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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Foto Memória de Macapá: Show de Roberto Carlos em Macapá

Compartilho foto rara de 1972, gentilmente cedida por Francisco Bessa, um dos filhos do casal Genésio (Líbia) Bessa de Castro (em memória), publicada na pagina do Memorial Amapá, na rede social.

"Rei Roberto Carlos quando de um show em Macapá. Ficou hospedado no Macapá hotel. Genésio de Castro e sua esposa Líbia eram os gerentes. Anos Dourados do Território Federal do Amapá."

Nas imagens: Genésio de Castro, Roberto Carlos, Rosângela Chagas e Líbia Castro.

Francisco Bessa confessa-se “arrependido”, pois sempre que revê essa foto, lembra que foi convidado, mas, envergonhado, preferiu ficar na lateral da escada, aparecendo só as havaianas dele.

Minha comadre radialista Cristina Homobono lembra bem desse evento:

“Marcantes essas lembranças, Genésio e Líbia Castro anfitriões perfeitos. Organizaram tudo para que a coletiva de Roberto Carlos com a imprensa amapaense fosse bem organizada e foi. Um dos trunfos de minha caminhada como mulher radialista neste Amapá, foi essa entrevista com Roberto Carlos. Tempos bons! Hoje, o Macapá Hotel nem existe mais.”

Olhe nós aí, comadre!

O amigo Luiz Lopes Neto – de boa memória - lembra também, que o Rei foi transportado ao estádio em um luxuoso automóvel da época, que pertencia ao Dr. Cícero Borges Bordalo, brilhante advogado amapaense. Cicero Bordalo Jr. confirma que o veículo de seu pai, citado por Luiz, “era um LTD LANDAU, um carro igual ao Gálaxie, todavia, mais luxuoso e moderno. Foi orientado a comprar pelo seu Moisés Zagury, que era o representante da FORD, concluiu”.

Fonte: Memorial Amapá (via Facebook)

 

domingo, 30 de julho de 2017

Foto Memória: Ray Cunha e o Rei Roberto Carlos

Com a devida licença do amigo Ray Cunha, trago hoje para os amigos leitores do Porta-Retrato, um registro raro do jornalista, poeta e escritor amapaense, ao lado do Rei Roberto Carlos.
A foto é de 1976, quando ele era repórter do jornal “A Notícia, diário de Manaus”, já extinto. Foi o segundo jornal em que Ray trabalhou. O primeiro, também de Manaus, em 1975, foi o Jornal do Commercio, onde começou a carreira, como repórter policial. Era autodidata, pois tinha apenas o terceiro ano do antigo curso ginasial; só se graduou em jornalismo 12 anos depois, em 1987, pela Universidade Federal do Pará (UFPA).
Ray também trabalhou no jornal O Estado do Pará, por volta de 1978.
Ray conta detalhes da entrevista com o Rei: “A produção do jornal conseguiu entrevista exclusiva com Roberto, que fora apresentar-se em Manaus e estava hospedado no Hotel Amazonas, centro da cidade. O chefe de reportagem instruiu-me a perguntar ao Rei se ele usava meia de mulher como touca, antes dos shows. Pergunta bizarra, mas que satisfaria o suposto perfil dos leitores do jornal, que tendia ao sensacionalismo. Tudo bem! O problema era que o gravador estava falhando, e isso foi meu terror, porque se chegasse à redação sem a entrevista meu destino estaria selado: rua. Aí, só me restaria mudar de cidade, pois saberiam disso no jornal concorrente, A Crítica, e eu não teria para onde correr. ”
“Fui fazer a entrevista. No hotel, nos conduziram - o fotógrafo e eu - ao corredor do apartamento do Rei, onde fomos recebidos por dois seguranças. Roberto não nos recebeu no apartamento, mas, depois de aparentemente se arrumar, saiu do apartamento, que, suponho, fosse modesto, pois que o hotel, salvo engano, era três estrelas, e me deu a entrevista no corredor. ”
“O Rei é um sujeito carismático. Me deixou à vontade e me senti como se fosse velho amigo dele. Perguntei-lhe sobre o negócio da meia, assunto que fora objeto de revista de fofoca. Ele me respondeu numa boa. Mas não me lembro do teor da entrevista, pois estava preocupado com o gravador, de olho nele, vigiando o rolo de fita girando. Era um velho gravador de tamanho médio. Assim, não prestei atenção à fala do Rei. Mais tarde, na redação, desgravando a entrevista, vi o quanto ela foi burocrática. Mas tudo bem! Restou uma fotografia com o Rei. ”!
Ray Cunha e Roberto Carlos, no antigo Hotel Amazonas, no centro de Manaus – 1976
Fonte: Facebook ( goo.gl/mqGmY1 )
Ray Cunha nasceu em Macapá, a capital do estado do Amapá, cidade situada na confluência da Linha Imaginária do Equador com o maior rio do planeta, o Amazonas.
Filho do Sr. João Raimundo Cunha e de Dona Marina Pereira Silva Cunha.
Irmão de Paulo, Lindomar, Pedro (falecido), Ismeraldina, João, Francisco (falecido), Olivar, Raimundo, Rosa Maria Cunha Chagas e Ricardo Pereira Cunha.
Estreou na literatura em 1972, com o livro coletivo de poemas Xarda Misturada (edição dos autores, Macapá), juntamente com o poeta e contista José Edson dos Santos (Joy Edson) e José Montoril. Em 1982, a União Brasileira de Escritores, seção de Manaus, publicou “Sob o céu nas nuvens”, poemas.
Em 1990, Ray Cunha estreia na ficção, com “A grande farra” (edição do autor, contos, Brasília). Em 1996, a Editora Cejup, de Belém do Pará, publica o conto “A caça” e o romance “O lugar errado”. Em 2000, publica “Trópico Úmido” - Três contos amazônicos (Brasília) e, em 2005, a Editora Cejup volta a publicar um romance do autor, “A Casa Amarela“. ( Fonte: Blog Literatura do Amapá )
Foto do Facebook

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...