sábado, 11 de setembro de 2010

"O Assunto é o Seguinte": Crônica de Alcy Araújo

(Foto: Reprodução/Acervo histórico/RDM)

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O Redator e poeta Alcy Araújo Cavalcante.
Com seu instrumento de trabalho ( a velha máquina de escrever) Alcy conseguia transferir para o papel, excelentes temas através das crônicas que eram lidas, com muita competência e talento, por seu intérprete maior - o grande pioneiro do rádio amapaense - chamado Pedro Afonso da Silveira, através dos microfones famosos da Rádio Difusora de Macapá.
A sua crônica mais conhecida era "O Assunto é o Seguinte" irradiada de segunda à sexta-feira, sempre às 14h.

Difusora: Eu também passei por lá

(Reprodução/Acervo pessoal)

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Foto 1 - Olha eu aí (João Lázaro) em plena avenida Fab fazendo a cobertura de um evento festivo através dos microfones da Rádio Difusora de Macapá.

(Reprodução/Acervo pessoal)
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Foto 2 - (eu)João Lázaro lendo comerciais no estúdio da Difusora de Macapá.
(Reprodução/Acervo pessoal)
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Foto 3 - Entrevista coletiva com Roberto Carlos em 1972, numa das salas do Macapá Hotel.
(Reprodução/Acervo pessoal)
Foto 4 - Evento na Av. FAB
Repórter Anibal Sérgio e Eu (João Lázaro) entrevistando o Governador Jorge Nova da Costa, no encerramento de um desfilhe na Av. FAB, em frente ao Palanque Oficial.

Os bons tempos do Regional E 2

(Foto: Reprodução/Acervo histórico/RDM)

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Anos 60 - Violonista Nonato Leal, cantora amapaense Maria Edilamar, Amilar Brenha ao cavaquinho e Aymorezinho ao acordeon, se apresentam ao vivo aos microfones da Difusora de Macapá em programação diretamente do palco de festas da Piscina Territorial.

Nos bons tempos da piscina territorial

(Reprodução/Acervo histórico/RDM)
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Na foto professora Iraci Barbosa (ao acordeon), Maria Edilamar (ao microfone) e Olivar (ao violoncelo).
Os três fazem uma apresentação no palco da Piscina Teritorial, irradiada ao vivo, pela Rádio Difusora de Macapá.
(Atualizado em 13/02/2011)

Nos bons tempos do Clube do Guri

(Foto: Reprodução do Jornal Amapá)

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Anos 60 - Auditório do Cine Teatro Territorial, totalmente lotado numa das apresentações do programa "O Clube do Guri", retransmitido ao vivo pela Rádio Difusora de Macapá.

O 1º prédio próprio da Rádio Difusora de Macapá

(Reprodução de livro)

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(Foto extraída do livro "Perfil Histórico do Amapá" de Arthur Cezar Ferreira Reis-1949)

A foto 1, de 1948 mostra o primeiro prédio próprio da Rádio Difusora de Macapá, construído pelo Governo do Território Federal do Amapá, em 1945, num terreno da empresária Sarah Roffef Zagury, adquirido na época por 350 mil réis.
Dona Sarah, de origem hebráica, matriarca da família, administrava entre outros bens, a Casa Leão do Norte - uma conceituada loja de venda de tecidos, pratarias, móveis e eletrodomésticos - além de uma fábrica de refrigerantes. O extinto FLIP GUARANÁ.

(Reprodução do jornal Amapá)

(Foto 2 - de 1950)

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O prédio era composto de um auditório, com capacidade para 100 pessoas, com duas portas frontais e uma lateral, além de três janelas para a rua Cândido Mendes.
Um corredor que levava até à discoteca, dando acesso para a sala do gerente e para o controle de som, tendo ao fundo o palco muito utilizado para serestas, programas do Clube do Guri, e apresentação de rádio novelas, ao vivo, montadas na própria emissora por um cast de rádio-atores, seguindo scripts de autores consagrados.
A emissora funciona até hoje no mesmo local, só que em outro prédio de arquitetura diferente da original.
(Com Informações do historiador Nilson Montoril de Araújo).

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Piscina Territorial: Um trampolim de talentos

(Reprodução)

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Anos 60 - Trampolim da Piscina Territorial.

Daí saltaram para a fama, muito talentos do Amapá que aprimoraram seus conhecimento de natação sob a orientação do Capitão Euclides Rodrigues e sua equipe.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

JN no Ar volta ao Amapá e desembarca em Porto Grande (AP)

POST ESPECIAL DO PORTA-RETRATO
(Reprodução)

Porto Grande virou município há apenas 18 anos.
A terra, que já deu muito ouro, agora é fonte de uma riqueza em frutas, a maior produção de alimentos do Amapá.
Veja na reportagem de Ernesto Paglia:

Fonte: Jornal Nacional

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sapiranga: Um "senhor" Tucuju

(Foto extraída do blog da Alcinéa)



Meu amigo Sapiranga está de berço neste 7 de setembro.
Completa em 2010, 65 anos de vida.
Um amigo de longas datas, contemporâneo de Macapá.
Trabalhei com Sapiranga em 68 no Jornal “A Voz Católica”, enquanto aguardava a Rádio Educadora São José entrar no ar.
Pouco tempo depois, estávamos novamente juntos na Rádio Educadora.
Milton, como eu, também passou pela Rádio Difusora de Macapá.
Milton Barbosa, o nosso “Sapiranga” é uma lenda viva de Macapá.
Pense num tucuju que conhece bem sua terra natal.
Falou da Macapá antiga, Sapiranga conhece todos os personagens.
Principalmente os moradores da Favela, Laguinho, Trem, Centro, Bairro Alto, baixada da Olaria, ele sabe tudo, conhece a história de cada um.
Sobre o esporte, nem se fala, é autoridade no assunto.
Pois é, este é o nosso Sapiranga!
E não é à toa que ele – por sua competência e conhecimento de causa – foi escolhido como Assessor Para Assuntos Memoráveis aqui do blog Porta-Retrato.
E, diga-se, ... tem honrado com louvor e dedicação, sua importante função.
Milton,...um apertado abraço de parabéns, muita paz e muitos anos de vida!
Do seu amigo João Lázaro



Amigo leitor: Se você conhece esses e outros predicados do nosso Milton Sapiranga Barbosa, registre aí nos comentários.
Ele merece todo nosso carinho, respeito, consideração e solidariedade.

Uma festa cívica na Macapá de outrora


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Fotos: Reproduções do Acervo do Museu Histórico do Amapá

Final dos anos 40 - Aspectos do desfile durante uma festa cívica em Macapá.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mais pioneiros

(Reprodução)

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Nesta foto em frente ao Colégio Amapaense vemos da esquerda para direita: Profº Antonio cordeiro Pontes, ?, ?, Profº Alberto de Andrade Uchoa e Profº João Lourenço da Silva.

domingo, 5 de setembro de 2010

"Amilar Brenha: maranhense de nascimento, amapaense por adoção e mazaganense de coração".

(Reprodução)

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Ano 1977 - Músico Amilar Brenha

(Foto: Reprodução/Amapábusca)
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AMILAR BRENHA

(Foto: Reproduzida do site Amapábusca)

"Nascido na cidade de Pinheiros, no Estado do Maranhão, Amilar Arthur Brenha era filho de dona Francisca Costa Ferreira e José Raimundo Brenha.
Aos 15 anos de idade, iniciou-se na música, incentivado por dois primos, que lhe ensinaram o primeiro dedilhar do violão.
Buscando sempre um aprimoramento, Amilar deixou Pinheiros e seguiu para a capital maranhense.
Lá, além de aprimorar o toque com o violão, aprendeu a tocar banjo, violão elétrico, rabecão, contrabaixo, cavaquinho e bandolim, instrumento com o qual iria se consagrar.
Na década de 50, Amilar Brenha ingressa no Circo Tetro Ibis, onde atua como palhaço e ator.
Lá também ficou conhecido como mago do violão tenor.
Através desse reconhecimento e convidado pelo então deputado Coaracy Nunes, Amilar desembarca no Território Federal do Amapá, em 1958.
Mas foi através do Regional da Rádio Difusora de Macapá que Amilar Brenha expandiu amizades e se tornou conhecido nos mais longínquos recantos desse Estado.
A convite do violonista Nonato Leal, ele ingressa no conjunto de Aymoré Batista e passa a receber elogios públicos de autoridades da música como é o caso do mestre Oscar.
Na década de 80, o governo do Território financia a prensagem do disco de Amilar.
O músico, como forma de agradecer pelo incentivo do amigo, convida Nonato Leal para gravar junto.
Na verdade, numa das faces do disco ficariam músicas de Amilar e noutra, músicas de Nonato.
O violonista Nonato, entretanto, abre mão do convite para aquele que seria o seu primeiro disco.
Em 85, Amilar Brenha se muda para Mazagão a trabalho. Sua popularidade cresce a tal ponto que ele é eleito vereador daquele município.
Acometido de problemas de saúde, Amilar Arthur Costa Brenha retorna para a capital e vem a falecer em 20 de abril de 1991.
O trabalho do artista, entretanto, continua mais vivo do que nunca.
Sua trajetória pelos grupos Os Piriricas e Café com Leite firmou marcos na música regional.
Como Sebastião Mont'Alverne o definiu num artigo publicado por ocasião de sua morte: "Era um maranhense de nascimento, amapaense por adoção e mazaganense de coração". "


( Adaptação do texto de Renivaldo Costa transcrito do site “Amapá busca” by Chico Terra.)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Um papo molhado

(Reprodução)

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A partir da esquerda: os irmãos Clóvis e Clemanceau Pedrosa Maia e o Engenheiro Walter Pereira do Carmo.
Dr. Clemanceau (pronuncia-se klèmãnssô) - advogado - exerceu a Magistratura em Macapá onde, por muitos anos exerceu, entre outras, a função de Juiz Eleitoral.

Dr. Clemançeau - um desembargador paraibano aposentado, que quase sempre exerceu a carreira jurídica fora da Paraíba - faleceu em 10 de novembro de 2007, em Recife, PE, aos 76 anos de idade.

Seu corpo encontra-se sepultado no Cemitério Parque das Acácias, em João Pessoa - Paraíba, sua terra natal. (Fonte)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Legislativo Mirím

(Reprodução)

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Década de 70 - À mesa a partir da esq.: Vereador Walter Banhos de Araújo, (nessa época Presidente da Casa), Governador José Lisboa Freire e Prefeito Lourival Benvenuto da Silva(em pé).
Capitão de Mar e Guerra, José Lisboa Freire governou o Amapá de novembro de 1972 a abril de 1974.
Lourival Benvenuto da Silva foi prefeito de Macapá de 1º de janeiro de 1973 até 31 de julho de 1974.
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Detalhe histórico: O local é o antigo Salão Nobre do Palácio "31 de Março", sede da Prefeitura Municipal de Macapá, onde foi instalada e funcionou a primeira legislatura da Câmara Municipal de Macapá; os vereadores não eram remunerados; o painel que aparece ao fundo retrata a antiga Doca da Fortaleza, obra do artista plástico R.Peixe. Walter Banhos, da ARENA, foi o segundo presidente da Câmara; o primeiro foi Stephan Houat, também da ARENA; a cerimônia marca a posse de Walter Banhos no cargo de presidente da instituição.

(Contribuição do amigo jornalista João Silva, que na condição de funcionário aposentado da Câmara, presenciou a solenidade)

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Igreja Matriz e o ponto de táxis na Praça Veiga Cabral

(Reprodução)
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Decada de 70 - Imagem da Igreja Matriz de São José de Macapá em foto tirada do centro da Praça Veiga Cabral - vendo-se o ponto de táxis e a pedra de manganês.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Banda Oscar Santos

(Reprodução)
Anos 70 - Banda Oscar Santos - do Ginásio de Macapá - ex-Escola Industrial de Macapá, em apresentação na Av. FAB.
Observa-se ao fundo o primeiro prédio do Palácio do Setentrião, ainda em construção, situado entre as ruas Eliezer Levy e General Rondon, hoje ocupado pelo Ministério Público.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O time do moleque travesso

(Reprodução)

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Anos 60 - Uma das onzenas do Juventus Esporte Clube - o time do moleque travesso.
Nesta formação vemos em pé: João Maria Nery, Círio Coutinho, Edilson Brito(Caboquinho), Zé Marques(Curupira), Clemildo e José Maria Franco. Agachados: J. Ney(o radialista), Juracy da Silva Freitas(Jupati), Antonio Amaral(dente-de-cão), Orlando Torres e Enildo Amaral(cúia preta).

domingo, 29 de agosto de 2010

Nos tempos de abandono

(Reprodução)

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A velha e secular Fortaleza de São José de Macapá numa fase de completo abandono.
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Nota do Editor:
Reproduzo na íntegra o comentário de nosso leitor e colaborador do Porta-Retrato, Aloisio Cantuária, sobre o abandono da Fortaleza de São José:

Disse Aloisio:

Alô, João.
O abandono da fortaleza era antigo, remontando à época do Império, até à criação do Território do Amapá.
De acordo com Arthur Vianna, a fortaleza ficou incompleta, "destinada ao despreso dos governos que a olharam sempre com menospreso". Segundo o autor, "das mãos do governo português passou a fortaleza, em 1824, para as mãos do governo imperial, e esta transferência serviu apenas para consolidar o indiferentismo com que a tratava a metrópole. (As Fortificações da Amazônia, 1905, p. 289). Abandonada, a fortaleza teve vários usos; foi usada até como curral de animais. A situação de abandono começa a desaparecer a partir da criação do Território do Amapá em 1943, conforme informa Estácio Vidal Picanço, com sua primeira restauração (Informações sobre a História do Amapá, 1981, p. 67). No governo Janary Nunes, a fortaleza passou a sediar o Comando da Guarda Territorial.

Em minhas pesquisas sobre a Fortaleza de São José de Macapá, me deparei com uma informação terrível, pior do que o abandono ao qual foi deixada. Encontrei uma sugestão que, se materializada, hoje não teríamos esse monumento para apreciar. Mas vamos aos fatos.
O historiador Adler Homero Fonseca de Castro, em seu trabalho "O Fecho do Império: História das Fortificações do Cabo Norte ao Amapá de Hoje", informa que o senhor Afonso Justiniano de Mello, autor do Relatório do Comando da Fortaleza de São José de Macapá, de 18 de agosto de 1876, sugeriu derrubar a fortaleza e, com seu entulho, aterrar os pântanos que circundavam a cidade. Sua intenção era preservar a saúde dos moradores de Macapá de doenças como a malária. Como sabem os moradores mais antigos de Macapá, a área do comércio e adjacências, por ser alagada, era cheia de pontes, como atestam as fotografias antigas. O texto de Adler Homero Castro está no livro "Nas terras do Cabo Norte" (Belém: Editora da UFPA, 1999, pp. 129-193). O teor do relatório do senhor Afonso Justiniano de Mello aparece na pag. 192. O livro é difícil de ser encontrado. Mas em Macapá encontrei, para consulta, na Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, na rua São José.

Um abraço,

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sábado, 28 de agosto de 2010

Jovens tucujus

(Reprodução)
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Anos 60 - Os jovens Aldony Fonseca Araújo e Heitorzinho Picanço, nos bons tempos da praia da Fortaleza de Macapá.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Desfile de 7 de setembro na av FAB

(Reprodução)

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Ano 1975 - Desfile de 7 de setembro na Av. FAB, em frente a sede do Esporte Clube Macapá.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Rua Cândido Mendes

(Reprodução)

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Ano 1965 - Aspecto da rua Cândido Mendes, entre as avenidas Mendonça Jr. e Coaracy Nunes, antes do incêndio.
Observe, ao fundo da foto, o telhado do antigo Frigorífico do Governo do TFA.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Os velhos bancos da Praça Barão do Rio Branco

(Reprodução)

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Anos 70 - Praça Barão do Rio Branco no tempo que ainda existiam os primeiros bancos, em concreto, em forma da letra "D".

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Farinha d'água em paneiro

(Reprodução)

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Uma das produções da pequena agricultura de Macapá foi a da farinha d’água, de mandioca, que era vendida em paneiros, forrados com folhas (foto). (você sabe como era o nome dessas folhas?)
Além dessas embalagens, havia os vendedores – grande parte do curiaú - que traziam sua produção nas costas, em sacas.
Farinha fresquinha, novinha, torradinha que complementava o chibé e o inigualável açaí.

A farinha d'água era um dos produtos econômicos apresentados nas Feiras da Fazendinha, na época do ex-Território Federal do Amapá.
Você que viveu essa época, conte também sua experiência, nos comentários.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fortaleza de Macapá serve de Plano de Fundo para o Jornal Nacional

(Reprodução/site do JN)

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Geralmente, matérias atuais são sempre reproduzidas em nosso outro blog – FINA SINTONIA 2 através do link - http://fina-sintonia2.blogspot.com/ - que segue a linha de variedades, curiosidades, assuntos inusitados e atualidades.
Mas hoje, em caráter excepcional, abrimos uma exceção à linha editorial do blog PORTA-RETRATO pelo destaque que Macapá recebeu, durante a apresentação do Jornal Nacional, desta segunda-feira(23), e editamos este post sobre o JN no AR.


Oito profissionais vão percorrer 26 estados – além do Distrito Federal – em 37 dias.
O JN no Ar, o projeto especial do Jornal Nacional para as eleições 2010, decolou nesta segunda, dia 23 de agosto, ao vivo de Macapá (AP), para ajudar a informar o voto do cidadão e construir um retrato das riquezas e diferenças do Brasil.
A histórica Fortaleza de Macapá serviu de plano de fundo para o ancora William Bonner comandar o Jornal Nacional ao vivo de Macapá.


Assista aos vídeos do programa clicando nos links abaixo:

Fonte: Jornal Nacional

Práticas Domésticas

(Reprodução)
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(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Anos 50 - Alunas em aula prática de cozinha na antiga Escola Doméstica de Macapá, observadas por uma das irmãs do estabelecimento.

domingo, 22 de agosto de 2010

Escola Doméstica de Macapá

(Reprodução)

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Anos 70 - Escola Doméstica de Macapá.

(Reprodução)

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Anos 60 - antiga Escola Doméstica de Macapá.

sábado, 21 de agosto de 2010

"Os Cometas" na Serra do Navio

(Reprodução/Acervo do grupo)
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Anos 60 - Conjunto musical "Os Cometas" em uma das temporadas na Serra do Navio.
Presença constante em muitos bailes de Macapá, Santana e Serra do Navio.
Da esquerda pra direita agrachados: Assunção (falecido) e Spíndola;
Em pé: Muscula, Augusto (falecido), Pedro Altair(falecido), Joacy Mont'Alverne, Walfrido e Aymorezinho.
No trolley: Luiz Almeida (falecido), Roberval e Nando.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Mais um pioneiro

(Reprodução)

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Anos 60 - Professor Antenor Epifânio Martins em sala de aula, na antiga Escola Industrial de Macapá.
Homenagem (
in memoriam) do blog, ao grande Pioneiro.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Movimento Escoteiro no Amapá

(Reprodução/Arquivo acervo particular)
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Ano 1964 - Chefes escoteiros da Região do Amapá, executam o hasteamento da Bandeira Nacional, no pátio da Escola de Serra do Navio.
Solenidade fazia parte da programa de um Curso Preliminar para Chefes de Lobinhos realizado pela União dos Escoteiros do Brasil, nos dias 7 e 8 de novembro de 1964, na localidade de Serra do Navio, distante 141 quilômetros da capital, Macapá.
A partir da esquerda estão na foto: (sobre a calçada do mastro)Chefe Clodoaldo Nascimento, (ao centro hasteando a Bandeira) Chefe Benedito e (de costas à direita) chefe Hilkias Alves de Araújo.
No gramado a partir da esquerda: (eu) João Lázaro (próximo ao chefe Clodoaldo); ao fundo (à direita do mastro) as chefes Wilma Carvalho e Maria da Paz (de uniformes escuros de Lobinhos)
Na direção do braço direito do Chefe Hilkias, (ao fundo) aparece o Instrutor da UEB - Ary Gaia - membro da Direção Nacional da instituição escoteira, que foi especialmente do Rio de Janeiro para ministrar o Curso para os Chefes de Lobinhos no Amapá.
Ao final todos recebemos um Certificado de Conclusão do Curso.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Pioneiros do Esporte no Amapá

(Reprodução)
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Anos 70 - Membros pioneiros da Federação Amapaense de Futebol.
Da esquerda para direita: Humberto da Costa Moreira, Pedro Assis, Antonio Carlos Brito Lima, Paulo Conrado Bezerra, Manoel Antonio Dias (Duca) e Bento Góes.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

A frente de Macapá

(Foto: Reprodução)
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(Foto do Acervo/Coleção Digital/IBGE)
Veja como era a frente da cidade na década de 50, no início do Território.Aspecto da lateral esquerda do Trapiche municipal "Eliezer Levy", vendo-se ao fundo, em primeiro plano, o prédio do antigo Macapá Hotel, construído pelo Governo do Território Federal do Amapá.
E o Rio Amazonas trazia para a beira do barranco, frondosos troncos arrancados pela força das lançantes das marés.

sábado, 14 de agosto de 2010

Banco Comércio e Indústria da América do Sul

(Foto: Reprodução/Revista ICOMI Notícias)

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(Foto extraída da Revista ICOMI - Notícias)

Foto de 1966 - Funcionária atende um cliente na recém criada agência do Banco Comércio e Indústria da América do Sul, que funcionou na esquina da rua Cândido Mendes com Av. Cora de Carvalho.

Salvo engano a funcionária da foto era Zilda Pontes, irmã do professor e deputado Antônio Cordeiro Pontes.
Será que alguém consegue identificar as outras pessoas? Deixe comentários.

Última atualização às 10:29h em 14.08.2010

Mais um grande pioneiro: Sr. Casemiro

(Foto: Reprodução/Arquivo/Acervo da família)

"Seu" Casemiro - muitos anos de serviços ao Amapá.
Foi durante longos anos funcionário de confiança da família Zagury, desde o tempo de Dona Sara Roffeh Zagury.
Desempenhava suas atividades na Casa Leão do Norte e na fábrica do Flip Guaraná.
A homenagem (in memoriam) do blog ao grande pioneiro de Macapá.

“Seu” Casemiro foi morador do bairro da Favela junto com o irmão, dele, o "seu" Bernardo, que trabalhava na SATFA (Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá) e na Padaria do Sandó ( na antiga rua José Serafim, atual Tiradentes).
Ambos, quando jovens, eram bons de bola e defendiam o Cumaú Esporte Clube.
O Sapiranga ratifica a informação em seu comentário abaixo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Reunão de Pioneiros

(Reprodução)

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Ano 1963 - Reunião de Pioneiros do Amapá nos Salões de Festas da Piscina Territorial.
Da esquerda para direita: Senhores Stephan Houat (comerciante) e Kleber Mota, Ten Uadih Charone - Chefe de Polícia, Prefeito Mário Luiz Barata, Dom Aristides Piróvano - Bispo Prelado de Macapá, Cel. Terêncio Furtado de Mendonça Porto - Governador do T.F. do Amapá e (comerciante) Azarias.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Seleção Amapaense de Futebol

(Reprodução)

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Integrantes da Seleção Amapaense de Futebol.

Da esq. p/direita em pé: Técnico Joaquim Gouveia, Louro, Aluízio, Alceu, Paulo Rodolfo, Lua, Vivaldo, Moacir Banhos, ? .
Agachados: Rodrigues Chevrolet, Nariz, Carlito Oliveira, Ubiracy e Zé Roberto.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Pioneiros da Educação no Amapá

(Reprodução)

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Professores Tiago e Firmo em suas mesas de trabalho na antiga Escola Industrial de Macapá.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Três amapaenses quando jovens

(Crédito : Sr. Mário Santos)
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Anos 1970 - Ernesto Dias Neto, Sérgio Arruda e Ronaldo Bandeira.
(Atualizado em 05/04/2015)

domingo, 8 de agosto de 2010

Banda Marcial do Colégio Amapaense

(Foto: Reprodução/Luis Bezerra/acervo de Aloísio Cantuária)

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Banda marcial do Colégio Amapaense, no dia 7 de setembro de 1969.

Esta foto é mais um contribuição do amigo Aluisio Cantuária.

Ele escreveu também a legenda abaixo:

Na primeira fila, da direita para a esquerda: Castro (tarol); Aloisio Cantuária (caixa); Penha (tarol); (?); não lembro do nome, mas parece ser um dos filhos do "seu" Severo (do posto de gasolina);
Evandro Juarez (corneta); (?).
Em segundo plano, na fila do meio: Velton (caixa), ao lado do Castro.
Na terceira fila, próximo ao Velton, o Avaré (corneta).

Homenagem ao Dia dos Pais

(Reprodução)

Nos velhos tempos da Macapá antiga - num dia como o de hoje - as famílias se reuniam, em casa, para comemorar o Dia do Papai.
As esposas caprichavam no cardápio e o almoço, quase sempre, era especial nessa data.
Ah! Tinha mais um detalhe: o saboroso FLIP GUARANÁ, não poderia faltar à mesa.
Era um hábito infalível na maioria da população, expressar seu carinho e seu agradecimento à figura do Papai, que era considerado o Chefe da Família, e quem a sustentava, economicamente.
E essas homenagens se tornavam públicas através do “Carnet Social – o programa da família amapaense” - que iniciava às 13 hs pela Rádio Difusora de Macapá - e divulgava mensagens especiais pagas, antecipadamente, seguidas de inesquecíveis “paginas musicais” .

Para vocês recordarem ou conhecerem um pouco dessa época, reproduzo abaixo algumas dessas músicas que se tornaram imortais através daquele que era o programa radiofônico mais ouvido da cidade.

(Reprodução)

Músicas:

É sempre o Papai - Jorge Veiga

Pai Herói - Fábio Jr.

Meu querido, meu velho, meu amigo - Roberto Carlos
Meu Velho - Altemar Dutra

A música do papai - Maria Regina

sábado, 7 de agosto de 2010

Os 60 anos de Hernâni Motta

(Reprodução/do orkut)

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(Foto extraída do album pessoal do aniversariante, em seu site de relacionamento - orkut)

O amapaense Hernâni Motta completa neste sábado(7), 60 anos de vida.
Boa parte dela, vivida em Macapá, morador do bairro Jesus de Nazaré fronteira com o bairro do Laguinho.
Conheci o Hernâni em 1968 quando fui trabalhar na Rádio Educadora São José.
Ele também se integrou à jovem equipe que revolucionou o Rádio, em Macapá.
A RE foi o embrião, para o grande jornalista que se tornou.
Hernani é jornalista, blogueiro e bancário aposentado.
Mora com a família no Rio de Janeiro e compartilha a alegria de comemorar seus merecidos 60 anos, com amigos, a esposa Marly, filhos e netos.
Parabéns meu amigo sessentão Hernâni Motta.
Receba um apertado abraço por seu natalício.
Muita paz e muitas felicidades!
(João Lázaro)

MEMÓRIAS DO LARGO DOS INOCENTES - FORMIGUEIRO – PARTE 13 – DONA MILICA: LAVADEIRA PIONEIRA QUE ENGOMOU O LARGO DOS INOCENTES COM ALEGRIA E FÉ

No coração do Largo dos Inocentes , um dos bairros mais antigos e pulsantes de Macapá , viveu uma senhora que transformou o suor do trabalho...