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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

FOTO MEMÓRIA DO ESPORTE AMAPAENSE > TREINO CONJUNTO: AMÉRICA X JUVENTUS

Do acervo pessoal do amigo Cléo Araújo, este registro fotográfico de 1958, de um treino conjunto realizado na quadra da Praça Barão do Rio Branco paralela à Rua Cândido Mendes, entre as equipes de América x Juventus, no centro de Macapá; em pé, da esquerda para a direita pelo time do América: Titio (Mauricio Lopes Damasceno), Zamba, Zé Façanha, Antônio Farias, João Moreira e Lelé; Juventus: Tinilo, Ubimar, Macedo, Januário Guedes, Biló, Claudio Cavalcante e Expedito Cunha Ferro (juiz).

Fonte:Facebook

segunda-feira, 18 de julho de 2022

MEMÓRIA DO ESPORTE AMAPAENSE: MUDANÇA DE NOME DE PANAIR PARA ESPORTE CLUBE MACAPÁ

O Panair (Paner)Sport Club, embrião do Esporte Clube Macapá, foi fundado no dia 7 de setembro de 1940. Era o clube dos funcionários da Panair do Brasil, empresa aérea da época que depois foi substituída pela ”Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul”.

A mudança de nome do azulino amapaense de Panair Club para Esporte Clube Macapá, aconteceu em reunião de Assembleia Geral, realizada na sede do Panair Sport Club, situada à Rua São José, na antiga Praça Capitão Augusto Assis de Vasconcelos (atual Veiga Cabral), no dia 18 de julho de 1945, quarta-feira. Matéria referente a este fato foi publicada na edição número 20, ano 1, do Jornal AMAPÁ, órgão do governo territorial, que circulou no dia 4 de agosto, na terceira página. 

A solenidade foi presidida pelo desportista Acésio Guedes. A diretoria azulina ficou sob a presidência de Paulo Moacyr de Carvalho, tendo como vice o secretário-contador da Prefeitura de Macapá, Jacy Barata Jucá.

Informações do historiador Nilson Montoril de Araújo.

Via Facebook

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Palmeiras – Time de Futebol de Salão

Trago hoje mais uma pérola do esporte amapaense. Uma rara imagem de meados dos anos 60, do Palmeiras, continuação do Bancrévea, time de futebol de salão comandado pelo desportista e empresário Antônio Carlos Brito Lima, tendo como local a quadra do Centro Educacional do Laguinho.
O Bancrévea Clube do Amapá, era formado por funcionários das agências bancárias que existiam naquela época.
Além do Banco do Brasil, existiam nos anos 60, em Macapá, os Bancos da Lavoura de Minas Gerais (depois REAL); Banco Comércio e Indústria da América do Sul e o Banco da Amazônia S/A.
A partir da esquerda em pé: Chico Leite (Técnico), Emanuel Rodrigues, Benedito Lima, Horácio Marinho e Nonato Lima (Liminha).
Agachados: Lelé, Percival Leite, Edison Brito (Caboquinho) e Brito Lima.
Na imagem seguinte vemos o Time do Bancrévea
Esse time de futebol de salão do Bancrévea Clube do Amapá, foi Campeão do 1º turno do Torneio da modalidade promovido pela Federação Amapaense de Futebol de Salão(FAF), em 1964.
Com exceção dos dois primeiros, em pé, a partir da esquerda, identificamos nas imagens: Olivar Bezerra; Agostinho Alencar (irmão do Amujacy) e o Antônio Carlos Brito Lima; agachados: Lelé; Geraldo Bezerra e Liminha (irmão do Brito Lima).

sábado, 4 de abril de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Feras do basquetebol de Macapá

Reproduzo aqui registro fotográfico extraído da página do Memorial Amapá, no Facebook, de atletas amapaenses praticantes da modalidade basquetebol, por ocasião do Zonal Norte de Basquete, no Ginásio Avertino Ramos, em 1977.
Nas imagens a partir da esquerda, em pé: Paulo Lemos (em memória), Waldenir, Mário Cuia, Antônio Rodrigues (em memória), Oscar Cuevas e Ernesto Dias (em memória). Agachados: Edson Bussu, Jorge Récio, Cazé, Marcos Mescouto e Écio Pontes.
Fonte:  Memorial Amapá - Facebook

quinta-feira, 26 de março de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Seleção do Colégio Comercial do Amapá (CCA), em 1968

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Franselmo George, direto dos arquivos da ‎HISTÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE. 
Um registro fotográfico raro da Seleção do Colégio Comercial do Amapá (CCA), em 1968.
Em pé: Tostes (professor), Magalhães, Sabará, Louro, Nariz, Suzico e Alceu.
Agachados: Astrogesildo, Marco Antônio, Joca, Pau Preto e Jorge.
Os antigos Jogos Estudantis do Amapá eram um verdadeiro Campeonato Amapaense realizado no estádio Glycério de Souza Marques.
Fonte: Facebook

domingo, 15 de março de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Altamir Guiomar em sua página no Facebook.
Trata-se de um registro fotográfico raro do Santana Esporte Clube nos anos 60.
Nas imagens a partir da esquerda: Juarez Maués, Wanderley, Palito, Sabá, Olivar, Rui Araújo, Mundico, Moacir(Mussuim), Sussu e Padeiro. Agachados: Mário Miranda, Carlito, Emmanuel, Castanhal, Mazzola, Álvaro (Mascarado) e Côco,
Fonte: Facebook

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Juventus Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, vem do baú de lembranças do amigo João Silva.
Um registro histórico do primeiro título do Juventus Esporte Clube após ascender à Primeira Divisão do Futebol Amapaense na era amadora; 1960, Estádio Municipal Glicério Marques, jogo da entrega de faixa, que geralmente acontecia ao final da temporada entre o campeão e um combinado formado por jogadores das demais equipes.
Na foto, da esquerda para a direita, em pé: Wanderley, Célio, Guilherme Jarbas (cartola, representante do JEC junto a Federação),  Joca, Biló, Zé Maria Franco, Enildo, Orlando Tôrres, Círio, Caé, Pau Pretinho, Magalhães, Humberto Santos (técnico), Juraci Freitas (cartola), Adonias (cartola), João Telles (cartola), 'Seu' Medeiros (cartola) e Merendinha (torcedor); agachados, no mesmo sentido, da esquerda para a direita: Sabará, Quincas, Antoninho Amaral, Américo, Haroldo Pinto, Pennafort, Alceu, Batintin, Rosa, Raimundinho, Praxedes e Adeobaldo. Passaram para outro plano: Wanderley, José Maria Franco, Biló, 'Seu' Medeiros, Merendinha, Humberto Santos, Juraci Freitas, Joca, Pau Pretinho, Círio, Caé, Rosa, e João Telles.”
Fonte: Facebook

domingo, 15 de dezembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Joaquim Neto, Antúzio e Gervásio Oliveira no Estádio Glycério Marques

Com essa Foto Memória de hoje, publicada na Rede Social pelo amigo João Silva, presto justa homenagem à memória de meu vizinho de Macapá, Joaquim Neto, grande repórter esportivo do rádio amapaense.
O registro é de um clássico noturno no Estádio Municipal Glycério Marques, em Macapá, finalzinho da década de 70 entre  Ypiranga x Amapá Clube.
Nas imagens, dois irmãos da família Oliveira: o grande centroavante da Zebra da Presidente Vargas Antúzio, e Gervásio, eficiente zagueiro do Ypiranga Clube, dão entrevista ao repórter da Rádio Educadora, Joaquim Neto, de saudosa memória.
Fonte: Facebook

sábado, 14 de dezembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, publicada na Revista Icomi Notícias nº 5, de maio de 1964, traz o plantel vitorioso do Santana Esporte Clube.
Nas imagens a partir da esquerda, fila superior: Antônio Trevisani, presidente do Clube à época; Zé Maria, Moacir, Coroca, Edson, Acemir, Carlito, Esmaelino e Ruy Alves – secretário do clube;
Fila do meio: Michel Abraão – diretor de futebol; Agostinho, Carlos, Sabá, Palito, Dodoca, Mapinguary, Ruy P. Araújo – tesoureiro;
Fila inferior: Juarez Maués – técnico; Nena, Coco, Álvaro, Castanhal, Mundico Pereira e Odon Morales – vice-presidente.
Fonte: Icomi Notícias

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Foto Memória, compartilhada pelo amigo Edson Santos (Pratinha), relembrar um dos nossos bons momentos, da gloriosa equipe do Santana Esporte Clube se apresentando no Estádio Antônio Baena, em Belém, para enfrentar o Clube do Remo. Liderando a entrada, o saudoso Sabá (Sebastião Pereira da Silva), seguido do Breca(José Ferreira Bastos Monteiro), Haroldo e demais atletas entre eles o próprio Pratinha.
Fonte: Facebook

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Ypiranga Clube, nos anos 70

Encontrei essa raridade na página do Luiz Nery, na Rede Social e trouxe como nossa Foto Memória para os leitores do Porta-Retrato.
Um registro do futebol amador do Amapá: uma das formações do Ypiranga Clube nos anos 70.
Nas imagens, em pé da esquerda para direita: Babá, Pitel, Venis, Bandeirantes, Damasceno e Keka. Agachados: Rato, Aldemir França, Jurandir Pitiú, Bill e Leoremir.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Sociedade Esportiva e Recreativa São José

Nossa Foto Memória de hoje, é um clique de 1970, de uma das formações da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, o tricolor do Laguinho!
Nas imagens a partir da esquerda em pé: Sabará, Maurício (in-memoriam), Alceu, Odilon, Antoninho Costa e Pennafort. 
Agachados: Haroldo Pinto, Ubiraci, Juci, Orlando Torres e Léo; a jovem ao centro, é Lilian Pereira irmã do atleta Haroldo Pinto Pereira.
(Fonte: Grupo Tricolor do Laguinho - Whatsaap)

sábado, 14 de setembro de 2019

Foto Memória do Futebol Amapaense: João do Carmo Tavares - "Jangito"

Imagem: Revista ICOMI Notícias
O ex-centroavante João do Carmo Tavares, mais conhecido como “Jangito”, é amapaense da gema, filho de José Rosa Tavares e Maria do Carmo Tavares(falecidos).  Nasceu no Formigueiro – centro velho de Macapá, atrás da Igreja São José - no dia 24 de junho de 1941; irmão de dois craques consagrados do futebol amapaense: Biló e Faustino (em memória).
Jangito iniciou suas atividades esportivas no Oratório da Prelazia de Macapá, onde, nas peladas, era o terror dos goleiros. No futebol oficial, continuou sendo um terrível marcador de gols. 
Em 1963 foi artilheiro do campeonato, além de sangrar-se campeão pelo Cea Clube. Foi também fundador do Juventus, pelo qual jogou futebol e basquetebol até 1961, quando se transferiu para o Cea Clube.
Jangito começou a bater bola desde os 10 anos, na frente da Prelazia de Macapá no campinho da Praça Veiga Cabral, onde o pessoal adulto amador na época jogava, pelos times do Macapá, Amapá, São José e Trem. Isso, antes da inauguração do Estádio Municipal Glycério Marques. Jangito conta que no campo da Matriz, não havia cercado. “Quando havia um jogo mais empolgante eles colocavam cordas cercando da Igreja de São José até a Padaria do Seu “Janjão”, passando a Prelazia. Seu  Janjão era pai do José Marques - Curupira,  que jogou no Juventus e no São José, de lateral-direito”.
O primeiro clube de Jangito, foi o Juventus Esporte Clube, do Chefe Humberto. O Juventus se filiou mais ou menos em 1956. Minha primeira partida interestadual foi vestindo a camisa do Juventus em 1958 com 17 anos contra a equipe do Sport Recife. Fiz o gol de empate. O jogo foi 5 x 2 para o time pernambucano. O elenco do Juventus era: R. Peixe, Zamba, Base, Cadico, Bento Goés, Cremildo, Dico, Raminho, Pompeia, Haroldo Nery, Mafra, Álvaro, Jupaty, Aécio, Círio, Biló, João Leite, Estácio Vidal (Mucuim) e Maximino; o técnico era Humberto Santos. Após essa partida, Biló foi jogar no futebol paraense. Hoje, fico pasmo de ver a ingenuidade do jogador de 20 anos. Nós com 17 anos tínhamos maturidade, o entendimento técnico, acostumados a disputar desde os 15 anos com o pessoal adulto no estádio. Em 1956 perdemos estupidamente o campeonato para o Esporte Clube Macapá. O campeonato estava nas mãos do Juventus. O Juiz já veio comprado de Belém. O juiz era Ricardo Amali(descendência judáica). O Mair Bemergui era judeu, um dos patronos do Macapá".
Jangito conta que foi para o CEA Clube em 1961; na época ele trabalhava como gari na LBA. “Lembro que o tio do Jader Barbalho, chamado Lutércio de Barros Barbalho, me mandou um convite pelo meu irmão, Faustino que trabalhava na CEA, para eu comparecer na empresa. Estavam querendo formar uma equipe competitiva para ser campeã. Na época eu ganhava um salário mínimo de R$ 800,00(valores de hoje), e eles me ofereceram R$ 7.500,00 para trabalhar na empresa/clube. Era muito dinheiro naquele tempo".
CAMPEÃO DE 1963 - Na decisão do campeonato amapaense de 63 contra o Amapá Clube, Jangito driblou todo o time alvinegro; Palito, o Mafra, o goleiro, conquistando o título daquele ano. Equipe campeã: Carlos, Guilherme, Faustino, Armando, Cadico, Domingos, Maximino, Diquinho, Jangito, Perereca e Joãozinho.
A IDA PARA O CLUBE DO REMO - “O Remo veio fazer um amistoso e ganhamos de 4 X 2, fiz três gols. Foi quando eles comentaram: - Manda buscar esse cara. Na época o salário do Remo era 40 mil. Foi quando fiz o teste, marquei dois gols, agradei! Me contrataram. Meu irmão Faustino já estava no Remo me mandou levar para o Dr. Raimundo Carneiro que era diretor do clube, onde me ofereceram 100 mil de salários mais 20 mil de ajuda de custo. Só disse o seguinte para ele - Tinha passado no concurso do Banco do Brasil e estava aguardando, na hora que chegasse a minha nomeação rescindiria meu contrato. Foi quando voltei para Macapá e fui para Rio Branco”.
ESTADO DO ACRE – “Em 1966 saiu minha nomeação para trabalhar no Banco do Brasil em Rio Branco, no Acre. Antes em 1965 eu tinha jogado com o Clube do Remo uma excursão por Porto Velho e Rio Branco. O provocador dessa minha ida para o Acre foi o Dr. Manoel Nogueira (era engenheiro, trabalhou na Prefeitura de Macapá e foi diretor do Colégio Amapaense) estava coincidentemente no aeroporto de Rio Branco. Foi quando ele fez o convite para jogar no seu time, o Atlético Acreano. Nessa época tinha rescindido o contrato em Macapá, e vim mais para trabalhar. Mas optei em jogar pelo Rio Branco Football Club, a convite de um senhor que trabalhava na Varig, de nome Nemetala. Fiquei no Rio Branco um ano e pouco. Em 1967 fui para o Independência, e não fiquei muito tempo. Conheci o Capitão Maia que era do Exército (4ª Companhia de Fronteira). O Maia tinha o sonho de ser campeão pela sua equipe, o GAS(Grêmio Atlético Sampaio). Um dia ele me convidou para ir no treino do Sampaio. Aceitei a proposta, tinha apenas 26 anos. Fomos campeões pelo GAS em 1967, fiquei um ano apenas no time. Houve uma denúncia contra o time, onde o Elias Mansur (patrono do Juventus) fez uma representação na 8ª Região Militar, que o GAS estava desvirtuando o sentido de amadorismo, comprando jogadores. Só que quando o GAS apanhava ninguém denunciava. Foi quando veio a ordem para acabar com o GAS. Daí voltei para o Independência, onde fomos campeões em 1970. Estávamos com um time muito forte. Disputamos a final com o Juventus - Time campeão: Ociraldo, Chico Alab, Jorge Floresta, Palheta, Illimani, Agrícola Flávio, Otávio, Bico-Bico, Aldemir Lopes, Eu (Jangito), João Carneiro, Escapulário, Tião Lustosa, Vila Nova, Mário Duarte e Bebé; Alício Santos era o técnico. Abandonei o futebol no início dos anos 70, passei no vestibular em economia pela UFAC”.
TORNEIO DA INTEGRACÃO DA AMAZÔNIA – Jangito participou de apenas um Copão da Amazônia, como treinador da equipe do Esporte Clube Macapá. Copão realizado em 1976, na capital Rio Branco, no Acre. “Eles não aceitavam que eu me apresentasse em time adversário, me consideravam patrimônio do Acre. Eles comentavam que eu fui o melhor jogador de todos os tempos que viram jogar”.
CRAQUES QUE VIU JOGAR – "Com meus doze anos eu vi Vadoca(Trem/Amapá Clube); Adãozinho(Amapá Clube); Lelé “Perna Torta”(Trem); Caboco Alves(Trem); Chicão(Trem); José Maria Chaves(Amapá Clube); Azamor( centroavante do Amapá Clube); Boró(Amapá Clube); Julinho(quarto-zagueiro); Fogão(Trem); Mafra(centroavante/zagueiro); Palitão; seus manos: Biló e Faustino(falecido).” Jangito conta que o Amapá tinha um celeiro de craques, e o Juventus era formador de craques. Diz que na sua época existia um jogador que jogava muito chamado Pau Pretinho, meio campo do Juventus; Zezé que foi seu substituto depois foi para o Clube do Remo, e fez sucesso por lá. Ele era o Tico-Tico aqui, acharam que o apelido era feio. Contra o poderoso Santos, fez dois a três gols". “Há um fato interessante em relação ao José Ramos, conhecido por nós como Tico-Tico, nome de um passarinho bem sassariqueiro. Uma das paixões dele era criar passarinhos. Seu parceiro mais frequente foi o Jacaré, lateral direito do Macapá e Municipal. Quando foi jogar no Clube do Remo ganhou o apelido de Zezé. Tudo porque Tico-Tico era a alcunha de um marginal que operava no Pará e no Maranhão”, conta Nilson Montoril.
Jangito lembra quando o Rio Branco o emprestou para jogar contra o Flamengo-RJ. O jogo foi 2 X 2, fez os 2 gols do Juventus. Na época enfrentou o Carlinhos, que foi treinador do Flamengo; Nelsinho Rosa, foi treinador do Vasco; Cesar Maluco, depois foi para o Palmeiras; Almir Pernambuquinho, ex-Vasco. Empataram com o Bahia em 1 X 1, fez o gol de empate.
FINALIZANDO – Jangito está hoje com 78 anos de idade. Fundador do Juventus Esporte Clube, jogou futebol e basquetebol. É sócio proprietário do Rio Branco Football Club. Aposentado desde 1991 pelo Banco do Brasil, 52 anos de serviços prestados. Três filhos, duas moças e um rapaz, e 5 netos. Casado há 51 anos com a modista, Aidê Brito Tavares.
Reportagem de Franselmo George no Facebook
Fonte de consultas: Revista Icomi Noticias nº 9 de setembro de 1964.
https://www.4shared.com/s/fepK_CLAzca

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Guarany Atlético Clube

Mais uma Foto Memória compartilhada com o blog Porta-Retrato, pelo amigo Franselmo George, de seu rico acervo sobre os times do esporte amapaense.
É outro registro histórico do Guarany Atlético Clube, dos anos 60.
Nas imagem vemos, a partir da esquerda, em pé: Nozo, Brito  Lima, Manga, Mumundo, Pompeu  e Chaves.
Agachados: Abdon, Chiquinho, Titico, Messias e Dinair.
Resumo Histórico - O Guarany Atlético Clube é um clube de futebol, da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá, fundado em 1955.  Suas cores são o azul e o amarelo. Foi campeão estadual em 1977. Bicampeão amapaense de futsal (1997/1998). Várias vezes campeão amapaense de basquetebol nas categorias da modalidade. Vencedor em natação, voleibol, pedestrianismo, tênis de mesa...etc. É presidido atualmente por Socorro Correa, filha caçula do senhor Milton Corrêa - fundador e presidente vitalício do clube - e mantém suas atividades no futebol amador. (Wikipédia)

domingo, 18 de agosto de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Guarany Atlético Clube.

Há 25 anos, morria em acidente automobilístico, em 18 de agosto de 1994, o desportista Milton de Souza Corrêa, fundador do Guarany Atlético Clube, em 19 de abril de 1955. Na época ele estava com 67 anos.
O “bugre” dá época se tornou uma potência, tanto no futebol quanto em diversas modalidades esportivas, como: natação, futebol de salão, handebol, vôlei e basquetebol.
Seu Milton foi um baluarte, que soube superar todas as dificuldades e vencer todas as barreiras para tornar o Guarany, num grande clube.
Milton Corrêa, ocupou o cargo de presidente benemérito do Conselho Regional de Desportos, o CRD - entidade equivalente hoje à federação de futebol.
Também era sócio proprietário do Esporte Clube Macapá, além de um dos fundadores do grupo de escoteiros Veiga Cabral, no bairro do Laguinho, em Macapá. Outra paixão de Milton Corrêa eram os meios de comunicação - rádio e jornal impresso.
Após sua morte, uma Lei Estadual, mudou o nome que até hoje batiza o estádio “Zerão”, para Estádio Estadual “Milton de Souza Corrêa”.
Em 1994, depois da morte do piloto em 1º de maio daquele ano, o estádio chegou a ser batizado com o nome de Ayrton Senna.
Inaugurado em 1990, o Zerão tem agora a capacidade para receber 13.680 espectadores. A arquibancada coberta foi reestruturada, as entradas revitalizadas, e o estádio ganhou Museu do Esporte e Calçada da Fama. O charme característico do Zerão está mantido: a marca do círculo central divide o campo em Hemisfério Norte e Hemisfério Sul.
O gramado, que tem um eficiente sistema de drenagem, é de alta qualidade.
Toda a estrutura física da arena está adaptada à Lei de Acessibilidade e aos critérios de segurança estabelecidos pelo Estatuto do Torcedor.
Fontes: Franselmo George, Guarany Atlético Clube e Globo Esporte/AP

domingo, 4 de agosto de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense - Time do Esporte Clube Macapá - 1969

Nossa Foto Memória de hoje, foi retirada do acervo do amigo Franselmo George, professor, pesquisador e organizador dos Arquivos da História do Futebol Amapaense.
‎Ele postou na Rede Social, uma foto histórica do time do ESPORTE CLUBE MACAPÁ, datada de 1969.
Estão nas imagens, a partir da esquerda: Em pé: Joaquim Gouvêa(Treinador), Wanderley, Aluízio Cuiu, Nariz, Moacir, Lua, Pajé e Iaci Alcântara(Médico) - Agachados: Sassuca, Ticil, Mazola, Fernando e Félix(Carlos Martins).
Francelmo complementa informando que esse foi o jogo de entrega de faixas ao Macapá campeão de 1969 contra o Paysandu, de Belém do Pará, e estreia do zagueiro Augusto Wanderley, o Nariz. Nariz tinha acabado de deixar o Ypiranga Clube, onde foi vice-campeão contra o Macapá, campeonato de 1969 e foi convidado a jogar pelo Azulino da avenida FAB. A negociação na época com o Macapá ajudou na compra da casa própria para a mãe dele. Nesse jogo da foto, contra o Paysandu, no estádio Glycério Marques, em Macapá, Nariz foi o craque do jogo, empate em 2 x 2.
Resumo HistóricoO Esporte Clube Macapá, foi fundado em 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual havia sido campeão territorial naquele mesmo ano. Em 1946, com a extinção da aviação Panair, a agremiação teve seu nome mudado para Esporte Clube Macapá.
Foi vencedor do Torneio Integração da Amazônia, em 1975.
Venceu o Campeonato Amapaense 17 vezes (1944 - como Panair EC, 1946, 1947, 1948, 1949, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1969, 1974, 1978, 1980, 1981 e 1991).
Vice-Campeonato Amapaense: 1994 e 2013
Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2005.
Fonte: Facebook
(Atualizado às 22h30min)

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Os craques da bola: Magalhães e Joca (em memória)

Hoje prestamos homenagem a dois ícones do futebol arte, do Amapá: os craques Magalhães e Joca.
A crônica, assinada pelo jornalista João Silva, retrata uma época de ouro do futebol na capital do Amapá.
O Porta-Retrato foi buscar no BAÚ de LEMBRANÇAS do renomado amigo Balalão, essa relíquia de registro fotográfico desses dois cracassos da bola. O João relembra, muito bem que “o Juventus, fundado pelos padres do PIME com ajuda de esportistas como Walter Banhos de Araujo, 'Seu' Medeiros, Humberto Santos, Expedito Cunha Ferro e outros, foi uma escola para os meninos e adolescentes pobres de Macapá que só podiam participar dos torneios de futebol no campinho da Matriz se fossem à missa dominical na Igreja de São José! Raimundo Magalhães e Joca deram os primeiros passos no futebol na chamada Casa dos Padres, ambos brilharam nos times do JEC que na década de sessenta rivalizava com o CEA Clube. Os dois ajudaram o time da Prelazia a conquistar três Campeonatos de Futebol envergando a camiseta do Moleque Travesso, um fazendo gols, o artilheiro Joca, outro fechando a meta do time dirigido por Humberto Santos. Fora de campo, Joca e Magalhães foram escoteiros, se formaram, constituíram família, ambos trabalharam muitos anos na LBA. Passado tanto tempo, sempre que o assunto é futebol do passado, futebol dos bons tempos, ninguém esquece dos tirambaços do grandalhão artilheiro Joca nem da segurança do Magalhães fechando a meta do Moleque Travesso. Joca faleceu em 2015."
Sem dúvida, como lembra o Rupsilva, os dois “foram resultados da excelente formação religiosa, ética e moral da inesquecível Paróquia de São José de Macapá, Praça da Matriz, ‘CASA DOS PADRES’”.
Texto do amigo João Silva, publicado em sua página no Facebook, reproduzida pelo Porta-Retrato, com a devida anuência do autor.
Fonte: Facebook

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: São José - O Tricolor do Laguinho

A Foto Memória de hoje é mais uma do baú de lembranças do amigo João Silva.
“O tricolor do Laguinho, em foto dos anos setenta...Timaço custeado pela grana do mega empresário da construção civil, o paraense Alírio Rodrigues que apaixonou-se pelo futebol amapaense e pelo São José, assumindo a presidência do clube, levando o Padroeiro ao tricampeonato bancando times capazes de rivalizar com Remo e Paysandu, vencendo os paraenses várias vezes em amistosos disputados em Macapá e Belém do Pará.” 
“Anote a escalação desse timaço posando ao lado do presidente Alírio Rodrigues a partir da esquerda para a direita, em pé: Sabará, Antoninho Costa, Odilon, Alceu, Emanuel, Pennafort; agachados: Lauro, Deomir, Guara, Moacir Banhos e Timbó...”
Os dois mascotes são os filhos do Bento Góes (falecido) e do Helder Marinho (Formiga).
Fonte: Facebook

sábado, 19 de janeiro de 2019

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Colégio Amapaense

Nos anos 60 foram realizados em Macapá, os "Jogos Ginásio-Colegiais do Amapá”, numa promoção do Departamento Esportivo da UECSA - União dos Estudantes Secundaristas do Amapá, com apoio dos governos territorial e municipal e da empresa ICOMI.
Participaram das competições equipes do Colégio Amapaense, Colégio Comercial do Amapá, Escola Industrial e Escola Normal de Macapá, sempre com o apoio de calorosas torcidas organizadas.
A postagem de hoje, vem do Baú de Lembranças do amigo João Silva.
É um registro raro dos Jogos Escolares de 1968, no Estádio Municipal Glycério Marques, que completou, agora em 2019, 69 anos de inauguração.
Time do İnstituto de Educação do Território do Amapá - IETA, com a seguinte formação: em pé, da esquerda para a direita, Edésio (técnico), Zé Maria Franco, Rui Apolônio, Paulo Roberto, Horácio Marinho, Antoninho Costa e Marco Antônio; agachados: Cazé, Carrapeta, Ubiraci, Roberto, Pennafort, popular Macaco, e Heitorzinho, cartola.
Fonte: Facebook

sábado, 29 de dezembro de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Times de Basquete – 1958

A contribuição de hoje, vem do acervo do amigo Cléo Araújo. Ele publicou em sua página na internet, esse registro com atletas do América e do Juventus Esporte Clube – antigos clubes de Macapá – em um amistoso realizado em 1958, na quadra da Praça Barão do Rio Branco, paralela à Rua Cândido Mendes, próxima à residência governamental.
Estão na foto, a partir da direita do observador, os atletas: Maurício, Zamba, Façanha, Antônio Farias, João Moreira e Lelé, do América; Tinilo, Ubimar, Macedo, Januário, Jangito e Cláudio Cavalcante, do Juventus. O último é o Expedito da Cunha Ferro (91) que foi o juiz da partida.
Fonte: Facebook

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...