terça-feira, 21 de outubro de 2014

TEATRO: Ação Cultural do MOBRAL, em Macapá

Foto do acervo do amigo Fernando Canto, reproduzida do Facebook dele, registra uma reunião para coordenar ações culturais do MOBRAL, em Macapá.
Segundo Osvaldo Simões, que também aparece na foto, a reunião foi para a retomada do movimento de Teatro de Grupo em Macapá.
Em pé: Sr. Coaracy Barbosa, Coronel Luiz Ribeiro de Almeida, Sr. Sebastião Ramalho, Pedro de Paula e Juvenal Canto.
Sentados: Bolão, João de Deus Filho, (?), Antônia Guedes e Osvaldo Simões.

O Sr. Sebastião Ramalho, cidadão pernambucano, amicíssimo do Prof. Antônio Munhoz Lopes, foi integrante do Grupo de Teatro Amador, em Macapá na década de 50. 
Informação Histórica -  Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foi um projeto do governo brasileiro criado pela Lei n° 5.379, de 15 de dezembro de 1967, e propunha alfabetização funcional de jovens e adultos, visando "conduzir a pessoa humana a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida".
Criado e mantido pelo regime militar durante anos, jovens e adultos frequentaram as aulas do MOBRAL, cujo objetivo era proporcionar alfabetização e letramento a pessoas acima da idade escolar convencional. A recessão econômica iniciada nos amos 80 inviabilizou a continuidade do MOBRAL, que demandava altos recursos para se manter. Seus Programas foram assim incorporados pela Fundação Educar em 1985, ano de seu fim.(Wikipédia)

sábado, 18 de outubro de 2014

Foto Memória Musical, de Macapá: Hernani Vitor e Seu Conjunto (3)

Hoje trazemos outro registro histórico, dos anos 60, de mais uma apresentação de "Hernani Vitor e Seu Conjunto", desta feita na sede do Amapá Clube, no baile dos 15 anos da senhorinha Nazaré Bessa de Castro, filha de tradicional família amapaense.
Da esq. p/dir.: Jaci (trompete); Guimarães(saxofone);Biroba(bateria); Hernani(violino); Nazaré Bessa de Castro; Arnaldo Bezerra(crooner); Enoque Lima(ritmista- percussão); Coaraci(guitarra) e Zé Criolo(baixo elétrico).

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Foto Memória Musical de Macapá: Hernani Vitor e Seu Conjunto (2)

Esta foto de 1968(+/-) registra uma apresentação de "Hernani Vitor e seu Conjunto", na sede social do Aeroclube de Macapá.
No palco da esquerda para direita:  Zé Criolo(baixo); Hernani Vitor(violino); Guimarães (saxofone); Jaci(pandeiro); Arnaldo Bezerra(crooner); Biroba(bateria) e Coaracy(guitarra).
No salão, em uma mesa junto ao palco, o casal Nino e Marly Nunes.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Foto Memória Musical de Macapá: Hernani Vitor e Seu Conjunto

Foto tirada em 1965/66 na sede do CCH(Clube do STAFF da ICOMI), em Serra do Navio. 
Hernani Vitor e seu Conjunto.
Da esquerda para direita: Hernani Vitor(violino); sentado
Nestor(percussão); cantora - Irene Guedes (irmã do Hernani); Amilar Brenha(baixo); Pinon(saxofone); Zé Cruz(trompete); Nonato Leal(guitarra) e Biroba (bateria).

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

FOTO MEMÓRIA: TIRO DE GUERRA 130 - MACAPÁ, TURMA DE 1961

O amigo José Dias Façanha, envia de Belém uma foto, da sua turma que serviu ao Tiro de Guerra 130, em 1961, em Macapá.
Conheça um pouco da história do TG 130 e reconheça seus integrantes, nas imagens do registro histórico neste post.

TIRO DE GUERRA 130 - Por força de Lei, todos os brasileiros são obrigados ao Serviço Militar.

"O primeiro contato que os jovens que atingem 18 anos, nascidos em cidades onde não há corpo de tropa, tem com o Serviço Militar é o Tiro de Guerra.
A organização do Tiro de Guerra ocorre em acordo, firmado entre as prefeituras e o comando da Região Militar. O Exército fornece instrutores, fardamento e equipamento. A Prefeitura Municipal disponibiliza as instalações.
Mesmo no período anterior a criação do Território Federal do Amapá, em 13 de setembro de 1943, os rapazes que completavam 18 anos estavam obrigados a atender a chamada para o alistamento militar nas Prefeituras dos Municípios de Macapá, Amapá e Mazagão. Depois do alistamento aguardavam a convocação para a inspeção de saúde, que era realizada em Belérn. Em janeiro de 1945, a Junta de Alistamento Militar de Macapá comunicava que os reservistas de 3ª categoria do Exército, classes de 1915 a 1924 deveriam se apresentar em Belém à 28ª Circunscrição de Recrutamento.  Os reservistas então convocados, residentes no Território Federal do Amapá, poderiam se apresentar até o dia 15 de março de 1945. A seleção dos convocados era feita por sorteio e assim permaneceu até 18 de setembro de 1946, oportunidade em que ocorreu a promulgação da nova Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil. Na forma do Art.115 da Carta Magna, ficavam sujeitos ao serviço militar todos os brasileiros, mesmo os nascidos no exterior. A apresentação ocorreria dentro de ano civil em que eles completariam 21 anos. Como o Tiro de Guerra em Macapá tinha sido extinto em 31 de outubro de 1945, e seu sucedâneo não foi imediatamente instalado, os jovens de Macapá selecionados para o serviço militar iam servir no 26° Batalhão de Caçadores, em Belém, De modo geral os alistados das cidades interioranas do Pará eram dispensados. Na forma do decreto-lei nº 7.343, de 26 de fevereiro de 1945, o Ministro da Guerra dispensou de convocação os brasileiros da classe a ser submetida a prestação inicial do serviço militar, residentes no Amapá, Pará, Amazonas e Acre nos Territórios Federais de Amapá, Guaporé e Rio Branco. O alistamento continuava a ser feito nas prefeituras municipais exigindo-se a apresentação de certidão de nascimento ou casamento e 3 fotos 3x4. O Ministro da Guerra dispensou os jovens de Mazagão que incorporariam em 1948.
A possibilidade de reorganização do Tiro de Guerra de Macapá começou a ganhar consistência no dia 8 de março de 1947. Os rapazes nascidos em 1923, 1924, 1925 e 1926, residentes no município de Macapá,  que não tivessem servido em corpo de tropa, estavam sendo convidados a procurar esclarecimentos com o senhor Francisco Ovídio Camorim, na Divisão de Segurança e Guarda.
A primeira sede do TG 130 foi a casa n°. 3, situada à Avenida Coriolano Jucá que o governo do Território do Amapá mandou construir para abrigar os diretores do primeiro escalão governamental. O imóvel ainda guarda as características originais de sua edificação e ocupa  o terreno entre a sede dos Correios e um estabelecimento comercial. Posteriormente foi transferido para uma espaçosa casa em frente ao prédio da Intendência Municipal, na então Rua Siqueira Campos, atual Mário Cruz."
Da esquerda para direita - Primeira linha (em cima)- 1) e 2) ??, 3) Haroldo Franco, 4)?, 5) Lino, 6) Hilário, 7) Humberto (Zamba), 8) Façanha, 9) ?, 10) Eduardo Soeiro, 11) Leonardo.
Segunda linha (embaixo) - 1) Sena Bastos (o nadador), 2) Leandro Alcântara, 3) Aldenor,  4) ?, 5) Pretote (jogador de futebol), 6) Agostinho Alencar, 7) Sebastião Leitão, 8) Belchior e 9) Adilson Araújo.
"As instruções militares aconteciam na área do velho Largo de São João que ainda não tinha sido integralmente urbanizado. Isso só aconteceu em 1950,  e o local passou a ser identificado como Praça Barão do Rio Branco. A partir de 1950, o comando do TG 130 se estabeleceu na Casa do Comandante, na Fortaleza São José. A monumental fortaleza estava em ruínas quando o capitão Janary Gentil Nunes instalou seu governo, em Macapá no dia 25 de janeiro de 1944 e passou por uma restauração profunda mediante ação dos integrantes da Guarda Territorial. As aulas de instrução militar foram ministradas no interior da fortaleza e na sua área de entorno próximo ao rio Amazonas. No decorrer do primeiro semestre de 1964, o TG 130 deixou o velho forte e passou a funcionar no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, ali permanecendo até o fim do ano de 1967. De 1968 em diante a 1ª Companhia do 34° Batalhão de Infantaria, instituída através do Decreto Federal nº 62.400 de 14 de março substituiu o Tiro de Guerra. O destacamento de soldados que providenciaram a instalação do referido corpo de Tropas na cidade de Macapá deixou Belém dia 4/3/1968 e ocupou uma área no km 4 da então rodovia Duque de Caxias no dia 5. No dia 15 de março foi incorporada à primeira turma de conscritos do 34° Batalhão de Infantaria. A Colônia Militar do Oiapoque se manteve autônoma até 1980, passando desta data a ficar subordinada ao 34° BI. Por força de um decreto presidencial de 1992, ocorreu mudança na denominação do corpo de tropa, de 34° Batalhão de Infantaria para 34° Batalhão de Infantaria e Selva- 34 BIS.
Quando o Tiro de Guerra n° 130 foi reorganizado em Macapá, o Prefeito Municipal era o tenente da reserva Jacy Barata Jucá, que em 1932, integrou as forças legalistas por ocasião da Revolução Paulista. No desempenho de suas funções o TG N°130 contou com as valiosas contribuições dos também tenentes Hermógenes Lima Filho, Paulo Eleutério Cavalcante de Albuquerque, José Alves Pessoa, Armando Ferreira Amaral, Uadih Acíoli Charone, que também presidiram a instituição. Dentre os instrutores são lembrados: Alexandre Fonseca, o popular "Cospe Bala". José Ayres Lopes Filho (1959), Sinval Tenório da Silva (1956), Fernandó Moleza, Bittencourt, Otacílio, Rosivaldi e Sandoval." (Nilson Montoril)

Pesquisa e informações do historiador Nilson Montoril de Araújo - que serviu na turma de 1963, Classe de 1944.

NOTA DO EDITOR - O blog PORTA-RETRATO já havia publicado esta foto, como sendo integrantes da Guarda Territorial, equivoco que foi corrigido com a informação do Façanha,  a quem agradecemos. João Lázaro

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Pioneiros Ayres: Tradição e Fé, em família

Com a passagem do Círio de Nazaré deste ano(2014), a família Ayres, abriu o Baú de Lembranças e publicou no Facebook, esta relíquia fotográfica, onde o pioneiro Pedro Ayres e alguns familiares, posam para um "retrato" após o término do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Macapá, no ano de 1962.
A amiga Célia Ayres, que também está na foto, descreve da esquerda pra direita: "Célio; atrás dele a Stella; eu Célia (pequenininha); atrás de mim a Celina; ao meu lado o Pedro; depois Acelino e o primo Leonildo (sobrinho do papai); atrás: o casal é o Francisco Barreto (primo do papai e irmão do árbitro de futebol Cristiano Barreto) e a esposa dele Maria José; o outro casal  e a mamãe Maria Torres é o papai Pedro Ayres (ambos mazaganenses da gema)."
(ùltima atualização às 17h)

sábado, 11 de outubro de 2014

Foto Memória: O Pioneiro Durval Alves de Melo

Texto: Édi Prado
Em 1987 fui o primeiro editor do Jornal do Dia. E criei a sessão pioneira visando resgatar o pioneirismo dos prédios e pessoas. Todo domingo publicava uma página retratando e registrando os fatos da cidade. A página ganhou importância e as portas foram se abrindo para entrevistar essas pessoas.
Chegar para conversar com o “seo” Durval foi um desafio. Era tido como durão, sem meias palavras e não ria nunca. Era alto, compleição física de domador de búfalo e usava óculos grosso com aro de tartaruga. Ele estava avisado que iria naquele dia e naquela hora. Nem pensar em atrasar um segundo. Ele tinha um parentesco com meu pai. Me identifiquei e ele foi logo perguntando: o que é que tu quer saber? Fala logo que tenho muita coisa para fazer. E foi assim. Mas foi dócil e suave nas respostas e eu todo suado.
O pioneiro Durval Alves de Melo nasceu na cidade de Afuá/PA, em 03 de dezembro em 1924. Saiu da terra natal em 18 de março de 1944.
Contou que seus pais morreram cedo e que foi levado para Belém pela madrinha para trabalhar como carregador de carga. Mas não era este o sonho dele. Não achava muita vantagem nesta profissão. Não vislumbrava um futuro decente. Sem alternativa, fugiu da casa dela.
Na capital paraense, Durval trabalhou na estrada de ferro, depois no Departamento de Limpeza Pública de Belém. E foi lá que ouviu falar de Macapá. Diziam que estavam precisando de mão de obra e o governo estava contratando muita gente.
Ele não tinha o dinheiro para a viagem. Decidiu que tinha que ir para este lugar e resolveu pedir ajuda a um cidadão de nome Tibúrcio Ribeiro de Andrade, dono do barco que fazia linha para Macapá.  Depois de responder algumas perguntas, lhe concedeu uma passagem. Mas só de ida.
Ao chegar ao trapiche Eliezer Levy, encontrou um ancião sentado num banco debaixo de umas mangueiras, bem em frente à cidade. Enquanto conversava com o idoso, ficava olhando os operários que trabalhavam na construção do Macapá Hotel. E nessa conversa descobriu que o cidadão era conterrâneo de Afuá.
Essa coincidência lhe rendeu o convite para se alojar na casa dele até encontrar emprego e um lugar para morar. Um lugar para morar e alimento, já era tudo que precisava naquele instante. Depois ficou sabendo que havia um barraco do governo, uma espécie de albergue, onde ficavam os "imigrantes".
Conseguiu logo um trabalho. O Governador Janary Nunes estava contratando. Falava com orgulho por ter ajudado a construir o Macapá Hotel. Lá ele descascou cebola, batata, e depois passou a ser uma espécie de apontador, que distribuía tarefas, pela facilidade com que dominava os serviços.
Depois foi padeiro, cavou valas para a encanação do primeiro Poço do Mato, o primeiro de Macapá que atenderia a população da pequena cidade. Devido ao porte físico, foi convidado pelo governador para exercer a função na Guarda Territorial onde permaneceu durante sete anos.
Foi um dos primeiros e temidos "guardas", que formaram o primeiro grupo que patrulhava a cidade. Durval dizia que sempre teve ambição por dias melhores. Não tinha vocação para ser empregado. Na folga saia vendendo mercadorias à prestação.
‘Seo’ Durval fez questão de registrar a atuação dele no Garimpo do Vila Nova na Companhia Ramas Exploration, que explorava ferro e outros minérios. E com uma certa economia resolveu deixar a Guarda Territorial. Tinha uma poupança de cem Contos de Réis. Com esse dinheiro, montou o "Urca Bar" na esquina da Av. Feliciano Coelho com a rua Eliezer Levy, no bairro do Trem, iniciando as atividades etílicas e um espaço de encontro noturno.
Depois o badalado C l i p Bar, o barzinho famoso em frente ao Mercado Central. Um ponto perfeito: Parada de ônibus, local dos “carros de praça”, como era chamado o táxi, carreteiros, trabalhadores de um modo geral, bêbados, marreteiros, policiais, um referencial da época.
Era um empreendedor nato. Inaugurou o King Bar, um misto de mercearia/bar, no Igarapé das Mulheres. Foi quando resolveu alçar o grande voo: Comprar o Bar Society. O mais chic e frequentado pela elite. Lá funcionava o bar e restaurante.
Inaugurou também um novo e atraente ponto de encontro da cidade. E nesse embalo foi representante e distribuidor exclusivo das cervejarias Antarctica, Brahma e dos refrigerantes Garoto, Pepsi, Teem e Mirinda.
Em 1987, ano desta entrevista, ‘Seo” Durval já contabilizava duas fazendolas. Uma com 800 cabeças de gado bovino e outra com 800 cabeças de búfalos, além da Casa do Pecuarista, hoje sob a administração dos filhos, também pioneira para atender aos pecuaristas.
Durval Melo, orgulhava-se de ser pioneiro no Amapá, onde dizia que com o fruto do trabalho e da disciplina, investiu tudo na terra que ele adotou como a dele.
Durval Melo, casou-se com Dona Sulamita Fernandes de Melo, em 5 de maio de 1951, com quem gerou seis filhos, sendo quatro homens e duas mulheres.
O Pioneiro Durval Alves de Melo faleceu dia 25 de maio de 2001 e Dona Sulamita faleceu em 1º de agosto de 2011. Ambos estão sepultados em Macapá, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro da Cidade.
INFORMAÇÃO HISTÓRICA - O Clip Bar foi um pequeno quiosque instalado em frente ao Mercado Central, em Macapá, onde tomava-se café e conversava-se bastante na cidade. Geralmente era frequentado por jornalistas, professores, empresários além da população, antes de ir para o trabalho, e depois das 18 horas, no retorno.
Foi montado pelo empresário Durval Alves de Melo em 25 de março de 1950.
(...)
Em 1967, o governo militar do Amapá resolveu extinguir o local, em razão “da frequência de vários baderneiros que atentavam contra a segurança nacional”. (Edgar Rodrigues) Fonte: blog "Coisas do Amapá"

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

FOTO MEMÓRIA: SELEÇÃO AMAPAENSE DE FUTEBOL

Formação da SELEÇÃO AMAPAENSE DE FUTEBOL, na festa de inauguração do Estádio Municipal "Glycério de Souza Marques", em 15 de janeiro de 1950.
Pela ordem a partir da esquerda: DELBANOR DIAS (TÉCNICO).
JOGADORES: LAVAREDA, RAIMUNDINHO, CABRAL, ALVES, 75, ADÃOZINHIO, SUZETE, ROXINHO, LUIZ, DEDÉCO E BORÓ.
O Gigante da Favela, foi construído pelo Governo do ex-Território Federal do Amapá que repassou o direito de propriedade à Prefeitura Municipal de Macapá.
O "Glycério Marques", foi chamado inicialmente de Estádio Municipal de Macapá, mas o nome foi mudado para homenagear o primeiro presidente da Federação de Desportos do Amapá, Glycério de Souza Marques, falecido em 1955.
Glycério de Sousa Marques, foi um grande pioneiro do Amapá, que  trabalhou inicialmente como Inspetor do Ensino primário; foi também Diretor da Escola de Iniciação Agrícola da Base Aérea do Amapá; em 1953 foi nomeado Diretor da Escola Profissional Getúlio Vargas que, posteriormente, se chamou Escola Industrial; participou da criação de clubes esportivos; foi presidente da União dos Escoteiros do Brasil em Macapá; da Sociedade Artística de Macapá; Instrutor do Tiro de Guerra 130 do Amapá e  Diretor da Rádio Difusora de Macapá.

Fonte: Foto gentilmente compartilhada com o Porta-Retrato, pelo amigo desportista Zequinha Monteiro.
(post atualizado em 11/10.2014)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

FOTO MEMÓRIA - CHEGADA DE DOM JOSÉ MARITANO A MACAPÁ

Encontrei esta foto histórica, dos anos 60, entre outras, que ilustravam o "Histórico do PIME", publicado no site da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, da Arquidiocese de Manaus/AM.
Segundo o historiador Nilson Montoril, a fotografia acima, "evidencia a chegada de Dom José Maritano, dia 19 de março de 1966, na condição de Bispo Prelado de Macapá em substituição a Dom Aristides."
Nas imagens  o Pe. José Maritano(à esquerda, de batina escura) e Dom Aristides Piróvano(de batina branca e de chapéu). 
Ambos, com 31 anos de idade, tiveram as primeiras experiências missionárias de suas vidas na Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, na capital amazonense. 
Os dois foram Párocos da Igreja de Nazaré em Manaus/AM e tornaram-se bispos da Prelazia e Diocese de Macapá.  Dom Aristides, tornou-se também Superior Geral do PIME. 
Também estão na foto Dom Alberto Gaudêncio Ramos (atrás do garoto de branco), que foi o primeiro arcebispo de Manaus e sétimo de Belém do Pará. (Wikipédia). 
Outro que aparece na foto é o missionário do PIME, Arcângelo Cerqua, (à direita da tela,  ao lado de Dom Aristides)que depois de trabalhar em Macapá, foi para Parintins, onde tornou-se Bispo.
Nilson observou também que "o religioso identificado como sendo Dom João Risatti é o Núncio Apostólico Dom Sebastião Bággio. Coube a Dom Sebastião presidir a solenidade de sagração de Dom José Maritano, realizada no Altar Monumental armado junto a Catedral de São José."
O que aparece de terno, em primeiro plano, ao lado do D. Aristides, é o Sr. Altevir Cavalcante Lopes de Souza, que era despachante em Macapá e marido da professora Acinê Garcia Lopes de Souza.
A fotografia mostra a caminhada de todos eles no sentido da Igreja de São José.

(post reeditado com correções e atualizações)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

SAGRAÇÃO DE D. JOSÉ MARITANO

Dom José Maritano, foi nomeado Bispo de Macapá, em 30 de dezembro de 1965.
Ele substituiu Dom Aristides Piróvano que governou a Prelazia de Macapá pelo período de 10 anos - 1955 a 1965 - e  recebeu a ordenação episcopal em 13 de novembro de 1955. (Wikipédia).
Após sua nomeação, foi constituída uma Comissão Organizadora da Sagração de Dom José Maritano, cujos integrantes foram clicados no registro histórico abaixo, que está sendo enviado ao blog Porta-Retrato pelo amigo Carlos Nilson da Costa, para ser compartilhado com todos os nossos leitores.
A foto é de 1966. A partir da esquerda: 
Os três, no alto da foto são: Raimundo Osmar Pontes Holanda, Dom José Maritano e o padre Angelo Bubani.
Embaixo: Avertino Ramos, Roberto Bandeira, Carlos Nilson, prof. Bernardo Rodrigues de Souza, Sr. Antônio Rodrigues da Costa Júnior, Miracy Maurício Neves, José Maria de Barros, (o rapaz de branco não conseguimos reconhecer) e o sr. à direita é o Álvaro Henriques.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Jovens do Sacy Clube, em visita à ICOMI, em Serra do Navio

Meu amigo Clóvis Teixeira, manda de Brasília, via e-mail, esta foto histórica pra ser compartilhada com nossos leitores do blog Porta-Retrato.
Trata-se de um registro do baú de lembranças dele, sobre o Amapá.
Clóvis embora seja paraense de nascimento, faz questão de ressaltar que é amapaense de coração, por ter vivido uma parte de sua juventude e adolescência, em Macapá.
Só pra lembrar, o pai dele, Dr. Clóvis Penna Teixeira, foi Secretário Geral do ex-Território Federal do Amapá, no governo Raul Montero Valdez, no período de outubro de 1961 a dezembro de 1962.
A foto foi tirada em 1964, quando integrantes e convidados, simpatizantes do Sacy Clube - que foi um clube de jovens da cidade - foram convidados para uma excursão às dependências da ICOMI, em Serra do Navio, local onde a empresa fazia extração de manganês, uma das maiores riquezas minerais o novo Território.
Estão nas imagens a partir da esquerda pra direita, em pé: Celso Façanha; Ernesto Dias Neto; Clóvis Teixeira; Iracema Cardoso; Nazaré Guedes, Francisca Lourenço e Regina Chagas.
Agachados: Mauricio Bandeira; José Wilson Dias; Carlos Nilson; Irene Guedes; Maricá Machado; Júlio Barriga e Rosa Costa.
Na frente, deitado na grama: Waldir Carrera.

Com informações para a legenda de Carlos Nilson da Costa

domingo, 5 de outubro de 2014

Foto Memória - Lembrança de um 13 de setembro, em Macapá.

Esta relíquia histórica, foi postada pelo amigo Osmar Marinho Filho, no Facebook  dele.
É  o  registro de um desfile de 13 de Setembro de 1970 na Avenida Fab, em frente ao antigo Palácio do Setentrião, hoje prédio do Ministério Público, em Macapá/AP.
A partir da esquerda:  Cap. Luiz Ribeiro de Almeida,  Prof. Alberto de Andrade Uchôa, Sr. Elionai Cesar da Silva e Prof. Geraldo Leite de Moraes. Tando o Cap. Ribeiro como Dr. Geraldo, foram  Diretores da Divisão de Educação do Território do Amapá.
O  garoto na frente deles é o Osmar, bem novinho, com 10 anos de idade.
A foto foi tirada pelo pai dele, Sr. Osmar Nery Marinho, um dos fundadores do Trem Desportivo Clube.
O amigo e  jornalista João Silva complementa e lembra que "o Sr.  Elionai,  que já é falecido,(...), é pai dos goleiraços do São José, Álvaro e Zé Roberto; ele trabalhou por muitos anos na Usina de Força e Luz, ao lado da casa dos meus pais, minha também".
Também o amigo e historiador Nilson Montoril, finaliza corrigindo que "o Coronel Luiz Ribeiro de Almeida não foi Diretor da Divisão de Educação, mas da Secretaria de Educação e Cultura."
Explica também que "em outubro de 1974, substituindo o Dr. Leonardo Leite de Carvalho Neto, ex-diretor do Ensino Supletivo do Ministério da Educação, que o Governador Arthur Henning trouxe integrando parte de sua equipe de governo, o Coronel Ribeiro assumiu a pasta da Secretaria de Educação. No governo Nova da Costa ele voltou a ser secretário, permanecendo como tal na transitoriedade do Coronel Doly Mendes Bolsinha e José Gilton Pinto Garcia.
Nilson diz ainda que "o Bacharel em Direito Geraldo Leite de Moraes(Tatuzinho), outro grande amigo exerceu o cargo de Diretor da DE no governo do General Ivanhoé Gonçalves Martins. "
Mais adiante ele confirma que "Elionai era radiotécnico e chegou a possuir uma oficina localizada na Av. Mendonça Júnior, lado direito do Canal, sentido rio Amazonas/centro. Foi um dos que fizeram a manutenção dos motores geradores de energia elétrica da Usina de Força e Luz do governo territorial. Chefe de Gabinete do Henning era o Alberto Uchoa. O Osmar Nery Marinho era músico e também atuava como fotógrafo. Chegou a morar algum tempo em uma casa localizada no Largo dos Inocentes, lado que posteriormente foi desapropriado e incorporado ao patrimônio do Pontifico Instituto das Missões Estrangeiras-PIME. Excelente fotografia."
Foto: De Osmar Nery Marinho, via Facebook

sábado, 4 de outubro de 2014

Clubes de jovens Saci e Sayonara, juntos em evento social

Esta outra foto do acervo do Carlos Nilson, apresenta um grupo do Saci Clube, com algumas pessoas do Sayonara, em um evento no Amapá Clube. O registro é dos anos 60.
A partir da esquerda, em pé: Roberto Bandeira, Dr Otelo Leôncio(falecido), Morubixaba Aimoré, Emília, atrás dela o Sebastião Cunha, Francisca Lourenço, Dona Lourdes Leôncio(falecida), Dona Estela Aimoré(falecida), Maria Façanha, as irmãs Nazaré e Irene Guedes, atrás delas Cláudio Vasques(ponta fina), Roneli Souza(falecida), Altair e Ernesto Dias Neto. 
Agachados: Antônio Chagas(falecido), Edilson Brito, Clóvis Teixeira, Maurício Bandeira, Raimundo Queiroz(falecido), Teodorico Chagas e Eleanora Aimoré.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

UM DIA DE LAZER: Jovens do Saci Clube fazem passeio ao Paredão

A foto de hoje, que é a terceira compartilhada pelo amigo Carlos Nilson, trás imagem de um grupo de jovens do antigo Saci Clube, de Macapá, saindo das águas do Rio Araguari, quando de um passeio ao Paredão, distante aproximadamente 150km da capital Macapá, bem próximo à antiga cachoeira com o mesmo nome, que desapareceu para dar lugar à Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, no estado do Amapá. 
O motivo da escolha do nome Paredão, foi a queda natural de aproximadamente nove metros.
O registro é dos anos 60.   
A partir da esquerda vemos, saindo das águas: Ernani Marinho, Carlos Nilson, Anitinha, Maridalva, Chiquinha(ou Chicona), Haroldo Franco, Odete, Sérgio Arruda e um garoto da região.

Fonte: Foto e informações de Carlos Nilson da Costa

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CULTURA: ACADEMIA DE LETRAS E ARTES, do AMAPÁ

Hoje vamos compartilhar com vocês, outra foto do baú de memórias do amigo Carlos Nilson.
Trata-se do registro de um evento cultural realizado pela prematura Academia de Letras e Artes, do Amapá.
Resumo Histórico - Numa iniciativa dos amigos Élson Martins (jornalista), Deróssy Araújo(crítico de cinema), e Carlos Nilson (artista plástico), foi criada em Macapá, nos anos 60, a Academia de Letras e Artes. Segundo Carlos Nilson, chegaram a ser montadas pelo menos umas duas exposições.
A foto acima registra a exposição realizada na antiga Escola Normal de Macapá, que depois foi transformada no IETA. A mostra contou também com publicações de poesias em murais e até cartões de Natal e de aniversários, cultivados pelo Élson e pelo Carlos Nilson. Posteriormente, na década de 1970, o Élson lutou quase só com um cine clube onde era exibido cinema de arte. O cine Clube chamava-se Humberto Mauro. A iniciativa recebeu o apoio incentivador do professor e intelectual Antônio Munhoz Lopes, "mostrando que há muito as práticas audiovisuais estão presentes na história do estado que, à época, ainda era Território Federal" (Univercinema - UNIFAP).

Foto gentilmente cedida pelo amigo Carlos Nilson

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...