domingo, 9 de março de 2014

Cruzamento da Rua São José com Av. Presidente Vargas

(Foto: Reprodução de arquivo)
Anos 50 - Cruzamento da Rua São José com Av. Presidente Vargas vendo-se parcialmente uma das velhas mangueiras e a Casa do Povo - um estabelecimento comercial da época, de propriedade do Sr. "Pitaíca" (Clodóvio Antônio Coelho).
Ao fundo observa-se o Grupo Escolar Barão do Rio Branco
A propósito desta foto rara e desse trecho histórico da Macapá antiga, encontramos no Facebook do historiador Nilson Montoril, os seguintes registros:  
No "dia 5 de março de 1951, após a missa que mandaram celebrar pela manhã, na Igreja de São José, os alunos do Ginásio Amapaense, Escola Normal Regional, Escola Industrial de Macapá e Escola Técnica de Comércio do Amapá, desfilaram pelas ruas da cidade até o Cine Teatro Territorial, anexo ao Grupo Escolar Barão do Rio Branco, onde teve lugar a solenidade de abertura do ano letivo dos cursos secundários de Macapá e de recepção aos "calouros" dos citados estabelecimentos de ensino. Discursaram na ocasião o governador Janary Gentil Nunes, o Professor José Barroso Tostes e a Professora Predicanda de Amorim Lopes, Diretora de dois estabelecimentos: Escola Normal Regional(já não existe) e Escola Industrial( Escola Antônio Pontes)"
O historiador Edgar Rodrigues comenta qu"no casarão, entre a São José e a Presidente Vargas, situava-se o escritório do sr. Wilson Carvalho. Ao lado do escritório funcionava a ourivesaria do meu pai, Raimundo Cardoso Rodrigues (Badico). E o resto da casa era nossa residência. Depois que as religiosas da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria se transferiram para Caucaia, no Ceará, o casarão foi vendido para o sr. Abraão Peres, que o alugou para o sr. Wilson Carvalho e para meu pai. Eu estou falando dos anos 60."
E o Nilson complementa: "Essa paisagem só começou a mudar a partir de 1970, quando o governador Ivanhoé Gonçalves Martins iniciou o plano de remodelação do centro de Macapá. Uma comissão especial foi constituída para avaliar os velhos casarões construídos em taipa demão e pilão. O parecer da comissão deu conta de que os imóveis não suportariam quaisquer tipos de reforma, além de impedirem o alargamento das ruas."
(Reprodução: recorte de  jornal)
"As casas que vemos no lado direito (da primeira foto), foram demolidas seguindo o alinhamento da calçada da Praça Barão do Rio. Quando isso ocorreu, na primeira casa funcionava o escritório de contabilidade do senhor Wilson Carvalho. A partir do citado imóvel tínhamos umas três residências, o bar do Moura Serra, da senhora Tereza(chamado Royalbriar) e o famoso Café Continental. O estabelecimento da esquina direita chamava-se "Armazém do Povo", cujo proprietário era o sr. Manuel Eudóxio Pereira, o famoso "Pitaíca", aparentado do Abraham Peres. No terreno vago, foi construído o prédio do Banco da Lavoura de Minas Gerais, por influência da ICOMI, que depois abrigou o Banco Real. O Alípio Sabiá, trabalhou com o João Vieira de Assis no Bar Elite, localizado ao lado da casa cujo telhado aparece em primeiro plano. Essa casa era do casal João e Raimunda Picanço. A entrada para a padaria do seu Janjão Picanço era feita pelo lado, onde depois passou a ser a entrada do Cine João XXIII. (...) As mangueiras do meio da rua foram arrancadas. Produziam mangas saborosas e atraiam gordas curicas(papagaios) que nós derrubávamos com baladeiras e comíamos assadas com açaí."
O jornalista Ernani Marinho cobrou do Nilson, a listagem de alguns estabelecimentos comerciais existentes no casarão, tais como a porta do Serapyo e do Lateral, logo depois no Banavita (lanchonete do sr. Moura Serra, cuja especialidade e que dava nome à casa era bananada com nescau, além dos procuradíssimos sangue de vampiro e garapa com donzela) e do restaurante da D. Izaura, mãe do Zé Elson, lateral do Juventus, que ficava colado ao Continental.
Resposta do Nilson: "Creio que o Serapyo iniciou suas atividades como ourives, em Macapá, trabalhando com o seu Badico, pai do Edgar Rodrigues. Depois ele começou a treinar basquete no Juventus Esporte Clube. Claro que lembro de toda essa turma e das casas residenciais cujas portas permitiam deixar metade trancada e metade aberta. Era como se fossem janelas. O bar do Moura Serra chegou a vender merenda mais refinada como guara-suco e picadinho. 
(Nota do editor: Na região Sudeste - SP, o picadinho, é de carne cortada em cubos; a que o Nilson se refere é conhecido aqui,  como "carne moída"). 
Aliás, esse refrigerante fabricado em Belém fazia muita propaganda e tinha como slogan "guara-suco está em todas". Quando alguém comparecia a todos os acontecimentos da cidade nós dizíamos que o sujeito parecia guara-suco."
Ernani completou: "O Serapyo só jogava basquete com o Leôncio às proximidades (no banco do Juventus ou na plateia) já que o seu braço, com determinados movimentos, se deslocava sempre e o Leôncio era quem conseguia recolocá-lo no lugar. Quando o Serapyo deixou a casarão foi para uma casa do Wilson Carvalho, na São José entre Raimundo Álvares da Costa e Ernestino Borges, montando uma oficina que cuidava de joias e bicicletas."
                                             (Repaginado em março de 2014)
Fonte: Facebook

quarta-feira, 5 de março de 2014

O Pioneiro Antonio Barbosa, da Vacaria

Antonio Barbosa nasceu na Bahia em 1910. Filho de João Rodrigues de Novaes e Maria do Carmo Barbosa dos Santos.
Era casado com Benedita da Silveira Barbosa com quem teve dez filhos. Chegou ao Amapá em 1954 e estabeleceu-se em Santo Antônio da cachoeira do Jari, onde gerenciou um projeto para uma empresa de portugueses, cuja sede era em Belém(PA). Em Santo Antônio da cachoeira do Jari, Antonio Barbosa construiu uma estrada rudimentar ligando o centro de produção da castanha e seringa. Sendo conhecedor e amante da agricultura, desenvolveu em toda área  o cultivo de milhares de mudas de seringueiras, cacau e pimenta do reino. Construiu também um porto para o navio cargueiro de grande porte de nome "Sobralense", com a finalidade de possibilitar o transporte fluvial dos produtos e passageiros até Belém (PA), (na época o Rio Jari era navegável até na cachoeira do mesmo nome). 
Em 1957, Antonio Barbosa mudou-se, com a família para Macapá, onde dedicou-se à criação de gado  em um lugar, na época,  longe do perímetro urbano que passou a ser conhecido como Vacaria do Barbosa,  hoje Bairro de Santa Inês. Na missão de abastecer a cidade com leite e derivados, "seu" Barbosa contou com baluartes importantes da família como seus filhos mais velhos Paulo, Rui e José Barbosa (todos falecidos) e Aparecida Barbosa(também falecida). Aparecida trabalhou ainda,  na secretaria do Colégio Amapaense por mais de 30 anos. Anália e Iraci Barbosa, também filhas de "seu" Antonio, foram alunas de acordeom do Mestre Oscar Santos e depois professoras de música do antigo Conservatório Amapaense de Música(hoje, "Walkíria Lima"). Dos filhos mais novos aparecem Regina e Valdeci Barbosa(professor de Educação física); o engenheiro Antonio Barbosa (falecido); e Rubenita Barbosa, que é engenheira civil  e atualmente trabalha no CETRACI/Ap; Rubenita Barbosa Morais é casada com o Administrador e ex piloto-instrutor do Aeroclube do Pará, Antônio Mário Morais.
As irmãs, Anália e a Regina moram em Macapá e a Iraci mora em Belém (PA). Todas já estão aposentadas.
"Seu"Antonio Barbosa foi vereador nas duas primeiras legislaturas da câmara municipal de Macapá; foi presidente e fundador da Cooperativa Mista Agropecuária do Amapá; presidente da Associação Rural de Macapá e teve sua criação de gado premiada em todas exposições de animais em que participou. A sua esposa e companheira Benedita da Silveira Barbosa chamada carinhosamente de Dona Bené, coordenava a distribuição de leite da Vacaria e, muito cedo do dia, já recebia os fregueses sempre com um sorriso de boas vindas.
Dona Benedita da Silveira Barbosa era natural de Glicério (SP) e faleceu em Macapá no dia 5 de março de 1999 com 87 anos de idade. Portanto, há 15 anos.
Seu Antonio Barbosa, faleceu em 1988, em Macapá e está sepultado junto com Dona Benedita e  os filhos, em um jazigo da família, no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro - o mais antigo da cidade.
Esta foto, tirada em 26 de agosto de 1962, é o registro histórico de um evento realizado no interior da residência da família Barbosa, na antiga Vacaria, por ocasião do aniversário de um aninho da Francelizi, a criança que está no colo de Dona Benedita, irmã gêmea de Fransuizi, netas do casal.
O blog Porta-Retrato localizou as duas, via Facebook: Fransuizi Portillo, é casada e reside atualmente em Jaraguá do Sul, Santa Catarina e Francelizi Colares, também casada, reside na cidade de Santana/AP.
Entre os convidados ilustres, a partir da esquerda: Dr. Mário de Medeiros Barbosa (governou o Amapá apenas dois meses - setembro a outubro de 1961); o senhor de cabelos brancos atrás dele, lembro do rosto mas não recordo o nome; o de bigode - sorridente - que vem a seguir, é o Dr. Dalton Cordeiro Lima(foi Deputado Federal, 1964-1965 pela UDN-AP); o jovem senhor ao lado dele também não me é estranho mas, realmente, não consegui lembrar quem seja - pensei num primeiro momento ser o Sr. Mário Paes, que foi gerente do Banco do Brasil, em Macapá, mas não tenho certeza; em seguida estão "seu" Barbosa e Dona Benedita (com a criança); e os últimos à direita, Governador Janary Nunes e sua segunda esposa Sra. Alice Déa Carvão Nunes (ela reside no Rio de Janeiro).

Fonte: Biografia e fotos(álbum da família) com informações(legenda) do professor Valdeci Barbosa (filho do biografado), diretamente de Barra Mansa - Rio de Janeiro, via e-mail, a quem agradecemos a prestimosa colaboração.

Nota do Editor: Se alguém conhecer os senhores não identificados, e quiser colaborar com o blog, por gentileza nos informar por e-mail - jolasil@gmail.com - ou deixar um comentário.
Observação: O nome (próprio) do Sr. Antonio Barbosa não leva o acento circunflexo.
Última atualização em 08/04/2024,  às 23h.

terça-feira, 4 de março de 2014

Do Fundo do Baú: Memórias do Carnaval Amapaense - Blocos de Sujos

Os cinco foliões descontraídos da primeira foto, eram presença constante nos carnavais de rua de Macapá, antes da criação do Bloco "A Banda", que desde 1965 arrasta multidões na terça-feira gorda de Carnaval.
São eles, a partir da esquerda: Altair Cavalcante de Lemos(de branco - falecido), os irmãos Agostinho e Amujacy Borges de Alencar(short-falecido)), José Monteiro Leite(Lelé - de branco e bermuda), e o Andorinha.
Na foto abaixo um bloco de jovens, com fantasias estilizadas que também circulava pelas ruas da cidade na época momesca:
Entre os brincantes só conseguimos identificar o primeiro(com tambor) - José Cohen e o 3º da mesma fila, (sem chapéu) Otávio Nery. 
Quem conhecer os demais, por gentileza, nos informar nos comentários ou por e-mail - jolasil@gmail.com).
Fonte: Revista ICOMI NOTÍCIAS

segunda-feira, 3 de março de 2014

Especial: Carnaval

A amiga Josie Remedios nos enviou duas fotos sobre o carnaval dos anos 60, em Macapá:
A primeira do Carnaval de 1961, apresenta  a modelo Irene Remedios, irmã da Josie, com a fantasia "Arco Iris".
Na segunda foto, imagens das amigas Taty Seara, Josie Remedios e Célia Seara, no Carnaval de 1963, em Vila Amazonas-Santana/AP.

Veja a seguir alguns posts sobre o Carnaval de Macapá, publicados anteriormente:
Clique nos links abaixo e saiba mais detalhes sobre:

1 - Como tudo começou?
2 - Quem foi o Barrigudo?
3 - Quem foi Altair Lemos?
4 - Alice Gorda a Eterna Rainha do Carnaval
5 - Carnaval de salão

(Última atualização, às 04 horas)

domingo, 2 de março de 2014

Professora Sol Elarrat Canto, uma das pioneiras da Educação do Amapá!

Sol  Elarrat Canto, é paraense de Cametá, onde nasceu em 2 de março de 1932. Filha de Maurício Isaac Elarrat e Lica Benoliel Elarrat.  É  de família originária de Marrocos e Tange, na época possessão francesa. Teve uma infância feliz pois  foi criada na fazenda de seu pai. Deixou sua cidade natal aos 12 anos, para estudar na capital paraense, Belém, no Instituto de Educação do Pará. Lá se formou aos 18 anos, como professora e seguiu imediatamente para Macapá, onde chegou em 1950. 
Lá conheceu seu primeiro e único amor, Juvenal Salgado Canto com quem se casou em 31 de janeiro de 1952(foto), e vivem juntos há 62 anos. Desse enlace nasceram cinco filhos, todos formados: Augusto Celso, em educação física; Fernando, analista de sistema; Sérgio Aruana, engenheiro mecânico e arquiteto; Jorge, engenheiro elétrico;  e Surama, a caçula, é médica.
     Professora Sol conta que, ao chegar ao Amapá, notou que a casa, escolhida pela família, não comportava todos os membros, fazendo assim com que ela e a irmã, também professora, fossem procurar auxílio do governador da época, Janary Gentil Nunes, que as recebeu muito bem, principalmente por saber que tratavam-se de professoras. O governador providenciou que Sol se instalasse em uma das residências destinadas aos funcionários do então Território do Amapá, até ficar pronto o alojamento de 14 professoras no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, que também estava em construção.
     Professora Sol lecionou, inicialmente, no Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares; em seguida foi para o Barão do Rio Branco e depois para o Grupo  Escolar General Azevedo Costa, no  Laguinho, onde atuou nas funções de secretária e diretora, respectivamente. Passados dois anos, voltou como secretária do Barão do Rio Branco.
    Algum tempo depois, teve de deixar o Amapá, retornando a Belém, para tratamento de saúde de um dos seus filhos, ficando ausente durante nove anos.
Professora Sol Elarrat Canto (Reprodução Facebook)
Professora Sol, continua uma pessoa alegre, lúcida e de bem com a vida, hoje curtindo sua merecida aposentadoria com o carinho dos filhos, netos, demais familiares e amigos.
      
Parabéns -  ilustre amiga aniversariante - grande pioneira da Educação do Amapá!

Felicidades!

Fonte: Informações extraídas do Jornal Tribuna Amapaense.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Memória do Carnaval Amapaense: "Tricolores da Folia"

O bloco Tricolores da Folia foi criado por Mestre Vagalume e trabalhadores da construção civil quando o Amapá desmembrou-se do Pará, nos anos 40.
Tempos depois, transformou-se em escola de samba, cujo pavilhão trazia as cores azul, preto e branco. (Foto)

Em dezembro de 1957, na casa de Tia Gertrude, no bairro da Favela, a escola ganhou vida nas mãos dos mestres Vagalume, Cadico, Biló, Mané de Souza, entre outros, que transformaram o bloco Tricolores da Folia no Grêmio Recreativo Escola de Samba Maracatu da Favela.
As tradicionais cores da escola de samba foram mudadas em 1974 dos antigos azul, preto e branco para o atual verde e rosa, após visita do antigo presidente Heitor Picanço ao Rio de Janeiro onde recebeu a autorização da tradicional Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira para utilizar as cores e os símbolos do repique e da coroa. 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Carnaval na Cândido Mendes

(Reprodução de arquivo)
Ano  1960 - "Batalha de Confete"  em frente à Farmácia Serrano na descida da Rua Cândido Mendes, um dos locais utilizados nos primeiros anos do carnaval de rua de Macapá. 

Os outros locais das "Batalhas de Confetes" eram o Macapá Hotel na frente da cidade; Urca Bar e  Bar do Barrigudo, no Trem; Bar Cacique, na Favela; Casa Estrela, no Laguinho; e em frente à Rádio Difusora de Macapá

Um palanque para as autoridades foi erguido em frente  à loja "Magazine"  que localizava-se esquina com o "Beco do Serrano". 
Populares assistiam à movimentação no meio da rua Cândido Mendes, que ainda não havia sido asfaltada pela prefeitura.

(Repaginado em 23/02/2014)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Esportes: Morre em Macapá, Norberto Tavares de Araújo Neto – grande craque do futebol amapaense.

Norberto, pelo Amapá Clube (Foto: Reprodução/blog do João Silva)
Aos 62 anos de idade, morreu na manhã desta terça-feira, 18.02, de parada cardíaca, em sua residência, na rua Odilardo Silva, na antiga Favela, em Macapá, Norberto Tavares de Araújo Neto (foto acima), que iniciou no Formigueiro, foi campeão pelo Amapá Clube...
Norberto, pelo São José (Foto: Reprodução/blog da Alcinéa)
...mas jogou também na Sociedade Esportiva e Recreativa São José(foto), seu time de coração, e Seleção Amapaense de Futebol. Era renal crônico e já vinha doente há algum tempo; deixa quatro filhos e a esposa Ana Tavares de Araújo. Fora de campo, pertenceu aos quadros da SOSP, antiga secretaria de obras do Governo do Amapá e foi um baluarte na fundação da Confraria Tucuju, em 1996.
Norberto Tavares era filho de Wenceslau do Espírito Santo, o lendário"16", que foi campeão vários anos pelo Amapá Clube, técnico do próprio alvinegro, do Santana e da Seleção Amapaense de Futebol, que faleceu em 2002; a mãe do ex-atacante do Amapá e do São José, dona Guíta Preta, também falecida, era famosa dançarina do  marabaixo
Norberto Tavares de Araújo Neto foi velado na Capela São José, que fica na esquina da Jovino Dinoá com a Cora de Carvalho, no centro; seu sepultamento ocorreu às 11 horas desta quarta-feira, 19, no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade, onde estão os restos mortais dos seus pais.             
Norberto, na arquibancada do Zerão (Foto: Reprodução Facebook)
Norberto ainda participou da festa de reinauguração do Estádio Zerão, no sábado, 15(foto), quando foi também homenageado como grande craque do passado.
Nossas condolências à família do amigo e grande figura humana, Norberto Tavares de Araújo Neto. 
Que sua alma descanse em Paz!
Fontes: Blogs: do João Silva e  da Alcinéa Cavalcante 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Vila Amazonas

A leitora Lívia Moura, compartilha com o blog Porta-Retrato, uma foto antiga (sem data) da Vila Amazonas, que ela diz ser "mais um fragmento da história do Amapá" encontrada na casa de sua avó.
Acredita-se que o registro seja de antes de 1997, ano em que a ICOMI encerrou suas atividades no Amapá.
Em primeiro plano vemos a área do CCH com a piscina em verde, restaurante e alojamentos. À esquerda, parte das casas CC, Staff Senior ao centro, Administração de Vilas, Supermercado, Cinema e a sede do Santana Esporte Clube; ao fundo Vila Residencial, casas especializadas ou intermediárias.
(Informações do amigo Mário Miranda)

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Do Fundo do Baú - Memória da Educação do Amapá

Dando uma vasculhada no baú de memórias do meu amigo e sociólogo Fernando Canto, encontrei esta relíquia que compartilho com os leitores do blog Porta-Retrato.
O próprio Fernando Canto conta a história desta foto: 
"Às vezes uma fotografia parece congelar a memória. De repente recebo da professora Cacilda Barreto, pelas mãos da sua irmã Marilé, uma foto em preto-e-branco da minha turma da terceira série primária do G.E. Barão do Rio Branco, de 1964, tirada na frente da escola, uma das poucas que ainda resiste com seu nome original, em Macapá.
Colegas que não existem mais, uns que foram embora e outros que privam de minha amizade até hoje, estão nessa imagem que diz muita coisa. Ao lado da professora Cacilda estão Alfredo, Eládio Uchôa, Pedro Balieiro, Emanuel, Mario Rodrigues, João Bosco, Zé Maria, Ribamar, Ana Lúcia, Nazaré e mais. Eu sou o moleque dentuço e de cabelo escorrido da segunda fila.
Além dos nomes que citei tem o Zé Maria (Macaco), e o Luís Carlos, irmão do Paulinho Lopes (piloto)."(Fernando Canto).
Publicado originalmente no jornal “A Gazeta” de sexta-feira, 08.10.10 e no blog Canto da Amazônia.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Família Guedes Figueira

Recebemos do leitor Franck Figueira, via e-mail: Olá João Lázaro, estou te enviando uma foto rara da minha família, tirada em frente à residência, localizada na Avenida Duque de Caxias, entre Leopoldo Machado e Jovino Dinoá (Macapá). 
A foto deve ser de 1959.
Em ordem: Meu avô Manoel Figueira (in memoriam - foi garçom do antigo Macapá Hotel); no seu colo está o meu tio Reinaldo Guedes Figueira, (in memoriam - era chamado por Pajuca e tinha síndrome de down); minha avó Itelvina Guedes Figueira  (in memoriam). 
Em seguida Jesus Figueira (tio), meu pai Francisco de Assis Guedes Figueira (Pataca), reside em Fortaleza; (em pé) José Alberto Guedes Figueira (o Magro)
Obs: A Nazaré ainda não havia nascido. Abraços, (Franck Figueira)  
Fonte: Contribuição do leitor Franck Figueira

sábado, 18 de janeiro de 2014

Prof Maria Alves de Sá - Pioneira do Magistério Amapaense

Nossa homenageada de hoje é a professora Maria Alves de Sá.
Prof Maria Sá é natural do rio Tartaruga, pertencente ao município de Afuá, no Estado do Pará. Filha de Antônio Dias de Sá e Virgínia Dias de Sá, está no Amapá há 75 anos. Ao chegar a Macapá, passou a residir, com a família, na antiga Rua da Praia, hoje Orla de Macapá. Conta que sua diversão era subir nas mangueiras ali existentes, colher mangas e tomar banhos de praia. Todavia a família teve de retor­nar em 1942, ao outro lado do Rio Amazonas, para as Ilhas Furos dos Porcos, pois estava em alta a colheita do látex das seringueiras. Porém, sua genitora que costurava para fora, percebeu a necessidade de dar estudos aos filhos e como já tinham residência em Macapá herança ma­terna, retornaram. Naquele mesmo ano (1942), come­çou a estudar em um dos primeiros Grupos Escolares de Macapá, na casa de Dona Sofia Mendes Coutinho, (mãe da saudosa prof. Guita - Raimunda Mendes Coutinho).
Após a criação do Território Federal do Amapá, em 1943, e a instalação do Governo em 1945, o Governador Janary Gentil Nunes construiu o Grupo Escolar Barão do Rio Branco, onde, segundo ela, teve "a honra de ser da primeira turma que ali estudou e se formou".
Professora Maria Sá, relembrando sua juventude. afirma que sempre teve um objetivo na sua vida; hoje algumas pessoas lhe perguntam por que não casou? “Não casei, porque eu acho que não é a única opção para a mulher. Eu queria trabalhar queria vencer na minha profissão, e se depois viesse o casamento, que dentro dele eu tivesse minha inde­pendência econômica e depois eu me afeiçoei tanto ao meu trabalho, porque, desculpa a falta de modés­tia, minha tendência à Educação foi mais do que uma profissão, é uma vocação. Pautei-me nisso e estou muito feliz assim”.
Com o falecimento do seu genitor aos 14 anos Maria Sá teve que continu­ar seus estudos e trabalhar;  ela exerceu as funções de atendente no Hospital Geral de Macapá. “Nessa época estava no ginasial, completei meus estudos sempre trabalhando”.
Depois de concluir o Científico, Maria Sá, foi prestar vestibular na Uni­versidade Federal do Pará (UFPA) em Belém (PA) e aos 19 anos ingressou na Faculdade de Filosofia, fez o Bacha­relado em Ciências Sociais e depois a Licenciatura Plena em Pedagogia que preparava para o Magistério. “O meu retorno após a formatura foi meio difícil, pois cheguei ao início de 1964 e logo em seguida eclodiu a revolução militar e o Amapá estava recebendo o primeiro governador do novo regime General Luiz Mendes da Silva. Mas, apesar disso eu tinha conhecidos na nova administração, e fui nomeada. Minha primeira escola foi o então Instituto de Educação do Amapá (IETA), onde eram formados os professores amapaenses, das escolas publicas foi à única onde lecionei às áreas de Ciências Sociais e Pedagogia”.
Um dos alunos da mestra Maria Sá, que ela destaca como um grande nome da educação amapaense, é o prof Leonil de Aquino Pena Amanajás, hoje magnifico reitor do CEAP. Relembrando outros nomes ela conta que suas di­retoras foram grandes mestras como a Professora Wanda Jucá, Raimunda Aciné Garcia Lopes de Souza, Blandina, Annie Viana da Costa, que também foi Secretaria de Educação, representante do MEC no Amapá. Mesmo atuando numa época de turbilhões sociais e lecionando matérias que mexiam com esse segmento, ela declara que sempre trilhou o caminho da moderação e na expressão de suas ideais. “Eu não era omissa, mas sempre procurava não me exceder, tanto que não tive nenhum problema com todos os governadores militares até o governador Anníbal Barcellos”.
Nossa biografada iniciou o exercício do magistério no IETA. “Nessa época foi criada em Macapá uma extensão da UFPA(Universidade Federal do Pará), já preparando professores para refor­ma do ensino com a implantação da Lei Federal 5692/76 que mudava a estrutura.  A pessoa que era res­ponsável pela implantação desse programa - Antônio Gomes Moreira Junior que tinha sido meu professor e sabia que eu morava Macapá - sugeriu meu nome para coordenar a formação dos professores a nível de 1º e 2º Graus; fiquei 20 anos no campus, até quando foi criada a nossa uni­versidade, a UNIFAP, onde assumi a reitoria pro tempore por dois anos”.
Depois que saiu da UNIFAP, a professora Maria Sá foi convidada a atuar no Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) como Assistente Técni­ca durante cinco anos; em seguida foi atuar no Tribunal de Contas do Estado como Chefe de Gabinete da Presidên­cia, na época Conselheira Margareth Salomão de Santana, durante sete anos; atuou nas Faculdades SEAMA como Coordenadora Acadêmica, co­ordenadora Pedagógica e terminou como Ouvidora Geral da Faculdade. Além desses cargos foi membro e presidente do Conselho Territorial de Educação e do Conselho de Cultura do Estado, até 2011. “Aposentei-me com 30 anos de serviço(1992), porém continuei a atuar nas escolas privadas (CEAP, SEAMA). Hoje estou somente me dedicando à leituras”.
Fonte: Jornal Tribuna Amapaense
Matéria e foto maior de Reinaldo Coelho (Tribuna Amapaense).
Foto em P/B - Reprodução do blog  da Amapatec)

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Veteranos da Imprensa Oficial do Amapá

Recorte do Jornal Amapá de 1968, mostra foto dos veteranos que militaram na Imprensa Oficial do Amapá, por longos anos. 
Redatores, diagramadores, paginadores,... foram os pioneiros da arte gráfica em Macapá.
A partir da esquerda vemos o Diretor Silas Ribeiro de Assis, e os funcionários:  Lóris, Zeca Banhos, Franquinho e Wilson Sena.

Colaboração do amigo Paulo Tarso Barros.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Do Fundo do Baú: Esportes - Ypiranga Esporte Clube

Rodolfo Santos, destacado amapaense que brilha na música e na comunicação de Macapá, publicou em sua página no Facebook, uma foto de seu baú de memórias do esporte do Amapá.
É um registro do Ypiranga Esporte Clube, o Clube da Torre, do bairro do Trem.
O próprio Rodolfo Santos conta a história da foto:  "O ano dessa foto é 1976, em que o Ypiranga conquistou seu primeiro título, dia 8 de dezembro jogando contra o Santana, pelo empate e o resultado do jogo foi 0X0."
Resumo histórico - O Ypiranga Clube foi criado em 15 de maio de 1963, por jovens integrantes da extinta Juventude Oratoriana do Trem (JOT), movimento que pertencia à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Como cores oficiais, o clube utiliza azul e preta.
A figura da "Torre" da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Bairro do Trem, é o principal símbolo do Clube, razão porque é chamado pelos desportistas de o “Clube da Torre” e de “Negro Anil".
A agremiação possui a  maior torcida do Estado do Amapá. (Wikipédia)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Do Fundo do Baú: Quatro amigos pioneiros do Amapá

Esta foto rara, nos foi compartilhada pela amiga Helena Bemerguy, através de sua filha Esther. Trata-se de um registro histórico reunindo quatro amigos,  pioneiros do Amapá.
Em foto tirada em 1946, vemos a partir da esquerda os amigos Francisco Calandrini de Azevedo(sentado sobre o capô do carro);  Mair Bemerguy (de calça escura e óculos - falecido); com os irmãos Ubiracy Picanço (todo de branco - falecido) e Heitor de Azevedo Picanço(falecido).

Fonte: Família Bemerguy (Helena)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Do Fundo do Baú: Figuras Importantes da Administração e da Sociedade Amapaenses

Encontrei  no baú de relíquias do amigo João Silva, esta raridade histórica da década de 40, com três administradores do Amapá, na época do ex-Território Federal.
João conta que "o registro foi feito em Volta Redonda, no Rio de janeiro, quando de missão oficial do prefeito de Macapá, José Serra e Silva, no finalzinho da década de quarenta e do seu mandato de prefeito nomeado, que foi até janeiro de 1950.
Na foto, que já tem mais de 50 anos, portanto, aparecem figuras importantes da administração e da sociedade amapaense,...
... vendo-se, da esquerda para a direita: Heitor de Azevedo Picanço, o piloto Cantídio Guimarães, Pauxy Gentil Nunes, representante do Governo do Território no Rio de Janeiro que viria ser governador em 1958, e José Serra e Silva, Prefeito de Macapá; Zeca Serra faleceu em 1972, em Belém do Pará, com 66 anos de idade. Heitor Picanço, que também foi Prefeito nomeado de Macapá, nos deixou em 2009 com mais de 90 anos de idade; Pauxy Nunes também é falecido e não se tem informação do paradeiro do piloto Cantídio Guimarães, (...)" (João Silva)

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Esportes - Do Fundo do Baú - Equipe de Basquete do Guarany Atlético Clube

Ricardo Smith, nosso amigo de longas datas de Macapá, compartilha com o "Porta-Retrato", foto de seu acervo pessoal em que integra - com jovens valores do esporte amapaense - a equipe de basquete do Guarany Atlético Clube, na quadra da sede dos escoteiros do Laguinho, em 1966.
À partir da esquerda, em pé: Nilson, Gilson Rocha, Aloízio e Pedro Gazel; agachados: Paulo Gazel(falecido), Ruy Gama e Ricardo Smith.
(Fonte: Informações de Ricardo Smith, via Facebook)

domingo, 5 de janeiro de 2014

Morre em Macapá, o Professor Santacruz Barbosa Chagas - Pioneiro da Educação

Faleceu na madrugada deste sábado 04 de janeiro de 2014, em Macapá, o professor Santacruz Barbosa Chagas.
Santacruz Chagas nasceu no Arquipélago do Bailique, interior do Amapá, no dia 3 de maio de 1937. Filho de Francisco Chagas Farias e Filonise Barbosa Chagas.
Seu pai era fazendeiro e, quando Santacruz não estava estudando, ia para o campo cuidar do gado.
Santacruz sentia a necessidade de adquirir conhecimento e por isso, decidiu se mudar para a capital do Território Federal, Macapá, e morar na casa de parentes. Quando estava terminando o ginásio na Escola Industrial de Macapá, resolveu parar de estudar ao visualizar uma oportunidade em sua vida: a Secretaria de Educação estava precisando de professor. Fez o teste e foi aprovado para lecionar. Trabalhou na primeira escola em 1957, no Alto Oiapoque, que fica na área fronteiriça do Rio Oiapoque.
A Secretaria de Educação tinha um critério que antes de trabalhar na capital, os professores tinham que acumular pontos em escolas do interior. A avaliação da pontuação era estabelecida de acordo com a distância, o isolamento e a dificuldade do local apresentado. A última escola no interior que Santacruz trabalhou foi em Ferreira Gomes, em 1962.
Quando voltou a Macapá, Santacruz completou seus estudos no Instituto de Educação e também fez o curso pedagógico. Mesmo trabalhando, ele não parou de se especializar e realizou o Curso de Alta Direção em Gestão de Sistemas de Informação (CADSI) em História e Letras, ofertado pela Universidade Federal do Pará (UFPA) através da faculdade de Filosofia; e estudou Administração Escolar na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), que naquele período funcionava como um núcleo de educação vinculado à UFPA.
Foi professor das disciplinas Educação Moral e Cívica, Organização Social e Política do Brasil, História e Geografia. Trabalhou em diversas escolas como o Alexandre Vaz Tavares, Instituto de Educação, Zolito Nunes, Padre Dário e se aposentou em 1983, como diretor do Colégio Castelo Branco. Também exerceu a função de presidente da Comissão Territorial de Bolsa de Estudos, que verificava se os alunos de Belém (PA) tinham condição de pagar os seus estudos.
Santacruz Barbosa Chagas foi casado, por 50 anos, com a professora Maria Vitória da Costa Chagas, com quem teve oito filhos, mais de 20 netos e cinco bisnetos. Vitória, também pioneira da educação amapaense, foi professora de matemática e ciências, diretora, presidente da Associação dos Professores, Secretária de Educação e Presidente do Conselho de Educação.
Santacruz recebeu a oportunidade de seu amigo Júlio Pereira (falecido), para fundar o Partido Democrata Trabalhista (PDT) no Amapá. No partido, foi presidente do Diretório Municipal e Chefe de Gabinete do Vereador Júlio Pereira. Continuava filiado, mas não desempenhava nenhuma atividade, apenas votava e em período de eleição, visitava os seus conhecidos.
Santacruz ajudou na fundação do Jornal do Dia, no dia 4 de fevereiro de 1987. Júlio Pereira foi o primeiro Presidente e Santacruz Chagas, o diretor administrativo e financeiro do jornal. Depois Santacruz recebeu o convite de Júlio Pereira para chefiar o  Setor Pessoal e Financeiro  da  Betral. Seu último trabalho foi na Faculdade Seama, em 2002, quando foi secretário-geral na formação da instituição e teve que sair para fazer tratamento dentário, e, desde então, resolveu parar de trabalhar. (por Babi Cantuária - Jornal Tribuna Amapaense)
Santacruz Barbosa Chagas - que vinha sofrendo problemas respiratórios - veio a faleceu no sábado 04 de janeiro de 2014, aos 76 anos de idade. Seu corpo foi velado por todo o dia, na residência da família no bairro do Laguinho, e sepultado às 17 horas no Cemitério de N.S. da Conceição, no Centro da cidade.
Fonte: Jornal Tribuna Amapaense
Texto original de Babi Cantuária, adaptado e atualizado especialmente para o blog Porta-Retrato.
Foto; Arquivo da família (reprodução do Facebook)
(Última atualização em 7 de janeiro de 2014)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

1ª Sede da Câmara Municipal de Macapá (fase territorial)

Foto dos anos 70, registra a imagem do primeiro prédio que funcionou como sede provisória (na fase territorial) da Câmara Municipal de Macapá, localizado ao lado da Prefeitura Municipal de Macapá, com acesso pela Av. Procópio Rola, no Centro da cidade
Nos anos 80, o Governador Annibal Barcellos incluiu nas obras de infra-estrutura do Estado Amapá - e inaugurou em 1985 - o prédio atual da edilidade macapaense, com acesso principal, pela Av. FAB.
Cléo Araújo informa nos comentários que, antes do imóvel da foto, as primeiras atividades da CMM foram no 2º andar do prédio da PMM.
(Leia aqui o resumo histórico)
(Atualizado em 07/01/2014)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Time do Santana Esporte Clube

Foto do início dos anos 70 - Time do Santana Esporte Clube, no Estádio Augusto Antunes.
A partir da esquerda: Lima, Geovani, Pedal, Jorge, Mareco e Carlitão, Bigu, Juci, Praxetes e Reginaldo Nobre (diretor).
Agachados: Vicente (diretor), Socó, Evaldo Antônio Trevizani, Sacaca, Cazé, Erodir e Edilson.
(Informações e escalação colaboração de Antônio Trevizani)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...