sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Moleque Travesso

(Reprodução do blog Camisa 10)
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Quem viu o Juventus em campo sabe o futebol que era praticado pelo time da Prelazia.
Na foto uma das formações da década de 60.
Em pé: Sabará, Orlando Torres, Cremildo, Magalhães, Ze Marques e Zé Maria Franco.
Agachados: Enildo, Orivaldo Lacerda, Antoninho Amaral, Pau Preto e Percival.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Novo Amapá: A maior tragédia fluvial da Amazônia

Data: 06 de janeiro de 1981.
Há exatos 30 anos,... acontecia a maior tragédia fluvial da Amazônia.
(Reprodução/Arquivo)
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Três décadas depois, o acidente ainda é lembrado por familiares de vítimas e pessoas que trabalharam na remoção dos corpos ou na cobertura da tragédia.
A embarcação deixou o Porto de Santana, por volta de 14h, com destino à cidade de Monte Dourado, no Pará, e tombou por volta de 21h.
Apesar de ter capacidade para 400 passageiros e meia tonelada de carga, o Novo Amapá transportava mais de 600 pessoas e o dobro da capacidade de mercadorias, uma das causas prováveis para o acidente.
(Reprodução/Arquivo/Capitania dos Portos)
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Como eram muitos cadáveres e os corpos se decompunham com rapidez, as autoridades resolveram fazer um enterro em quatro valas de 50 metros(foto), no cemitério Santa Maria, em Santana.
Enquanto não eram enterrados, os corpos ficavam no galpão do Governo do Estado, numa câmara-ardente, até serem transportados para o sepultamento.
Famílias inteiras foram enterradas no mesmo local.
Segundo a lista da Capitania dos Portos do extinto Território Federal do Amapá, cerca de 650 pessoas embarcaram no Novo Amapá e menos de 180 puderam sobreviver.

Jornalista acompanhou de perto o resgate das vítimas

(Reprodução/Ilustração/Revista Veja 14/01/1981)
O jornalista Humberto Moreira, atualmente responsável pela editoria de esportes do jornal A Gazeta, acompanhou de perto o trabalho de resgate das vítimas.
Com mais de 40 anos de profissão, na época do naufrágio do Novo Amapá Moreira era chefe do departamento de jornalismo da Rádio Nacional, hoje Rádio Difusora de Macapá.
Leia na íntegra o depoimento do jornalista:
Na época do naufrágio do barco Novo Amapá eu estava na direção do departamento de jornalismo da Rádio Nacional. Um imprevisto ocorrido com o companheiro Paulo Silva, obrigou-me a embarcar no empurrador Pajé, na noite do dia 7 de janeiro, rumo ao local da tragédia. A notícia do naufrágio chegou a Macapá no começo da tarde do dia 7 de janeiro. Mas as informações eram muito vagas. Ninguém sabia ao certo quantas pessoas estavam a bordo do barco sinistrado. Havia um boato que dava conta que a Jari Florestal mandaria uma balsa para socorrer as vítimas. O governo demorou a tomar as primeiras providências. Só quando os primeiros sobreviventes chegaram a Santana foi composta a equipe de resgate. Na manhã do dia 8, chegamos ao local da tragédia do Novo Amapá. Parte do barco estava fora d’água, numa demonstração de que o pânico acabou matando muita gente naquela fatídica noite. O quadro era dantesco. Dezenas e dezenas de cadáveres boiando nas águas barrentas do Cajari, no lugar chamado de Ponta dos Aruans. No resgate estavam: o doutor Torrinha, um enfermeiro, sete soldados voluntários do Exército, três policiais militares e mais duas embarcações pequenas, (Dias e Colares) que traziam os corpos amarrados uns aos outros em adiantado estado de putrefação, exalando um odor que entranhava em nossas roupas. Um guindaste (pau de carga) manuseado pelos soldados, embarcou 192 cadáveres, empilhando-os na balsa uns sobre os outros. Foram dois dias de trabalho. Durante o dia, aviões atiraram frascos de formol no rio. A substância foi aplicada sobre os mortos sem fazer muito efeito. Caixas de leite em pó, carne em conserva e cachaça, eram jogadas no rio para que as voadeiras apanhassem. Os tripulantes do empurrador estavam constantemente embriagados, chorando nos corredores. Ninguém estava preparado para um choque daquele tamanho. O comandante Marapanin, totalmente transtornado, falava em atracar direto em Santana. Manoel Antônio Dias, na época secretário de Obras do Território Federal do Amapá, pediu a mim e ao médico Torrinha para não deixar o comandante trazer a balsa direto para o porto, onde milhares de pessoas esperavam nossa chegada. A Rádio Nacional teve um papel importante, informando o andamento do resgate. Utilizando o equipamento de comunicação da embarcação consegui passar mais de trinta flashes. Conosco um motorista que perdeu toda a família, procurava identificar seus entes queridos. Tudo em vão. No dia 10 de janeiro fundeamos na entrada do Rio Matapi, onde os corpos foram colocados nos caixões. Uma equipe veio do porto para auxiliar nos trabalhos. Mas ao chegar perto da balsa, muitos quiseram pular no rio, tal era a intensidade do odor e ainda devido ao quadro horripilante dos corpos empilhados uns sobre os outros. Quando saltei em terra permaneci alguns minutos perambulando pela área do porto, até que alguém me levou a uma barraca, onde fui imunizado. Um carro da Radiobrás me trouxe para Macapá. Ao chegar na minha casa fiquei mais de uma hora tomando banho. Porém parecia que o mau cheiro continuava presente. Ele estava dentro de mim, nos meus pulmões. Por fim consegui dormir, depois de 72 horas sem pregar os olhos. As imagens, infelizmente continuam gravadas em minha memória. Trata-se da reportagem que eu nunca gostaria de ter feito. (Humberto Moreira).
(Texto extraído do Portal de a Gazeta-AP - 06/012011)

Fonte: Portal A Gazeta-AP

Reunão da Teleamapá

(Reprodução)
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Reunião do Conselho Fiscal da Teleamapá - Telecomunicações do Amapá S/A -
Newton Douglas Barata do Santos e Coaracy Barbosa na mesa;
Na plateia o Jornalista Alcy Araújo e funcionários da empresa.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um funcionário Pioneiro: Acésio Guedes

(Reprodução de livro)
O Pioneiro Acésio Guedes era natural de Breves, no Pará.
Estudou em Belém formando-se em Contabilidade.
Foi coletor estadual de rendas nos municípios de Curralinho, Breves, Macapá (duas vezes) e Prefeito de Curralinho.
Veio para o Amapá a convite do coronel Janary Gentil Nunes, primeiro Governador do Amapá.
Contratado em 2 de janeiro de 1944, participou da implantação do sistema de administração, chefiando as seções de Pessoal, o Serviço de Administração Geral-SAG, Chefe-de-Gabinete do Governador e chefe das Finanças e tesouraria.
Casou-se com D. Tarcila Dias dos Santos em 21 de dezembro de 1933 e teve atuação destacada na vida social, administrando os programas de festejos da Semana da Pátria.
Na vida esportiva, foi um dos fundadores do Esporte Clube Macapá que passou a ser considerado o clube da elite macapaense e na vida política foi membro dirigente do Partido Social Democrático.
Participou da fundação do Rotary Clube de Macapá, foi tesoureiro do Aero Clube de Macapá.
Faleceu assassinado pelo seu compadre e atleta do E. C. Macapá, desportista Aracaty, fazendo a cidade emudecer diante do drama ocorrido na cidade de Macapá onde todos se conheciam e formavam uma só família.
(Texto e foto extraídos do livro Personagens Ilustres do Amapá Vol III, de autoria do Jornalista Coaracy Barbosa)
Link relacionado

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Você conheçe alguém da foto?

(Reprodução)
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Foto do acervo de José Leão Zagury que me foi repassada pelo amigo José Façanha.
Não consegui identificar ninguém.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Mais um Pioneiro da Educação: Professor Raimundo Donato dos Santos

(Foto: Reprodução/APES)
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Raimundo Donato dos Santos, 77 anos,  atualmente professor aposentado e residindo no Rio de Janeiro, nasceu na Vila de Tucumã, município do Amapá, em 17 de março de 1933, é um dos pioneiros educadores que contribuíram durante décadas na formação de jovens estudantes.
(Foto: Reprodução/APES)
Em 1944 veio para Macapá, então capital do Território Federal do Amapá, onde concluiu o primário.
Estudou na antiga Escola Industrial de Macapá onde habilitou-se em mecânica de máquinas (1953).
Estudou no IETA, Colégio Amapaense e realizou vários cursos, presidiu grêmios estudantis e exerceu alguns cargos públicos na área de Educação no Governo do Amapá. Durante 30 anos Raimundo Donato dos Santos lecionou a disciplina desenho. Bacharelou-se em Teologia em Pernambuco, ingressou na Assembleia de Deus.
Desde muito cedo começou a escrever poemas e crônicas.
Foi um dos participantes da Coletânea Amapaense (1985) e em 2009 publicou a obra Raízes Submersas - fatos e relatos, onde destaca alguns acontecimentos marcantes de sua existência. (Texto e fotos extraídos do blog da Associação Amapaense dos Escritores – APES)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Hasteamento da Bandeira, no Grupo Escolar de Macapá

(Reprodução)
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Anos 50 - Alunos do antigo Grupo Escolar de Macapá - embrião do Grupo Escolar Barão do Rio Branco - perfilados em frente ao estabelecimento, executam o hasteamento da Bandeira Nacional, entoando o Hino Nacional Brasileiro, antes da entrada de mais um período letivo.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Alunas da Escola Doméstica de Macapá

(Reprodução)
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Foto 1 - Anos 50 - Alunas da Escola Doméstica de Macapá brincam de roda no pátio de  entrada do estabelecimento.
(Reprodução)
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Foto 2 - Anos 50 - Alunas da Escola Doméstica de Macapá, em sala de Corte e Costura, na aula de Prendas Domésticas.
(Reprodução)
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(Fotos do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Foto 3 - Anos 50 - Alunas da Escola Doméstica de Macapá,  em aula prática de Prendas Domésticas.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

América Futebol Clube

(Reprodução/Acervo José Façanha)
Time de basquetebol do América Futebol Clube - Em pé da esquerda para direita: Dick Robson (de branço, técnico), João Maria Nery, Zé Maria Lopes (filho da prof. Predicanda), Orlando Borralho, José Façanha e Waldir Carrera.
Agachados : Zamba, Leandro Matos(irmão do Zelito), Antonio Farias, José Duarte Leite (Lelé) e Becil.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Escoteiros em desfile na Av. FAB

(Reprodução)
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Desfile dos Grupos de Escoteiros do Amapá no dia 7 de setembro de 1963.
(Última atualização em 24/12/2010)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Jovens do Centro Educacional do Laguinho

(Reprodução/Arquivo pessoal)
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Ano 1961 - Jovens na frente da sede do Centro Educacional do Laguinho.
Em pé da esquerda para direita: Guilherme Jarbas; José Marques (Curupira), Leôncio; Orlando Torres (segurando a bicicleta), (eu - com as mãos na cintura) João Lázaro, Delmivaldo Rodrigues Lacerda (Donga ou Carudo para os amigos), Urivino Bandeira Ribeiro e Barreto.
Agachados: a partir da esquerda - J. Ney, Percival Monteiro Leite e Sabará.
(Última Atualização às 07:07 do dia 22/12/2010)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Avenida Feliciano Coelho

(Reprodução)
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Ano 1957 -  Pavimentação da  Av. Feliciano Coelho, esquina com Rua Odilardo Silva.
Vemos também na foto o antigo prédio do Urca Bar, na esquina de Rua Eliezer Levy.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Posto de Puericultura "Hildemar Maia"

(Reprodução)
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Ano 1957 - Cruzamento da Rua Odilardo Silva com Av. Pedro Baião no bairro do Trem.
O Trecho localiza-se entre as avenidas Pedro Baião e Feliciano Coelho.
O prédio em primeiro plano é o antigo Posto de Puericultura Dr. Hildemar Pimentel Maia, construído ao lado do Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares.
No local funciona hoje a Procuradoria Geral da União.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Avenida Feliciano Coelho (2)

(Reprodução)
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Ano 1957 - Continuação da Av. Feliciano Coelho esquina com a Rua Jovino Dinoá.
Vemos parte do terreno onde foi erguido o Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, antes da construção do muro.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

De Colores da Cristandade

(Reprodução)
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Data – 07/07/1974 - Participantes do 4º Cursilho da Cristandade masculino, realizado no Colégio Diocesado, no bairro Jesus de Nazaré.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Primeira Turma de Normalistas de Macapá

(Reprodução/Acervo Pessoal)
Ano 1950 - Alunos da 1ªsérie - primeira turma do Curso Normal, da Escola Normal de Macapá (depois IETA), na Praça da Matriz ao lado do antigo Coreto - atual Praça Veiga Cabral, no centro da cidade de Macapá.
(Reprodução)
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(Reprodução)
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Normalistas na Praça

(Foto: Reprodução/Acervo da família Amoras dos Santos)

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Ano 1951 - Alunas da primeira turma do Curso Normal da Escola Normal de Macapá, em um encontro festivo na barraca da Santa, na Praça Veiga Cabral.
Contribuição da professora Maria Helena Amóras dos Santos, que também foi integrante da primeira turma e esteve presente nesse encontro.
Ela está na cabeceira da mesa mas as colegas estão em sua frente.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Pioneiras: Professoras Maria Helena Amoras e Josefa Jucileide

(Foto: Reprodução/Acervo da família)
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(Foto: Contribuição do amigo Heraldo José Amoras dos Santos, filho da profª Maria Helena)
Ano 1950 – A esquerda professora Maria Helena Amoras dos Santos ao lado de sua sobrinha professora Josefa Jucileide Amoras Colares.
Maria Helena Amoras destacou-se como professora da lingua portuguesa na antiga Escola Industrial de Macapá, depois Ginásio de Macapá.
Chefiou também a DAE - Divisão de Assistência ao Educando, da Secretaria de Educação do ex-Território do Amapá.
Professora Maria Helena Amoras dos Santos - que também é escritora - hoje aos 80 anos (foto menor) aposentada, reside em Belém do Pará.

A professora Josefa Jucileide (falecida) foi homenageada com seu nome em uma das Escolas da Rede Estadual de Ensino, no bairro Nova Esperança, em Macapá.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Aqui funcionou a primeira Escola Municipal de Macapá

(Reprodução/MHA)
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(Foto extraída do acervo do Museu Histórico do Amapá)
A foto é oficial - Anos 40 - Assim foi encontrada (em ruínas) esta casa quando da criação do Território Federal do Amapá.
Aí neste local funcionava a primeira Escola Municipal da cidade de Macapá.
(Só não consegui identificar o local onde ela ficava situada, se alguém tiver qualquer informação pode registrar nos comentários.
Acredito que seria na antiga praça da matriz, atual praça Veiga Cabral.)
(Última atualização em 13/12/10 às 06:44h)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O Primeiro Marco da Latitude Zero

(Reprodução)
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Foto do Acervo Digital/IBGE
Anos 40 - Primeiro Marco da Latitude Zero do Mundo, em Macapá
(Reprodução)
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Anos 60 - Marco do Meio do Mundo - Latitude Zero Grau.
Uma das atrações turísticas do Amapá.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Pioneiros e amigos no meio do mundo

(Reprodução)
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Pioneiros a partir da esquerda: Dr. Douglas Lobato Lopes, Sr. Alamiro Souza, e dois amigos (junto ao marco), Diele Rosa uma das filhas do Sr. Alamiro, Engº Policarpo e Sr. José Neves, em visita ao Marco Zero do Equador, em Macapá.
Observa-se que a área, em torno, era bastante arborizada.
Informação Histórica: Dr. Douglas Lobato foi ex-Secretário de Obras do ex-Território Federal do Amapá e também Prefeito Municipal de Macapá de 1965/1967; Sr. Alamiro Souza, trabalhou por longos anos na Imprensa Oficial e na Gráfica São José; Sr. Policarpo era engenheiro civil e Sr. José Neves foi um dos sócios proprietário de uma antiga panificadora da cidade chamada Fábrica Amapaense, que localizava-se na esquina da Av. Iracema Carvão Nunes e antiga rua José Serafim, (atual Tiradentes), no mesmo prédio onde hoje funciona a Superintendência Regional do Ministério da Fazenda  (antiga DAMF).

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Estudantes após desfile escolar

(Foto: Reprodução/Acervo da família/Aloisio Cantuária)
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Ano 1958 - Na foto, em primeiro plano, alunas da antiga Escola Normal de Macapá 

(É mais uma contribuição do amigo Aloisio Catuária)
Ele mesmo quem faz a narrativa da legenda:
A da direita está com o famoso uniforme de gala: saia plissada, blusa com manga comprida, punhos fechados, cinto, luva (presa ao cinto), gravatinha e o charmoso chapéu (a imagem não mostra, mas era preso ao pescoço por um fio para não “voar” na hora do desfile).
A cor azul-escuro da saia com a blusa branca deu origem ao famoso apelido “piramutaba”, aplicado aos alunos da escola.
Em segundo plano, um aluno da antiga Escola Industrial, depois Ginásio de Macapá (GM) e mais tarde Escola Integrada de Macapá (EIM).
Embora a foto esteja em preto e branco, a cor do uniforme era azul-anil.
O aluno está também com uniforme de gala (o casquete não era usado no dia-a-dia).
Não consegui descobrir o local da fotografia. (Aluisio Cantuária)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Que saudades do Paulão!

Data: 5 de dezembro de 1987
(Foto: Reprodução/Acervo da família)
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Há 23 anos..., o alegre Paulo do Espírito Santo Silva,- o "Paulão do Atabaque" - filho do "pioneiro" José Miguel da Silva - o "Alagoano" e de D. Mimi - passava "pro andar de cima".
(Foto: Reprodução/Acervo da família)
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(Contribuição da amiga Brenna Paula Tavares, filha de Paulão)
Parece que foi ontem...
Aos 33 anos de idade, Paulão deixou a todos os seus amigos e conhecidos, sua alegria e sua simpatia.
"Num dia de dezembro, cinco exatamente, Paulão viajou, sozinho e sem despedidas."
Um jovem, sorridente, que estava sempre... "de bem com a vida".

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Uma casa típica da Macapá antiga

(Foto: Reprodução do blog da Alcilene Cavalcante)
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(Foto extraída do blog Repiquete...)
Ano 1948 - Embora não pareça, esta foto rara, é da mesma época das anteriores, como podemos observar através das casas construídas para funcionários do ex-Território (ao fundo).
Mas eu deixei separada das outras, para destacar, em primeiro plano, a casa típica da Macapá antiga, que contrastava com as que o governo acabara de construir. As casas novas - modernas para a época - eram em madeira.
A casa que aparece nessa esquina tinha as mesmas características das moradias que predominavam no centro da cidade, antes do Território. Eram de taipa ou pau-a-pique.
"Pau-a-pique é uma técnica de construção antiga, que consistia no entrelaçamento de madeiras verticais fixadas ao solo, com vigas horizontais, geralmente de bambu ou galhos retos, entrelaçados e amarrados entre si por cipós, dando origem a um grande painel perfurado que, após ter os vãos preenchidos com barro, transformava-se em parede. Podia receber acabamento alisado ou não, permanecendo rústica, ou ainda receber pintura de caiação. " (Wikipédia)
Localizava-se na confluência da Rua José Serafim (atual Tiradentes) com a Av. Mendonça Furtado.
Debaixo dessa mangueira, aconteceu um dos bárbaros crimes de Macapá: o do Sr. Acésio Guedes, (o mesmo que tem nome numa rua do bairro Perpétuo Socorro) que foi assassinado com 7 facadas. Ele trabalhava à tarde no Café Society que localizava-se onde é hoje a loja de produtos agropecuários de propriedade da família do Sr. Durval Melo que também foi dono do Urca Bar, no bairro do Trem, na esquina da Av. Feliciano Coelho com a Rua Eliezer Levy, (hoje uma escola para condutores de veículos).
Segundo informações do amigo Barata, o Sr. Acésio Guedes, na época era chefe da Setor de Administração (atualmente Secretário de Estadual de Administração) do Governo. Entre 13:00h/13:30h, final de expediente naquela época, "seu" Acésio ia saindo do prédio onde funcionava o órgão - que ficava defronte à mangueira - quando o mesmo foi interpelado por um Sr. de nome Aracati e recebeu de imediato várias facadas, vindo a falecer.
Segundo informações à época, o motivo do assassinato teria sido por razões passionais.
O primo de Barata, Fernando Barata (já falecido), que estava de bicicleta, assistiu de perto a ocorrência.
O Sr. Aracati foi julgado, condenado e cumpriu alguns anos de reclusão na penitenciária do Beirol, (hoje uma escola estadual) localizada num terreno ao lado Quartel da Polícia Militar.
Não estou lembrado do ano - mas me parece que foi em 1956 - (quem tiver essa informação pode confirmar ou corrigir nos comentários).
(Última atualização em 05.12.2010 às 13:30h)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Grandes Azes do Passado

(Reprodução de jornal)
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Ano 1950 – Equipe de voleibol e basquetebol do Serviço de Geografia e Estatística, considerada uma das mais fortes da época e composta dos seguintes atletas: em pé, a partir da esquerda: José Vilela, Raimundo Barata e Lourival; agachados (esq) Paulo Torres e Altair.Os dois grandes incentivadores que aparecem com a equipe são os velhos pioneiros do esporte amapaense Clóvis Pena Teixeira (de óculos à esquerda) e Kleper Mota (dir).
O local era a praça Barão do Rio Branco, onde se realizavam os grandes encontros entre as equipes principais, em disputas de torneios e campeonatos.

Foto e dados extraídos do Jornal AMAPÁ de 08 de novembro de 1978.
(Contribuição dos amigos Aluizio Teixeira e sua prima Carmem Laura)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Bons Tempos da Escola Normal de Macapá

(Reprodução/Arquivo pessoal)
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FOTO 1 - Ano 1962 - Minha turma quando faziamos o Curso Ginasial na antiga Escola Normal de Macapá.
Agachados: da esq. para direita: Consolação Côrte, Jorge Mont'Alverne, Sônia Del'Tetto (c/ a mão no rosto), Ercília Mendes e (eu) João Lázaro.
Em pé: Graça Ramalho, Oriza Alencar, Nazaré; atrás (cabelo na testa) Shirley Santana, Regina Maia (na frente), Julio Barriga, Dea Soares (na frente), ao lado dela (de branço) Profª Annie Viana da Costa, era a Diretora da escola na época; (a mais alta) Carmem Chagas, (ao lado) Rosa Costa, (na frente) Admilsan Menezes; (atrás dela, só o rosto)Nilza Negrão, Marlene Rodrigues, Maria José Gomes, e as duas da frente Lucimar Silva e Sandra Nicolay.
Reprodução/Arquivo pessoal)
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Foto 2 - (Os mesmos e mais alguns componentes que não aparecem na primeira.)
Sentadas: Graça Ramalho, Regina Maia, Carmem Chagas, Maria Antonia e Admilsan Menezes.
Na fila mais alta: Íris Cavalcante da Silva, Maurício Bandeira, Antonio Redig, Sônia Del'Tetto, José Abreu; Júlio Barriga (na frente da coluna), Jorge Mont'Alverne e (eu)João Lázaro.
Da esquerda: Oriza Alencar, Ercília Mendes (segurando o braço),Nazaré,  Maria Célia Cavalcante da Silva, (atrás)Shirley Santana, Nilza Negrão (olhando por cima), Lucimar Silva, Sandra Nicolay, Rosa Costa (atrás), Déa Soares; Maria Madalena Henrique da Silva, Consolação Côrte e Rosa Souza.

sábado, 27 de novembro de 2010

Residência do Governador

(Reprodução/Acervo: Museu Histórico do Amapá)


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Ano 1945 - Residência do Governador do Amapá, na época de Território Federal.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Força jovem, filhos da terra

(Reprodução)
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Ano 1978 - Vemos nesta foto os jovens: Ronaldo Bandeira (de óculos) à esquerda; Carlos Teixeira (de braços cruzados - filho do Sr. Leopoldo Teixera - o Teixeirinha); na frente à direita, Ivanildo Pontes (filho do Sr. Chico Noé e irmão do professor e deputado Antônio Cordeiro Pontes).
Todos filhos de pioneiros de Macapá.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Nos bons tempos do Aeroclube de Macapá

(Reprodução/Acervo Fernando Remedios)
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Esta foto retrata um dos momentos do carnaval no antigo Aeroclube de Macapá, nos anos 1964 ou 1965.
(É uma contribuição dos amigos José Façanha e Fernando Remedios) 
O registro fotográfico raro apresenta jovens pioneiros de Macapá:
Reconheci de pronto: (agachados) o Zamba (à esq.) e o Álvaro (Mascarado) ao lado dele (à dir.).
(O Zamba - ex-atleta de basquete e irmão do profº de educação física, Ernesto Dias Neto. E o Álvaro (Mascarado) não lembro o nome de família.)
O amigo José Façanha nos ajuda na identificação - mas também não se lembra do nome do Álvaro.
(Se alguém souber, por favor, nos informe nos comentários).
Ele informa que o primeiro à esquerda é o Ubimar (irmão do Ubiraelson), depois do Façanha vem o (profº) Edgar Tostes; depois o Fernando, (dentista pernambucano que passou uma temporada por Macapá e namorava a Rosemeire, irmã do Tinilo), e o último é o Luiz Lavor Benigno, ( irmão do (profº) Tinilo e que casou com a jovem Iracema, filha do Sr. Newton Cardoso).
O profº Francisco Lavor Benigno (Tinilo),  foi um dos diretores do Colégio Amapaense, irmão do Roberval Cavalcante, (aviador aposentado e baterista do Conjunto Os Cometas) filhos do Sr. Benigno Cavalcante – ex-funcionário das Casas Pernambucanas.

sábado, 20 de novembro de 2010

Encontro de líderes e pioneiros: Janary Nunes e Dom Aristídes Piróvano

(Reprodução)
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Ano 1954 - Neste raro e histórico encontro temos dois líderes pioneiros do Amapá.
À esquerda, em seu impecável terno branco, vemos Janary Gentil Nunes - primeiro governador do Amapá e ao seu lado a simpática figura de Dom Aristídes Piróvano - primeiro Bispo Prelado de Macapá, de 1955 a 1965.

O primeiro, líder do Poder Executivo Territorial e o segundo líder da Igreja Católica Apostólica Romana, em Macapá.

Janary Nunes - Nasceu em Alenquer, Pará, em 1º de junho de 1912.
Em 1943, foi nomeado primeiro governador do Território Federal do Amapá.
Deixando a chefia do executivo do Amapá em 1º de fevereiro de 1956, assumiu dois dias depois a presidência da Petrobras, já no governo Juscelino Kubitschek.
Em dezembro de 1958, deixou a presidência da Petrobras.
Foi embaixador do Brasil na Turquia em 1960.
Em 1962, elegeu-se deputado federal pelo Amapá, passando, posteriormente, a dedicar-se à iniciativa privada.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 15 de outubro de 1984. (Fonte)

Dom Aristídes Pirovano nasceu em Erba, Itália em 1915.
Foi bispo católico italiano, membro do PIME (Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras).
Foi o Primeiro Bispo Prelado de Macapá.
Dom Aristídes Pirovano foi ordenado padre em 20 de dezembro de 1941.
Recebeu a ordenação episcopal no dia 13 de novembro de 1955, das mãos do Bispo Montini, futuro Papa Paulo VI, e de Dom Gaetano Pollio, PIME e Dom Mario Civelli, PIME.
Faleceu em 1997, na Itália. (Fonte)

(Última atualização em 19/01/2011 às 22h48min.)


MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...