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segunda-feira, 14 de outubro de 2024

HOMENAGEM AO DR. LINOMAR SEABRA DO ROSÁRIO (In memoriam)

Em registro datado de 5 de setembro de 2024, a Prefeitura de Macapá faz uma homenagem ao médico LINOMAR SEABRA DO ROSÁRIO. 

Por meio do Projeto de Lei nº 0210/2024-PMM, a Unidade Básica de Saúde situada no bairro Infraero I passa a ser denominada “UBS Dr. Linomar Teófanes Seabra do Rosario”.

Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Infraero I (Reprodução)

Esta unidade, que anteriormente era conhecida como UBS do Infraero I, está localizada na Passagem Jhonatan Bezerra, nº 1945, no Bairro Infraero I, no município de Macapá.

Linomar Teófanes Seabra do Rosário, nasceu em Macapá-Ap no dia 27 de dezembro de 1947, primogênito de uma família de seis irmãos, filho de Pedro Francisco do Rosário e Therezinha de Jesus Seabra do Rosário. Foi estudante do Colégio Amapaense. Era casado, tinha três filhos homens, sendo dois engenheiros civis e um bioquímico. Formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará em 1975, exerceu por mais de 30 anos suas atividades médicas nos hospitais de Pediatria, de Emergência, Unimed Macapá e Unifap. Era Pediatra e oncologista. Seu falecimento ocorreu em 15 de julho de 2009, e seu corpo repousa em paz no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, localizado no Centro da cidade.

Foto: Arquivo pessoal

Fonte: Família (Informações de Pedro Mauro Seabra

domingo, 17 de junho de 2018

Pioneira da Educação do Amapá: Professora Aciné Garcia Lopes de Souza

Hoje, prestamos justa homenagem à essa pioneira do magistério amapaense, que desde muito jovem foi trabalhar no recém-criado Território Federal.
Falamos em Raymunda Aciné Garcia Lopes de Souza que nasceu em Belém (PA), em 18 de março de 1926, filha de Judith Medeiros Garcia e de João de Brito Monteiro.
Dona Judith foi bordadeira da fábrica confiança em Belém e ao chegar em Macapá passou a costurar para senhoras da cidade; seu João, músico, saxofonista, viveu sua infância e adolescência na Rua Domingos Marreiros – Bairro do Umarizal, onde permaneceu até ir para Macapá.
(Reproduções Google images)
Como toda jovem, Raymunda Aciné frequentou a escola e fez o curso primário, da alfabetização até a 1ª série, na Escola João Carlos Nascimento da professora Mariana Tupiassu de Souza; 2ª serie no grupo Escolar Dr. Freitas e de 1936 a 1938 no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, onde concluiu o primeiro grau.
(Reprodução)
Estudou de 1939 até 1943 na Escola Normal do Pará, tradicional escola paraense por onde passou a maioria das jovens paraenses e que formou dezenas delas que foram para o Amapá.
Raymunda Aciné se formou em março de 1944, nesse mesmo ano viajou junto com sua mãe na lancha Amapá na companhia do primeiro governador do Território Federal do Amapá capitão Janary Gentil Nunes, e assim iniciou suas atividades de professora normalista.
Aciné conta que ao chegar em Macapá foi instalada na casa do Sr. Acésio Guedes, depois foi alojada na residência de uma família judia, e algum tempo depois passou a morar com a professora Maria Carolina até conseguir a casa cedida pelo governo na rua General Gurjão, no Bairro Alto, isso nos idos de 1952.
Alguns anos depois chegou de Belém o sobrinho do Sr. Cleveland Cavalcante, o jovem Altevir, que se juntou ao grupo de jovens que se reuniam para ir aos bailes e,  de festa em festa, foi assim que se conheceram, namoraram, noivaram e casaram em 31-05-1956 no civil no Fórum de Macapá e no religioso na Catedral  de São José.
Dessa relação nasceram três filhos Rivetla, Roseanne e Marcellino, e dois netos Bruno e Eric.
A história da professora Aciné, como era conhecida no magistério, tem seus compassos e muitos deles foram aventuras pedagógicas nos cerrados amapaenses.
Sua admissão nos quadros do recém-criado Território Federal do Amapá, aconteceu em 29 de maio de 1944, como professora Classe ‘F’. Em 1945 foi dispensada e deu continuidade aos seus estudos no período de 1946 a 1948 no Instituto de Educação do Pará, formando-se no Pedagógico em 1948. Em 5 de abril de 1950 readmitida nos quadros como professora Classe ‘B’ e em 20 de setembro de 1963 foi definitivamente enquadrada como Assistente de Educação 14-A.
Neste interim Aciné deu continuidade aos estudos superiores e cursou de 1972 a 1973 Licenciatura em Letras pela UFPA, no Núcleo Amapá, na Escola Tiradentes e a complementação em Plena em Letras Português/Francês. Além disso durante sua vida funcional cursou dezenas de ações educativas voltadas para ampliação e aperfeiçoamento educacional, além das suas atividades administrativas que passou a exercer como gestora escolar e de administração pública.
Raymunda Aciné exerceu grande liderança, influenciou e apoiou ações de atividades voltadas para uma educação exitosa no Amapá, dentro das áreas desportivas e literárias. 
Participou de encontros, congressos, seminários e atividades fins que envolviam administração e supervisão escolar e foi uma das amapaenses que participou da implantação da nova legislação educacional a LDBE 5692/71. Recebeu centenas de portarias e diplomas de elogios e Honra ao Mérito pela dedicação à educação amapaense.
No exercício de gestão escolar, dirigiu o Grupo Escolar de Mazagão em (1961/1963), e o Instituto de Educação do Território do Amapá (IETA) de (1969/1972)(fotos). Chefiou o Ensino de Primeiro Grau em 1972. Em 1974 respondeu pelo cargo de secretária de Educação e Cultura e passou a ser interina no mesmo ano. Professora Aciné foi designada e compôs diversas comissões de importância dentro do sistema educacional do Amapá, desde a organização da Semana da Pátria e Bancas Examinadoras, assim como representante amapaense em encontros nacionais voltados para alavancar o sistema de ensino. Participou de inaugurações de prédios escolares e da implantação do Ensino de 2º Grau (hoje Ensino Médio) no Amapá. Compôs e coordenou a Comissão de Legislação de Ensino da SEC. Administrou a Escola Barroso Tostes em 1978, participou da Prevenção ao uso de tóxicos por estudantes. Em 1981, compôs o Plenário do Conselho de Educação do Amapá.
Foram 34 anos dedicados exclusivamente à Educação Amapaense.
(Reprodução/Tribuna Amapaense)
Hoje Raymunda Aciné Garcia Lopes de Souza, reside em Belém (PA) com seus filhos e aos 92 anos continua ativa, dedicando-se a trabalhos religiosos, e ativando o seu lado escritora lançou em março dia de seu aniversário, quando completou 92 anos, o livro Espiritualidade Conjugal Tesouro do Matrimônio, voltado para casais cristãos.
Aciné fez uma promessa de ir ao Amapá, fazer o lançamento de sua obra em Macapá e reencontrar os amigos. O livro de Raymunda Aciné será doado.
Texto de Reinaldo Coelho, adaptado ao blog Porta-Retrato.
Matéria completa você lê na edição nº 613 do Jornal Tribuna Amapaense
ATUALIZAÇÃO:
Professora Aciné, faleceu em 18 de outubro de 2025, em Belém do Pará, aos 99 anos de idade, vítima de um infarto agudo do Miocárdio. Após o velório na Capela Palmeiras Amazon, seu corpo foi sepultamento no domingo, dia 19, às 15h, no Cemitério Recanto da Saudade, em Belém.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Foto Memória de Macapá: Aniversário de Matrimônio dos amigos Urivino e Cléia Ribeiro

Nossas Fotos Memória de hoje, vêm do álbum de lembranças dos amigos Urivino (Cléia) Bandeira Ribeiro. 
Há exatos 48 anos era realizado o enlace matrimonial dos nubentes Urivino e Cléia Ribeiro, celebrado pelo Padre Vitório Galliani, dia 29 de dezembro de 1969, na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Vila Amazonas – Santana/AP.
- Urivino – nosso contemporâneo – é natural de Macapá/Ap, onde nasceu em 16 de março de 1948, filho do pioneiro João Barbosa Ribeiro e Dona Maria da Silva Ribeiro (ambos falecidos). Estudou em Macapá; fomos escoteiros da Tropa Veiga Cabral, na mesma época. Uma das atividades do Urivino foi na Empresa Mineradora ICOMI, em Santana/AP.
- Dona Cléia – com quem trabalhamos na Prefeitura de Macapá – nasceu em 29/01/49, na cidade de Itapipoca, Ceará, filha de João Evangelista Teixeira e Maria Rodrigues Teixeira (falecidos). Chegou em Macapá, com seus pais, no ano de 1953 com 4 anos de idade. Iniciou os estudos na Escola de Vila Amazônia e os concluiu em Macapá, no Colégio Amapaense.
(Foto - Reprodução / Facebook )
Ao fazermos esse registro, queremos prestar nossa homenagem ao simpático casal amigo - com quem temos estreitos laços de amizade duradoura - enviando votos de uma existência perene, com as bênçãos de Deus e felicidades mil!
- Grande Abraço!!!
(Joâo Lázaro)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Em memória do Dr. Nilde Ceciliano Santiago: Ele também passou pelo Amapá

Há 78 anos nascia em Cuiabá, Mato Grosso, Nilde Ceciliano Santiago. Foi dia 26 de novembro de 1937. Era uma sexta-feira no mundo. Muito jovem, ainda, foi para o Rio de Janeiro, onde estudou e formou-se em Zootecnia, na Universidade Rural do Rio de Janeiro. Lecionou por algum tempo na mesma universidade.
Chegou em Macapá em junho de 1974, como diretor do Projeto Rondon do Campus Avançado, como representante do reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Foi representante do ministro do interior, Maurício Rangel dos Reis e passou a ser membro do Conselho Territorial do Amapá. Foi nomeado presidente. 
Foi também presidente do Rotary Clube de Macapá; do Esporte Clube Macapá, e venerável mestre da loja maçônica Duque de Caxias      além de Presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá no período de 86/87.
Assumiu a Secretaria Municipal do Serviço Público (88-89); membro efetivo do Conselho da Aster Amapá; diretor presidente do Conselho Técnico Agropecuário e diretor da Codeagra, em 89. Foi o idealizador do Parque Zoobotânico e do projeto de mini-hotéis de Mazagão, Calçoene, Amapá e Oiapoque.
Na política exerceu o cargo de vereador de Macapá por duas vezes nas legislaturas de 82 e 90, pelos partidos PDS, PFL e PL. 
Foi eleito deputado estadual constituinte do Amapá, pelo PL, sendo o presidente da Comissão de Justiça e Redação da Assembleia Legislativa e Relator Geral da Constituição do Estado do Amapá.
Em 1996, Nilde Santiago candidatou-se à Prefeitura de Itaubal, saindo-se vitorioso.

Nilde Ceciliano Santiago faleceu e foi sepultado na Capital amapaense no dia 14 de junho de 2005.

(Atualização em 23/06/2022)
Fonte: Revista Perfil do Amapá 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Memórias de Macapá: Nena Leão - O legendário “Rei da Noite”!

Concretizamos, hoje, um desejo há muito pretendido: de homenagear o amigo Nena Leão – o legendário “Rei da Noite”, de Macapá.
A edição de setembro da Revista DIÁRIO publica uma matéria sobre a vida desse nosso contemporâneo sessentão.
Com a devida licença do autor, adaptamos para o “Porta-Retrato”, o texto de Douglas Lima com fotos de Alexandre Alves.
Avenida Coaracy Nunes, 691, entre as ruas Odilardo Silva e Eliezer Levy, no Centro de Macapá: este é o endereço de Raimundo Barreto Coimbra, ou melhor, do Nena Leão, como é conhecido.
Ele mora na parte elevada do terreno. 
À margem da avenida está o bar “La Boheme”, de propriedade desse macapaense, moreno, no auge de seus 67 anos de idade.
“Nena Leão é uma figura legendária da noite da capital amapaense; um dos reis das antigas adolescentes, jovens e inocentes tertúlias hoje transformadas em homéricas farras que varam as madrugadas, chegando ao raiar do sol”.
“Coimbra conta que o apelido Nena Leão, surgiu de forma espontânea. O Nena, ele não sabe de onde e como; o Leão, pelo fato de ser um apaixonado torcedor do Clube do Remo, o Leão Azul, paraense. E o surgimento como notívago, também diz que foi de forma espontânea, nada pensado”.
Foi Nena Leão, quem montou a primeira banca de revista em Macapá, de nome “Cinelândia”, na Av. Mário Cruz, entre as ruas Cândido Mendes e São José, ao lado do Teatro das Bacabeiras, na Praça Veiga Cabral.
“Da banca de revistas ele pulou para a feirinha que ainda existe perto do mercado central, onde fez funcionar um bar. Posteriormente, mudou-se com o bar para a Feira de Peixes, no bairro do Buritizal.”
“Depois da experiência com bar, onde já tocava alguma coisa de música para alegrar o ambiente, Nena Leão se embrenhou na noite, fazendo funcionar o “Corujão”, dançará que se tornou famoso em Macapá, durante 22 longos anos”.
O “Corujão”, que funcionava na Rua Professor Tostes, no bairro do Muca, “era um misto de boate e salão de festas, bem popular, frequentado por gente de todo nível social, um congraçamento atraído pela natural busca de diversão, mas que encontrava satisfação plena nas músicas dançantes apuradamente selecionadas por Nena Leão”.
O repertório era bem romântico. Boleros com letras que “(*)primavam por uma lírica de impressionante criatividade que se referia à desventuras amorosas”. 
O ambiente era essencialmente boêmio. Isso, sem falar nos sucessos da jovem guarda e nos hits internacionais, que transportavam a todos, eternas lembranças.
Nena recepcionou no La Boheme, em ocasiões diferentes, os saudosos cantores Núbia Lafayette e Noite Ilustrada.
Entre suas paixões, estão: a música em vinil, que nunca abandonou pelo CD ou DVD, os Clubes do Remo e Flamengo, além do rádio.
“Sua inconfundível discoteca conta com mais de cinco mil (5.006) discos de vinil, entre simples, compactos duplos e long plays, em plena era digital. Esse acervo ainda é utilizado ou rodado, diariamente, num antigo toca discos”.
O cronista João Silva, também nos conta UMAS E OUTRAS DO NENA LEÃO: 
“O La Boheme é o endereço da boa música, da saudade, do romance, dos boêmios da cidade…E tome Miltinho, Reginaldo Rossi, Odair José, Nelson Gonçalves, Beth Carvalho, Ângela Maria, Ataulfo Alves, Emilinha Borba, Clara Nunes, Maysa, Agnaldo Rayol, Roberto Carlos, José Augusto, Carlos Alberto, Agnaldo Timóteo, Francisco Petrônio, Eduardo Araújo, Roni Von, Adilson Ramos, Leny Andrade, Maria Bethânia, Altemar Dutra, Silvio César, Orlando Silva, Caetano Veloso e outros.”
João Silva, que conhece muito bem o amigo, diz que ele é "gente fina", mas deve ser tratado com parcimônia, com aquele jeitinho, e explica por que:

Imagem: Google Images
“O Nena quando está “pilotando” o bar da sua vida tem lá suas manias, fique ligado; trate-o de “Pai” – ele gosta, e certamente vai devolver a você mesmo tratamento; não estranhe a defumação, a vela acesa no canto, o pião roxo na entrada, a coruja em porcelana e olhos fosforescentes no alto da prateleira; não faça pedido musical, não pense em atravessar o balcão, não toque nas preciosidades em vinil: compactos, compactos duplos e CDs da sua discoteca!”.
Outra coisa: “a cara fechada não quer dizer nada, embora não suporte chato e fiado também; não esqueça que ele trabalha duro, mas toma umas e outras enquanto atende a freguesia; a sua grande sacada mesmo é fazer clima, botar fogo na paixão, arrancar da garganta dos apaixonados aquele grito: ‘Mata, Pai!’, aliás uma tradição da casa que vive da sensibilidade que Deus lhe deu tirando do fundo do baú o sucesso que os seresteiros gostam de ouvir nas noites do La Boheme.”
João Silva também diz quem é Nena Leão?
“Conheço o Nena do tempo em que trabalhava na Banca Cinelândia, na Praça Veiga Cabral, com aquele rádio imenso (seis faixas) ligado no programa de Paulo Moreno da Rádio Globo! É macapaense, irmão de L. Coimbra, que fez parte do “cast” da Rádio Difusora de Macapá (ator de rádio novela), talvez o primeiro colunista social de Macapá, ele que foi embora para o Rio de Janeiro, e morreu na Cidade Maravilhosa”.
Sobre o apelido de “Rei da Noite”, João lembra que “a inspiração do radialista Arnaldo Araújo, marcou as farras que alegraram boa parte da nossa mocidade;...”.

Raimundo Barreto Coimbra - filho da dona Marcelina Barreto Neves - teve três filhos com dona Valdomira, falecida há 12 anos: Valdirene, Valdisa e o radialista  Wilker Martins, consagrado DJ, em Macapá.

Nota do Editor:

Lembro-me, dos bons tempos no final dos anos 60, quando, ainda solteiro, parava todas as noites na casa do Nena, para ouvirmos pelo Motorádio, os programas das Rádios, Globo, Mundial e Super Tupi, do Rio de Janeiro.
Ele colocava à beira do barranco, um sofá estufado, e varávamos as madrugadas, curtindo inesquecíveis programas da época de ouro do rádio brasileiro!

Bons tempos!... João Lázaro
Texto original de Douglas Lima (Revista DIÁRIO)
João Silva, colaborou!

domingo, 23 de agosto de 2015

Foto Memória de Macapá: Dois Momentos de seu Cazemiro Lino Dias

Flagrante da entrega do diploma aos Destaques do Ano - 1994, no Novotel Macapá, promovido pelo Jornal do Dia, sob o título A Memória do Tempo. Moisés Zagury e Sr. Maurice Ghammachi, (de costas), entregam o diploma ao Seu Cazemiro Lino Dias.
Seu Cazemiro Lino Dias, em mais um momento especial, desta feita com o empresário Laurindo dos Santos Banha e o Governador Annibal Barcellos, em visita à Feira Agropecuária da Fazendinha/AP.
Fonte: Informações e fotos 
(colaboração de Dona Leila Coelho, viúva de Cazemiro).

domingo, 14 de junho de 2015

Álbum de Memória: Dr. Armando Limeira de Andrade - Família Reunida!

(Foto: Reprodução de livro)
O Pioneiro Armando Limeira de Andrade nasceu no Município de Amapá, no dia 19 de maio de 1911, filho de Noé Xavier de Andrade e D. Maria Limeira Andrade, comerciantes, fazendeiros e família de respeitável liderança na região.
Cedo foi estudar em Belém, fazendo o curso primário no Instituto Poliglótico Rui Barbosa, o secundário no Colégio Nazaré e o Curso Superior na Faculdade de Odontologia da Universidade do Pará, recebendo o diploma de odontólogo no ano de 1932.
Retornou para a cidade do Amapá, sua terra natal, onde montou o seu gabinete, passando a exercer a profissão de dentista autônomo. Com a criação do Território Federal do Amapá, aceitou o convite do governo e passou a trabalhar no Posto Médico daquela cidade.
Participou de campanhas de higiene bucal, visitando as comunidades, integrando-se às caravanas médico-odontológicas no interior do Território. Em 1957 foi transferido para o Hospital Geral de Macapá e nesse mesmo ano a Diretoria do Centro de Estudos "Dr. Lélio Silva" lhe conferiu o Diploma de Sócio Efetivo.
Participou do 1º Congresso Nortista de Odontologia realizado em Macapá, no ano de 1958. Foi pioneiro do SESI onde trabalhou no período de 1960 a 1964 e 1970 a 1973, exercendo a chefia dos Serviços de Higiene Dentária.
Em 1964 recebeu o diploma de Honra ao Mérito por seus trabalhos relevantes como o "melhor dentista do ano" e foi homenageado pela Câmara de Vereadores do Município de Amapá.
Fazia parte do Lions Clube de Macapá; era sócio do Vera Cruz Esporte Clube no Amapá, do Trem Desportivo Clube em Macapá, do Aeroclube de Macapá, participando de suas diretorias.
Em Belém, quando acadêmico, foi atleta de natação e remo pelo Paisandu Esporte Clube.
Em 1978 participou do Curso Intensivo de Pré-Câncer e Câncer da boca, patrocinado pelo Ministério da Saúde.
Contribuição dos amigos Asdrúbal e Deuzuite
Casou-se com a jovem Emília Del'Castillo
Andrade que lhe deu os filhos Emanuel, Maria Emília, Maria Lúcia, Asdrúbal, Elias, Paulo Armando, Ana Bárbara, Vitória Régia e Moema. Emanuel e Elias faleceram, ainda bebês.
 Foto tirada provavelmente entre 1956/1957,  na sala da residência do Dr. Armando
e Dona Emília, 
na    Av. Iracema Carvão Nunes, em Macapá.
Informação de Márçio Andrade.
Sentados ao sofá Dona Emília e Dr. Armando Andrade(falecidos); da esquerda para a direita, em pé: Vitória Régia, mora em Taubaté/SP; Asdrúbal, vive em Sobradinho/DF;  Ana Bárbara, mora em Brasília/DF, Maria Emília, no Rio de Janeiro; Maria Lúcia, em Campinas/SP; Paulo Armando, vive em João Pessoa/PB  e Moema, em Belém/PA.
Dr. Armando Andrade, aposentou-se no dia 20 de fevereiro de 1981 e veio a falecer no dia 26 de abril de 1993.
Dr. Armando de Limeira Andrade foi um grande nome na história do Amapá.
(Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá Vol. II, de Coaracy Barbosa - edição 1998).

(Post publicado originalmente em 5 de maio de 2011, repaginado em 14 de junho de 2015 e reeditada com atualizações)

SOBRE DONA EMILIA: "Dona Emilia,prestou relevantes serviços à Educação nas cidades de Amapá e Macapá. 
Era uma pessoa maravilhosa e muito amiga.
Educada, compreensiva, tranquila, uma perfeita anfitriã.
Esposa dedicada, fez do magistério e da educação dos filhos, sua verdadeira razão de ser.
Nasceu no dia 28 de maio de 1916, na cidade de Amapá e faleceu em 30 de janeiro de 2010, em Brasília/DF" (Depoimento de sua nora Deuzuite Andasse, casada com Asdrúbal Andrade.)

sábado, 18 de janeiro de 2014

Prof Maria Alves de Sá - Pioneira do Magistério Amapaense

Nossa homenageada de hoje é a professora Maria Alves de Sá.
Prof Maria Sá é natural do rio Tartaruga, pertencente ao município de Afuá, no Estado do Pará. Filha de Antônio Dias de Sá e Virgínia Dias de Sá, está no Amapá há 75 anos. Ao chegar a Macapá, passou a residir, com a família, na antiga Rua da Praia, hoje Orla de Macapá. Conta que sua diversão era subir nas mangueiras ali existentes, colher mangas e tomar banhos de praia. Todavia a família teve de retor­nar em 1942, ao outro lado do Rio Amazonas, para as Ilhas Furos dos Porcos, pois estava em alta a colheita do látex das seringueiras. Porém, sua genitora que costurava para fora, percebeu a necessidade de dar estudos aos filhos e como já tinham residência em Macapá herança ma­terna, retornaram. Naquele mesmo ano (1942), come­çou a estudar em um dos primeiros Grupos Escolares de Macapá, na casa de Dona Sofia Mendes Coutinho, (mãe da saudosa prof. Guita - Raimunda Mendes Coutinho).
Após a criação do Território Federal do Amapá, em 1943, e a instalação do Governo em 1945, o Governador Janary Gentil Nunes construiu o Grupo Escolar Barão do Rio Branco, onde, segundo ela, teve "a honra de ser da primeira turma que ali estudou e se formou".
Professora Maria Sá, relembrando sua juventude. afirma que sempre teve um objetivo na sua vida; hoje algumas pessoas lhe perguntam por que não casou? “Não casei, porque eu acho que não é a única opção para a mulher. Eu queria trabalhar queria vencer na minha profissão, e se depois viesse o casamento, que dentro dele eu tivesse minha inde­pendência econômica e depois eu me afeiçoei tanto ao meu trabalho, porque, desculpa a falta de modés­tia, minha tendência à Educação foi mais do que uma profissão, é uma vocação. Pautei-me nisso e estou muito feliz assim”.
Com o falecimento do seu genitor aos 14 anos Maria Sá teve que continu­ar seus estudos e trabalhar;  ela exerceu as funções de atendente no Hospital Geral de Macapá. “Nessa época estava no ginasial, completei meus estudos sempre trabalhando”.
Depois de concluir o Científico, Maria Sá, foi prestar vestibular na Uni­versidade Federal do Pará (UFPA) em Belém (PA) e aos 19 anos ingressou na Faculdade de Filosofia, fez o Bacha­relado em Ciências Sociais e depois a Licenciatura Plena em Pedagogia que preparava para o Magistério. “O meu retorno após a formatura foi meio difícil, pois cheguei ao início de 1964 e logo em seguida eclodiu a revolução militar e o Amapá estava recebendo o primeiro governador do novo regime General Luiz Mendes da Silva. Mas, apesar disso eu tinha conhecidos na nova administração, e fui nomeada. Minha primeira escola foi o então Instituto de Educação do Amapá (IETA), onde eram formados os professores amapaenses, das escolas publicas foi à única onde lecionei às áreas de Ciências Sociais e Pedagogia”.
Um dos alunos da mestra Maria Sá, que ela destaca como um grande nome da educação amapaense, é o prof Leonil de Aquino Pena Amanajás, hoje magnifico reitor do CEAP. Relembrando outros nomes ela conta que suas di­retoras foram grandes mestras como a Professora Wanda Jucá, Raimunda Aciné Garcia Lopes de Souza, Blandina, Annie Viana da Costa, que também foi Secretaria de Educação, representante do MEC no Amapá. Mesmo atuando numa época de turbilhões sociais e lecionando matérias que mexiam com esse segmento, ela declara que sempre trilhou o caminho da moderação e na expressão de suas ideais. “Eu não era omissa, mas sempre procurava não me exceder, tanto que não tive nenhum problema com todos os governadores militares até o governador Anníbal Barcellos”.
Nossa biografada iniciou o exercício do magistério no IETA. “Nessa época foi criada em Macapá uma extensão da UFPA(Universidade Federal do Pará), já preparando professores para refor­ma do ensino com a implantação da Lei Federal 5692/76 que mudava a estrutura.  A pessoa que era res­ponsável pela implantação desse programa - Antônio Gomes Moreira Junior que tinha sido meu professor e sabia que eu morava Macapá - sugeriu meu nome para coordenar a formação dos professores a nível de 1º e 2º Graus; fiquei 20 anos no campus, até quando foi criada a nossa uni­versidade, a UNIFAP, onde assumi a reitoria pro tempore por dois anos”.
Depois que saiu da UNIFAP, a professora Maria Sá foi convidada a atuar no Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) como Assistente Técni­ca durante cinco anos; em seguida foi atuar no Tribunal de Contas do Estado como Chefe de Gabinete da Presidên­cia, na época Conselheira Margareth Salomão de Santana, durante sete anos; atuou nas Faculdades SEAMA como Coordenadora Acadêmica, co­ordenadora Pedagógica e terminou como Ouvidora Geral da Faculdade. Além desses cargos foi membro e presidente do Conselho Territorial de Educação e do Conselho de Cultura do Estado, até 2011. “Aposentei-me com 30 anos de serviço(1992), porém continuei a atuar nas escolas privadas (CEAP, SEAMA). Hoje estou somente me dedicando à leituras”.
Fonte: Jornal Tribuna Amapaense
Matéria e foto maior de Reinaldo Coelho (Tribuna Amapaense).
Foto em P/B - Reprodução do blog  da Amapatec)

sábado, 23 de novembro de 2013

O Pioneiro Mário Cruz

Neste registro raro dos anos 40, vemos o Sr. Mário Cruz, ladeado por seus filhos Lygia e Guilherme Cruz.
Mário Cruz foi o comerciante ribeirinho que levou pessoalmente, ao interventor Janary Nunes, algumas pedras escuras e pesadas, que usara como lastro para seu barco, em busca da recompensa prometida. O material foi analisado na sede do DNPM no Rio de Janeiro, pelo engenheiro Glycon de Paiva, que constatou tratar-se de manganês de teor elevado. (Saiba mais)

Nos anos 50, Lygia Cruz atuou como radioatriz nas novelas ao vivo que eram levadas em ar pela ZYE-2 - Rádio Difusora de Macapá. 
Lygia, com idade avançada mas, em plena lucidez, reside atualmente na cidade de Rio das Ostras (RJ), e esteve recentemente, revendo parentes e amigos em Macapá.

Guilherme Cruz, já falecido, foi um dos primeiros fotógrafos de Macapá, e dono do inesquecível Foto Cruz, dos irmãos Cruz (Guilherme e Humberto). Ele foi também, junto com o Sr. João Assis, do Elite Bar, sócio do Cine Macapá.
"Seu" Cruz, como era conhecido, foi fotógrafo de nossa família. Minhas fotos de criança e adolescente, quase todas foram tiradas por ele.
Foto de Mário Cruz reproduzida do documentário “Dr. Antunes”, um filme biográfico sobre a vida de Augusto Trajano de Azevedo Antunes, o fundador da Icomi e de um verdadeiro império industrial chamado Grupo Caemi.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O pioneiro - João Diniz

O pioneiro João Felício Diniz, de nacionalidade portuguesa, nasceu em 1935 e chegou ao Amapá em 1952, oriundo da cidade de Aveiro,Portugal.
João Diniz deixou sua terra natal após a segunda guerra mundial, período em que a economia portuguesa passava  por inúmeras dificuldades. Quando chegou em Macapá a cidade era uma vila e o aeroporto situava-se onde é hoje a Av. FAB. Tinha a rua Cândido Mendes e a ponte sobre o canal da av. Mendonça Jr. era de madeira. Ele contava que a rua Tiradentes, que antes se chamava Coronel José Serafim Gomes Coelho, era um caminho que finalizava na CAESA, fopi ondffe tudo começou. João se alimentava em uma pensão à margem da Rua Cândido Mendes trecho em que os carros que passavam jogavam lama no salão de refeições. Os clientes tinham que proteger o prato para não comer lama. 
João Diniz que se considerava amapaense de coração, casou em 1961 com dona Dalva Nunes e tiveram três filhos: Américo Diniz (advogado), Francisco Diniz(economista) e Fátima Diniz (in memórian) e o neto Rafael.
João Diniz foi um dos pioneiros do Estado do Amapá, sendo um dos fundadores da Associação Comercial (ACIA) e sócio fundador da Fábrica Amapaense, que funcionou por muitos anos na esquina da Av. Cel. Coriolado Jucá com a atual Tiradentes. João realizou diversos trabalhos em prol do comércio amapaense. Ele tinha sua loja na Rua Tiradentes, a Casa Milena, ao lado da sua residência, no bairro central.
João Diniz conservava a honestidade, ensinava a dignidade, a ética e a boa convivência entre as pessoas. Homem de muita fé. 
O empresário João Diniz faleceu dia 28 de agosto de 2013, aos 78 anos, em Macapá, depois de sofrer uma parada cardíaca. Ele vinha lutando há cinco meses contra um AVC. Sua esposa Dalva Diniz, faleceu em 04 de agosto de 2012 e a filha do casal Fátima Diniz, ex-Miss Amapá 1982, faleceu em 1985, aos 21 anos.

sábado, 16 de novembro de 2013

Professora Zoráide - também é pioneira da Educação do Amapá

A professora pioneira Zoráide Coelho do Nascimento, filha de Minervina Coelho dos Santos, nasceu na localidade de Aporema-Ap, em 26 de abril de 1931. 
Naquela época, Aporema ainda pertencia ao Estado do Pará; hoje é um Distrito do Município de Tartarugalzinho, no Estado do Amapá. Fez seus estudos iniciais através dos Cursos de Férias, o Pedagógico no Instituto de Educação do Território do Amapá (IETA) e iniciou o curso de pedagogia no núcleo da Universidade Federal do Pará - UFPA, em Macapá,  mas não concluiu. Casou em Macapá, aos 21 anos de idade, com o Policial da antiga Guarda Territorial Raimundo Moura do Nascimento, o famoso Gatão. Ele faleceu faz três anos. São 6 (seis) os filhos do casal: Maria das Graças, Reinaldo Coelho, Arnaldo Coelho (falecido), Maria Graciete Coelho, Roberto Coelho (Roberto Gato) e Maria Margarete Coelho; e têm como descendentes 16 netos e 10 bisnetos.
Professora Zoráide trabalhou em diversas escolas do interior do Estado, e na capital foi professora nas escolas Coaracy Nunes, Dom Aristides Piróvano, Antônio João, Barão do Rio Branco e foi também secretaria na Escola São Benedito.
Faz 20 anos que está aposentada. Hoje, com 83 anos de idade, Professora Zoráide Coelho do Nascimento mora com um filho (Reinaldo) e um neto Robson Luan, professor de Educaçao Física.
Professora Zoráide - também é pioneira da Educação do Amapá.
Fonte: Biografia fornecida por Reinaldo Coelho (Jornal Tribuna Amapaense), filho da biografada.

domingo, 10 de novembro de 2013

Mestre Raimundo Pantoja Lobo - 83 anos de vida

Nosso ilustre amigo e mestre Raimundo Pantoja Lobo, vira a folhinha neste domingo, 10, e completa seus 83 anos de vida.
RAIMUNDO PANTOJA LOBO - Filho de Lauro de Sousa Lobo e Rosa de Lima Pantoja Lobo, nasceu no Distrito de Aporema - que atualmente faz parte do município de Tartarugalzinho - no dia 10 de novembro de 1930. É uma bela região, onde a natureza presenteou o homem com rios, lagos e uma fauna diversificada. Foi nesse cenário paradisíaco que Raimundo Pantoja Lobo foi criado e, pesquisando no vasto livro da natureza, aprendeu a construir uma inteligência racional e cheia de respeito pelo meio ambiente. Só quando estava com 18 anos, Raimundo Lobo aprendeu a ler e escrever na Escola de Iniciação Agrícola da Base Aérea do Amapá. Isso no ano de 1948. Já de 1951 a 1954, concluiu o 1º. grau na Escola Normal de Macapá. Em 1968, o Ministério da Educação e Cultura conferiu-lhe o certificado de Professor, função que ele exerceu no Colégio  Amapaense, dando aulas de língua portuguesa, até o ano de 1987, quando foi aposentado.
O professor Lobo é um autodidata que fez dos estudos e pesquisas sobre o vernáculo o seu maior objetivo, sendo o maior conhecedor do idioma nacional no Amapá. Ele é amiudemente consultado por alunos, professores, advogados, escritores e todos aqueles que precisam de uma explicação sobre o correto uso da língua portuguesa. Casado com a Sra. Josefa de Lima Lobo, pai de 5 filhos, católico, costuma citar Os Sertões, de Euclides da Cunha e os trabalhos do filósofo Will Durant como as obras que mais o influenciaram. O professor Lobo, que só começou a estudar depois dos 18 anos, enfrentando todas as dificuldades, é um exemplo de obstinação, perseverança e amor ao saber. O seu autodidatismo, entretanto, revelou-lhe o mundo da linguagem e da filosofia, pois ele, mais do que ninguém, merece ser chamado de filósofo, pois vem demonstrando, ao longo de sua vida, ser um autêntico amigo do conhecimento.

Obras publicadas:
(Imagem: Reprodução Facebook/Paulo Tarso Barros)
Respingos de Filosofia e Ecologia (Imprensa Oficial, 1982); Respingos de Ecologia Empírica (Editora Gráfica O Dia, 1993) e Pensamentos sobre o Amor (2000).

Nessas obras, o professor Lobo nos repassa parte da rica experiência vivida na região de Aporema, além da compilação de pensamentos extraídos de poetas, cientistas, escritores e políticos. Ele registra, com a sua linguagem elegante, principalmente o comportamento dos animais e nos convence de que a natureza é sábia e perfeita.
Desde fevereiro de 2001 o professor Lobo faz parte da Associação Amapaense de Escritores - APES. (Paulo Tarso Barros)

 Fonte: Pensamentos sobre o Amor - José Pantoja Lobo

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...