sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Reunião de autoridades do ex-Território do Amapá

Foto dos anos 63/64, do acervo da Família Dias Façanha, registra um encontro de autoridades do ex-Território Federal do Amapá, regado a Flip Guaraná. 
Não foi identificado o evento.
Da esquerda para direita: Cap. Dos Portos (não lembro o nome); empresário Stephan Houat; Sr. Mário Luiz Barata, então Prefeito Municipal de Macapá; Dr. Orlando de Sabóia Barros, Secretário Geral no Governo Terêncio Porto e Terêncio Furtado de Mendonça Porto, na época Governador do Amapá.
(Última atualização às 08h45min)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Almoço na Residência Governamental

Este é o registro histórico do meado dos anos 50,  de um almoço oferecido aos prefeitos dos municípios do interior do Território Federal do Amapá, pelo Governador Janary Gentil Nunes, no pátio da Residência Governamental, para traçar metas administrativas.
Entre os convidados presentes, conseguimos identificar à esquerda de quem observa, nas cadeiras junto à parede,  o Sr. Ubirajara Coutinho(terno escuro), e ao seu lado o Sr. Cleveland Sá Cavalcante(terno branco),
Na mesa à direita, seu Façanha, Dr. Olímpio, Sr. Joãozinho Picanço e prof. Lucimar Amóras Del’Castilo.
Os demais não conseguimos identificar.
Todos integrantes da Administração Territorial.
A foto original pertencia ao acervo do Sr. Lourenço Borges Façanha e agora está sob a guarda da Família Dias Façanha, que gentilmente nos cedeu uma cópia.
Seu Lourenço Façanha, foi Prefeito do Município de Amapá, de 1954 a 1957.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Reunião de Professores em frente ao Alexandre Vaz Tavares

Registro fotográfico de 1963, de alguns professores reunidos em frente ao antigo prédio do Grupo Escolar Alexandre Vaz Tavares, quando este tinha apenas um pavimento voltado para a Av. Pedro Baião, no bairro do Trem.
Com a ajuda de algumas pessoas que aparecem nas imagens, conseguimos identificar grande parte delas, conforme a numeração a seguir: 1-Mira Anaice; 2-Iracy Barbosa; 3-Raimunda Passos; 4-Ofélia Ataíde; 5-Osmarina Nunes da Silva; 6-??; 7-Raimunda Miranda; 8-Osmarina Simões; 9-Josefa Santos; 10-??; 11-??; 12-Maria do Céu Torres Khoury; 13-Maria do Carmo; 14-Raimundo Nonato do Nascimento; 15-Julieta Anaice; 16-Felix Ramalho.
Se alguém souber os nomes que faltam e quiser ajudar, agradecemos.
Na foto acima vemos o prédio em questão, com um circulo no exato lugar onde a foto foi tirada.
Fonte: Memorial Amapá

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: Esporte Clube Macapá

Como ele mesmo começa o texto, é uma foto preciosa, do fundo de Baú de Memórias do amigo João Silva, mostrando uma das primeiras formações do Esporte Clube Macapá, já no Estádio Glycério Marques, pós era Panair, como se chamava o grêmio azulino antes, quando o futebol do Amapá dava seus primeiros passos na Praça São Sebastião, depois Assis de Vasconcelos, finalmente Praça Veiga Cabral. ” João diz que, “não foi possível precisar o dia, mas foi na década de 50, presume-se que em 1958. ”
Esse time, formando, da esquerda para a direita, em pé, com: Bibito, Perigoso, Guloso, Sabá, Aristeu e Expedito Dias; agachados na mesma ordem com: João Leite, Mafra, Palito, Edésio e Avertino, enfrentou nesse dia o Nacional de Manaus no Estádio Municipal Glicério Marques e conseguiu empatar de zero a zero contra o Campeão Amazonense, honrando as tradições do futebol amapaense, como consta na dedicatória da foto de 57 anos atrás. Bibito, Expedito Santos, Expedito Dias, Sabá, Aristeu, João Leite e Avertino e Edésio subiram; estão por aqui, graças a Deus, Palito e Mafra; zagueiro Expedito Dias brilhou no futebol amapaense, pelo Macapá, e no futebol paraense, vestindo a gloriosa camisa do Clube do Remo, e é até hoje lembrado pela torcida azulina de Belém do Pará. Palito chegou a fazer teste no Vasco e, é considerado por muitos como o Pelé Branco do Futebol amapaense. ” (João Silva)
Crédito: Memorial Amapá
Fonte: Facebook

domingo, 9 de outubro de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Escola Industrial de Macapá

A atual Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes, situada à Avenida FAB, nº 264, entre as ruas Tiradentes e São José, no bairro Central do município de Macapá-Ap, ao longo de sua história vem passando por transformações em sua denominação e propósitos situacionais.
Através do Decreto de criação nº 101-A/49-GAB, de 01 de dezembro de 1949, o estabelecimento foi denominado, inicialmente, como Escola Profissional Getúlio Vargas, cuja filosofia pautava-se na formação profissionalizante no período de 01/12/1949 a 01/01/1950.
Pelo Decreto de nº 36.493/54: a instituição recebeu o nome de Escola Industrial de Macapá com a formação exclusiva em Artes Industriais no período de 1950 a 1964.
O Decreto de nº 07/64-GAB efetivou a denominação e a nova filosofia de ensino ao estabelecimento.
Já o Decreto nº02/65-GAB de 19/01/1965 definiu o nome Ginásio de Macapá para o Trabalho, que passou a ofertar além das Artes Industriais outros cursos técnicos: Técnicas Agrícolas, Técnicas Comerciais e Administração para o lar, no período de 1965 a 1972. Vale ressaltar que nesse período o ensino era voltado exclusivamente para a formação de uma clientela masculina.
A partir 1973 em face da Lei nº 6569/71 houve uma nova estruturação no ensino ofertado. Agora o Ginásio de Macapá passaria a admitir alunos de ambos os sexos, bem como promover a adaptação necessária para atender a nova demanda.
Em 1976, por meio da portaria nº310 de 14.09.76 da Secretaria de Educação e Cultura/AP, deu-se a implantação do 2ºgrau, com a implementação e estabelecimento das habitações básicas.
Imagens do interior de uma sala de mecânica mostram dois alunos da Escola Industrial de Macapá, operando tornos mecânicos, observados de perto pelo mestre Antenor Epifânio Martins.
No período que compreende os anos de 1976 a 1979 a escola passou por mais algumas transformações. Foi autorizada pela portaria nº 060/78 da SEC/AP para o funcionamento do curso de habilitação básica em mecânica, e conforme a portaria nº 199 e 200/79-SEC/AP o Ginásio de Macapá passou a denominar-se Escola Integrada de Macapá, ainda sob a orientação filosófica da Lei nº  5.692/71.
Com a transformação e vigência da nova Lei nº 1116/07, publicada no Diário Oficial do Estado do Amapá – nº 4083 do mesmo dia, ela passou a chamar-se Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes.
A Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes tem como poder mantenedor o Governo do Estado do Amapá, integra o NAE-1, com funcionamento  em 2 turnos.
Diretores, coordenadores, educadores e demais funcionários ilustres já contribuíram e continuam contribuindo ao longo da história para o engrandecimento do ensino daquela respeitável instituição.
( Post repaginado e atualizado em 9 de out de 2016 )

sábado, 8 de outubro de 2016

Foto Memória: Isídio dos Santos Banha

A Foto Memória de hoje, vem do álbum de recordações da Família Zagury.
Crédito: Memorial Amapá
Na imagem, sem data, o amapaense Isídio Banha, membro de uma das mais tradicionais famílias de Macapá, a Família Banha.
Isídio, aparece aqui, ao lado do caminhão do FLIP Guaraná. 
Saiba mais:
Isídio dos Santos Banha, natural de Macapá, onde nasceu em 12 de abril de 1939. Filho de Joaquim Laurindo Banha e Isídia Rosa dos Santos Banha. Ficou órfão ao nascer, pois sua mãe morreu do parto. Em consequência ele foi criado, com muito carinho, por Dona Sarah Roffé Zagury. Também era irmão do empresário Laurindo dos Santos Banha. Ambos, foram muito queridos por todos da família Zagury.  Estudou, cresceu e se educou em Macapá, onde conheceu e casou com Maria Madalena Ferreira Banha. Com ela teve quatro filhos e mais um, de outro relacionamento.  Trabalhou na ICOMI (Industria e Comércio de Minérios S/A), e foi motorista de Taxi, na praça de Macapá.
Isidio dos Santos Banha faleceu por problemas cardíacos, em 21 de março de 2016. Antes já havia operado da próstata.

Seu corpo descansa em paz no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Macapá.

Fonte: informações de sua filha Sarah Banha (De Macapá, via WhatsApp)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: CEA Clube

Foto Memória de hoje foi reproduzida da Revista ICOMI, Notícias nº 2, edição de fevereiro de 1964.
Registro de 1964 da onzena do CEA Clube, de Macapá.
A partir da esquerda, em pé: O massagista, Expedito, Tamundo, Domingos, Otávio Nery, Pretore, Faustino, Cadico, Carlos e Boca Negra.
Agachados: Bento Góes, Guilherme, Diquinho, Jangito, Joãozinho e Babá.
O CEA Clube foi um clube da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Fundado em 1 de junho de 1958, por iniciativa de operários envolvidos na construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, manteve um dos clubes mais expressivos do Amapá no período da década de 1950 e 1960.
O clube pertencia à Companhia de Eletricidade do Amapá. Suas cores eram vermelho, preto e branco. (Wikipédia)
Fonte: Revista ICOMI / Notícias.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Foto Memória: O Pioneiro WALDOMIRO DEMÓSTENES RIBEIRO

WALDOMIRO DEMÓSTENES RIBEIRO - nasceu em Belém do Pará em 1929 e transferiu-se para o Amapá, atendendo convite lançado pelo Governador Janary Gentil Nunes, através dos órgãos de comunicação da capital paraense. Em Macapá, sempre gozou da unânime estima de seus amigos e subordinados. 
Operoso, seu Ribeiro, como era conhecido o ilustre homem público, exerceu cargos e relevante importância no governo do ex-Território Federal do Amapá. Sua lotação profissional era no Serviço de Administração Geral - SAG, com exercício na condição de Diretor de Contabilidade e Diretor do próprio órgão. Nesse cargo permaneceu por mais de 10 anos. Já aposentado, foi nomeado para ocupar o Cargo em Comissão de Secretário de Finanças e registrou passagem pelo Cargo de Diretor Administrativo do Hospital Geral de Macapá. Disciplinado e íntegro era rígido com a gestão da coisa pública. Foi casado durante 41 anos com a Sra. Boêmia Rodrigues Ribeiro, hoje com 95 anos (2016), que lhe deu 4 (quatro) filhos: Heraldo, Valdir, Vanda e Evaldo. Teve 4 quatros) irmãos: Ribeiro, que foi lateral-direito do Clube do Remo: Valdir que exerceu a função de técnico da Tuna Luso Comercial; Winner e Wanderlina. No exercício de suas atividades, mereceu o reconhecimento de todos os Governadores com os quais trabalhou. Faleceu no dia 4 de janeiro de 1990, às 13:30 h, em sua residência, na Av. Presidente Vargas, centro, vitimado por um infarto agudo do miocárdio. Seu sepultamento ocorreu às 10:00 h do dia 05.01.90, no cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Macapá. Tinha 71 anos de idade.
Fonte: Livro Personagens Ilustres do Amapá Vol I – De Coaracy Sobreira Barbosa – Dep. de Imprensa Oficial Macapá - 1997

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Foto Memória: Jornaleiro Antônio dos Santos de Melo, "Velho Melo"

A Foto Memória de hoje, relembra a figura deste homem simples, que foi um dos primeiros distribuidores de jornais de outros estados, em Macapá.
Trata-se de Antônio dos Santos de Melo, ou simplesmente “Velho Melo”, como era popularmente conhecido em Macapá; chegou por lá, entre 1953 e 1954, proveniente da cidade de Cametá, no Pará, onde nasceu filho de Jó dos Santos Melo e Raimunda do Espírito Santo, no dia 25 de dezembro de 1925, fixando-se na Avenida General Gurjão, nº 244, “de onde só saiu morto, (...)”, conta Benedito Melo, um dos seus filhos adotivos.
Antônio Melo ou Velho Melo foi casado com a senhora Mercedes Furtado de Vasconcelos e os dois, na impossibilidade de terem filhos biológicos, criaram vários filhos adotivos, crianças que precisavam de um lar, pessoas que educaram e encaminharam na vida, dentre eles Benedito Melo, ex-bancário, escrivão de polícia, atleta, funcionário público; Getúlio Albuquerque de Oliveira, pedagogo aposentado do Estado e Miguel Furtado, professor de filosofia e língua italiana.
Velho Melo, que foi militante político no Pará antes de trocar Cametá por Macapá, era muito amigo do gerente da Cruzeiro do Sul em Belém do Pará, Raimundo Lima, através de quem obteve a representação de A Folha do Norte, A Província do Pará e a Vespertina; mais adiante trouxe também para Macapá a representação das revistas Manchete, O Cruzeiro e da Loteria Federal.
Por muitos anos a distribuição de jornais e revistas em Macapá e a venda de bilhetes da Loteria Federal foi lucrativa, pois na época não havia bancas de revista, internet e televisão, a concorrência era pouca; quebrava um galho danado, para lembrar o trabalho do pequeno jornaleiro. A cidade vivia de olho grudado no céu à espera da chegada da Cruzeiro Sul trazendo os bilhetes da sorte para quem jogava na Loteria Federal e as revistas com a informações que todos queriam saber.
Quantos garotos pobres tiveram que começar a trabalhar mais cedo na venda de jornais e revistas pelas ruas e Avenidas da nossa cidade, época em que a informação era levada pela mão do menino jornaleiro, que no final da manhã levava um pouco para casa para ajudar no sustento da família?
Confira alguns ex-jornaleiros ilustres: os Milhomen – Evandro e Wal Milhomen, Norberto Tavares, Ronaldo, Paulo Sérgio Picanço, Sérgio Menezes, Wagner Gomes, Gurgelzinho, Herminio Gurgel, José Maria Menezes, Bonifácio Alves, Lismar Barbosa, Adelmo Ramalho e outros tantos, portanto médicos, tenente da PM, sociólogo, cantor e compositor, advogados, radialistas, administrador, um ex-funcionário público e jogador de futebol já falecido, gente que se virou nos trinta para chegar aonde chegou.
A título de curiosidade, Antônio Melo, foi um dos primeiros presos do Golpe Militar de 64 no Amapá por razões que nem ele sabia; passou uma semana preso na Fortaleza de Macapá; foi socorrido e libertado, na época, pelo advogado paraense José Carlos Castro, que era cametaense e sensibilizou-se com a situação do seu conterrâneo.
Depoimentos de gente próxima garantem que Antônio Melo era um homem simples, mas de grande sensibilidade, e foi músico em Cametá antes de vir para Macapá, tanto que criou por lá a primeira “Jazz Band” do Pará, que se chamava “Poeira”. Antônio dos Santos Melo, o “Velho Melo”, faleceu no dia 15 de janeiro de 1988 em Macapá e foi sepultado no Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.
Texto original, publicado na íntegra, no blog do jornalista, radialista e blogueiro amapaense João Silva, em 15 de maio de 2015. 
E, com a devida licença do autor, foi adaptado para publicação no blog “Porta-Retrato”.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Beth Viana - Miss Simpatia 1961

A Foto Memória de hoje vem, novamente, do álbum de recordações da família Dias Façanha, gentilmente cedida por Dona Diva e sua filha Maria Façanha, Acadêmicas Notáveis, homenageadas pelo “Memorial Amapá”.
Dona Diva e Maria Façanha, participaram de um evento de caráter filantrópico, promovido pelo Rotary Club de Macapá nas dependências da Piscina Territorial em 1961, com desfile de algumas jovens para escolher a Miss Simpatia, com a candidata Beth Viana sagrando-se vencedora do título.
A informação foi prestada pela professora Eunice Viana, que aparece nas imagens, ao lado da irmã Beth Viana, ganhadora do concurso.
Das quatro, apenas Beth, reside há 30 anos em Belo Horizonte/MG.
As demais, moram em Macapá.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Miss Macapá 1972

A Foto Memória de hoje foi compartilhada pela Família Dias Façanha.
É um registro fotográfico de julho de 1972; nas imagens a amiga Tereza Lourenço, recebe a faixa de Miss Macapá, das mãos da Srtª Izabel Torrinha, num evento que aconteceu no Santana Esporte Clube, lá no Amapá, que na época, ainda era Território Federal. 
Ele só virou Estado, em 1988.
Sra. Tereza Lourenço Semblano, é macapaense, filha de Fernando Lourenço da Silva e Maria Severina da Silva e irmã do ilustre professor João Lourenço da Silva, um dos pioneiros da Educação do Amapá. 
Tereza desempenha suas atividades profissionais na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, em Curitiba-PR.
Agradecemos a ela pela gentileza das informações, e ao amigo Gilberto Semblano, pela intermediação de nossos contatos.
Fonte: Facebook

sábado, 1 de outubro de 2016

Foto Memória de Macapá: Hospital Geral de Macapá

Nossa Foto Memória de hoje, é um registro histórico  do início dos anos 60.
Gentilmente cedido pela família Dias Façanha, para o blog Porta-Retrato.
Uma tomada aérea do Hospital Geral de Macapá, em seu prédio original como foi construído ao final dos anos 40, pela Administração Janary Nunes, do ex-Território Federal do Amapá.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: A passarela da José Serafim

Passarela situada na antiga Rua Coronel José Serafim Gomes Coelho sobre um pantanal então existente em Macapá/AP, em 1950, que ligava o Bairro Alto à subida do barro do Trem, no sentido norte/sul e vice-versa.
Hoje é um trecho da Rua Tiradentes.
Lembro que essa passarela, no início do ex-Território Federal do Amapá, servia de caminho para muitos moradores, que a utilizavam para ter acesso ao centro velho de Macapá.
Nas imagens aparecem algumas das casas situadas na lateral do trecho.
Um dos moradores das proximidades, era um cidadão conhecido por “Samaracá”; existia também uma “vitaminosa” (amassadeira de açaí) da família Cabral.
Se você lembrar de outros moradores pode deixar registrado nos comentários, ou, se preferir envie para nosso whats’ap (12 981523757).

Foto Memória de Macapá: Sr. José Neves, empossado Presidente do Lion’s Club de Macapá, em 1967.

O      registro é do ano de 1967, publicado na Revista ICOMI Notícias: o Sr. José Barbosa de Oliveira Neves, depois de empossado na presidência do Lion’s Club de Macapá, falava aos associados, componentes da diretoria eleita para o período 67/68, que compareceram àquela solenidade.
Sr. José Barbosa de Oliveira Neves, foi Vice-Consul de Portugal no Brasil e, também, sócio da Fábrica Amapaense, em Macapá. 
Fazia parte da mesa o Gal. Ivanhoé Gonçalves Martins, então Governador do Território Federal do Amapá.
Fonte: Revista ICOMI _ Notícias.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Fotos Memória da Eletricidade de Macapá: Obras da Usina Hidrelétrica "Coaracy Nunes"

Obras de construção do vertedouro da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, no rio Araguari, entre os municípios de Amapá (AP) e Macapá (AP), em 1965.
Fonte: Companhia de Eletricidade do Amapá- CEA

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Foto Memória da Eletricidade de Macapá: Governo do Amapá assina Contrato com a Techint - Construção da UH Coaracy Nunes

Na presença de autoridades, Governador Janary Gentil Nunes, assina Contrato, em 1960, entre o governo do ex-Território Federal do Amapá e a empresa Techint, objetivando a construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes.
Fonte: CEA 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Major Eliezer Levy

Eliezer Moisés Levy, também conhecido como Major Eliezer Levy, entrou na Guarda Nacional, onde chegou ao posto de Coronel, embora seja conhecido historicamente como Major Eliezer Levy. 
Politicamente, o Major Eliezer Levy tornou-se amigo e correligionário de Magalhães Barata, que por décadas dominou a política paraense. 
Por conta desta amizade, Eliezer Levy foi nomeado intendente de Macapá (então ainda parte do estado do Pará), onde governou até 1936, quando tomou posse o primeiro prefeito eleito da cidade, Francisco Alves Soares. 
Um segundo mandato de Prefeito de Macapá ocorreu entre 1942 e 1944. 
Durante sua gestão foi o responsável por obras de saneamento da febre amarela, pela reforma do antigo prédio da Intendência de Macapá, pela construção do trapiche que recebeu seu nome e que foi essencial para facilitar o acesso fluvial à cidade, e da capela do cemitério central. 
Também teve início, em sua administração, a construção da Rodovia BR-156 (Macapá-Clevelândia). 
O Major Eliezer Levy foi ainda importante membro da Grande Loja Maçônica do Pará, chegando ao grau 33 e sendo nomeado Grande Benemérito da Ordem.
Seu envolvimento na política, convenceu o Presidente Getúlio Vargas em transformar o município em Território do Amapá.
Fontes: Wikipédia e Revista Amazônia Judaica

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Antigas Residências de Macapá!

"MACAPÁ ERA ASSIM"
As Fotos Memória de hoje, nos foram compartilhadas pelo amigo João Roberto Pinto, que tem como hobby a fotografia.
Preocupado com o descaso e a descaracterização urbana, da capital do Amapá, ele resolveu registrar o abandono de muitos logradouros, públicos e/ou particulares.
E este registro raro, acima, situa-se em pleno Centro de Macapá, na principal rua da cidade. Na confluência da Rua Tiradentes com a Av. FAB, onde essa residência ficava localizada.
Ela pertenceu ao cardiologista pioneiro do Amapá, Dr. Brasil e à esposa Almair Serrano, filha do farmacêutico Francisco Serrano.
Depois que separaram ela ficou com a casa.
A informação que temos, é que foi vítima de um AVC e hoje reside em Belém do Pará.
A casa foi vendida e demolida.
O local está cercado para a obra de um prédio em construção.
Esta outra casa, de estilo arquitetônico característico de Macapá, pelo que sei, pertencia à família Lino Dias. Salvo engano, lá residiu o Seu Casemiro Lino Dias, do “Flip Guaraná”.
Endereço: Av. Mendonça Furtado com a Rua Jovino Dinoá, na subida do antigo bairro da Favela.
No tempo em que Macapá era tranquila, o muro das casas era assim, baixinho! 
As famílias podiam ficar sentadas na frente das residências, conversando, sem qualquer perigo de assalto ou morte.
Hoje, os tempos mudaram e os muros tiveram de subir.
Só restam as boas lembranças!
Fonte: Facebook

domingo, 25 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Personalidades e Pioneiros de Macapá

Ano 1963 - Da esq. para dir: Padre Antonio Cocco, Ten. Uadih Charone, Sr. Diniz Henrique Botelho e o último à direita, o Sr. Walter Moura Palha. Todos falecidos.
(Post atualizado e repaginado em 25.09.2016)

sábado, 24 de setembro de 2016

Foto Memória de Santana: Amapá Elege Irene Remedios, “Miss Elegante Bangu de 1961"

O Território Federal do Amapá, elegeu a sua “Miss Elegante Bangu de 1961”, numa festa realizada no sábado 02 de dezembro de 1961, em Santana/AP, em que esteve reunida a sociedade da capital, Macapá, de Santana e Serra do Navio, as duas belíssimas vilas residenciais dos membros da ICOMI, que promoveu a colorida reunião dentro de seu programa social.
Oito senhoritas trajando lindos modelos, especialmente desenhados para a ocasião e confeccionados com tecidos Bangu, desfilaram perante a Comissão Julgadora, composta da Sra. Abelina Montero Valdez, esposa do Governador do Território Federal do Amapá Raul Montero Valdez, da Sra. Ercília Barbosa, esposa do Dr. Mário Barbosa, do Cel. Janary Gentil Nunes Primeiro Governador do Território do Amapá, Dr. Frederico de Azevedo Antunes e Sr. Álvaro Arruda.
Ao fim a comissão proferiu seu julgamento, escolhendo “Miss Elegante Bangu do Amapá, ” a bela senhorita Irene Remedios. Deliberou ainda a Comissão eleger a Srta. Carmina de Fátima Bittencourt, “Miss ICOMI”.
O vultoso número de convidados que enchia, literalmente, as magnificas dependências do Recreio Amazonas (integrante da Vila Amazonas, localizada em Santana, a poucos quilômetros da capital do Amapá), demonstrou seu agrado pela escolha, aplaudindo entusiasticamente a decisão da Comissão. Ambas as escolhidas foram agraciadas com um lindo prêmio ofertado pela ICOMI, sendo a entrega procedida pelo Dr. Raul Montero Valdez.
As oito senhoritas que desfilaram duas vezes na passarela, com desfile esporte, abrindo o desfile, e “toilette” no grande ato final, foram Irene Remedios (Miss Elegante Bambu”), Irene Rodrigues, Iria Bastos, Conceição Aparecida Martins, Ruth Dias, Nilza Carmem de Lemos, Carmina de Fátima Bittencourt (Miss ICOMI) e Alma Tiberowski, todas merecendo pela sua graça e desembaraço, entusiásticos aplausos da assistência, dificultando o trabalho da comissão na escolha da Miss.
A festa foi um expressivo índice social do Amapá, demonstrando a elegância e a beleza de sua juventude feminina."
“A senhorita Irene Remedios, desfilando em seu modelo “Blue Moon”, bem “habillé” e sem alças, com cintura levemente abaixada, e um fino drapeado na saia rodada. Irene, que tem graça oriental, foi eleita a “Miss Elegante Bangu do Amapá de 1961”, na festa promovida pela Indústria e Comércio de Minérios S/A - ICOMI e era funcionária dessa importante empresa que operava as minas de manganês do Território.
Irene Remedios reside, com a família, em Natal, Capital do Rio Grande do Norte.
Fotos gentilmente cedidas pela Família Remedios

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Dr. Uriel Sales de Araújo

Magistrado paraibano, que atuou em Mazagão, Oiapoque e Amapá como juiz, URIEL SALES DE ARAÚJO nasceu em 4 de dezembro de 1908, em Picui (Paraíba). Filho de Tomaz Félix de Araújo e Izabel Sales de Araújo. Diplomou-se em Ciências Jurídicas em Manaus.
Chegou ao Amapá no final de 1946, nomeado pelo Ministério da Justiça Federal para o cargo de Juiz de Direito do então Território do Amapá. Foi juiz em Mazagão, Oiapoque e Macapá. Visitou todo o interior fazendo parte das comitivas do governador Janary Nunes e do deputado Coaracy Nunes. Filiado à Loja Maçônica Duque de Caxias, chegou a Mestre e Venerável de Honra; participou da fundação do Clube Filatélico de Macapá, recebendo o título de Presidente de Honra. Presidente do Aeroclube de Macapá.
Casado com Anaíde Sales de Araújo, teve os filhos Uriel, Augusto, Dário, Maria Celeste, Glória Maria, Tomaz Augusto e Olívia Maria. Deixou o Amapá no dia 29 de agosto de 1958. Nomeado juiz de Direito de Brasília em 3 de março de 1960, foi para o Acre nomeado desembargador do Tribunal de Justiça.
Dr. Uriel faleceu no Morumbi, em S. Paulo, em 20 de maio de 1987.
Crédito: Pesquisa e texto: Edgar Rodrigues – Historiador / Macapá

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Foto Memória da Política Amapaense: Eleições Presidenciais de 1950

Hoje trago, para ativar a Memória da Política Amapaense, uma foto que encontrei, já há algum tempo, num dos arquivos históricos da cidade, mas que não havia identificado de que se tratava. Não encontrei, num primeiro momento, nem pessoas ou ambientes que me facilitassem a identificação daquela ação registrada nas imagens. Finalmente, através de uma postagem da amiga Rita Goebel - uma atuante colaboradora e integrante do grupo do Memorial Amapá - ocorrida em julho passado, tive finalmente, a resposta que tanto procurava.
Num único comentário que a matéria recebeu, o jornalista Ernani Marinho deixou registrado, de forma clara e brilhante, ricos detalhes de um momento político eleitoral, vivido no país.
Ele conta que “nas eleições presidenciais de 1950, o governador Janary Nunes apoiou o candidato do PSD (Partido Social Democrático), seu partido, Christiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas, candidato do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).
Segundo Ernanio candidato vitorioso foi Getúlio Vargas, do PTB, com o Brigadeiro Eduardo Gomes, da UDN, em segundo. O candidato de Janary ficou em terceiro.
Diz ainda que,com a posse de Getúlio na Presidência da República, a expectativa geral era que viesse a substituir Janary Nunes no cargo de governador, o que não aconteceu. Getúlio o manteve no cargo.
Ernani complementa dizendo quepesou, em favor de Janary, para a sua manutenção no cargo de governador, o fato de que tinha a mesma formação militar de Getúlio, além de estar desenvolvendo com sucesso administrativo a implantação do Território, assim como ter demonstrado grande liderança nas eleições, já que Christiano Machado só ganhou a eleição no Amapá e no Pará, este também governado por um militar, o Gen. Barata.
Sabendo, agora, de que evento se tratava, resolvi editar um post para o Porta-Retrato, reproduzindo a foto e sua história para os nossos leitores.
Voltei ao Ernani, para identificar o local daquela manifestação. Ele só sabia que era em Macapá.
Recorri então ao amigo Nilson Montoril, que mesmo em férias com a família, longe do Amapá, nos atendeu e complementou:
Em 1950, o candidato do Partido Social Democrático-PSD, era Cristiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas (PTB), brigadeiro Eduardo de Gomes e outros candidatos.
Janary Nunes, que tinha sido nomeado governador do Território Federal do Amapá por Getúlio Vargas, em 27 de dezembro de 1943, foi o único gestor público filiado ao PSD que se manteve fiel a seu partido.
Na eleição de 5 de outubro de 1950, Cristiano Machado superou com boa margem de votos de todos os adversários ficando na terceira posição no computo geral. A Única coisa deferente que os eleitores de Cristiano Machado usaram foi um boton colorido em forma de broche."
"A imagem de propagandistas do PSD foi captada na atual Avenida Presidente Vargas quase esquina com Cândido Mendes, em frente à sede do partido.
O prédio era da família do coronel Manuel Theodoro Mendes (pai de Dona Carmem Mendes e avô do Machadinho da PMM). 
As duas mangueiras são as que estão perto da banca do Dorimar, na Praça Veiga Cabral. ”
Saiba quem foi Cristiano Machado:
Cristiano Monteiro Machado nasceu em Sabará (MG), no da 5 de novembro de 1893, filho de Virgílio Machado e de Marieta Monteiro Machado.
Bacharel pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro em 1918, de volta a Minas Gerais foi oficial-de-gabinete do presidente do estado, Raul Soares, entre 1922 e 1924. Nesse último ano, assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Prefeito de Belo Horizonte entre 1926 e 1929, em março de 1930 elegeu-se deputado federal. Renunciou ao mandato em setembro para ocupar a Secretaria do Interior do governo estadual de Olegário Maciel. Partidário da Revolução de 1930, que levou Vargas ao poder em novembro desse ano, nesse mesmo mês deixou a pasta do Interior.
Em maio de 1933, conquistou uma cadeira na Assembleia Nacional Constituinte e em outubro de 1934 foi eleito deputado federal. Renunciou ao mandato em 1936, para ocupar, em setembro, a Secretaria de Educação e Saúde Pública de Minas Gerais, no governo de Benedito Valadares. Deixou o cargo no início de novembro de 1945, em decorrência da deposição de Getúlio Vargas (29/10/1945) pelos chefes militares e do consequente término do governo Valadares. Ainda em 1945, filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD), em cuja legenda foi eleito deputado à Constituinte de 1946.
Em 15 de maio de 1950, foi lançado candidato à presidência da República pelo PSD nas eleições que se realizariam em outubro. Dois dias depois, o conselho nacional do partido ratificou oficialmente essa decisão, que entretanto ainda dependia de confirmação na convenção nacional.A ala getulista do PSD do Rio Grande do Sul (favorável à indicação de Nereu Ramos) recusou-se a aceitar a candidatura de Cristiano Machado.
Ainda em maio, membros do Partido Social Progressista (PSP), de Ademar de Barros, comunicaram que não apoiariam Cristiano, já que a candidatura de Getúlio Vargas, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), apoiada por Ademar, seria lançada em 17 de junho. Embora o PSD ficasse dividido, o nome de Cristiano Machado foi aclamado no dia 9 de junho, na convenção nacional do partido. Em julho, a maioria do Partido Republicano (PR) manifestou-se favorável ao candidato oficial do PSD, indicando o seu afiliado Altino Arantes para a vice-presidência. Cristiano fez ainda uma aliança com Hugo Borghi, candidato ao governo de São Paulo pelo Partido Trabalhista Nacional.
Nas eleições de 3 de outubro de 1950, a chapa Cristiano Machado-Altino Arantes (PSD-PR) concorreu com as de Eduardo Gomes-Odilon Braga (União Democrática Nacional) e Getúlio Vargas- João Café Filho (PTB-PSP), entre as mais importantes. Vargas saiu amplamente vitorioso, contando, inclusive, com votos de vários redutos do PSD. A transferência dos votos de Cristiano para Vargas caracterizou um processo de esvaziamento eleitoral que ficou conhecido no jargão político como "cristianização". A chapa udenista ficou em segundo lugar.
Em 1953, foi nomeado embaixador do Brasil junto à Santa Sé. Tendo assumido o cargo em outubro, faleceu pouco depois, em Roma, no dia 26 de dezembro de 1953.
Foi casado com Celina Magalhães Gomes. Viúvo, casou-se pela segunda vez com Hilda von Sperling.
Seu arquivo pessoal encontra-se depositado no Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil (Cpdoc) da Fundação Getúlio Vargas. (Disponível em cpdoc.fgv.br/)

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