terça-feira, 13 de junho de 2017

Fotos Memória de Macapá: Grupos Residenciais para Funcionários do Ex-Território Federal do Amapá, em Macapá

Trazemos hoje para os amigos do Porta-Retrato, dois registros fotográficos históricos, extraídos do Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de Arthur Cesar Ferreira Reis”, editado pelo Departamento de Imprensa Nacional, em 1949.
O primeiro deles trás imagens de um Grupo Residencial para funcionários, construído pelo Governo Territorial, no centro da cidade de Macapá, na área situada entre as ruas Presidente Vargas, General Gurjão, General Rondon e antiga José Serafim (atual Tiradentes).
O segundo, trás imagens das primeiras casas de alvenaria, construídas no entorno da Praça Barão do Rio Branco, destinadas a residências de diretores de serviços. 
Resumo Histórico - Tão logo assumiu o Governo do Amapá, em 1945, o governador Janary Nunes, desenvolveu um programa de ações que visavam a montagem da infra-estrutura necessária ao desenvolvimento da região. “Implantou iluminação elétrica das quatro cidades, arruamento e terraplenagem dos mesmos centros urbanos, construção, em Macapá, da residência governamental, de um grupo escolar, hotel, hospital, cine-teatro, olaria, usina de força e luz, conjunto de 35 casas para funcionários.”
Um Grupo Residencial para funcionários, erguido no centro da cidade de Macapá, na área situada entre as ruas Presidente Vargas, General Gurjão, General Rondon e antiga José Serafim (atual Tiradentes).
Foram construídas também outras casas de alvenaria, no entorno da Praça Barão do Rio Branco, destinadas a residências de diretores de serviço.
“Em Macapá, ainda foram reformados e restaurados os prédios adquiridos para serviços públicos como escolas, Divisão de Saúde Pública, Imprensa Oficial, Chefatura de Polícia, agência do Banco do Brasil, Prefeitura Municipal, Almoxarifado.”
Fonte: Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de Arthur Cesar Ferreira Reis”, editado pelo Departamento de Imprensa Nacional, em 1949.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Santana Esporte Clube

Nossa Foto Memória de hoje, é a segunda enviada pelo amigo Edison Santos, diretamente da Cidade Maravilhosa.
Trata-se de um registro fotográfico de uma das formações do Santana Esporte Clube, tri campeão amapaense da 1ª divisão, na década de 1960.
Em pé a partir da esquerda: Maranhão, Sabá, Rui, Mundico, Sergio e Palito;
Agaxados: Castanhal, Edison Pratinha, Acemir, Moacir e Coco. 
Edison Santos, morou em Macapá de 1958 a 1975, quando foi para o Rio de Janeiro. Estudou no Colégio Amapaense, Escola Técnica de Comércio do Amapá, e trabalhou na ICOMI. Edison é casado e tem dois filhos amapaenses. No esporte, jogou no Independente e no Santana Esporte Clube.

domingo, 11 de junho de 2017

Foto Memória de Macapá: Rapaziada da Matriz, nos bons tempos do Território Federal do Amapá

Com a devida vênia do amigo Ronaldo Picanço, reproduzo no Porta-Retrato, esta Foto Memória da Rapaziada da Matriz, nos bons tempos do Território Federal do Amapá.
A foto, do acervo pessoal do Ronaldo, e de autor desconhecido deve ser de 1966; ela nos mostra o frescor da juventude dos rapazes da Matriz "tirando onda" numa manhã brilhante de um verão distante no tempo.
Serviu de cenário para o momento a recém inaugurada, Praça Veiga Cabral, que logo virou point de encontros, papos, charminhos, "xavecos" e namoros da moçada.
Lado a lado estão a partir da esquerda: Reinaldo Barcessat(in memoriam), Laércio Ayres, Zé Élson, Pedrinho Marques e Nelson Salomão Santana(in memoriam)
Sem dúvida, um registro importante da história de Macapá!
Fonte: Facebook

sábado, 10 de junho de 2017

Foto Memória do Rádio Amapaense: Primeiro Prédio da Rádio Difusora de Macapá

Mais um registro fotográfico histórico, extraído do Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de Arthur Cesar Ferreira Reis”, editado pelo Departamento de Imprensa Nacional, em 1949.
Esta é a legenda original da publicação histórica: “Através de uma potente “Estação rádio-difusora, instalada pelo Governo territorial, o Amapá está em contato permanente com todo o Pais.”
A Rádio Difusora de Macapá funcionou, inicialmente, num prédio, em estilo colonial, construído pelo Governo do Território Federal do Amapá, num terreno da empresária Sarah Roffé Zagury, adquirido na época por 350 mil réis. (vide foto acima).
Dona Sarah, de origem hebraica, matriarca da família, administrava entre outros bens, uma conceituada loja - Casa Leão do Norte - com venda de tecidos, pratarias, móveis, e eletrodomésticos, além de uma fábrica de refrigerantes, o extinto FLIP GUARANA.
Fonte: Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de autor Arthur Cesar Ferreira Reis".

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Independente Esporte Clube

Recebi com alegria um e-mail do amigo Edison Pratinha. 
Edison Santos, morou em Macapá de 1958 a 1975, quando foi para o Rio de Janeiro. 
Estudou no Colégio Amapaense e CCA - Escola Técnica de Comércio do Amapá. Em 1967 contraiu matrimônio com uma paraense, porém radicada em Macapá e estudante da Escola Normal de Macapá. Sua feliz juventude foi vivida em Macapá. 
Ficou conhecido no esporte por ter jogado no Independente e Santana Esporte Clube. Nos anos 80 voltou à Macapá, em uma das viagens liderando a equipe de veteranos da Vila Olímpica do Clube Atlético Mineiro, quando reviu muitos amigos. 
Espera em breve fazer nova viagem a Macapá.
Edison Santos selecionou e enviou ao Porta-Retrato, algumas fotos que considera "preciosidades" e que retratam a feliz estada dele no Amapá.
Hoje trazemos um desses registros, como Foto Memória do Esporte Amapaense.
Formação do Independente Esporte Clube, quando campeão da 2ª divisão amapaense - Década de l960.
Em pé a partir da esquerda: Nenê, Aílson, Walmir, Melquezedeque, Batú, Aluizio e Prezado;
Agaxados: Eudes, Vavá, Edison Pratinha, Leoves e Padreco.
Fundado no dia 19 de janeiro de 1962 pelo padre Angelo Biraghi com a ajuda de pioneiros do município, o Independente Esporte Clube chegou a ser detentor de uma das maiores torcidas do Amapá. O "Carcará da Vila Maia", como é conhecido pela torcida, conseguiu participar de diversas competições importantes e tem como principal conquista o Copão da Amazônia de 1989, disputa que reuniu os melhores clubes do Norte do país.
Em 1980, o Independente começou a enfrentar problemas de ordem financeira. Já na era profissional, dívidas trabalhistas com jogadores criaram uma verdadeira "bola de neve" na receita do alviverde. Várias diretorias assumiram a tarefa de solucionar o impasse, mas nenhuma conseguiu. A sede do clube, avaliada em R$ 2 milhões, acabou sendo leiloada em 1993, por causa de uma dívida de R$ 126 mil. O espaço foi arrematado por pouco mais de R$ 135 mil, a serem parcelados em 60 vezes.
Períodos de "vacas magras" trouxeram decadência ao Independente. O time, diversas vezes campeão amapaense, hoje nem de longe lembra o auge nas décadas de 1970 e 1980. (Fonte: Globo Esporte/AP)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Foto Memória de Macapá: Porta Principal de Entrada da Fortaleza de Macapá

A Foto Memória de hoje, foi extraída do Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de autor Arthur Cesar Ferreira Reis", editado pelo Departamento de Imprensa Nacional, em 1949.
Trata-se do Portão Principal de Entrada da Fortaleza de São José de Macapá, em 1949.
Fonte: Livro “Território Federal do Amapá – Perfil Histórico” de autor Arthur Cesar Ferreira Reis".

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Foto Memória: Carnavalescos Amapaenses, no Rio de Janeiro

Nossa Foto Memória de hoje, registra o momento em que, três, dos quatro intérpretes dos Sambas Enredo do Carnaval Amapaense de 1985, visitavam os Arcos da Lapa, na Cidade Maravilhosa. Eu, João Lázaro, estava na Coordenação da equipe que foi dirigida em Studio pelo carnavalesco Dominguinhos do Estácio.
A partir da esquerda: João Lázaro, Humberto Moreira, Beloca e Manoel Sobral.
Foto: Acervo pessoal de João Lázaro.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Foto Memória da Educação do Amapá: Reunião de Autoridades da Educação

A Foto Memória de hoje, extraída de uma publicação impressa,  nos lembra um encontro de autoridades da Educação do ex-Território Federal do Amapá.
Consultado pelo blog, o historiador Nilson Montoril, nos respondeu que “esta foto certamente é de uma reunião promovida pela então Divisão de Educação na cidade de Amapá. O local é o Grupo Escolar Veiga Cabral. O último cidadão sentado ao lado do Chefe Clodoaldo e o Clark Charles Platon, presidente da ARENA.”
Ele informa ainda que “era o ano de 1967.(...); Dr. Geraldo Leite de Moraes, Diretor da Divisão de Educação; Prof. Mario Quirino da Silva, chefe da Seção de Ensino Médio; Clodoaldo Nascimento era  chefe da Seção de Expediente (gabinete) e Rui Auto do Nascimento Júnior era auxiliar do irmão, Clodoaldo.”
A foto, bastante prejudicada pela ação do tempo, não nos permite identificar, com clareza, todos os integrantes da mesa.
Conseguimos identificar os seguintes, a partir da esquerda: Sra. Romilda Gomes Correa; Rui Nascimento, Prof. Mário Quirino da Silva; Prof. Geraldo Leite de Moraes,  ?, Sr. Rocque Pennafort; Clodoaldo Nascimento e Clarck Charles Platon (metade da imagem, à direita).
Nota do Editor: O cidadão de branco entre o Dr. Geraldo e o Sr Rocque Pennafort, está nos parecendo o prof. José Adair Fonseca Benjamim. Se alguém  tiver certeza nos confirme, por gentileza.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: Casas de moradores da área da antiga Vacaria, em frente à cidade

Mais um registro de meus arquivos de memórias. Foi-me enviado, há algum tempo, pelo meu confrade e parceiro do blog, Paulo Tarso Barros.
A foto é de 1983. Imagens de casas erguidas na área da antiga Vacaria, bairro que hoje recebe o singelo nome de Santa Inês. 
Na época, essas casinhas de madeira foram construídas pelo governador Anníbal Barcellos, que também fez muitas outras no bairro Igarapé das Mulheres - atual Perpétuo Socorro.
Do deslocamento de muitas famílias da Baixada do Elesbão, foi criado o bairro Nova Esperança, na década de 70.
Fonte: Paulo de Tarso Barros - ( Recorte de jornal ) - Facebook

domingo, 21 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Marituba, Humberto Santos e "Peixeiro" (In memoriam)

Revirando meu acervo digital, foi encontrada uma foto, tirada no Estádio Glycério Marques, de dois times de futebol, que ainda estamos identificando.
Entre os integrantes das equipes, figuravam três pioneiros do esporte do Amapá, os desportistas Raimundo Pessoa Borges - Seu Marituba, Chefe Humberto Dias Santos e o Guarda Territorial "Peixeiro".
Pela raridade e relevância histórica, estamos trazendo de forma separada, a imagem dos três Pioneiros, especialmente editada para o Porta-Retrato.
É mais uma Foto Memória do Esporte Amapaense!
Sr. Raimundo Pessoa Borges, o Marituba, é o primeiro da esquerda, com o uniforme de juiz. Foi desportista amapaense, e durante longos anos defendeu as cores, e foi Diretor do Amapá Clube. Após deixar o futebol, tornou-se árbitro de futebol, em Macapá. Já é falecido! Marituba era funcionário da Prefeitura de Macapá e exercia suas atividades funcionais na administração do Mercado Central de Macapá.
No meio dos três encontramos o Chefe Humberto Dias Santos, outro destacado desportista que prestou relevantes serviços ao Amapá e ao seu povo.
Chefe Humberto Álvaro Dias Santos, era natural do Pará, onde desde cedo já praticava esportes, principalmente o futebol, sempre com a orientação de seu pai, grande desportista de Bragança, e pelos seus professores e chefes escoteiros. Em 1947 recebeu e aceitou convite do presidente do Esporte Clube Macapá, Acésio Guedes, para jogar em Macapá, e lá chegando conseguiu emprego na Legião Brasileira de Assistência (LBA).  Foi um dos fundadores do Juventus Esporte Clube, reestruturou o São José (Sociedade Esportiva e Recreativa São José), e também foi um dos fundadores do Trem Desportivo Clube em 1947. Como escoteiro, Humberto Santos participou da fundação da Associação de Escoteiros Veiga Cabral.  Em 1953 juntou-se ao padre Vitório Galliano e Expedito Cunha Ferro para a fundação da Tropa São Jorge, com a participação de jovens do Oratório São Luiz, da Paroquia de São José (Casa dos Padres). Também participou da construção do Grupo de Escoteiros Veiga Cabral, que passou a ser denominado de Centro Educacional do Laguinho. Em 1947 participou na organização, documentação e fundação do Grupo de Escoteiros do Mar Marcílio Dias. Amante do Teatro, encenou no Barracão dos Padres e no Centro Educacional do Laguinho, com a participação da então jovem carnavalesca Alice Gorda, peças teatrais como “Dona Baratinha”, “João e Maria”, “O Cordão do Papagaio”, “O Cordão do Urso”, “Boi Pai da Malhada”, “Cordão do Uirapuru”, “Cordão do Japim”, “Martim Pescador” e outras de cunho folclórico. Seu ingresso na política foi como candidato a vereador de Macapá, fazendo sua campanha junto ao eleitor jovem, recebendo muito apoio. Tomou posse no dia 1º de janeiro de 1970. Seu trabalho no legislativo provocou uma série de reeleições, permanecendo até 1988, somando-se 18 anos de trabalhos voltados às comunidades carentes distantes de Macapá, como o Bailique, e as regiões da Pedreira e do Pacuí.  Se casou com Gilberta Araújo dos Santos. Aposentou-se pela LBA. Faleceu em Macapá, em 2 de setembro de 1997.
O terceiro à direita é o Sr. Raimundo Dário da Costa, Guarda “Peixeiro”; foi um conhecido servidor do Governo do ex-Território Federal do Amapá, que desempenhava suas funções na Guarda Territorial como Agente de Trânsito. Como desportista, foi bandeirinha e árbitro de futebol. “Peixeiro”, já falecido, foi um pioneiro que, a exemplo dos dois anteriores, prestou relevantes serviços ao Amapá.
Fonte: Informações sobre Humberto Santos, de Edgar Rodrigues.

sábado, 20 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time do Amapá Clube, campeão de 1986

Trazemos hoje para os amigos leitores do Porta-Retrato, mais uma Foto Memória, extraída do riquíssimo acervo do Bar Du Pedro. É uma coletânea considerável de registros fotográficos, que retratam a história e a memória do esporte, na capital amapaense. E esse acervo está exposto em quadros na parede do bar, ao inteiro dispor de seus frequentadores e/ou visitantes.
Em pé: Orlando Santana, Osmar Ribeiro, Bico, Dida, Peri, Zé Preta, Dalmo,Bobó e Nata
Agachados: Jonas, Valdez, Finé, Matheus, Valdir, Juca e Neves
O enfoque de hoje é uma foto de 1986, tendo nas imagens jogadores do Amapá Clube, com faixas de Campeão daquele ano.
O Amapá, o clube mais antigo do estado, foi fundado em 23 de fevereiro de 1944, pelos pioneiros Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glycério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. Janary Gentil Nunes, que governava o ex-Território, na época, participou da reunião, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da mesma.
Ao amigo Vadoca Ribeiro - alfaiate e ex-jogador de futebol – nosso agradecimento pela ajuda na identificação dos atletas.
Fonte: Bar Du Pedro

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: Casamento do empresário Laurindo dos Santos Banha

Fotos Memória de hoje, foram compartilhadas via Facebook, pela amiga Maria Heliete Silva, filha do piloto Hamilton Silva, que serviu de dama de honra no casamento de Nair da Silva e Laurindo dos Santos Banha, em 05 de julho de 1958.
Laurindo dos Santos Banha foi um conhecido empresário macapaense, onde nasceu em 17 de janeiro de 1932, que teve destacada atuação por mais de quatro décadas com a família Zagury. Trabalhou no comércio com Dona Sarah Roffé Zagury; administrou o antigo Bar e Sorveteria Central; controlou as vendas do Flip Guaraná; foi Gerente da Agência de Aviação Cruzeiro do Sul e do Consórcio da Ford, em Macapá, e terminou como sócio dos empreendimentos.
No campo político foi eleito Vereador pelo Município de Macapá, e compôs a primeira legislatura da Câmara de Vereadores de Macapá, em 1969.
Foi um dos fundadores da antiga Companhia Amapaense de Telefones, depois Teleamapá, onde exerceu o cargo de Diretor Financeiro e Conselheiro Fiscal. Foi Juiz Classista na junta de Conciliação do Ministério do Trabalho e membro do Conselho Fiscal da CEA, além de companheiro do Lions Clube de Macapá.
Laurindo Banha e Nair da Silva se casaram dia 05 de julho de 1958, em cerimônias cível, ...
... no antigo Fórum dos Leões, e religiosa na igreja matriz de São José.
Seu falecimento ocorreu no dia 19 de dezembro de 1988, aos 56 anos de idade, deixando saudosos sua esposa D. Nair Da Silva Banha, seus filhos Nizia Lúcia Banha Freire, Luís Nei da Silva Banha, Nelbi Lene da Silva Banha e Lair Nilson da Silva Banha.
Por iniciativa do vereador Jarbas Gato, autor do projeto aprovado em sessão da CMM, o prédio da Prefeitura Municipal de Macapá recebeu a denominação de “Palácio Laurindo dos Santos Banha”, numa justa homenagem póstuma ao ilustre homem público.
Fontes: Memorial Amapá
Com informações de Coaracy Barbosa e João Silva

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense:: Time de Basquete do Colégio Amapaense

A Foto Memória de hoje, foi compartilhada pela amiga Maria Dorotéa de Lima, em sua página no Facebook.
Como a Dorotéa, não sabia maiores detalhes sobre a foto, pedimos ajuda ao amigo Luiz Façanha, que também aparece nas imagens, e o mesmo gentilmente nos auxiliou na identificação dos atletas.
Luiz conta que a “foto foi batida em 1971, na quadra anexa à área onde existiu a Piscina Territorial. Diz ainda, que “esses atletas que aí estão formavam o time de basquete do Colégio Amapaense da época.
Segundo Luiz Façanha, “estão nas imagens, a partir da esquerda, em pé, Zeca Furtado, Guara Lacerda, Rohan Lima, Aluízio Teixeira, Raimundo Façanha Guedes (miudinho), Anselmo Ramos (major), Edson(jaburanta)” e ele próprio, Luiz Façanha (na época, já professor de Educação Física, aí na função de técnico).
“Agachados na mesma ordem: Carlos Bezerra (de barba), Eugênio Oliveira de Almeida, Valdir Ribeiro, José Arcângelo Pinto Pereira, Buiá (filho do pioneiro José Maria Chaves) e Luiz Otávio Vieira Viana.”
Luiz encerra lembrando que “desses astros de então, não estão mais entre nós os seguintes: Zeca Furtado, Guara Lacerda, Anselmo Ramos e Buiá.”
Fonte: Facebook

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Dois momentos de Mané Garrincha, no Amapá

Seguem para os leitores do “Porta-Retrato”, dois momentos do craque Mané Garrincha, em solo amapaense.
O primeiro momento em uma foto enviada ao blog pelo amigo Ronaldo Mota Borges.
Nas imagens aparecem ele, Ronaldo, pela Rádio Educadora São José, e Ubiratan Silva, Bira (com fone  de ouvido), pela Rádio Difusora de Macapá, fazendo a cobertura da visita do craque Mané Garrincha ao Amapá, em 1973, no Estádio Glycério Marques.
O segundo momento foi registrado pelo jornalista João Silva, no blog dele, num post publicado em 20 de julho de 2014.
Balalão, como é conhecido, noticiava, o destaque de uma reportagem que ele fez, quando era correspondente da Revista Placar, no Amapá. Sua matéria, foi destaque em uma exposição realizada, em 2000, na cidade de Curitiba, Paraná, que reuniu reportagens de todo o País sobre a vida de Mané Garrincha, que foi ao Amapá em 1973. 
A exposição foi realizada na Estação Shopping Multiuso, na capital paranaense e a reportagem foi selecionada pelo critério curiosidade, com fotografia do Horácio Marinho e texto do João Silva. 
“O texto conta a historia de um garoto chamado Oleno Amanajás, que jogava na juvenil do São José com excelente desempenho e sonhava em ascender ao time titular do Padroeiro, mas tinha uma deformidade no braço esquerdo, provavelmente provocada por uma meningite durante a infância,  o que parecia nada influenciar no seu desempenho, muito elogiado pelo técnico Humberto Santos e o seu auxiliar Vasquinho, treinador das categorias de base do tricolor do Laguinho.” 
“Na sua vinda à Macapá, Mané viu Oleno com o uniforme do São José e se comoveu com a história do rapaz; 
Garrincha o abraçou afetuosamente, posou para foto a seu lado, e fez questão de lembrar da própria história, também de superação, para incentivar Oleno a não desistir do seu sonho. O encontro deu-se no gramado do Estádio Glycério Marques e resultou na reportagem  “Futebol se joga com as Pernas”, publicada na Revista Placar, acabando por obter, em nível nacional, a indicação para fazer parte da exposição  “Garrincha, o Astro das Pernas Tortas”, conclui João Silva.
Fonte: Facebook

terça-feira, 16 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: Jovem Amujacy Alencar e um amigo

Esta relíquia histórica foi repassada ao blog pelo amigo Floriano Lima.
Faz parte de uma coletânea de fotos que pertenciam ao acervo do Amujacy.
Nas imagens, sem data, dois jovens foram clicados, na área interna da Piscina Territorial, tendo ao fundo parte da parede lateral e telhado do Cine Teatro Territorial. 
Em princípio, pela incrível semelhança, imaginávamos que o moreno ao lado do Amujacy Alencar fosse o amigo Sebastião Cunha. 
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NOTA DO BLOG: Ao ver a matéria, o próprio Sebastião, entrou em contato com o blog para informar o equivoco, e confirmar não ser ele na imagem referida. 
Com nossos pedidos de desculpas a ele e aos nossos leitores, refizemos as legendas e republicamos a matéria correta. O Editor.
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Amujacy Borges de Alencar, foi proprietário do Bar “Gato Azul”, que funcionou na esquina da Av. Presidente Vargas com Rua São José, no mesmo local do antes consagrado Elite Bar, do Sr. João Assis. Depois que deixou a Amapá, Amujacy viveu por muitos anos em Fortaleza, capital do Ceará, onde faleceu. Amujacy foi um dos fundadores do Bloco "A Banda".
Fotos de Arquivo

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Foto Memória do Esporte Amapaense: Mané Garrincha no Glycerão

Em 1973, Mané Garrincha, o maior “ponta direita” do futebol mundial foi fazer um jogo de exibição em Macapá
O historiador Nilson Montoril, conta pra gente, como foi a passagem do “craque” pela capital amapaense. 
“Ele estava sem clube e precisava de dinheiro para sua subsistência. Cobrava quatro mil cruzeiros para vestir a camisa do time que pagasse o cachê. Quando as despesas eram pagas mediante coleta feita por dois clubes rivais, Mané Garrincha jogava um tempo por cada agremiação. Jogava não é o termo preciso para ser aplicado, mas a torcida vibrava quando ele dominava a bola e saia driblando seus adversários. Na maior parte do tempo o “Demônio das Pernas Tortas” recebia a bola e fazia lançamentos preciosos a seus companheiros.
Garrincha desembarcou em Macapá na manhã do dia 11 de agosto de 1973. Já havia vestido a camisa de 13 clubes no giro realizado no Nordeste. Ficou hospedado no decadente Macapá Hotel. Louco por passarinhos, ele demonstrou interesse em conhecer quem tinha a mesma mania. Apresentaram-lhe o Chefe Escoteiro Humberto Santos, que entre outros pássaros criava um rouxinol, o “Preto”, pelo qual o Mané se apaixonou. Deram-lhe uma gaiola com um curió e um alçapão. Arranjaram-lhe como guia o índio Tunari, que passava a maior parte do tempo na recepção do Macapá Hotel vendendo artesanatos indígenas que fabricava. O Tunari e o Garrincha tinham um ponto em comum: apreciavam a marvada pinga. .
Uma rápida solenidade ocorreu no centro do campo, estando presente o Prefeito Municipal de Macapá, Lourival Bevenuto da Silva. A proprietária do “Armazém Colorado”, esposa do desportista Bernardino Sena, entregou ao Garrincha uma rosa de prata. Ficou acertado que o Mané atuaria um tempo pelo Ypiranga e um tempo pelo São José, os dois maiores rivais do futebol amapaense naquela oportunidade. Assim foi feito.
No primeiro tempo, o conjunto negro-anil do bairro proletário atacou a meta que fica próximo ao portão de entrada do "Gigante da Favela"e contou com o concurso de Garrincha pela extrema direita do ataque. Pouco foi acionado por seus companheiros e teve pouca oportunidade de realizar suas belas jogadas. Na etapa final a estória foi outra. Defendendo o São José, Garrincha ficou mais à vontade e frequentemente os atletas tricolores lhe passavam a bola. Neste tempo do jogo o "Anjo das Pernas Tortas" brindou os torcedores com belas jogadas, 4 delas memoráveis: cobrança de falta para o São José, com a bola batendo na trave; um drible desconcertante que fez 3 jogadores do Ypiranga passarem direto para a linha de fundo; um chute longo que o goleiro defendeu; uma ginga de corpo incrível sobre o zagueiro ypiranguista Oleno que o fez perder o rumo. No final da partida o São José venceu por 2x1. Deomir marcou os 2 gols do tricolor e Bill descontou para o Ypiranga. Como o jogo foi festivo, não oficializado pela Federação Amapaense de Desportos, o registro do evento ficou na memória dos que foram ao "Glycerão". O tempo faz as pessoas esquecerem certos acontecimentos e vários atletas que estiveram em campo quase nada se lembram de um fato tão importante.”
Trechos de um texto publicado pelo historiador amapaense Nilson Montoril no blog dele - Arambaé.
Nosso agradecimento ao amigo Vadoca - alfaiate e ex-jogador de futebol - que nos auxiliou na identificação dos atletas.

domingo, 14 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: Pioneiros e Pioneiras do Amapá

A Foto Memória de hoje foi compartilhada pela amiga Maria Dorotéa de Lima.
São dois registros fotográficos, sem data, de senhores e senhoras, pioneiros do Amapá, clicados na Vila Amazonas, em Santana-AP.
Na primeira foto a partir da esquerda, Senhores: Alamiro Souza, Rômulo Genú, Uriel Sales de Araújo, ?, Paulo Ferreira, José Neves, Paulo Torres, Guilherme Cruz, Adail Lima (pai da Dorotéa), Brito Lima. ?.
Senhoras: Cléa Genú, Miraci Souza, Ivone Cruz, Iara Ferreira, Dorina Neves, Edi Torres, Jamile Lima, Iracy Lima, e à frente a jovem Dielle (filha do casal Alamiro e Miraci Souza).
Na segunda foto as senhoras: Miraci Souza, Ivone Cruz, Edi Torres, Jamile Lima, Iracy Lima, Iara Ferreira, Dorina Neves, Cléa Genú e a jovem Dielle.
Fonte: Facebook

sábado, 13 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: O embrião do prédio da Prefeitura de Macapá

O blog Porta-Retrato, trás hoje como Foto Memória de Macapá, uma relíquia histórica, extraída de uma foto dos anos 50 que nos foi gentilmente compartilhada pela amiga Maria Façanha, filha do casal pioneiro Lourenço Borges Façanha (in memoriam) e Dona Diva Façanha. A pioneira Maria Façanha, professora e bibliotecária aposentada, também ostenta a honraria de Notáveis Edificadores do Amapá, que lhe foi outorgada pelo Instituto Memorial Amapá.
Na imagem, em destaque(abaixo), observamos o início da construção de uma edificação, que se tornou o prédio atual da Prefeitura Municipal de Macapá, erguido na Avenida FAB, local em que funcionou a primeira pista de pouso do Aeroporto de Macapá. No terreno à esquerda, foi erguida, anos depois a sede do Esporte Clube Macapá.
Na verdade, essa era uma estrutura de alvenaria erguida na Av. FAB - no mesmo local da Prefeitura hoje - e "que se destinava a um centro de abastecimento tipo Mercado Central, onde os agricultores vindos de diversas regiões do então Território, encontrariam lugar para vender seus produtos à população. Essa ideia, revolucionária para a época, foi do ex-governador Pauxy Nunes." A informação é do amigo Lindoval Souza, professor de História, aposentado do Amapá.
O prédio com a arquitetura atual da Prefeitura surgiu na administração do Governador Arthur de Azevedo Henning e do Dr. Cleiton Figueiredo como Prefeito de Macapá, que reformaram e adaptaram o prédio para sede do Município de Macapá.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Foto Memória do Jornalismo Amapaense: A história em revista

Nossa Foto Memória de hoje, foi reproduzida da revista EM REVISTA – Edição Única, de dezembro de 2002, produzida pelos acadêmicos do curso de Comunicação Social, habilitação Jornalismo – Turma JOR-21 da Faculdade Seama, Instituição de ensino superior em Macapá, Amapá.
EM REVISTA tinha como objetivo divulgar um breve histórico sobre revistas que marcaram época e trouxeram à tona a cultura de povos em diversos países de diferentes momentos.
A equipe responsável pela edição fez um breve passeio pela imprensa internacional, nacional e, principalmente, imprensa amapaense.
Quem contou a história da revista amapaense foi o professor, historiador e pesquisador Nilson Montoril de Araújo, entrevistado pelos editores.
Nilson citou, entre outros detalhes, que em dezembro de 1945, surgiu a "Revista do Amapá'', uma publicação do Serviço de Informações da Secretaria Geral do Amapá, cujo diretor era o próprio Secretário Geral, Dr. Raul Montero Valdez, impressa nas máquinas da Imprensa Oficial.
A revista circulava com intervalos irregulares e tinha a colaboração de diversos executivos, inclusive do governador Janary Nunes.
Na época em que se editava a revista, a circulação ocorria nos meses historicamente importantes para o Território do Amapá: 1° de dezembro (Laudo de Berna ou Suíço); 25 de janeiro (instalação do governo do Território Federal do Amapá); 19 de março (Dia de São José e inauguração da Fortaleza); 13 de setembro (criação do Território do Amapá).
Um importante momento da vida macapaense foi registrado na revista do mês de julho de 1947 (ano 2, n° 6), ocasião em que o Dr. Getúlio Lima Júnior, Diretor da Divisão de Cooperação Federal do Departamento Nacional da Criança, e assistente chefe da Legião Brasileira de Assistência, colocava sobre o baldrame o primeiro tijolo do edifício da Maternidade de Macapá.
Sua visita a cidade deu-se no dia 14 de junho de 1947.
Na revista editada em setembro de 1953, encontramos uma série de publicações importantes, como a inauguração do Mercado Central de Macapá, Transatlânticos de Ultra-Mar em Águas Macapaenses e Primeiro Congresso Eucarístico Territorial.
Os intelectuais Álvaro Cândido Botelho da Cunha, Marcílio Filgueiras Viana e José Pereira da Costa (o Branco) fundaram em 1952, a revista "Latitude Zero", a publicação vanguarda de caráter particular.
Em setembro do mesmo ano, Macapá ganhava uma nova revista intitulada "(*)Fanal Educativo", elaborada pela Escola Normal de Macapá. O periódico primava pela divulgação de assuntos educacionais, valendo-se de alunos e professores para a elaboração de textos.
Outra que também teve grande repercussão, foi a revista do "Rotary Clube de Macapá", que inicialmente foi publicada em forma de Boletim, sem fotografias ou ilustrações. Essa revista não se restringiu à matérias privativas do clube de serviço. O Rotary foi fundado em Macapá, no dia 23 de junho de 1946 e continua em ação, agora com outros clubes em locais diferentes. Como não poderia deixar de ser, em 1971, quando o clube completou seu Jubileu de Prata, a revista relembrou o feito, publicando uma matéria elaborada pelo mazaganense Francisco Torquato de Araújo, um dos fundadores da instituição. A revista do "Rotary" data de 1954.
Em maio de 1954, foi lançada a revista “Mensagem”, órgão ilustrado e independente, cujo lema era: ‘‘Uma revista independente para um povo independente”. Era dirigida por Carlos Sampaio e contava com a colaboração de renomados elementos da cultura territorial.
Em julho do aludido ano, o Esporte Clube Macapá brindou a comunidade esportiva com a "Revista Azulina". O periódico foi idealizado por José Piqueira da Silva, secretário da agremiação. O poeta e jornalista Alcy Araújo Cavalcante assumiu a função de diretor e Altair Cavalcante de Lemos ficou como gerente. A primeira edição circulou em 18 de julho de 1954, dia em que, em 1945, o Panair Esporte Clube passou à denominação de Esporte Clube Macapá. O azulino completava 9 (nove) anos de atividades e precisava evidenciar seus feitos esportivos. O time azul da cidade ganhou os campeonatos de voley, de futebol e de basquete.
O segundo número da "Revista Azulina” só foi publicado em dezembro de 1957, quando o Esporte Clube Macapá já havia conquistado os títulos de 1954, 1955, 1956 e marchava célere para abiscoitar o de 1957.
Em 1957, Ivo Pontes Torres, Amaury Farias, Theodolino Flexa de Miranda, Aluízio Cunha e Osmar Nery Marinho, fundaram a revista "Rumo", cuja redação ficava na Av. Raimundo Álvares da Costa. Mais uma vez, Álvaro da Cunha, Alcy Araújo e Arthur Nery Marinho despontariam como colaboradores.
Em 1958 a ICOMI lançou uma edição para comemorar sua instalação no Amapá.
A Indústria e Comércio de Minérios S.A, produziu a revista "ICOMI NOTICIAS", fazendo circular o primeiro número em janeiro de 1964.
A Companhia de Eletricidade do Amapá-CEA, também se preocupou com a divulgação de suas realizações, fazendo-a através de um Boletim informativo mensal. O diretor presidente era o Dr. Luiz Ribeiro de Almeida, advogado e oficial do exército, que deu total apoio à iniciativa. O Boletim, elaborado pela assessoria de relações públicas, não deixou de contemplar o esporte.
Falava ainda sobre o trabalho conjugado para tornar realidade a construção da Hidrelétrica Coaracy Nunes. O primeiro Boletim circulou em 1960.
Nessa leva, também aparece a revista "HILÉIA", no início de 1968, idealizada pelo professor Francisco da Graça Moura. O senhor Elfredo Távora Gonçalves, foi um dos colaboradores.
Em 1969, ainda circulava uma das primeiras de nossas revistas, a "Latitude Zero". Até o mês de dezembro, circularam três edições.
Depois surgiram outras revistas. A "Enfoque Amazônico", mostrando as belezas naturais da capital do Amapá. A revista "Macapá View", que surgiu no ano de 1996 e divulgava pessoas e fatos da alta sociedade amapaense. Depois ela passou a se chamar de "Amazon View".
Em 1998/2000, circulou em Macapá a Revista "Perfil do Amapá", nos campos político, histórico, cultural, econômico, didático e turístico, com reportagens e entrevistas. Uma publicação da Colibri Promoções e Publicidades, dirigida por Valmiro Colibri, tendo na equipe de redação o jornalista amapaense Édi Prado. 
No decorrer do ano de 2002, além da "Amazon View", agora abrangendo áreas da Região Norte, tivemos uma edição especial da revista do Lions Clube de Macapá, de título "A Jaula", reportando-se aos 40 anos de atividades do clube.
Em outubro daquele ano, voltada exclusivamente para a divulgação de temas religiosos, concernentes a Nossa Senhora de Nazaré, passou a ser editada a "Revista do Círio", concebida pela Diocese de Macapá.
(*) Significado: Fanal - Facho, farol, lanterna
Fonte consultada: Revista EM REVISTA – Edição Única, de dezembro de 2002, produzida pelos acadêmicos do curso de Comunicação Social, habilitação Jornalismo – Turma JOR-21 da Faculdade Seama.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Foto Memória de Macapá: Lavadeiras na praia, em frente à cidade.

A Foto Memória de hoje, foi tirada em 1908, pela equipe do fotógrafo Felipe Augusto Fidança, contratada pelo Governo do Pará.
Integra o Relatório de Augusto Montenegro, que governou o Pará, no período de  de 1º de fevereiro de 1901 a 1º de fevereiro de 1909.
Nas imagens, inúmeras mulheres lavam roupas, na praia, em frente à cidade de Macapá, quando esta, ainda pertencia ao Estado do Pará.
Fonte: Relatório O Pará - de Augusto Montenegro

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...