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sábado, 9 de novembro de 2024

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE > CRAQUES DO AMAPÁ CLUBE

Uma lembrança do jogador Boró, do Amapá Clube, de 1964, é reproduzida no blog Porta-Retrato-Macapá, juntamente com os seus companheiros Membeca, Suzete, Armando Pontes e Mucuim (Estácio Vidal Picanço). Ele está no meio. Era o treinador da equipe.

João Pignataro, mais conhecido como Boró, jogou pelo Amapá Clube nos anos 40 (nos campos da Matriz, hoje Praça Veiga Cabral) e 50. Ele era apaixonado pelo "Alvinegro da Presidente Vargas".

Fonte: Franselmo George

sábado, 21 de maio de 2022

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE: TIME DO AMAPÁ CLUBE

Esta FOTO MEMÓRIA compartilhada por Franselmo George, mostra o time do Amapá Clube, vencedor do Campeonato Amapaense de 1979.

O Amapá é o mais antigo clube de futebol do Amapá.

Nas imagens a partir da esquerda estão, em pé: Baraquinha, Rafael, Alemão, Tupã, Erasmo e Dias.

Agachados: Gervásio, Lavico, Zeca Melo, Marcelino e Piraca.

Foto: Franselmo George

Fonte: Facebook

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Foto Memória de Macapá: Pioneiros de Macapá


Trazemos para o Porta-Retrato foto compartilhada pelo amigo Luiz Pessoa, com imagens de um evento social e esportivo, no início dos anos 1950, realizado na sede do Amapá Clube, em que se reúnem vários pioneiros do então Território do Amapá.
Identificamos agachados a partir da esquerda: Sr. Olivar Craveiro, Tenente Pessoa (e esposa);  radialistas Agostinho Souza e Manuel Raimundo  Veras (irmão do Sr. Ivaldo Veras); o de bigodinho parece o Dr. Edmundo de Souza Moura (a confirmar); ao lado dele o Capitão Euclides Rodrigues (e esposa).
Os demais não conseguimos identificar.

domingo, 15 de dezembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Joaquim Neto, Antúzio e Gervásio Oliveira no Estádio Glycério Marques

Com essa Foto Memória de hoje, publicada na Rede Social pelo amigo João Silva, presto justa homenagem à memória de meu vizinho de Macapá, Joaquim Neto, grande repórter esportivo do rádio amapaense.
O registro é de um clássico noturno no Estádio Municipal Glycério Marques, em Macapá, finalzinho da década de 70 entre  Ypiranga x Amapá Clube.
Nas imagens, dois irmãos da família Oliveira: o grande centroavante da Zebra da Presidente Vargas Antúzio, e Gervásio, eficiente zagueiro do Ypiranga Clube, dão entrevista ao repórter da Rádio Educadora, Joaquim Neto, de saudosa memória.
Fonte: Facebook

sábado, 8 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: O ex-zagueiro “Passarinho” – 93 anos de vida

Trazemos hoje, no Porta-Retrato, a história de um grande atleta do passado: o ex-zagueiro Francisco Lopes Filho, mais conhecido como "Passarinho".
Ele conversou com o desportista Franselmo George e seu depoimento está publicado na edição nº 638, do Jornal “Tribuna Amapaense”, que serviu de fonte para a nossa matéria.
Francisco Lopes Filho nasceu em 26 de janeiro de 1925, em Cametá, no Estado do Pará. 
Os pais dele, Francisco Cardoso Pereira e Baselina Lopes Ferreira, eram agricultores na cidade.
"Passarinho" chegou à capital amapaense, em 1945 a bordo do "Rebocador Araguari", na companhia de dois amigos: Diquinho, conhecido como "Careca" e José Casado. Na chegada foi recebido pelos dirigentes do Amapá Clube, que o mandaram buscar em Cametá: Francisco Serrano (farmacêutico), Meton Jucá, Zoilo Pereira, Dr. Lobato (médico) e o Tenente Charone, subcomandante da Guarda Territorial na época.
Em Macapá Passarinho foi trabalhar como policial, na Guarda Territorial. Ele tinha a profissão de alfaiate. No Amapá estavam sendo implantadas as estruturas da nova unidade federativa do Brasil e precisavam de operários.
O Tenente Charone o convidou para trabalhar como alfaiate da Guarda. Trabalhou com o Herundino do Espírito Santo, pai dos craques: Haroldo Santos, Marco Antônio, Bira, Assis e Aldo. Passarinho fez parte do esquadrão do Amapá Clube.
Conquistou três títulos pelo "Alvinegro da Presidente Vargas", título de bicampeão amapaense, 1950 e 1951, ao lado de: Aristeu, 91(Expedito Cunha Ferro), Turíbio Guimaráes, Marituba, Wilson Sena, Genésio, Cabral, Luiz Melo, Azamor, Zé Maria Chaves, Adãozinho, Boró, Jackson Alencar, Raimundo Bode, Cabeça, Aracatizinho, Aracati, Sérgio, Adão, Major, 16 e Luiz Melo. O Terceiro título de Passarinho pelo Alvinegro foi em 1953, final contra a equipe do São José, placar de 3 X 3, campeão invicto, ao lado de: Zé Maria, Justo, Luiz Melo, Guilherme, Roxinho, Birro, Azamor, Pinheirense, Aracati e Sérgio. No Amapá Clube também atuou ao lado dos goleiros Pólvora, Darci e Mucuin, Diquinho, Felipe, Dico, Ceará, Lacinho, Taumaturgo, Raminho, Julinho, Jarbas Gato, Olivar, Tiragosto, Passarinho II, Façanha, Malagueta e Piturisco.
Passarinho fez parte da Seleção Amapaense de 1950, jogo contra o forte Esquadrão do C. R. Flamengo, equipe de melhor expressão do futebol nacional, primeiro clube de futebol de fora a jogar no recém-inaugurado Glycério Marques, na época denominado "Estádio Municipal", o treinador da equipe carioca era Gentil Cardoso.
O público que compareceu na terça-feira 28 de março as 16:30 horas, assistiu a um satisfatório espetáculo futebolístico. A equipe amapaense não se apresentou bem na "peleja", placar de 9 X 2 para os rubro-negros. O gramado estava impraticável, devido a torrencial chuva que desabou sobre a capital amapaense antes do jogo. O adversário também possuía elementos de alto valor técnico, que se destacaram na partida como: Newton, Bria, Beto, Aloísio, Gringo e Esquerdinha. Pela Seleção do Amapá o goleiro Lavareda foi o que mais se destacou, apesar de ter jogado doente, fazendo jogadas incríveis. Os donos da casa saíram na frente. Aos 10 minutos de jogo Biguá chutou indo cair nos pés de Avertino, que serviu em ótimas condições a Zé Maria que, sem dificuldades arremessou para assinalar o primeiro gol do selecionado do Amapá. A partir daí só deu Flamengo. O placar ainda estava 6 X 1, quando aos 12 minutos da etapa final, Boró aproveitando um passe de Luiz Melo aproximou-se do arco defendido por Antoninho e chutou forte para assim consignar o segundo e último gol amapaense.
Os gols rubro-negros foram assinalados por: Aloísio aos 12', Beto aos 14', Gringo aos 20' e Hélio aos 22'; placar de 4 X 1 no primeiro tempo - Marcaram no segundo tempo: Béto aos 05', Esquerdinha aos 08' de penalti, Orlando aos 38', Bria aos 40' e Esquerdinha aos 43 minutos, nessa altura o goleiro era o "91"(Expedito Cunha Ferro), fechando o placar de 9 X 2.
A Seleção Amapaense jogou com: Lavareda; 75, Suzete, Marituba, Roxinho, Major, Luiz Melo, José Maria Chaves, Adão, Avertino e Walter Nery. No segundo tempo a formação ficou assim: 91, Passarinho, Major, Raimundinho, Wilson Sena, Álvaro, Luiz Melo, Dedéco, Adão, Cabeça e Boró; o técnico era Delbanor Dias.
O Flamengo formou com: Antoninho, Jobe, Newton, Biguá, Bria, Beto, Aluísio, Gringo, Durval, Hélio e Esquerdinha. No segundo tempo a formação foi assim: Antoninho, Jobe, Newton, Biguá, Bria, Béto, Pedro Neves, Quiba, Orlando, Walter e Esquerdinha; o técnico era Gentil Cardoso.
Outro jogo marcante em sua memória foi no Estádio Municipal contra a forte equipe do Sampaio Corrêa, em abril de 1950, derrotando o esquadrão maranhense por 3 X 1. A onzena alvinegra entrou em campo com os atletas: Aristeu, Genésio, Cabral, Marituba, Wilson Sena, Major, Luís, Zé-Maria, Assis, Adão e Boró; depois entraram os reservas Passarinho, Joãozinho, Viana e 16. Recorda que naquela época era muito diferente de hoje, se fazia intercâmbio com times da capital Belém e interior do Pará como Luzeiro e Cametá, e times do Rio de Janeiro e do Nordeste.
Passarinho lembra de Berlamino Paraense de Barros, presidente do Trem Esporte Clube(como era chamado na época), que  valorizava os atletas. Quem era bom ele aproveitava no elenco do Trem, conseguia formar grandes times. 'Veio uma turma de vigienses jogar futebol, muitos estavam desempregados, então eles praticavam o futebol e já ficavam por aqui mesmo conseguindo emprego".
Craques que viu jogar, cita: Mafra, Sérgio, Sabá(do Macapá), um bom lateral. Luiz Melo também um bom lateral, forte, chutava muito bem e violento, num jogo contra o Paysandu, fez um gol de falta, o chute foi de longe, golaço! Boró foi outro craque que Passarinho não esquece. Conta que quando jogou com o Flamengo, Boró fez uma grande assistência para o Luiz Melo, que só teve o trabalho de empurrar para o Gol.
"Acabaram com o Amapá Clube", é muito triste, comenta "Passarinho" sobre a situação que se encontra hoje o seu clube do coração.
( Foto: Reprodução/Tribuna Amapaense )
Francisco Lopes Filho deixou o futebol em 1959, aos 34 anos de idade. Parou porque levou muitas pancadas na rótula do joelho esquerdo. Mora desde 1950, na avenida Rio Pedreira, atrás da Sede do Trem Desportivo Clube, no bairro do mesmo nome. Aposentado da Polícia Civil do Amapá, hoje com 93 anos de idade, lúcido, com uma saúde de dar inveja a qualquer jovem de 20 anos, apesar do problema no joelho, que dificulta sua locomoção, mas que não o impede de viver a vida. Viúvo há 18 anos, sua esposa se chamava Maria Rosa. Desse matrimônio nasceram 12 filhos e 20 netos.
Texto de Franselmo George via Tribuna Amapaense
Fonte: Tribuna Amapaense

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaenses: Outros Pioneiros do Amapá Clube

Mais uma Foto histórica do Amapá Clube, nos bons tempo do futebol amapaense!
Nas imagens de nossa Foto Memória de hoje, estão a partir da esquerda os atletas rubronegros: 
Membeca; Suzete; Boró; Armando Pontes e Mucuin (Estácio Vidal Picanço).

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Pioneiros do Amapá Clube

Mais uma Foto Memória do arquivo pessoal do desportista Boró.
Reunidos debaixo de árvores na área por trás da Fortaleza de São José de Macapá, vemos os desportistas do Amapá Clube: José Maria de Barros; Francisco Gonçalves de Araújo, Pintor; Avertino Accioli Ramos, Lavareda e Boró.
Ao fundo o majestoso rio Amazonas, em frente à cidade de Macapá-AP.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Pioneiros do Amapá Clube

Segue mais uma relíquia histórica do acervo do Boró.
Nossa Foto Memória de hoje, foi tirada no interior da sede do Amapá Clube, na Av. Presidente Vargas.
A partir da esquerda, o zagueiro Luiz Melo; ao meio Boró e à direita o desportista Olivar Craveiro, todos do Amapá Clube.
Segundo o historiador Nilson Montoril, Luiz Melo - que era servidor da Guarda Territorial - foi um ótimo jogador de futebol, que também atuou pela seleção amapaense de 1950, contra a seleção paraense, pelo campeonato nacional entre estados e territórios.
Agradecemos aos amigos Nilson Montoril, Humberto Moreira, Obdias Araújo e Haroldo Pinto por nos auxiliarem na identificação dos personagens das imagens.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Onzena do Amapá Clube

Nossa Foto Memória de hoje, relembra uma formação do Amapá Clube, nos tempos áureos do alvinegro da Presidente Vargas.
É uma relíquia do acervo particular do saudoso desportista Boró:
Estão nas imagens a partir da esquerda: Passarinho (Francisco), Jackson Alencar, Raimundo Bode, Cabeça, Cabral e 91
Agachados: Aracatizinho, Aracati, Sérgio, Adão e Boró.
Colaboraram na identificação dos atletas: o alfaiate e ex-atleta Vadoca e seu filho Valdo, com a interveniência do jornalista Édi Prado, parceiro do Porta-Retrato, a quem agradecemos.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Amapá Clube - Campeão Amapaense de 1979

Nossa foto Memória de hoje é um registro do Time do Amapá Clube, Campeão Amapaense de 1979.
Estão nas imagens, a  partir da esquerda em pé: Dóris, Totonho, Baraquinha, Alemão, Vivaldo e Faustino.
Agachados: Lavico, Davi, Marcelino, Zeca, Ferreira e Antúsio.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Lançamento da bola “tipo alemão”

A Foto Memória de hoje, é um registro de uma promoção da revista “Icomi-Notícias”, realizada no Estádio Municipal “Glycério Marques”, em Macapá: o lançamento da bola “tipo alemão” que muitos apenas conheciam pelo cinema e pelos jornais.
O evento aconteceu durante uma partida entre os times do CEA Clube e do Amapá Clube, pelo campeonato da cidade, de 1965.
( Clique na imagem para amplia-la e ver detalhes )
O CEA Clube, após 90 minutos de árdua disputa, conseguiu a vitória por 1 x 0, e além dos dois pontinhos ganhos, teve direito de ficar com a cobiçada bola da partida.
Juarez Maués, representante da Revista, entrega ao juiz do jogo, Raimundo Pessoa Borges – Marituba, a bola alvi-negra.
( Fonte: Revista "ICOMI-Notícias" )

sábado, 20 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Amapá Clube, campeão de 1986

Trazemos hoje para os amigos leitores do Porta-Retrato, mais uma Foto Memória, extraída do riquíssimo acervo do Bar Du Pedro. É uma coletânea considerável de registros fotográficos, que retratam a história e a memória do esporte, na capital amapaense. E esse acervo está exposto em quadros na parede do bar, ao inteiro dispor de seus frequentadores e/ou visitantes.
Em pé: Orlando Santana, Osmar Ribeiro, Bico, Dida, Peri, Zé Preta, Dalmo,Bobó e Nata
Agachados: Jonas, Valdez, Finé, Matheus, Valdir, Juca e Neves
O enfoque de hoje é uma foto de 1986, tendo nas imagens jogadores do Amapá Clube, com faixas de Campeão daquele ano.
O Amapá, o clube mais antigo do estado, foi fundado em 23 de fevereiro de 1944, pelos pioneiros Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glycério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. Janary Gentil Nunes, que governava o ex-Território, na época, participou da reunião, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da mesma.
Ao amigo Vadoca Ribeiro - alfaiate e ex-jogador de futebol – nosso agradecimento pela ajuda na identificação dos atletas.
Fonte: Bar Du Pedro

sábado, 15 de abril de 2017

Foto Memória de Macapá: O Pioneiro José Maria Chaves - 93 anos de vida!

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O pioneiro José Maria Chaves, paraense de Cametá, um dos primeiros moradores do Formigueiro, chegou ao Amapá em 1945, com 20 anos de idade, convidado pelo primeiro governador do extinto Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes. Na época era soldado do Exército Brasileiro e servia em Val de Cães, na base de artilharia antiaérea. Foi nomeado por decreto assinado pelo governador Janary no dia 19 de abril de 1952 como extranumerário-mensalista, referência 19, para desempenhar a função de guarda, lotado na Divisão de Segurança e Guarda do Território do Amapá, com salário de 1.440,00 mil réis. Nessa época só entrava para a Polícia quem era reservista. Com tal salário comprou sua casa, na Mendonça Furtado, por hum mil réis. Por quatro vezes serviu como mordomo na residência governamental. Depois, por longos anos, trabalhou como sapateiro. (Fonte: Governo do Amapá)
“José Maria Chaves, um dos maiores craques do futebol amapaense, foi trompetista do primeiro conjunto musical de Macapá. Foi também bombeiro, marítimo, guarda de trânsito, guarda territorial e mordomo. Mas o que mais gostava de fazer era jogar futebol e consertar sapatos.
Como jogador foi quatro vezes campeão pelo Amapá Clube.
Como sapateiro, conquistou o coração de Berlenites  com quem foi casado há várias décadas.
Aprendeu o ofício de sapateiro com um italiano em Belém. Sozinho aprendeu a tocar. Talento que seus irmãos também tinham e assim, junto com os irmãos, formou a Jazz Band Poeira – o primeiro conjunto musical do Amapá.
A história de Zé Maria Chaves se confunde com a história do Amapá. Ele viu Macapá crescer, viu as casas de barro e miriti serem substituídas pelas de madeira e depois de alvenaria, foi amigo de Mãe Luzia, participou da inauguração do Glycério Marques e viu o surgimento dos primeiros prédios públicos do Amapá, a abertura das ruas, a inauguração das primeiras escolas… (Alcinéa Cavalcante - 02/08/2010)
“José Maria Chaves, viúvo,  hoje, com 93 anos de vida, tem dificuldade de locomoção, pois não anda, pela rótula que fraturou quando tirava um plantão no Estádio Glycério Marques. Continua Lúcido, falante, mas... às vezes falta-lhe a  memória, pela idade avançada, e os problemas de saúde que adquiriu ao longo dos anos!
Mora atualmente no Bairro Universidade, em Macapá, com a nova companheira e o filho dessa união.”  (Informações de sua filha Jennifer Picanço Chaves Nazaré)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense: Jarbas Gato, do Amapá Clube, Melhor Presidente de 1978.

Desportista e empresário Jarbas Gato, do Amapá Clube - observado por Humberto Moreirarecebe das mãos do radialista Sérgio Menezes, o Prêmio aos melhores do campeonato amapaense de 1978, por ter sido o melhor presidente daquele ano.
Cerimônia de entrega aconteceu no palco auditório da Rádio Difusora de Macapá. Sérgio Menezes era integrante da equipe de esportes da Pioneira.
Foto postada por Ranolfo Gato, no site do Instituto Memorial Amapá, no Facebook, com informações do amigo e confrade Humberto Moreira.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense - Entrega de faixa ao Amapá Clube

A Foto Memória de hoje, foi extraída da Revista Perfil do Amapá.
Nas imagens, Walmir Pessoa entrega a faixa a Jarbas Gato, Presidente do Amapá Clube, Campeão amapaense de 1975, observado de perto pelo árbitro Raimundo Maia Barreto (Cristiano).
Walmir Pessoa foi treinador do Santana Esporte Clube, Independente Esporte Clube e Seleção Amapaense.

sábado, 1 de agosto de 2015

Foto Memória do Futebol Amapaense: Amapá Clube, Campeão Amapaense de 1973

Este é mais um registro fotográfico da história do futebol amapaense, compartilhado pelo amigo Sebastião Ataíde Lima, o nosso Sabataíde.
Trata-se de uma foto do poderoso esquadrão do Amapá Clube, quando o mesmo tornou-se Campeão Amapaense de Futebol, de 1973:
A partir da esquerda para a direita do observador, em pé: Jarbas Gato, Nenê, Mareco, Munjoca, Chaves, Sena, Baraca, Lemos (Jacaré), Vivaldo, Wilson Sena e Marituba.
No mesmo sentido, agachados: Orlando Gadelha, Mira, Cutia, Totonho, Orivaldo, Norberto, Penafort (Macaco) e Palito.

Fonte: Facebook

sábado, 23 de agosto de 2014

Foto Memória do Esporte Amapaense - Amapá Clube

O Amapá Clube foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1944, em reunião ocorrida em uma residência situada em frente ao primeiro prédio da Prefeitura Municipal de Macapá, hoje servindo à Secretaria Especial de Defesa Social. É o mais antigo clube de futebol do Amapá.
Foram fundadores do Amapá: Eloy Monteiro Nunes(Tio Eloy), Francisco Serrano(Farmaceutico), Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, José Serafim Coelho, João Vieira de Assis(Elite Bar), Glycério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho(Raimundinho), Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. 
O governador do Estado na época, Janary Gentil Nunes, participou da reunião de fundação do clube, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término do encontro.
As primeiras partidas do Amapá ocorreram no campo da Praça da Matriz, atual espaço da Praça Veiga Cabral. Logo em seu primeiro ano de fundação, participou do Campeonato Amapaense. Porém, seria campeão somente no ano seguinte, sobre o Macapá.
Em 1959, disputou um torneio amistoso na cidade de Caiena, retornando a Macapá com o troféu da competição. Em três partidas realizadas na Guiana, o Amapá venceu duas e empatou uma.(Wikipédia)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...