segunda-feira, 18 de maio de 2015

Guarda Territorial ganha Bandeira Brasileira da ICOMI

Ano 1965 - Em solenidade realizada no pátio interno da Fortaleza de São José de Macapá, em comemoração do Dia da Bandeira, a Sra. Osvaldo Pessoa, em nome da ICOMI (Indústria e Comércio de Minérios S/A), entrega ao Inspetor José Araguarino de Mont'Alverne, uma Bandeira Nacional, doada pela empresa, para a Guarda Territorial, sob a Guarda de Honra formada por membros da corporação tendo à esquerda da foto o Guarda Raminho (entre Sr. Araguarino e a senhora), e o segundo, da direita para esquerda, o inspetor Barata.
Quem souber identificar os demais pode deixar depoimento nos comentários.
Fonte: Revista ICOMI/Notícias

NOTA DO BLOGUE: Pelo compromisso de informar a verdade histórica dos fatos, estamos repaginando este post, originalmente publicado em 19 de maio de 2010, com várias informações equivocadas, fornecidas por alguns informantes, em colaboração com o blog.
Agora que encontramos a fonte correta da notícia, solicitamos desconsiderar as informações anteriores. Agradece o Editor.

(Post repaginado e reeditado com correções e atualizações, em 18/05/2015)

domingo, 17 de maio de 2015

Foto Memória da Saúde: Dr Amilcar Pereira e crianças assistidas pelo Posto de Puericultura "Iracema Carvão nunes"

Imagem de Arquivo
O médico cirurgião Dr. Amilcar da Silva Pereira, paraense de Bragança/PA, onde nasceu em 16/02/1919, começou suas atividades no Amapá, em 1946, como Diretor do Posto Médico do Município de Oiapoque.
Com o pedido de exoneração do Prefeito Dr. Sérgio Olindense Ferreira, foi nomeado para o cargo no dia 16 de novembro do mesmo ano.
Ao ser transferido para Macapá, passou a exercer a medicina na então Divisão de Saúde, começando como Chefe do Serviço de Pediatria do Hospital Geral de Macapá que havia sido inaugurada há pouco tempo.
Era médico pediatra e teve decisiva participação nas atividades da Legião Brasileira de Assistência, destacando-se como Diretor do Posto de Puericultura Iracema Carvão Nunes, então localizado ao lado da residência governamental, na Avenida Cândido Mendes com Av. FAB.
Deixou o Amapá, em meados dos anos 60 e nunca mais retornou ao Território.
Dr. Amilcar da Silva Pereira faleceu no dia 27 de fevereiro de 2012, na cidade do Rio de Janeiro.

Fontes: Livro Personagens Ilustres do Amapá Vol. 1, de Coaracy Barbosa - edição 1997 e blog Arambaé, de Nilson Montoril de Araújo.

Saiba mais no blogs  Porta-Retrato e Arambaé      

sábado, 16 de maio de 2015

Antigo prédio do Pronto Socorro "Oswaldo Cruz"

(Recorte do Jornal Novo Amapá nº 1631 de 24 de dezembro de 1971)
(Contribuição do amigo Sebastião Ataíde de Lima)
Antigo prédio do Pronto Socorro "Oswaldo Cruz" construído no governo do General Ivanhoé Gonçalves Martins, pela empresa Construtora e Imobiliária Fonseca Ltda., sob a gerência do Sr. José Policarpo de Miranda.
(Imagem; Reprodução Google Earth)
Localizava-se na Av. Padre Júlio Maria Lombaerd, área hoje ocupada pelo prédio das Promotorias de Justiça de Macapá, em frente ao Estádio Municipal "Glycério Marques", fazendo fundo com o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá.
(Post de 14/05/2011, repaginado e atualizado em 16/05/2015)
(Ultima atualização 17/05/2015)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Do Fundo do Baú: Momentos da Família Silva Souza

Encontramos essas preciosidades no Baú de Lembranças da tradicional Família Silva Souza, que teve como patriarca Teobaldo Rodrigues de Souza - o Delegado Teobaldo, pioneiro da Segurança Pública em Macapá. 
Os registros fotográficos foram gentilmente compartilhados pela amiga Leonice Santos, em sua página no Facebook.
Na primeira foto vemos reunidos Dona Zezinha Souza e alguns dos filhos: 
Da esquerda pra direita: Ivone; Dona Zezinha; Leonice e Rosa Souza. Na bicicleta, por trás somente o rosto de Nonato Souza.
Onde estão?: Professora Ivone, Dona  Zezinha (Josefa Silva de Souza) e a primeira irmã, Elza, já são falecidas. A irmã loura que chama-se  Zeneide  e atende por Neide,  é professora aposentada e mora em Salinas/PA. Leonice, também professora aposentada, mora em Fortaleza/CE.
Na foto acima, as irmãs Rosa Souza e Maria do Céu, demonstram seus talentos nesse Momento Musical. Ambas residem em Macapá.
No segundo Momento Musical vemos, nas imagens Maria do Céu, Rosa e Leonice completando o trio carinhosamente "batizado" pelo blog Porta-Retrato de "As Irmãs Souza" - num justo reconhecimento ao talento dessas jovens macapaenses, em um excelente momento de suas vidas. As três moram em Macapá, também.
E finalmente, no quarto registro fotográfico, temos o Momento Educacional da jovem professora Leonice Souza (Santos), demonstrando seu talento vocacional para o Magistério.
 (Fonte: Facebook)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Foto Memória da cidade: Antigo prédio do Abrigo São José, em Macapá

O Abrigo São José, localizado no bairro Santa Rita, na Zona Oeste de Macapá, é uma instituição filantrópica criada em 18 de março de 1965 por um grupo de mulheres voluntárias, para suprir a necessidade da construção de uma instituição para idosos. Inicialmente a instituição atendia a todos os idosos, sozinhos ou que moravam em casa de filhos, que passavam necessidades ou não. 
A partir de 1969, em razão do aumento da população de velhinhos, começou a ser implantado um sistema de triagem, levando-se em conta a situação socioeconômica de cada um.
Em 24 de abril de 1968 é inaugurada a Capela Santa Rita, pelo bispo prelado de Macapá dom José Maritano, e a assistência aos velhinhos passou a ser administrada por padres camilianos residentes no Hospital Escola São Camilo e São Luiz. A Casa Abrigo, no momento de sua inauguração em 1965, tinha 28 velhinhos internos.
Em 14 de março de 2002 o Abrigo são José é transformado em Centro de Referencia para Tratamento de Idosos, com um orçamento anual de R$ 500 mil.
Hoje atende e abriga idosos com idade acima de 60 anos, que vivem em estado de vulnerabilidade e abandono social e familiar. É mantido pela Secretaria de Inclusão e Mobilização Social (SIMS), por meio do Governo do Estado, e conta também com algumas parcerias como as do Serviço Social do Comercio (Sesc), Ministério Público do Estado (MP/AP), Tribunal de Justiça do Amapá ( TJAP) Senac e Serviço do Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), dentre outros.
O abrigo conta atualmente com o quantitativo de 60 idosos, cuidados por uma equipe multidisciplinar com médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, assistente sociais, massoterapeuta, psicólogos, professor de educação física e educador social, todos empenhados em proporcionar o melhor a todos os abrigados.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Foto Memória da cidade: Família Fujishima, em Macapá

Registro de 1962 - Os Fujishima, ao lado da camionete, em frente à casa da família na Av. Coaracy Nunes, entre as Ruas Jovino Dinoá e Leopoldo Machado, em Macapá.
A partir da esquerda: Dona Sueko, com Yasuo ao colo; Sr. Matao; Reiko; Chikahito, e os dois embaixo Toshio e Joji(falecido)
A filha Lucia Fujishima, que postou as fotos, não aparece nas imagens.
Ano 1962 – Família Fujishima no interior da mercearia no Mercado Central de Macapá, D.Flor(Sueko), Masanori, Chikahito e outros.


Resenha Histórica - Segundo o historiador Nilson Montoril de Araújo, “a primeira leva de imigrantes japoneses chegou ao Amapá em agosto de 1953 constituída por 29 famílias. Em setembro de 1954, outras famílias aqui desembarcaram. Uma das famílias ocupou espaço na área que hoje corresponde a Praça Jacy Barata Jucá, na frente da cidade de Macapá. No meio de aningas, juquiris, mata-pastos, aturiás e outras vegetações, plantaram hortaliças e bananas. De imediato, a maioria foi para a colonia agrícola do rio Matapi, no chamado Matapi do ferro. Tenho o nome de todas as famílias e seus integrantes no momento da chegada a Macapá.”
Lucia Fujishima – a filha que postou as fotos no Facebook – complementou as informações do Nilson, lembrando que os pais dela – Sr. Matao e Dona Sueko - imigraram em julho de 1953, e que a princípio, fixaram-se em Fazendinha/AP.
Nilson informou também que na Fazendinha havia o Posto Agropecuário, onde eram feitas plantações experimentais de milho, arroz e legumes. Cinco famílias nipônicas foram atuar em Fazendinha, entre elas, os Fujishima.
IMIGRANTES JAPONESES - COLÔNIA "AMAPÁ" BRASIL
No dia 31 de julho de 1953, zarpava do porto de Kobe,no Japão, o vapor "África Maru" com destino ao porto de Belém, no Estado do Pará. Entre os nipônicos que imigravam para o Brasil, 29 famílias seriam instaladas no município de Macapá, capital do Território Federal do Amapá. Estas 29 famílias fizeram a viagem entre Belém e Macapá a bordo do navio Araguary, que trazia a reboque a alvarenga Uaçá, onde tinham sido acomodados os pertences dos imigrantes. Saíram da capital paraense no dia 4 de setembro e chegaram a Macapá no dia 6. No total era 177 pessoas, as quais foram exercer atividades agrícolas no Território Federal do Amapá. Os relacionados até o numero 43 ficaram no Pará. Do número 44 ao 177 foram mandados para Macapá. Consequentemente, não foram para o Amapá os 177 passageiros do "África Maru" e sim 134. Na relação dos imigrantes, a contar do número 160, estendendo-se ao 165, as referências são para a família Fujishima: 160-Matao, chefe do grupo, 29 anos; 161-Sueko,esposa de Matao,26 anos; 162,Chikahito,filho,6 anos;163-Reiko,filha, 4 anos; 164-Joji, filho 1 ano; 165-Katsuto, irmão de Sueko,20 anos. Para atender a legislação em vigor, os imigrantes tiveram que adotar prenomes próprios da língua portuguesa. (...) Neste ano de 2015, em setembro, contaremos 62 anos da saga dos nipônicos. (Nilson Montoril)

(Texto completo no Facebook)

(Fonte: Lucia Fujishima, via Memorial-Amapá)

(Post reeditado às 22h30m, com correções e atualizações)

domingo, 10 de maio de 2015

Foto Memória Estudantil: Alunos da Escola Paroquial São José, em Macapá

Fotos compartilhadas pelo amigo Carlos Viana:
Alunos de duas turmas da Escola Paroquial São José, em Macapá;
A primeira é a turma da Professora Latif Sales,...
...e a segunda é a turma da Professora Maria Olinda, ambas pioneiras do Magistério Amapaense.
(Fonte: Memorial Amapá, via Facebook)

sábado, 9 de maio de 2015

Foto Memória: Hangar do Aeroclube de Macapá

Outro registro histórico compartilhado pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima, para o Porta-Retrato:
O hangar - cuja imagem está registrada neste recorte do Jornal Amapá nº  165 de 08/05/1948 - foi erguido no mesmo terreno onde, atualmente, está instalada a Secretaria de Estado da Infraestrutura.

"Nos primeiros anos do antigo Território Federal do Amapá, o então governador Pauxi Nunes, convidou o coronel Belarmino Bravo, da Força Aérea Boliviana, para fundar o Aeroclube de Macapá, que desenvolveu, basicamente, atividades na área social e recreativa e, em 1956, criou o curso de piloto de aeronaves. Em 1958, ocorreu a transferência das atividades aeroportuárias do campo de pouso então existente na Avenida FAB para a atual base do Aeroporto Internacional de Macapá."(Fonte: INFRAERO)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Foto Memória estudantil: Rapazes do Colégio Amapaense

Trago hoje uma foto rara do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
Uma animada reunião de alunos do Colégio Amapaense, bem em frente ao chamado Colosso Cinzento ainda em construção, em um dia dos anos 60, muito provavelmente do início da década:
Da esquerda para a direita: Farias (irmão do Jandir), Zé Luis, Jorge Mont'Alverne, Carlos Nilson Costa, João Oliveira (piloto de avião), Celso Façanha e Raimundinho Viana; ao lado, Antônio Carlos Brito Lima conversa com dois jovens não identificados; Segundo o João Silva, a bicicleta com Celso e o Vianinha era uma Monarck, do Carlos Nilson Costa.

(Imagem: Reprodução / Memorial Amapá)

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Foto Memória: Prédio do antigo Cine Teatro Territorial

Mais uma imagem rara do acervo do amigo Sebastião Ataíde de Lima, compartilhada com o blog Porta-Retrato:
Cine Teatro Territorial - Recorte do Jornal Amapá nº 119 de 24 de junho de 1947
O Cine Teatro Territorial funcionava no mesmo prédio da Escola Barão do Rio Branco e no começo os filmes ainda eram mudos.
Somente em 1948, com a chegada de duas máquinas alemãs Zeiss Ikon a população pode então assistir o melhor do cinema falado. Além de filmes, o Territorial foi palco de inúmeros shows de grandes artistas brasileiros. Luís Gonzaga, Dalva de Oliveira e Ângela Maria, ícones da música popular da época, encantaram a plateia macapaense em apresentações memoráveis naquela casa de espetáculos. São dessa fase as matinês com filas intermináveis, que atraiam a população para assistir clássicos como “E o vento levou”.
Durante algum tempo o Territorial abrigou os programas de auditório da Rádio Difusora. 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Do Fundo do Baú; “Yes,... tivemos... Lambretas”!

A intensão do blog, não é plagiar o título da obra carnavalesca de Braguinha-Alberto Ribeiro (Yes, Nós temos banana!, e sim reviver uma época inesquecível que passamos em Macapá.
Apresentamos aos leitores, essa raridade do Baú de Lembranças do amigo e blogueiro João Silva.
Na imagem dos anos 60, um outro amigo comum passeando sob uma lambreta, que era sensação nos anos dourados em Macapá. E o próprio João Silva é quem nos fala sobre seu achado e o personagem dessa foto histórica:
“O registro é de 1962 e o rapaz de 22 anos pilotando uma lambreta na antiga Rua Cândido Mendes, próximo ao Armazém Macapá, na esquina da Presidente Vargas, é o João Oliveira antes de ser piloto de avião; daí que cutuquei sua memória privilegiada e ele me disse que a imagem registra a estreia da sua primeira lambreta (ele teve outras), que era um domingo de férias e que descia a Cândido Mendes à tardinha para encontrar amigos, ‘olhar’ as garotas na orla…Grande João Oliveira, olha ele aí todo prosa, sem imaginar que decorreriam quase meio século de lá até aqui!” (João Silva)
A amiga Ângela Carvalho, gostou do tema e pegou carona na “Lambreta” do João Silva para nos mostrar outra raridade, do fundo do baú, também usada em sua família: 
“Aproveitando a deixa do João Silva, vai esta foto do meu pai Paulo Pereira de Carvalho, que foi motorista da CEA e trabalhou nas obras do Paredão. Também dirigia o "MAK" em Serra do Navio. Aqui em 1967 + ou - (vou confirmar o ano) na Lambreta com as 4 filhas, Marta Maria, Maria Marta, Eu, Ângela e Suely. Esta fotografia (...) foi tirada na Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd, 252 - entre São José e Cândido Mendes. Provocada por este Memorial, vou começar a escrever pequenos relatos que estavam esperando essa "Provocação" já tenho um nome : "’Descendo a Ladeira, Memórias da Cândido Mendes’” (Ângela Carvalho)
Leia essas e outras matérias interessantes na pagina do Memorial Amapá, no Facebook.
Pois é. em Macapá tivemos muitas outras coisas que passaram, ... e não voltaram mais!
Via Facebook

terça-feira, 5 de maio de 2015

Um Registro Histórico Raro: Familia de Janary Gentil Nunes

Esta foto histórica, compartilhada pelo amigo Guairacá Nunes, é registro inédito para a história do Amapá.
A raridade é dos anos 40 e nas imagens podemos identificar, da esquerda pra direita: Dr. Coaracy Nunes e Yacy, (irmão e irmã de Janary); Janary Gentil Nunes; Iracema Carvão Nunes, (primeira esposa de Janary); Alice Déa Carvão Nunes,(segunda esposa e viúva de Janary) e Miracy, (também irmã de Janary Nunes).
Na parte de baixo da foto: Iracema, a Ceminha(filha de Janary), Dona Laury e Sr. Joaquim Ascendino(pais de Janary) e Janary(filho), o Janaryzinho.

No Detalhe:
Laurieta Gentil Nunes e Ascendino Monteiro Nunes
Pais de Janary Gentil Nunes
Primeiro Governador do Amapá

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Jovens de Vila Amazonas

O registro de 1965, apresenta quatro jovens da sociedade de Vila Amazonas, todas filhas de ex-funcionários da Empresa ICOMI, no Amapá. 
A partir da esquerda: Patrícia Jean,15; Beth Mendes,14; Sandra Nycolay,17, e Josie Remedios,14.
Sandra Nicolay, irmã da Patrícia, e eu (João Lázaro), estudamos na mesma turma no Curso Ginasial, na antiga Escola Normal de Macapá.
(Foto reproduzida do Facebook)

domingo, 3 de maio de 2015

Memória da Cidade de Macapá: CÂNDIDO MENDES DE ALMEIDA

CÂNDIDO MENDES DE ALMEIDA - Nasceu em Brejo (antiga freguesia de São Bernardo do Brejo dos Arrapurus), Maranhão, a 14 de outubro de 1818, filho do capitão de milícia Fernando Mendes de Almeida e de D. Esméria Alves de Almeida. Foi promotor público na capital maranhense, professor de História e Geografia no Liceu local e membro da Academia de Letras do seu estado natal. Elegeu-se Deputado e Senador no período imperial. Transferiu sua residência para o Rio de Janeiro e ali ocupou importantes funções. Deixou uma vasta bibliografia e suas principais obras: PINSÔNIA (projeto de criação da Província de Pinsônia abrangendo a região do Cabo do Norte no Amapá. Paço da Câmara dos Deputados, 1° de julho de 1853); A CAROLINA ou A DEFINITNA FIXAÇAO DE LIMITES ENTRE AS PROVÍNCIAS DO MARANHÃO E DE GOIÁS (Rio, 1854); MEMÓRIAS PARA HISTÓRIA DO EXTINTO ESTADO DO MARANHÃO (2 vols. Rio, 1860 / 70); DIREITO ECLESIÁSTICO BRASILEIRO (4 vols. 2 temas, Rio 1866/73); ATLAS DO IMPÉRIO DO BRASIL (Rio, 1869); CÓDIGO FILIPINO OU ORDENAÇÕES E LEIS DO REINO DE PORTUGAL (Rio, 1870, livro considerado básico para o conhecimento da legislação portuguesa); PRINCÍPIOS DE DIREITO MERCANTIL E LEIS DE MARINHA (2 vols. Rio, 1874) e ARESTOS DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (Rio, 1880). Cândido Mendes era chamado por seus colegas do Senado e da Magistratura de "o fazedor de leis". Não conseguiu criar a Província de Pinsônia, mas, se vivo fosse, teria tido a satisfação de ver, em 1943, o Presidente Getúlio Vargas criar o Território Federal do Amapá, ou seja, 90 a criação da Província de Pinsônia. O eminente Senador e Jurista visitou os antigos distritos de Aricari, Macapá e Mazagão nas campanhas políticas para o Senado, tendo merecido 80% dos votos do eleitorado amapaense. Como homenagem póstuma foi dado seu nome a principal rua do comércio de Macapá. (Antologia da Cultura Amazônica VoI. 04, fls. 87 a 96).
Cândido Mendes faleceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1881.

Fonte: Do livro Personagens Ilustres do Amapá - Vol II de Coaracy Sobreira Barbosa - Imprensa Oficial Macapá - 1998
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sábado, 2 de maio de 2015

Foto Memória de Macapá: Frente da cidade antes do Território

Clique na foto para amplia-la e observar melhor
Neste registro fotográfico histórico, presumivelmente de 1935 a 1942, vemos imagens da frente da cidade de Macapá, quando o Amapá ainda pertencia ao estado do Pará.
Vemos à esquerda do observador a pedra do guindaste e à direita o trapiche Eliezer Levy.
Ao fundo da imagem podemos ver as poucas que ficavam à beira do rio Amazonas.
Foto enviada gentilmente pelo Sr. Raimundo Wilson, filho de Emanuel Tarcilo Duarte Moraes.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O Amapá perde um Pioneiro: Morre aos 93 anos de idade Elfredo Távora Gonsalves

Faleceu na madrugada desta quinta-feira, 30 de abril de 2015, em Fortaleza,Ceará o pioneiro, jornalista, escritor e membro da Academia Amapaense de Letras Elfredo Felix Távora Gonsalves.
O corpo foi transladado para Macapá na sexta-feira pela manhã, e o velório foi realizado na capela de Santa Rita, próximo ao Hospital São Camilo. O sepultamento ocorreu às 17h no cemitério de Nossa Senhora da Conceicão, no Centro. Elfredo Távora, como era conhecido, também foi dirigente do PTB, fundador e diretor do Jornal Folha do Povo. No Governo Luiz Mendes da Silva foi diretor da Divisão de Produção (a época equivalente a Secretaria de Agricultura de hoje) e depois diretor da Divisão de Terras e Colonização. Foi chefe da Casa Civil no Governo Nova da Costa.
Fonte: Memorial Amapá (W.Jr.)

Veja o que professor e poeta Paulo Tarso Barros – Presidente da Associação Amapaense de Escritores – Apes, falou sobre ele: 

“Aos 93 anos, muito lúcido e ativo, Elfredo Távora ainda teve tempo de finalizar mais uma obra: "O Amapá de Outrora", cuja editoração está em andamento e certamente em breve haverá a publicação. “
“Tive o imenso privilégio de acompanhar a finalização da obra junto ao autor e sua esposa, Dona Darcy. Tivemos várias reuniões, e ele estava bastante entusiasmado para publicar mais esse trabalho. Mostrou-me as fotos, explicou-me alguns tópicos da obra onde defende algumas ideias sobre o Projeto Icomi e descreve com maestria as riquezas potenciais do Amapá.”
“Elfredo Távora deixa seu nome em destaque na história do Amapá, tanto através de suas atividades como jornalista como de servidor público, pois exerceu alguns cargos relevantes na administração pública. E, com os dois livros, seu testemunho é indispensável para que os historiadores interpretem muitos acontecimentos da nossa História.”

O jornalista João Silva também fala sobre ele:
"No jornalismo e na política, foi diretor de A Folha do Povo, militante do PTB, e militante da oposição histórica aos Nunes no Amapá. No serviço público assumiu cargos importantes, entre outros, foi prefeito, secretario de governo, diretor do Senar, e chefe de gabinete do governador Jorge Nova da Costa. Nas letras, lançou, em 2011, seu livro de memórias intitulado Folhas Soltas do meu Alfarrábio. "
Para Cesar Bernardo de Souza: "Vou pranteá-lo com muito respeito e honra... um dos maiores homens que conheci."
Para o jornalista Euclides Moraes, "Elfredo Távora está imortalizado nos anais da história do Amapá. Um dos líderes da primeira confraria de lutas pela democracia no Estado, digo, antigo Território Federal do Amapá. Com ele estavam Amauri Farias, Binga Uchôa, Zito Moraes, Zeca Serra, Duca Serra e tantos outros que me desculpem a omissão. Foram fundadores do primeiro jornal de oposição à elite dominante, a Folha do Povo. E com esses mesmos bravos fundou o Partido Trabalhista Brasileiro, de Getúlio Vargas.
Elfredo Távora deixou para as gerações que o sucederam uma grande lição. A de que vale a pena lutar pela Democracia. Boa viagem, amigo."
ELFREDO FELIX TÁVORA GONSALVES, filho do Tenente Coronel George Meyer Gonsalves, comandante de Marinha mercante, brasileiro naturalizado, comerciante e proprietário, de grandes seringais no rio Araguari e de D. Hildebranda Távora Gonsalves, cearense de Baturité, filha do Coronel João Franklin Távora, pecuarista, de grandes posses e 1.° Intendente do Município de Amapá, Nasceu em Belém, Estado do Pará, a 14 de janeiro de 1922. Estava com 10 meses de idade quando seu pai faleceu repentinamente, obrigando sua mãe a viajar com seus cinco irmãos para Ilha da Madeira, em Portugal onde seu pai tinha posses, permanecendo ai até aos 20 anos de idade, quando regressou ao Brasil, dedicando-se à exploração dos seringais da família, chegando ao Amapá a 13 de maio de 1943, quando ainda era Município do Pará. Após a criação do Território do Amapá, conheceu o então capitão Janary Gentil Nunes que havia sido nomeado Governador, a quem ofereceu um exemplar do livro "Verdadeiro Eldorado" escrito no ano de 1932, impresso na cidade do Porto, em Portugal por seu tio, o português Alfredo Gonsalves. Até o ano, de 1945 manteve boas relações com o governador do Amapá, mas quando lhe escreveu uma carta relatando fatos que considerava violentos praticados pelo Chefe de Polícia, capitão Humberto Vasconcelos, enquanto S.Exª. se encontrava no Rio de Janeiro, tudo isso mudou, porque: O Governador não deu importância às denúncias e respondeu-lhe com um telegrama agressivo: a partir desse momento começaram as hostilidades por parte do Chefe de Polícia e seus colaboradores. A euforia dos primeiros dois anos de governo começou a esfriar e surgiram os desentendimentos, resultando no afastamento do Dr. Otávio Mendonça, Diretor da Divisão de Educação. Depois foi a briga entre o Chefe de Gabinete, Dr. Paulo Eleutério Filho e o capitão Vasconcelos, atrito esse que mais tarde se acentuou quando ambos militavam na política de Belém, acabando em assassínio de Paulo Eleutério pelo seu oponente. Elfredo Távora criticava abertamente o regime paternalista adotado pelo governo. Surgiu então um manifesto na cidade, atribuído ao amapaense José Serra e Silva, extraordinária figura humana, o qual terminava com o slogan "a terra aos filhos da terra". Esses movimentos foram-se polarizando e acabaram em aglutinação de caráter político, tendo à frente Claudomiro Morais, Benedito da Costa Uchôa, Aurino, ltuassu Borges Oliveira, Aurélio Laranjeira, Jóca Furtado, Antero Furtado, Jeronimo Picanço em Macapá, Américo Saraiva, Chico Távora, Adelino Gurjão, Miguel Monteiro, Quintino Pontes, Horácio Alves e outros, convidados por Elfredo, fundaram o Trabalhista Brasileiro, no TFA, instalado na cidade de Amapá, a 26 de dezembro de 1946. Pressionado pelos homens do governo, fugiu de Macapá, permanecendo alguns meses em Belém, trabalhando na Companhia Telefônica e mantendo estreito relacionamento com a cúpula do PTB, ganhando a simpatia dos dirigentes, principalmente do Deputado Baeta Neves, Senadores Salgado Filho, Ivete Vargas e outros. Em 1950 foi para as ruas fazer a campanha de Getúlio Vargas para a Presidência da República e conseguiu do candidato uma mensagem especial ao povo do Amapá, que foi gravada no Hotel em Belém e transmitida pela Rádio Clube do Pará. Por estranha coincidência, na hora da transmissão, faltou energia em Macapá. Com a eleição do Getúlio Vargas, por força de um acordo político imposto pelo Presidente do PTB, o governo do Amapá nomeou Elfredo Távora para o cargo do Diretor da Divisão de Terras e Colonização. Com a morte de Getúlio Vargas, Elfredo foi entregar o cargo que ocupava, justificando que o acordo político era com o Presidente e esse estava morto. Voltou para oposição e nela se manteve até 1960. Casou-se com D. Maria Darcy Colares, filha do fazendeiro Ernesto Pereira Colares, do Município de Amapá, no ano de 1955, e foi residir em Porto Grande, dedicando-se à exploração agrícola de sua propriedade onde auferia recursos com o arrendamento de seus seringais. Mais tarde, contratado pelo empresário Waldemiro Gomes, foi residir as margens do rio Amapari, próximo à foz do rio Cupixizinho (igarapé dos índios), dedicando-se à compra do minério de cassiterita, Não perdeu o contato com os companheiros de partido e, em 1959, lançou o jornal "Combate" junto com Mário Luiz Barata, Dalton Cordeiro de Lima, Amaury Guimarães Farias, Raimundo Maia, José Araguarino Mont'Alverne, o qual teve duração efêmera. No mesmo ano fundou o semanário "Folha do Povo", assumindo a Direção de toda acompanha oposicionista durante os anos de 59 a 64. Com a chegada do Governador Luiz Mendes da Silva, foi nomeado para o cargo de Diretor da Divisão de Produção, permanecendo até 1967. Elfredo assumiu diversos cargos, citando-se, pela ordem cronológica; Presidente do Diretório Regional do PTB do Amapá; Diretor da Divisão de Terras e colonização; Diretor da Divisão de Produção; Presidente. da ARENA em Macapá; Chefe de Pessoal da ECICEL; Secretário executivo da Cooperativa do BNCC em Brasília. No ano de 1985, convidado pelo Governador Jorge Nova da Costa, assumiu a Chefia do Gabinete, permanecendo até o término do governo, sendo mantido no governo do Coronel Boucinha. Exerceu ainda os cargos de Presidente do Conselho Territorial; Superintendente da SENAVA e Representante do Amapá no Instituto de Altos Estudos da Amazônia. Aposentou-se em 1990 e, com 75 anos de idade, exerceu o cargo de Superintendente do SENAR em Macapá, desempenhando um excelente trabalho. É um dos homens ilustres do Estado do Amapá.
Fonte: Do livro Personagens Ilustres do Amapá - Vol 1 de Coaracy Sobreira Barbosa- Imprensa Oficial - 1997

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Foto Memória da Cidade: Turma do Banco do Brasil

Outra foto de Derossy Araújo, compartilhada pelo amigo Marcio José Araújo da Silva.
Antigos servidores do Banco do Brasil, em frente à Agência, em Macapá, da Av. Coronel Coriolano Jucá, com rua Cândido Mendes, em Macapá-AP
"Vou nominar da esquerda para a direita: Ciro Anaice de Oliveira - Antônio Carlos Farias de Souza (Capinha ou Farias) - Paulo Armando Del Castilo Andrade - Jonas dos Santos Banhos - Vagner Duarte Mendes - Benedito Alves de Sá (Sazinho) - Abraão Andrade Uchoa (atrás do Sá) - Christiano Kzam - Derossy Araújo da Silva - Adelman Barros Cardoso (gerente) - Pedro Ricardo Köeler da Cunha (o mais alto) - Inspetor (não lembro o nome) - João Barbosa Mota (subgerente) - José Maria Marques Ferreira - Adilson Araújo (o mais exímio datilógrafo que conheci) - Antônio Carlos Brito de Lima." (Márcio José Andrade da Silva)

Obs: Identificados com ajuda do Christiano Kzam e Sávio Kzam
Fonte: Via Facebook

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Foto Memória Musical: Conjunto "Os Cometas" toca em show do The Brazilian Bitles, em Macapá

Em 1966, o grupo musical brasileiro The Brazilian Bitles, fez duas apresentações em Macapá. Uma nos salões de recreio da Piscina Territorial para uma seleta plateia, em evento patrocinado pelo Country Club Equatorial, e outra para o público no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques. Depois desses eventos, o renomado conjunto nacional nunca mais voltou a tocar em Macapá.
O registro fotográfico fixa o momento em que os rapazes de “Os Cometas” estavam no palco do glicerão, tocando músicas de seu repertório.
O baterista Roberval Benigno usou a bateria personalizada do conjunto visitante.
A partir da esquerda: José Assunção (trumpete); Célia (vocal); por trás dela parece o rosto do NandoSpíndola (Sax); atrás dele Sebastião Mont'Alverne(guitarra solo); Roberval (bateria); Joacy (Crooner); e Pedro Altair (guitarra).
O amigo Aluísio Cantuária lembra bem, que "Os Cometas" tocaram antes do Brazilian Bitles e foram bastante aplaudidos. 
Lembra, também, que um dos hits cantado pelo Nando foi "O Chorão", do Paulo Diniz, sucesso naqueles idos de 1966.
Clique no play e relembre o sucesso no original:

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Atualizado às 22:30h

terça-feira, 28 de abril de 2015

Um Jogo de Inteligência: Leônidas Platon X Paulo Torres

Membros da diretoria do Clube de Caça e Pesca Amazonas, jogam uma partida de xadrez, na área onde seria construída a sede social do clube, próximo à Vila Amazonas, à margem esquerda do Rio-Mar.
No local, eram realizadas aos finais de semana, reuniões domingueiras, para churrascos, jogos recreativos e tudo mais que pudesse ser feito para uma boa vida ao ar livre.
Nas imagens de 1965, tiradas de um recorte da Revista ICOMI/Notícias, vemos, em primeiro plano os pioneiros Leônidas Platon e Paulo Torres.
Ao fundo, entre outros não identificados, vemos o jovem Aurílio Lima.
Fonte: Revista ICOMI/Notícias Edição de Agosto/1965
(Via Facebook)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Bons Tempos de Criança!!!

Encontrei esta foto, no Facebook da amiga Gilka Soares. E, com a devida permissão dela, compartilho agora com os leitores do Porta-Retrato. 
A partir da esquerda: Déa Soares, Emídio Rola, Gilka Soares e Miguel Ângelo. 
Foto tirada em 1953, na casa onde Gilka nasceu, e que existe até hoje, na esquina da Rua Eliezer Levy com a Av. Presidente Vargas. 
Foi no dia do aniversário de 8 anos da Déa, irmã dela.
Gilka tinha 3 anos.

Indaguei sobre os outros irmãos: Déa mora em Macapá. "Emídio faleceu em 1988, Miguel reside em Macapá, é Técnico Agrícola do Estado. Guilherme que era músico é professor do Estado, mas no momento, afastado, em tratamento de saúde; mora numa casa ao lado da casa da mamãe, na Presidente Vargas. Sérvula, a caçula. é funcionária da Justiça Federal, em Macapá" (Gilka Soares)

domingo, 26 de abril de 2015

Foto Memória de Macapá: Alunas da Escola Doméstica de Macapá

Mais uma imagem rara compartilhada pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima.
Alunas que estudavam, em regime de internato, na antiga Escola Doméstica de Macapá, devidamente uniformizadas, reunidas em frente ao estabelecimento.
Registro histórico publicado no Jornal Amapá nº 468, em  13 de setembro de 1953.
Resumo histórico - Fundada em 1944, a Escola Doméstica de Macapá, foi instituída com a finalidade de formar jovens para o desempenho das tarefas domésticas e desde a sua fundação, sempre foi mantida pelo poder público.
A Escola Doméstica de Macapá foi desativada ainda no período do Território do Amapá. 
No ano de 1964, a Escola Doméstica foi transformada em Ginásio Feminino orientado para o trabalho, visando favorecer um maior número de jovens.
Pelo Decreto de nº 30 de 28 de novembro de 1978, foi oficializado o novo nome da escola, que passou a se chamar Escola Santina Rioli em homenagem à religiosa missionária, pelo significativo trabalho desenvolvido  junto à comunidade escolar. (do Blog da escola)

sábado, 25 de abril de 2015

Memoria da Cidade de Macapá: Antiga Pracinha do Macapá Hotel

Hoje no Porta-Retrato uma raridade que toca de perto o coração de todos nós.
O amigo Sebastião Ataíde de Lima, compartilhou uma imagem noturna da antiga Pracinha do Macapá Hotel, recortada do Jornal Novo Amapá nº 1673, de 14 de abril de 1973.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...