o jornal
"Combate" junto com Mário Luiz Barata, Dalton Cordeiro de Lima,
Amaury Guimarães Farias, Raimundo Maia, José Araguarino Mont'Alverne, o qual teve
duração efêmera. No mesmo ano fundou o semanário "Folha do Povo",
assumindo a Direção de toda acompanha oposicionista durante os anos de 59 a 64.
Com a chegada do Governador Luiz Mendes da Silva, foi nomeado para o cargo de
Diretor da Divisão de Produção, permanecendo até 1967. Elfredo assumiu diversos
cargos, citando-se, pela ordem cronológica; Presidente do Diretório Regional do
PTB do Amapá; Diretor da Divisão de Terras e colonização; Diretor da Divisão de
Produção; Presidente. da ARENA em Macapá; Chefe de Pessoal da ECICEL;
Secretário executivo da Cooperativa do BNCC em Brasília. No ano de 1985, convidado
pelo Governador Jorge Nova da Costa, assumiu a Chefia do Gabinete, permanecendo
até o término do governo, sendo mantido no governo do Coronel Boucinha. Exerceu
ainda os cargos de Presidente do Conselho Territorial; Superintendente da SENAVA
e Representante do Amapá no Instituto de Altos Estudos da Amazônia.
Aposentou-se em 1990 e, com 75 anos de idade, exerceu o cargo de
Superintendente do SENAR em Macapá, desempenhando um excelente trabalho. É um
dos homens ilustres do Estado do Amapá.
Fonte: Do livro Personagens Ilustres do Amapá - Vol 1 de Coaracy Sobreira Barbosa- Imprensa Oficial - 1997
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Foto Memória da Cidade: Turma do Banco do Brasil
Outra foto de Derossy Araújo, compartilhada pelo amigo Marcio José Araújo da Silva.
Antigos servidores do Banco do Brasil, em frente à Agência, em Macapá, da Av. Coronel Coriolano Jucá, com rua Cândido Mendes, em Macapá-AP
"Vou nominar da esquerda para
a direita: Ciro Anaice de Oliveira - Antônio Carlos Farias de Souza (Capinha ou
Farias) - Paulo Armando Del Castilo Andrade - Jonas dos Santos Banhos - Vagner
Duarte Mendes - Benedito Alves de Sá (Sazinho) - Abraão Andrade Uchoa (atrás do
Sá) - Christiano Kzam - Derossy Araújo da Silva - Adelman Barros Cardoso
(gerente) - Pedro Ricardo Köeler da Cunha (o mais alto) - Inspetor (não lembro
o nome) - João Barbosa Mota (subgerente) - José Maria Marques Ferreira -
Adilson Araújo (o mais exímio datilógrafo que conheci) - Antônio Carlos Brito
de Lima." (Márcio
José Andrade da Silva)
Obs: Identificados com ajuda do Christiano Kzam e Sávio Kzam
Fonte: Via Facebook
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Foto Memória Musical: Conjunto "Os Cometas" toca em show do The Brazilian Bitles, em Macapá
Em 1966, o grupo musical brasileiro
The Brazilian Bitles, fez duas apresentações em Macapá. Uma nos salões de
recreio da Piscina Territorial para uma seleta plateia, em evento patrocinado
pelo Country Club Equatorial, e outra para o público no Estádio Municipal
Glycério de Souza Marques. Depois desses eventos, o renomado conjunto nacional nunca
mais voltou a tocar em Macapá.
O registro fotográfico fixa o momento em que os rapazes de “Os Cometas” estavam no palco do glicerão, tocando músicas de seu repertório.
O baterista Roberval Benigno usou a bateria personalizada do conjunto visitante.
O baterista Roberval Benigno usou a bateria personalizada do conjunto visitante.
A partir da esquerda: José Assunção (trumpete); Célia (vocal); por trás dela parece o rosto do Nando; Spíndola (Sax); atrás dele Sebastião Mont'Alverne(guitarra solo); Roberval (bateria); Joacy (Crooner); e Pedro Altair (guitarra).
O amigo Aluísio Cantuária lembra bem, que "Os Cometas" tocaram antes do
Brazilian Bitles e foram bastante aplaudidos.
Lembra, também, que um dos hits cantado pelo Nando foi "O Chorão", do Paulo Diniz, sucesso naqueles idos de 1966.
Lembra, também, que um dos hits cantado pelo Nando foi "O Chorão", do Paulo Diniz, sucesso naqueles idos de 1966.
Clique no play e relembre o sucesso no original:
terça-feira, 28 de abril de 2015
Um Jogo de Inteligência: Leônidas Platon X Paulo Torres
Membros da diretoria do Clube de
Caça e Pesca Amazonas, jogam uma partida de xadrez, na área onde seria construída
a sede social do clube, próximo à Vila Amazonas, à margem esquerda do Rio-Mar.
No local, eram realizadas aos
finais de semana, reuniões domingueiras, para churrascos, jogos recreativos e
tudo mais que pudesse ser feito para uma boa vida ao ar livre.
Nas imagens de 1965, tiradas de um
recorte da Revista ICOMI/Notícias, vemos, em primeiro plano os pioneiros Leônidas Platon e Paulo Torres.
Ao fundo, entre outros não
identificados, vemos o jovem Aurílio Lima.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Bons Tempos de Criança!!!
Encontrei esta foto, no Facebook da amiga Gilka Soares. E, com a devida permissão dela, compartilho agora com os leitores do Porta-Retrato.
A partir da esquerda: Déa Soares, Emídio Rola, Gilka Soares e Miguel Ângelo.
Foto tirada em 1953, na casa onde Gilka nasceu, e que existe até hoje, na esquina da Rua Eliezer Levy com a Av. Presidente Vargas.
Foto tirada em 1953, na casa onde Gilka nasceu, e que existe até hoje, na esquina da Rua Eliezer Levy com a Av. Presidente Vargas.
Foi no dia do aniversário de 8 anos da Déa, irmã dela.
Gilka tinha 3 anos.
Indaguei sobre os outros irmãos: Déa mora em Macapá. "Emídio faleceu em 1988, Miguel reside em Macapá, é Técnico Agrícola do Estado. Guilherme que era músico é professor do Estado, mas no momento, afastado, em tratamento de saúde; mora numa casa ao lado da casa da mamãe, na Presidente Vargas. Sérvula, a caçula. é funcionária da Justiça Federal, em Macapá" (Gilka Soares)
domingo, 26 de abril de 2015
Foto Memória de Macapá: Alunas da Escola Doméstica de Macapá
Mais uma imagem rara compartilhada pelo amigo Sebastião
Ataíde de Lima.
Alunas que estudavam, em regime de internato, na antiga Escola
Doméstica de Macapá, devidamente uniformizadas, reunidas em frente ao
estabelecimento.
Registro histórico publicado no Jornal Amapá nº 468, em 13 de setembro de 1953.
Resumo histórico - Fundada em 1944, a Escola Doméstica de Macapá, foi instituída com a finalidade de formar jovens para o desempenho das tarefas domésticas e desde a sua fundação, sempre foi mantida pelo poder público.
A Escola Doméstica de Macapá foi desativada ainda no período do Território do Amapá.
No ano de 1964, a Escola Doméstica foi transformada em Ginásio Feminino orientado para o trabalho, visando favorecer um maior número de jovens.
Pelo Decreto de nº 30 de 28 de novembro de 1978, foi oficializado o novo nome da escola, que passou a se chamar Escola Santina Rioli em homenagem à religiosa missionária, pelo significativo trabalho desenvolvido junto à comunidade escolar. (do Blog da escola)
sábado, 25 de abril de 2015
Memoria da Cidade de Macapá: Antiga Pracinha do Macapá Hotel
Hoje no Porta-Retrato uma raridade que toca de perto o coração de todos nós.
O amigo Sebastião Ataíde de Lima, compartilhou uma imagem noturna da antiga Pracinha do Macapá Hotel, recortada do Jornal Novo Amapá nº 1673, de 14 de abril de 1973.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Memória da Cidade de Macapá: O Pioneiro ARTHUR NEVES DO NASCIMENTO – Dono da antiga Farmácia e Drogaria Neves
A necessidade de implantação da
infraestrutura do recém criado Território Federal do Amapá, desmembrado do
Pará, através do Decreto-lei nº 5.812, de 13 de setembro de 1943, obrigou o primeiro
governador a importar mão de obra de outros estados, principalmente do
Pará.
Seu Arthur era Acreano de Brasileia onde nasceu em 04 de junho de 1911; foi para Belém na época da 2ª guerra mundial e trabalhou por algum tempo no Aeroporto de Val-de-Cãns. Ele também foi atleta de regatas do Clube do Remo. Seu Arthur era um cidadão muito reservado e de poucos amigos fiéis.
Em Belém, conheceu a Sra. Inezelina da Silva Nascimento com quem se casou e posteriormente, foram para o Amapá. Dona Inezelina, trabalhava numa fabrica de biscoito, na capital paraense. Em Macapá ela trabalhou como enfermeira da Maternidade e depois se tornou parteira, conhecidas como "curiosas" mas, segundo relatos, foi depois de mãe Luzia que ela se destacou, juntamente com Dona Raimunda Uchôa, mãe do Nando dos Cometas, falecida em 2013.
Ao chegar a Macapá, seu Arthur
trabalhou como pedreiro na construção do Hospital Geral de Macapá, e na
residência do governador, integrando a equipe
contratada por Janary Nunes.
Depois desse período inicial, Seu Arthur
Neves do Nascimento montou a Farmácia e Drogaria Neves, na Av. Antônio Coelho
de Carvalho, na Praça do Mercado Central, anexo à sua residência.
Cônscio de suas obrigações legais e responsabilidades fiscais, seu Arthur, buscou assessoramento de profissionais habilitados e disponíveis na cidade, tais como o também pioneiro, Bioquímico Rugatto Boettger que prestava serviços como Farmacêutico, enquanto Salomão Alcolumbre e Lourenço Almeida cuidavam da parte contábil do estabelecimento.
A Farmácia e Drogaria Neves
funcionou até um ano depois do falecimento de seu Arthur, em 11 de março de
1974.
Dona Inezelina, nascida em 17 de
junho de 1917, faleceu em 06 de agosto de 1994.
O casal não teve filhos biológicos.
Apenas adotou o amigo Artur Neves do Nascimento Filho, que prestou as informações ao blog.
Apenas adotou o amigo Artur Neves do Nascimento Filho, que prestou as informações ao blog.
Artur Neves, é macapaense, tem 58 anos, Tec. em Agropecuária de formação, e tem uma prestadora de serviços em Macapá, onde reside, com a esposa, filhos e netos.
Fotos do acervo da família,
gentilmente cedidas ao blog Porta-Retrato.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Memória da Cidade de Macapá: Prédio da antiga Superintendência de Abastecimento do TFA - SATFA
O prédio da foto - erguido em 1944
pelo Governo Janary Nunes - ficava com sua frente para a Av. Beira Rio,
atual Binga Uchôa, entre Presidente Vargas e Coriolano Jucá, em frente à cidade de Macapá.
Eu lembro que, inicialmente, esse
prédio serviu de sede para a Superintendência de Abastecimento do Território
Federal do Amapá - SATFA.
Ao final do anos 60 – no governo do
General Ivanhoé Gonçalves Martins – foi construída uma outra frente para a Rua
Cândido Mendes, e feita uma grande reforma no barracão construído nos anos 40.
Depois disso – se não me falha a
memória – funcionou lá também a COAP que depois virou COFAP e finalmente a
SUNAB, até a mudança para a esquina da Av. Ernestino Borges com
a Rua São José.
Salvo engano, também funcionou por
lá a Cruz Vermelha do Amapá.
Com a instalação do Estado do
Amapá, em 1988, os prédios do ex-Território, passaram para o patrimônio do Estado;
e esse prédio, especificamente,
funcionou como sede da CEME –
Central Estadual de Medicamentos, e depósito da merenda escolar; sendo depois desativado, fechado, ficando o local abandonado
em ruínas, por longos anos.
Quem souber de mais detalhes, por favor, pode nos informar pelo e-mail jolasil@gmail.com ou deixar comentários.
Quem souber de mais detalhes, por favor, pode nos informar pelo e-mail jolasil@gmail.com ou deixar comentários.
Em 2014, a administração anterior,
chegou a anunciar, que pretendia construir no local, a Praça Paço do Fórum, em
Macapá.
Mas, até o momento, nada foi feito
lá.
Um projeto elaborado pela Agência
de Desenvolvimento do Amapá prevê a construção de um corredor verde.
Veja na imagem abaixo:
Veja na imagem abaixo:
Em uma área urbanizada com paisagismo
e jardins, os usuários terão acesso gratuito à internet, e poderão fazer um
lanhe ou tomar um café, contemplando a vista do Rio Amazonas, na moderna
lanchonete coberta.
O local servirá ainda para a
realização de feiras culturais, pequenas exposições e atividades de grupos de
idosos.
Os recursos serão provenientes do
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
(Post repaginado em 2015)
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Morre em Macapá, o empresário George da Costa Araújo - o paraibinha
Faleceu nesta segunda-feira(20/4) no Hospital de Emergência, em Macapá, George da Costa Araújo, o paraibinha(72), ex-empresário de câmbio; ex-representante da Xerox do Brasil no Amapá; ex-presidente da Federação Amapaense de Basquetebol.
Segundo o último boletim médico, a morte de George foi devido falência múltipla dos órgãos, provocada por Diabetes.
George Araújo, militou na política estudantil. Foi presidente do Grêmio Literário e Cívico Barão do Rio Branco, da Escola Normal de Macapá.
Segundo o último boletim médico, a morte de George foi devido falência múltipla dos órgãos, provocada por Diabetes.
George Araújo, militou na política estudantil. Foi presidente do Grêmio Literário e Cívico Barão do Rio Branco, da Escola Normal de Macapá.
Segundo amigos, ele já vinha enfrentando sérios problemas de saúde.
George era filho do seu Sales da antiga Loja “A Paraibana”, um dos pioneiros do Amapá.
"A Paraibana" situava-se na praça Veiga Cabral.
O velório de George da Costa Araujo, o paraibinha, foi realizado na residência da família, na Procópio Rola, quase esquina da Tiradentes. O sepultamento foi na terça-feira(21) as 16h no Cemitério de Nossa Senhora da Conceicão, no Centro da Cidade.
Nossas condolências à família Sales.
Fonte: Memorial Amapá (WJr.)
Primeira Grande Agência do Banco do Brasil, em Macapá
Foto sem data da primeira grande agência do Banco do Brasil, no Centro de Macapá, atrás do antigo Fórum dos Leões (hoje sede da OAB/AP).
Esta foto, nos foi gentilmente compartilhada pelo amigo Márcio Andrade da Silva que, pra quem não sabe, é filho do casal amigo Derossy (Maria Lúcia) Silva.
O Derossy é funcionário aposentado da instituição, e trabalhou nessa agência.
Segundo o historiador Nilson Montoril de Araújo, "antes dessa agência, o Banco do Brasil funcionou em dois outros locais. O primeiro, um prédio que tinha servido como residência para os prefeitos de Macapá até 1945, na esquina da Rua Siqueira Campos(Mário Cruz) com a Travessa Visconde de Souza Franco(hoje, a rua em frente a Escola de Administração Pública do GEA) e no Macapá Hotel."
Segundo o historiador Nilson Montoril de Araújo, "antes dessa agência, o Banco do Brasil funcionou em dois outros locais. O primeiro, um prédio que tinha servido como residência para os prefeitos de Macapá até 1945, na esquina da Rua Siqueira Campos(Mário Cruz) com a Travessa Visconde de Souza Franco(hoje, a rua em frente a Escola de Administração Pública do GEA) e no Macapá Hotel."
(Atualizada às 21 horas)
domingo, 19 de abril de 2015
Memória da Cidade de Macapá: Av. Presidente Vargas
AV. PRESIDENTE VARGAS
Av. Presidente Vargas, entre as ruas Tiradentes e General Rondon, com as casas construídas pelo Governo do ex-Território Federal do Amapá, residências dos funcionários públicos, na década de 50.
As casas da esquerda eram de madeira de lei e as da direita, de alvenaria, com tijolos e telhas produzidos na Olaria Territorial.
Foto copiada do Livro "Macapá Querida", e compartilhada pelo amigo Márcio José Andrade da Silva.
sábado, 18 de abril de 2015
Memória da Cidade de Macapá: CASA SANTO ANTÔNIO de Silva e Irmão
CASA SANTO ANTÕNIO
Outro registro raro da memória da cidade de Macapá, dos anos
60, copiado do Livro "Macapá Querida" e compartilhado pelo amigo Márcio
José Andrade da Silva, mostra a imagem do prédio do antigo imóvel onde foi instalada a Casa
Santo Antônio, de Silva & Irmãos, que funcionou, antes dos ARMAZÉNS ESTRELA de
Celestino Pinheiro Filho, na Rua Cândido Mendes com Pe. Júlio Maria Lombaerd,
em Macapá.
O prédio foi demolido, e em seu
lugar foi edificada uma agência do antigo Banco Real, hoje Banco Santander.
Pode-se observar na esquina da Cândido Mendes com o canal da Mendonça Júnior,
um sobrado bem antigo, onde antes funcionou a Casa Potiguar e, algum tempo
depois, foi instalada a Farmácia Central, do empresário Raimundo Anaice.
Via Memorial Amapá
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Memória da cidade de Macapá: Antigo Campinho da Matriz
Outra foto copiada do Livro "Macapá Querida", e compartilhada pelo amigo Márcio José Andrade da Silva.
O registro é do ano de 1959, com imagens do antigo campo de futebol, da Praça Veiga Cabral, tendo ao lado a estão barraca da Santa, onde eram, realizadas as programações sociais da Prelazia de Macapá, durante as festas de arraial.
Durante muitos anos este campinho serviu de local para treinamento dos clubes da casa dos padres, e também, de palco para as partidas de futebol, entre os primeiros clubes do futebol amapaense antes da inauguração do Estádio Glycério Marques.
Ao fundo, antigas casas da rua Cândido Mendes, com destaque para o prédio da Família Zagury, e ao centro, a casa do sr. Naftaly Mair Bemerguy.
Fonte: Do livro "Macapá Querida"
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Memória da Cidade: Casario da antiga Praça Assis de Vasconcelos, em Macapá
Esta foto rara foi copiada do Livro "Macapá Querida", e compartilhada pelo amigo Márcio José Andrade da Silva.
Trata-se de um registro do ano de 1932, em cujas imagens vemos o casario da antiga Praça Assis de Vasconcelos (atual Veiga Cabral), no centro histórico de Macapá, pelo lado da atual rua Cândido Mendes, tendo ao centro a Travessa Siqueira Campos (atual Mário Cruz), em direção ao Rio Amazonas.
Do Livro "Macapá Querida"
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Foto Memória do Esporte Amapaense; Atletas de Vôlei do Esporte Clube Macapá
Registro raro sobre o Esporte do Amapá.
Atletas dos times de vôlei - masculino e feminino - do Esporte Clube Macapá, que brilharam nas quadras de Macapá, nos primeiros anos do ex-Território Fedral do Amapá.
Mais uma vez contamos com a ajuda da Prof. Zulma Carneiro, para a identificação dos seus colegas de clube.
(Foto do acervo de Bira Picanço repassada à Alcilene Cavalcante e publicada no Memorial Amapá)
Da esquerda para a direita:
Em pé: 4 - Rosemere Cavalcante;
12 - Avertino Ramos; 8 - Maria do
Socorro Lavor Benigno; 11 - Propércio Oliveira; - 10 - Alzira Ribeiro; 6 -
(ele) Edilson Borges de Oliveira; 6 - (ela) Zulma Carneiro e 8 - Armando
Pontes.
Agachados: 3 – Maria Izabel
conceição; 7 –(ele) Antônio Tavernar; 7 -
(ela)Terezinha Guedes; 5 – Ubiracy Picanço;
5 – (ela) Maria Cavalcante; 10 – Carlos de Andrade Pontes e 9 – Nazaré (não
sabemos o sobrenome)
Fonte: Memorial Amapá
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Falecimento: Morre em Belém, Dona Raimunda Machado Pontes
Uma Pioneira de Macapá
![]() |
| Raimunda Machado (Foto de Arquivo) |
Faleceu na manhã de ontem (12/4) em
Belém do Pará, Dona Raimunda Machado Pontes, contabilista, esposa de Carlos de
Andrade Pontes, filha de Eugênio Machado e Maria Souza; estava aposentada do
Governo do Amapá, tinha 86 anos de idade e deixou os filhos Denize e Antônio Eugênio,
com quem morava na capital paraense.
Dona Raimunda era irmã da Prof. Amazonita,
Tereza, Maria das Dores (Maricá) e José Hugo Machado.
![]() |
| Dona Raimunda Machado Foto do Blog do João Silva |
Raimunda Machado Pontes foi
servidora pública competente e exemplar. Dentre outros cargos, na administração
do general Ivanhoé Martins foi nomeada coordenadora da seção da municipalidade,
órgão do Governo do Amapá que prestava assessoramento aos prefeitos municipais
no tocante a prestação de contas dos recursos do município, orientando também
na organização administrativa da municipalidade, numa época em que não existia
Tribunal de Contas no Amapá.
Foi sepultada nesta segunda-feira(13),
em Belém do Pará.
Nossas condolências à família
enlutada.
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