Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE > RARIDADE HISTÓRICA: UMA DAS PRIMEIRAS FORMAÇÕES DO ESPORTE CLUBE MACAPÁ

O Porta-Retrato tem o prazer de compartilhar com seus leitores uma relíquia do futebol amapaense: uma raríssima fotografia de uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá, o mais antigo clube em atividade no Amapá e um dos mais tradicionais da região Norte.

Imagem: Recorte de jornal (Reprodução)

Na imagem acima, vemos a representação do E.C. Macapá alinhada para uma partida histórica. A legenda original identifica, da esquerda para a direita, os seguintes integrantes:

Alcolumbre (técnico), Souza, Edílson, Herundino, Zolirio, Louro, Pintor, Zeca Banhos, Brito, Nonato, Ubiracy Picanço e Walter Nery.

Breve História do Esporte Clube Macapá

Fundado em 18 de julho de 1944, o Esporte Clube Macapá nasceu no coração da então pequena cidade de Macapá, ainda no período do Território Federal do Amapá, quando o futebol local começava a se organizar.

Formado por jovens entusiastas e desportistas apaixonados, o time vestia as cores azul e branca, que rapidamente se tornaram símbolo de orgulho e identidade.

Com o passar dos anos, o Macapá se consolidou como um dos clubes mais respeitados da região, participando ativamente do crescimento do esporte amapaense e protagonizando partidas memoráveis contra seus grandes rivais.

Linha do Tempo do Esporte Clube Macapá

📍 1944 – Fundação oficial do clube, que passa a disputar partidas amistosas e torneios amadores.

📍 1945–1950 – O Macapá se destaca nos primeiros campeonatos locais, tornando-se referência técnica no futebol do Território do Amapá.

📍 1952 – Conquista o primeiro título do Campeonato Amapaense, entrando para a história como um dos pioneiros do futebol local.

📍 Década de 1960 – Início da lendária rivalidade com o Trem Desportivo Clube, dando origem ao clássico mais tradicional do estado: o Clássico do Pão com Ovo.

📍 1970–1980 – Consolidação como potência estadual, revelando craques e ampliando sua torcida.

📍 1990–2000 – O clube mantém viva sua tradição, investindo em novas gerações e fortalecendo as categorias de base.

📍 2010 em diante – O Macapá segue como símbolo de resistência e memória esportiva, representando a paixão do povo amapaense pelo futebol.

O Orgulho Azul da Cidade

Mais do que um clube, o E.C. Macapá representa uma história viva do povo amapaense — uma história de superação, de amor ao esporte e de identidade cultural.

Cada uniforme azul que entrou em campo ajudou a construir um capítulo dessa trajetória que mistura emoção, rivalidade e paixão pela bola.

Fonte: Acervo histórico compartilhado por Sabá Ataíde, colaborador do Porta-Retrato.

Imagem: Uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá (Recorte de Jornal)

Década estimada: anos 1940/1950.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

MEMÓRIAS DA MACAPÁ DE OUTRORA > ADOLESCENTES DO BAIRRO DO TREM

Cinco rapazes que cresceram nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no bairro do Trem, onde nasceram a JOT e o Ypiranga Clube.

Eram peladeiros de pés descalços, moleques que fizeram história nas brincadeiras e partidas de futebol improvisadas na Praça da Conceição. Ali, além das jogadas cheias de entusiasmo juvenil, ganhava destaque a criatividade das narrativas de Manoel Ferreira, o inesquecível “Biroba”.

=

Na fotografia do “Fundo do Baú”, compartilhada nas Redes Sociais pelo amigo João Silva, estão: em pé, da esquerda para a direita, Valdemar Vilhena (o Vavá), Célio Nobre e Zé Assis; agachados, Orlandino Gadelha e Osvaldo.

Uma lembrança simples, mas carregada de afeto e da força da memória coletiva.

Créditos foto: João Silva

Fonte: Facebook

domingo, 27 de abril de 2025

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE > BONS DIRIGENTES

Amigo João Silva, nos brinda com uma imagem especial de seu Baú de Lembranças, retratando quatro destacados dirigentes de times de futebol da época áurea do esporte no Amapá.

No registro histórico, começando pela esquerda, encontramos PEDRO ASSIS DE AZEVEDO, que exerceu a função de Vice-presidente da FAD (Federação Amapaense de Desporto) na década de 1970; HERMENEGILDO GOMES DE LIMA, que esteve ligado ao pedestrianismo e ao “Latitude Zero”; o engenheiro MANOEL ANTÔNIO DIAS, que presidiu a FAD durante a realização do primeiro Copão da Amazônia, um marco importante na história do futebol no Amapá; e, por fim, ALBERTINO MELO, um dirigente do Ypiranga Clube.

Via Facebook

quinta-feira, 27 de março de 2025

LEMBRANÇA DO FUNDO DO BAÚ – RARIDADE DO ”MOLEQUE TRAVESSO”

O JUVENTUS ESPORTE CLUBE, conhecido pelo apelido de “MOLEQUE TRAVESSO”, era uma entidade esportiva situada em Macapá, a capital do estado do Amapá. Fundada em 1955, a equipe logo se destacou ao conquistar o campeonato da 2ª Divisão Amapaense no mesmo ano de sua criação. Mais tarde, o clube participou do Campeonato Amapaense, onde obteve vitórias em três edições: 1964, 1966 e 1967.

Na década de 70, a agremiação enfrentou sua dissolução como resultado de um conflito entre os padres do PIME e o treinador Humberto Santos. Este último se juntou a outros jogadores para reviver a Sociedade Esportiva e Recreativa São José, uma instituição que havia sido encerrada, pois a organização fundada por Messias do Espírito Santo estava com sua licença suspensa.

Recentemente, o jornalista João Silva compartilhou nas redes sociais uma raridade: uma imagem colorizada do “Moleque Travesso”,da Prelazia de São José,  que originalmente era em preto e branco e já tem mais de 60 anos. Esta imagem remete ao início dos anos 60 e retrata uma das primeiras formações do Juventus Esporte Clube, no Estádio Municipal “Glicério Marques”. 

Na foto, em pé, da esquerda para a direita, estão: Sabará, Orlando Torres, Ailson Lobato, Edilson Brito (Caboquinho), Zé Marques e José Maria Franco. Abaixados, na mesma ordem, aparecem: Pau Preto, Enildo, Círio Coutinho, J. Ney e Percival Leite.

Fonte: Facebook

sábado, 28 de setembro de 2024

MORRE EM MACAPÁ, AOS 77 ANOS, JOSÉ MARIA GOMES TEIXEIRA – O MANGA

Faleceu na manhã desta sexta-feira (27), aos 77 anos, vítima de uma parada cardíaca, um dos maiores nomes do futebol do AMAPÁ, José Maria Gomes Teixeira, o Manga. 

Durante várias décadas, o desportista coordenou a tradicional Copa do Mundo Marcílio Dias, no bairro do Trem.

Manga deixa esposa e filhos.

Manga nasceu no bairro central de Macapá, em 17 de maio de 1947. Filho de Teófilo Domingos Teixeira e Perpétua Gomes Teixeira. O casal cearense chegou à capital amapaense nos anos 40, durante a criação do Território Federal do Amapá pelo governo de Janary Gentil Nunes. Manga participou da Copa do Mundo Marcílio Dias, foi membro do Escotismo, atuou como Guarda Territorial e trabalhou na Polícia Civil. O início do futebol foi como guarda metas (goleiro). O apelido "Manga" é atribuído ao grande goleiro do Botafogo e Seleção Brasileira, Haílton Corrêa de Arruda, o famoso Manga, que atuou nas décadas de 50, 60, 70 e 80. Como técnico, Manga atuou no Atlético Latitude Zero, Trem Desportivo Clube, Ypiranga Clube, MV-13, Amapá Clube, São José, União Esporte Clube, Guarany Atlético Clube, Independente Esporte Clube, Seleção Amapaense e Copão da Amazônia. 

Via Franselmo George 

História - A primeira edição, da Copa Marcílio Dias, ocorreu em 1952, com o objetivo de integrar ainda mais os jovens, e com o futebol, fazer com que ser um escoteiro se tornasse mais atraente. Seguindo o modelo da competição realizada pela FIFA, a Copa Marcílio Dias passou a ser realizada de quatro em quatro anos, e assim seguiu nas copas de 1966, 1970, 1974 e 1978. No ano seguinte, a partir da chegada do Comandante Barcellos, a competição passou a ser anual. Essa mudança também atendia  pedidos dos jovens, que queriam ter mais oportunidades para jogar a Copa. Da primeira edição participaram 16 seleções, que eram formadas pelos escoteiros e moradores do bairro. As equipes eram: Alemanha Ocidental, Argentina, Brasil, Bulgária, Chile, Colômbia, Espanha, França, Hungria, Inglaterra, Itália, Iugoslávia, México, Tchecoslováquia, União Soviética e Uruguai. Os jogos e o regulamento foram baseados no álbum de figurinhas, que é lançado em cada Copa do Mundo.

A imagem abaixo, foi publicada em P/B no Jornal Diário do Amapá em 1995, quando a Copa Marcílio Dias era realizada no campo situado atrás da sede dos Escoteiros do Mar "Marcílio Dias", no bairro do Trem, onde atualmente está localizada a Escola Municipal "Hildemar Maia".

Colorizada po IA

O empresário Elíuço está à esquerda, seguido por José Maria Gomes Teixeira, o Manga, e o repórter José Maria Trindade, o Zeca Diabo, à direita.

Encontro entre amigos do bairro do Trem, a partir da esquerda: Guarda Gentil, Jeconias Araújo, Zequinha Monteiro, José Maria Oliveira e Manga.
Os bancos das fotos eram da Casa Deuzarina, do bar do Sr. Manoel Paixão.
-----------
Repercussão

Luiz Nery, que atualmente gerencia o Bar Du Pedro no Mercado Central, publicou a seguinte mensagem na rede social:

"José Maria Gomes Teixeira, meu vizinho Manga, faleceu.
Sua paixão era o esporte, especialmente futebol.
Vivi minha infância na Avenida Rio Maracá, onde morou por muitos anos Dona Perpétua, sua mãe.
Gostava de reunir a molecada para partidas de futebol na rua ou na praia, empinar papagaio,organizar a fila da molecada no mês de Junho, quando o posto Santo Antonio, homenageava seu santo protetor, distribuindo mingau e não era pouco, pois só a turma da baixa da mucura fazia a fila dobrar quarteirão. O Manga, tranquilo fazia a fila andar sem bagunça. Embaixo da mangueira em frente a sua residência, reunia a molecada para cortar cabelo e não cobrava nada.
Certo final de semana, manga sofreu um acidente que cortou nervos do tendão, isso fez com que parasse de beber, mas o esporte e a vontade de dias melhores, juntamente com meu falecido irmão José Maria Sandin Nery, meu primo falecido João Dasteca, entraram em um puque-puque e rumaram para a Guiana Francesa, lá passou por dificuldades, mas o futebol facilitou realizar uma cirurgia e evitar o pior. A saudade da Dona Perpétua e de sua esposa Marina, fez com que regressasse a Macapá. Aqui continuou ajudando sua mãe na banca que funcionava no cruzamento da Avenida Rio Maracá com São José.
Veio uma chance na Guarda Territorial e o Manga , agarrou com todo carinho até sua aposentadoria.
No futebol, foi um vencedor sem ser biricica(*).
Descanse na paz do senhor amigo."
Luiz Nery via Facebook
(*) intrometido / presunçoso
O corpo de José Maria Gomes Teixeira (Manga) foi sepultado na manhã deste sábado, 28, no Cemitério de São José, bairro de Santa Rita.

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

REGISTRO MEMORÁVEL > TRÊS BALUARTES DO ESPORTE AMAPAENSE

 Direto do baú de Lembranças do amigo João Silva:

(Reprodução)

Uma fotografia dos anos 70 mostra uma solenidade realizada na Federação Amapaense de Desportos – FAD

As imagens apresentam, a partir da esquerda, Milton de Souza Corrêa, Waldemar Vilhena, o Vavá, e o Dr. João Telles.

Milton de Souza Corrêa foi um desportista amapaense, membro benemérito do Conselho Regional de Desportos (CRD), fundador do Guarany Atlético Clube e sócio proprietário do Esporte Clube Macapá.

Dr. João Telles foi presidente do Juventus Esporte Clube e primeiro presidente do Conselho Regional de Desportos. Waldemar Vilhena integrou a Juventude Oratoriana do bairro do Trem, foi jogador e diretor de futebol do Ypiranga Clube.

Milton Corrêa, falecido em 18 de agosto de 1994, virou nome do Estádio Zerão; Dr. João Telles, que foi Secretário Geral do governo do T.F.Amapá e respondeu diversas  vezes pelo governador Janary Nunes, também já faleceu; Waldemar Vilhena, ainda vivo, trabalha e mora com seus familiares em Belém do Pará.

Fonte: Facebook

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

ESPORTE AMAPAENSE > OS 81 ANOS DO DESPORTISTA CÉLIO PAIVA

O desportista Célio Paiva completa 81 anos nesta quarta-feira, 21 de agosto de 2024. A maioria deles vividos no Amapá.

Benedito Célio de Araújo Paiva, zagueiro e artilheiro do futebol amapaense, nasceu em Bragança-PA, em 21 de agosto de 1943 - 31 dias antes da criação do Território Federal do Amapá, em 13 de setembro daquele ano - filho do comerciante João Barbosa de Paiva e Francisca Soares, também conhecida como Dona Santinha. As chances de emprego no recém-criado território e a exploração das reservas de manganês pela mineradora ICOMI despertaram o interesse de Barbosa de Paiva, que não mediu esforços e partiu para Macapá, acompanhado da família, em 1950. Naquela época, Célio tinha nove anos. 

Célio Paiva teve um grande desempenho nos esportes de vôlei e basquete, chegando a atuar como atleta profissional. Seu principal destaque foi no campo do futebol, quando se tornou um dos maiores craques do Amapá nos anos 60 e 70, período de ouro do futebol amapaense. Ele começou a sua trajetória na tradicional paróquia de Nossa Senhora da Conceição, localizada no bairro do trem, zona sul de Macapá, no Palmeirinha, equipe que conquistou o tricampeonato em 1956. 

Célio desempenhou suas funções nos clubes Esporte Clube Macapá, Sociedade Esportiva e Recreativa São José e Juventus Esporte Clube a partir de 1961. 

Ele foi convocado diversas vezes para a Seleção Amapaense, que disputou partidas extraordinárias no Estádio Glycério de Souza Marques, conhecido como Gigantão da Favela. Célio Paiva voltou ao Pará, onde jogou pelo Paysandu Sport Club, em 1966. Ele também atuou no Clube do Remo.  Nesse ano, ele conheceu Diana Nazaré Monard, com quem se casou em 26 de janeiro de 1972. A união gerou quatro filhos. 

Como servidor público concursado do Governo Federal, administrador e técnico em contabilidade, trabalhou na extinta Companhia de Desenvolvimento do Amapá (Codeasa) e no Ibama, onde se aposentou. Atualmente, ele reside com a família na capital paraense.

Fontes consultadas: portal selesnafes.com (com informações de Keyla Monard Paiva, filha de Célio) e Francelmo George.

segunda-feira, 15 de abril de 2024

CULTURA: FUTLAMA – PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL DE MACAPÁ

Foto: Arquivo GE/AP
De acordo com o Museu do Futebol, o futlama é uma modalidade que os ribeirinhos das ilhas do Amapá praticam nas lamas formadas pela baixa maré às margens do Rio Amazonas. A movimentação das águas determina a forma do campo e o horário das partidas, onde é usada uma bola impermeabilizada para não encher de água. O "futebol na lama" surgiu de forma informal, quando amigos se reuniam nos fins de semana para jogar peladas na beira do rio, na década de 1990. Os praticantes são residentes nos bairros Santa Inês, Perpétuo Socorro e Cidade Nova. O principal local para os jogos é o trecho do rio situado ao lado do Trapiche Eliezer Levy, próximo à imagem de São José, padroeiro do Estado, com vista para o Complexo Beira Rio e a bicentenária Fortaleza de São José, locais de referência e cartões postais de Macapá. A prática requer maior cuidado, uma vez que a praia é lisa, e é necessário ter cautela para não causar danos ao adversário. Além disso, é um meio de entretenimento para atletas e familiares que assistem às partidas. A prática se tornou um esporte e, atualmente, conta com uma federação e um campeonato estaduais, que ocorrem entre agosto e outubro. A Federação Amapaense de Futlama foi constituída em 27 de agosto de 2007. 

Foto: PMM/Divulgação

O campeonato já teve três edições, com a participação média de 100 equipes, incluindo equipes femininas e masculinas, que participaram do evento. Além do torneio oficial, é possível encontrar pessoas jogando bola nos campos cobertos de lama à margem do rio, ao longo de todo o ano. Os times têm nomes que homenageiam termos regionais como "Tralhoto" e "Carataí", que são nomes de peixes da região amazônica. Os pássaros "Tico-tico" e "Beija-flor", "Pau-ferro" e "Maçaranduba", nomes de madeiras nativas, são alguns exemplos. Participam ainda as equipes de Acari, Boto Cor de Rosa, Peixe-Boi, Tucunaré, Candiru, Tilápia, Carpa, Gavião, União São João, Camarão, Vento D`água, Turu, Peixe Espada, Sereias, Amazonas, Água-Marinha, Abacaxi, Jacaretinga, Tubarão Branco, Falcão, Pratinha, Beta Azul, Orquídea, Kanário, Coração, Arraia, Jaú e Flamingo, etc.

As regras do futsal são as mesmas. O escanteio é diferente, pois pode ser cobrado com os pés ou com as mãos.

Em maio de 2021, o futlama foi declarado Patrimônio Cultural e Imaterial de Macapá por meio da Lei 2454/2021, de autoria do vereador Alexandre Azevedo, e sancionada pelo prefeito da capital, Dr. Furlan.

Fonte: Museu do Futebol

domingo, 14 de janeiro de 2024

MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE: CRAQUES IRMÃOS FAUSTINO E JANGITO

Amigo João Silva compartilha em sua rede social um registro memorável de “dois campeões, dois irmãos, dois craques que deram muitas alegrias ao torcedor amapaense: o quarto-zagueiro Faustino e o centroavante Jangito. A foto é dos anos 60, quando os dois irmãos bons de bola foram campeões pelo CEA Clube, antes de se transferirem para o futebol paraense, para o Clube do Remo. Faustino foi titular absoluto e jogou mais tempo no Leão Azul, Jangito jogou menos; depois foi levado para o futebol acreano onde brilhou intensamente atuando pelo Juventus e Independência. Jangito começou no campinho da Matriz, no Juventus Esporte Clube..., fundado pelos padres do PIME. Faustino, depois do Remo, foi jogar no futebol amazonense, pelo Nacional e SulAmérica, sagrando-se bicampeão amazonense de futebol; o quarto-zagueiro clássico faleceu em 1998 em Manaus, como funcionário da Andrade Gutierres; João do Carmo Tavares, o Jangito é economista, e funcionário aposentado do Banco do Brasil; na ativa chegou a assumir a gerência local do BB, e depois que pendurou as chuteiras virou técnico da Sociedade Esportiva e Recreativa São José; era um atacante inteligente, de chute forte, artilheiro nato; é casado, tem filhos, está vivo, vai completar 81 anos e mora com a família em São Paulo. Os dois também jogavam basquetebol com bom desempenho."

Foto: Acervo do João Silva

Fonte:Facebook


domingo, 29 de maio de 2022

UMA LENDA DO ESPORTE DO AMAPÁ: José Maria Gomes Teixeira, o Manga.

Manga nasceu em Macapá, no bairro central, no dia 17 de maio de 1947. Filho dos pioneiros Teófilo Domingos Teixeira e Perpétua Gomes Teixeira. O casal cearense chegou à capital amapaense  na década de 40, época da criação do Território Federal do Amapá, governo de Janary Gentil Nunes.

Manga tem uma importância muito grande para o futebol amapaense, como também no lado cultural, o Escotismo, e na segurança, com a Guarda Territorial.

O começo no futebol foi como guarda-metas (goleiro). O apelido "Manga", vem do grande goleiro do Botafogo e Seleção Brasileira, Haílton Corrêa de Arruda, o famoso Manga, que atuou nas décadas de 50, 60, 70 e 80.

Manga coleciona títulos por onde passou: Campeonato Amapaense e Copão da Amazônia. Como treinador atuou no Atlético Latitude Zero, Trem Desportivo Clube, Ypiranga Clube, MV-13, Amapá Clube, São José, União Esporte Clube, Independente Esporte Clube e Seleção Amapaense.

No dia 17 de maio de 2022, Manga completou 75 anos de vida.

Via Franselmo George - HISTÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE (Facebook)

Foto: Blog  amapá esporte

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Foto Memória do Esporte Amapaense: Seleção Amapaense de Basquetebol

Foto memória, com data estimada dos anos 1953/1954, do acervo da família Borges de Oliveira, repassada à amiga Tica Lemos, é uma verdadeira raridade histórica e de um valor inestimável.

Time da Seleção Amapaense de Basquetebol, nos bons tempos do Território Federal do Amapá.

Segundo o historiador Nilson Montoril de Araújo a partir da esquerda, em pé:  Altair Lemos(14), Piqueira(12), Propércio(7), Edilson Borges(6) e Avertino Ramos(11).

Agachados, no mesmo sentido: Silvio Castilho(Vivi-7), Humberto Santos(6), Expedito Ferro(91-9), Epifânio Martins (10-Pigmeu) . 

Todos praticavam (e bem), várias modalidades esportivas.

Fonte: Web - Rede social

domingo, 2 de maio de 2021

FOTO MEMÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE: MEDALHA DO 1º CAMPEÃO DO COPÃO DA AMAZÔNIA

Amigo Franselmo George, que conta na internet a História do Futebol Amapaense, compartilhou em sua página na Rede Social, imagem da medalha histórica do Primeiro Campeão do Torneio da Integração da Amazônia (Copão da Amazônia) - ESPORTE CLUBE MACAPÁ.

A medalha pertence ao ex-zagueiro Augusto Wanderlley Aragão da Silva, o popular NARIZ.

Fonte: Facebook 

quarta-feira, 28 de abril de 2021

FOTO MEMÓRIA DA NATAÇÃO AMAPAENSE: TRAVESSIA DA BAIA DO GUAJARÁ

Foto de 1966, tirada em Macapá, na cabeça do Trapiche Eliezer Levy, mostra imagens do treinamento dos peixinhos do Amapá para Primeira Travessia da Baía do Guajará, em Belém do Pará.

Foi postada na Rede Social pelo veterano atleta Raimundo Nonato Souza.

No registro histórico vemos a partir da esquerda: Domingos Ferreira, Edielson Bandeira, Arlindo Nonato, Valdeci Barbosa, Umbelino Lobato (falecido) e Nonato Souza (16 anos), técnico Adonias Trajano.

Os nadadores posam sobre uma balsa do Governo do Amapá.

Observa-se ao fundo a frente da cidade vendo-se a Fortaleza de São José de Macapá, a entrada do Igarapé da Fortaleza e o velho Estaleiro Territorial.

Bons tempos em que o Amapá brilhava em todas as competições que participava!

Fonte: Facebook

Foto: Nonato Souza (Arquivo pessoal)

terça-feira, 30 de março de 2021

Memória do Esporte Amapaense: ESTÁDIO MUNICIPAL GLYCÉRIO DE SOUZA MARQUES

 Em 1949, o então Território Federal do Amapá, foi convidado a participar do XX Campeonato Brasileiro de Futebol.

O Estádio Municipal de Macapá, foi construído com a finalidade de preparar o Amapá para a competição.

As obras tiveram início em outubro de 1949.

A “Revista do Amapá”, daquele ano, registra que “as instalações do estádio, essenciais para a realização dos jogos daquele certame, foram construídas em prazo inferior a 30 dias..."

O estádio ocupa uma área de 120 x 174 metros, ou seja 36.540 m2.

O campo possuía inicialmente, do lado esquerdo, uma arquibancada, provisória, em madeira, com capacidade para 1.500 pessoas.

Sua inauguração, em 15 de janeiro de 1950, constituiu-se em um dos principais acontecimentos esportivos do Território, naquele ano.

Segundo o historiador Estácio Vidal Picanço, “o governador Janary Nunes hasteou a bandeira nacional no mastro de entrada do estádio e descerrou a placa comemorativa com a inscrição “Construída na Administração Territorial do Capitão Janary Nunes". 

Houve ainda discurso do engenheiro construtor do estádio, Hermógenes de Lima Filho, que em seguida leu o ato do governo do Território Federal do Amapá repassando a administração do Glycerão à prefeitura de Macapá.”

Os clubes da cidade, naquela época eram: Esporte Clube Macapá, Amapá Clube, Trem Desportivo Clube Sociedade Esportiva e Recreativa São José.

Fontes: Trabalho de Conclusão de Curso da turma de Engenharia e Urbanismo – UNIFAP – 2013 E Revista do Amapá nº 9 – 1950.

domingo, 28 de março de 2021

Foto Memória do Esporte Amapaense: Seleção amapaense de futebol – 1950

Imagem reproduzida da Revista do Amapá, edição de nº 9, publicada em abril de 1950, traz um importante registro histórico da Seleção Amapaense de Futebol de 1950, antes do jogo realizado, em Belém, contra a representação do Pará.

Da esquerda para a direita, em pé: Delbanor Dias (Técnico); 75; Suzete; Lavareda; Cabral. Roxinho e Raimundinho.

Agachados na mesma disposição: Adãozinho; Dedeco, Alves, Zé Maria e Cabeça.

Fonte: Revista do Amapá

Nota do Editor: Agradecemos ao amigo Diniz Botelho - leitor do blog - pelo envio de uma cópia digital da Revista do Amapá.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

MEMÓRIA DO ESPORTE AMAPAENSE - COPÃO DA AMAZÔNIA – UM TEMPO DE GLÓRIAS

 Por Humberto Moreira

Decorria o ano de 1974 quando aqui surgiu a notícia que a então CBD estava planejando a realização de um torneio de futebol, envolvendo os ex-Territorios Federais da Amazônia. 

A nossa Federação era presidida pelo engenheiro Manoel Antônio Dias, que tinha dado uma alavancada no futebol local fazendo parceria com a imprensa e restabelecendo a confiança dos clubes na entidade.

No Rio as reuniões se sucediam na CBD sob o comando do Almirante Heleno Nunes. Entre os que defendiam a realização da competição estava um paraense, que morou em Macapá por muito tempo e por motivos de saúde havia se mudado para o Rio de Janeiro. 

Raimundo Osmar Pontes Holanda se tornou amigo do presidente da confederação e foi o maior defensor do oficialmente chamado de Torneio da Integração. Tanto que, depois, Holanda passou a ser chamado pela imprensa de “Pai do Copão”.

Passou-se quase um ano nas tratativas e finamente foi batido o martelo. Haveria o Copão e a primeira edição foi marcada para julho de 1975 em Porto Velho, capital de Rondônia. Poderiam participar os campeões das quatro unidades envolvidas. 

Pelo Amapá o representante seria o Esporte Clube Macapá, maior detentor de títulos locais da época e dono de um senhor time de futebol.

O Acre já era Estado, mas o futebol lá ainda era amador, como acontecia nos demais participantes. O representante acreano era o Juventus, uma potência comandada pelo craque Dadão, coadjuvado por Emilson e Carlinhos. O Baré jogaria por Roraima e o Ferroviário, denominado Tricolor da Madevia, por ser ligado à estrada de ferro Madeira-Mamoré, seria o anfitrião.

Imaginem uma delegação de 27 pessoas se deslocando de Macapá para Porto Velho, numa longa viagem no YS-11 da Cruzeiro do Sul, passando por Santarém, Manaus e por fim duas horas sobre a floresta amazônica até chegar à capital de Rondônia. Para nós era como se fosse a própria Copa do Mundo. Um grupo barulhento de jogadores, dirigentes e imprensa ficou hospedado no Hotel Vitória, centro da capital e se preparou para encarar a competição. Logo depois da chegada baixou sobre Porto Velho um fenômeno chamado friagem, que desce da cordilheira dos Andes e atinge locais como Porto Velho e Rio Branco, que estão próximos da fronteira com Perú e Colombia.

E foi num frio de 16 graus que o Macapá fez sua estreia diante do Ferroviário, o dono da casa. O azulino jogou uma partidaça e bateu o tricolor por quatro a um. Antes disso houve abertura da competição com a presença dos presidentes das Federações e com Raimundo Holanda representando a CBF. Eu havia trabalhado com ele em 1971 numa escapada de oito meses até o Rio de Janeiro e já o conhecia muito bem. Era um sujeito calmo e ponderado que não levantava a voz nunca e tratava a todos com delicadeza. Ele ficou alegre ao me rever. Holanda seria presidente da Confederação Brasileira de Basquetebol tempos depois.

Mas voltemos ao torneio. Depois da primeira rodada os rondonienses encasquetaram que deveriam colocar um segundo representante deles na competição. Convocaram uma reunião à noite e a gente foi pra lá. No grupo estavam Raimundo Anaice, Mair Bemerguy e Edésio Lobato pelo Macapá. Pedro Assis e Manoel Dias pela Federação Amapaense. Da imprensa Guilherme Jarbas, João Silva, Nilson Montoril e eu. Numa manobra muito bem montada o presidente Manoel Dias propôs que a entrada do Moto Clube deveria ser por unanimidade, dando a entender que votaria a favor. O resto dos dirigentes caiu na esparrela. Para a surpresa de todos o Duca (apelido dele) votou contra e jogou um balde de água gelada, como o vento daquela noite, nas pretensões do pessoal de Porto Velho. Mas a primeira rodada foi anulada e o Macapá teve que começar tudo de novo.

Aí foi a vez de encarar o Juventus. A imprensa acreana, composta pelo jornalista José Chalub Leite (Placar), Belmiro Xavier e Valdemir Canizo (Difusora Acreana) e Campos Pereira (Rede Amazônia) nos falava maravilhas do time juventino. E era realmente verdade. Dadão havia jogado no Fluminense e voltara para Rio Branco ainda exibindo um grande futebol. O centro avante Bira disse depois que “tomar a bola do Dadão só se bater nele com um pau”.

Mas o Macapá era o Macapá. Depois de várias escaramuças de ambos os lados o time do Acre começou a estudar mais as jogadas, pois percebeu que entrar na zaga comandada por Nariz e Albano não seria fácil. Mais atrás, no gol azulino estava Aluísio pegando até pensamento. De repente um contrataque, Marco Antonio chegou quase debaixo do gol e cabeceou no ângulo. GOOOOOLL DO MACAPÁ. E bastou só aquele. O azulino despachou o poderoso Juventus de volta pra casa. Me vi correndo dentro de campo para abraçar o goleiro do Leão da avenida FAB. Aluísio jogou uma partida impecável. Tanto que foi o jogador mais cumprimentado pelos adversários.

Veio o jogo contra o Baré de Roraima que não chegou a ser fácil como a gente esperava, mas o Leão ganhou de novo e desta vez por três a dois. O time vermelho de Boa Vista lutou muito, porém teve que se curvar ao melhor futebol do time comandado pelo Tenente Amaral.

Agora faltava encarar o Ferroviário novamente. Surgiu um impasse de última hora. Alguns jogadores do Macapá não queriam entrar em campo. Afinal na primeira partida do Torneio eles já haviam jogado e vencido o tricolor. Ao baterem os outros adversários já seriam campeões. Reúne, chama todo mundo para o debate. Eu estava no meu apartamento com o João Silva quando fomos chamados a opinar também. Disse ao grupo que realmente o time já era campeão, mas já pensou vencer os rondonienses pela segunda vez? Entrem em campo de novo e batam neles. Assim foi feito. A torcida do Ferrim passou a noite na frente do Hotel Vitória espocando foguetes, batendo tambores e fazendo barulho pra não deixar o time amapaense dormir. Não adiantou. O nosso representante deu um baile de bola e venceu com gols de Barrado, Carlos Roberto (Pé) e Aldo.

Eram 08hs da manhã do dia seguinte. No Mercado de Porto Velho um grupo fazia a maior festa em meio a muita cerveja, para o espanto dos que estavam ali fazendo compras. Eram os dirigentes, jogadores e a imprensa amapaense festejando aquela vitória épica. Porto Velho ainda nos veria em outras edições do Copão da Amazônia, mas nunca como naquela manhã, depois do Macapá conquistar o I Torneio da Integração.

Fonte: Facebook

sábado, 16 de janeiro de 2021

MEMÓRIAS DO ESPORTE AMAPAENSE: Associação Recreativa Padre Vitório Galliani

 Por Adriana Ayres

”Há exatamente 35 anos, no dia 15 de janeiro de 1986 os amigos Adalto Góes, Ademilson Pereira, Alcione Carvalho, José Pereira Sacramento, José Edivaldo Furtado, José Laércio dos Reis, José das Graças dos Santos Torres (Mata), José da Silva Santos, Manoel Torres, Neemias Dilermano, Paulo Cézar Nobre, Sebastião Balieiro, Antônio da Silva Santos e Joaquim Neto, os dois últimos já falecidos, todos ex-integrantes da JOT (Juventude Oratoriana do Trem) por acreditarem que um sonho sonhado junto é realidade, fundaram a Associação Recreativa Padre Vitório Galliani, com a finalidade principal de dar continuidade à vivência do esporte e à prática do bem comum adquiridos junto à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no bairro do Trem sob a orientação de Padre Vitório Galliani.

Porém, eles sabiam que em tudo o que fizessem a palavra sonho teria que vir acompanhada de uma série de fatores, além do desejo próprio. Era preciso ter uma estrutura preparada, um planejamento definido e adequado às condições no qual a associação se encontrava no exato momento de sua concepção. E algumas ferramentas indispensáveis trabalharam juntas com os 14 sócios-fundadores: a confiança, a perseverança, a determinação, a ousadia e principalmente a fé em Deus, que fizeram com que a entidade se consolidasse dentro da sociedade amapaense.

Ao longo destes 35 anos muitas mudanças ocorreram na Associação, algumas agradaram, outras nem tanto, porém acabaram servindo de aprendizado e também para solidificar ainda mais a entidade.

Hoje, a Associação Recreativa Padre Vitório Galliani é uma entidade bem estruturada e respeitada, mas que para chegar neste patamar, recebeu a contribuição de muitas pessoas amigas, além dos sócios. O trabalho dos presidentes também não pode ser esquecido, pois, sem eles o engrandecimento da Associação não seria possível.

Mas, não podemos esquecer que a finalidade principal de tudo isto sempre foi congregar os ex-integrantes da JOT e os veteranos do Ypiranga Clube, e dar continuidade à vivência do esporte e à prática do bem comum adquiridos junto à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição.”

Fonte: Facebook

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Equipe de Aspirantes do Trem Desportivo Clube, 1972

Quão importante e gratificante, podermos compartilhar essas relíquias memoráveis dos bons tempos do ex-Território do Amapá.

Encontrei no Facebook essa raridade histórica, postada pelo amigo Osmar Marinho.

Jovens integrantes da equipe de aspirantes do Trem Desportivo Clube, no ano de 1972:

A partir da esquerda em pé: Gervásio, Balada, Cabral, Adelcio Leão, Camarão, Vitinho e Sebastiao; agachados: Zeca, Maroja, Buzina, Tupan, Amiraldo e Paulo.    

sábado, 4 de abril de 2020

Foto Memória do Esporte Amapaense: Feras do basquetebol de Macapá

Reproduzo aqui registro fotográfico extraído da página do Memorial Amapá, no Facebook, de atletas amapaenses praticantes da modalidade basquetebol, por ocasião do Zonal Norte de Basquete, no Ginásio Avertino Ramos, em 1977.
Nas imagens a partir da esquerda, em pé: Paulo Lemos (em memória), Waldenir, Mário Cuia, Antônio Rodrigues (em memória), Oscar Cuevas e Ernesto Dias (em memória). Agachados: Edson Bussu, Jorge Récio, Cazé, Marcos Mescouto e Écio Pontes.
Fonte:  Memorial Amapá - Facebook

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Foto Memória dos Esporte Amapaense: Atlético Latitude Zero

Nossa Foto Memória de hoje, publicada pelo confrade João Silva, no penúltimo dia do mês de janeiro passado na Rede Social, é uma verdadeira joia da memória esportiva amapaense. Uma relíquia vinda diretamente do Baú de Lembranças do brilhante jornalista tucuju.
Um raro registro fotográfico dos anos 60, no chamado 'Quintal da Casa dos Padres', precisamente na quadra do Juventus, clube criado pelos padres missionários do Pontifício Instituto das Missões Exteriores - PIME, alguns metros da Escola Paroquial 'São José'.
Craques de basquetebol do Atlético Latitude Zero, em pose para o clic do fotógrafo Horácio Marinho.
Nas imagens, em pé, a partir da esquerda: professor Alzir da Silva Maia, Jeová Marques, Picanço, Fontoura e Stélio Amaral; Agachados no mesmo sentido: José Cabral, Pedro Marques e Souza.
Resumo histórico -  O Atlético Latitude Zero foi um dos clubes (já extinto) da era amadorística do Território Federal do Amapá,  sediado na cidade de Macapá, fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelos desportistas Alzir da Silva Maia(in memoriam), Turíbio Guimarães e Raul Calins.
O Latitude Zero disputou o Campeonato Amapaense pela primeira vez em 1957. Jogou ainda as edições de 1959, 1961, 1963, 1964 e 1965.
Realizava seus jogos no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques...,
...e suas cores eram azul, amarelo, vermelho e branco.
Além do futebol, o clube também se destacou no basquete, chegando a vencer o Torneio Relâmpago em 1954, que contou ainda com as presenças de Amapá Clube, Esporte Clube Macapá e América Futebol Clube.
A sede do Clube, ficava situada na Av. Cônego Domingos Maltez, em frente ao antigo campo Marcílio Dias, no Bairro do Trem, local hoje ocupado pela Escola Municipal Hildemar Maia.
Segundo o historiador Nilson Montoril, “inicialmente, a agremiação chamou-se Latitude Esporte Clube. O desportista Pauxy Gentil Nunes, sugeriu o título de Atlético Latitude Zero.”
Zequinha Monteiro – ex-atleta da agremiação esportiva - comenta também que o “fundador e professor Alzir da Silva Maia, ajudou a comprar a sede do clube e, em várias oportunidades que a sede estava ruindo, voltava e a reestruturava.”
(Fontes: Facebook, Wikipédia e Arquivos do Porta-Retrato)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...