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domingo, 3 de maio de 2020

Momento Família: Empresário Leopoldo Teixeira e filhos

Amigo Aluízio Teixeira, posta na Rede Social, uma lembrança com imenso valor sentimental e um significado muito especial. 
Aluízio conta ao Porta-Retrato, que essa foto, feita pela esposa Ana Lígia, num sábado de 1981, em Macapá, registra um memorável momento família,  dele, Aluízio, com o pai Leopoldo Teixeira e o irmão Carlos, que haviam saído da Automac (revenda de carros de carros e motos) para almoçar juntos na casa dele.
Leopoldo Teixeira, mais conhecido por "Teixeirinha" – pioneiro falecido em 1982 - foi um empresário do ex-Território do Amapá, sócio do Posto Guarany, na Leopoldo Machado, no local onde depois foi montada a Automoto. 
O irmão Carlos Teixeira,  faleceu em 2018.
Viúva, com idade avançada mas lúcida, Dona Graça Teixeira mora com o filho, Aluízio - autônomo no ramo de vendas - em Recife, capital de Pernambuco.
Fonte: Memorial Amapá (Facebook)

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Feliz Aniversário: Elizete Barbosa

A amiga ELIZETE BARBOSA, mãe da Ive e do Diogo, completou nessa terça-feira, 14 de abril, mais um ano de vida!
ELIZETE BARBOSA DE ALMEIDA, nossa contemporânea de Macapá, nasceu, numa segunda-feira, no ano de 1952 em Calçoene - um município brasileiro no estado do Amapá, Região Norte do país - filha de Coaracy Sobreira Barbosa e Ely de Morais Barbosa.
Em 1963, Elizete mudou-se para Macapá. Estudou o primário na Escola Paroquial Padre Dário, Escola Alexandre Vaz Tavares e Grupo Escolar Azevedo Costa. Cursou o ginasial na Escola Normal, antigo IETA, e o concluiu no Colégio Amapaense.
Aos 12 anos, iniciou na modalidade de natação com o memorável Capitão Euclides Rodrigues. Competiu em Belém do Pará, onde conquistou o campeonato de natação feminino, norte e nordeste. Teve como amigos e também competidores: Kátia Moro, Waldete Jucá e Anselmo Guedes, entre outros.
Em 1974, vai a Belém do Pará, cursar a Escola Superior de Educação Física, onde gradua-se.
Em 1976, volta a Macapá, no ano seguinte é admitida no quadro de professores do ainda território do Amapá. Foi professora de educação física no SESI, Escola Polivalente Tiradentes e Colégio Amapaense. Exerceu essa profissão durante 22 anos.
Elizete Barbosa, muito contribuiu com o desporto e com a formação de uma geração de saudáveis amapaenses, por meio da educação física.
Retirou-se da vida pública em 1998, com relevantes serviços prestados à educação do Amapá.
Atualmente, aposentada, reside em Natal no Rio Grande do Norte, mas nunca perdeu os laços afetivos com sua terra natal de coração, Macapá.
Um de seus maiores orgulhos foi poder contribuir para Educação e formação de muitos alunos, e que hoje, muitos deles são notáveis cidadãos amapaenses e, alguns fazem parte do Instituto Memorial Amapá.
ELIZETE BARBOSA, por esses feitos é justamente homenageada como uma Notável Edificadora do Amapá.
Biografia por Wank Do Carmo - historiador e colaborador do Instituto Memorial Amapá – devidamente adaptada para o blog Porta-Retrato, com a devida anuência do autor.
As fotos são do arquivo pessoal de Elizete.
Fonte: Facebook (Memorial Amapá)

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Foto Memória do Rádio Amapaense: Os 72 anos de CLAUDIO COUTINHO – 48 dedicados ao Rádio e à Cultura do Amapá

Há 72 anos, na quinta-feira - 1º de abril de 1948 – nascia CLÁUDIO COUTINHO DIAS, um dos maiores e melhores profissionais da radiofonia amapaense. Operador, produtor e editor de áudio, com relevantes serviços prestados ao Rádio e à Cultura da Amazônia.
Cláudio é macapaense, filho caçula de nove irmãos de Thomas de Souza Coutinho e Militina Coutinho Dias. Viveu sua infância e adolescência na Rua do Canal, como hoje é chamada a Av. Mendonça Júnior. Fez seus primeiros estudos no grupo Escolar Barão do Rio Branco e o ginasial no Ginásio de Macapá. Católico praticante, sempre frequentou a Paróquia de São José, onde foi batizado, catequizado, crismado e também coroinha (acólito). Como todo garoto de sua época, Cláudio jogou futebol e outras moralidades esportivas na Casa dos Padres e passou pelas fileiras do escotismo.
Mas foi na juventude que nasceu seu gosto pela música, e o desejo de ouvi-la e senti-la mais de perto. Era ouvinte assíduo da Rádio Difusora e outras emissoras do país e do mundo. Assim o rádio começa a entrar na sua vida de forma a seduzi-lo definitivamente na década de 1960, mas esse desejo somente começa a se materializar na primeira metade dos anos 1970, quando ele entrou pela primeira vez num estúdio de rádio, para realizar, juntamente com outros candidatos, testes para operador de áudio na Rádio Educadora São José de Macapá, emissora inaugurada em 1968, de propriedade da então Prelazia de Macapá.
Aprovado nos testes e admitido em 1972, Coutinho começou então sua carreira de operador de áudio, na Rádio Educadora, emissora em que viveu a “Época de Ouro” do Rádio Amapaense, sendo o personagem destacado naquele contexto, e desde o início de sua promissora carreira, destacou-se com afinco ao seu trabalho, investindo seus esforços para a melhor qualificação profissional com a convicção de que seu futuro estava no rádio.
Com o fim das atividades da RE, Coutinho mudou-se para Belém do Pará ainda em 1978 e um novo ciclo se iniciou em sua carreira. No rádio paraense teve oportunidade de passar pelas principais emissoras e enriquecer sua performance nos estúdios ao trabalhar ao lado dos melhores técnicos e locutores do Estado do Pará.
Em sua passagem pela capital paraense, Cláudio Coutinho atuou nos quadros da Rádio Guajará – pertencente ao Grupo NEO – Administração e Participações. 
No ano seguinte, passou a trabalhar na Rádio Liberal, pertencente às Organizações Rômulo Maiorana. 
Posteriormente trabalhou na Rádio Marajoara e como estagiário atuou nas Rádios Rauland FM e Cultura do Pará.
Após sua experiencia pelas emissoras belenenses Cláudio rumou com sua família para o município de Tucuruí, em 1981, para trabalhar na empresa paulista Camargo Corrêa. Para não fugir ao hábito, também atuou no rádio local  na Rádio Floresta FM. Em 1984, decidiu retornar à Macapá e iniciar uma nova fase  em sua carreira profissional e em sua vida, resgatando as paixões  que cultivava na infância, e na adolescência, passando a interagir de forma atuante, juntamente com sua família, nas manifestações culturais e folclóricas nos bairro do Laguinho e Perpétuo Socorro.
Depois que voltou à Macapá, Coutinho atuou em vários veículos de comunicação da capital amapaense como: Rádio Nacional AM e FM(RADIOBRÁS), Tv Amapá e Rádio Amapá FM (Rede Amazônica), Rádio Equatorial AM e FM (Sistema Z Publicidade do Amapá), Rádio Antena 1 102,9 (Sistema Beija-Flor).
Nessa nova etapa, transitando por diversos estúdios, e convivendo com grandes profissionais do rádio, Cláudio Coutinho consolidou seu nome no rol seleto dos grandes profissionais do Rádio amapaense, e pelo visto, essa história ainda vai durar bastante tempo.
Cláudio Coutinho, com seu jeito simples, fez grandes amizades com os comunicadores Ermínio Gurgel e Osmar Melo, que formavam a dupla “Pai Véio e Pai D’Égua”, apresentadores do programa “Alvorada Sertaneja” (na Rádio Nacional/Difusora). e José Ney Picanço e Silva (J.Ney), com quem trabalhou nos programas “Bom Dia Dia” e  “Sua Excelência o Domingo”.
Além dos companheiros de trabalho citados, Cláudio também aponta profissionais que marcaram sua carreira, na comunicação radiofônica como Moisés Tavares, Isaias Ramos (Bomba D’Água). Moacyr Banhos, Epaminondas Júnior, Edvar Mota, Joaquim Ramos, Waldemir Souza(Pirulito), Orivaldo Santos (Galinho), Roberto Nery, Joaquim Neto, Cristina Homobono, João Lázaro, Paulo Silva, Aníbal Sérgio, Lígia Mônica, Janete Carvalho, Célio Alício, Marcelo Nery, Manoel Ribeiro, Celso Rabelo, José Maria Coelho e muitos outros.Humkberero MoreiraHumberto
Apesar da idade avançada Claudio Coutinho continua prestando serviços como operador de áudio, em Macapá.
Fonte: Texto de Célio Alício, adaptado ao Blog Porta-Retrato a pedido do biografado.
Célio Alício Cardoso: Historiador, professor, radialista, comentarista esportivo, pesquisador e ativista cultural, poeta e compositor.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Reunião Política na casa do Prof. Lucimar Amoras Del Castillo

Outra relíquia histórica do arquivo de lembranças do economista Nestlerino dos Santos Valente, garimpado da Rede Social. Segundo ele, essa foto foi tirada pelo fotógrafo Marino Cruz, em reunião política, na casa do Prof. Lucimar, em 1982.
Da esquerda pra direita: Engenheiro Charles Clark Platon, Prof. Reinaldo Maurício Gouber Damasceno, Economista Nestlerino dos Santos Valente e Prof. Lucimar Amoras Del Castillo.

Fonte: Facebook

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Foto Memória da Política Amapaense: Eleição de Antônio Cordeiro Pontes como Deputado Federal pelo Amapá

Essa raridade histórica saiu do baú de lembranças do amigo Nestlerino dos Santos Valente, e graças à Rede Social, chegou até nós. Obrigado à professora Regina Valente, por nos ter brindado com esse presente memorável, sem dúvida!
Segundo a legenda, não se sabe quem foi o fotógrafo que eternizou essa imagem de quatro cidadãos, quando tiveram a confirmação de que o Prof. Antônio Cordeiro Pontes, estava eleito Deputado Federal, pelo antigo Território Federal do Amapá. Isso aconteceu na década de 70. Antônio Pontes foi o primeiro amapaense eleito Deputado Federal.
Da esquerda para direita: Economista Nestlerino Valente, Economista Walter Pacheco, Empresário Otaciano Pinto Pereira e Prof. Antônio Pontes.
Fonte: Facebook

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Foto Memória da Segurança Pública do Amapá: Inspetor MIGUEL BATISTA DE AMORIM

Hoje prestamos nossa homenagem póstuma ao pioneiro  MIGUEL BATISTA DE AMORIM.
Inspetor Miguel Amorim nasceu no município de Óbidos-PA, no dia 19 de junho de 1922. Filho de Cândido Ribeiro de Amorim e de D. Ana Batista Amorim. Estudou o primário no Colégio São Francisco em Óbidos. Trabalhou com seu tio na oficina de alfaiate, onde aprendeu a profissão. Serviu ao Exército Brasileiro e deu baixa em 1943. Transferiu-se para Macapá, em 17 de março de 1944, admitido na Guarda Territorial no dia 20 de setembro de 1944 na função de guarda territorial, onde recebeu diversas promoções, chegando ao cargo de inspetor em 26.9.1966. Miguel Amorim assumiu várias cargos entre os quais o de comissário de Polícia de Lourenço, em 27 de maio de 1952, num momento difícil em que centenas de garimpeiros, de diversas cidades e lugares chegavam para explorar o ouro, obrigando o comissário a fazer valer sua moral e coragem para dominar as brigas, as desavenças e prender criminosos e ladrões sem sofrer represálias. Seu prestígio cresceu na comunidade, merecendo a nomeação para delegado de Polícia de Calçoene em 21.4.1959; delegado de Polícia de Amapá em 26.6.1961; comissário de Polícia de Mazagão em 25.6.1964; delegado de Polícia de Amapá 22.5.1965; comissário de Polícia de Fazendinha em 24.5.1967; comissário de Polícia do Buritizal em 29.1.76; Chefe da Superintendência dos Serviços Policiais em 15.2.76; Encarregado de apurar os fatos em processo administrativo em 7.7.1977; transferido para a Delegacia da vila de Laranjal do Jari em 7.6.1979; designado delegado de Polícia de Mazagão 21.1.80.
Miguel Batista de Amorim casou-se com D. Ozelinda Lina Amorim com quem teve os filhos: Newton, Neide, Arlindo, Heraldo, Orivaldo, Ana Regina e Edinete.
Filiou-se à Associação dos Aposentados e Pensionistas do Amapá destacando-se no cargo de membro efetivo do Conselho Fiscal.
Faleceu de repente, em 1996, deixando tristes e abalados os seus familiares e amigos, merecendo do Vereador Manoel Bezerra a apresentação do Projeto de Lei dando o nome de inspetor Miguel Amorim a uma das ruas da cidade, de Macapá.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá. Vol. III. de Coaracy S. Barbosa. Março 2002 – Edição digital (não impressa)
Foto: Arquivo pessoal

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Foto Memória da Mineração Amapaense: Laboratorista Hipólito Tomaz Vieira e família

Hoje publicamos em nosso blog uma foto compartilhada na Rede social pelo internauta Hilton Vieira, com data estimada de 1957/58.
Nela aparecem o Sr. Hipólito Tomaz Vieira (ex-funcionário da ICOMI), o Hilton ao seu lado, com as irmãs Maria Das Graças Vieira Martins, Bal Vieira, Inácia Maria Vieira, todas muito novas tendo à direita a mãe deles dona Hilda Carvalho Vieira.
O cearense Hipólito Tomaz Vieira, nasceu no dia 3 de novembro de 1916 em Sobral-CE. Ainda muito cedo deixou sua terra natal, o vilarejo denominado Sítio Norte, na Serra de Muruóca.
Andou por diversos Estados e desenvolveu uma série de ocupações que o levaram de simples mascate a comerciante estabelecido.
Em 1950, casou-se com Dona Hilda Carvalho Vieira, no Estado do Piauí. Desse enlace nasceram os seguintes filhos: Inácia Maria Vieira, Hilton José Carvalho Vieira, Maria das Graças Carvalho Vieira, Herivalda Carvalho  Vieira, Hipólito Haroldo Carvalho Vieira, Dario César Carvalho Vieira, Helda Cristina Carvalho Vieira  e Wellington Vieira.
Após o nascimento de sua filha Inácia Maria, Hipólito sentiu aumentar suas responsabilidades e a necessidade de garantir o futuro da família que começava a crescer.
Sabedor de que no Amapá uma grande empresa de mineração precisava de empregados, Hipólito não pensou duas vezes, vendeu tudo, arrumou as malas e partiu com os seus para Macapá, no ano de 1952. Data daí seu ingresso na ICOMI, como Auxiliar do então Departamento Médico. Ele recebeu a chapa nº 0685.
Inicialmente atuou como enfermeiro em apoio ao pessoal que trabalhava na construção da Estrada de Ferro do Amapá, num ambiente precário no que diz respeito à saúde dos trabalhadores, mormente pelo acometimento da famigerada malária.
Posteriormente se estabeleceu na Vila Terezinha atuando no Posto de Saúde da localidade, até a conclusão da Vila de Serra do Navio, em 1959.
Não demorou muito passou a Praticante de Enfermeiro, função pela qual demonstrou grande interesse e zelo.
Com a ampliação dos serviços assistenciais médico-hospitalares, o antigo Departamento foi transformado em Divisão de Saúde, e Hipólito por sua dedicação ao trabalho e pela confiança de que sempre se fizera merecedor, foi promovido a Atendente de Enfermagem, posto em que permaneceu até o fim de 1961.
Em 1962 – por méritos e por possuir o curso ginasial completo, (muito valorizado na época) - foi-lhe proporcionado fazer o curso de laboratório em análises clínicas em Belém do Pará, por um período de 6 meses, findo o qual Hipólito obteve menção honrosa e o direito de ingressar no quadro de funcionários especializados, como Laboratorista, fato que se concretizou em 12 de dezembro do mesmo ano.
Seu Hipólito trabalhou em Serra do Navio até 1965, sendo transferido para Santana, porque Inácia, sua filha mais velha, precisava fazer o curso ginasial e na  Serra não havia essa condição.
Trabalhou em Santana até dezembro de 1973, e por iniciativa própria pediu desligamento da Empresa, retornando com a família para Terezinha. Infelizmente lá chegando, encontrou uma realidade completamente diferente daquela que tinha se habituado a viver e resolveu voltar para Santana.
Procurou antigos colegas de trabalho na intenção de reaver o seu antigo emprego, mas, por uma política interna da Mineradora, não foi possível sua readmissão, pois a Empresa já havia promovido um outro auxiliar para o seu lugar.
Entretanto, os amigos se movimentaram e conseguiram uma colocação para ele numa empresa açucareira ligada ao Grupo CAEMI que estava sendo implantada no Amapá. Um projeto arrojado,  com grandes investimentos localizado no município de Porto Grande .
Contratado foi enviado para Alagoas, para fazer um curso de laboratório pelo período de uns 4/5 meses.
Infelizmente esse projeto surpreendente foi abortado e mais uma vez, fez prevalecer o seu bom conceito e consideração que todos nutriam por ele. Foi contratado pela empresa que assumiu o novo projeto,  a AMCEL, e nela trabalhou até se aposentar e ir residir em Fortaleza-CE, onde faleceu e foi sepultado em 03 de março de 1993.
Dois raros momentos reunidos com a família foram registrados em duas fotos que ilustram esta postagem.
Fontes: Revista ICOMI notícias, com atualizações e informações complementares de Hilton Vieira, filho do biografado.
Agradecemos o imprescindível apoio do amigo editor da página ICOMI - Portal do Altamir Guiomar, no Facebook.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Niná Nakanishi e as Irmãs Barreto

Nossa Foto Memória de hoje, é um raro registro das irmãs Barreto (Olinda, Carlinda e Lindalva), entre elas a artista plástica amapaense Niná Barreto Nakanishi, filhas do casal Luiz Gomes Barreto e Evença Gomes Barreto, entre outros.
O encontro aconteceu no interior da residência de Niná. 
A partir da esquerda vemos Niná (de sapatos brancos); ao lado dela duas senhoras não identificadas; em frente às três, vemos  a Sra. Olinda apresentando uma peça de arte, observada por Carlinda (de roupa clara) que mal aparece ao seu lado; atrás dela à direita da foto está Dona Dedith Barbosa Santana (mãe do professor Guilherme Jarbas Santana) seguida da Sra. Lindalva (com bolsa preta).
Apenas as irmãs Lindalva e Odete Barreto são vivas.
Dona Lindalva (viúva de Cláudio Souza Pinto) mora em Macapá.
Odete Barreto (que não aparece na foto), viúva, que foi professora de Niná, atualmente  reside em Manaus.
Niná Nakanishi faleceu em Macapá, em 20 de setembro de 2003.
Dona Dedith, (amiga da família Barreto), faleceu em 17 de março de 2014.
Fonte: Getúlio Barreto (fotógrafo)

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: O amapaense Alberto Alcolumbre

(*) Por Walter Jr do Carmo
O Aeroporto Internacional de Macapá recebeu o nome de um comerciante filho de pioneiros de Macapá.
Alberto Alcolumbre, era amapaense, descendente de judeus.
Teve como avós Salomão Peres e Syme Gabbay, oriundos de Tanger, cidade e porto do Marrocos, no Estreito de Gibraltar. Eles vieram para o Brasil junto com tantas outras famílias de várias origens nos meados de 1870 a 1910, motivados pela exploração da borracha que na época vivia um período de grande prosperidade. Vieram para Belém e de lá para o Amapá.
Salomão Peres iniciou sua vida no Amapá como carroceiro e por não ser alfabetizado, porém, ter grande força de vontade, aonde ia levava uma cartilha e uma tabuada. Muitas vezes tirava suas dúvidas com os transeuntes no caminho.
Com tanta perseverança consegue enveredar pelo caminho empresarial montando um armazém de secos e molhados, numa localidade chamada Padre Inácio.
Isaac e Syme tiveram nove filhos, entre eles: Alegria Gabbay Peres, nascida em 03 de janeiro de 1916. Era a sexta filha do casal. Posteriormente viria se chamar Alegria Peres Alcolumbre.
Em 1940 desembarcou em Macapá o jovem Isaac Menahem Alcolumbre, também judeu, filho de Alberto e Sarah Alcolumbre, vindo de Belém, depois de ter residido, em 1939, em Porto Velho, onde atuava no Serviço de Saúde Pública-SESP, como mata mosquito, na luta pela erradicação da malária. 
Isaac foi para Macapá para contrair núpcias com a jovem Alegria Gabbay Peres. O casamento foi realizado no Fórum da Comarca, que funcionava no prédio da Intendência Municipal, na época.
Após o casamento, as atividades comerciais que estavam com Dona Alegria passaram a ter como sócio Isaac Alcolumbre exercendo função de gerente.
Comunicativo e trabalhador, Isaac ganhou a amizade do povo amapaense. Foi o primeiro comerciante da cidade a sair do simples sistema de troca, comprando géneros inclusive ouro, prosperando com a criação do Território do Amapá, onde passou a ser conhecido como o Rei do ouro. Dona Alegria sempre companheira e trabalhadora, assumiu a gerência da loja na ausência do marido. Em 1946 a sociedade com Syme se desfez.
Isaac e Alegria tiveram onze filhos, entre eles Alberto Alcolumbre, o segundo filho e o primeiro descendente homem da família.
Seus outros irmãos são: Sarah, Ana, Salomão, Menahen, Nissim, José, Syme, Julia, Sonia e Pierre.
Alberto Alcolumbre – nascido em 19 de abril de 1943 - cresceu dentro do comercio, mas se formou em Contabilidade na Escola Técnica do Comercio do Amapá - ETCA. Foi para Porto Velho, onde trabalhou na Empresa Shell Billiton do Brasil. Com a morte do seu pai, em 11 de julho de 1971, Alberto volta para Macapá para assumir o comercio da família, junto com a sua mãe Alegria.
Alberto, com inteligência, espírito empreendedor e grande poder de comunicação, logo se destacou no mercado e pôde dar força a seus irmãos que ainda dependiam da mãe, dona Alegria, ou que estavam na luta pelo mercado de trabalho.
Homenageado Alberto Alcolumbre, faleceu em Macapá dia 11 de setembro de 2002, aos 60 anos, e está sepultado no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.
Busto de Alberto Alcolumbre - Aeroporto de Macapá - Foto: Memorial Amapá
Seu busto tem lugar de destaque no hall do novo Aeroporto de Macapá.
(*)Jornalista/publicitário, fundador e primeiro presidente do Memorial Amapá - Instituto de Pesquisa e Ação pela História da Cultura do Amapá.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Cinco Pioneiros de Macapá

A amiga Alessandra Del Castillo compartilhou conosco uma foto do álbum de lembranças do pai dela, professor Lucimar Amoras Del Castillo.
O registro raro foi feito no tempo do antigo Território do Amapá, é nossa Foto Memória de hoje.
Nas imagens a partir da esquerda estão pioneiros de Macapá: Professor Lucimar, o empresário Jarbas Ferreira Gato; Dona Icília Gomes Barbosa (esposa do Dr. Barbosa); professor Raimundo Azevedo Costa e o médico Mário de Medeiros Barbosa.
Lucimar Del Castillo foi professor de matemática, administrador e político do Amapá; Jarbas Gato foi empresário, desportista e  presidente da Câmara de Vereadores de Macapá; Azevedo Costa, professor, político e primeiro prefeito eleito de Macapá; Dr. Barbosa, médico, administrador, ocupou diversos cargos importantes no Amapá, inclusive respondeu pelo governo do Amapá em setembro e outubro de 1961.
Prefeito Azevedo Costa, aposentado, mora em Macapá. Os demais pioneiros já são falecidos.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Exposição de Esculturas da artista plástica Niná Nakanishi

Nossa Foto Memória de hoje, é um raro registro do final dos anos 60 e início dos anos 70, da solenidade de abertura de uma Exposição de Peças de Escultura, habilmente confeccionadas pela artista plástica amapaense, Niná Nakanishi.
Nas imagens vê-se o professor Antônio Munhoz Lopes (terno escuro), lendo seu discurso, observado de perto por autoridades, convidados, populares e amigos.
À sua frente estão o General Ivanhoé Gonçalves Martins e o Secretário Geral Adálvaro Alves Cavalcante (ambos de branco); ao lado as senhoras, do Coronel Adálvaro e junto dela, Dona Irene Martins (de óculos e blusa, escuros), esposa do General Ivanhoé. A sra. alta, à direita, é Dona Aurora, esposa do Sr. Antônio Pires da Costa, pioneiro do Amapá.
Com exceção da esposa do Coronel Adálvaro, (que não temos informações), as demais pessoas citadas no post,  são falecidas.
Fonte: Fotógrafo Getúlio Barreto

domingo, 8 de dezembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Antigo Casarão da Senhora Sofia Mendes Coutinho

O casarão do casal João de Azevedo Coutinho e Sofia Mendes Coutinho, edificado na esquina da Avenida General Maximiano Antunes Gurjão e a Rua São José era o prédio particular mais bonito da velha cidade de Macapá.
Seus proprietários integravam famílias tradicionalíssimas e de elevado conceito. João de Azevedo Coutinho descendia do clã liderado pelo Coronel Matheus de Azevedo Coutinho e dona Sofia provinha do tronco familiar cuja figura maior era o Coronel Manuel Theodoro Mendes, cidadão que comandou a guarnição da Fortaleza São José, foi um dos mais destacados Intendentes do município paraense de Macapá e destacou-se como pecuarista na região do Rio Macacoary.
O casarão foi demolido no final do ano de 1970, desapropriado pelo governo do Território Federal do Amapá para permitir a modernização urbanística do centro de Macapá. O terreno se estendia desde a Rua São José até a antiga Rua dos Inocentes, atual Passagem Rio Branco, que liga a Rua General Gurjão ao propalado Largo do Formigueiro. Era mais comprido do que largo.
De frente para o velho Largo da Matriz, à margem da Rua São José, tinha à sua esquerda uma área anexa ao Senado da Câmara, que abrigou por pouco tempo a sede do Panair Esporte Clube, mas atualmente pertence à Telefônica OI.
O majestoso imóvel, edificado em taipa de pilão, possuía cômodos amplos, um deles alugado à Prefeitura Municipal para acomodar a Escola Primária da cidade de Macapá. Em meados da década de 1950, o citado ambiente passou a abrigar a Secretaria do Colégio Amapaense, cujo prédio ainda estava em construção. Esta ampla sala ficava à esquerda da entrada do casarão, tinha instalações sanitárias e acesso para a Avenida General Gurjão. No lado direito de quem ingressava na “Casa da Tia Sofia” ficavam os quartos, copa, cozinha, dispensa para gêneros alimentícios, depósito para lenha e carvão, forno e galinheiro.
O vasto quintal tinha inúmeras árvores frutíferas, plantas medicinais e decorativas, além de um poço com sarilho. Havia um portão existente no cercado paralelo à Rua General Gurjão, posicionado de frente para a casa dos pais do historiador Nilson Montoril.  Dona Sofia costumava ficar sentada na sacada do seu quarto observando tudo que acontecia na área que hoje abriga o Teatro das Bacabeiras, onde havia um campo de futebol.
Ali, os garotos da época, passavam a tarde jogando bola, empinando papagaio e disputando peteca.
Uma das especializações de Dona Sofia era preparar um delicioso licor de jenipapo.
A cerca do terreno era de hastes de acapu, madeira super-resistente, que ainda estava bem conservada quando ocorreu a desapropriação da área.
Ao longo dela, pelo lado externo, havia melões de São Caetano e muito gengibre. Os vizinhos que participavam das festas do Marabaixo colhiam à vontade para o preparo da gengibirra. No terreno da propriedade havia árvores de goiabas, mamões e cajus.
Dona Sofia e Seu João Coutinho geraram três excelentes criaturas: Raimunda Mendes Coutinho, a Professora Guita; José Mendes Coutinho e Palmira Mendes Coutinho. Dos seus familiares, apenas o neto Círio de Nazaré Menezes Coutinho recebeu da avó a autorização para construir sua residência na nobre área, onde sua viúva ainda mora. No restante do espaço há um prédio das Lojas Kennedy e da Telefônica OI."
(Texto original do historiador Nilson Montoril, sob o título: Recordações da minha infância – o casarão de Sofia Mendes, publicado em 06/08/2016, no jornal “Diário do Amapá”)

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Secretárias Executivas do Amapá, no Congresso, em Curitiba-PR

Em setembro de 1981, Secretárias Executivas de Macapá, representaram o então Território Federal do Amapá, em um Congresso da categoria,  realizado na cidade de Curitiba-PR.
Eloísa Cavalcante, uma das participantes do encontro, enviou ao Porta-Retrato o registro do conclave, que é nossa Foto Memória, hoje.
Da esq. para direita estão nas imagens: Marília Cavalcante, Sônia Amaral, Eloísa Lopes, Eliana Vales, Vera, Edinete Moraes, Iraneudes, Ana Laura e Oneide Batista.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Foto Memória da Beleza Amapaense: Amapá pela primeira vez no Miss Brasil

O primeiro certame de beleza feminina no Amapá foi realizado em 1958.
A candidata vencedora foi a paraense ILMA DA SILVA DIAS, primeira representante do então Território Federal do Amapá, na 5ª Edição do Concurso Miss Brasil, realizada em 19 de junho de 1958 no Ginásio do Maracanãzinho no Rio de Janeiro.  







ILMA DIAS, enteada do Sr. Carlos Morei Canalejas, irmã do Zamba, ex-atleta de basquete e do prof. de educação física e atleta, Ernesto Sebastião Dias Neto(em memória).
Ilma venceu concorrendo com quatro candidatas. O desfile aconteceu no Salão de Recreios da Piscina Territorial coordenado pela Federação de Esportes Aquáticos. Ela representou a Escola Técnica de Comércio do Amapá-ETCA. Promoção do Governo Territorial em homenagem a Janary Nunes, que aniversariava(1º de junho). Sua viagem para o Rio de Janeiro ocorreu dia 15 de junho de 1958 em avião do Loide Aéreo Nacional.
A informação foi repassada ao blog pelo historiador Nilson Montoril.






A Sra. Ilma da Silva Dias, aposentada, com idade avançada (77 anos) mas, bastante lúcida, reside em Recife, capital do Estado de Pernambuco.



MISS BRASIL - A vencedora do Miss Brasil 1958, foi Adalgisa Colombo, Representante do Rio de Janeiro (antigo Estado da Guanabara).
O concurso foi transmitido pela TV Tupi.


Fotos (carro e mesa) gentilmente cedidas por Eloísa Cavalcante.
Fotos menores: arquivo do Porta-Retrato.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Foto Memória, compartilhada pelo amigo Edson Santos (Pratinha), relembrar um dos nossos bons momentos, da gloriosa equipe do Santana Esporte Clube se apresentando no Estádio Antônio Baena, em Belém, para enfrentar o Clube do Remo. Liderando a entrada, o saudoso Sabá (Sebastião Pereira da Silva), seguido do Breca(José Ferreira Bastos Monteiro), Haroldo e demais atletas entre eles o próprio Pratinha.
Fonte: Facebook

domingo, 24 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá

Esse simpático senhor, todo de branco, que aparece nas imagens de nossa Foto Memória de hoje, é o pioneiro Nelson Medeiros, destacado funcionário das Casas Pernambucanas que vendia tecidos e roupas na cidade, na época do ex-Território do Amapá.
A referida loja ficava situada na Avenida Presidente Vargas, entre as Ruas São José e Cândido Mendes de Almeida, Praça Veiga Cabral.
Nesse clique histórico Seu Medeiros aparece ao lado de Jurandir Benigno, um dos filhos do Sr. Adaucto Benigno Cavalcante, primeiro gerente da filial de Macapá.
Mais uma colaboração da amiga Eloisa Elena, diretamente do álbum de Lembranças da família Cavalcante.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...