sábado, 19 de abril de 2014

Coisas da Vida: "Ou eu ou o Roberto Carlos"... e a vida continua!

Entre as muitas emoções que vivi durante meu tempo de radialista, foi participar de uma entrevista coletiva, concedida por Roberto Carlos, em 1972, no Macapá Hotel, na capital amapaense.
Nessa época eu havia saída da Rádio Educadora e estava trabalhando na ICOMI, em Santana. Em razão disso, só podia apresentar programas na rádio, aos finais de semana. E em 1972, eu havia retornado à Rádio Difusora de Macapá, quando o Roberto Carlos foi fazer um show em Macapá.
Ao meu lado os radialistas Cristina Homobono e J.Ney, estavam gravando para a Rádio Educadora São José de Macapá, quando foi feito o registro fotográfico, que nem lembro quem bateu essas fotos.
O show aconteceu à noite, no gramado do Estádio Glycério Marques. Naquela época, o rádio em Macapá era feito de forma amadorística mesmo. Prevalecia o amor pela arte. Como o show não podia ser gravado diretamente do palco, eu fiquei no meio do povo com um gravador no ombro, e consegui gravar o show inteirinho e passar domingo pela manhã no meu programa.
Quando me lembro que fazíamos todo esse malabarismo pra levar a informação ao ouvinte...
Isso fazia parte do meu trabalho.
Agora vejam o que a vida nos prepara: em 1972, eu havia conhecido a minha esposa Marina, e estávamos começando a namorar. E ganhei dos promotores do evento, dois ingressos de cortesia, para ir ao show do Roberto Carlos. Quando eu fiz o convite para irmos juntos, ela respondeu que não iria. Diante da negativa, eu respondi: Você não vai, mas eu vou, que tenho de gravar  o show para passar em meu programa. Ela disse: ou eu, ou o Roberto Carlos, você escolhe! Eu fiquei analisando um pouco e pensei comigo mesmo...se ela terminar eu tenho chance de reatar o namoro mais em frente e o Roberto Carlos não tenho certeza se o assistirei novamente... depois disso respondi: Ok eu escolho o Roberto Carlos! E fui sozinho assistir ao show... pouco tempo depois reatamos o namoro, casamos no ano seguinte, e estamos juntos há 49 anos. 
E o Roberto voltou muitas outras vezes a Macapá. 
Coisas da vida!
(Foto: Reprodução do Google images)
O LP daquele ano tinha essa capa.
(Atualizado em 19/04/2021)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Igreja de São Benedito - Bairro do Laguinho

Em 02 de março de 1956, Dom Aristides Piróvano benzia e inaugurava a nova Capela do Bairro do Laguinho em Macapá, dedicada a São Benedito. 
Paredes de madeira, piso de cimento e coberta com telhas de barro. 
Os trabalhos tinham sido iniciados a 11.04.1955.
A Capela, em 28.08.1964, foi elevada à Matriz da nova Paróquia.
Em 24 de dezembro de 1964 - na noite de Natal - foi rezada a 1ª Missa e praticamente inaugurada a nova Matriz de São Benedito, que teve sua planta hemisférica desenhada pelo Pe. Fúlvio Giuliano. Os trabalhos de construção foram dirigidos pelo Pe. Alexandre Pezzotti. Sua 1ª Pedra tinha sido benta e lançada por Dom Aristides Piróvano em 24.06.1963.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Memória do Rádio - Pioneiro - Amazonas Tapajós

(Foto: Reprodução/Acervo histórico/RDM)
Para ampliar clique na foto
O senhor da foto é o saudoso Amazonas Tapajós - nome artístico de Dorival Nunes de Lemos - cuja voz foi uma das mais ouvidas e famosas através do microfones da ZYE-2 - Rádio Difusora de Macapá.
Dorival Nunes de Lemos, conhecido como Amazonas Tapajós, nasceu em Belém do Pará no dia 28/03/1917. Filho do Português Ricardo Pessoa de Lemos e da belenense Dolores Nunes de Lemos. Era o terceiro de seis filhos. Antes de ir para o Território do Amapá, morou no bairro do telégrafo, onde era conhecido como "alemão do telégrafo". Migrou para o Amapá, na década de quarenta. A princípio, se estabeleceu na cidade de Oiapoque, onde trabalhou no extinto SPI - Serviço de Proteção ao Índio, hoje FUNAI - Fundação Nacional do Índio. Residiu por pouco tempo na cidade de Amapá. Em seguida foi para Macapá, onde iniciou a carreira de radialista na Rádio Difusora de Macapá. Foi um dos apresentadores do Clube do Guri. Teve uma breve passagem pela extinta Rádio Educadora São José de Macapá. Paralelamente à carreira de radialista, atuou no ramo da publicidade volante, ao lado do seu companheiro inseparável, Edvar Mota. Por fim, labutou como inspetor de alunos no antigo Colégio Comercial do Amapá-(CCA), atual Escola Comercial "Gabriel de Almeida Café".
Amazonas Tapajós, faleceu em Macapá, no dia 23/09/1989, aos 72 anos, e foi sepultado no cemitério de São José, no Buritizal. 

Fonte: Informações de Waciman Lemos, filho do biografado, via Facebook.
Post reeditado e repaginado em 18/04/2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Do Fundo do Baú: antiga Doca da Fortaleza

Foto encontrada no fundo do baú da família Braga & Silva, postada pela amiga Nara Chamblay, da Comunidade Bela Macapá, do Facebook.
Aspecto da entrada do antigo Igarapé da Fortaleza, ao lado da Fortaleza de Macapá, onde situava-se a Doca da Fortaleza. No momento desta foto histórica, o leito do canal estava totalmente seco, com as canoas todas em cima da lama.
Foto: Braga & Silva

terça-feira, 15 de abril de 2014

Do Fundo do Baú: Pioneiros do Amapá

Em 5 de dezembro do ano passado, postei essas fotos que foram compatilhadas pelo amigo Adriano Monteiro, em sua página no Facebook.
E hoje, no Facebook do historiador Nilson Montoril, encontrei parte de uma história, diretamente relacionada com essa família de pioneiros do Amapá.
Razão pela qual estou repaginando e reeditando aquele post.
Eis as explanações do Nilson: "Essa fotografia, tirada no pátio da casa nº 273, da Avenida Mendonça Furtado, lado esquerdo de quem vai do Largo do Inocentes no sentido do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, entre as Ruas Tiradentes e General Rondon, mostra quatro pessoas da minha família. Vemos, sentados, tia Jesuína e tio Teodorico. Em pé, Anita e Adriano. Esposa, marido, filha e neto. Só, que o Adriano não é filho da Francisca Anita e sim da outra Francisca, maior do que a retratada, que nós chamávamos de Chiquinha. Verdade, mas o casal é formado por primos. Tia Jesuína era filha do Major Fiscal de Mazagão, Antônio Torquato de Araújo. Teodorico era sobrinho do major e tinha uma irmã chamada Ana Cecília. Os dois nasceram em Cascavel, no Estado do Ceará e vieram morar com o tio depois que seus pais faleceram. Ana Cecília tinha uns 16 anos, aproximadamente. Teodorico era um pouco mais velho, cerca de 18 anos. Jesuína beirava os 15 anos. O major tinha ficado viúvo de sua primeira esposa e resolveu casar com Ana Cecília, sua sobrinha. Ciente de que Teodorico e Jesuína estavam namorando, o major decidiu promover o casamento dos dois. Assim, o Major Torquato ficou sendo tio e marido de sua sobrinha e tio, cunhado e sogro do sobrinho. Jesuína passou à condição de enteada da prima, esposa do primo e sobrinha do pai. Tio Teodorico ficou sendo sobrinho, cunhado e genro do tio. Minha saudosa tia Jesuína era um amor de pessoa, sempre alegre e fraterna. Ela era irmã por parte de pai do meu pai, Francisco Torquato de Araújo, que era primo e cunhado do tio Teodorico. Minha avó Ana Cecília era mãe e prima em segundo grau do meu pai. Você entendeu a enrolada? Ainda tem mais detalhes, mas por enquanto basta o que escrevi."(Nilson Montoril de Araújo)
Nesta segunda foto as tias Nair e Anita Monteiro.
Post repaginado e reeditado em 15 de abril de 2014.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Nos bons tempos da lambreta

Há cinquenta anos, aconteceu um fenômeno no Brasil que foi sonho de consumo de muitos jovens. Durante mais ou menos uma década, o pais viveu um verdadeiro contágio: Foi a febre da lambreta:
"Esse veículo,(...), surgiu na Itália do pós-guerra como alternativa barata de deslocamento. Chegou ao Brasil no final dos anos 1950 e “pegou”, como se dizia na época.
No início dos anos 1960, filmes agora cult como Candelabro Italiano e Quando Setembro Vier (este, com Rock Hudson e Gina Lollobrigida) ajudaram na divulgação da moda e do comportamento envolvendo esse meio de transporte.
Conseguir uma namorada exigia uma lambreta. Os jovens ricos tinham carro, claro, mas tinham que ter lambreta também. Os constantes rachas de lambretistas, e a fama de “juventude transviada”, despertavam a desconfiança da polícia, que dava uma dura indiscriminada." (Do blog Almanaque Gaúcho de Ricardo Chaves)
Em Macapá, a "epidemia" não foi diferente. Muitos jovens viveram momentos inesquecíveis, sobre duas rodas, em uma lambreta.
Os que me vêm à memória: Merinaldo, Fontoura, Antônio Cabral (quando fotógrafo, hoje advogado), Israel Sozinho, o Calhambeque (motorista de praça), Cafuringa, Macaxeira, Seu Barido (pai do Edgar Rodrigues), Rodolfo Juares, Paulo Guerra, Rui Lima, meu vizinho Carlos Cunha (irmão do Sebastião Cunha) também tinha uma, e muitos outros.
Nesta primeira foto, que foi compartilhada pela amiga Miranilde Souza, vemos o delegado e desportista José Maria Franco, em frente a duas lambretas estacionadas.
Nesta outra foto - sobre uma lambreta - estão os amigos José de Matos Costa (Zelito) e  Amujacy Borges de Alencar.  Zelito é empresário em Macapá e Amujacy - que era desportista, idealizador do bloco A BANDA e sócio do Bar Gato Azul - já é falecido.
A segunda foto foi compartilhada pelo amigo Floriano Lima.  

domingo, 13 de abril de 2014

Do Fundo do Baú: O Pioneiro Frederico José dos Santos Netto - O meninão (in memoriam)

O nosso homenageado de hoje é um Pioneiro da antiga Escola Industrial de Macapá. Um dos maiores mestres de fundição amapaense e apaixonado pela educação. Um dos artífices dos grandes desfiles cívicos da Semana da Pátria e de 13 de setembro. Os carros alegóricos que homenageavam os grandes feitos locais tinham seu traçado.
Ele é Frederico José dos Santos Netto - O meninão, apelido dado pelos amigos íntimos, pois era um gigante em estrutura, porém um menino no relacionamento.
Belenense nascido em 29 de fevereiro de 1936, que era um ano bissexto,  isto é, aquele que possui um dia a mais do que os convencionais 365 dias. No calendário gregoriano, o dia extra é incluído a cada 4 anos.  Isso era piada para ele que sempre repetia a idade dividida por quatro.
Filho de Osvaldo José dos Santos e Iracema Gomes dos Santos, foi residir em Macapá ainda criança. De acordo com seus filhos, Frederico, aos 12 anos de idade, foi encaminhado junto com outros jovens para a capital federal, na época, Rio de Janeiro, pelo então Deputado Federal pelo Amapá, Coaracy Nunes, para estudarem no Colégio Interno Getúlio Vargas.
Ao retornar aos 17 anos para Macapá, foi servir o antigo Tiro de Guerra no Pará. Neste intervalo conheceu na Feira Agropecuária do antigo Território Federal do Amapá a jovem Delacy Gibson, com quem firmou noivado e que anos depois se tornou sua esposa. Desse longo matrimonio nasceram sete filhos: Nazaré, Margareth, Freddy, Elizabeth, Herculano, Adriana e Melissa. Hoje todos casados, geraram diversos netos e bisnetos.

Magistério - No dia 06 de junho de 1953, Frederico Netto adentrou uma oficina-sala-de-aula na antiga Escola Industrial de Macapá, com a formação exclusiva em Artes Industriais no período de 1950 a 1964. Logo em seguida, o colégio foi transformado em Ginásio de Macapá para o Trabalho, que passou a ofertar, além das Artes Industriais, outros cursos técnicos: Técnicas Agrícolas, Técnicas Comerciais e Administração para o lar, no período de 1965 a 1972. Vale ressaltar que nesse período o ensino era voltado exclusivamente para a formação de uma clientela masculina. Hoje se denomina E.E. Antônio Cordeiro Pontes. 
Frederico tinha um amor imensurável pelo GM, sempre fazia questão que sua escola brilhasse nos desfiles. Muito antes do 13 de setembro, ele ia para prancheta desenhar os carros alegóricos, com engrenagens e, durante a montagem, supervisionava e acompanhava na AV FAB. Ele antecipou, o que é feito hoje nos grandes desfiles de carnaval. Ele foi o precursor, no Amapá, dos desfiles com efeitos especiais.
Sempre preocupado em manter-se atualizado, Frederico Netto, em 1958, viajou para o Paraná onde cursou a Escola Técnica de Fundição, em Curitiba, se especializando nessa arte milenar.
Bairrista
- O meninão era bairrista, defendia com unhas e dentes o Ginásio de Macapá (GM) onde formou muitas gerações, pois trabalhou 38 anos na escola. O aprendizado de fundição ele não executou somente em sala de aula. Morador do recém-criado Bairro Santa Rita, onde a molecada fervilhava nas ruas sem nada pra fazer - jogando peladas na piçarra e passarinhando - Frederico passou a levá-los para uma oficina construída em um barracão atrás da residência dele, onde ensina os princípios da fundição.
Flamenguista inveterado, fanático por futebol, passou a organizar as peladas de rua,  que aconteciam todos os dias na Avenida Euclides da Cunha, local de sua residência. "Quando ele chegava ao fim da tarde da escola, a molecada estava concentrada em frente de casa aguardando por ele. Os jogadores eram o Roberto Gato, Humberto(radialista), Jango e Carlinhos Moreira entre outros. Ele entrava em casa, jogava a bola para rua enquanto trocava de roupa, e a pelada terminava somente à noitinha", conta Dona Delacy.
O meninão fez muitos amigos, entre eles o Mestre Oscar Santos e Professor Tostes;  o mais querido, por ser amigo de infância, foi o Sacaca, na época Rei Momo do Carnaval Amapaense. "A chave do Rei Momo amapaense era ele que fazia na sua fundição no fundo do quintal", relembra Delacy Gibson.

Muitas dessas obras de arte ambulantes marcaram época. 

Uma criação de Meninão num desfile de 13 de setembro, na Av. FAB
Um deles foi da Fortaleza de São José de Macapá; A Bola da Copa do Mundo girando com um rapaz negro, personificando o Rei Pelé. Colocou um foguete  em frente ao palanque das autoridades em posição de voou e ao ser disparado soltou fumaça e pelo bico saia a bandeira da Escola.
Aposentadoria - A aposentadoria da escola, o levou a continuar na pequena fundição de fundo de quintal, onde fabricava placas de carro, motos e placas de inauguração de prédios oficiais, em alumínio.Meninão deixou esse plano há 15 anos, no dia 23 de fevereiro de 1999, às vésperas de seu natalício de 63 anos, vitima de um infarto. Frederico, três anos antes, havia sofrido um AVC que lhe deixou sem os movimentos dos membros inferiores e utilizava uma cadeira de roda. "A nossa família perdeu seu patriarca, um bom marido, um pai amoroso e um amigo excelente, que vivia brincado com todos, e esse foi o motivo do apelido MENINÃO"

Fonte: Jornal Tribuna Amapaense: Texto(*) e fotos, de Reinaldo Coelho, da Reportagem.
(*) adaptado e atualizado para o Porta-Retrato.

sábado, 12 de abril de 2014

Do fundo do Baú: Duas amigas na praia

Esta raridade histórica sem data, estava entre inúmeras fotos, que foram compartilhadas com o Porta-Retrato, pelo amigo Floriano Lima:
Vemos na imagem - Moça e Anita - na Praia da Fazendinha, no tempo de Território Federal.
Assim que eram conhecidas a Wanderlina Ribeiro e a Francisca Pereira da Silva, respectivamente. 
Ambas, pioneiras, aposentadas do quadro Federal do ex-Território do Amapá, e residindo em Belém do Pará.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Encontro de amigos do Bairro do Trem

Esta foto rara, foi compartilhada pelo amigo desportista Zequinha Monteiro.
Trata-se de um encontro entre amigos do bairro do Trem, em que aparecem a partir da esquerda: o guarda Gentil, Jeconias Araújo, Zequinha Monteiro, José Maria Oliveira e o José Maria Gomes Teixeira, o Manga.

O Zequinha não sabe precisar a data. Apenas, que os bancos que aparecem nas imagens, eram da Casa Deuzarina, antigo bar do Sr. Manoel Paixão.

domingo, 6 de abril de 2014

Memória do Esporte: Do Fundo do Baú: Municipal Esporte Clube

No início dos anos de 1940, as partidas de futebol, na antiga Macapá, eram disputadas de forma amadorística no campo da praça da Matriz, atual Praça Veiga Cabral. Dessa época vem o "Panair Sport Clube" -  clube dos funcionários da aviação Panair do Brasil -  fundado em Macapá, em 19 de fevereiro de 1944, por seu idealizador    Emanuel Tarcilo Duarte Moraes, primeiro encarregado do Aeroporto de Macapá, durante os três primeiros anos de existência do Território Federal do Amapá
O Panair é considerado o embrião do Esporte Clube Macapá, fundado no dia 18 de novembro de 1944. Em 1946, mudou de nome para o atual: Esporte Clube Macapá.
Os funcionários da antiga Fundação SESP (serviço de saúde) formaram o seu. Dele, surgiu o Amapá Clube, fundado em 23 de fevereiro de 1944.
Com o passar do tempo foram surgindo outros clubes, tais como: Trem, CEA Clube, Juventus, Santana e Independente, América, Oratório, Latitude Zero, Guarany, Ypiranga, São José, e outros mais que revelaram muitos craques.
Entre essas renomadas formações, existiu também, o Municipal Esporte Clube, "um time - de curta duração - criado entre funcionários da Prefeitura Municipal de Macapá, com a finalidade de jogar uma bola no final de semana; depois com o interesse de alguns - entre eles o sr. Zeca Machado, que era influente na PMM -  resolveram filiar o clube à Federação Amapaense de Futebol, para disputar o campeonato, e assim aconteceu," conta o ex-jogador Jose Campos Monteiro Jr, o Zequinha Monteiro, que foi goleiro do Municipal nos tempos de glória. 
Ele finaliza dizendo que "a sede do clube era no Estádio Glycério Marques, onde a gente até se concentrava antes dos jogos." 
Foto do final dos anos 60, no Estádio Glycério Marques.. A partir da esquerda: Mafra (técnico), Timbó, José Maria Franco, Lua, Zequinha(goleiro), Page, Moacir Fernandes, Marcos Antônio e o presidente Zeca Machado(*);
Agachados: Carrapeta, Percival, Lelé, Aroldo Santos e Penafort.

(*)José Mendes Machado (Zeca Machado), pertencia à família do ex-Intendente Manuel Theodoro Mendes e irmão da senhora Carmem Mendes e primo da professora Guita. Servidor municipal já falecido. Era conhecido como Machadinho.(Nilson Montoril)

Fonte: Foto e informações de Zequinha Monteiro.

sábado, 5 de abril de 2014

Memória da Educação do Amapá: Profª Risalva Freitas do Amaral

Se viva fosse, a professora Risalva Freitas do Amaral, completaria 94 anos, neste 05 de abril de 2014.
(Reprodução)
Professora Risalva Freitas do Amaral uma das pioneiras do magistério em Macapá.
Dedicação e amor pela Educação.

Risalva Freitas do Amaral (1920 – 2010) Educadora, nasceu em 5 de abril de 1920, na cidade de São Benedito (Ceará), e filha de Floro Rodrigues de Freitas e Odilha Aragão de Freitas. 
Iniciou seus estudos no Colégio das Irmãs Doroteia; em 1934 foi transferida para a Escola Normal Justiniano de Serpa, depois Instituto de Educação do Ceará, formando-se em Normalista em 14 de dezembro de 1940, dedicando ao magistério toda sua vida. 
Em 28 de fevereiro de 1953 chega a Macapá, acompanhando o marido, tenente Armando Amaral - Foto - destacado pela Aeronáutica para coordenar a construção do campo de pouso do município de Amapá - onde iniciou sua vida no magistério. Em seguida, transfere-se para o Oiapoque, depois para Macapá, onde atuou na Educação durante 30 anos, sendo 28 em salas de aula e dois coordenando assuntos culturais.
Em Macapá, as escolas onde lecionou foram: Alexandre Vaz Tavares, Escola Doméstica (hoje Irmã Santina Riolli, antes Ginásio Feminino de Macapá); Colégio Comercial do Amapá (hoje Escola Gabriel Café), Colégio Amapaense (por quase 10 anos), e Coaracy Nunes, aposentando-se em 1982, após trabalhar, por dois anos, com a professora Maria Inerine Pereira, no antigo Departamento de Ação Complementar da Secretaria de Estado da Educação.
Em 24 de abril de 2008, lançou sua obra “Retalhos de uma Vida”, de poesia e prosa.
Professora Risalva Freitas do Amaral, faleceu em Macapá, em 13 de janeiro de 2010, aos 90 anos.

Fonte: Historiador Edgar Rodrigues
Reeditado e repaginado em 05/04/2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Morre em Macapá, aos 88 anos, o Pioneiro WALTER BATISTA NERY

Faleceu, na primeira hora desta quarta-feira, 2 de abril de 2014, em sua residência, em Macapá, o Pioneiro Walter Batista Nery. Ele faria 89 anos no próximo dia 26 de junho de 2014.
Natural de Afuá, nascido a 26 de junho de 1925, era filho de Theopompo de Almeida Nery e Dalila Batista Nery. Iniciou os estudos em Afuá seguindo posteriormente para Belém. Concluiu o curso primário no Grupo Escolar Barão do Rio Branco e no Colégio Pará Amazonas. Fez o exame de admissão e matriculou-se no Colégio Salesiano Nossa Senhora do Carmo, onde terminou o ginásio. Preparava-se para iniciar o curso de humanista no Colégio Paes de Carvalho, mas precisou retornar a Afuá atendendo chamado do genitor. Sua atuação nos torneios escolares, como ponta esquerda, chamou a atenção de olheiros do Paysandu Esporte Clube, que conseguiram junto aos pais de Waltinho a prolongação de sua permanência na capital paraense a fim de atuar pelo Papão da Curuzu, na categoria Júnior. Manteve vínculo com a agremiação alvi-celeste no decorrer de 1943 e 1944. Com a criação do Território Federal do Amapá, a 13 de setembro de 1943, o panorama nas terras que antes pertenciam ao Estado do Pará iria mudar radicalmente, inclusive quanto ao desenvolvimento dos esportes. Os dirigentes de nossos clubes, no final de 1944, passaram a fazer contatos com bons futebolistas que integravam os elencos do Paysandu, Remo,Tuna e outras agremiações da capital e do interior do Pará, convidando-os a ir jogar em Macapá, onde também passariam a ser servidores públicos federais. Walter Nery foi um desses atletas. No dia 29 de janeiro de 1945, Waltinho desembarcou no Trapiche Municipal Elyeser Levy e se apresentou aos próceres do Panair Esporte Clube, time que congregava funcionários da citada empresa de aviação e valorosos jogadores de Macapá e regiões próximas. Filiou-se ao Panair(Paner) e a partir do dia 2 de abril de 1945 ingressou no Quadro de Servidores Federais do Amapá. Enamorou-se de Janiva Meneses, com a qual contraiu matrimônio dia 27 de junho de 1946. Dessa união nasceram: Cléia, Célio, Carmem, Carlos e Conceição. A vinculação funcional de Walter Nery foi com o Serviço de Administração Geral, que na atualidade corresponde à Secretaria de Administração, exercendo sua função no Almoxarifado Geral, inicialmente instalado na Fortaleza de Macapá, depois na Passagem Carlos Novais, conhecida também como Beco do Serrano e, finalmente na Rua Coronel Leopoldo Machado. Dia 10 de março de 1982, aposentou-se depois de trabalhar por 37 anos. A 18 de julho de 1945, quando o Panair Esporte Clube alterou seu nome para Esporte Clube Macapá, Walter Nery manteve sua vinculação com o então azulino da Rua São José. Algum tempo depois transferiu-se para o Amapá Clube, mas ainda defendeu o Trem Esporte Clube Beneficente, o"Trem Lapidador" do futebol amapaense. Dia 28 de janeiro de 1950, foi o ponta esquerda da Seleção Amapaense de Futebol que enfrentou o Flamengo de Futebol e Regatas, no Estádio Municipal de Macapá. Jogou os primeiros 45 minutos cedendo a posição ao Boró, autor do segundo gol amapaense. O Flamengo venceu o jogo por 9X2. O 1º gol da Seleção do Amapá e também o 1º da partida foi consignado por José Maria Chaves, que ainda mora em Macapá. Participou de outros importantes embates contra clubes brasileiros que excursionaram pelo Norte e foram a Macapá, entre eles o Náutico Capibaribe. Waltinho tinha quatro grandes paixões: Janiva, sua esposa; seus familiares; Vasco da Gama e Paysandu. O casal Walter/Janiva Nery fixou residência na Avenida General Gurjão por volta de 1952. (Nilson Montoril)

O velório de Walter Batista Nery, acontece na residência da família e o sepultamento acont4ceu na quinta-feira, dia 3 de abril. 
Nossos pêsames à família enlutada!

Fonte: Nilson Montoril via Facebook

terça-feira, 1 de abril de 2014

ESPECIAL: OS QUATRO ANOS DO BLOG "PORTA-RETRATO - MACAPÁ / AMAPÁ DE OUTRORA"

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ompletam-se, nesta terça-feira - 1º de abril de 2014 - QUATRO ANOS  de existência do Blog "PORTA-RETRATO - MACAPÁ/AMAPÁ DE OUTRORA" .
Clique na imagem para ampliá-la
Como registrei naquele primeiro post - numa quinta-feira, 1º de abril de 2010 - estava sendo concretizado um Projeto antigo, pois há algum tempo vinha arquitetando lançar um blog com fotos históricas e raras de Macapá.
Parece que foi ontem! Mas vencemos, crescemos juntos.
Mais de 400 mil visitantes deixaram registradas suas passagens.
Graças, primeiramente, a Deus, que nos deu vida, saúde e perseverança até aqui!
Um agradecimento especial à minha esposa Marina, companheira de todos os momentos, sempre disposta a somar esforços para levarmos avante essa partilha de informações, garimpadas nas mais diversas fontes, junto às famílias e descendentes, de Pioneiros do Amapá, que entenderam a grandeza de nosso trabalho e disponibilizaram seus acervos e arquivos de fotos e documentos, das pessoas que lhes são caras.
Graças a imprescindível ajuda de todos vocês, nossos amigos colaboradores, que nos enviaram e/ou compartilharam fotos, apresentaram críticas, sugestões, com comentários e opiniões que complementaram muitas legendas de fotos que foram postadas aqui.
A ajuda que tenho recebido – pelas quais agradeço de coração – tem sido de grande valia para concretização da proposta de nosso trabalho.
O nosso Porta-Retrato, está aí, firme e forte!
Espero, com as bênçãos de Deus, poder ainda comemorar esta data por muitos e muitos anos.

Obrigado mesmo!

João Lázaro-Editor

segunda-feira, 31 de março de 2014

Momento Esportivo: Bons tempos do futebol amapaense!

Esta é do baú do Fernando Canto.
Entrega de faixas ao campeão amapaense de futebol, em 1980. Esporte Clube Macapá, no Estádio Glycério Marques, em Macapá. 
A partir da esquerda: Sena, Guara Lacerda (bem "amamãezado" com a Dona Hosana), Baracão, Zequinha e Mariozinho Congó. 

Tempos bons do futebol 
amapaense!

Fonte: Facebook (Fernando Canto)

quinta-feira, 20 de março de 2014

Tenente José Alves Pessoa - "O Anjo Cor-de-Rosa"

Há 111 anos - em 20 de março de 1903 - nascia em Natal, Rio Grande do Norte, José Alves Pessoa, um cidadão que se identificou profundamente com as aspirações do povo brasileiro, notadamente o amapaense. Iniciou sua vida militar em 1923, ingressando na Escola de Sargentos de Infantaria do Exército Brasileiro. Em Recife, tomou parte na Revolução de 1930, sendo, nesta ocasião, elevado ao posto de segundo-tenente. Também participou da Revolução Constitucionalista de São Paulo, em 1932, integrando tropas legais. Neste mesmo ano, com um grupo de amigos escoteiros, empreendeu uma caminhada até São Paulo em comemoração ao 1º Centenário da Independência do Brasil. Tenente Pessoa serviu em diversos pontos da Amazônia e, em 1942, foi designado para servir no 3º Batalhão de Fronteiras sediado em Clevelândia do Norte, no rio Oiapoque. Lá se encontrava quando, a 13/9/1943, foi criado o Território Federal do Amapá.Reformado em 1944, com a patente de Primeiro-tenente. Em 1947, foi para Macapá atendendo convite do governador Janary Gentil Nunes, sob as ordens do qual serviu em Clevelândia.
Iniciou suas atividades dirigindo o Tiro de Guerra nº 130. No decorrer dos anos exerceu várias atividades de alta importância. 
Foi dedicado aos esportes... (foto acima
...à Maçonaria, inclusive como um dos fundadores das Lojas Duque de Caxias e Acácia do Norte e a outras iniciativas. Em 1964, por não concordar com os abusos praticados por seus colegas de farda foi punido e dado como morto para o Exército. Em 1979, estando em vigor a Lei de Anistia, a esposa do Tenente Pessoa, Sra. Valentina Costa Pessoa passou a receber a pensão a qual tinha direito. 
Em 1972, para comemorar a passagem dos 150 anos da Independência do Brasil, ele caminhou do Oiapoque ao Chuí(foto acima), numa prova incontestável do amor que sempre nutriu por seu país. Nem isso fez as Forças Armadas anularem o estigma lançado sobre o "velho engrena", cujo slogan era:"Guerra é Guerra". 
Com o despontar do bloco de sujos "A Banda", Tenente Pessoa, um dos seus organizadores, decidiu desfilar o tempo todo vestido de "anjo cor-de-rosa" (foto acima), com asas e tudo que um anjo de candura tem. De seu casamento com Dona Vali nasceram os filhos José Ribamar Pessoa, Luiz Carlos, Luíza Maria e Tânia Mercedes. (Nilson Montoril)
José Alves Pessoa faleceu no dia 22 de outubro de 1979.

Fonte: Texto, e fotos das reuniões Nilson Montoril, via Facebook, adaptado e atualizado para o Porta-Retrato.

Demais fotos do arquivo do Porta-Retrato, gentilmente cedidas pela familia Pessoa.


domingo, 16 de março de 2014

Pioneira do Magistério amapaense: Profª Annie Viana da Costa

(Foto: Reprodução de arquivo)
A Pioneira Annie Viana da Costa nasceu na cidade de Manaus, Amazonas, no dia 18 de dezembro de 1928, filha de advogado e jornalista Oswaldo de Mendonça Viana e ela professora Filomena Felgueiras Viana.
Estudou o primário no Colégio Progresso Paraense no período de 1937 a 1941, o ginasial no Colégio Paes de Carvalho, 1942/45, o colegial Pedagógico no Instituto de Educação, 1946/48, diplomando-se professora, e o superior na área de licenciatura em História, pela Universidade Federal do Para no período de 1968/71.
Chegou em Macapá, no dia 7 de janeiro de 1949, e ingressou no Quadro de Funcionários do Governo do Amapá, no dia 2 de fevereiro do mesmo ano, lotada na Divisão de Educação, na função de professora, com exercício no Grupo Escolar Barão do Rio Branco; entre outros cargos exerceu o de Diretora da Escola Normal de Macapá em 1962; Diretora do Instituto de Educação do Território do Amapá - IETA em 1972; nomeada 1ª Presidente e fundadora do Conselho de Educação do Território do Amapá em 28/2/1973; representou o Governo do Amapá em vários encontros fora do ex-Território.
Annie Viana foi a   Delegada do MEC no Amapá; Diretora da Divisão de Educação e Secretaria de Educação do Amapá; fundadora da Associação dos Professores do Amapá.
O registro de sua vida social está ligado ao civismo quando participava ativamente dos festejos do Dia da Pátria e dos desfiles de 13 de setembro comemorativos ao aniversario do Território.
Na política, participou do Diretório do PSD em apoio ao Deputado Coaracy Nunes,  representante do Amapá nos anos de 1950.

Em 1957 ingressou no PTB, fazendo oposição ao govemador Pauxy Nunes e, em 1981, assinou a ficha do PDS.
Casou-se com Taumaturgo Nunes da Costa em 18 de agosto de 1953, em Belém-PA; ficando viúva em 11 de abril de 1954, 8 meses depois do enlace matrimonial. Dessa união nasceu seu filho Taumaturgo no dia 29 de maio de 1954.
Profª Annie para ocupar todo o seu tempo tutelou as jovens Carlota Lúcia e Aldacy Moema que educou como filhas.
Aposentou-se em 4 de janeiro de 1984 e, desde então, passou a residir em Belém-PA.
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Inserção - Atualização - Professora Annie Viana faleceu em Belém do Pará, domingo, 16 de março de 2014, aos 85 anos de idade. Vinha enfrentando uma pertinaz doença. (Fonte: Nilson Montoril)

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Essa magnífica Mestra merece estar na galeria de Personagens Ilustres do Amapá por tudo que fez pela educação da juventude amapaense.
(Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá Vol. II, de Coaracy Barbosa - edição 1998).
(Post Repaginado e atualizado em 16/03/2014)

terça-feira, 11 de março de 2014

Pioneira do Magistério Amapaense: Professora Josefa Jucileide Amoras Colares

Josefa Jucileide Amoras Colares, professora pré-primária e primária, amapaense. 
Nasceu no povoado de Miguel do Flexal, município de Amapá, em 05 de junho de 1931. Filha de Manoel Hermenegildo Amoras e dona Cecília da Silva Amoras. Casou-se em 1957 com José Jocelim Guimarães Colares com quem deixou 11 filhos: Jaguarecê, Antônio Ernesto, Eder, Jairo, Dejaci, Jones, Soraia, Sandra, Sueli, Jane e Suzana.
Iniciou seus estudos primários na mesma comunidade onde nasceu. Em 1950, transferiu-se para Macapá, ingressando na Escola Normal onde concluiu o curso em 1953. Durante os quatro anos de estudos, trabalhou, como professora auxiliar em vários grupos escolares da capital amapaense. Ao concluir o curso Normal, em 1954, foi transferida para a escola isolada de São Miguel do Flexal, ali dedicou-se de corpo e alma aos seus alunos, ensinando-lhes não só as letras como o desenvolvimento do corpo através da Educação Física. Lá permaneceu até 1964. Em 13 de fevereiro de 1965, foi nomeada Diretora do Grupo Escolar “General Azevedo Costa” em Macapá, para onde fora transferida. Em março de 1966, foi nomeada Diretora do Grupo Escolar “Joaquim Caetano da Silva”, no município de Oiapoque para onde o marido foi nomeado Prefeito Municipal. Na Fronteira com a Guiana Francesa, desenvolveu excelente trabalho junto com os demais colegas à comunidade oiapoquense. Em 1969, retorna para Macapá e passa a exercer o magistério como professora primária no Grupo Escolar “Azevedo Costa”. Dedicou-se com muito amor às crianças, desde o jardim de infância até os alunos de 5ª série, sempre com muito carinho e responsabilidade. Adorava cantar com seus alunos e era portadora de uma voz bonita que aos poucos foi ficando enriquecida com o passar dos anos e das lutas pela educação das crianças amapaenses. Sua maior preocupação era não permitir que os problemas de sua enorme família se refletissem de modo negativo no seu trabalho e procurava conciliar as duas paixões de seu viver.
Em 1957, foi promovida como professora de Classe C. Em 1963 foi elogiada através de oficio, pelo trabalho no interior amapaense, pelo prefeito de Amapá Sr. Herly Diniz de Oliveira. Em 1966, foi elogiada através de portaria pelo diretor da divisão de educação, Padre Jairo Cantinho de Moura. Como todo professor responsável de sua missão, procurava estar atualizada com a metodologia do Ensino e para isso participou dos seguintes cursos: Curso de Extensão Metodológica, 1970; Curso de Atualização para professores Normalistas em 1966 e 1967; Curso de Educação de Filhos pelo movimento Familiar Cristão em 1973 e participou de Seminário de Montagem do ano escolar de 1977; reiniciou seus estudos no Instituto de Educação no Curso Pedagógico que foi interrompido pela grave doença que a vitimou, vindo a falecer na capital paraense no dia 20 de maio de 1978. Seu corpo foi transladado de Belém para Macapá; seus restos mortais estão sepultados no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade. A morte prematura de Josefa Jucileide sentida por todos os seus parentes, amigos e colegas que com ela conviveram e por quantos a conheceram, além, de saudade, deixou uma lacuna no magistério amapaense pelo calor humano que transmitia aos que dela se acercavam.
O nome da ilustre mestra, está perpetuado em uma escola, agora remodelada, localizada no bairro Nova Esperança, numa justa 
homenagem da administração amapaense.
Fonte: Família Amoras, via Facebook

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