quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mercado Central de Macapá

O Mercado Central foi construído no governo de Janary Gentil Nunes e inaugurado em 13 de setembro de 1953. Dez anos após a criação do Território. 
O prefeito do município de Macapá era o Senhor Claudomiro Moraes (pai do radialista Euclídes Moraes). Para uma cidade que estava sendo erguida, a arquitetura era suntuosa para o tempo e para a humilde população, com casas de pau a pique e barro. 
Ele encontra-se erguido em um local de importância histórica da cidade de Macapá. Bem em frente à Fortaleza de São José de Macapá.
Os detalhes da construção são um passeio na arquitetura do tempo. A estrutura que suporta o telhado e a fachada são um exemplo disso. 
Logo após a conclusão do Mercado também foi erguido, em frente, um ponto de ônibus que ficou conhecido na cidade como Clip Bar, que na verdade era um estabelecimento comercial (um bar) que servia de abrigo de passageiros para os ônibus circulares da cidade. Veja o aspecto do local na foto acima.
(Foto: Reprodução de arquivo)
A frente do Mercado Central de Macapá fica para a Cândido Mendes, a principal rua do comércio local.
A Praça onde está o Mercado é denominada de Theodoro Mendes. Em homenagem ao ex-prefeito de Macapá  no período de 1896 a 1916, juntamente com o Coronel Coriolano Jucá, que foi de Intendente a prefeito.


Na parte interna foram construídos 16 boxes para a comercialização da carne verde e as ”marrons”, salgadas e verduras em geral. Nos outros 20 boxes internos funcionavam para venda de gêneros alimentícios oriundos de hortifrutigranjeiros, rios e florestas.
                                          (Foto: Reprodução / Facebook / Mural de Aldiere Nascimento Silva)
                
(Foto extraída do Facebook, de Aldiere Nascimento Silva)
Pelo lado interno do prédio existia um box que durante longos anos foi local da Banca de Revistas Cinelândia, do conhecido Nena Leão.
Me lembro bem que, na lateral direita, pela parte interna do prédio existia um box onde funcionava a Mercearia do Chaquib. Eu sempre comprava “gêneros de primeira necessidade” lá com ele.
Além dos primeiros japoneses que vendiam verduras e legumes, lembro-me dos nomes de alguns açougueiros que tinham “talhos” (boxes) de “carne verde”: a memória ainda me permite lembrar de alguns deles: Filomeno, Navegante, Mafra, Mamão, Jucelito, Armando, Viana, Bengala e muitos outros.
Existia ainda na parte interna um boxe onde funcionava a economia popular. Havia uma balança preta, na qual a população podia conferir se o peso das mercadorias estava correto. Os policiais fiscais eram José Maria Gomes Teixeira (Manga), Pompeu, Amadeu Gama (Belisca Lua), Pereira (pai do Policial Civil Marivaldo), Tito Amanajás, Evangelista, Olavo e Pedro Sabe Tudo.
(Foto: Reprodução / Jornal "A Gazeta/Macapá)
Na parte externa, pela lateral da Avenida Antônio Coelho de Carvalho, situa-se o Bar Du Pedro.
O mais antigo em funcionamento. Começou sob a responsabilidade de um comerciante, primo do Senhor Miguel Pinheiro Borges, que resolveu trabalhar na construção de Brasília e passou para o Senhor Clóvis Dias. Foi ele quem colocou o nome de Bar de São Luiz Gonzaga. A partir da década de 60, passou para o Senhor Pedro Nery da Cruz, que adotou o nome de Bar Du Pedro, que funciona até hoje sob a coordenação do filho. Ao lado, no beco dos sapateiros funcionava a barbearia Rio Chic, cujo proprietário era o Benedito, que tinha como sócios: Maurício, Moacir, Leobino e Afuá. A Sapataria do Irmão e Sapataria Chic, de propriedade do Bira, filho do barbeiro Benedito.
No canto que faz frente para o mercado de peixe, tinha a Ervanaria Amazônia, de propriedade do casal Martiniano e Benta.
Na parte externa que dá para a Avenida Henrique Galúcio, funcionou o Salão Latino Americano, onde trabalhavam os barbeiros Manoel Brito, Alvim, Timboteua, Quincas.
Naquele box do canto também funcionou, entre outros, a Farmácia do Hernani Guedes.
A construção do Mercado Central foi um marco nas obras do Governador Janary Nunes.
Nessa época, a área comercial de Macapá, ficava restrita à Doca da Fortaleza e a Rua Candido Mendes. Com a inauguração do Mercado Central, o espaço nas laterais foi tomado por ambulantes. Isso fez com que o governo municipal iniciasse a construção de pequenas lojas, nas laterais do mercado.
Pelo lado da avenida Henrique Galúcio, funcionavam: a Farmácia Droga Norte, de propriedade do saudoso Marlindo Serrano; também a Ourivesaria Estrela de Jesus; a Relojoaria Mido, de propriedade do  Zé da Mido, e muitos outros.
Passaram pela direção do Mercado os seguintes administradores: O primeiro deles foi o Sr. Meton Jucá; os demais foram Aurino Borges de Oliveira, Raimundo Pessoa Borges (Marituba), Raimundo Nonato da Penha (Laxinha), Pai Faca(irmão do ex-prefeito Azevedo Costa) e Pedrinho.
Adaptação do texto de Edi Prado: Mercado Central: Uma Odisseia no Tempo
Leia abaixo a íntegra do texto original do jornalista Edi Prado
(Publicado no Jornal "A Gazeta-AP" em 03.agosto.2008)
(Repaginado em janeiro de 2013)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cultura: "O AMAPÁ DE HERMANO ARAÚJO E VERÔNICA DOS TAMBORES".

(Foto: Reprodução de vídeo / print de tela / by Pacto Audiovisual)
Verônica do Marabaixo,  cantora e compositora amapaense, de descendência africana, é popularmente conhecida como Verônica dos Tambores; Hermano Araújo, historiador de descendência cabocla, com base na etnia indígena. São casados há 16 anos.
No registro acima, dos anos 90, vemos a família – Verônica, Hermano e filhos - subindo a rampa da Fortaleza de Macapá. A foto, de um recorte de jornal, nos foi compatilhada, via e-mail, pelo escritor, professor e amigo Paulo Tarso Barros.
Aproveitando esta grata oportunidade, reproduzimos, abaixo, vídeo com um Documentário produzido pela Pacto Audiovisual, uma Produtora que desenvolve e viabiliza projetos audiovisuais nacionais e internacionais, especialmente para a televisão. Especializada em documentários, programas educativos e culturais.
Essa matéria, que pode ser acessada no blog da TAL – Rede de Televisões Culturais da América Latina, tem como título: O AMAPÁ DE HERMANO ARAÚJO E VERÔNICA DOS TAMBORES.

"O casal Hermano e Verônica apresenta o Estado do Amapá bem à mescla das etnias locais. Hermano, historiador, é caboclo, descendente de índios. Verônica, negra, traz dos ancestrais africanos a força de seus tambores. A viagem mostra peculiaridades de uma área isolada pela floresta amazônica, e que por isso ainda mantém as tradições locais bem preservadas. Interessante ver como o extinto extrativismo mineral deu lugar ao desenvolvimento sustentável, onde a industrialização da castanha surge como importante alavanca na economia amapaense. Nesse contexto, crianças ribeirinhas aprendem na escola como utilizar as plantas nativas e como é o trabalho das parteiras. O vídeo apresenta ainda particularidades pouco conhecidas da região “onde o Brasil começa”, como os índios Anhembi e o estádio de futebol Zerão, em Macapá. Dividido pela linha do Equador, cada lado do campo fica em um hemisfério."
Veja o Documentário a seguir:

Fonte: TAL/TV/Blog

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Tragédia de Macacoari

Coaracy Monteiro Nunes foi o primeiro deputado federal, pelo Amapá. Era irmão de Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá.
Em 21 de janeiro de 1958 morreu em um acidente aéreo, nas matas do Macacoari, juntamente com o advogado e promotor Hildemar Pimentel Maia e o piloto Hamilton Silva.
(Reprodução)
Dep. Coaracy Nunes
(Reprodução)

Dr. Hildemar Pimentel Maia
(Reprodução)
Piloto Hamilton Silva
(Reprodução/Arquivo)
Ano 1958 - Destroços do avião "Paulistinha" modelo CAP-9, no local do desastre ocorrido em 21 de janeiro de 1958 na localidade de Carmo do Macacoari, em que morreram o Dep. Coaracy Nunes, o Dr. Hildemar Maia e o piloto Hamilton Silva.
(Reprodução)
Ano 1958 - População de Macapá acompanha a chegada no Trapiche Eliezer Levy, dos corpos do Dep. Coaracy Nunes, do advogado e promotor Hildemar Maia e do piloto Hamilton Silva, vítimas do desastre aéreo de Macacoari.
(Foto: Reprodução do blog da Alcinéa)
(Foto extraída do blog da jornalista Alcinéa Cavalcante)
Ano 1958 - Depois de resgatado da fuzelagem do avião, o corpo do Dep. Coaracy Nunes, reduzido a um pedaço de carne carbonizada com 60 centímetros, foi colocado em uma mortuária hermeticamente fechada. Na manhã do dia 22 de janeiro de 1958 duas urnas foram embarcadas no avião da Cruzeiro do Sul, que se destinava ao Rio de Janeiro, com escala em Belém. Na capital do Pará, a urna com os despojos do Dr. Hildemar Maia foi desembarcada. A urna do deputado Coaracy Nunes seguiu viagem e somente à uma hora da madrugada do dia 23.01.1958, o avião da Cruzeiro do Sul pousou no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.O restos mortais do Dr. Coaracy Nunes foram inumados no túmulo número 3753-A, quadra 3, do Cemitério São João Batista, no Rio.
O piloto Hamilton Silva está enterrado em Macapá, no Cemitério N. S. da Conceição, no Centro da cidade.
(Reprodução)
Ano 1959 - Várias homenagens foram prestadas ao Dr. Coaracy Nunes. Em Belém, foi inaugurada uma praça na cidade velha, em 21 de janeiro de 1959. Na mesma data um busto foi inaugurado em frente ao abrigo de passageiros no Aeroporto Internacional de Macapá. (foto)
A TRAGÉDIA E A MORTE Para não utilizar avião do governo, coisa que certamente renderia críticas por parte da oposição, Coaracy Nunes e Maia decidiram fretar o avião “Paulistinha”, que pertencia aos senhores Eugênio Gonçalves Machado, Carlos Andrade Pontes e Hamilton Henrique da Silva. O “Paulistinha” era um avião pequeno e leve. Dentre os dez vendidos para a Amazônia, oito já haviam sofrido graves acidentes. Era um aparelho apropriado para treinamento e viagens de curta distância. Hamilton Henrique da Silva era um piloto experiente, que tirou o brevê pelo Aéro Clube de Macapá, uma entidade
idealizada pelo Dr. Hildemar Pimentel Maia. A relutância de Hamilton Silva em fazer a viagem foi imediata, visto que a região a que se destinavam, é sujeita a neblina e ventos fortes de inverno ao amanhecer. O Sr. Cláudio Lima, funcionário do SERTTA – Navegação, ponderou que a viagem fosse realizada por via fluvial a bordo do Iate Itaguary, que levaria a rebote uma voadeira e um motor de pôpa de 33 HP. O Iate ficaria na foz do rio Macacoari e o deslocamento até o local da festa seria coberto na “voadeira”. Coaracy Nunes ficou indeciso e consultou o Dr. Maia, que se manifestou contra a ideia. Estes acertos aconteceram na sede do Partido Social Democrático, um velho casarão edificado na esquina das avenidas Cândido Mendes e Presidente Vargas. A residência do Hamilton Silva era um pouco mais à frente, na mesma avenida, diante da casa Leão do Norte, que pertencia a família Zagury. Na sede do PSD corria a notícia de que Hamilton Silva sairia para o Macacoari na tarde do dia 20 de janeiro, levando encomenda para a fazenda do pecuarista Eugênio Machado, seu sócio no avião. A pedido do Dr. Maia foram chamar o Hamilton. Depois de uma breve conversa, ficou acertado que o aparelho decolaria às 16h00min. No horário aprazado, o “Paulistinha”, prefixo CAP-9, deixou o campo de pouso da Cruzeiro do Sul rumo ao Macacoari. A bordo iam o piloto Hamilton Silva, o Sr. Eulálio Soares Nery, o dr. Coaracy e o Dr. Maia. Fora umas passageiras turbulências a viagem transcorreu sem problemas. À noite, após a ladainha, haveria festa dançante homenageando os ilustres visitantes, o que de fato aconteceu. Na manhã do dia 21 de janeiro deu-se a tragédia... Três vidas preciosas foram tragadas pelas chamas. O Amapá viveu momentos de profunda tristeza e desespero. A Câmara Federal perdia um dos seus mais brilhantes parlamentares, o Dr. Coaracy Nunes, nacionalmente conhecido como o “Deputado da Amazônia”. Coaracy Nunes era casado com a senhora Carmem Rocha Nunes. Deixou como órfãos: Coaracy Nunes Filho (19 anos em 1958); Carmemcy (18 anos), casada com o Sr. Fernando Figueiredo; Cláudio (17 anos); Joaquim Ascendino Neto (16 anos); Yara (11 anos); Moema (8 anos) e Maria das Graças (2 anos). Coaracy era irmão do Coronel Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá, que à época da morte do ilustre parlamentar era o Presidente da Petrobrás. Além dele havia mais cinco irmãos: Pauxy Gentil Nunes, Secretário Geral do Governo do Amapá; Ubiracy Gentil Nunes, funcionário do Instituto dos Comerciários no Rio de Janeiro; Dr. Amaury Gentil Nunes, Chefe de Gabinete da Presidência da Petrobrás, Yacy Suarez e Miracy Gentil Nunes Raposo, casadas e residentes no Rio de Janeiro. Em 1957, entre os meses de fevereiro a dezembro, cursou a Escola Superior de Guerra. Para isso licenciou-se da Câmara Federal, sendo substituído pelo suplente Hildemar Pimentel Maia.
Depois de ser resgatado da fuselagem do avião, o corpo do Dr. Coaracy Nunes, reduzido a um pedaço de carne carbonizada com 60 centímetros, foi colocado em uma urna mortuária hermeticamente fechada. Na manhã do dia 22 de janeiro de 1958, duas urnas foram embarcadas no avião da Cruzeiro do Sul que se destinava ao Rio de Janeiro, com escala em Belém. Até a cidade de Belém, os amigos Maia e Coaracy permaneceram juntos. Na capital do Pará a urna com os despojos do Dr. Maia foi desembarcada. A urna do dr. Coaracy seguiu viagem e apenas à uma hora da madrugada do dia 23.01.1958 o avião da Cruzeiro do Sul pousou no Aeroporto Santos Dumont. A urna do dr. Coaracy Nunes seguiu para o Palácio Tiradentes, sendo velada até às 10 horas do dia 24. Falaram diversos oradores, entre eles o Ministro da Fazenda José Maria Alkmim. No Cemitério São João Batista, deputados e senadores se despediram do amigo. Os restos mortais do Dr. Coaracy foram inumados no túmulo n.º 3753 - A, Quadra 3. O Deputado Federal Lister Caldas, apresentou à Mesa da Câmara Federal, um projeto de lei que modificaria o nome do Território do Amapá, para Coaracy Nunes. Razões históricas impediram a aprovação do referido projeto. Várias homenagens foram prestadas ao Dr. Coaracy Nunes.
Em Belém, foi inaugurada uma praça, na cidade velha, a 21 de janeiro de 1959. Na mesma data, um busto foi inaugurado em frente ao abrigo de passageiros do aeroporto internacional de Macapá. Dia 7 de fevereiro de 1958, através de decreto, o Governador Amilcar Pereira da Silva criou o Grupo Escolar Coaracy Nunes, hoje Escola de 1º grau. A Prefeitura Municipal de Macapá trocou o nome da Avenida Ayres de Souza Chichorro para Coaracy Nunes. Em 1975, quando a Hidrelétrica do Paredão foi inaugurada, a Eletronorte a batizou de Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes
.
Fonte: Edgar Rodrigues.Texto pesquisado por Roberto Mesquita.
(Post repaginado em 21/01/2013)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Mazagão: Prédios antigos

Prédios antigos - MAZAGÃO/AP
Anos 50 - Prédios antigos na rua da frente da cidade de Mazagão/AP.
(Fotos: Reprodução - Coleção digital / IBGE)

Frente da cidade de Mazagão-AP

Anos 70 - Vista Panorâmica da frente da cidade de Mazagão-AP.
Mazagão é um município no sul do Estado do Amapá. A população estimada em 2010 era de 17 030 habitantes e a área é de 13.131 km².
Seus limites são Pedra Branca do Amapari e Porto Grande a norte, Santana a nordeste, a foz do rio Amazonas a sudeste, Vitória do Jari a sul e Laranjal do Jari a oeste.
"Mazagão é considerado, praticamente, o porto de entrada da raça negra no Amapá. Para lá foram negros originários do Norte da África, na região de Marrocos (Mauritânia), colonizados pelos portugueses que os trouxeram visando os domínios lusitanos a partir da construção de um forte na África.
Os primeiros habitantes de Mazagão foram: 136 famílias brancas e 103 escravos, que se transformaram nos primeiros agricultores daquela região. Os habitantes de Mazagão ainda procuram preservar, tanto na igreja quanto consigo (em suas próprias casas), o que restou da cultura que legaram dos negros oriundos do Norte da África nos séculos XVII e XVIII. Guardam imagens de madeira e de marfim com adornos de ouro e prata; diversos outros objetos como castiçais, cálices, crucifixos, coroas de prata etc. Por mais que tentem preservar, muitas imagens encontram-se em estado de deterioração. As poucas restauradas, foram reparadas sem a técnica e os materiais apropriados.
Por outro lado, grande parte do acervo foi perdida, porque alguns moradores que não pertenciam à comunidade e muitas vezes desinformados, trocaram imagens autênticas da Igreja por outras fabricadas em gesso. Somente em 1981 o governo do Amapá tomou providências através de decretos proibindo a venda de imagens, bem como, a retirada destas do Distrito."

Texto do historiador Edgar Rodrigues disponível em Amapá Digital.net

(Post repaginado em 2013)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Esportes: Craques que brilharam no Glycerão

Santana Esporte Clube
Onzena do Santana Esporte Clube
Em pé, da esquerda para a direita: Lua, Zé Elson, Bigu, Haroldo Santos, Nêgo e Marco Antônio. 
Agachados: Piraca, Pretote, Cazé, Antônio Trevizani e Canhoto.
(Foto: Arquivo do Clayron Cazé via blog da Alcinéa)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Do Baú do João Silva: Futebol na Praça da Matriz

“A foto é preciosa não apenas pelas pessoas, todas jovens, que aparecem no clic de um fotógrafo anônimo; calculo que tenha ocorrido em 1959, 1960, 1961, por aí. O cenário também é precioso, mexe com a memória, com as lembranças de algumas gerações de amapaenses; trata-se do antigo campo de futebol da Praça da Matriz, onde eram disputados os certames de futebol juvenil da Casa dos Padres, aos domingos – aqueles que nenhum jovem podia participar sem ir à missa das seis da manhã na Igreja de São José. Alguns detalhes sobressaem: ao fundo as mangueiras centenárias derrubadas depois do golpe militar de 64; à esquerda a lendária Barraca da Santa e à direita, ao fundo, o primeiro estacionamento de táxi de Macapá e o Elite Bar, do pioneiro João Assis; na foto, da esquerda para a direita, jogadores do Remo e do Paysandú se confraternizam, a saber, em pé: Pennafort (Macaco), Palitinho, Ubirajara (Birinha) e Airton; agachados: Rami Anaice, Pantaleão Oliveira, Orlando Tôrres e Geraldo Bezerra, dono da EQUIPAR. 
Desse registro faleceram, Airton, popular ‘Zé Buchinha’, Ubirajara, popular ‘Cachorro Magro’ e Rami Anaice; estão ainda entre nós: Pennafort, popular ‘Macaco’, Pantaleão Oliveira, Palitinho, Orlando Torres e Geraldo Bezerra, popular ‘Cabeça’.” (João Silva)
(Fonte: Texto e foto reproduzidos do blog do amigo João Silva)

Mazagão: Igreja de Nossa Senhora da Assunção


A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, na cidade de Mazagão/AP, foi inaugurada em 25 de julho de 1937 pelo bispo de Santarém, D. Armando Balhmann. A fachada em alvenaria, com paredes também em alvenaria em até um metro de altura, sendo o restante em madeira, coberto com telhas tipo marselha e piso amassado.
A pedra fundamental tinha sido lançada em 22 de fevereiro de 1933 pelo padre Phillipe Blanke, MSF, e a Igreja foi levantada no lugar do antigo prédio da Intendência.
Serviu de matriz da paróquia até 1949, quando a sede da paróquia foi transferida para Mazagão Novo (atual cidade de Mazagão). Em 25 de julho de 1972 ela foi concluída pelo padre Ângelo Bubani, com paredes em alvenaria, dotada de novas janelas e recebida nova sistematização do presbitério e sacristia. Sua reinauguração foi feita por D. José Maritano, segundo Bispo Prelado de Macapá, em 1972. (Fonte: blog Coisas do Amapá – by Edgar Rodrigues)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O Pioneiro: Glycério de Souza Marques

(Foto:Reprodução de livro)
Clicar na foto para ampliá-la
Glycério de Souza Marques nasceu no dia 13 de maio de 1915, no Estado do Pará.

Filho do militar Raimundo Gonçalves Marques e D. Luzia de Souza Marques.
Estudou nas escolas de Belém e ingressou na Escola Militar dando baixa no ano de 1938 com a patente de 2º-tenente.
Quando jovem dedicou-se ao escotismo.
Veio para Macapá no início do ano de 1945, convidado pelo Governador Janary Gentil Nunes com a missão de implantar o escotismo no Território Federal do Amapá, juntando-se ao Chefe Escoteiro Clodoaldo Carvalho do Nascimento.
Trabalhou inicialmente como Inspetor do Ensino primário; foi também Diretor da Escola de Iniciação Agrícola da Base Aérea do Amapá; em 1953 foi nomeado Diretor da Escola Profissional Getúlio Vargas que, posteriormente, se chamou Escola Industrial; participou da criação de clubes esportivos; foi presidente da União dos Escoteiros do Brasil em Macapá; da Federação de Desportos; da Sociedade Artística de Macapá; Instrutor do Tiro de Guerra 130 do Amapá; foi postulante à construção de um estádio de futebol o qual foi construído e foi dado o seu nome Estádio Glycério de Souza Marques; foi Diretor da Rádio Difusora de Macapá.
Glycério casou-se no primeiro matrimônio com a Sra. Nely de Miranda Marques; em segundas nupciais com D. Natália dos Santos Marques com quem teve os filhos: José Glymar, Luzia e Carmem.
Glycério faleceu no dia 25 de dezembro de 1955 deixando um grande vazio no coração da juventude escoteira do Amapá e saudades a todos os desportistas.
(Fonte: Informações e foto extraídas da obra Personagens Ilustres do Amapá de Coaracy Barbosa Vol III (não impresso) - em PDF - via APES - Associação Amapaense de Escritores).

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Estádio Municipal Glycério de Souza Marques

(Reprodução)
Clique na foto para ampliá-la
Data: 15 de janeiro de 1950.

Segundo o historiador Estácio Vidal Picanço, a cidade de Macapá amanheceu uma festa só.
Era o dia da inauguração do estádio, com a partida entre as seleções de Amapá e Pará.
O governador Janary Nunes hasteou a bandeira nacional no mastro de entrada do estádio (foto) e descerrou a placa comemorativa com a inscrição “Construída na Administração Territorial do Capitão Janary Nunes”.
Houve ainda discurso do engenheiro construtor do estádio, Hermógenes de Lima Filho, que em seguida leu o ato do governo do Território Federal do Amapá repassando a administração do Glycerão à prefeitura de Macapá.
Também discursaram Hildemar Pimentel Maia, representante da CBD, e os presidentes das federações do Amapá e Pará, Glycério Marques e Péricles Guedes, respectivamente
.
O primeiro juiz
Para dirigir o encontro entre as seleções de Amapá e Pará foi escolhido pela CBD o juiz paraense Alberto da Gama Malcher, que já tinha renome internacional.
Ele trilou o apito às 17h30 do dia 15 de janeiro de 1950.O estádio já tinha luminárias, e das melhores, escreveu Estácio Vidal.
O primeiro gol marcado no estádio Glycério Marques foi de autoria de Norman Percival Joseph David (apelidado de cacetão pela potência de seu chute - da seleção paraense e jogador do Paissandu).
Norman fez o gol aos 30 minutos do segundo tempo, e o Pará venceu a partida por 1x0.
Uma curiosidade: Complementando o amigo Sapiranga informa que o saudoso Zacarias Leite, Paissandu doente, homenageou o centro avante bicolor, batizando seu oitavo filho como Percival, que mais tarde se transformou num grande craque do futebol amapaense, defendendo as cores do Juventus Esporte Clube.
O Amapá começou jogando com: Lavareda, 75 e Suzete; Cabral, Roxinho e Raimundinho; Luiz de Melo, Dedeco, Alves, Adãozinho e Boró.O Pará usou: Dodô, Bereco, e Sidoca; Biroba, Nonato e Sabá; Norman, Teixeirinha, Hélio Costa, China e Juvenil.
Os jogadores do Remo não estavam na seleção, pois o clube estava em excursão pelo exterior.
A renda foi de Cr$ 31.780,00.

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Detalhe histórico - A construção do Estádio Municipal Glycério de Souza Marques foi motivada pela participação do Amapá no XX Campeonato Brasileiro de Seleções de Futebol, realizado no ano de 1950.
O Amapá tinha sete anos como Território Federal, e pela primeira vez iria participar daquela competição.
O convite foi feito por Vargas Neto, vice-presidente da então Confederação Brasileira de Desportos (CBD).
O relato é do saudoso professor e historiador Estácio Vidal Picanço, que em 1980, quando o estádio completou 30 anos, contou a história da construção e da partida inaugural.
Estácio Vidal também foi goleiro do Amapá e cronista esportivo da
Rádio Difusora de Macapá.
Estácio
diz que o estádio Glycério Marques é a praça de esportes oficial mais antiga do Brasil, inaugurado seis meses antes da inauguração do estádio do Maracanã, construído para a Copa do Mundo de 1950 que o Brasil perdeu na final para a seleção do Uruguai.
Ele conta que o governador Janary Nunes estava ausente do Amapá, tendo passado nove meses na Escola Superior de Guerra.
Janary era militar da ativa do Exército brasileiro.
Raul Montero Valdez respondia pelo governo do Território, e o prefeito de Macapá era José Serra e Silva.
Tudo isso em 1949.
Em meados de outubro daquele ano, Raul Valdez recebeu um telegrama do Rio de Janeiro, informando que a CBD estava convidando o Amapá para participar do Campeonato Brasileiro de Seleções de 1950.
Raul reuniu então os presidentes dos clubes da época: Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, São José e Trem Desportivo Clube, informando a eles que o Território do Amapá estaria na competição.
Uma das primeiras providências foi eleger um presidente definitivo para a Federação de Desportos do Amapá (FDA), que mais tarde virou Federação Amapaense de Desportos (FAD) e hoje é Federação Amapaense de Futebol (FAF).
O presidente interino da FDA era Ariosto Cardoso Paes.
A eleição aconteceu no gabinete do governador, com os dirigentes dos clubes aclamando o nome de Glycério de Sousa Marques, tenente do Exército.
Além da patente, Glycério Marques exercia funções de inspetor geral de ensino, chefe escoteiro, professor, educador e desportista.

Foi também um dos diretores da Rádio Difusora de Macapá, na primeira faze da emissora.
Na reunião histórica, narra Estácio Vidal, o governador interino Raul Valdez convocou Hermógenes de Lima Filho, diretor da Divisão de Obras do governo, para que ele escolhesse o local onde seria construído um estádio de futebol, em tempo recorde, a fim de que o Amapá, em janeiro de 1950, tivesse condição de tomar parte no campeonato.
Como representante do governo do Território Federal do Amapá no Rio de Janeiro estava Pauxy Nunes, conhecido como “Caudilho do Norte”.
Ele também era o delegado do Amapá junto à Confederação Brasileira de Desportos, providenciando tudo o que fosse necessário para a seleção amapaense.
Dentre essas providências, Pauxy Nunes procurava encontrar o melhor material esportivo.
Duas semanas antes da estreia do Amapá no campeonato, a seleção recebeu dois jogos de camisa e o restante do material.
O primeiro uniforme da seleção amapaense, nas cores azul e vermelho, permanece até hoje.O governador Janary Nunes, embora ausente do Território, continuou dando todo o apoio à participação do Amapá no certame.
Ele e seu irmão, deputado Coaracy Nunes, conseguiram recursos financeiros para a construção do estádio em tempo recorde.
Janary retornou ao Amapá no dia 19 de dezembro de 1949.
Glycério Marques chamou Edson Veras para treinar a seleção amapaense de futebol.
Edson era irmão de Ivaldo Veras, cujo nome é imortalizado na avenida onde está construído o Sambódromo.
Foram convocados para compor a seleção os jogadores: Lavareda, 91 (Expedito da Cunha Ferro), 75, Suzete, Jucá, Raimundinho, Cabral, Deniz, Roxinho, Cláudio, Adãozinho, Boró, Turíbio, Branco, Sapo, Major, Taumaturgo, Osvaldo Padeiro, João Cançado, Dedeco, Zé Maria Chaves, Walter Nery, Álvaro Arara, Alves e Cabeça.
O treinador Edson Veras saiu logo depois, sendo substituído por Delbanor Leite Dias (irmão do saudoso chefe Humberto), que também foi um dos diretores da Rádio Difusora de Macapá.
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(Texto extraído do portal Amapá Turismo que cita como fonte o Jornal "A Gazeta", do Amapá - com informações do historiador Estácio Vidal Picanço)

Esportes: O Juiz e os capitães

Memória do Esporte Amapaense 
Flagrante  de um jogo de futebol no Estádio Glycério Marques.
Bola ao centro entre os capitães Paulo Rodolfo, o juiz Savino e Alceu Filho.
Ao fundo o atleta Sassuca e, à direita de quem olha, o repórter esportivo Ronaldo Borges, cobrindo o evento para a Rádio Difusora de Macapá.
(Fonte: Foto reproduzida do blog "Repiquete no Meio do Mundo", da amiga Alcilene Cavalcante)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Esportes: Craques que brilharam no Glycerão

Guarany Atlético Clube

Em pé da esquerda para a direita: Jonas, Mumundo (falecido), Zequinha, Moacir Fernandes, Heraldo (pau preto), Chaves(onça), Alfredo Moacir (Bico) e João Ponte (Nanô) (técnico falecido).
Agachados na mesma ordem: Aragão, José Maria (Saúva), Percival, Raul Callins, Milton Pennafort e Simões (falecido).



domingo, 13 de janeiro de 2013

O Pioneiro: Joacino Nascimento, o ‘Timbó’

Joacino Nascimento, mais conhecido como ‘Timbó’, foi soldado da gloriosa Guarda Territorial e brilhou nos campos do Amapá e fora dele, em excursão de clubes amapaenses por Belém e várias cidades do interior do Estado do Pará; campeão amapaense algumas vezes, vestiu a camisa do Juventus, do São José, do Ypiranga, do Santana Clube, do Macapá, do Amapá e do Trem Desportivo Clube. Era um centro-avante de ofício, fazia muitos gols e jogou ao lado dos principais jogadores do futebol amapaense, como Emanuel, Bill, Léo, Bandeirantes, Biló,  Jangito, Palito, Lelé, Moacir Banhos,  Alceu e outros.
Joacino Nascimento, o ‘Timbó’, que tinha 69 anos de idade, faleceu dia oito de janeiro em Recife-PE depois de longa enfermidade.
O corpo de “Timbó”, foi levado para Macapá e descansa em paz no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, como era seu desejo.
Soubemos da triste notícia através do blog do João Silva.
Apresentamos à família enlutada nossas sentidas condolências.
(Texto original de João Silva, com adaptações para o blog Porta-Retrato)

sábado, 12 de janeiro de 2013

Memórias do Esporte Amapaense: Juventus Esporte Clube

O velho Estádio Municipal "Glycério de Souza Marques", em Macapá - a praça de esportes oficial mais antiga do Brasil, inaugurado seis meses antes da inauguração do estádio do Maracanã, construído para a Copa do Mundo de 1950 - completa 63 anos agora em 2013.
Foi palco de muitos jogos com apresentação de grandes times do futebol local e nacional.
Entre eles estava o Juventus Esporte Clube - o clube do "moleque travesso":
Anos 60 - Onzena do Juventus Esporte Clube, no Estádio Glycério de Souza Marques.
Em pé a partir da esquerda: Sabará (mora em Alfenas/MG), Coaraci Cabral(mora em SP), Reinaldo Barcessat, José Maria Franco, Célio Paiva e Venturoso
Agachados: Enildo Amaral, Joca, Austregecildo, Orlando Torres e Moacir Banhos.
(Fonte: Facebook do amigo Cléo Farias)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Do Fundo do Baú: Bons tempos da Piscina Territorial



Mais um “Retrato em preto e branco” do acervo da amiga Alcinéa, que ela publicou em seu blog em fevereiro de 2011 e que eu, agora, compartilho com vocês.
Este simpático grupo de jovens amapaenses reunido nas dependências da Piscina Territorial, nos anos 60, tendo ao fundo o badalado barracão de festas onde a sociedade amapaense tinha inesquecíveis momentos de descontração e laser.
Nas imagens da esquerda para direita: vemos Joacy Mont’Alverne (falecido - um dos filhos da professora Aracy) que foi integrante do conjunto Os Cometas; ao lado a cantora Célia (que também brilhou nos Cometas e casou com o violonista Sebastião Mont’Alverne – hoje separados);a garota é Maria do Carmo (irmã do saudoso Baião Caçula – Carlos Lins Côrte – que trabalhava na Rádio Difusora de Macapá); Consolação Lins Côrte (minha amiga de ginásio na Escola Normal, também irmã do Baião e excelente atriz nos bons tempos do rádio-teatro da Difusora de Macapá) e à direita o jovem Américo Souza (um dos filhos do Sr. Francisco Severo de Souza, do grupo SEVEL).

Nota do Editor: Se a memória não me falha, um dos garotos que estão por trás, na piscina, (o loirinho) é o Gaspar,  um dos filhos do saudoso Agostinho Souza.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Do Fundo do Baú: III Festival Amapaense da Canção de 1971

Encontrei esta outra foto rara, no Baú de Memórias da amiga Alcinéa Cavalcante.
É um registro fotográfico do III Festival Amapaense da Canção de 1971, promovido pelo Governo do então Território Federal do Amapá, realizado em Macapá, no Ginásio Coberto Paulo Conrado.

Sílvio Leopoldo e Graça Pennafort defendem a música "Cantiga", de Sílvio, que ficou em terceiro lugar.
Graça ganhou o prêmio de melhor intérprete.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Do Baú da Alcinéa: Os Jornalistas e o Craque

Fui buscar esta foto histórica, no Baú de Memórias da amiga jornalista e blogueira Alcinéa Cavalcante.
O registro é de 14 de maio de 1992, data em que o craque de futebol Dario – o Dadá Maravilha - chegou em Macapá, contratado para o cargo de técnico do Ypiranga Clube.
Os jornalistas João Silva e Alcinéa estiveram no aeroporto para entrevistá-lo.
Alcinéa fez a entrevista para o jornal Estadão (de São Paulo) e João Silva para o Amapá Estado.

Depois da entrevista uma pose para as lentes do fotógrafo Kitt Nascimento.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Concurso de Beleza: Miss Macapá Verão 1961

O concurso de Miss Macapá Verão de 1961, foi promovido pelo Sacy Clube e realizado na Piscina Territorial, um barracão de festas, onde eram realizados grandes eventos daquela época, na capital do Amapá.
O Sacy Clube e o Sayanara eram clubes concorrentes, criados pelos jovens como opção de diversão na pequena Macapá, no final dos anos 50.
Na foto estão, a partir da esquerda: Eleonora Aymoré, Francisca Dias e Ivanilde (de saia xadrez).
A vencedora foi a candidata Francisca Dias (centro), amapaense, que hoje reside em Porto Velho capital do estado de Rondônia, onde é professora universitária.

Fonte: Blog Repiquete no Meio do Mundo, da amiga jornalista amapaense Alcilene Cavalcante, com foto e informações de Wânia Beatriz e Francisca Dias.

FELIZ ANO NOVO!

sábado, 29 de dezembro de 2012

Pioneiros Nordestinos: Famílias Pereira Carvalho e Lopes de Freitas

Neste registro fotográfico histórico dos anos 50, encontram-se membros das famílias Pereira Carvalho e Lopes de Freitas, em Macapá.
São fotos do álbum de família da amiga Ângela Carvalho e que foram reproduzidas, com a devida permissão dela, de sua página no Facebook.
O texto da legenda foi gentilmente preparado pelo amigo Luiz Lopes Neto, diretamente de Belém do Pará, que é integrante da família Lopes de Freitas:
Foto tirada entre 1955 e 1957, na antiga Vila dos Arigós (esquina da Hamilton Silva com Feliciano Coelho – Bairro do Trem).

“Esta foto é interessante para quem trabalhou na construção da Estrada de Ferro do Amapá.
Pessoas em pé da esquerda para direita: Sr. Paulo Pereira de Carvalho (na Icomi conhecido como Paulo Califon), Sr. Miguel Carvalho (conhecido como galo cego), Evaldo de Freitas (meu pai) com Jeronimo (meu irmão) no colo, Sr. Antônio Carvalho, Sr. Livalde (filho adotivo de meu avô Jerônimo “Gila”), Sr. José Pereira Sobrinho (mais conhecido como Zé Rolé), Sr. Bianor Carvalho, Sr. Pedro Carvalho com seu filho Carlos Carvalho no colo. Exceto Evaldo de Freitas (meu pai), todos são meus tios e foram funcionários da ICOMI.
Na fila do meio da esquerda para a direita estão a Sra. Oliete Carvalho, Sra. Anete Freitas Carvalho com seu filho Marconi no colo, Sra. Lourdes Freitas (minha mãe) com seu filho Agostinho no colo, Sr. Jerônimo Pereira de Carvalho (meu avô, “vovô Gila”), Sra. Maria Carvalho (minha avó) esposa do vovô Gila, conhecida pelos netos como “Mãe Maria”, Sra. Rita Carvalho Nunes com seu filho no colo, Sra. Amável Carvalho, Sra. Lourdes Carvalho.
As crianças na fila mais abaixo, da esquerda para a direita: João Eudes (meu irmão), Marcos Luiz (meu primo), Paulo Freitas (meu irmão), Lúcia Maria (prima), Ângela Maria (prima), Maria Lúcia (minha irmã), Gaspar (primo), a garotinha de preto é Márcia (filha da dona Rita), Luiz Neto (eu), Vital Freitas (meu irmão) e Maria Lúcia (esposa do ex-senador Jonas Pinheiro).
A criança sentada no chão, também é minha prima porém não consegui identificá-la.  (Luiz Lopes Neto)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Do Fundo do Baú: Juventus Esporte Clube

Encontrei esta relíquia histórica no Baú de Memórias do amigo João Silva.  
Trata-se de uma das formações do time do Juventus Esporte Clube, no tempo da melhor fase daquela que foi uma das maiores agremiações esportivas do Amapá.
Time do Juventus Esporte Clube de 40 anos atrás, pousando, da esquerda para a direita com: Gilberto, Wanderley, Magalhães, Biló, Curupira, Zé Maria Franco e Célio; agachados: Enildo, Orlando Tôrres, João Maria Nery, Sabará e Percival.
Dentre os que aparecem neste registro (...), não estão mais entre nós Gilberto, Wanderley e José Maria Franco; não tenho informação sobre João Maria Nery, que chegou a ser campeão pelo J.E.C nos bons tempos do Moleque Travesso do futebol amapaense. (João Silva) 

Confirmando via SMS: "O João Maria Nery já está no andar de cima (Haroldo Pinto Pereira)"
(Fonte: Texto e imagem reproduzidos do blog do João Silva)

(Última atualização  em 29/12/2012)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...