sábado, 6 de novembro de 2010

A Praça da Matriz há 1 Século

(Reprodução)
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Ano 1910 - Praça da Matriz de São José de Macapá.
Observe que, nessa época - início do século 20 - o templo só tinha uma porta e a praça era iluminada por um lampião.
O lampião ficava quase no meio da praça São Sebastião, onde hoje está erguido o Teatro das Bacabeiras, no lado sul da Praça Veiga Cabral.
Nota-se que ainda não existia a avenida Mário Cruz dividindo a praça.

sábado, 30 de outubro de 2010

Pioneiros do Amapá

(Reprodução)
Ano: 1978 - Visita do Coronel Janary Gentil Nunes a Macapá.
Na foto com ele, Inspetor Barata, Dr. Pedro Peticov, Jornalista e escritor Coaraci Sobreira Barbosa (calça de listras), e outros que não reconheci.
Coronel Janary, de branço.
Se alguém souber, pode ajudar a completar a legenda, por favor.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Avião da Cruzeiro do Sul

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(Foto: acervo do amigo Leão Zagury)
Ano 1958 – Uma das aeronaves modelo DC3 – dos Serviços Aéreos “Cruzeiro do Sul” estacionada na pista do antigo aeroporto de Macapá, no centro de Macapá, onde hoje é a Av. FAB.
Na frente do avião, três pioneiros de Macapá: o primeiro à esquerda, (com as mãos para trás) é Izídio Banha (irmão do Laurindo Banha); o mais alto (ao centro) é o amigo Leão Zagury e à direita uma terceira pessoa cujo nome não foi lembrado.
Leão Zagury, complementa que “Izídio foi adotado pela minha avó (Dona Sarah Zagury) desde muito pequeno, e recebeu todo carinho pois era entendido como um tio ou irmão de todos nós.”

sábado, 23 de outubro de 2010

Um rótulo do Flip Laranjada

(Reprodução/Acervo Sr. Leão Zagury)
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(Foto do acervo do Sr. Leão Zagury gentilmente cedida para o blog Porta-Retrato)

Pra quem não conheceu ou não se lembra dos produtos FLIP (Guaraná e Laranjada), aí está uma foto rara: um rótulo original do FLIP LARANJADA, fabricado pela firma IRZA REFRIGERANTES LTDA, dos Irmãos Zagury, nos anos 60.
Primeiramente os rótulos eram confecionados em papel colorido e colados nas garrafas e,  alguns anos depois,  foram impressos diretamente nos vasilhames. (Foto abaixo)
(Reprodução de arquivo)
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O velho caminhão do FLIP GUARANÁ


(Reprodução)
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(Foto do acervo do Sr. Leão Zagury gentilmente cedida para o blog Porta-Retrato)
Anos 50 – Caminhão da firma Irza Refrigerantes Ltda que fazia a entrega dos produtos FLIP na cidade de Macapá: Flip Guaraná e Flip Laranjada.
O slogan era: "FLIP, é guaraná no duro".
E, na propaganda da Difusora anunciava:
"Seu copo quebrou? Flip da outro!"

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"Seu" Casemiro

(Reprodução/Acervo Sr. Leão Zagury)
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(Foto: contribuição do amigo Leão Zagury)

"Não existe Macapá separada do Tio Casemiro.
Eu o tenho no coração.
Bom, brincalhão, humilde, humano, generoso, amigo, tudo de bom.
Meu pai Isaac Zagury (nome de praça em Macapá)considerava Tio Casemiro seu irmão de fé.
Confiaram um no outro até a morte.
Eu e meus irmãos amavamos o Tio Casemiro que espalhou carinho por toda Macapá do meu tempo.
Sempre carregando crianças e em muitas vezes lhes servindo de padrinho.
O meu amor por ele era tanto que quando criança cheguei a passar pó de carvão na pele para ficar preto como ele.
Esse amor persiste até hoje.
No meu coração tio Casemiro ainda vive.
Leão Zagury 67 anos, macapaense de coração"

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Isaac: Um Irmão Zagury

(Reprodução)
ANOS 60 - Sr. Isaac Zagury, com sua esposa Dona Clemência e filhos: Leão Zagury (ao lado da mãe); Abraham (ao lado do pai); Sarah (de pé) e Alice (no colo). 
Isaac Zagury foi um próspero comerciante do início do ex-Território Federal do Amapá ao lado do irmão Moisés Zagury(por muitos anos Gerente da agência local dos Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul).
Isaac foi um dos sócios da firma Sara Roffé Zagury & Cia., proprietária da Casa Leão do Norte.
Juntos eles mantiveram também, por muitos anos, a firma Irza Refrigerantes Ltda., (Irza = Irmãos Zagury) que fabricava o inconfundível Flip Guaraná.
Última atualização em 20/10/2010 às 06:49

domingo, 17 de outubro de 2010

Barcos no Trapiche Eliezer Levy

(Reprodução)
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(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Anos 60 - Barcos do SERTA Navegação atracados ao Trapiche Eliezer Levy em operação de carga e descarga.
Junto ao trapiche vemos o Rebocador "Araguari"; no meio a (balsa) Alvarenga Uaça e à esquerda (ao que parece) a Lancha Amapá.
Ao fundo, na rua em frente à cidade, pode-se ver à direita, o Macapá Hotel.
Link relacionado: A Lancha "Amapá"

sábado, 16 de outubro de 2010

Entrada do Igarapé da Fortaleza

(Reprodução)
Anos 60 - Entrada do Igarapé da Fortaleza, com maré baixa, ao lado da Fortaleza de São José de Macapá. 
Esta área hoje encontra-se totalmente aterrada e saneada.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Movimento de embarcações na entrada do Igarape Fortaleza

(Reprodução)


Anos 60 - Esta foto mostra a movimentação das embarcações na entrada do Igarapé Fortaleza, local hoje aterrado e ocupado pela agência do Banco do Brasil e área de entorno do Forte.

domingo, 10 de outubro de 2010

Postagens mais antigas

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sábado, 9 de outubro de 2010

O Bar Lennon: um dos "points" da noite macapaense

Data 9 de outubro de 2010.
Há exatos 70 anos, nascia em Liverpool,  John Winston Lennon o lider dos Beatles.
John Lennon, um dos mais criativos músicos do pop rock, nasceu a 09 de outubro de 1940.
Se estivesse vivo faria 70 anos neste sábado.
O mundo todo reverencia sua memória, nesta data.
(Reprodução)
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(Foto extraída do blog Repiquete... da jornalista Alcilene Cavalcante)
Macapá também homenageou o "ex-Beatle da Paz", no auge do sucesso, denominando um dos bares da cidade com seu nome, hoje extinto.
O Lennon era um bar que funcionou por muitos anos na esquina da rua General Rondon com a , Av. Iracema Carvão Nunes, em frente à Praça da Bandeira, no centro de Macapá.
Do lado oposto ficava o Bar Xodó, hoje também extinto.
A foto do acervo de Fernando Canto, mostra os músicos Wanildo Leal ao violão, Amadeu Cavalcante no vocal, Gogô na bateria e Espíndola no Sax, numa das noites com música ao vivo.
O Bar Lennon foi, por muitos anos, o point da cidade.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Fortaleza de São José de Macapá

(Reprodução)
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Ano 1960 - Aspecto da Entrada Principal da Fortaleza de São José de Macapá, ainda com a rampa de terra.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Uma relíquia que Macapá já teve: uma construção do século 18

(Reprodução)
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Este prédio de construção do século 18 – hoje demolido – era erguido na esquina da Rua São José com a Av. General Gurjão (aquela do Bairro Alto), na antiga praça da matriz, hoje no terreno ao lado da Biblioteca Pública, atrás do Teatro das Bacabeiras.
Era uma construção das mais antigas da cidade.
Por muitos anos, ele serviu de residência para a família da saudosa professora Raimunda Mendes Coutinho (Profª Guíta).
Após sua demolição foi contruído no local um novo prédio,  onde funcionou uma loja da Teleamapá (atual Telemar).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Apresentação das novas máquinas da Gráfica São José

(Reprodução/Acervo Diocese de Macapá)
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Autoridades e convidados apreciam as novas máquinas da Gráfica São José.
Entre outros Dom Aristides Piróvano, 1º Bispo Prelado de Macapá (de costas) em conversa com Dr. Mário de Medeiros Barbosa.
Ao fundo da foto, atrás da máquina, conversando com duas mulheres, Sr. Alamiro Rodrigues de Souza que por muitos anos foi Diretor da Gráfica São José, e atrás dele está me parecendo o Profº Mário Quirino da Silva.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Pioneiros do Amapá

(Reprodução)
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Ano 1954 - Sr.  Francisco Torquato de Araújo, desportista Aristeu Accioly Ramos e Sr. Mário Santos, pioneiros do Amapá.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Rua Cândido Mendes

(Reprodução)
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Ano 1960 - Aspecto da Rua Cândido Mendes após receber a primeira camada asfáltica.

domingo, 3 de outubro de 2010

Postagens mais antigas

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sábado, 2 de outubro de 2010

Gráficos de Macapá: Pioneiros

(Foto: Reprodução/Acervo da Diocese de Macapá)
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Padre Jorge Basile e equipe da Gráfica São José.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pioneiros na comunicação: Pe. Jorge Basile e José Montello

(Reprodução)

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Pe. Jorge Basile e o fotógrafo José Montello na entrada do Jornal Marco Zero, em Macapá.
Ambos foram Pioneiros nas Comunicações
Pe. Jorge chegou bem antes e o Montello veio depois.
Pe. Jorge veio  na segunda leva de missionários do PIME (Pontifício Instituto das Missões Exteriores), ocorrida em 19 de junho de 1948.
Além do trabalho missionário, Pe. Jorge Basile foi também o primeiro editor do Jornal "A Voz Católica" e um dos fundadores da Rádio Educadora São José de Macapá.

Sobre o repórter fotográfico José Montello não tenho muitas informações.
O que sei é que ele era natural do Ceará e trabalhou por longos anos em diversos jornais de Macapá, entre eles o Jornal Marco Zero.

Conheci José Montello quando trabalhei na Rádio Difusora de Macapá.
Por ser amigo pessoal do apresentador sertanejo Hermínio Gurgel, Montello passou a colaborar no programa matinal do "Pai Veio e Pai D'Ègua".

Quem tiver mais informações sobre José Montello pode usar o espaço dos comentários, por gentileza.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um missionário pioneiro: Padre Antonio Cocco

Padre Antonio Cocco foi um dos pioneiros missionários do Pime que trabalharam em Macapá.
(Reprodução)
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Ele chegou ao Amapá em 1948.
Desde então começou o seu brilhante trabalho e fez inúmeras realizações.
Entre elas a construção da torre da igreja Nossa Senhora da Conceição e a construção da igreja de Santo Antônio no centro da cidade, entre outras coisas.
Se você souber mais sobre o trabalho do Pe. Antônio Cocco, deixe seu depoimento nos comentários.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pioneiros de Macapá: Mestre Sacaca

(Reprodução)
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Raimundo dos Santos Souza - um pioneiro macapaense - nasceu em 21 de agosto de 1926 lá mesmo em Macapá,
Nessa época a cidade ainda fazia parte do Estado do Pará.
Desde sua infância ele teve os primeiros contatos com pesquisadores estrangeiros que passavam temporadas em Macapá.
Sempre fazendo o trabalho auxiliar.
Também andava no mato para tirar madeira com seu pai e foi nesse período que teve os primeiros contatos com as plantas.
Menino inteligente e curioso, por isso recebeu o apelido de "Sacaca", que quer dizer "um grande conhecedor da floresta".
Com o tempo seu conhecimento sobre as plantas foi aumentando.
Dotado de uma memória invejável foi construindo sua fama de forma empírica.
Nunca frequentou uma academia ou curso superior de biologia, mas deixou três obras que falam, de A a Z a respeito das plantas que curam.
Negro, morador do Bairro do Laguinho, um dos mais tradicionais de Macapá pelas suas raízes afro.
Logo ficou famoso em toda a cidade pelos bons resultados alcançados através de suas ervas e garrafadas (mistura de várias plantas).
A população o procurava para a cura de diversas doenças.
Além de sua paixão pelas plantas ele também era um folião nato, e por muitos anos foi o Rei Momo - primeiro e único do Carnaval Amapaense.
Sacaca faleceu em 1999.
Todos os moradores o conheciam ou já ouviram falar nele.
Seu nome se encontra registrado no "Museu Sacaca".
Fonte: Overmundo

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Comunicações em Macapá: TV Amapá – Canal 6

( Reprodução )
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Data 25 de janeiro de 1975 - Solenidade de inauguração da TV Amapá , canal 6, realizada à avenida Ataíde Teive , 1282 , nao Bairro do Trem .
Dona Romilda Correia (mãe da Dr. Edson Corrêa) e o Governador Arthur de Azevedo Henning discerram a fita de inauguração da TV Amapá - Canal 6,  sob os aplausos de autoridades presentes, convidados e, entre eles o Dr. Phelippe Daou, Diretor da Rede Amazônica (de branco atrás da Dona Romilda).
( Reprodução )
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Tomada geral da solenidade de inauguração da TV Amapá Canal 6 - vendo-se entre outros o locutor Benedito Andrade - o Primeiro apresentador do Jornal do Amapá.
(o 5 º a partir da direita ao lado do Gov. Henning).
À direita de Bené Andrade, o locutor Humberto Moreira.
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Resumo histórico: A TV Amapá foi a primeira emissora de televisão do então Território Federal do Amapá, hoje Estado do Amapá .
O locutor Benedito Andrade, foi o primeiro apresentador do Jornal do Amapá.
Outro profissional do Rádio que deixou sua marca foi Sebastião Oliveira - o segundo apresentador, tendo ingressado na emissora um ano depois de sua inauguração. Este, por sua vez, foi locutor noticiarista e locutor comercial.
Entre os pioneiros por lá passaram estavam os Jornalistas Walter Jr., Antônio Corrêa Neto, e Hélio Pennafort (já falecido ) - este, responsável pelos primeiros documentários da TV Amapá.
Destacamos ainda outro pioneiro Damião Jucá de Lima , que deu importante contribuição ao desenvolvimento da emissora, pois, na época, foi cinegrafista, operador, motorista, técnico e iluminador, responsável pela manutenção dos equipamentos.
Outro que deu uma grande contribuição nesse processo foi Júlio Duarte, que começou na emissora como Auxiliar de Serviços Gerais e, mais tarde, cinegrafista , tendo chegado a Diretor do Programa Documentos da Amazônia, veiculado pelo Amazon sat em Âmbito Nacional.
Também passaram pela emissora, - Humberto Moreira, Guilherme Jarbas, J. Ney, Luiz Melo e muitos outros.
Em 1981, a emissora mudou para o prédio atual na Rua Diógenes Silva nº 2221 no Bairro do Buritizal .
A TV Amapá Canal 6 é uma emissora pertencente à Rede Amazônica de Rádio e Televisão e afiliada à Rede Globo.
Saiba mais

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Folclore e tradições: Marabaixo do Curiau

(Reprodução) 
Foto 1
Casal de dançadores do Marabaixo do Curiau.
(Reprodução)
Foto 2
Tocadores de caixa do Marabaixo do Curiau.
(Reprodução)
Foto 3
Mulheres dançam Marabaixo no Curiau.
(Reprodução)
Foto 4
Mulheres também tocam caixas no Marabaixo do Curiau.
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)

domingo, 26 de setembro de 2010

Postagens mais antigas

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sábado, 25 de setembro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Folclore e tradições de Macapá: Marabaixo (1)

(Reprodução)

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Ano 1948 - Marabaixo em Macapá.
Mestres Ladislau e Julião Ramos (tocando caixa) dançam marabaixo na Macapá de outrora.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Folclore e tradições de Macapá: Marabaixo

(Reprodução)

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Ano 1948 - Marabaixo em Macapá.
Antigos moradores da cidade de Macapá dançando marabaixo em frente a igreja matriz de São José no Centro da cidade.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A Era do Território

(Reprodução)

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Dr. Cleiton Figueiredo de Azevedo - foi Prefeito Municipal de Macapá no período de 1º de agosto de 1974 até 31 de outubro de 1978.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Nos tempos do Território

(Reprodução)

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Anos - 60 - Governador Ivanhoé Martins e assessores em uma reunão festiva.


Da esq. para direita: Engº Walter Pereira do Carmo, Baião Caçula (com microfone), jornalista Hélio Pennafort, jornalista Wilson Pontes de Sena (de óculos escuros). Governador Ivanhoé Gonçalves Martins, Comandante Luiz Gonzaga Vale (ex-Chefe de Polícia - de braços cruzados); Francisco Sales de Lima (Chicão - de óculos Ray Ban); mais à direita de camisa branca e braços cruzados Engº Joaquim Vilhena Neto que foi chefe da Secretaria de Obras, atrás dele o controlista de som Luciano Amaral da Rádio Difusora de Macapá e o último à direita com metade do corpo Sr. Jacy Barata Jucá.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Incentivo ao esporte

(Reprodução)

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Anos 60 - Professores de modalidades esportivas e autoridades do ex-Território Federal do Amapá exibindo flâmulas e trofeus esportivos.
Da esq. P/dir: Profº Lucimar (malaio), ?, ?, Profª Leonor, Palito, ?, ?, Profº José Figueiredo de Souza (Savino), Ten. Uadih Charone, ?, Governador Terêncio Furtado de Mendonça Porto, Dr. Sabóia, ?, ?, Chefe Benedito dos Santos, jornalista Arthur Nery Marinho, ?, ?.
Terêncio Porto foi Governador do Amapá de 26 de novembro de 1962 até 7 de maio de 1964.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nos tempos do Território

(Reprodução)

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Anos 70 - Fragante fotográfico histórico registra a partir da esquerda: Engº Aragão (de óculos ao fundo); na frente dele Professor Geraldo Magella; Miracy Maurício Neves e Jarbas Ferreira Gato ladeando o Governador Arthur de Azevedo Henning.
Arthur Henning governou o Amapá de 1º de abril de 1974 até 15 de março de 1979.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Jovens escoteiros do Laguinho

(Reprodução)

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Anos 60 - Escoteiros reunidos próximo à sede dos Escoteiros "Veiga Cabral" após participarem do desfile na Av. FAB.

Movimento escoteiro em Macapá

(Reprodução)

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Decada de 60 - Após o desfile escoteiros fazem pose para a foto.
Identificados: Chefe Clodoaldo Nascimento (no meio entre os tres), tendo a direita Urivino Bandeira (de casquete), e no canto direito Chefe Mozart Souza, com o carneirinho, "mascote" do grupo Veiga Cabral.

Grupo de Escoteiros " Veiga Cabral"

(Reprodução)

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Anos 60 - Um pelotão de escoteiros do Grupo "Veiga Cabral" se prepara para participar de um desfile naqueles tempos do ex-Território Federal do Amapá.

sábado, 11 de setembro de 2010

Os 64 anos da Rádio Difusora de Macapá

A primeira emissora de rádio a se instalar no Amapá, foi a Rádio Difusora de Macapá, em 11 de setembro de 1946.
Isso há exatos 64 anos.
Em 1943, pelo decreto-lei 5.814, de 13 de setembro, o governo federal criou o Território Federal do Amapá.
Tão logo assentado o Poder Executivo Territorial em 25 de janeiro de 1944, o Governo do Amapá, sob o comando de Janary Gentil Nunes, montou um Serviço de Imprensa e Propaganda, destinado à divulgação de seu programa de ação e desenvolvimento.
Um desses órgãos de divulgação foi o Jornal Amapá – um semanário composto e impresso nas oficinas da Imprensa Oficial - que circulou, em primeira edição, no dia 19 de março de 1945.

Logotipo da primeira edição do Jornal Amapá que circulou em 19 de março de 1945.
Segundo registros nas próprias páginas do Jornal Amapá, o embrião da Rádio Difusora de Macapá foi o Serviço de Alto-Falantes que foi inaugurado em 25 de fevereiro de 1945, um domingo, portanto um mês antes da circulação do Jornal Amapá.
Esse serviço destinava-se a irradiar música escolhida, noticiário e informações de interesse público.
O programa de inauguração do Serviço teve início às 17h, ocasião em que foi tocada pela primeira vez a Marcha Continental, música que serviu de Prefixo Musical do Serviço de Alto-Falantes.
A apresentação do Serviço foi feita pelo jornalista amazonense e Diretor do S.I.P., Paulo Eleutério Cavalcanti de Albuquerque.
Segundo os registros históricos, Paulo Eleutério, em seu pronunciamento ao microfone, explicou que “modesto ainda, o Serviço de Imprensa e Propaganda iniciava a utilização do rádio, dotando a cidade de um aparelhamento sonoro de alto-falantes, preparando-se para a tarefa maior de uma estação rádio emissora que abrangesse todo o Território e pudesse levar ao Brasil, a palavra fraterna e confiante do Amapá”.
A programação teve prosseguimento com apresentação de música popular brasileira, noticiário local e nacional e música americana, encerrando-se às 18h com a ‘’Ave Maria” de Schubert.
A aparelhagem sonora foi instalada pelo Sr. Heráclides Macedo, técnico de rádio da Panair do Brasil (empresa de viação aérea da época).
(Reprodução de arquivo)
Vista do prédio da antiga Intendência que serviu de estúdio para a Rádio Difusora de Macapá, em 1945.
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O estúdio funcionou, inicialmente, no prédio da antiga Intendência, depois utilizado pelo Museu Histórico do Amapá, na Rua Mário Cruz, irradiando o som amplificado por dois possantes alto-falantes, tipo corneta localizados na Praça da Matriz e na Praça Barão do Rio Branco (Largo de S. João).
Segundo o historiador Nilson Montoril, ciente da importância do rádio numa região vasta como o Amapá, carente de meios mais rápidos de comunicação, o governador do Território, Capitão Janary Nunes, autorizou o 1º Tenente e Jornalista Paulo Eleutério Cavalcanti de Albuquerque, a manter contatos com os senhores Edgard Proença e Roberto Camelier, para obtenção de horário noturno e um dia na semana, para a transmissão de programas especiais sobre o Amapá, através da PRC-5.
A PRC 5 era a Rádio Clube do Pará, conhecida em toda a Amazônia como –
A voz que fala e canta para a planície.
Paulo Eleutério
, que militara na imprensa do Pará como redator do Jornal O Liberal, não encontra dificuldades junto aos proprietários da PRC-5 – Rádio Clube do Para, uma emissora com penetração extraordinária em toda a Amazônia, implantada por Pio e Edgard Proença, em 22 de abril de 1928.
Assim, no dia 7 de junho de 1 945, a PRC-5, deu início a irradiação de seus programas especiais sobre o Território do Amapá, através de sua onda tropical de 60 metros, sempre as quintas-feiras, a partir das 19:30h (nesse tempo, o programa A Voz do Brasil, criado em 1937, tinha apenas 30 minutos de duração).
Segundo o historiador Nilson Montoril, essa veiculação visava, acima de tudo, conscientizar alguns paraenses ilustres, que mantinham-se ainda contra a criação do Território Federal do Amapá, querendo que o mesmo fosse extinto, como foram dois deles ( Ponta Porã e Iguaçu ), para que essas terras voltassem a integrar o Estado do Pará, como eram até 13 de setembro de 1 943.
Os programas retransmitidos pelo Serviço de Auto-Falantes, causavam ótima impressão aos seus habituais ouvintes.
Os residentes no interior do Pará e Amapá, por carta, acusavam a sintonia do mesmo, em seus receptores alimentados a bateria de 12 volts.
Valendo-se de seu prestígio pessoal e da ajuda de amigos, muitos deles parlamentares, Janary Nunes conseguiu autorização para fazer funcionar em Macapá, uma emissora de radiodifusão operando em ondas média e tropical.
O Ministério de Viação e Obras Públicas, órgão que controlava, na época, a concessão de licença para funcionamento de emissoras, acatou o pedido do governador.
A autorização para funcionamento da RDM, foi concedida pela Portaria nº 709, de 12 / 06 / 44.
No dia 15 de dezembro de 1 945, o Jornal Amapá, ano I, edição nº 39, publicou um convite nos seguintes termos:
”Ouçam diariamente, das 20 as 21 horas, na freqüência de 1 460 kilociclos e onda de 205 metros, a Rádio Difusora de Macapá - A voz mais jovem do Brasil”.
Apesar de Portaria de autorização ter sido assinada em 12 de junho de 1944. somente depois de um ano e meio, a emissora foi colocada em funcionamento.
Portanto, a data que marca a entrada da RDM no ar, operando em fase experimental, é 15 de dezembro de 1945, um sábado.
Uma semana depois, ou seja, em 22 de dezembro de 1945, foi divulgado pela 1ª vez o prefixo da emissora – Z Y E – 2, seguindo-se o slogan original –
a voz mais jovem do Brasil.O horário de funcionamento permaneceu o mesmo.
Em 15 de junho de 1946, uma quinta-feira, o Jornal Amapá anunciava que a RDM, a partir daquele dia, passaria a funcionar das 16 às 18 horas e das 21h30m às 22h30m.
A primeira transmissão externa da Rádio Difusora ocorreu em 23 de julho de 1946, ocasião em que Dona Iracema Carvão Nunes, primeira esposa do Capitão Janary Nunes, completava um ano de morta.
Dia 31 de agosto de 1946, a RDM passou a operar das 20 às 22 horas, na fase de teste final de seus equipamentos.
Por ocasião dos eventos mais expressivos do Amapá a Radio Difusora de Macapá, teve participação ativa, abrindo seus microfones (o de forma hexagonal no auditório ou o oval de uso no estúdio) para divulgação de importantes palestras.
No dia 11 de setembro de 1946, uma quarta-feira, a aparelhagem mudou para a rua Candido Mendes, local onde a emissora está instalada ate hoje.
(Reprodução de livro)
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(Foto extraída do livro "Perfil Histórico do Amapá" de Arthur Cezar Ferreira Reis-1949)
A Difusora funcionou, inicialmente, num prédio, em estilo colonial, construído pelo Governo do Território Federal do Amapá, num terreno da empresária Sarah Rofeff Zagury, adquirido na época por 350 mil reis. (Veja a foto acima)
Dona Sarah, de origem hebraica, matriarca da família, administrava entre outros bens, uma conceituada loja - Casa Leão do Norte - com venda de tecidos, pratarias, móveis, e eletrodomésticos, além de uma fábrica de refrigerantes, o extinto FLIP GUARANA.
(Reprodução do jornal Amapá)

(Foto 2 - de 1950)
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O prédio era composto de um auditório com capacidade para 100 pessoas, com duas portas frontais e uma lateral, alem de três janelas para a Rua Candido Mendes.
Um corredor, que levava até a discoteca, dava acesso para a sala do Diretor e para o controle de som, tendo ao fundo o palco, muito utilizado para serestas, programas do Clube do Guri e apresentação de radionovelas, ao vivo, montadas na própria emissora, por um cast de radioatores, seguindo scripts de autores consagrados.
(Reprodução do jornal Amapá)
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Em 1951, foi construído um pátio com bar ao ar livre, com vista para o Rio Amazonas, usado em grandes bailes sociais e carnavalescos. (Veja foto acima)Tudo com iluminação direta e indireta.
A emissora iniciou suas atividades, operando em um equipamento SUPERTEL de fabricação nacional, com 250 watts, na frequência de 1460 quilohertz, ondas médias de 205.5 metros, além de amplificadores, receptores, transmissores para reportagens externas, equipamentos de estúdio, etc.
O técnico em eletrônica Manoel Veras (irmão do também técnico Ivaldo Alves Veras), que montou os equipamentos, o controlista de som Benigno Pennafort (tio do jornalista Hélio Penafort) e o locutor Delbanor Dias, colocaram a Difusora no ar, há 46 anos.
E, na abertura de sua programação às 20 horas, o Sr. Carlos Alberto Monteiro Leite, médico com exercício no Hospital Geral de Macapá, proferiu uma palestra sobre o tema Campanha Anti Tuberculosa.
As 20:30 horas, no auditório do prédio da emissora, o Dr. Raul Montero Valdez, Secretário Geral do Governo do Território, exercendo na ocasião, o cargo de Governador Substituto, face o titular, Janary Nunes, estar viajando em missão oficial, fora do Amapá, inaugurou o Broadcasting ( radiodifusor / transmissor ) da Rádio Difusora de Macapá.
A primeira equipe de radialistas a atuar na Difusora, foi formada por Paulo Eleutério, e composta com o próprio pessoal do quadro do Governo do Território.
Muitos desses locutores e produtores de programas, que se formaram nos microfones do rádio amapaense, foram depois contratados por várias emissoras de Belém e de outras capitais, obtendo sucesso cada vez mais crescente em suas atuações.
Durante os primeiros anos, a programação da Difusora consistia em musicais, pela manhã, intercalados com informativos.
No início da tarde – coincidindo com a hora do almoço – era apresentado o Carnet Social – programa da família amapaense, de grande aceitação popular - mediante o pagamento de notas - registrando os eventos sociais como, aniversários, casamentos, nascimentos, batizados, colações de grau, etc, com mensagens especiais e músicas (se fosse o caso) endereçadas, exclusivamente aos homenageados.
O slogan – a voz mais jovem do Brasil, usado na fase experimental, permaneceu até 1951, quando foi substituído por outro: ”Uma voz do Amapá a Serviço do Brasil”.
Ainda, segundo Nilson Montoril, por ocasião do segundo aniversário de inauguração da emissora oficial, em 7 de setembro de 1948, realizou-se a primeira transmissão esportiva, diretamente do campo da Praça Capitão Augusto Assis de Vasconcelos – atual Praça Veiga Cabral.
Jogavam pela 5ª rodada do campeonato amapaense, os times do Amapá Clube e do Esporte Clube Macapá, tendo como árbitro Aurino Borges de Oliveira, o popular tenente, filho de ilustre figura de Macapá, pecuarista e comerciante Ernestino Borges.
O placar, decorrido o tempo regulamentar, foi de 1 x 1, com gols de Alves para o alvinegro e Edilson Borges de Oliveira para o azulino.
(Reprodução/Acervo histórico da RDM)
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A RDM cobriu o jogo através da narração do Dr. Marcílio Filgueiras Viana, um dos destacados assessores da Divisão de Educação. (Foto)
A discoteca da emissora, iniciada com cerca de duzentas (200) unidades, foi, durante muitos anos, uma das mais completas da Amazônia, com um acervo de obras populares, clássicas, semiclássicas, de câmara, tendo inclusive óperas completas.
Além dos funcionários, existia um qualificado elenco de colaboradores como: cantores, radioatores, músicos, locutores, operadores de áudio - conhecidos na época como controlistas, etc.
Entre os seus principais programas efetivos destacam-se: O GRANDE JORNAL FALADO E-2 – um completo noticiário, muito bem elaborado, informando com detalhes, sobre tudo que estava acontecendo de importante, “no Amapá, no Brasil e no mundo”.O Grande Jornal Falado E-2 seguia a mesma linha do Grande Jornal Falado Tupi que foi ao ar pela primeira vez pela Rádio Tupi de São Paulo na sexta-feira dia 3 de abril de 1942.
O Grande Jornal Falado E-2 era apresentado por dois locutores que se revezavam na leitura das seções: O Comentário do Dia, A Cidade em Revista, Indústria Comércio e Finanças, Notas Científicas, Notícias dos Estados, O que vai pelo Mundo e Atualidades do Esporte, Siga Este Exemplo, Galeria dos Homens Célebres.Os noticiários nacional e internacional, apresentados no programa, eram captados de outras grandes emissoras e repetidos sempre às 21:00 durante o noticioso, depois de cuidadosa adaptação de seus redatores.
A partir de 1961, entrou em funcionamento um setor de escuta rádio-telegráfica, que captava noticiário em código Morse, das Agências UPI (United Press International) France Press e Meridional.
O noticiário local era produzido por uma equipe de jornalistas do Serviço de Informações do Governo do então Território, que mais tarde se transformou em Assessoria de Imprensa e depois em Assessoria de Comunicação Social.
Além deste, alguns outros programas registraram grande audiência na emissora: A Voz do Seresteiro, Em cada Coração Uma História de Amor, Radionovelas, Escadinha de Valores, A Hora do Guri, Audições do Conservatório Amapaense de Música, (hoje Escola de Musica Walkyria Lima) etc, além do noticiário da Agencia Nacional - A Voz do Brasil.Os programas Hora do Guri (depois chamado Clube do Guri) e Desfile de Calouros - sempre apresentados e transmitidos do Palco Auditório da emissora e do Cine Teatro Territorial - na fase de ouro do rádio local, conseguiram revelar novos talentos e grandes intérpretes da música amapaense.
Um dos destaques desses programas era o Regional E-2 – conjunto musical da Difusora – formado, entre outros, por Amilar Brenha, Belina Barriga, Ezequias Ribeiro de Assis, Florênçio Rocha (o Cassiporé), Gutemberg Tupinambá, Nonato Leal, Terezinha Laranjeira e Walter Banhos.Todas as solenidades cívicas eram transmitidas, ao vivo pela Difusora, bem como as mais importantes partidas de futebol e famosas batalhas de confetes, que inicialmente eram realizadas na frente do Macapá Hotel e no Bar do Barrigudo, no bairro do Trem.
Sua programação seguiu, desde o início, uma linha essencialmente, cultural e informativa com funcionamento de 7h às 13h30m, retornando às 17h indo até 21h30m, isto é, ate o final do Grande Jornal Falado E-2.
Os anais da emissora registram nomes de pioneiros que se destacaram nos variados campos de atividades da Rádio Difusora.
Eram locutores, operadores de som, radioatores, músicos, cantores, colaboradores e tantos outros profissionais que faziam com que, cada vez mais, “a emissora da família amapaense” galgasse prestígio, popularidade e credibilidade.
Na equipe de locutores passaram profissionais como: (ordem alfabética) Amazonas Tapajós(Dorival Nunes de Lemos), Argemiro Imbiriba, Arnaldo Pedrosa Araújo, Alcinéa Cavalcante, Benedito de Andrade Franco, Benedito Silva, Bonifácio Mourão Alves, Maria Cristina Homobono Brito, Edna Luz, Edvar do Espírito Santo Mota, Eraldo da Silva Trindade, Euclides Nunes de Moraes, Sebastião Oliveira, Guioberto Alves, Hermínio Carlos Gurgel Medeiros, Humberto da Costa Moreira, Ivo Guilherme de Pinho, J. Ney (José Ney Picanço e Silva), João Lázaro da Conceição e Silva, Joaquim da Silva Ramos, José Barros Machado, Júlio Sales, Luiz Eduardo Anaice, Milton de Souza Correia Filho, Osmar Gomes de Melo, Oswaldina da Silva Figueira, Paulo Bezerra, Paulo Zacarias, Pedro Afonso da Silveira, Rui Uchoa, Terezinha de Souza Fernandes, Ubiratan Silva, Zain Rocha, Sérgio La Roque e muitos outros.
Entre os radioatores brilharam: Alberto Chaves, Amélia Borges, Antonio Chaves, Carmem Cruz, Consolação Côrte, Creuza Bordalo, Danilo Silva, Deuza Souza, Eduardo Lyra, Hélio Tys, Joíra Tavares, Jorge Chaves, Lígia Cruz, Lindolfo Pastana, Mário Chaves, Reinaldo Coelho, Terezita Teles e outros mais.
Pela equipe de jornalismo passaram nomes famosos como: Álvaro Botelho da Cunha, Alcy Araújo Cavalcante, Aloísio Botelho da Cunha, Antonio Chaves, Carlos Cordeiro Gomes, Daniel Silva, Francisco Holanda, Ivo Torres, José João dos Santos (J.J.), José Maria de Carvalho Barros, entre muitos outros.
Na equipe técnica trabalhavam, dentre outros: Assis Soares, Benedito Claudino, Benigno de Souza Penafort, Carlos Lins Corte (Baião Caçula), Cláudio Coutinho Dias, Claudionor Góes, Damião Jucá de Lima, Edir Albuquerque Peres, Eduardo Amaral, Epaminondas Júnior, Ivaldo Alves Veras, José Isaias Ramos, José Otávio dos Santos, Luciano Amaral Monteiro, Miguel Ramos Ferreira, Nardim Quaresma, Orivaldo Leão dos Santos, Raimundo Ferreira Monteiro, Remi Rêgo Barros.Eis alguns nomes que brilharam no cast da ZYE-2: Agostinho Costa, Belinha Barriga, Benito Silva, Deusdeth Vale, Favila Júnior, Gutemberg Tupinambá, Ida Aymoré, Iria Lúcia, José Moacir Banhos de Araújo, Josino Farias, Maria Edilamar, Mário Costa, Nonato Leal, Oleno Leal, Terezinha Laranjeira, Vera Lúcia, Walter Banhos de Araújo, entre outros.
No equipe de esportes passaram: Francisco Sales de Lima, Estácio Vidal Picanço, Nilson Montoril de Araújo, José Moacir Banhos de Araújo, Guioberto Alves, Luiz Roberto da Mota Borges, João Câncio Picanço e Silva, José Araújo Menezes, Milton Sapiranga Barbosa, Ivo Guilherme de Pinho, Guilherme Jarbas, Humberto da Costa Moreira, Paulo Silva, e muitos outros.
Nilson Montoril informou ainda, que o primeiro Diretor da Rádio Difusora de Macapá foi o advogado Paulo Eleutério Cavalcanti de Albuquerque que chegou a Macapá, vindo de Belém do Pará, em 17 de maio de 1 944.
A convite do Governador Janary Nunes, aqui exerceu várias funções importantes entre as quais, Chefe de Polícia, Comandante da Guarda Territorial, Chefe da Imprensa e Propaganda, etc.
Retornou a Belém em 1 947 onde ocupou importantes cargos públicos.
Paulo Eleutério morreu lá mesmo, na capital paraense, vítima de assassinato pelo Capitão Humberto de Vasconcelos, no dia 20 de maio de 1 950, após violenta discussão de caráter político.
Outros profissionais de renome assumiram. em diferentes épocas, o importante cargo de Diretor da emissora.
A primeira listagem, (por ordem alfabética), registra os que atuaram no período de 1 947 até 1 978: Agostinho Nogueira de Souza, Alcy Araújo Cavalcante, Aloísio Botelho da Cunha, Antonio Rodrigues da Costa Júnior, Carlos de Andrade Pontes, Creuza de Souza Bordalo, Delbanor Leite Dias, Ernani Marinho Ferreira, Ernani Regis, Glicério de Souza Marques, Iranildo Trindade Pontes, João Lázaro, José Barros Machado, José Benedito de Andrade Franco, José Camargo, José Maurício Elarrat, José Moacir Banhos de Araújo, Manoel Joaquim Esteves Rodrigues (Maneco), Manoel Raimundo Veras, Margarida Maria Marques, Mário Ernani de Castro, Mário Quirino da Silva, Raimundo Nonato do Nascimento e Silas Ribeiro de Assis.De 1978 a 1989 – período de funcionamento da Rádio Nacional de Macapá, a Gerência da emissora foi exercida por (ordem alfabética) Antonio Silva Filho, Capitão Mário, Guilherme Jarbas, Humberto Moreira, João Lázaro, José Gutemberg, Márcia dos Santos Gomes e Paulo Silva.Desde 1989, os gerentes da 2ª fase da Difusora são, em ordem alfabética, os seguintes: Carlos Alberto Viana, Carlos Marques, Joaquim da Silva Ramos, José Barros Machado, José Furtado da Silva, Maria Célia Belo, Nestlerino dos Santos Valente, Paulo Roberto Rodrigues, Ronaldo Picanço e Silva, Rostan Costa Martins, Paulo Silva, Gilvana dos Santos Batista, Walter Pacheco Filho.Seu atual Gerente é o jornalista Paulo Silva.
Inúmeros recitais irradiados pela emissora, trouxeram a Macapá, artistas famosos tais como Maria da Luz, Trio Chileno, Alfonso Ortiz Tirado, o cantor e compositor Herivelto Martins, as cantoras Dalva de Oliveira e Carmem Costa, Vicente Paiva, a dupla sertaneja Jararaca e Ratinho e o cantor Luiz Gonzaga.Também Maria Helena Coelho, Guilhermina Cerveira e diversos artistas do rádio paraense. cearense, pernambucano e de outros Estados, aparecem com passagem em terras macapaenses.
A Rádio Difusora de Macapá possuia em seu acervo, nos primeiros anos de atividades, um utilíssimo instrumental, sendo um piano marca Bentley, um Conjunto Regional DEL VECCHIO. 3 violões, sendo 1 tenor, 1 cavaquinho e 1 banjo e ainda pandeiro, afouché e tam-tam, alem de aparelhagem de reportagens e programas especiais, um gravador marca SOUNDMIRROR, modelo BK-401, que prestava grandes e relevantes serviços a ”emissora da família amapaense”.
Em 13 de setembro de 1952, quando do seu 6º ano de atividades no Território Federal do Amapá, a Rádio Difusora de Macapá incorporou aos seus equipamentos, um possante transmissor de 1.500 watts (um kilowatt e meio) construído pela Sociedade Hertz Limitada, acompanhado de um completo equipamento de estúdio, sendo montado pelo Sr. Cláudio Gomes, radiotécnico da empresa, vindo do Rio de Janeiro, especialmente para esse fim.
Através do Decreto nº 32 501 de 1º de abril de 1953, o Presidente Getulio Vargas outorga concessão ao Governo do Território Federal do Amapá, para estabelecer, a titulo precário na cidade de Macapá, sem direito a exclusividade, uma estação radiodifusora em onda tropical, que, por dificuldades de conseguir a freqüência, só vai ao ar em 1957.
Até essa data operava apenas em ondas médias.
Daí em diante passou a funcionar, também, em onda tropical.
Por volta de 1958 ficou funcionando apenas em ondas tropicais, ate 1964.
A concessão citada no parágrafo anterior teve validade até 22 de maio de 1978 quando foi revogada pelo Presidente Ernesto Geisel através do Decreto nº 81.699, face a inclusão do referido serviço na finalidade legal da Empresa Brasileira de RadiodifusãoRadiobrás e da transferência para esta, de todo o acervo da Rádio Difusora de Macapá.Em 1964, o Comando Militar Revolucionário encampou uma emissora clandestina, surgida em Macapá.
Tratava-se da ZYD-11 – Radio Equatorial, pertencente à Sociedade Anônima Técnica de Rádio do Amapá – SATRA.Seu acervo técnico foi incorporado ao patrimônio do Governo do Território e utilizado pela Rádio Difusora.
O parque transmissor da RDM ocupou, desde o início, o mesmo local onde por muitos anos funcionou a Imprensa Oficial, na Rua Cândido Mendes com Av. Raimundo Álvares da Costa, no centro da cidade.
Com a encampação da Rádio Equatorial em 1964, seu transmissor de ondas médias, passou a ser operado pela Difusora, permanecendo instalado no mesmo terreno, onde hoje está edificada a Escola Estadual Lucimar Amoras Del’Castillo, na Av. Pe. Júlio Maria Lombaerd, esquina com a rua Marcello Cândia, no bairro Sta. Rita.
Em 1978 o Governo Federal implantou em Macapá uma das emissoras da rede Radiobrás, e extinguiu a Rádio Difusora.
Em 28 de agosto daquele ano, entrou no ar a Rádio Nacional de Macapá.
Era o fim da primeira fase da emissora oficial, iniciada em 11 de setembro de 1946.
De agosto até final de outubro de 78, a Rádio Nacional de Macapá, funcionou com os velhos equipamentos da RDM.
Os programas Grande Jornal Falado e-2 e Carnet Social permaneceram no ar até 1978.
Em meados de janeiro de 1989, o Governo Federal começou a privatizar algumas emissoras da Rede Radiobrás.
Segundo o historiador Nilson Montoril, o governador Jorge Nova da Costa, bastante identificado com os amapaenses, pois trabalhou na década de 50 no Município de Amapá, como engenheiro agrônomo, costumara-se, segundo ele, a ouvir a Difusora.
A par da política de privatização, manteve gestões junto ao Presidente José Sarney, para compra da RDM pelo valor de 800 mil cruzeiros, em 12 prestações, proposta que foi prontamente aceita pelo Governo Federal.
Nova da Costa devolveu assim aos amapaenses, um de seus maiores patrimônios.
A Rádio Difusora, desde o início de suas atividades, teve atuação destacada no campo artístico amapaense, cobrindo todos os eventos culturais e oficiais da época, realizando excursões de todo o seu cast ao interior do então Território, através da Caravana da Boa Vizinhança.
A RDM iniciou dia 1º de junho de 1989, sua segunda fase, depois de um intervalo de 11 anos.

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Os dados aqui contidos limitaram-se a registrar o período do então Território Federal do Amapá.
O período estadual da emissora não foi coberto por esta Pesquisa.
 

Pesquisa iniciada pelo radialista João Lázaro, em meados do ano 2000.
Colaboraram: o historiador Nilson Montoril de Araújo e o radialista José Barros Machado.
As informações obtidas sobre a Rádio Difusora de Macapá foram, em sua maioria, extraídas de matérias veiculadas nas primeiras edições do Jornal AMAPÁ.
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