Mostrando postagens com marcador fotogrfafias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fotogrfafias. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de novembro de 2019

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá

Esse simpático senhor, todo de branco, que aparece nas imagens de nossa Foto Memória de hoje, é o pioneiro Nelson Medeiros, destacado funcionário das Casas Pernambucanas que vendia tecidos e roupas na cidade, na época do ex-Território do Amapá.
A referida loja ficava situada na Avenida Presidente Vargas, entre as Ruas São José e Cândido Mendes de Almeida, Praça Veiga Cabral.
Nesse clique histórico Seu Medeiros aparece ao lado de Jurandir Benigno, um dos filhos do Sr. Adaucto Benigno Cavalcante, primeiro gerente da filial de Macapá.
Mais uma colaboração da amiga Eloisa Elena, diretamente do álbum de Lembranças da família Cavalcante.

sábado, 24 de agosto de 2019

Foto Memória da Educação do Amapá: Jogos Estudantis do Amapá - Atletas do Ano

Navegando pela internet na manhã deste sábado (23/8/2019), encontrei um recorte escaneado do Jornal Novo Amapá nº 1702 de 20 de setembro de 1973 - publicado há quatro anos, em maio de 2015, pelo amigo Sebastião Ataíde - mostrando dois destaques dos jogos estudantis do Amapá, que ganharam os títulos de atletas do ano. Ela é Janete Picanço Chaves, do Instituto de Educação (filha do saudoso José Maria Chaves), e ele o Manoel Sardinha, do Ginásio Augusto Antunes, de Santana. Um bom exercício de memória!
Fonte: Sabá Ataíde ( Facebook )

sábado, 17 de agosto de 2019

Foto Memória da Mineração Amapaense: Janary Nunes mostra manganês do Amapá ao Pres. Getúlio Vargas

Nesse memorável registro fotográfico, datado de 1951,  que hoje pertence ao Acervo Histórico do Amapá...
...vemos Janary Gentil Nunes, primeiro governador do estado, em audiência  com Getúlio Vargas no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, mostrando ao presidente do Brasil, pedra de minério de manganês, recolhida no início dos anos 40. Esse gesto simbólico, seria o pontapé inicial à exploração mineral no antigo Território Federal, com o advento da ICOMI.
Resumo histórico - A primeira constatação da presença de manganês no Amapá foi levantada pelo engenheiro Josalfredo Borges, a serviço do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em local indefinido às margens do rio Amapari. Com a criação do território federal, em 1943, a pesquisa despertou o interesse do interventor, o capitão Janary Gentil Nunes. Para o militar, a mineração seria a base da economia e do desenvolvimento do território, ao invés da pesca e dos produtos tradicionais de extração, como a borracha ou a castanha. Em 1945, ele ofereceu um prêmio em dinheiro para quem fornecesse informações que levassem à identificação de depósitos de minério de ferro. Um comerciante ribeirinho chamado Mário Cruz levou pessoalmente a Janary Nunes algumas pedras escuras e pesadas, que usara como lastro para seu barco, em busca da recompensa prometida. O material foi analisado na sede do DNPM no Rio de Janeiro, pelo engenheiro Glycon de Paiva, que constatou tratar-se de manganês de teor elevado.
O próprio Glycon foi à Serra do Navio analisar os depósitos e concluiu haver grande viabilidade comercial, mas recomendou que a exploração fosse feita por uma concessão única, que assim teria mais competitividade no mercado internacional. O interventor aceitou a recomendação de Paiva e convenceu o então presidente Eurico Gaspar Dutra (que governou o  Brasil, de 1946 a 1951), a criar, por meio do decreto-lei 9.858/46, uma área de reserva nacional englobando todo o depósito de manganês e conferindo ao território a competência para prospectar e explorar, por meio de concessão. Empresas nacionais e estrangeiras foram convidadas a visitar a região e a apresentarem suas candidaturas à exploração da área. Três empresas responderam ao convite: a Companhia Meridional de Mineração (subsidiária brasileira da United States Steel), a Hanna Coal & Ore Corporation, e a Sociedade Brasileira de Indústria e Comércio de Minérios de Ferro e Manganês (ICOMI). A brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida pelos nacionalistas brasileiros e venceu a concorrência contra as gigantes estadunidenses. Mas depois de ganhar a concorrência, a necessidade de capital para realizar a prospecção fez a ICOMI associar-se a outra grande companhia estadunidense, a Bethlehem Steel, maior consumidora mundial de manganês. O contrato previa que a ICOMI teria de investir no Amapá pelo menos 20% de seu lucro líquido. Ainda assim, sofreu severas críticas de nacionalistas brasileiros, que faziam objeção à participação de uma firma estrangeira no negócio, do financiamento estrangeiro e do caráter exportador da atividade. O contrato assinado em 1947 previa ainda um perímetro máximo de 2.500 hectares, o equivalente a 0,17% do território do Amapá, e o pagamento de 4 a 5% das receitas totais na forma de royalties ao governo do território.
Além da área de exploração, foi concedida à empresa uma área adicional de 2.300 hectares para a construção de instalações industriais e estações ferroviárias, além de uma vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio e à vila dos trabalhadores do porto e da ferrovia, que começaram a ser construídas em janeiro de 1957 e ficaram prontas em 1959. Cada vila tinha 330 casas, alojamentos coletivos para solteiros, temporários e visitantes, e prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. A Vila de Serra do Navio foi dotada de ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI. No entanto, a reserva esgotou antes do tempo previsto e a empresa deixou o local. Com a saída definitiva da ICOMI e após a instalação do município, a sede passou a ser administrada pela prefeitura, e a administração da cidade tornou-se mais eficiente. (Wikipédia)

domingo, 11 de agosto de 2019

Foto Memória de Macapá: Reunião de pioneiros do Amapá

Nossa Foto Memória de hoje, foi enviada ao blog, com algumas outras, pelas filhas da saudosa professora Ernestina Neves Sozinho, bem antes do falecimento dela. Em Macapá, morávamos em uma edificação em alvenaria, geminada, situada na Av. Presidente Vargas, no centro da cidade. A família Sozinho, morava ao lado.
Não conseguimos a data, local, nem maiores detalhes sobre essa reunião de pioneiros do Amapá.
Podemos identificar nas imagens a maioria dos presentes à mesa: a partir da esquerda, o 2º é o Jacy Siqueira, servidor da Câmara municipal; o 3º sr Wilson Sena; seguido do sr. Israel Sozinho; tendo ao seu lado o advogado e professor Rui Apolônio; seguido do sr. Raul Clemente Calins, professor, contabilista, desportista e ex-servidor do TFA; depois dele o farmacêutico Rubim Aronovith e, por último, o chefe escoteiro Clodoaldo Nascimento.
Quem souber o nome do que falta pode nos ajudar na identificão.
Fonte: Família Sozinho
(Última atualização em 14/08/2019)

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Memória da Mineração Amapaense: O símbolo visual da ICOMI

O símbolo visual usado pela ICOMI, teve como autor, Aloísio Barbosa Magalhães, pintor, designer, gravador, cenógrafo, figurinista, considerado um dos pioneiros do design gráfico brasileiro.
O símbolo da mineradora baseou-se numa figura octogonal, contendo em seu interior, a letra I.
Imagem: Reprodução / Icomi-Notícias
A letra identificou-se com uma expressão de siderúrgica: o perfil de trilho.
Esse símbolo identificava a ICOMI em todas as visualizações exteriores da empresa. Podia ser visto em todos os veículos, placas indicativas de toda espécie e papéis em geral.
O autor concorreu, para concepção de sua obra, com outros quatro artistas, escolhidos entre os profissionais dedicados à técnica de comunicação visual. Eram eles: Goebel Wayne e Aloísio Magalhães, do Rio de Janeiro; Alexandre Woliner, Ludovico Martino e Rubem Martins, de São Paulo.
Todos os concorrentes receberam uma remuneração pelos trabalhos apresentados e o escolhido ganhou um prêmio. Fonte: Revista “Icomi-Notícias”
AUTOR - O pernambucano Aloísio Sérgio Barbosa de Magalhães é considerado pioneiro na introdução do design moderno no Brasil, tendo ajudado a fundar a primeira escola superior de design no país, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro (ESDI).
Foto: Reprodução Web
Além de designer, foi advogado, artista plástico e secretário de cultura do Ministério da Educação e da Cultura (MEC). Foi diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e esteve sempre ligado a questões próprias da cultura brasileira. Ao lado dos colaboradores Roberto Lanari, Joaquim Redig e Rafael Rodrigues, projetou a identidade visual da Petrobras. Criou, também, a marca do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em 1965, foi responsável pela criação da primeira marca da TV Globo, uma estrela de quatro pontas. Foi responsável pelo projeto gráfico das notas do cruzeiro novo (moeda adotada no país a partir de 1966). Foi também membro fundador d'O Gráfico Amador, uma private press que, através de suas experiências tipográficas, teve influência significativa sobre o moderno design gráfico brasileiro.
No total, Aloísio desenvolveu aproximadamente 179 marcas.
Imagem web
Aloísio faleceu em Pádua, Itália em 1982, aos 54 anos, quando tomava posse como presidente da Reunião de Ministros da Cultura dos Países Latinos. (Wikipédia)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...