quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Foto Memória Turística do Amapá: Rosa da Fonseca, em Santana - Sócios do Saci Clube foram guias

A Foto-Memória Turística de hoje, foi compartilhada com o blog Porta-Retrato, pelo professor Carlos Nilson Costa.
Foto: Reprodução(Carlos Nilson Costa)
Sócios do Saci Clube de Macapá, Guias Turísticos por um dia.
Em pé da esq. p/dir. Augusto Xavier, George Paraibinha, Lucinha Sodré, Mª Façanha, Graça Viana, Rúbia Souza, Iracema Cardoso, Ronele, Izabel Coutinho, Maricá, Cassim e um turista.
No mesmo sentido, agachados: Felipe Gillet, Teodorico Chagas, Maurício Bandeira, Carlos Nilson, Roberto Bandeira e  Agostinho Alencar.

O primeiro navio com rota turística em Macapá, na década de 60, foi o Rosa da Fonseca, quando os sócios do Saci Clube foram os guias.
O transatlântico atracou no cais da ICOMI, na manhã do dia 21 de janeiro de 1964, tendo a bordo cerca de 450 turistas de diversas nacionalidades.
Promovido pela Touring Clube do Brasil, no roteiro do XXVI Cruzeiro Turístico, o Porto de Santana recebeu carinhosamente os turistas oriundos da Europa e parte da América do Norte.
Os visitantes estrangeiros passaram o dia inteiro conhecendo alguns pontos pitorescos de Santana, como as estruturas habitacionais e administrativas da Vila Amazonas (cinema, supermercado, sede esportiva e hospital), assim como a área portuária e industrial da ICOMI em Santana, na qual tiveram conhecimento da importância socioeconômica da mineradora no Amapá.
Em passeio pela capital amapaense, os passageiros visitaram a histórica Fortaleza de São José de Macapá, conheceram algumas obras desenvolvidas pelo Governo Territorial na cidade (construção de escolas e reformas de prédios públicos) e fotografaram o marco zero do Equador, levando como lembranças de que estiveram no meio do mundo.
Por volta das 21 horas do mesmo dia (21), os visitantes retornaram para o transatlântico Rosa da Fonseca, onde continuaram sua excursão pelo resto da região amazônica, após considerarem, assim, inaugurada a era do turismo no Amapá. Os turistas não esconderam sua satisfação pelos esforços empregados pelos organizadores, para proporcionar-lhes a melhor estadia possível no então Território Federal do Amapá.
Segundo a Comissão Territorial da Legião Brasileira de Assistência (LBA), os turistas do Rosa da Fonseca deixaram mais de um milhão de cruzeiros (cerca de R$ 10 mil) em rendas que foram coletadas por compras feitas de decorações, lembretes, filmes fotográficos e serviços extras.   (Informações de Emanoel Jordânio – Editor do blog Memorial Santanense).

(Reprodução)
Busto de Rosa da Fonseca.
Quem foi Rosa da Fonseca? - Filha de Antônia Maria de Barros e José de Carvalho Pedrosa, Rosa Maria Paulina de Barros Cavalcante nasceu no dia 18 de setembro de 1802, na localidade do Sítio Oiteiro, no Povoado Riacho Velho da antiga capital de Alagoas, atual município de Marechal Deodoro.

A união de Rosa Maria Paulina com Manuel Mendes da Fonseca, não era vista com bons olhos pela família Fonseca por sua origem pobre, descendente de índios e escravos. Vencendo os obstáculos da aristocracia da época, Rosa da Fonseca e Manuel Mendes casaram-se em setembro de 1824 e deram início à formação de uma das mais importantes linhagens militares do país entre eles o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca,1º Presidente do Brasil.
Sempre se mostrando orgulhosa por ser a matriarca de uma família de importantes combatentes na guerra pela soberania brasileira, Rosa da Fonseca não se deixou abater com a morte de três dos seus sete filhos. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 11 de julho de 1873, onde foi sepultada no cemitério de São Francisco Xavier. Em 20 de agosto de 1979, em cerimonial fúnebre, com a presença de militares e cerca de 40 descendentes do fundador da República, Marechal Deodoro da Fonseca, foram transladados os restos mortais de Rosa da Fonseca para o túmulo monumental de Deodoro, no já citado cemitério de São Francisco Xavier. A lápide do antigo túmulo de Rosa da Fonseca encontra-se na Casa de Deodoro, em Marechal Deodoro, para visitação pública. (Wikialagoas)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Foto Memória de Macapá: Vista aérea do Macapá Hotel e adjacências...

 1 - Trapiche/  2-Pracinha/ 3-Mercadinho redondo/ 4-Praça da Matriz
Imagens dos anos 50, da vista aérea da frente da cidade de Macapá, vendo-se em primeiro plano o antigo Macapá Hotel; o Trapiche Eliézer Levy; a Pracinha Tibúrcio Andrade; à direita, o antigo mercadinho de carne; ao fundo, o barracão da hospedaria dos imigrantes; mais acima a Praça da Matriz e o antigo prédio onde funcionou a Divisão de Educação. A esquerda do Macapá Hotel, a casa onde morou a familia do Sr. Altair Lemos.
Na rua Cândido Mendes, vemos a Casa das Cordas; Casa Fé em Deus de Isaac Menaen Alcolumbre; Casa A Parisiense; Casa Gisele e em frente, o Posto Texaco.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Foto Memória da Comunicação do Amapá: Pioneiros da Rádio Difusora de Macapá

Neste dia em que homenageamos os falecidos – parentes, amigos e conhecidos – vamos pegar uma carona do amigo João Silva e viajar na saudade, vendo uma raridade histórica, com tantos companheiros de rádio com quem trabalhamos, na Rádio Difusora de Macapá.
A foto, que agora faz parte do acervo do João Silva, é uma 'contribuição' da irmã dele, dona Edna Franco, viúva do radialista e apresentador de televisão Benedito de Andrade Franco.
A cena nos leva de volta a um setembro dos anos sessenta, aniversário da Rádio Difusora de Macapá comemorado nos salões de eventos da "Piscina Territorial" com suas poéticas paredes de madeira em treliças que lembramos com saudade; todos ao redor da mesa bebericando um bom whisky White Horse, regado com o  Flip Guaraná.
Na foto aparecem da esquerda para a direita, os erredemistas (locutores, funcionários da RDM): Carlos Lins Côrte (Baião Caçula), Benedito Andrade, Agostinho Souza, José Maria de Barros, Rui Campos, que não era radialista, e Pedro Afonso da Silveira, todos já falecidos, mas não esquecidos pelos que os conheceram e privaram de suas amizades.
Saudosos pioneiros que prestaram serviços relevantes ao Amapá enquanto estiveram por lá, caso também de Rui Campos, que exerceu vários cargos na administração pública do Amapá.
(Texto de João Silva, adaptado para o blog Porta-Retrato.)
Fonte: Facebook / Instituto Memorial Amapá

domingo, 1 de novembro de 2015

Foto Memória de Macapá: “GATO” - Um Personagem Hilário!

Na pacata Macapá, de outrora, havia muitos personagens folclóricos, bem conhecidos da população de então. Entre os que consigo lembrar, estão: “Camarão frito”; “Chula”; "Benedita Pelada”; “Cientista” e “Rubilota”.
Além dos citados, tem o Seu Batista, também conhecido como GATO – Um personagem hilário de Macapá!
Lembrei-me dessa turma toda pra dizer que desconhecia totalmente, essa história contada pelo amigo José Maria Botelho, na pagina do Instituto Memorial Amapá, no Facebook:
“Raimundo Pessoa Dias, o popular GATO”... juntamente com a professora KATI (ARACARI CORRÊA ALVES), foram os algozes daquele fatídico jogo entre Colégio Amapaense e Ginásio de Macapá (GM) nos idos de 1968, que acabou em pancadaria, com a destruição das instalações do ginásio coberto do CÁ (hoje Paulo Conrado). Apesar de não estudar no colégio, GATO era torcedor fanático, daí ser o "escolhido” para apanhar dos alunos do GM, inconformados com o resultado do jogo...Quem estudou no CA nos fins dos anos 60, 70 e 80, deve lembrar-se dessa “figura” cuja marca registrada era uma estridente gargalhada. Atualmente ele mora no abrigo dos idosos."

GATO - Um personagem hilário da cidade.
Fonte: Facebook

sábado, 31 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil do Amapá: AMAPAENSES EM CONGRESSO E CAMPEONATO NACIONAIS NO RIO GRANDE DO SUL

Texto de Ernani Marinho
Nas comemorações de seu sesquicentenário, em 1962, a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, sediou o Congresso Brasileiro de Estudantes Secundaristas, patrocinado pela UBES – União Brasileira de estudantes Secundários - com o Amapá fazendo-se representar por uma bancada de dez integrantes, constituída por cinco titulares (Luiz Messias Tavares, Guilherme Jarbas Santana, André Oliveira, Nestlerino Valente e Ernani Marinho) e cinco suplentes (Estácio Vidal Picanço, Gil Marques Reis, José Aldeobaldo Andrade, José Maria Farias e José Ribeiro da Conceição, o Ribeirinho), além de lideranças da UECSA e dos Grêmios estudantis a ela vinculados.
Foi um Congresso que, mesmo estudantil, ganhou destaque nacional, já que da sua abertura ou encerramento participaram grandes lideranças políticas brasileiras, como o Ministro da Casa Civil, Darcy Ribeiro, que representou o Presidente João Goulart; os Ministros Paulo de Tarso, da Educação, e Almino Afonso, do Trabalho; os governadores Leonel Brizola, do Rio Grande do Sul e Miguel Arraes, de Pernambuco, além do líder dos camponeses e deputado Francisco Julião.
No mesmo período, julho/1962, em Rio Grande, cidade vizinha, o Amapá participava do Campeonato Brasileiro de Basquetebol Juvenil, sob a liderança do prof. Alzir Maia, presidente da FAB - Federação Amapaense de Basquetebol, e de Demóstenes (Zamba) Dias, como técnico.
Na rota Macapá/Pelotas-Rio Grande houve uma parada em Porto Alegre para o cumprimento de uma audiência no Palácio do Piratini com o Governador do Rio Grande do Sul, agendada por Janary Nunes, à época candidato a deputado federal pelo Amapá. A audiência era para a UECSA, mas os atletas e dirigentes do basquetebol também foram.
Como o governador Leonel Brizola ficava em terras gaúchas só de segunda-feira até quarta-feira à noite, quando ia pra o Rio de Janeiro para a sua campanha para deputado federal pelo Estado da Guanabara (foi eleito com a maior votação proporcional da história do Brasil) e o seu vice havia se desincompatibilizado para concorrer ao Senado (o Brizola não precisou se desincompatibilizar porque concorria em outro Estado), no seu impedimento assumia o Governo do Estado o Deputado Gustavo Langsch, presidente da Assembleia Legislativa.
A foto registra o governador gaúcho, interino, Dep. Gustavo Langsch, recebendo os amapaenses, líderes estudantis e atletas juvenis de basquetebol, aparecendo ao centro ladeado por André Oliveira e Ernani Marinho, ambos da UECSA. Pelo lado esquerdo aparecem Roberto Bandeira, Ernesto Dias, Zamba (basquetebol), Guilherme Jarbas (UECSA) e Cláudio Vasques (basquetebol). Pela direita José Maria Farias (UECSA) e Alzir Maia (presidente da federação de basquetebol).
A delegação se completou com Sérgio Arruda, Felipe Gillet Filho e Carlos Nilson que auxiliava o Zamba.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Estudantes em Férias, em Macapá

Esta foto de hoje, do Fundo do Baú de Lembranças do amigo jornalista João Silva, foi publicada em agosto passado, no Instituto Memorial Amapá.
Trata-se do encontro – ao final dos anos 60, num mês de férias celebrado com o retorno à Macapá, para alegria dos familiares e amigos - de estudantes amapaenses que cursavam faculdade em Belém do Pará.
Era um sufoco ir e voltar, pois muitos - os mais pobres -  viajavam de barco mesmo, outros de avião.
No registro feito no muro do Colégio Amapaense, pela General Rondon, nas imagens, da esquerda para a direita: Everaldo Fernandes (médico), Antônio Farias (biólogo), Guilherme Jarbas Santana, (professor e advogado); Jorge Armando Amaral(Jujuba), (geólogo); sentados, bem à vontade, Stélio Amaral, (médico), e Januário, (advogado).
A menininha não foi identificada.
Fonte: Facebook

Foto Memória da Aviação do Amapá: Piloto Juarez Monteiro - "grande profissional e leal companheiro"!

Juarez Monteiro, um dos primeiros aviadores do Território do Amapá, além de emérito desbravador, foi quem despertou em muitos jovens o interesse pela profissão. 
Aposentou-se pela DOCEGEO, pilotando helicóptero no CANADÁ. 
Além de grande profissional, era um leal companheiro e uma figura humana excepcional. 
Faleceu em acidente, quando fazia inspeção do linhão da Eletronorte no interior do Pará.

Foto do arquivo particular do mecânico de aeronaves Arlindo Oliveira (in memorian). 

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Amapaenses no :Congresso Nacional de Municípios

A amiga Katia Mara Harb, filha do saudoso Pioneiro Stephan Houat, compartilha com o Porta-Retrato, uma foto em que o pai dela, quando Vereador, junto com outras autoridades, aparece integrando a Delegação do Amapá no 8º Congresso Nacional de Municípios, realizado em Guarapari, Estado do Espírito Santo, de 7 a 12 de agosto de 1972.
Nas imagens a partir da esquerda: Vereador Stephan Houat; Comandante João de Oliveira Côrtes – Prefeito de Macapá à época; Sr Rocque de Souza Pennafort – então Prefeito de Mazagão/AP; Sr. Walter Banhos de Araújo, Vereador de Macapá, tendo ao lado o Sr. Antônio Carlos Gerhardt Santos, governador do Espirito Santo à época.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Pioneiros - Entre "Comes e Bebes"

Do arquivo de Derossy e Lúcia, resgatamos o histórico registro de um encontro de Pioneiros, em uma residência, em Macapá.
Nas imagens o Coronel Janary(de costas) conversa com seu irmão Pauxy Nunes, tendo ao lado o Sr. Jacy Jucá; um pouco à direita o Dr. Armando Limeira Andrade e Stephan Houat.
À janela comes e bebes, entre estes, o gostoso Flip Guaraná, que "estava em todas"!
Fonte: Facebook

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Os Bons Tempos do GRUTA!

Durante os primeiros anos de criação do Território Federal do Amapá, os concluintes do curso secundário – que corresponde ao atual segundo segmento do ensino fundamental – tinham de ingressar nas faculdades de Belém, e outros centros mais adiantados, para continuar sua formação superior.
No início da década de 70, por necessidade de se sentirem agrupados e para não perderem a convivência vivida na época da faculdade, estudantes amapaenses, recém-formados, criaram o Grêmio Recreativo dos Universitários do Território do Amapá-GRUTA.
Os associados eram os de formação superior e os universitários.
A sede da entidade situava-se, às margens do igarapé Fortaleza, com entrada após o Marco Zero, à margem direita da Rodovia Macapá/Fazendinha.
O jornalista Ernani Marinho – atualmente domiciliado em Belém/PA - relembra, que aos sábados à tarde havia uma animada "pelada" e aos domingos pela manhã, um refrescante banho de igarapé e cerveja com amigos, como mostra a foto em que ele aparece ladeado pelos contemporâneos Ubiratan Silva e Lindoval Peres, ambos residindo em Macapá.
Os principais líderes do Gruta foram o Manoel Antônio Dias (Duca), Jurandil Juarez, Haroldo Vitor, Hercílio Mescouto, Ubiratan Silva, Lindoval Peres, Jocy Furtado de Oliveira, entre outros.

Fonte: Facebook: com informações de Ernani Marinho

domingo, 25 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Tal Pai, Tal Filho!

Entre inúmeras fotos que foram compartilhadas conosco pelo amigo Arlindo Oliveira, quando em vida, encontramos duas imagens semelhantes e de um valor sentimental imensurável para pai e filho.
O pai Lismar Cardoso, tirou uma primeira foto, sobre as asas de uma aeronave, junto com os filhos Emanuel, Lismar e Ismar, todos ainda muito crianças.
Eles cresceram e o Emanuel Queiroz Cardoso, tornou-se piloto de aeronaves.
Talvez, num gesto em homenagem ao pai, resolveu imitar a mesma foto de Lismar, de quando ele (filho)era criança. 
Adotou a mesma pose, e clicou para a posteridade o registro documentado nas imagens acima, desta feita com seus herdeiros Lismar, Emanuel Filho e Eduardo.
Emanuel Queiroz Cardoso, foi um dos pilotos do Serviço de Transportes Aéreos do ex-Território Federal do Amapá. 
Ambos falecidos.
Fonte: Arlindo Oliveira (mecânico de aeronaves, in memoriam)

sábado, 24 de outubro de 2015

Foto Memória da Macapá: Nos tempos da Panair...

Foto compartilhada por Raimundo Wilson, mostra imagens do tempo da segunda Guerra Mundial, no aeroporto da Panair do Brasil, em Macapá:
Anos 40 - Governador Janary Gentil Nunes,(de branco) entre populares, em frente a uma aeronave do Correio Aéreo Nacional na pista de pouso, da capital amapaense.
Fonte: Raimundo Wilson

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: O Pioneiro Jeconias Alves de Araújo

JECONIAS ALVES DE ARAÚJO - carnavalesco, poeta e esportista, filho de Zacarias Alves de Araújo e Odália Vieira de Araújo, era paraense, natural de São Miguel do Guamá, onde nasceu a três de dezembro de 1941. Estava com seis anos de Idade quando seus pais decidiram mudar para Macapá. Seu Zacarias era correeiro(feitor de correias) de méritos inegáveis e estava encontrando dificuldades para desempenhar suas atividades de curtir couros bovinos em São Miguel do Guamá. A transferência da família aconteceu em 1947, ocasião em que os trabalhos de restauração da Fortaleza já estavam quase concluídos e diversas atividades governamentais eram desenvolvidas na fortificação. Foi em busca de melhores condições para sustentar a família. Sem ter onde morar ficou alojado em duas quartinas (casamatas) da Fortaleza São José. Ao lado do forte, entre os baluartes Madre de Deus e São Pedro funcionava o matadouro da cidade, local onde Seu Zacarias visitava frequentemente para recolher o couro das rezes abatidas a fim de curti-los. No citado monumento histórico estava instalada a oficina do Jornal Amapá, órgão de imprensa do Governo do Território Federal do Amapá. Ainda criança, Jeconias se encantou com as máquinas e com as atividades dos gráficos. Moleque esperto passou a prestar diversos serviços aos funcionários, de recados à compra de merenda. Ao completar 12 anos foi admitido como aprendiz e chegou ao posto de diretor, cargo no qual se aposentou. A família Alves de Araújo já residia perto da sede dos Escoteiros do Mar Marcilio Dias, no Trem, quando Jeconias ingressou no Atlético Latitude Zero, como goleiro.  Alto, mas desengonçado ganhou o apelido de Pintão (ou filhotão de pinto). Nem a tradição Pentecostal cultivada principalmente por sua genitora impediu que Jeconias gostasse dos folguedos populares, notadamente do carnaval. Seu nome é sinônimo de folia na Associação Piratas da Batucada. Excelente compositor contribuiu para que a escola sempre brilhasse em suas apresentações. Adorava fazer versos, entre eles os que relatam passagens marcantes de Macapá. Por recomendação médica precisou deixar de lado muitas das suas atividades e decidiu ir morar em Mazagão Velho. Na vila histórica do rio Mutuacá construiu uma nova casa. Ele foi o idealizador do prédio fez os primeiros tijolos de cimento e orientou os pedreiros a que sequenciassem a produção. Para poder tocar a obra estafante, Jeconias morava na casa do Cristiano Barreto, que foi juiz de futebol. No dia 20 de outubro de 2007, por volta das 12h15min, Jeconias partiu para a eternidade. Seu corpo foi velado na Capela Santa Rita e sepultado no Cemitério São José (Buritizal), após as 16 horas. Ele iria fazer 66 anos de idade. 
Texto de Nilson Montoril de Araújo, adaptado ao Porta-Retrato
Fonte: Facebook

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Formatura de Contabilistas do CCA

Foto do álbum de memórias de Derossy e Lúcia, compartilhado com o Porta-Retrato, trás imagens do registro clicado por ocasião da Missa de Formatura de Contabilistas do Colégio Comercial do Amapá – CCA, na porta da Igreja Matriz de São José, turma de 1963/64.
A partir da esquerda: o primeiro não lembramos o nome; depois Alfaia; Fukuoka; (por trás) Sr Aimoré; Ida Aimoré; José Santana; Derossy Araújo; Carlos Pontes; Sra. Raimunda Machado; Dona  Zilah, Marly e Sr. José. Todos da família Porpino.
Fonte: Márcio José Andrade da Silva

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Antiga Doca da Fortaleza

DOCA DA FORTALEZA
Foto publicada na Revista ICOMI-Notícias, de julho de 1964, tirada de uma das guaritas da Fortaleza de São José de Macapá, mostra ao fundo a antiga Doca da Fortaleza, área hoje totalmente aterrada.
Nesse local aportavam as embarcações que levavam produtos da região amazônica para a capital amapaense. Enquanto a maré estava baixa os canoeiros usavam a margem do igarapé, para o desembarque da carga.

Fonte: Revista ICOMI-Notícias julho/1964

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Foto Memória do Esporte Amapaense: CEA CLUBE

Recebemos de nosso leitor Riberto Pontes, via e-mail, uma foto da formação do CEA CLUBE, na década de 1960, no Estadio Glycério de Souza Marques, em Macapá.
Da esquerda para a direita, em pé: Guilherme, Carlos, Faustino, Armando, Cadico e Domingos.
No mesmo sentido, agachados: Maximino, Diquinho, Jangito, Perereca e Joãozinho.
O CEA Clube foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá.  
Fundado em 1 de junho de 1958, por iniciativa de operários envolvidos na construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, manteve um dos clubes mais expressivos do Amapá no período da década de 1950 a 1960.
O clube pertencia à Companhia de Eletricidade do Amapá.
Suas cores eram vermelho, preto e branco. Fonte: Wikipédia

domingo, 18 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Religiosos da Igreja Católica, em Macapá

Nesta imagem de um recorte de jornal, vemos alguns religiosos da Igreja Católica do Amapá.
Irmãos Edino e Francisco; padres Rogério e Da Maren e irmãs Marchesi e Giocomina.
Registro feito n; Pe. Rogério; Pos corredores do hospital São Camilo e São Luis, em Macapá.
Esta foto ilustrou a matéria sobre o falecimento do Irmão Francisco. (não tenho a data) 

sábado, 17 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Mais uma lembrança da saudosa Chicona

Fomos buscar hoje,  mais uma lembrança no álbum da família do amigo Adriano Araújo Jorge.
Entre inúmeras fotos que ele nos compartilhou, escolhemos  esta, sem data, onde vemos nas imagens a saudosa Francisca Chagas Monteiro(Chicona) com a Sra Maridalva(viúva e segunda esposa do poeta Alcy Araújo), na escada do trampolim da antiga Piscina Territorial.
Fonte: Adriano Araújo Jorge via Facebook

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Antigo Relógio do Rotary Clube de Macapá

Imagens do arquivo de Derossy Araújo e Lúcia mostram hoje, no Porta-Retrato, registro da inauguração do Relógio do Rotary Clube, erguido na esquina da Rua Cândido Mendes com Av. Mário Cruz, em Macapá, ocorrida no início dos anos 70.
Na primeira foto, populares aglomeram-se em volta ao monumento, para acompanhar a cerimônia de instalação daquele logradouro público.
No segundo registro, imagens fotografadas por outro ângulo.

Passados os anos, o monumento, abandonado, acabou depredado por vândalos que inutilizaram e extraviaram todas as peças publicitárias, em acrílico. 
O vandalismo evidente no local obrigou a desinstalação do relógio, e, posteriormente, a remoção completa de seu pedestal.
Fonte: Facebook

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Reunião de Senhoras com a primeira dama

A foto(*) histórica de hoje, nos foi compartilhada  pela amiga Tânia Monteiro, filha do saudoso Luiz Monteiro(falecido) e de Dona Guiomar Monteiro.
São imagens de uma reunião na residência governamental, de senhoras de Macapá com a primeira dama, à época, Dona Irene Martins, esposa do General Ivanhoé  Gonçalves  Martins, segundo governador da ditadura militar, que esteve à frente do Governo do Amapá de Abril de 1967 a Novembro de 1972.
A partir da esquerda vemos: Dona Irene(falecida); Dona Guiomar Monteiro; Professora Aciné Garcia Lopes de Souza e Sra. Líbia Bessa de Castro.
(*) Imagem com qualidade comprometida

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Formandas de 1974, em Administração: Rosa Souza, Dayse Morales e Maria Dos Anjos

Foto de hoje, compartilhada por Leonice Santos, traz uma recordação de três Formandas de 1974, em Administração: Rosa Souza, Dayse Morales e Maria Dos Anjos. Colégio Comercial do Amapá.
Rosa e Dos Anjos, moram em Macapá e a Dayse Morales, reside em Belém/PA.
Fonte: Facebook

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Amigos, na Praça Veiga Cabral

Trazemos hoje, diretamente, do Baú de Lembranças do amigo João Silva,... imagens de rapazes da Casa dos Padres, paroquianos da Igreja de São José, todos ligados ao Juventus Esporte Clube curtindo um momento de descontração na Praça Veiga Cabral, logo após sua urbanização, acontecida em meados dos anos 60.
Em pé, da esquerda para a direita, Sabará (de óculos escuros), Haroldo Vitor (Tio Ponga) e o campeão Orlando Torres; Sentados: Edmar e J. Ney; percebe-se pelo traje de domingo da rapaziada que o registro foi feito após a missa das sete. 

Quem conhece Macapá de priscas eras, vai identificar o prédio das Casas Pernambucanas e perceber que a Praça tinha um visual descarregado de muitas coisas que se agregaram em seu entorno e interior mesmo, como lanchonetes, bancas de revista, parada de ônibus, etc; nem a estátua do Herói do Amapá estava ali ainda; as mangueiras, inclusive a que fica em frente a Banca do Dorimar, e a pedra de manganês (por trás do Sabará), sim, já estavam nos lugares em que estão até hoje...A pedra brilhando, ainda sem aquela mão de cal horrorosa que entrou para o folclore da cidade.(João Silva)
Fonte: Blog do João Silva

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Foto Memória Estudantil: Amigos reunidos na pracinha do antigo Macapá Hotel.

O Macapá Hotel tornou-se um símbolo de uma arquitetura implantada no Amapá no seu primeiro governo.
Em frente ao prédio original construído ainda por Janary Nunes, existia a pracinha Tibúrcio Andrade, também demolida junto com o hotel. 
A insensatez desse ato eliminou a homenagem que se prestava ao pioneiro e pecuarista Tibúrcio Andrade, o nome da praça extinta.
Este registro fotográfico histórico foi feito entre 1959 e 1961, quando ainda existiam o hotel e a praça.
Os amigos se reuniam lá.
A partir da esquerda de quem olha a tela, sentados no encosto do banco: o primeiro não soubemos o nome; Ernani Marinho e Laércio Monteiro.
Sentados: no mesmo sentido, o primeiro não foi lembrado o nome, mas os outros três são Augusto Monte de Almeida (de óculos), Raimundo Souza de Oliveira (Camarão) e o Queiroz.
O jornalista Ernani Marinho, que compartilhou a foto, tem um detalhe curioso a ressaltar: “estão na foto três ex-presidentes do Grêmio Literário e Cívico Ruy Barbosa, do Colégio Amapaense: Augusto Monte, Raimundo Oliveira e Laércio Monteiro. E eu era o Secretário Geral da UECSA, presidida pelo Haroldo Franco”.
Fonte: Memorial Amapá

domingo, 11 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Círio de Macapá em outubro de 1960


No post de hoje, trago uma relíquia do acervo de Derossy Araújo e Lúcia, que nos foi compartilhado pelo filho do casal, Márcio José Andrade da Silva.
Trata-se de um registro fotográfico de outubro de 1960, com imagens dos fiéis, acompanhando o Círio de Nazaré, em Macapá, no momento em  que a procissão dobrava da Rua Cândido Mendes para a Av. Mário Cruz e chegava à igreja Matriz. É importante observar que ainda existia, na época, na Cândido Mendes, uma das seculares mangueiras, que originariamente faziam parte do cenário da antiga Praça da Matriz.
O Primeiro Círio em Macapá:
Detalhamento Histórico: A primeira procissão do Círio de Nazaré realizada em Macapá aconteceu em 1934, com o entusiasmo das religiosas da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria, ao comando da senhora Ester Benoniel Levy, esposa do então prefeito de Macapá, major Moisés Eliezer Levy. A pesar da cidade já ter seu padroeiro, São José, cuja festa é realizada todo dia 19 de março, a concentração de romeiros do Círio de Nazaré em Macapá consegue ultrapassar, em volume de massa, os penitentes do próprio padroeiro São José, crescendo a cada ano o número de fiéis.
A trasladação da festa foi realizada no sábado, três de novembro, saindo a imagem, às 20h30, da residência da família Serra e Silva, percorrendo a Travessa José Serafim, Largo dos Inocentes (atrás da área de Igreja de S. José), Rua Siqueira Campos (atual Mário Cruz), dobrando à direita da Rua Souza Franco, e depois av. Amazonas, chamada pelo povo de Rua da Praia, em direção à casa de Cesário dos Reis Cavalcante e de sua esposa Odete Góes Cavalcante, onde foi montada uma singela ermida, que acolheu a imagem até o dia seguinte.
No dia 4 de novembro, às seis da manhã, a população começou a se aglutinar em frente à casa onde estava a  imagem. O padre Filipe Blanc, vigário de Macapá, foi quem acompanhou a procissão, seguido do interventor do Pará Magalhães Barata, deputados do Pará Abel Chermont e Clementino de Almeida Lisboa, o prefeito Moisés Eliezer Levy, o médico e professor Acelino de Leão, o juiz de Direito João Gualberto Cruz, o tenente-coronel Jovino Dinoá, que era coletor federal e fundador do jornal Correio de Macapá, o comerciante e ex-prefeito Clodóvio Coelho, o segundo faroleiro de Macapá José Maria de Santana, o comerciante Vicente Ventura, o político Secundino Campos.
Como a matriz de São José não possuía imagem da Santa de Nazaré, o vigário solicitou a única existente na cidade, que pertencia à tradicional família Serra e Silva. Daí o Círio ter saído solenemente desta casa. Como berlinda foi usado um velho automóvel, devidamente adaptado.
A primeira romaria teve a presença destas autoridades e famílias, seguidos de um pequeno cortejo formado de 60 cavaleiros armados de lanças que, com clarins e fanfarras, anunciavam à população a passagem da procissão. Em seguida vinha o anjo Custódio, imagem colocada sobre o dorso de um boi manso chamado Beleza, seguido de uma corte de anjinhos, ricamente trajados. No primeiro Carro dos Milagres havia uma reprodução da imagem da Virgem, que salvou a vida de Fuás Roupinho.
Durante o percurso, uma pequena banda de música tocava hinos em louvor a Nossa Senhora. No fim da procissão houve uma missa e depois um leilão, repetido na segunda-feira (5), pela manhã. A festa durou apenas oito dias, com terços, ladainhas e cânticos. No arraial havia brincadeiras diversas, vendas de produtos da região e comidas típicas.
O dia 5 de novembro foi dedicado a São José. Historicamente têm-se cinco de novembro de 1934 como realização da primeira romaria do padroeiro, que é festejado no dia 19 de março. No dia 11, domingo, houve missa e Te Deum. À noite procissão em redor da Praça Capitão Assis de Vasconcellos (Veiga Cabral).
O recrio foi realizado na segunda-feira, 12, com a imagem retornando à casa da família Serra e Silva.
No Círio de 1937 a comunidade financiou a compra de outra imagem, colocando-a sob a guarda do padre Blanc. A compra foi feita em Belém, de onde veio também a berlinda.
No Estado ele segue a tradição do Pará, sendo realizada a festa sempre no segundo domingo de outubro.  Apesar do grande numero de romeiros em Macapá, o Círio é uma festa de paraenses. A presença da Virgem andando pelas ruas de Macapá nesse período é justificável historicamente. É que Macapá pertencia, juntamente com Mazagão, ao Estado do Pará até 1943, quando foi criado o Território Federal do Amapá.
A confecção da indumentária da santa foi, por alguns anos, obra de uma devota fiel, de nome Raimunda Mendes Coutinho, educadora da fase territorial do Amapá, já falecida, conhecida popularmente como professora Guita. Mas a exemplo das religiosas da congregação fundada pelo padre Júlio Maria Lombaerd, várias outras congregações como religiosas de Maria Menina (Bartoloméa) não mediram esforços para que a maior festa religiosa do Estado tivesse, ao longo dos tempos, um colorido maior.
Pesquisa e texto: Edgar Rodrigues

sábado, 10 de outubro de 2015

Foto Memória da Educação do Amapá: Apresentação de educação física no Estádio Glycério Marques

Outra foto de Osmar Marinho, publicada na Enciclopédia da Amazônia, compartilhada por Leonice Santos, lembra os bons tempos do ex-Território Federal do Amapá.
Imagens registram demonstração de educação física, no Estádio Glycério Marques, por alunos da rede territorial de ensino.
Essas apresentações, faziam parte de um programa anual de preparação, pelos professores de educação física dos principais estabelecimentos de ensino de Macapá.
Tradicionalmente, essas evoluções dos estudantes, aconteciam nas tardes dos dias 13 de setembro, com portões abertos para a população, que abrilhantava e aplaudia o belíssimo trabalho de instrutores e alunos. 
Pelas manhãs, as escolas se apresentavam na Av. FAB, num concorrido desfile esportivo, com direito a alegorias e tudo. 
Quantas lembranças! 
Fonte: Facebook

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Do Fundo do Baú: Pra matar saudades!

Amiga Leonice Santos, lembrando os bons tempos do ex-Território Federal do Amapá, compartilhou uma foto de Osmar Marinho, publicada na Enciclopédia da Amazônia.

Imagens registram uma solenidade cívica, realizada na antiga praça em frente ao Colégio Amapaense, no centro de Macapá.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Foto Memória de Macapá: Aniversário em Família

Esta foto foi recortada de um jornal de Macapá.
De primeira, vimos que se tratava de uma festa na família do pioneiro Walter do Carmo. E ninguém melhor do que o Walter Jr. para nos contar a história dessa relíquia:
“Lázaro, essa foto foi tirada no dia 17 de abril de 1971, na Fazenda Nossa Senhora do Carmo que era conhecida como 105. Era o aniversário do meu pai Walter do Carmo: 41 anos.
Na foto estão: Margarida Leite, cunhada; eu Walter Jr.; atrás de mim a Olga Cavalcante, filha do Cel. Adálvaro, à época secretário geral do antigo Território do Amapá; Graça Chagas, cunhada; meu pai Walter do Carmo; minha mãe Helita, à época esperando o caçula Walber que nasceria em maio; atrás dela, o cunhado Alberto Lima e atrás do rapaz que olha um LP, o Capitão Fernando Cavalcante, à época comandante do 34 Batalhão de Infantaria de Selva.
Observe o detalhe: sobre a mesa uma vitrola portátil. A tampa era a caixa de 'som'.” (Walter Jr.)
(informações de Walter Jr.)
O pioneiro Walter Pereira do Carmo, além de desbravador e construtor, gravou seu nome na história do Amapá como pioneiro. Foi um dos fundadores do Lions Clube, Maçonaria, Igreja Messiânica, e sua paixão: o Aeroclube.
Faleceu em Macapá, em 13 de junho de 2014, aos 84 anos.

sábado, 3 de outubro de 2015

Missa de 7º dia de Guilherme Rolla Soares

Completam-se neste sábado (03/10), sete dias de falecimento de GUILHERME ROLA SOARES, um dos filhos do casal de Pioneiros amapaenses João Soares Filho e Neyde Rolla Soares.
Guilherme faleceu aos 61 anos de idade, às 18h45min do domingo, 27/09/2015.
Deixa esposa Rosilene Soares e três filhos menores: Mateus, Marjorie e Maitê e três do primeiro casamento (todos maiores) Téo, Lívio e Laura.
Seu corpo está sepultado no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro da cidade.
A missa de sétimo dia será celebrada na Igreja Jesus de Nazaré, às 19h, deste sábado, em Macapá.
Guilherme Rolla Soares nasceu em Macapá, em 25/06/1954.
Fez seus estudos na Escola Paroquial São José e Escola Industrial de Macapá. Concluiu o segundo grau no Colégio Amapaense. Fez o curso de CADES. Atuou como professor do Município de Macapá e do Estado, com as disciplinas História e Geografia.
Desde muito jovem gostou de música. O primeiro conjunto que organizou foi na Serra do Navio, chamado OS ZIMAS e depois THE TRAMPS. Sempre foi baterista até o acidente de carro, em 02/11/1974, quando veio a perder o braço direito.  Dai então fez uma adaptação em um contrabaixo e passou a ser um grande e admirado contrabaixista.
Há cinco anos vinha sofrendo com um câncer (mieloma múltiplo); chegou a fazer há quatro anos, em SP, transplante medular.
O primeiro irmão de Guilherme - João Soares Jr. - morreu muito pequeno num lugarejo próximo à Serra do Navio, alto Amapari, chamado Villaje Pannel, onde seus pais foram morar logo que casaram (1941), e onde nasceram Emídio (falecido) e Déa Soares.
Um detalhe importante: O Sr João Soares, contraiu matrimônio pela primeira vez, em Belém-PA, porém ficou viúvo logo após o nascimento de seu primeiro filho, Leonardo Soares, que reside em São Paulo. 
Por ter ficado órfão muito pequeno, o garoto foi criado pela mãe de Guilherme, junto com os outros irmãos do segundo matrimônio.
A matriarca Neyde Rolla Soares, com 94 anos, em plena lucidez, vive com os filhos Déa, Gilka, Miguel e Sérvula, em Macapá.
Fonte: Foto e informações de Gilka Soares
(Atualizado às 02h13m, de 04/10/2015)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...