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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Foto Memória da Educação do Amapá: Escola Doméstica de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, foi publicada no jornal Amapá, na edição especial em 25 de janeiro de 1952, por ocasião do aniversário da instalação do Governo do Território Federal do Amapá.
O registro histórico apresenta a diretora, mestras e alunas internas da Escola Doméstica de Macapá, atual Escola Estadual “Irmã Santina Rioli”.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Fotos Memória da Educação do Amapá: Escola Normal de Macapá

Tão logo assumiu a governança do Território Federal do Amapá, em 1945, o interventor Janary Gentil Nunes deu início à montagem de uma infraestrutura urbana, com o objetivo de dar suporte econômico e administrativo ao novo Governo Territorial. Nessa época surgiram as primeiras escolas.
A Escola Normal de Macapá, criada formalmente em 25 de janeiro de 1954, tem seu marco inicial com a criação do Curso Normal Regional, pelo Decreto nº 90-A/1949-TFA, tendo como fundamentação legal o Decreto-Lei nº 8.530/46, que, por sua vez, embasava-se na Lei Orgânica do Ensino Normal.
Após o advento da Escola Normal, foram ministrados mais dois cursos, o Ginasial e o de Formação de Professores de 2º Ciclo, expandindo a oferta no 1º Ciclo e dando sequência ao processo de formação de professores no Amapá.


Os atletas da Escola Normal de Macapá, tinham atuação destacada por ocasião dos jogos secundaristas.
O prédio da EN, teve sua construção iniciada em 1951 e concluída em 1952.
Como determinava a legislação, a passagem do curso primário para o secundário, era marcada pelo exame de Admissão, que podia ser feito em qualquer uma das escolas da rede pública do TFA, e o ingresso na Escola Normal também dependia desse exame.
Entre as disciplinas da grade curricular definida pela Divisão de Educação, incluía-se Canto Orfeônico.
A primeira turma formada pela Escola Normal, tem sua cerimônia nos dias 30 e 31 de janeiro de 1953, tendo como patrono o próprio Ten. Cel. Janary Nunes, presidida pela diretora da escola, Professora Predicanda Amorim Lopes e realizada no Cine Teatro Territorial. 
Fonte consultada: CARVALHO, João Wilson Savino. Instituto de Educação do Amapá: uma história de educação pelo exemplo. 2012. 218 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Reunião de Professores em frente ao Alexandre Vaz Tavares

Registro fotográfico de 1963, de alguns professores reunidos em frente ao antigo prédio do Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, quando este tinha apenas um pavimento voltado para a Av. Pedro Baião, no bairro do Trem.
Com a ajuda de algumas pessoas que aparecem nas imagens, conseguimos identificar grande parte delas, conforme a numeração a seguir: 1-Mira Anaice; 2-Iracy Barbosa; 3-Raimunda Passos; 4-Ofélia Ataíde; 5-Osmarina Nunes da Silva; 6-??; 7-Raimunda Miranda; 8-Osmarina Simões; 9-Josefa Santos; 10-??; 11-??; 12-Maria do Céu Torres Khoury; 13-Maria do Carmo; 14-Raimundo Nonato do Nascimento; 15-Julieta Anaice; 16-Felix Ramalho.
Se alguém souber os nomes que faltam e quiser ajudar, agradecemos.
Na foto acima vemos o prédio em questão, com um circulo no exato lugar onde a foto foi tirada.
Fonte: Memorial Amapá

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Prédio do Colégio Amapaense, por outro ângulo

Fomos buscar a foto de hoje, no álbum de memórias do amigo Olivar Cunha, festejado artista plástico do Amapá.
A imagem de 1970, mostra o prédio do Colégio Amapaense, de um ângulo do seu lado esquerdo.
O tradicional estabelecimento passou a funcionar em seu prédio próprio, na Av. Iracema Carvão Nunes com a Rua General Rondon, a partir de 13 de junho de 1952, com apenas um bloco.
O segundo bloco somente foi construído a partir de 1964, no Governo do Gen. Luiz Mendes da Silva, com sua conclusão em 1967.
A foto é do próprio Olivar.
Cunha, que é amapaense, mora em Vitória, no Espírito Santo, há 30 anos. Ele já morou no Pará e no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Grupo Escolar Barão do Rio Branco – Macapá/AP

Nossa Foto Memória de hoje, é uma raridade. 
Faz parte do acervo particular do amigo Juvenal Canto.
Foto do final dos anos 40 (46/49) quando só existia o prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, a primeira escola de alvenaria de Macapá, inaugurada em 13 de setembro de 1946.
Sua primeira denominação foi Grupo Escolar de Macapá.
Observem que, antes da construção da Praça Barão do Rio Branco, foram montados, em frente ao educandário, uns poucos brinquedos em madeira, nos quais a garotada se divertia.
A praça, construída algum tempo depois, só foi inaugurada em 01 de dezembro de 1950, em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço.

sábado, 23 de julho de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Inspetores da Escola Marechal Castelo Branco, em Macapá

Foto dos Anos 60 – Mostra os Inspetores da Escola Marechal Castelo Branco, em Macapá.
A partir da esquerda: Lacinho(de óculos); Prudêncio Homobono; D. Olendina; Carlito Guedes e D Cecília.
Sentado à mesa o Prof. João Bosco Rosa Ferreira, na época Vice-Diretor do estabelecimento.
O diretor era o prof. Waldyr Lira

terça-feira, 19 de julho de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Grupo Amapá - Inauguração

 Ano 1967 - Fotos históricas da cerimônia de inauguração do Grupo Escolar Amapá, pelo Governador Luiz Mendes da Silva, e pelo então Prefeito Municipal de Macapá, Engenheiro Douglas Lobato Lopes.
Resumo Histórico - O Grupo Escolar Amapá, inaugurado em 27 de março de 1967, foi construído pelo Governo Municipal, para atender crianças na fase escolar de 7 a 14 anos, facilitando assim, o maior acesso delas à educação.
Quando em 1975, foi implantada a Reforma de Ensino na Rede de Escolas Municipais, passou a denominar-se Escola Municipal de 1º Grau Amapá; tal denominação, se deu ao fato de homenagear o Amapá, como unidade federativa, tendo como entidade mantenedora a Prefeitura Municipal de Macapá, com sede e foro em Macapá; está vinculada ao Departamento de Educação e Cultura para fins de supervisão ao Sistema de Ensino Municipal. A partir da implantação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394/96, passou a denominar-se ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL AMAPÁ, Localizada na rua Jovino Dinoá, nº 3188, bairro do Trem.
Dois objetivos nortearam a implantação dessa instituição: o constitucional evidenciado pela necessidade da Prefeitura de Macapá atender a clientela de estudantes do ensino fundamental; e o da carência de escolas municipais, visando atender a comunidade, disponibilizando salas de aula para seus filhos, tendo como natureza precípua o ensino fundamental.
Seu primeiro diretor foi o professor Jurandir Moraes dos Santos.
O estabelecimento trabalha com um contingente de 70 funcionários para atender uma clientela de 680 alunos, regularmente matriculados, distribuídos em diversas turmas de 1º ano fundamental a 8ª série, EJA - Educação de Jovens e Adultos e Ensino Especial.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Formatura de Contabilistas do CCA

Foto do álbum de memórias de Derossy e Lúcia, compartilhado com o Porta-Retrato, trás imagens do registro clicado por ocasião da Missa de Formatura de Contabilistas do Colégio Comercial do Amapá – CCA, na porta da Igreja Matriz de São José, turma de 1963/64.
A partir da esquerda: o primeiro não lembramos o nome; depois Alfaia; Fukuoka; (por trás) Sr Aimoré; Ida Aimoré; José Santana; Derossy Araújo; Carlos Pontes; Sra. Raimunda Machado; Dona  Zilah, Marly e Sr. José. Todos da família Porpino.
Fonte: Márcio José Andrade da Silva

domingo, 26 de abril de 2015

Foto Memória de Macapá: Alunas da Escola Doméstica de Macapá

Mais uma imagem rara compartilhada pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima.
Alunas que estudavam, em regime de internato, na antiga Escola Doméstica de Macapá, devidamente uniformizadas, reunidas em frente ao estabelecimento.
Registro histórico publicado no Jornal Amapá nº 468, em  13 de setembro de 1953.
Resumo histórico - Fundada em 1944, a Escola Doméstica de Macapá, foi instituída com a finalidade de formar jovens para o desempenho das tarefas domésticas e desde a sua fundação, sempre foi mantida pelo poder público.
A Escola Doméstica de Macapá foi desativada ainda no período do Território do Amapá. 
No ano de 1964, a Escola Doméstica foi transformada em Ginásio Feminino orientado para o trabalho, visando favorecer um maior número de jovens.
Pelo Decreto de nº 30 de 28 de novembro de 1978, foi oficializado o novo nome da escola, que passou a se chamar Escola Santina Rioli em homenagem à religiosa missionária, pelo significativo trabalho desenvolvido  junto à comunidade escolar. (do Blog da escola)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Humanistas de 1950, do antigo Ginásio Amapaense.

Uma relíquia rara e histórica guardada no acervo do professor Mário Quirino da Silva e gentilmente compartilhada pela Família Façanha da Silva.
Foto datada de outubro de 1950 apresenta imagem dos pioneiros que se formaram na turma daquele ano, no Curso de Humanismo, no Ginásio Amapaense. 
Entre eles conseguimos identificar apenas: o professor Ubiracy de Azevedo Picanço (Tio Bira - já falecido), o 3º em pé; o prof Alceu Paulo Ramos(também falecido) o penúltimo a partir da esquerda. Entre os agachados, o 2º, a partir das esquerda é o prof Mário Quitino da silva e o último a direita, o piloto Hamilton Silva(falecido).
Verso:
(Quem conhecer os não identificados, pode nos ajudar a completar a legenda, informando por e-mail -jolasil@gmail,com - ou deixando registrado nos comentários)

          O acervo e a biografia do ilustre mestre, fazem parte de um projeto da família, de lançar um livro de memórias e um DVD, com fotos inéditas, onde será contada a história intelectual e pública  de importantes fases da vida de Mário Quirino da Silva, como filho, pai, educador e trabalhador público. Mário Quirino, era um homem reservado, organizado, de muita responsabilidade e muito respeito.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Do Fundo do Baú: Bons tempos do Colégio Amapaense

Nosso amigo e confrade Ernani Marinho Ferreira, tirou do fundo de seu "baú de lembranças" e compartilha conosco, esta relíquia fotográfica(dos anos 60) de estudantes do Colégio Amapaense, todos eles membros da diretoria do Grêmio Literário e Cívico ¨Ruy Barbosa¨, organizados à semelhança de time de futebol, em frente ao salão de festas da piscina territorial, numa manhã de domingo.
Da esquerda para a direita, em pé: Iranildo Trindade Pontes (falecido), Laércio Monteiro, Edemburgo Almeida (falecido), José Maria Cunha Nery, Ernani Marinho e Francisco Quintela. Na mesma ordem, agachados: Abemor Coutinho (falecido), Pedro Assis Azevedo, José Borges Tavares Filho, Augusto Monte de Almeida e Guioberto Alves (falecido).

Adequação - Desde o final dos anos 40 até 1964, existiram em Macapá os Grêmios Literários e Cívicos, nas escolas de segundo grau.  Na Escola Normal (ex-IETA) funcionava o GLC “Barão do Rio Branco”; na Escola Técnica de Comércio (ex-CCA - atual E.E. Gabriel de Almeida Café) o GLC “Dr. Acilino de Leão” e no Colégio Amapaense o GLC “Ruy Barbosa”.
Referência  Histórica - O Grêmio Ruy Barbosa foi fundado em 12 de março de 1949.  Congregava alunos do Ginásio Amapaense (primeira denominação do Colégio Amapaense).  A primeira diretoria foi constituída pelos pioneiros José Raimundo Barata (Presidente), Mário Quirino da Silva e Edilson Borges de Oliveira. A posse ocorreu em 24 de março, em solenidade no Salão Nobre da Escola Profissional Getúlio Vargas  (antigo GM / Escola Industrial de Macapá e atual Escola Integrada de Macapá). (Fonte: Edgar Rodrigues)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Grupo Escolar Barão do Rio Branco

(Reprodução)
(Foto 1 ) - 1946 - Inauguração em 13 de setembro de 1946, do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, a primeira escola de alvenaria de Macapá.
Sua primeira denominação foi Grupo Escolar de Macapá.
Nesta escola também funcionou o 1º cinema oficial de Macapá, o ex-Cine Teatro Territorial.
(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
(Foto 2) - Aspecto da Praça Barão do Rio Branco no ínício dos anos 50, ainda sem arborização. Ao fundo o prédio do Barão do Rio Branco e da Escola Industrial de Macapá, à esquerda da imagem.
(Foto: Reprodução / Acervo digital IBGE)
(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
(Foto 3) - Veja como era a Av. FAB em frente ao Grupo Escolar "Barão do Rio Branco", no início dos anos 50.
(Foto: Reprodução/IPHAN)
(Foto 4) - Praça ainda sem arvores.
(Foto: Reprodução / acervo particular de Sarah Zagury)
(Foto: Contribuição da amiga Sarah Zagury)
(Foto 5 - Nesta outra foto já aparece a arborização da praça.
(Foto: Reprodução/Acervo Histórico do Amapá)
(Foto 6) - 1969 - Alunos em frente ao prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco.
(Foto: Reproduzida do blog do Fernando Canto)
Foto 7 - Fachada do Grupo Escolar "Barão do Rio Branco.
(Foto: Reprodução)
(Foto 8) - 1978 - Em primeiro plano o anexo do Grupo Escolar Barão do Rio Branco localizado na lateral esquerda do estabelecimento para o lado da Rua Cândido Mendes. Nesse anexo funcionou, (salvo engano), o Serviço de Administração Geral do ex-Território Federal do Amapá. Quem souber pode confirmar nos comentários.
(Foto: Reprodução)



(Foto 9) - 1988 - Em primeiro plano vista lateral da área esquerda do prédio do Barão do Rio Branco com o anexo onde funcionou o Jardim de Infância. Em seus primeiros anos o Colégio Amapaense, funcionou nas salas do Barão, no horário noturno, até 1952, quando foi transferido para seu prédio próprio na Praça da Bandeira. Observe que o muro ainda era original e o leito da Av. Fab estava todo irregular.
(Foto: Reprodução)

(Foto 10) - 1978 - Mostra uma tomada da lateral direita do Grupo Escolar Barão do Rio Branco.

(Repaginado em 30/11/2011)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Do Fundo do Baú!

Nesta foto dos anos 50, tirada do alto do Colégio Amapaense, vemos a lateral esquerda da antiga Escola Normal de Macapá, do lado que fica para a Rua General Rondon. A área escura da metade da imagem para baixo, era o espaço  hoje ocupado pelo Ginásio Paulo  Conrado.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...