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sábado, 15 de agosto de 2020

Foto Memória de Macapá: Três Pioneiros no Urca Bar

Um registro raro de 1959, uma relíquia histórica, pertencente ao acervo da família do Tenente Pessoa.

Nas imagens, 3 pioneiros de Macapá, em momentos de descontração no interior do Urca Bar.

A partir da esquerda: Tenente Armando Amaral, marido da prof.ª Risalva Amaral; Tenente Pessoa(centro) e à direita o comerciante José Júlio Ferreira, Alemão, proprietário do Urca Bar. A sra. ao lado é Dona Elza Ludovina Tavares Ferreira, esposa do Sr.José Júlio, e o garoto é o Antônio Fernando Tavares Ferredira, filho mais velho do casal, já falecido.

O Urca Bar, foi um estabelecimento comercial montado nos anos 50, pelo comerciante Durval Alves de Melo, na esquina da Av. Feliciano Coelho com a Rua Eliezer Levy, no Bairro do Trem, que, anos mais tarde, foi repassado ao Sr. Alemão.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Foto Memória de Macapá: Pioneiros de Macapá


Trazemos para o Porta-Retrato foto compartilhada pelo amigo Luiz Pessoa, com imagens de um evento social e esportivo, no início dos anos 1950, realizado na sede do Amapá Clube, em que se reúnem vários pioneiros do então Território do Amapá.
Identificamos agachados a partir da esquerda: Sr. Olivar Craveiro, Tenente Pessoa (e esposa);  radialistas Agostinho Souza e Manuel Raimundo  Veras (irmão do Sr. Ivaldo Veras); o de bigodinho parece o Dr. Edmundo de Souza Moura (a confirmar); ao lado dele o Capitão Euclides Rodrigues (e esposa).
Os demais não conseguimos identificar.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Foto Memória de Macapá: Grupo de Pioneiros de Macapá

Registro dos anos 40 compartilhado pelo amigo Alex Houat, ( filho do empresário Abdalla Houat ), traz imagens de pioneiros de Macapá, que se reuniam frequentemente na cidade, no início do Território Federal do Amapá.
Grande parte deles, funcionários públicos e comerciantes.
Conseguimos identificar os mais conhecidos:
1-Mair Bemerguy; 2-Isídio Banha 3-Edílson Borges de Oliveira;4 -  Francisco Calandrini de Azevedo; 5 ?; 6 ?; 7 - Ivan; 8  ?; 9-Isaac Zagury; 10 e 11 ?; 12 – Dr. Antônio Vilella; 13 – Altamir Cavalcante de Lemos; 14 - Abdalla Houat; 15 – Moysés Zagury; 16 ?;
Quem reconhecer os demais, pode completar a lista, por gentileza.
Fonte: Alex Houat

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Memória da Cidade: Bar e Sorveteria "Gato Azul"

No início do Território do Amapá, nos anos  40, existiam alguns poucos bares na pequena cidade de Macapá. 
Um deles, que se tornou famoso - o Elite Bar - situava-se no centro histórico da capital amapaense: a esquina da Av. Presidente Vargas com a rua São José, canto com a Praça (Matriz) Veiga Cabral.
Com o passar dos anos, o Elite Bar - ou Sorveteria do João Assis - fechou as portas, e surgiu em seu lugar o famoso “Gato Azul”, um bar que era administrado pelo esportista Amujacy Borges de Alencar(foto), que ainda tinha como  sócios os esportistas e empresários Jarbas Gato e Mair Bemerguy. O Amujacy, zagueirão do E.C.Macapá e da seleção amapaense na década de 50, faleceu em 2010, em Fortaleza-CE, onde passou os últimos 20 anos de sua vida.
João Silva diz que "o GA era um dos pontos mais frequentados pela boemia de Macapá, onde se juntavam, para tomar uma cerveja bem gelada e passar a limpo a vida dos outros, funcionários públicos, estudantes, intelectuais, jornalistas e gente do povo também. Há quem assegure que lá, no Gato Azul, surgiu o bloco "A Banda" bem no comecinho dos anos 60; de certo é que "A Banda" saia da Presidente Vargas, no trecho que ia do Gato Azul à sede do Amapá Clube."
No registro acima, podem ser vistos alguns dos frequentadores do famoso "Gato Azul".
A partir da esquerda: Alfredo Lá Rocque; João Vilhena de Andrade (policial civil); Gatão (Guarda Territorial); o quarto encostado ao poste é o José Maria Frota; seguido do médico Linomar Seabra; Amujacy Borges de Alencar e Garrote.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Do Fundo do Baú: Papo entre amigos pioneiros

(Foto do acervo da família Façanha da Silva, gentilmente  cedida ao Porta-Retrato. Brevemente será lançado um livro de memórias e um DVD, com documentos e fotos inéditas, contando a história de vida do professor  Mário Quirino da Silva.)
Este registro fotográfico é do início do Território Federal do Amapá. Embora sem uma data definida, acreditamos ser dos anos 50. Trata-se de uma reunião descontraída entre intelectuas pioneiros de Macapá. Nas imagens, dos que estão em volta da mesa, reconhecemos, a partir da esquerda o professor Mário Quirino da Silva, poeta Álvaro da Cunha; ? e o de óculos, que está de lado é o Sr. José Pereira da Costa(Branco); o primeiro à direita, lembramos das feições mas não conseguimos lembrar o nome.
Agradecemos a quem puder nos ajudar na identificação dos demais que estão na foto. Podem nos informar, via e-mail, jolasil@gmail.com, ou deixar na caixinha de comentários.
(Reprodução de arquivo)
Adequação histórica: Segundo a legenda, o local é o pátio da antigo Bar e Sorveteria Central. (foto acima).

Este prédio, erguido na esquina da Rua Cândido Mendes com Av. Mário Cruz, na Praça Veiga Cabral, pertencia à família Zagury e foi onde funcionou a Sorveteria Central, dirigida pelo Sr. Natan Pecher e pela matriarca da família Dona Sarah Roffé Zagury.
Seu Natan, depois do fechamento da Sorveteria abriu o Café Continental na rua São José, entre as Avenidas Presidente Vargas e Coriolano Jucá.
Os sorvetes eram preparados pelo funcionário de nome Biló.
Depois da sorveteria funcionou no local a Farmácia Zagury, gerenciada pelo farmaceutico Hernani Vitor Guedes, que após algum tempo resolveu montar sua própria.
Posteriormente, funcionou no local,  a agência da Cruzeiro do Sul(depois Varig) dirigida pelo Sr. Moisés Zagury e gerenciada pelo empresário Laurindo Banha.
O sobrado sempre foi a residência de Dona Sarah Roffé Zagury, que também era dona da Casa Leão do Norte e do Flip Guaraná.

(Última atualização em 1º de novembro de 2012)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...