quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Mulheres Pioneiras de Macapá

A foto abaixo, que faz parte do acervo do Seu Casemiro Lino Dias, nos foi gentilmente cedida por Dona Leila Coelho Furtado, viúva e segunda esposa dele.
Um encontro histórico entre 4 mulheres pioneiras de Macapá. 
Da esquerda para a direita sentadas  vemos Dona Raquel Zagury (víúva do pioneiro Moisés Zagury),  ao centro Dona Nair da Silva Banha (viúva do saudoso Laurindo Banha) e Dona Raimunda Machado, filha do Sr. Eugênio Machado. A  que está em pé é a Darica, que foi funcionária da Leão do Norte.
(Atualizada em 20/09/2013)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Raimundo Duarte Monteiro, "Batoré" - um pioneiro da Administração Municipal de Macapá

Raimundo Duarte Monteiro, "Batoré"  filho de José Duarte e Tereza Duarte Monteiro nasceu em Macapá, na Av. General Gurjão no bairro do Formigueiro, no dia 18 de fevereiro de 1917. Casado com Dolores Ardasse Monteiro, tiveram 11 filhos: Deuzuite, Raimundo, Rosália, Angélica, José "batoré", Haroldo, Abigail, Narcisa, Adolfo, Jocirema e Anália.
"Batoré" foi um dos primeiros funcionários da Prefeitura Municipal de Macapá, onde exerceu várias funções: Chefe do Departamento de Pessoal, Chefe de Fiscalização; aposentou-se nesse último cargo.

Era sempre convidado para fazer parte das comissões administrativas. O prefeito na época era Claudomiro  Moraes.
Raimundo Monteiro faleceu no dia 17 de novembro de 1992, em Macapá. Seu corpo está sepultado no jazigo da família Duarte Monteiro, no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade. Lá também estão seus irmãos Raimunda  Monteiro Leite, Antonio Duarte Monteiro e Zacarias Teixeira Leite.

Fonte: Informações fornecidas, via e-mail, por sua filha Deuzuite Ardasse.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Um encontro de amigos em volta da mesa

Um instante de descontração e amizade neste registro fotográfico, de data desconhecida, direto do álbum da família Franco para o Porta-Retrato: 
Contribuição da Sra. Miranilde Souza, viúva(2ª esposa) do José Maria Franco.
Imagens de um descontraído encontro de amigos na casa da família Franco, em  que podemos ver a partir da esquerda: Advogado Wagner Gomes, Delegado José Maria Franco sendo abraçado por sua mãe Dona Lali, que conversa com o Dr. Cícero Borges Bordalo (de gravata), Sr. Sand e mais um amigo que não conseguimos lembrar o nome. 
Quem souber e quiser ajudar, pode nos informar por e-mail (jolasil@gmail.com), ou deixar na caixa de recados.

sábado, 14 de setembro de 2013

Do Fundo do Baú: Bons tempos da Escola Normal de Macapá

Gostaria de saber onde minha amiga Conceição Amaral escondeu o baú, com esta relíquia dos bons tempos em que desfilávamos no 13 de setembro, com o uniforme de gala da Escola Normal de Macapá?
Num certo 13 de setembro, nos anos 60, na Praça da Matriz, em Macapá.
Com uniforme de gala da Escola Normal de Macapá: Conceição Amaral, João Lázaro (eu mesmo) e Get Magalhães.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Falece em Macapá, Dona Tereza Machado - Pioneira da Administração Municipal

Afonso Ávila, leitor do blog Porta-Retrato, deixou este comentário no post  "Pioneiros da Administração Municipal" que reproduzo na íntegra:
"Neste dia 13 de setembro de 2013, aqui em Macapá, nas primeiras horas do dia, faleceu a querida Tia Tereza Machado de Souza. Que Deus console o Tio Pedro Aragão de Souza, seu esposo, e os primos Luiz, Wilma e Margarida, seus filhos."
Ela era filha do pecuarista Eugênio Machado e de Dona Maria Souza.

Externamos ao amigo Pedro Aragão e à toda a família enlutada, votos de pesar por tão irreparável perda.

Pedro Aragão é ex-servidor da ICOMI, aposentado.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Tia Luci - Tacacazeira

Seu nome de batismo: Lucinda Araújo Tavares. Ficou conhecida na cidade, como a Tia Luci Tacacazeira.
Faleceu dia 15 de agosto de 2013, em Macapá, mas, mesmo com atraso, o blog "Porta-Retrato" presta sua homenagem póstuma a esta mulher guerreira que muito bem representava a fibra da mulher tucuju.
Reproduzimos abaixo a belíssima Crônica, assinada pela jornalista Mariléia Maciel e publicada no blog "Repiquete no |Meio do Mundo" da amiga Alcilene Cavalcante:

Tia Luci nasceu quando a cidade se organizava ao redor da Igreja de São José e as rodas de marabaixo eram a única diversão pros negros de Macapá. Cresceu rodando a saia e com o sorriso carinhoso que ficaria até o final em seu rosto. Nunca tirou da cabeça os sons de caixas e ladrões de marabaixo, a mesma cabeça em que amarrou o lenço, e se profissionalizou no que seria seu ganha-pão. Junto com dona Nenê e Tia Bebé, formou o trio das tacacazeiras mais prestigiadas da cidade.
Casou com outro pioneiro, seu Zequinha Eletricista, mas não sentiu as dores do parto. Exerceu a maternidade criando as três sobrinhas deixadas pela irmã falecida, como se tivessem saído de dentro dela. Amava seu pedaço de chão, e mesmo quando o centro pedia mais espaços pras lojas, Tia Luci não se rendeu, nem vendeu a casa, que continuou espremida entre prédios e empresas. O amor pela cidade não deixou que saísse de seu reduto, os arredores do Largo dos Inocentes. Também não perdia a missa na igreja do santo padroeiro, São José. Foi no centro, em frente à praça Veiga Cabral, que fixou seu lugar de trabalho e nos fazia salivar só de imaginar o gosto do seu tacacá, do mingau de banana e de tapioca.
- “Pouca goma ou na medida, freguês?”
- “Camarão da região ou do maranhão?”
Contava espetacularmente as histórias, porque foi testemunha ocular das mudanças e andar lento da cidade. A memória preservada permitia que comparasse o atual com o passado, falava da Macapá antiga e de seus moradores, com quem conviveu, falava também de como as coisas estavam mudando do dia pra noite. Nenhum governador ou prefeito cumpriu um mandato sem ter abraçado, tomado bênção ou dançado com Tia Luci. Conheceu todos, mas nunca se valeu do prestígio para ter benefícios pessoais. Viu seus ilustres filhos crescerem da janela de sua casa, ou nos passeios pela cidade, que nunca se furtou de fazer. Acompanhou seu tempo.
Nem mesmo quando a costa se curvou à escoliose, e a bengala se tornou acessório obrigatório, deixou de estar presente em sua maior paixão, que eram as rodas de marabaixo. Quando menos se esperava, ela aparecia nas festas do Divino Espírito Santo e da Santíssima Trindade. Se vestia a rigor, saia florida, camisa branca, flor no cabelo, toalha no ombro, perfumada e sorrindo. Dançava apoiada na bengala, rodava com os jovens, e quando cansava, sentava em uma cadeira que algum cavalheiro já havia preparado para esta dama especial. Cansava, mas sempre juntava fôlego pra viver sua cidade e seu povo. Bebeu da mesma água de Tia Biló, dona Gertrudes, Dica do Congó e mestre Pavão, que, entre os afazeres da casa, família, trabalho e religião, encontraram tempo para valorizar nossa tradição, ensinar aos mais moços e priorizaram não permitir, jamais, que nossa cultura fosse perdida. 
Tia Luci aproveitava tanta coisa boa da vida, que não tinha tempo de pensar em morte, e descobriu tarde demais os tumores que se alastravam. Viveu seus últimos dias com a certeza de que a vida tem um fim aqui neste mundo, mas sua luta para que a memória de seus antepassados não fosse desrespeitada, nos ensinou que as pessoas só morrem quando são esquecidas e eles jamais sairão de nossas mentes, porque estão enraizadas em nossa história. Tia Luci está em cada canto da cidade, onde houver Marabaixo, onde houver tradição. A perseverança dela e de outros negros pioneiros do Amapá valeu a pena, eles estarão nos livros e nas memórias, e não haverá lei, nem governo, que façam com que suas conquistas e histórias de vidas se percam no tempo. A cidadã Lucinda Araújo Tavares, a Tia Luci, foi uma dessas guerreiras, que morreu com alma jovem e a sabedoria da idade. Nos deixou como herança a lição de que é preciso lutar pelo que é nosso, valorizar as tradições, e despertar nos jovens o amor pela cidade.
Na despedida, pessoas de todas as idades, cores e raças, autoridades, populares e anônimos, marabaixo, fogos, flores e cantos. Na recepção no infinito, com certeza mais barulho feito por Sacaca, Mestre Julião, Raimundo Ladislau, Mestre Pavão, Dona Vadoca, Dica do Congó e outros.  “Eu vou embora já peguei minha bandeira, já vou embora, já cumpri minha missão…”. (Mariléia Maciel)
Fotos: Reproduções em mosáico - Créditos: Neca Machado e Alcilene Cavalcante
Fonte: Texto reproduzido do Blog Repiquete no Meio do Mundo, publicado sob o título Cidadã Luci: “Camarão da região ou do Maranhão?”, pela jornalista Mariléia Maciel, em 18.ago.2013.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

"Os Setentrionais" - Embalaram os anos 70, no Amapá

Foram os anos dourados que marcaram o ápice dos bailes de salão na Piscina Territorial, no Macapá Hotel, no Círculo Militar, nos clubes da capital, de Santana, e de Serra do Navio na opinião do músico e instrumentista Bebeto Nandes, um dos fundadores do conjunto musical Embalo R-7 que, como tantos outros, viveu essa época que a sociedade amapaense jamais esquecerá.
Para relembrar aquele período que embalou e marcou a vida de milhares de jovens, graças a eventos com o Baile da Flores, o Baile das Férias em Serra do Navio, Rainha das Rainhas do Carnaval, o Miss Amapá e o Baile da Pesada, dentre outros, o blog do amigo João Silva, publicou um registro fotográfico feito na Fortaleza de São José de Macapá  mostrando a formação de um dos conjuntos musicais mais badalados daquela época...
Os Setentrionais, vendo-se, da esquerda para a direita: Lucivaldo (dono do conjunto), Rodolfo Santos (vocalista), Carlitão (croner), Álvaro (guitarra), Marcondes(teclado - sócio de Lucivaldo na banda), Gogô (bateristairmão do Aldo, também baterista) e José Pinto (baixista). 
Do grupo, Marcondes toca ainda no Treck L, Álvaro no Yes Banana, Carlitão e Álvaro na Banda Placa (ex-Placa Luminosa), e Rodolfo Santos é o astro do bolero na noite de Macapá, e o José Pinto, hoje evangélico, toca na banda da igreja 
Fonte: Blog do João Silva - Texto de João Silva (extraído do blog dele, adaptado e atualizado para o blog Porta-Retrato). Texto original aqui.

(Algumas atualizações foram colaboração do amigo Costa Pinto, via Facebook).

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

As Grandes Damas do Marabaixo

Estas mulheres sempre foram exímias dançarinas do Marabaixo Amapaense. 
As Verdadeiras Damas do Folclore maior do Amapá.
Dona Venina Araújo, na foto acima, e abaixo Dona Felícia e Dona Dulce Moreira. 
Dona Venina e Dona Dulce já estão na eternidade. Mas Dona Felícia, com idade avançada, continua com sua simpátia no bairro moreno do Laguinho, em Macapá.
(Fotos reproduzidas do acervo do amigo Paulo Tarso Barros)

domingo, 11 de agosto de 2013

Banheiros Públicos para a população

(Reprodução de arquivo)
Foto de 1953 - Inauguração do Banheiro Público, construído pela Administração Territorial. Localizava-se na Rua José Serafim (hoje Tiradentes) entre as Avenidas Mendonça Furtado e General Gurjão(Bairro Alto). Outros dois banheiros como os da foto foram construidos nos bairros do Laguinho(área hoje ocupada pela Rádio e TV Equatorial), e do Trem (Av. Feliciano Coelho) ...
Esta foto de 1950 mostra onde funcionava o poço público do bairro do Trem, onde depois funcionou a sede dos Rinhadeiros de Macapá.
Este prédio era o Banheiro Público do bairro do Trem – Av. Feliciano Coelho
... que depois transformou-se em rinhadeiro e posteriormente foi ocupado pela família do Sr. Luiz, alfaiate, que reside no local, até hoje.
(Post repaginado em 2013)

sábado, 10 de agosto de 2013

Lançamento da Associação Comercial e Industrial do Amapá

Padre Jorge Basile benze o local onde foi lançada a pedra Fundamental da Associação Comercial e Industrial do Amapá, em 26 de setembro de 1945.
A solenidade foi assistida por comerciantes e convidados da época entre eles: Half  Balout, Sr. Raimundo Silva, Sr. Otaciano Pereira, Capitão Euclides Rodrigues, Sr. Manoel Tavares Pinheiro, entre outros não identificados. Também presentes Sr. Veridiano Souza, Sr. Manoel Santos entre outros não identificados.


Fonte: Revista Perfil dos Poderes do Estado do Amapá.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Os Primeiros Cinemas de Macapá

Os primeiros filmes começaram a ser exibidos em Macapá, por iniciativa do Padre Júlio Maria Lombaerd em 1918, através do Cine Olímpia.  
No entanto, a primeira sala de projeção da cidade foi o Cine Territorial, construído e inaugurado em 1944 por Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá.
Na década de 50 a Prelazia de Macapá instalou salas improvisadas  em barracões, que a juventude do centro da cidade e do bairro do Trem assistia semanalmente aos seriados de seus ídolos preferidos.
Depois  surgiu o Cine Trianon, de propriedade  de Guilherme Cruz, que funcionou por pouco tempo na velha sede do Trem Desportivo Clube. 
Na primeira metade dos anos 60, o empresário Guilherme Cruz inaugurou o Cine Macapá, na Avenida Raimundo Álvares da Costa, no centro da cidade.
Em 1965, a prelazia de Macapá anunciou a inauguração do Cine João XXIII, extinguindo as sessões de domingo nos barracões paroquiais.
No ano seguinte foi inaugurado o Cine Paroquial no bairro do Trem.
Com  o fechamento do  Cine João XXIII, no início dos anos 70, entraram em funcionamento o Cine Orange, Cine Ouro e Cine Imperator, que exibiam filmes de segunda categoria.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Amapá no 8º Campeonato Juvenil de Basquete

Lembrança do Amapá no 8º Campeonato Juvenil de Basquete realizado em Guaratiguetá - São Paulo, em 1955.
Em pé a partir  da esquerda: Tinilo, Aimoré, Uriel, Zé Maria, Coutinho (filho do Sr. Ubirajara).
Agachados no mesmo sentido: Savino, Leandro Costa, Álvaro, Luiz Lavor.
(Foto compartilhada pelo casal amigo Fátima e Sebastião Leitão)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Festa de Casamento em Macapá

Festa de casamento da Rita de Matos Costa com Newton Nunes.
A partir da esquerda: Dona Miraci (esposa do Sr. Alamiro Souza), Dona Maria de Matos Costa (esposa do sr. Luiz Pires da Costa), Chandoca, Sr. Luiz Pires da Costa (dono da antiga Casa das Cordas), Rita (noiva) de Matos Costa, Newton Nunes (noivo), Sr. José Porpino;  na frente deles - junto ao bolo os menores - Leandro e Fátima de Matos Costa (casou com Sebastião Leitão), Dona Rorita (mãe do Sr. Alamiro), Sr. Elói Nunes, Júlio Nunes, Dona Anita, Edmilsan (primeira rainha dos estudantes de Macapá), Sr. Alamiro Souza. A garota junto à mesa é Ronele, uma das filhas do Seu Alamiro e Dona Miraci.

(Foto compartilhada pelo casal amigo Fátima e Sebastião Leitão. Ela é filha do Sr. Luiz Pires da Costa.)
(Post atualizado em 06/08/2013)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A tradicional Família Tavares

Estes são membros da Família Tavares - uma tradicional família de Macapá. Filhos de José Rosa Tavares e Maria do Carmo Tavares.
A partir da esquerda: Estão a frente: Jangito (sentado), em pé: Ana, Quitéria, Lourivalda (Lurica-já falecida) e Tereza.

Atrás estão:  Biló, Joanice, Zeca Tavares e Faustino (já falecido).

sábado, 3 de agosto de 2013

Um papo regado a Chope

A registro fotográfico abaixo - feito pelo repórter fotográfico Samuel Silva - foi publicado pelo Jornal Diário do Amapá, em 1997.
A legenda (original) da foto informa que o encontro  transformou o local num "Escritório do Chope", onde amigos confabulam sobre jornalismo e negócios num ambiente climatizado...
Nas imagens a partir da esquerda: os jornalistas Luiz Melo e Hélio Pennafort conversam com o economista Gilberto Semblano e o jornalista Jorge Ernani. 
Hélio Pennafort e Jorge Hernani, já são falecidos.
Foto compartilhada com o blog, pelo amigo Paulo Tarso Barros. 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Pioneiros da Administração Municipal de Macapá

Funcionários da Prefeitura Municipal de Macapá.
A partir da esquerda: Janari Salgado, Dona Terezinha Machado e, à direita Antônio Menezes (Jabá).
Na mesa Sr. Raimundo Oliveira Alencar.
A outra funcionária da imagem, não foi identificada.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Um Baile no Aeroclube de Macapá

Um registro fotográfico raro, do acervo do amigo José Façanha, gentilmente compartilhado com o Porta-Retrato, relembra um dos concorridos bailes nos salões do Aeroclube de Macapá, nos bons tempos do Território Federal do Amapá.
Entre os elegantes cavalheiros no salão, conseguimos reconhecer o professor Geraldo Magela (à esquerda), jornalista Alcy Araújo (de óculos) e à direita da imagem o Antônio Carlos Brito Lima. Nas mesas, o gostoso Flip Guaraná. 
Bons tempos, mesmo!!!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Colação do Grau do CA

Ano 1966 - Solenidade de Colação de Grau - Formandos do Colégio Amapense.
Na fila da frente as duas senhoritas da esquerda: Célia e Lenir; Na segunda fila estão Guilherme Jarbas, Sérgio Arruda e Paulo  Armando Andrade. Na terceira fila Carlos Nilson e Pedro Assis. Atrás do Pedro Assis está o prof. Geraldo Leite e atrás do Paulo Armando está o Cláudio Vasquez.

sábado, 27 de julho de 2013

Eleições em Macapá

Esta foto de 1985, é um registro raro de um momento da política do Amapá. 
A apuração da eleição do Prefeito Azevedo Costa, que aconteceu na sede do Lions Clube Macapá Centro.
Aparecem nas imagens a partir da esquerda: o empresário Pierre Alcolumbre, em conversa com o engenheiro e radialista Rodolfo Juarez (em pé) e o jornalista Antônio Correa Neto (falecido), ?, depois os jornalistas Paulo Silva e Aníbal Sérgio.
(Post atualizado em 7/08/2013)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Concentração em frente ao prédio dos Correios e Telégrafos

Concentração em comemoração ao dia 7 de setembro de 1954, na Av. Coriolado Jucá, em Macapá, em frente aos Correios na Praça Barão do Rio Branco.
Foto tirada do alto de um aparelho de educação física que existia na praça, hoje desativado.
Foto tirada do alto da sede de Correios e Telégrafos, na Praça Barão do Rio Branco.
As fotos acima registram, em dois ângulos diferentes,  as concentrações em frente à sede do Correios e Telégrafos, no ano de 1954, para o hasteamento da bandeira, no mastro do sapo.
Os participantes estão perfilados na praça, vendo-se atrás o Palanque Oficial, em madeira, montado na rua Iracema Carvão Nunes, que divide a praça ao meio e termina no portão dos fundos da residência governamental, local em que eram realizados os desfiles. 
Ao fundo das imagens o prédio do então Grupo Escolar Barão do Rio Branco e seus anexos.
Nos primeiros anos do Território Federal do Amapá, que foi criado em 13 de setembro de 1943, os desfiles cívicos e escolares, eram realizados na Praça Barão do Rio Branco, com a participação maciça dos grupamentos da Guarda Territorial, Escoteiros e comunidade estudantil.
Posteriormente, foram transferidos para a Av. FAB, em frente ao Barão do Rio Branco e, depois para a Praça da Bandeira.
(Post repaginado em 26/07/2013)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Primeira aeronave do Governo do ex-Território Federal do Amapá.

Esta foi a primeira aeronave do Governo do ex-Território Federal do Amapá.
Segundo depoimento do (*)Sr. Arlindo Oliveira, mecânico de aeronaves, em atuação naquele período, era um avião modelo Beechcraft Bonanza V36, de fabricação americana. Chegou em Macapá, procedente do Rio de Janeiro, no dia 11 de julho de 1951 às 12h30m, sob o comando do piloto Carlos Hanson trazendo como co-piloto o Tenente Antônio Guerreiro. O pouso foi feito na pista improvisada que ficava na atual Procópio Rola, numa área que compreende as avenida FAB e Raimundo Álvares da Costa, abrangendo o espaço hoje ocupado pela Prefeitura de Macapá, prédio do Hemoap e Palácio do Governo, além de toda a área, hoje destinada ao bloco de secretarias do governo do Estado, desde a Leopoldo Machado até a Rua General Rondon. O Hangar ficava onde hoje é Av. Procópio Rola.
(*) Arlindo Oliveira - Mecânico de Aeronaves - Pioneiro da aviação no Amapá, está aposentado, vive em Macapá; aos 82 anos de idade, tem muita história pra contar. Reportagem do jornalista Édi Prado Ribeiro.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Reunião na Câmara de Vereadores de Macapá

Reunião na Câmara de Vereadores de Macapá.
Na plateia a partir da esquerda: na segunda fila Coaracy Barbosa, Antônio Costa, Clarck Platon, Dr. Mário Barbosa; na primeira fila estão Sr. João Espíndola Tavares, Sr. Ituassú Borges de Oliveira e Francisco Gonçalves de Araújo, o Pintor.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Entrada da Fortaleza de Macapá, nos anos 60

Entrada da Fortaleza de Macapá, nos anos 60. Naquela época ainda existia a rampa de terra que foi substituída posteriormente por passarela de madeira, como tem hoje.

domingo, 21 de julho de 2013

Vista aérea de parte da antiga Cidade de Macapá

A amiga Nara Chamblay postou no álbum Bela Macapá, no Facebook, esta foto histórica da vista aérea de parte da cidade de Macapá dos anos 50.
A partir da esquerda podemos ver um trecho da Av. Feliciano Coelho onde aparece a antiga sede do Trem Desportivo Clube e a Casa Duas Estrelas na esquina ao lado. Mais à esquerda a praça e a igreja de Nossa Senhora da Conceição, a antiga Escola Doméstica de Macapá, o Cine Paroquial, o Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, com a frente a para a Av. Pedro Baião; as demais avenidas são Ataíde Teive e Henrique Galúcio. Ao centro da imagem - a área escura - ficava a antiga praça do sapo que depois foi transformada na Praça Floriano Peixoto. Notem que ainda não existiam as ruas Jovino Dinoá, nem a Odilardo Silva e nem esse trecho da Eliezer Levy. Na antiga José Serafim (atual Tiradentes), vemos a Casa Uirapuru, que deu origem ao Supermercado Fortaleza. Na rua São José, vemos a antiga Casa Califórnia, na área onde é hoje e Feira Municipal do Centro.

sábado, 20 de julho de 2013

Sociedade Esportiva e Recreativa São José

A Sociedade Esportiva e Recreativa São José é um clube esportivo da cidade de Macapá, fundado no dia 26 de agosto de 1946, é um dos principais clubes de futebol da capital amapaense.
Em pé: Wandeley, Alceu Filho, Toninho Costa, Piraca, Pennafort ( Macaco), Orlando Cardoso (Courru).
Agachados: Zé Airton ( Zé Buchinha), Deomir  Mont'Alverne, Orlando Torres, Moacir Banhos e Timbó.
Os primeiros títulos do tricolor vieram somente em 1970 e 1971, ainda na época amadora do futebol amapaense. De 1975 a 1988 foi uma época de mudança para o São José, quando conquistou campeonatos, inclusive, um invicto, no futebol, contando com um grande elenco de jogadores craques, muitos deles, cedidos para clubes de outras unidades da nossa federação brasileira.
 Em pe: Emanuel, Odilon, Alceu Filho, Antoninho Costa, Edmar e Pennafort.
Agachados: Sabará, João Coutinho (Cutia), Orlando Torres, Chopp e Haroldo Pinto.
Nos anos de 1988 a 1990, paralisou suas atividades no futebol, em virtude de dificuldades internas e externas. Em 1991 houve a implantação do profissionalismo no futebol amapaense, começando uma nova era no estado. Em 1993 conquistou o título de campeão amapaense. Disputou a Copa do Brasil de 1993, onde eliminou o Nacional de Manaus e foi eliminado nas oitavas pelo Linhares, ao perder por 3 x 2 em pleno Zerão.

Fotos reproduzidas do Jornal Tribuna Amapaense 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Time de Jovens da Casa dos Padres

Mais uma raridade que nos foi compartilhada pelo amigo Lindoval Fonseca Peres. 
Trata-se de uma foto do time de jovens da Casa dos Padres, que disputavam o Campeonato Interno da Prelazia de Macapá.
Em pé: ?, Enildo Amaral, Nery?,?, Caouê e Mucuim (Estácio Vidal Picanço).
Agachados: Cadico, Ciro Coutinho, ?, Lindoval Peres e Adolpho Nery.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Juvenil do Esporte Clube Macapá

Campeão Juvenil de 1955
"A maioria desse elenco partiu para a formação do Juventus Esporte Clube. Disputou e venceu o Campeonato da 2ª Divisão, o que o credenciou a ascender à 1ª Divisão.  Com um melhor reforço de atletas, esse time despontou como uma das forças do futebol amapaense" (Lindoval Fonseça Peres)
Em pé: José Tavares de Almeida (Zequinha do Cartório Jucá), ?, ?, Rui Lacerda, Café, Gaivota, Titio e José Maria Nery.

Agachados: Juca, Biló, Lindoval Peres, Luiz Tavernard e Lelé.

Este registro fotográfico e raro e de grande valia para a história e a memória do futebol amapaense, foi gentilmente compartilhado pelo amigo Lindoval Fonseca Peres, que também prestou informações a respeito. Nossos mais sinceros agradecimentos pela colaboração.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Guarany Atlético Clube

Guarany Atlético Clube, de Macapá, fundado em 1961.
Nesta foto - dentre os anos de 60 e 70 - vemos uma  das formações do Guarany Atlético Clube: Em pé da esquerda pra direita: Queiroz, Luiz Alberto Guedes, Jorge Gainete, Zeca, Silvio Castilho e Antônio Carlos. Agachados: Picanço, Messias, Abdon Lima, Océlio e Odilon.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Professora Nancy Nina da Costa - Pioneira da Educação do Amapá

A     professora Nancy Nina da Costa, uma das pioneiras da Educação no Amapá, nasceu na cidade de Alenquer (PA) em 30/08/1926, filha de Manoel José Nina da Costa e Ildebrandina de Oliveira Nina. 
Professora Nancy viveu sua infância em Alenquer e iniciou seus primeiros estudos na cidade de Óbidos (PA) cursando o primário no Colégio São José, e em seguida  formou-se como Normalista no Colégio Interno Santa Clara, em Santarém (PA). Depois de formada, e como o recém-criado o Território Federal do Amapá necessitava de professores, Nancy Nina foi para o Amapá. E o então governador Janary Nunes a contratou designando para atuar no município de Oiapoque, onde ela conheceu o agente estatístico da Divisão de Geografia e Estatística hoje IBGE, Antônio Rodrigues da Costa Junior com quem se casou em 13/06/1949. Dos quatro filhos do casal, três nasceram no Oiapoque: Antônio Manoel, Toninho Costa, Aroldo Mário e Aníoce Maria. Ayrton Mauro Nina da Costa, o caçula, nasceu em Belém".
Professora Nancy participou do Curso de Aperfeiçoamento para o Ensino Médio - C.A.D.E.S na área de  Geografia, onde poderia atuar nas quatro séries do Ginasial; aprimorou-se também no Ensino Rural,  em Psicologia e fez o Curso de Aperfeiçoamento para exercer o Ensino Primário e Ensino Médio. Depois de ter feito especialização pela CADES, teve melhoria salarial.
Retornando para Macapá, a família Nina da Costa fixou residência na Avenida Mendonça Furtado, atrás de Cemitério N. S. da Conceição, no bairro Central.  Nesse período os filhos de Nancy já estavam na pré-adolescência e adolescência e aí o controle era maior. A educadora não se prendia somente à sala de aula; ela gostava das atividades lúdicas e da cultura, tanto que criou um grupo folclórico no Bairro Central denominado "Canarinho", que na época junina ia de casa em casa tocando. "Tinha seu Amilar que tocava o banjo e cavaquinho", relembram os filhos.
O lazer da família era o cinema, nessa época Cine João XXIII. Para as festinhas tinham que "fugir", pois o controle era rígido.  Dos quatros filhos foram gerados 12 netos e duas bisnetas.
Professora Nancy Nina da Costa era uma educadora voltada pela melhoria do ensino no Amapá. Tanto que ao ser nomeada Chefe do Ensino Primário da Divisão de Educação e Cultura do Amapá, não se prendia ao gabinete, ela acompanhava "in loco" a situação das escolas e dos professores nos municípios interioranos. Foi contemporânea das professoras: Ibéria, Risalva Freitas do Amaral, Silvia Del'Castillo,  Maria Alves de Sá, Ana Alves de Oliveira, Maria das Dores Correia, Raimunda Virgolino, entre outras...
A dedicação e o amor à educação levou Nancy Nina da Costa a ultrapassar em dez anos a mais, o limite de sua aposentadoria. Em paralelo desenvolvia outras atividades. 
A aposentadoria obrigatória tirou muito do ânimo e a vitalidade da professora Nancy. Sua filha Aníoce relata que parecia que em um mês ela envelheceu dez anos. "Ela se aposentou pela obrigatoriedade. Infelizmente a sua morte foi proveniente de um câncer no estômago, foi rápido entre o diagnóstico e o óbito. Ela foi internada no dia 1º e no dia 11/09/2007 , veio a falecer aos 81 anos".
Foi educadora nos antigos Grupos Escolares: Barão do Rio Branco (1965), onde também exerceu a direção; na Diretoria de Ensino Primário da Divisão de Educação do ex-Território Federal do Amapá (1965); Secretária do Grupo Escolar anexo à Escola Normal (1964); Vice-diretora do Colégio Amapaense, (1974); Diretora da Escola de Primeiro Grau Coaracy Nunes (1976).
Texto reproduzido, com adaptações, do blog da Tribuna Amapaense.

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...