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domingo, 10 de junho de 2018

Foto Memória da Cidade de Macapá: Quinze anos de Nazaré Bessa de Castro

Nossa Foto Memória de hoje vem o acervo do Instituto Memorial Amapá. É mais um registro do Baile de Quinze Anos da amiga Nazaré Bessa de Castro, nossa contemporânea de Macapá, uma das filhas do casal Genésio Antônio de Castro e Líbia Bessa de Castro.
O evento, que foi um dos mais concorridos da cidade, em 1967, aconteceu nos salões do Amapá Clube, o glorioso alvinegro da Av. Presidente Vargas.
Os rapazes e moças que aparecem nas imagens, formaram os casais que dançaram a valsa da meia noite, com a aniversariante.
Tentamos identificar os integrantes que foram clicados ao redor da mesa, mas, com muito esforço de memória conseguimos lembrar apenas dos que seguem: Monalisa; Heraldo e Vanda Ribeiro; Suely e Solange Sussuarana; Velton Ribeiro e Meton Jucá. Quem conseguir identificar mais alguém, pode ajudar.
O baile teve a animação de "Hernani Vitor e Seu Conjunto", conforme imagens no registro acima.
(Reprodução)
Nazaré Bessa (foto) – que saiu de Macapá para estudar em Belém e lá reside há muitos anos – é mãe de uma filha e “vó coruja” de um netinho de pouco mais de um ano de idade.
Imaginem essa jovem senhora, lúcida, bonita, sorridente, alegre e feliz da vida, em véspera de completar seus 66 anos bem vividos, no vindouro 28 de outubro.
Nosso agradecido à ilustre amiga, em retribuição por seu carinho e grata simpatia! Grande abraço!
(Bessa de Castro, via Rede Social)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Foto Memória do Esporte Amapaense: Seleção Amapaense de Volley, de 1975

Reproduzimos hoje no Porta-Retrato, uma relíquia histórica, publicada no Facebook pelo amigo Geraldo Ramos (Gudy), do Grupo Memorial Amapá.
Trata-se de um registro fotográfico de atletas da Seleção Amapaense de Volley, de 1975, clicados por ocasião da inauguração do Ginásio Avertino Ramos, em Macapá.
A partir da esquerda estão na foto, em pé: Aroldo Nina da Costa, Paulão Lemos, Leonel, Edimilson, Ribamar, Bianor e Bernardino; 
agachados: Nildão, Roberto Mota, Pelé, Guará, Abel e Emanuel.
Fonte: Facebook

domingo, 3 de dezembro de 2017

Memória da Cidade: Por que “Pedra do Guindaste”?

A tão falada Pedra do Guindaste, era apenas uma pedra, com a mesma matéria encontrada nas falésias do platô da Fortaleza de Macapá. 
Foto do Trapiche de Macapá com a Pedra do Guindaste, 
antes da homenagem a São José, do acervo do memorialista Gil Reis, 
publicada por Walter Jr. do Carmo, extraída do site Pinterest.com
Ela ornou a praia de Macapá até setembro de 1973. Desde 1970 existiu sobre ela uma imagem de São José, esposa de Maria e pai putativo de Jesus Cristo.
A importante escultura foi feita pelo luso-brasileiro Antônio Pereira da Costa, (foto menor) natural da Freguesia de Valadares, Conselho Vila Nova de Gaia, Distrito do Porto, em Portugal. Na comunidade de Valadares as atividades principais concentravam-se na agricultura e na produção de cerâmicas. Antônio Pereira da Costa e seu pai eram ceramistas e escultores de inegáveis méritos, com importantes obras realizadas no Rio de Janeiro, em São Luiz do Maranhão, Belém do Pará e em Macapá.
Na então capital do ex-Território Federal do Amapá, Seu Antônio Costa instalou sua oficina de trabalho no quintal da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Duque de Caxias tendo recebido especial autorização de seus irmãos, que sempre o distinguiram como um invulgar “obreiro da paz”. Muitas das suas obras ainda são vistas e admiradas nas cidades de Macapá e Amapá: Grupo Escolar Barão do Rio Branco, Hospital Geral de Macapá, Maternidade Mãe Luzia, Fórum de Macapá, que hoje abriga a Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, os Leões assentados na frente do citado prédio, a Estátua de Francisco Xavier da Veiga Cabral, em Amapá, o Busto de Tiradentes, o busto do Deputado Federal Coaracy Nunes, na Praça do Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, o Tempo da Loja Duque de Caxias e a Imagem de São José que ainda permanece sobre um pilar de concreto ereto sobre as pedras menores da antiga formação rochosa derrubada pelo navio Antônio Assmar, em setembro de 1973. Outro leão esculpido pelo Senhor Antônio Pereira da Costa foi encomendado pelo comerciante Hermano Jucá Araújo, tio paterno de Nilson Montoril e torcedor apaixonado do Clube do Remo. Pintada de azul, a escultura foi mandada para Belém e instalada no Estádio Evandro Almeida.
Em setembro de 1931, estando exercendo suas atividades na Promotoria Pública do Pará, o Dr. Otávio Meira foi designado para vistoriar todos os cartórios, juizados e prefeituras de Belém até Mazaganópolis, sede do município de Mazagão. Os municípios de Macapá e Mazaganópolis estavam sob jurisdição do Estado do Pará. É bem pitoresca sua narrativa sobre desembarque e embarque de cargas e passageiros em Macapá, pois ainda não havia sido construído o trapiche da cidade. Segundo o Dr. Otávio Meira, na maré alta, os barcos com menor calado podiam entrar no Igarapé do Igapó ou Bacaba, mas o mesmo não acontecia com os navios, que fundeavam e ficavam ao sabor das ondas. Tornava-se mais prático aguardar a maré baixa, que deixava inteiramente à mostra a Pedra do Guindaste. Em algumas oportunidades, quando a maré estava alta e as águas calmas, usava-se uma embarcação tipo barcaça para receber as cargas dos navios. Neste caso, elas permaneciam fundeadas próximo à pedra, sobre a qual, uma engenhoca tipo bate-estacas, equipada com moitão/roldana e corda fazia o papel de um guindaste, daí o nome atribuído à formação rochosa. Para vencer o estirão da praia era usado um carro puxado por dois bois. Foi graças aos termos do seu relatório, que o Interventor Federal Magalhães Barata liberou verbas para a construção do primeiro trapiche de Macapá.
O Intendente Municipal era o Major Eliezer Levy e a obra teve início em 1932. Tiveram início em 1969, as entabulações para a concepção de uma imagem de São José, padroeiro de Macapá e seu assentamento na Pedra do Guindaste. Sem alardes, as partes interessadas, envolvendo Dom José Maritano, Bispo Prelado de Macapá e o Governador do Amapá, General Ivanhoé Gonçalves Martins, tomaram todas as providências cabíveis. Ninguém contestou o fato de a imagem não carregar o Menino Jesus nos braços e ficar de frente para o rio mais caudaloso do globo terrestre. Devidamente iluminado, a imagem de São José não recebeu a missão de proteger a cidade. Como um importante símbolo do catolicismo ali ficou incólume. Porém, na noite de 23 de setembro de 1973, o navio Domingos Assmar, que fazia linha fluvial entre Macapá/Belém/Macapá foi arremessado contra a pedra, quebrando-a e lançando nas águas agitadas do Amazonas a apreciável escultura do santo padroeira da cidade.
O cidadão Antônio Assmar, proprietário da embarcação assumiu os ônus pelo restauro da imagem e a construção de uma pilastra de concreto, para substituir a Pedra do Guindaste. Novamente entrou em ação o luso-brasileiro Antônio Pereira da Costa, recuperando sua obra de arte. 
Imagem meramente ilustrativa
Para erigir a pilastra foi contratada a firma Platon Engenharia e Comércio, então capitaneada por Clarck Charles Platon. Tudo voltou a ficar como antigamente, até o momento em que, apareceram os difusores de uma nova ideia, imediatamente refugada pela comunidade macapaense que preza suas tradições. Pretendiam os arautos do turismo trocar a atual imagem por outra bem maior. Também seria removida a pilastra pioneira por outra de maior diâmetro, da qual partiria uma passarela ligando-a ao trapiche Eliezer Levy.
A nova imagem deveria conter o Menino Jesus nos braços e ficar de frente para a cidade. Estas propostas não foram o ponto que fez despertar o descontentamento popular. Inaceitável foi ignorar o valor histórico da obra concebida pelo escultor e arquiteto Antônio Pereira da Costa, apenas porque ela não tem tamanho exorbitante. Outro erro cometido pelos idealistas malfadados foi dizer que a imagem atual iria ser colocada na frente da Fortaleza de São José. Ora, a frente do monumento bélico corresponde a sua área de proteção patrimonial, onde a escultura seria um “corpo estranho, que não faz parte do projeto de autoria de Henrique Galúcio. Felizmente, as novidades não encontraram guarida no seio da comunidade macapaense. Até praticantes de outros credos não as aprovaram. Ocorre, que a imagem de “São José da Beira Rio” precisa ser protegida e colocada longe de gente fantasiosa. Um pedido formal de tombamento da imagem será dirigido ao IPHAN. (Nilson Montoril)
Fonte: Texto de Nilson Montoril, adaptado para o blog Porta-Retrato, publicado na íntegra e originalmente, em duas edições no Jornal Diário do Amapá, datadas de 25 de novembro e 2 de dezembro de 2017, respectivamente. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Morre jornalista Phelippe Daou, fundador da Rede Amazônica de Rádio e Televisão

Morreu na tarde desta quarta-feira (14), aos 87 anos, o jornalista e presidente da Rede Amazônica de Rádio e Televisão, Phelippe Daou. O jornalista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para uma cirurgia. Ele morreu de falência múltipla dos órgãos.
O jornalista e empresário nasceu em Manaus, no dia 15 de dezembro de 1928. Viúvo de Magdalena Arce Daou, é pai de dois filhos Phelippe Daou Jr., e Cláudia Daou Paixão e Silva.
Filho do comerciante José Nagib Daou e de Nazira Chamma Daou, fez seus primeiros estudos na Escola Progresso de Manaus. Em seguida, ingressou no Colégio Estadual do Amazonas, onde concluiu o secundário e científico.
Prestou vestibular para a Faculdade de Direito do Amazonas, onde formou-se. Muito cedo ainda, iniciou no jornalismo, como repórter do Jornal do Comércio, mas a ascensão na carreira começaria um ano depois, com sua transferência para a empresa Archer Pinto, proprietária, na época, de "O Jornal e Diário da Tarde", onde exerceu diversas funções redacionais. Atuou ainda como redator da Rádio Rio Mar.
Em 1968, junto com Milton Cordeiro e Joaquim Margarido, fundou a Amazonas Publicidade, embrião que deu origem à Amazonas Distribuidora Ltda e Rádio TV do Amazonas S.A., que abrange, entre outras emissoras, a Rede Amazônica de Televisão.
Phelippe Daou destacou-se como defensor da Zona Franca de Manaus. Foi membro do Conselho Deliberativo dessa instituição que por consenso representava toda a classe empresarial – a Associação Amazonense de Imprensa e a Associação Comercial do Amazonas.
Em seu último discurso, o empresário falou a funcionários durante missa de aniversário de 44 anos da Rede Amazônica, em Manaus. O tom foi de despedida.
"Verdade, justiça e liberdade. Isso não é negociável nunca. Nunca passe pela cabeça de vocês que serão os nossos sucessores, pessoas que vão dar vida, e quem sabe dar maior dimensão à Rede Amazônica, porque a Amazônia sem a Rede Amazônica, ela não será a grande região que todos nós desejamos. Vocês veem as dificuldades que são opostas. Vocês veem o combate que a gente faz diariamente em defesa da região. E é quase que, verdadeiramente, a lágrimas de sangue, que a gente dá um passo à frente, mas quando a gente consegue, é tão grande a nossa alegria, tão grande é o resultado do esforço que a gente diz: valeu a pena", disse.
As condolências do blog aos familiares, amigos, e integrantes da Rede Amazônica.
Fonte: G1 AM

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Foto Memória da Política Amapaense: Eleições Presidenciais de 1950

Hoje trago, para ativar a Memória da Política Amapaense, uma foto que encontrei, já há algum tempo, num dos arquivos históricos da cidade, mas que não havia identificado de que se tratava. Não encontrei, num primeiro momento, nem pessoas ou ambientes que me facilitassem a identificação daquela ação registrada nas imagens. Finalmente, através de uma postagem da amiga Rita Goebel - uma atuante colaboradora e integrante do grupo do Memorial Amapá - ocorrida em julho passado, tive finalmente, a resposta que tanto procurava.
Num único comentário que a matéria recebeu, o jornalista Ernani Marinho deixou registrado, de forma clara e brilhante, ricos detalhes de um momento político eleitoral, vivido no país.
Ele conta que “nas eleições presidenciais de 1950, o governador Janary Nunes apoiou o candidato do PSD (Partido Social Democrático), seu partido, Christiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas, candidato do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).
Segundo Ernanio candidato vitorioso foi Getúlio Vargas, do PTB, com o Brigadeiro Eduardo Gomes, da UDN, em segundo. O candidato de Janary ficou em terceiro.
Diz ainda que,com a posse de Getúlio na Presidência da República, a expectativa geral era que viesse a substituir Janary Nunes no cargo de governador, o que não aconteceu. Getúlio o manteve no cargo.
Ernani complementa dizendo quepesou, em favor de Janary, para a sua manutenção no cargo de governador, o fato de que tinha a mesma formação militar de Getúlio, além de estar desenvolvendo com sucesso administrativo a implantação do Território, assim como ter demonstrado grande liderança nas eleições, já que Christiano Machado só ganhou a eleição no Amapá e no Pará, este também governado por um militar, o Gen. Barata.
Sabendo, agora, de que evento se tratava, resolvi editar um post para o Porta-Retrato, reproduzindo a foto e sua história para os nossos leitores.
Voltei ao Ernani, para identificar o local daquela manifestação. Ele só sabia que era em Macapá.
Recorri então ao amigo Nilson Montoril, que mesmo em férias com a família, longe do Amapá, nos atendeu e complementou:
Em 1950, o candidato do Partido Social Democrático-PSD, era Cristiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas (PTB), brigadeiro Eduardo de Gomes e outros candidatos.
Janary Nunes, que tinha sido nomeado governador do Território Federal do Amapá por Getúlio Vargas, em 27 de dezembro de 1943, foi o único gestor público filiado ao PSD que se manteve fiel a seu partido.
Na eleição de 5 de outubro de 1950, Cristiano Machado superou com boa margem de votos de todos os adversários ficando na terceira posição no computo geral. A Única coisa deferente que os eleitores de Cristiano Machado usaram foi um boton colorido em forma de broche."
"A imagem de propagandistas do PSD foi captada na atual Avenida Presidente Vargas quase esquina com Cândido Mendes, em frente à sede do partido.
O prédio era da família do coronel Manuel Theodoro Mendes (pai de Dona Carmem Mendes e avô do Machadinho da PMM). 
As duas mangueiras são as que estão perto da banca do Dorimar, na Praça Veiga Cabral. ”
Saiba quem foi Cristiano Machado:
Cristiano Monteiro Machado nasceu em Sabará (MG), no da 5 de novembro de 1893, filho de Virgílio Machado e de Marieta Monteiro Machado.
Bacharel pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro em 1918, de volta a Minas Gerais foi oficial-de-gabinete do presidente do estado, Raul Soares, entre 1922 e 1924. Nesse último ano, assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Prefeito de Belo Horizonte entre 1926 e 1929, em março de 1930 elegeu-se deputado federal. Renunciou ao mandato em setembro para ocupar a Secretaria do Interior do governo estadual de Olegário Maciel. Partidário da Revolução de 1930, que levou Vargas ao poder em novembro desse ano, nesse mesmo mês deixou a pasta do Interior.
Em maio de 1933, conquistou uma cadeira na Assembleia Nacional Constituinte e em outubro de 1934 foi eleito deputado federal. Renunciou ao mandato em 1936, para ocupar, em setembro, a Secretaria de Educação e Saúde Pública de Minas Gerais, no governo de Benedito Valadares. Deixou o cargo no início de novembro de 1945, em decorrência da deposição de Getúlio Vargas (29/10/1945) pelos chefes militares e do consequente término do governo Valadares. Ainda em 1945, filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD), em cuja legenda foi eleito deputado à Constituinte de 1946.
Em 15 de maio de 1950, foi lançado candidato à presidência da República pelo PSD nas eleições que se realizariam em outubro. Dois dias depois, o conselho nacional do partido ratificou oficialmente essa decisão, que entretanto ainda dependia de confirmação na convenção nacional.A ala getulista do PSD do Rio Grande do Sul (favorável à indicação de Nereu Ramos) recusou-se a aceitar a candidatura de Cristiano Machado.
Ainda em maio, membros do Partido Social Progressista (PSP), de Ademar de Barros, comunicaram que não apoiariam Cristiano, já que a candidatura de Getúlio Vargas, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), apoiada por Ademar, seria lançada em 17 de junho. Embora o PSD ficasse dividido, o nome de Cristiano Machado foi aclamado no dia 9 de junho, na convenção nacional do partido. Em julho, a maioria do Partido Republicano (PR) manifestou-se favorável ao candidato oficial do PSD, indicando o seu afiliado Altino Arantes para a vice-presidência. Cristiano fez ainda uma aliança com Hugo Borghi, candidato ao governo de São Paulo pelo Partido Trabalhista Nacional.
Nas eleições de 3 de outubro de 1950, a chapa Cristiano Machado-Altino Arantes (PSD-PR) concorreu com as de Eduardo Gomes-Odilon Braga (União Democrática Nacional) e Getúlio Vargas- João Café Filho (PTB-PSP), entre as mais importantes. Vargas saiu amplamente vitorioso, contando, inclusive, com votos de vários redutos do PSD. A transferência dos votos de Cristiano para Vargas caracterizou um processo de esvaziamento eleitoral que ficou conhecido no jargão político como "cristianização". A chapa udenista ficou em segundo lugar.
Em 1953, foi nomeado embaixador do Brasil junto à Santa Sé. Tendo assumido o cargo em outubro, faleceu pouco depois, em Roma, no dia 26 de dezembro de 1953.
Foi casado com Celina Magalhães Gomes. Viúvo, casou-se pela segunda vez com Hilda von Sperling.
Seu arquivo pessoal encontra-se depositado no Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil (Cpdoc) da Fundação Getúlio Vargas. (Disponível em cpdoc.fgv.br/)

sábado, 12 de setembro de 2015

Resgate Histórico - Instituto Memorial Amapá, realiza em Macapá, o 1º Encontro Anual da Caravana da Memória.

O Amapá vive, nesses dias, um marco histórico de uma importância imensurável.
Está sendo realizada em Macapá, uma vasta programação que evidencia os primeiros resultados do trabalho abnegado de pioneiros, que tentam resgatar e preservar a memória física, cultural e patrimonial do povo amapaense.
O Instituto Memorial Amapá, criado em maio deste ano, realiza neste fim de semana, o 1º Encontro Anual da Caravana da Memória.
Amapaenses, pioneiros e descendentes de pioneiros, de vários lugares do Brasil e do Mundo, estarão presentes e juntos com os que moram lá, participarão de uma confraternização histórica, e ao mesmo tempo reafirmarão o compromisso de todos com a preservação da identidade cultural e histórica do povo amapaense.
Às 17h haverá posse dos Acadêmicos Notáveis e nomeação dos patronos e patronesses. Entrega dos diplomas e das medalhas de Acadêmico Notável.
A escolha foi feita com critérios definidos pelos membros do Memorial, de acordo com sua importância, independente de classe social ou conhecimentos acadêmicos.
O Memorial Amapá trabalha com parcerias. Uma delas é com a prefeitura de Macapá, que pretende dar  visibilidade para a história das pessoas que dão nomes às ruas, avenidas e praças da capital.




Hoje foi inaugurada a primeira placa de resgate histórico na Praça Zagury. 
A identificação conta com a localização da praça, foto e breve histórico de Issac Zagury, que dá nome ao local.
Às 21h acontece o tão esperado Baile, com o melhor da música dos anos 50, 60, 70 e 80 que embalaram os bailes da Piscina Territorial, Aeroclube, Círculo Militar... e toda uma geração de amapaenses.  
Atrações: Bandas “Os Cometas” e “Babilônia”.
Domingo, 13, às 10h acontecem a reunião deliberativa do Memorial Amapá, duas palestras e o debate sobre os objetivos do Memorial.
Às 11h30min haverá Quermesse com comidas típicas e exposição de artes produzidas no Amapá.

Fonte: Memorial Amapá (Imagens) e Sales Nefes.com

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Foto Memória da Educação do Amapá: Professoras Pioneiras de Macapá

Reproduzo hoje no blog, um registro fotográfico de Ilka Khoury, publicado na página do Memorial Amapá, no Facebook, que é um verdadeiro achado histórico.
Trata-se de uma foto do início dos anos 60, no interior do Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, em que aparecem nas imagens da esquerda para a direita, as Professoras: Maria do Céu Khoury (mãe da Ilka), Maria Carmelita do Carmo (diretora do Grupo na época), Nely de Lima Redig e Raimunda Façanha. 
Pegando o gancho nos comentários, completamos as informações sobre cada uma dessas pioneiras do magistério amapaense: 
A professora Maria do Céu Khoury foi professora no Alexandre, na escola paroquial Padre Dário e no Ginásio Feminino de Macapá. Reside em Belém/PA. 
Professora Carmelita(falecida) foi a primeira Diretora do Alexandre Vaz Tavares, depois dirigiu também o Barão do Rio Branco e a Escola Paroquial São José. 
A professora Nely Redig foi professora e Vice-Diretora do Alexandre. Reside em Belém/PA. 
A professora Raimunda Façanha(falecida), também lecionou no Alexandre. Foi esposa do Cabo Velho e era irmã da Professora Delzuite Façanha da Silva - viúva do professor Mário Quirino da Silva.
(Fonte: Memorial Amapá - Facebook)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...